– UIPA, Dona Carmela e Bicho Legal

 

Hoje, na Rádio Cidade de Jundiaí, dona Carmela Panizza, da União Protetora dos Animais, desabafou!

 

Reclamou da falta de ajuda dos órgãos municipais, do voluntariado, do seu trabalho árduo, e da falta de empenho de autoridades do setor. Em especial, se recusou a falar do apoio ou não do vereador Leandro Palmarine, conhecido como “Bicho Legal”, cuja bandeira é a defesa dos animais. Mas deixou no ar uma grande mágoa sobre o político!

 

Fica a dúvida: o que o vereador fez (ou não fez) para a UIPA que resultou em tanta discórdia?

– Idiotices Carnavalescas

 

Quase 200 pessoas mortas nas estradas. Esse é o saldo negativo nas rodovias no feriado do Carnaval. Boa parte dos acidentes produzidas pelo excesso do consumo de álcool dos motoristas.

 

No Rio de Janeiro, quase 100 pessoas presas por fazerem xixi nas ruas, hábito cada vez mais freqüente nos cordões carnavalescos.

 

Em São Paulo, a Gaviões da Fiel Torcida jogou o que podia do alto das arquibancadas sobre os adversários sambistas. E porretada em cima da Polícia!

 

Infelizmente, a desatenção, o vandalismo, a libertinagem e o desrespeito superam hoje a alegria do Carnaval. Uma pena.

 

Veja que interessante: no próximo ano, a Dragões da Real (ligada ao São Paulo FC) desfilará ao lado de Gaviões e Mancha Verde. Como evitar o iminente e imbecil confronto de torcidas?

 

A propósito, escrevi ontem e repito hoje: a posição ruim da Gaviões da Fiel permite que os jogadores do Corinthians, outrora agredidos por ela, se manifestem contra o péssimo resultado dos sambistas?

– Detalhes que Atrapalham as Grandes Empresas: as Aranhas da Mazda!

 

Nem sempre ter os mais altos índices de produtividade e qualidade tornam uma empresa perfeita e os clientes satisfeitos. A SORTE (que é algo subjetivo) também é um fator importante.

 

Veja que inusitado: clientes proprietários de carros Mazda descontentes com seus veículos. E a culpa não era da empresa, mas sim de aranhas! Uma determinada espécie do aracnídeo gosta do cheiro da gasolina, entra pelo escapamento e ainda assim não morre!

 

O caso é relatado abaixo, extraído de: http://www.noticiasautomotivas.com.br/mazda6-passa-por-recall-por-causa-de-aranhas/

 

MAZDA6 PASSA POR RECALL POR CAUSA DE ARANHAS

 

A Mazda está fazendo um recall para seu modelo 6 por causa de aranhas. Isso mesmo. Na América do Norte e América Central, 65.000 unidades do modelo estão sendo chamadas, pois concessionárias da marca já relataram 20 casos de aranhas fazerem seus lares dentro de um respiro da linha de combustível.

Por conta destes ninhos, o tanque poderia ter sua pressão aumentada demasiadamente, levando a rachaduras e até mesmo a incêndios. Das 65.000 unidades, 50.000 estão nos EUA e as outras 15.000 estão no Canadá, México e Porto Rico.

A Mazda não sabe dizer porque as aranhas andam procurando abrigo ali e confirma que nenhum acidente foi causado por conta disso. Até agora.

– Palmeiras e a Sorte com os Árbitros

 

Calma, não é nenhum artigo-denúncia ou bomba a ser detonada. Apenas uma observação curiosa, calcada em números e comprovações. Mas, pelos resultados, torna-se muito interessante.

 

A Folha de São Paulo do último sábado trouxe o seguinte dado: passado pouco mais da metade do Campeonato Paulista de 2011, o Palmeiras era a 2ª equipe mais faltosa do Paulistão (o 1º é o Bragantino). Entretanto, é apenas o 17º em cartões amarelos recebidos. E até a Rodada 11, nenhum cartão vermelho fora aplicado contra os palmeirenses! E, sendo time de Luiz Felipe Scolari… (lembra de quando ele treinava com 10 jogadores, se prevenindo de possíveis expulsões?).

 

Ao olhos da arbitragem, parece que o Palmeiras ganha com a benevolência da não-punição do rodízio de faltas – sim, aquelas faltas bobas, ditas “de jogo”, e que numerosas (embora não violentas) picam o jogo e passam desapercebidas pelos árbitros, matando jogadas e beneficiando o antijogo. Claro, essa análise é empírica mas válida, já que os números são frios e exatos.

 

Tal situação me remete ao Paulistão de 2009. Foram 19 pênaltis a favor em 19 jogos. Claro que se os 19 foram cometidos, tudo bem. Mas é curioso ver que o São Paulo, no mesmo campeonato e com o mesmo número de jogos, teve apenas 1 marcado a seu favor. Se somados 2008 e 2009, 38 pênaltis ao Verdão!

 

Ainda como número interessante: em 2009, o Palmeiras teve a sorte de ter todos os árbitros categoria Ouro C, recém-promovidos da série Prata, sorteados para seus jogos no Palestra Itália. Jovens árbitros em seu primeiro ano na divisão maior, com o Luxemburgo no banco, “fungando no cangote”?… hum… pode pesar! Quantos novatos em seus jogos no mesmo torneio os outros grandes tiveram?

 

Sorte. Seria esse o resumo de tudo isso? Ou competência do treinador em montar um esquema que burla a percepção do árbitro? Deixe seu comentário:

– Borboletinha não quer Pular Carnaval!

