Sempre tive a seguinte convicção: jogador brasileiro que é ídolo em seu clube não deve se aventurar como treinador. Na Europa, é diferente pela cultura. Aqui, se o técnico não ganha, torcedores nem se importam com o passado de glórias.
Recentemente tivemos alguns exemplos: Fernandão e Falcão foram vaiados no Internacional. Bobô, nome maior do Bahia, também foi ofendido quando esteve no comando do Tricolor Baiano. Leão no Palmeiras também serve de exemplo.
Será que Rogério Ceni ou Marcos, caso quisessem ser treinadores no São Paulo ou Palmeiras, seriam exceções? Penso que não.
Bem faz Zico, que fez uma carreira fora do Brasil e nem cogita dirigir o Flamengo.

Meu caro “professor”, os dois exemplos são oportunos: um por necessidade, o Marcos, quase assume em meio a essa derrocada verde, não assumiu porque não havia cumprido a quarentena auto-imposta. O outro exemplo, o são-paulino, caso não tivesse voltado bem do ombro, nem teriam ido atrás do Ney Franco. No duro, no duro quem manda e quem escala o Tricolor já é, há muito tempo, o goleiro, ninguém se engane. O Marcos, não, seria só pelo momento emocionalmente ruim, seria um salvador. É o que penso.
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