 

Nossa borboletinha Marina não quis saber de Carnaval! Vestiu-se de borboletinha, colocou suas anteninhas, e na hora da folia… ficou interessada em montar pecinhas, fazer casinhas e construir castelos de princesas!

 

Te amo, filhinha. Que orgulho!

– Que tal uma Boa Reflexão Franciscana?

 

Já que estamos em época carnavalesca, que tal uma meditação com São Francisco para acalmar os ânimos e buscar coisas do Alto?

 

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

– Samba do Criolo-Doido leva os deuses ao Porre!

 

Todo ano brinco que certos sambas-enredos são verdadeiros sambas-do-criolo-doido, fazendo alusão àquela música cuja história conta que o crioulo endoideceu devido a letra confusa da canção.

 

Escrevo por causa do samba da Gaviões da Fiel desse ano. A não ser que tenha recebido verba de autoridades dos EAU, não dá para entender a escolha do tema “Dubai”. Falaram dos desejos do emir local, da arquitetura futurística e da sustentabilidade ecológica da cidade, com um animal metade gavião e metade peixe!

 

Respeito a livre criatividade poética, mas… não poderia usar um tema mais simples, menos duvidoso e mais próximo?

 

Tudo bem, não sou expert em Carnaval, pode descer a lenha. Mas uma coisa o leitor há de concordar: COMO VAI SE FALAR DE ECOLOGIA SEM USAR O VERDE?

 

Por serem “rivais” do Palmeiras, os corinthianos da Gaviões não usam a cor verde. Que idiotice…

 

Só nos resta contemplar o último carro alegórico a desfilar no Carnaval Paulistano 2011: fazia alusão ao “Porre dos deuses”, onde eles curtiram o Carnaval enchendo a cara com cerveja… (acho que o carro era da Império da Casa Verde).

 

Bom e lúcido Carnaval a todos.

– O Xarope Charlie Sheen

 

Como os vaidosos são realmente egoístas, não?

 

Charlie Sheen, astro da comédia “Two and half men”, da Warner Bross (maior audiência da Tv Americana), recebe US$ 2 milhões por episódio. Agora, ele vai à imprensa reclamar porque acha que o salário é pouco. Disse que não dá para viver se não ganhar, no mínimo, 3 milhões de dólares por episódio!

 

O ótimo ator é conhecidamente encrenqueiro e costumeiro conhecido da polícia devido as suas brigas, orgias e consumo de drogas.

 

Veja o que a jornalista Yara Barretta escreveu sobre Charlie Sheen, extraído de: http://blogs.jovempan.uol.com.br/conexaoorlando/celebridades/charlie-sheen-%e2%80%93-obituario-prematuro/

 

CHARLIE SHEEN – OBTUÁRIO PREMATURO

 

“Eu sou especial e jamais serei um de vocês!”, disse o ator em uma entrevista no final de fevereiro, de acordo com a New York Magazine. Mas o que exatamente ele quis dizer com “vocês”? Pessoas que tem que viver todos os dias “com suas esposas feias e seus filhos feios e olhar para suas vidas de perdedores e então eles olham para mim e dizem ‘Não consigo processar’. Bem, não, e jamais conseguirão! Parem de tentar! Relaxem e aproveitem o show!”

Para Mark Harris, autor do texto, quase tudo é perdoável: arrogância, cocaína, estrelas pornô, prisões, supostas overdoses. Mas não chamar seu chefe em  público de “palhaço”, “nazista do AA” e “charlatão”, nem mesmo vindo de uma pessoa que diz possuir “sangue de tigre e DNA de Adonis.”

E já tem gente escrevendo o obituário desse ator-problema, de acordo com a seção da revista (que nome mais apropriado!), Abutre.

Será prematuro? ATMZ diz que Sheen colocou no twitter que hoje à noite vai fazer seu próprio radio show, ao vivo na internet.

– Ainda em Recuperação…

 

Depois das rebordosas que levei com labirintite e contusão no joelho, somada a minha pata de ganso e compromissos de trabalho… ufa! Sobrevivi!

 

Mas ainda estou em recuperação… Não vai dar para pular Carnaval, muito menos no Anhembi ou no Sambódromo. Minha fantasia paulistana de R$ 25.856,35 e a carioca de R$ 32.698,58 foram para o lixo.

 

Que pena, não?

 

Brincadeirinha… Sem fantasia e sem Carnaval. Centrado na recuperação e na perca de peso acumulado pelos corticóides que os médicos me deram.

– Domingo

 

DOMINGO!

 

Ufa, será dia de descanso?

 

Nada. Hoje estarei trabalhando absurdamente. Paciência. Afinal, dormir e descansar é para os fracos…

– FIFA proíbe os Snoods

 

Na reunião promovida pela FIFA com o International Board em Newport, País de Gales (neste sábado) as decisões referentes à tecnologia no futebol ficaram adiadas por mais um ano. A única certeza é de que na Euro-2012 Ucrânia e Polônia, haverá a utilização dos árbitros adicionais.

 

Mas, depois de tanta discussão, houve sim uma decisão relevante na Europa e totalmente boba para o Brasil. A proibição dos SNOODS.

 

Snood é aquele cachecol utilizado por jogadores em partidas de frio extremo, encobrindo o pescoço envolvendo-o sem nenhum pedaço de tecido solto. A FIFA alega que tal vestimenta, em caso de acidente, poderia estrangular o atleta.

 

Tanta coisa para discutir… e a FIFA proíbe cachecol? Tenha dó

– Receita Federal: valeu, dona Receita…

 

Enquanto os coitados dos contribuintes (me incluo aqui) choram durante o feriado tentando fazer o seu Imposto de Renda, a Receita Federal tirou do ar o site!

 

Quem quiser entregar a declaração do IR, não poderá fazê-la entre as 10h da manhã deste sábado até as 11h de domingo dia 06 (mais conhecido como AMANHÃ), pois o site estará em manutenção.

 

Não tinha outra hora para fazer essa esquisita manutenção? Estranho, muito estranho…

– Carnaval, Futebol e Torcidas Organizadas: uma Explosiva Combinação!

 

Uma das coisas mais tristes dos desfiles carnavalescos é a mistura das agremiações de samba com torcedores das entidades organizadas do futebol.

 

No Rio de Janeiro, as comunidades disputam o título, mas o que vale é a festa. Portela, Mangueira, Grande Rio ou Tijuca se respeitam e comemoram pacificamente, entre suas próprias comunidades.

 

Na capital paulista, Mancha Verde e Gaviões da Fiel disputam ferrenhamente como nas arquibancadas dos estádios. Há ódio, não respeito. Triste.

 

Essa estupidez extrapola para outros níveis mais preocupantes. Ontem, por exemplo, a Unidos de Paranapanema, nos desfiles de Campinas, homenageou o Guarani FC e uma das torcidas organizadas bugrinas participou da festa. Conclusão: uma bomba caseira feriu foliões, supostamente lançada por pontepretanos.

 

E você, o que acha disso: dá para misturar disputas entre Futebol X Carnaval? Deixe seu comentário:

– Hugo Chavez será o Pacificador?

 

Amigos, a banana resolveu comer o macaco. A mortadela resolveu fatiar a máquina do padeiro. A lingüiça deu uma mordida no cachorro.

 

Não é que o hermano Hugo Chavez, nosso ditador-encrenqueiro de plantão da nossa vizinha Venezuela, diz que mediará um acordo de paz na Líbia? 

Ditador por ditador, Chávez e Kadhaffi devem se entender bem… Que tal ambos falarem em promover a Democracia em seus países?

– Estamos em Época Carnavalesca. Você gosta?


Chegou o Carnaval. A mídia busca as melhores imagens e eventos para a cobertura. Muitos parecem se enlouquecerem a fim de curtir todos os dias, seja na rua, nos salões, nas quadras ou nas praias.

 

O certo que o Carnaval é o período festivo mais amado e mais odiado pela população. Ou o cara gosta, ou detesta. Para estes últimos, é insuportável ver as insistentes matérias sobre Rio, Salvador, movimento das estradas e outros ziriguiduns.

 

Por falar em estradas, a Autoban (que gerencia Anhanguera e Bandeirantes) diz que o maior movimento do ano é neste feriado. E para quem gosta desse período, não há problema de trânsito, pois, afinal, a farra vale a pena! A cidade de São Paulo teve recorde de trânsito congestionado ontem, além das rodovias que a circundam.

 

Aqui em Jundiaí, temos o desfile na Latorre, além dos bons bailes nos clubes. Ótimas opções! Mas, só para quem gosta… (e sinceramente me excluo)

E você, curte o Carnaval? Deixe seu comentário.

– Erros fatais de um Curriculum Vitae

 

Ao encaminhar um Curriculum para tentar alguma vaga de emprego, alguns cuidados são fundamentais!

 

Compartilho com os amigos este manual com 7 erros fatais a serem evitados.

 

Para acessá-lo, clique AQUI

 

(Obs: não se esqueça que a direita da tela que abrir, clicar no link para avançar nos slides)

– Um País sem Pobres?

 

O slogan do governo Lula era:

 

“Brasil – um país de todos”

 

Agora, Dilma terá como slogan:

 

“Brasil – um país sem pobres”

 

Sinceramente, o slogan é de uma picaretagem e de uma demagogia tão grande… Queria que os dois slogans fossem verdade, lógico! Mas sabemos que são utopias. O país realmente é de todos e não existem pobres?

 

Claro que sabemos do sentido dito “esperançoso”. Mas mesmo assim fica a minha ressalva.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– No Paulistão, Jogador tem medo de qual Árbitro?

 

Mano Menezes convocou a Seleção Brasileira de Futebol, e, ao mesmo tempo em que trás de volta alguns jogadores que participaram da Copa-2010, busca a renovação com nomes emergentes, como Lucas e Neymar.

 

Neymar já é bem conhecido na América do Sul, além de sua fama começar a se espalhar mundialmente. Recentemente, um amigo meu esteve na fria Eslovênia, a fim de ganhar uns trocados no campeonato local; e lá Neymar é famoso! Os garotos da sua equipe perguntavam sobre o “brazilian bad boy que jogava no “Pelé’s team. Ou seja, a fama de cai-cai se confunde com a de rebelde lá no fim do mundo…

 

Digo isso pois “ter nome de respeito” é importante. Se a fama de craque prosperar como a de “bad boy”, tudo bem. O adversário respeita o nome famoso. Domingo passado, no clássico entre São Paulo X Palmeiras, o zagueiro Danilo disse que o time ficou preocupado quando viu Rivaldo se aquecer. Mesmo sem a bola ter chegado no sãopaulino, a respeitabilidade fica nítida.

 

Assim, trago o mesmo exemplo para o mundo da arbitragem. Quais árbitros paulistas conseguiram adquirir respeito tão grande quantos os craques? De bate-pronto, quem você acha que os jogadores respeitam?

 

Sem dúvida alguma você ouvirá dos boleiros: Paulo César de Oliveira, Sálvio Spínola Fagundes Filho, Wilson Luís Seneme, Cléber Wellington Abade (mesmo esse último estar sendo muito mal aproveitado nesse ano, sabe-lá-Deus-pq!).

 

Se um desses nomes entrar em campo, o comportamento dos atletas é diferente. Veja como em alguns jogos os árbitros agüentam reclamação ao pé-do-ouvido dos jogadores, e como isso não acontece com esses grandes árbitros.

 

Agora fica a pergunta: em 2005, quando ocorreu o episódio da Máfia do Apito, quais eram os nomes de grande respeitabilidade da arbitragem paulista?

 

Eram Paulo César de Oliveira, Sálvio Spínola Fagundes Filho, Wilson Luís Seneme, Cléber Wellington Abade (até dei CTRL C + CTRL V para facilitar.)

 

Passaram 6 anos, e os nomes não se renovaram! Aí fico pensando… os nomes dos jogadores da Seleção Brasileira de Futebol eram bem diferentes dos de 6 anos atrás. Do clube de seu coração, certamente também. Mas os nomes importantes da arbitragem…

 

Um detalhe: nesse período tivemos inúmeras divisões e inúmeros campeonatos amadores na FPF. Não havia espaço para se testarem outros nomes? Cadê a meritocracia? Surgiu o famigerado Ranking da Arbitragem. Deu em algo? Nada, a não ser um vexatório modelo burocrático onde árbitros não eram classificados por pontuação, mas por fórmulas obscuras contestáveis cuja colocação era pública mas não o motivo do acesso.

 

Por fim, um detalhe importante: enquanto muitos tentam se firmar há anos e outros que estão “renovando o quadro forçosamente”, ganhando oportunidades mais do que outros (talvez por motivos políticos), observo que os nomes de respeito que persistiram possuem uma característica em comum: surgiram no tempo em que os professores Gustavo Caetano Rogério e Antonio Cláudio Ventura estavam a frente da arbitragem.

 

Hum… passou a gestão de José Manuel Evaristo e nela o advento do Edilson Pereira de Carvalho como FIFA. Entrou o Cel Marcos Marinho, e nenhum nome se firmou nacionalmente (ao menos, que esteja atuando). Aliás, desde que o Farah saiu, qual grande nome de árbitro surgiu na administração Marco Polo Del Nero?

 

E você, acha que o jogador se comporta diferente com árbitro de nome ou não? Deixe seu comentário:

– Mega Sena Maluca traz Desconfiança…

 

Conheço muitas pessoas que duvidam da lisura nos sorteios da Mega Sena. E, para estes, o sorteio de ontem foi um verdadeiro “prato cheio” às críticas, afinal, sendo que os números possíveis são de 01 a 60, eis que no sorteio do concurso 1262 deu:

 

05, 07, 08, 09, 11, 39

 

E não é que 1 paulista e 1 carioca acertaram esses números?

 

Incrível algum maluco jogar nessa improvável sequência, não? Aqui no meu bairro nós temos o Tiziu, conhecido cantador de bingo. O Tiziu gritaria: “mexe o saco, meu”!

– Quando Abrimos a Caverna Escura de Nossa Existência

 

Por Padre Otacílio F. Lacerda, extraído de: http://peotacilio.blog.terra.com.br/2011/03/01/

 

Quando nos colocamos diante das Confissões do Bispo Santo Agostinho (Séc. V) sentimos algo estremecer no mais profundo de nós, nas entranhas de nosso coração. Ele consegue fazer com que abramos a caverna escura de nossa existência para que, pela Luz Divina, seja iluminada. Consegue como poucos expressar nossa pequenez diante da Onipotência Divina que nos conhece muito mais do que nós a nós mesmos.

Imediatamente façamos de sua Confissão a nossa, e sentiremos o mais desejado deleite da alma.

  

“Que eu Te conheça, ó conhecedor meu! Que eu também Te conheça como sou conhecido! Tu, ó força de minha alma, entra dentro dela, ajusta-a a Ti, para a teres e possuíres sem mancha nem ruga. Esta é a minha esperança e por isso falo. Nesta esperança, alegro-me quando sensatamente me alegro. Tudo o mais nesta vida tanto menos merece ser chorado quanto mais é chorado, e tanto mais seria de chorar quanto menos é chorado. Eis que amas a verdade, pois quem a faz, chega-se à luz. Quero fazê-la no meu coração, diante de Ti, em confissão, com minha pena, diante de muitas testemunhas.

A Ti, Senhor, a cujos olhos está a nu o abismo da consciência humana, que haveria de oculto em mim, mesmo que não quisesse confessá-lo a Ti? Eu Te esconderia a mim mesmo, e nunca a mim diante de Ti. Agora, porém, quando os meus gemidos testemunham que eu me desagrado de mim mesmo, enquanto Tu refulges e agradas, és amado e desejado, que eu me envergonhe de mim mesmo, rejeite-me e Te escolha! Nem a Ti nem a mim seja eu agradável, a não ser por Ti.

Seja eu quem for, sou a Ti manifesto e declarei com que proveito o fiz. Não o faço por palavras e vozes corporais, mas com palavras da alma e clamor do pensamento. A tudo o Teu ouvido escuta. Quando sou mau, confessá-lo a Ti nada mais é do que não O atribuir a mim. Quando sou bom, confessá-lo a Ti nada mais é do que não O atribuir a mim. Porque Tu, Senhor, abençoas o justo, antes, porém, o justificas quando ímpio. Na verdade minha confissão, ó meu Deus, faz-se diante de Ti em silêncio e não em silêncio porque cala-se o ruído, clama o afeto.

Tu me julgas, Senhor, porque nenhum dos homens conhece o que há no homem a não ser o espírito do homem que nele está. Há, contudo, no homem algo que nem o próprio espírito do homem, que nele está, conhece. Tu, porém, Senhor, conheces tudo dele, pois Tu o fizeste. Eu, na verdade, embora diante de Ti me despreze e me considere pó e cinza, conheço algo de Ti que ignoro de mim.

É certo que agora vemos como em espelho e obscuramente, ainda não face a face. Por isto enquanto eu peregrino longe de Ti, estou mais presente a mim do que a Ti e, no entanto, sei que és totalmente impenetrável, ao passo que ignoro a que tentações posso ou não resistir. Mas aí está a esperança, porque és fiel e não permites sermos tentados acima de nossas forças e dás, com a tentação, a força para suportá-la.

Confessarei aquilo que de mim conheço, confessarei o que desconheço. Porque o que sei de mim, por Tua luz o sei; e o que de mim não sei, continuarei a ignorá-lo até que minhas trevas se mudem em meio-dia diante de Tua face”.

 

Diante de uma Confissão desta, o silêncio é imperativo: calem-se os ruídos e clamem os afetos.

 

Nada há oculto aos olhos de Deus. Ele nos conhece com todas as nossas imperfeições e perfeições; limitações e potenciais; sombras e luzes; clamores e silêncios; quedas e  levantamentos; passos firmes às vezes, por outras vacilantes; palavras iluminadas e por vezes palavras que ofuscam a luz que no outro habita.

 

Com Santo Agostinho podemos dizer:

 

É próprio do Amor de Deus nos aceitar como somos, para que, por Suas mãos sendo moldados, sejamos aperfeiçoados.

É próprio do Amor de Deus conhecer a quem ama. Nada lhe é oculto, ainda que o queiramos. Deus quer tão apenas que não nos fechemos a Ele, que não O ignoremos, porque seria a auto-ignorância, sendo que a sua imagem fomos mais que pensados, criados…

 

Que diante de Deus não tenhamos medo de abrir as portas da caverna de nossa existência, para que Sua luz nos ilumine, e iluminados por Deus, luminosos sejamos… Pois, é também próprio do Amor Divino que seguindo o Amado Filho, jamais nas trevas caminhemos, pois Ele mesmo disse – “Quem me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida.” João 8,12.

Peregrinos longe do Senhor ainda, mas Ele jamais longe de nós. Procuremos por Ele e seremos encontrados. Procuremos e encontraremos. Bem outro se transforma o nosso peregrinar…

– Trainees são Submetidos a Reality Shows e Test Drivers?

 

Antes de começar o post, vale um registro: apesar dos termos em inglês, o artigo é em português, ok? Quantos termos estrangeiros num título só… rsrsrs

 

Sempre recomendo aos meus alunos formandos que procurem se tornarem trainees. É uma oportunidade ímpar para a formação de administradores capacitados, gabaritados e bem remunerados.

 

Compartilho uma interessante matéria do Estadão a respeito da seleção desses trainees. Não é que as empresas abusam da criatividade, submetendo os candidatos a verdadeiros Big Brothers da vida?

 

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/sua-carreira,test-drive-e-reality-show-para-trainees,not_56824,0.htm

 

TEST DRIVE E REALITY SHOW PARA TRAINEES

 

Multinacionais recorrem a programas especiais para escolher novos talentos

 

Há seis anos, o gerente de finanças Flávio Flores fez um test drive que mudou sua vida: integrou a primeira turma do Latin American Financial Seminar (LAFS), programa de identificação de talentos promovido pela multinacional Procter&Gamble (P&G).

A comparação é dele. “Como em um test drive, tive a oportunidade de optar por um emprego depois de vivenciá-lo por um tempo”, conta. Durante uma semana, o gerente – então um estudante do último ano de engenharia elétrica – aprendeu sobre os processos e desafios reais da empresa, tendo de propor, ao final, soluções práticas para os problemas apresentados. “Tive de expor minha proposta para os altos executivos da empresa.”

Uma semana após o seminário, Flores foi contratado como estagiário da Procter. Pouco tempo depois, já estava efetivado como gerente. “Desde então, já passei pelo chão de fábrica e hoje estou na matriz.”

Esse tipo de programa é usado por várias empresas como alternativa aos processos comuns de recrutamento de trainees.

Para o diretor de finanças da P&G, Marcelo Mejlachowicz, o LAFS é a melhor maneira de identificação de jovens talentos. “Este processo existe há 20 anos na Europa, mas é recente na América Latina. É um modelo inovador, que possibilita ao estudante experimentar um caso de negócios real.”

Realizado na sede latino-americana da empresa, na Cidade do Panamá, o seminário garante a contratação dos participantes que tiverem melhor desempenho – e possibilita que vislumbrem seu futuro profissional. “Em uma semana, você sabe como vão ser os próximos dez anos de trabalho”, diz Flores.

Competição. Durante os quatro anos de sua graduação em marketing, Renan Tavares estudou muita teoria, mas sentia a falta de pôr a mão na massa. Foi em outro programa de recrutamento que ele teve a oportunidade mostrar serviço, e com bons resultados. “Minha equipe ficou em terceiro lugar em um concurso mundial de marketing”, conta o atual trainee da L’Oréal.

O programa no qual Tavares participou é o Brandstorm, promovido anualmente pela organização francesa. Nele, um desafio é proposto para equipes de universitários que estejam nos dois últimos anos da graduação. “Na edição de 2009, da qual participei, tivemos de desenvolver o conceito de um perfume de uma das marcas da empresa”, conta.

Com a orientação de gerentes da multinacional, elaboraram uma proposta e venceram a final nacional. O passo seguinte foi a grande final, na França, onde arrebanharam o terceiro lugar.

Para Juliana Bonomo, gerente de recrutamento e seleção da L’Oréal, a competição é uma boa oportunidade para que os estudantes se aproximem da empresa – que, por sua vez, observa atentamente para identificar novos talentos. “Utilizamos o jogo como uma forma de recrutamento”, diz. “Ao participar do processo, o estudante pula diversas etapas em nossos processos tradicionais de seleção”, afirma.

Tavares recebeu o primeiro contato dos profissionais de recursos humanos da organização ainda na final regional. “A abordagem definitiva foi na França. Eu já voltei de lá com entrevista marcada e acabei me tornando estagiário.” Hoje, o rapaz é trainee da área de Marketing, e deve ser efetivado como analista já em abril. “Depois que você participa do programa fica difícil não querer trabalhar na empresa”, conta.

Aprendiz. De acordo com o presidente do conselho deliberativo da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Felipe Westin, os processos de identificação de talentos baseados em experiências reais são uma versão em carne e osso do programa de TV O Aprendiz, no qual um grupo de pessoas disputa uma vaga. “É como um reality show, uma competição que dá um contexto prático tanto para a empresa quanto para o jovem”, conta.

Westin alerta, porém, para a necessidade de melhorar o planejamento, por parte das empresas, no recrutamento dos participantes dos programas. “Não basta o jovem ter somente um perfil agressivo para foco em resultados. Ele deve ter bom relacionamento, pois ao começar a trabalhar efetivamente vai precisar dessa competência.” O presidente aconselha que os recrutados tenham o apoio de um mentor. “Eles não devem ser jogados às feras”, aconselha.

Claudia Storch participa atualmente da primeira edição do Generation Philips, promovido pela multinacional do ramo de eletroeletrônicos. Durante o processo, ela desenvolveu projetos em três áreas diferentes da companhia – inclusive com uma passagem na Holanda.

“Foi uma excelente maneira de ampliar meu escopo profissional”, conta a paulistana formada em relações internacionais. “Por meio do trabalho em equipe, devemos resolver problemas reais de cada área, propondo soluções para seus gargalos.”

Para a gerente de talentos da empresa, Denise Reis, a ideia do programa é formar os futuros profissionais de maneira desafiadora. “Os jovens sempre apresentam estratégias inovadoras.”

– Parabéns à Marininha

Hoje nossa Marina faz 2 anos. Parece que foi ontem, e hoje ela já é moça… kkk

 

Felicidades à todos nós; afinal, pai e mãe também merecem!

– 3 Questionamentos Pertinentes no Futebol!

 

Primeiro: Edilson Pereira de Carvalho disse à Revista Veja dessa semana que seu “hábito” de receber dinheiro por resultados começou na Argentina, em jogos da Libertadores. Disse ainda que a primeira vez no Paulistão foi no jogo Palmeiras X América, anos atrás.

Estaria ele querendo polemizar e buscando refletores? Mas, se for verdade… alguém vai apurar a ‘fabricação’ de resultados nesses dois torneios? Embora, opinião de árbitro, placares fabricados são feitos de maneira escandalosa e perceptível. Os anulados no Brasileirão não tiveram influência alguma – aliás, penso que nem deveriam ser remarcados!

 

Segundo: Amistoso Brasil X Romênia, jogo de despedida de Ronaldo Fenômeno, será no Pacaembu.

Puxa, a birra e briga CBF X São Paulo Futebol Clube chegou a esse ponto? Pela grandeza do atleta, o jogo deveria ser em estádio com capacidade máxima; no caso, o Morumbi!

 

Terceiro: O sorteio dos árbitros da FPF tem sido criticados. Mas depois de muitas reclamações, a bolinha sorteada passou a ser nítida. Mas por que a metodologia não é explicada ao vivo pela TV FPF? Nem os arquivos estão disponibilizados para consulta?

– Vem aí o Partido da Educação do Brasil?

 

Leio em algum lugar (me falha a memória) de que Gabriel Chalita pode convidar educadores brasileiros para, enfim, termos um partido com ideologia marcante: o Partido da Educação!

 

Teria o meu voto e quem sabe a minha filiação partidária. O que falta a nosso país são ideais partidários definidos, que pensem verdadeiramente no Brasil e no seu povo.

 

Contem comigo.

– Fiat supera Volkswagen em Mês Histórico!

 

No melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, a Fiat alcançou 23,4% do mercado, contra 21% da Volkswagen e 17,9% da Chevrolet. Mas o número mais relevante não é esse, e sim outro: após 20 anos consecutivos, o Gol perdeu a liderança de veículo mais vendido do Brasil para o Uno Mille, por exatos 481 carros!

 

Competência e inovação resultam nisso. Parabéns aos italianos da Fiat e aos engenheiros brasileiros da empresa.

– Vida Emocionante, Frustrante e ao mesmo tempo, Empolgante!

 

Tenho passado alguns dias complicados. Já falei da minha suspeita de bipolaridade (ironicamente, claro) e da luta do ânimo / desânimo exagerados frente ao equilíbrio emocional.

 

Estou com crises de labirintite, insônia e outras preocupações pessoais. Agora, acumulei uma chata contusão no joelho (na verdade, uma fratura por stress!).

 

Mediante tudo isso, é necessário ter forças e motivações, além, claro, de fé em Deus. E uma das coisas que empolgam e ajudam é a família.

 

Amanhã minha filha Marina Porcari fará 2 anos. Está saudável, esperta e ativíssima! Sapeca como nunca, é hiper-carinhosa e inteligente como a mamãe. Fala de tudo, muito mais do que a idade dela permite. Aprende fácil e é atenciosa.

 

Sinceramente, Deus foi muitíssimo generoso para comigo e minha esposa. Somos sortudos e abençoados pais.

 

Ah… isso sim vale a pena na vida!

– Passeando a noite pelo Centro

 

Dias atrás, estava discutindo com meus alunos conceitos de Profissionalismo nas Organizações. E a questão é: como definir um profissional? Aquele que se dedica integralmente ao que faz; sobrevive da remuneração daquele esforço; dedica-se e aperfeiçoa-se no seu ofício; cria um método ou uma rotina para desempenhar com eficácia suas funções.

Dentre os muitos e muitos exemplos citados, surgiu a popularmente dita “profissão mais antiga do mundo”: a Prostituição. Pelos atributos citados sobre quem é o profissional, uma prostituta não se encaixa perfeitamente? Na Holanda, por exemplo, elas emitem recibo pelos serviços.

É claro que o tema é polêmico, mas esse foi um gancho para falar da situação da prostituição nas ruas centrais de Jundiaí. Lugares fechados, prostíbulos reservados, temos em grande quantidade. Mas sem querer me classificar como puritano, não dá para negar: a coisa tá feia na cidade… Temos quarteirões com prostitutas, outros com travestis e até locais com garotos de programa. A céu aberto, em frente aos comércios e residências, e oriundos da cidade, de Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista e até de Campinas!

Sejamos objetivos: não é constrangedor você parar nos semáforos da Rua Senador, Anchieta ou Zacarias de Góes e a turma ali fazendo ponto? Se você está sozinho, o constrangimento é menor. Mas… e com seu filho ou com sua filha? O que podemos explicar?


Em São Paulo e em Campinas há bolsões explícitos de prostituição. Jundiaí não pode se descuidar, se não o Centro se desvalorizará não só como área residencial, mas como comercial também. E é fácil perceber isso: pergunte aos moradores dessas ruas ou comerciantes locais como encontram suas calçadas após a noite de trabalho desse pessoal?

Não esqueçamos: prostituir-se não é crime; explorar a prostituição alheia é! Mas será que não existe outra forma mais digna de se ganhar o pão de cada dia? Deixe seu comentário:

– CNBB critica Baixo Nível Moral da TV em Reality Show

 

Por Reinaldo Oliveira, extraído de CNBB.org

 

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (Consep-CNBB) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”.  Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”. Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio “Clara de Assis de Televisão”, promovido pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality shows. Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”. A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães, educadores, anunciantes e publicitários, e convida todos a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão. Leia abaixo, a íntegra da nota.

 

NOTA DA CNBB SOBRE ÉTICA E PROGRAMAS DE TV

 

Têm chegado à CNBB diversos pedidos de uma manifestação a respeito do baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão, particularmente naqueles denominados reality shows, que têm o lucro como seu principal objetivo. Nós, bispos do Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP), reunidos em Brasília, de 15 a 17 de fevereiro de 2011, compreendendo a gravidade do problema e em atenção a esses pedidos, acolhendo o clamor de pessoas, famílias e organizações, vimos nos manifestar a respeito. Destacamos primeiramente o papel desempenhado pela TV em nosso país e os importantes serviços por ela prestados à sociedade. Nesse sentido, muitos programas têm sido objeto de reconhecimento explícito por parte da Igreja com a concessão do Prêmio Clara de Assis para a Televisão, atribuído anualmente. Lamentamos, entretanto, que esses serviços, prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral, sejam ofuscados por alguns programas, entre os quais os chamados reality shows, que atentam contra a dignidade de pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira. Cônscios de nossa missão e responsabilidade evangelizadoras, exortamos a todos no sentido de se buscar um esforço comum pela superação desse mal na sociedade, sempre no respeito à legítima liberdade de expressão, que não assegura a ninguém o direito de agressão impune aos valores morais que sustentam a Sociedade. Dirigimo-nos, antes de tudo, às emissoras de televisão, sugerindo-lhes uma reflexão mais profunda sobre seu papel e seus limites, na vida social, tendo por parâmetro o sentido da concessão que lhes é dada pelo Estado. Ao Ministério Público pedimos uma atenção mais acurada no acompanhamento e adequadas providências em relação à programação televisiva, identificando os evidentes malefícios que ela traz em desrespeito aos princípios basilares da Constituição Federal (Art. 1º, II e III). Aos pais, mães e educadores, atentos a sua responsabilidade na formação moral dos filhos e alunos, sugerimos que busquem através do diálogo formar neles o senso crítico indispensável e capaz de protegê-los contra essa exploração abusiva e imoral. Por fim, dirigimo-nos também aos anunciantes e agentes publicitários, alertando-os sobre o significado da associação de suas marcas a esse processo de degradação dos valores da sociedade. Rogamos a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, luz e proteção a todos os profissionais e empresários da comunicação, para que, usando esses maravilhosos meios, possamos juntos construir uma sociedade mais justa e humana. 

 

(Fonte: cnbb.org.br)

– Resolvendo o Problema da Pobreza Próximo às Sedes da Copa

 

As agências internacionais informam: em Março, haverá a Copa do Mundo de Críquete em Bangladesh.

 

Tradicional e popular esporte no Sudeste Asiático, o Críquete visitará um dos locais mais pobres do mundo, com aproximadamente 700 mil pessoas esmolando nas redondezas de Chittagong, a região metropolitana que será sede do evento (lembremo-nos que Bangladesh é um país extremamente pobre e populoso).

 

Para resolver o problema da mendicância durante a competição, a Prefeitura local encontrou uma saída: doará US$ 2.00 para que cada mendigo circule por outras praças… (lembrando que 2 dólares aos bengaleses tem um poder aquisitivo diferente do que a nós).

 

É ou não “tapar o sol com a peneira”?

 

Talvez algum dirigente faça isso também em alguma cidade-sede para a Copa do Mundo de 2014…

E você, o que acha de tal inusitada resolução de problema? Deixe seu comentário:

– Fratura por Stress. Que Poxa…

 

Amigos, gostaria de agradecer àqueles que me enviaram mensagens de apoio!

 

Infelizmente, sofri fratura no stress no joelho esquerdo e ganhei, por tabela uma tendinite pata-de-ganso. Somando a minha crise de labirintite…

 

Digamos que estou em um período de recuperação forçada! Calma, paci~encia e mansidão serão fundamentais.

 

Obrigado pela força. Vou tentar manter o ritmo na medida do possível, respeitando as limitações, obviamente.

– Carnaval de Rua em Jundiaí é democrático?

 

Ora essa: em tempos de festividades carnavalescas, enquanto alguns conseguem colocar seus blocos na avenida, a Prefeitura Municipal de Jundiaí impede um bloco engajado politicamente de se manifestar em meio as festas, mesmo sendo pacífico e com adereços de Carnaval.

 

Cadê a democracia?

 

CARNAVAL DE RUA EM JUNDIAÍ JÁ COMEÇOU

 

Por Reinaldo Oliveira

 

O carnaval de rua que promete muita animação, com novos blocos a partir deste ano, já começou em Jundiaí. Na manhã do sábado passado, dia 26, dois blocos – O Bloco do Guri, formado por alunos, professores e amigos do Projeto Guri, e o Bloco do Mutirão, formado por estudantes universitários, pediram passagem e, surpreenderam comerciantes e o grande público, presente, no centro de Jundiaí. Para tanto, às 10h40, o Bloco do Mutirão saiu da Praça do Fórum, percorrendo a Rua Barão de Jundiaí, em direção a Praça da Catedral. Do outro extremo da Rua Barão – em frente à câmara municipal, às 11h, saiu o Bloco do Guri, com mais de 100 integrantes, também em direção a Praça da Catedral. De um extremo ao outro, quando de sua passagem, numa manhã de muito sol e calor, os blocos contagiaram o grande público que faziam suas compras na região central. Além destes dois blocos, o carnaval de rua promete muito mais. Por conta disso, na próxima sexta-feira, dia 4, o mais tradicional bloco de Jundiaí – o Refogado do Sandí, a partir das 16h, sai de frente do Gabinete de Leitura “Ruy Barbosa”, subindo a Rua Barão de Jundiaí, em direção à Praça do Fórum e, retorna pela Rua do Rosário, encerrando o desfile em frente ao Gabinete. No domingo, dia 27, também em diversos pontos da cidade, aconteceram apresentações de agremiações que festejaram a vinda do reinado de Momo. Durante os dias de carnaval, além da programação dos clubes, sindicatos e outros, nos dias 5 e 6, a partir das 20h, na Avenida Luiz Antonio Latorre, tem os desfiles das escolas de samba, no dia 7, segunda- feira, o bloco “Continuamos na Nossa”, faz a folia pelas ruas do bairro Ponte de São João, e na terça-feira, dia 8, no encerramento da festa popular, às 20h tem o desfile das escolas campeãs, e o bloco “Concentra Mas Não Sai”, faz a sua apresentação nas imediações da Rua Rangel Pestana.  

CONSTRANGIMENTO. O Bloco do Mutirão, que trouxe para sua apresentação faixas manifestando o pedido de uma Universidade Pública, mais participação das pessoas no Plano Diretor do município e passagem no transporte urbano ao custo de R$ 1,00 nos fins-de-semana, foi repreendido por funcionários públicos e até pela Guarda Municipal, que obrigou os participantes do Bloco a guardar a faixas e recolher os instrumentos. O coordenador do Bloco, Edicarlos Vieira, diante do ocorrido, disse: “Aqui a prefeitura não permite que a gente se manifeste”. 

Por conta do lamentável incidente, vale lembrar trecho do sucesso de uma música do João Bosco:

“Não põe corda no meu bloco

Nem vem com o teu carro chefe

Não dê ordem ao pessoal

Não traz lema nem divisa

Que a gente não precisa

Que organizem nosso carnaval….”

– PepsiCo entre as Mais inovadoras.

 

Compartilho interessante material enviado por Vanderlei Noronha sobre a inovação na Administração de Empresas. Em destaque, a PepsiCo

 

PEPSICO ENTRE AS COMPANHIAS MAIS INOVADORAS DO MUNDO PELA REVISTA FAST COMPANY

 

A PepsiCo foi recentemente apresentada, na edição 2011 da revista Fast Company, como uma das “World’s Most Innovative Companies” ou “Companhias Mais Inovadoras do Mundo”. Selecionada entre milhares de empresas em todo o mundo, a PepsiCo é a única empresa do segmento de alimentos e bebidas a fazer parte da lista, na 33º posição no ranking, entre as 50 maiores empresas. Veja a lista completa aqui 2011.

Enquanto a PepsiCo é líder em inovação em todas as áreas do negócio, a empresa foi reconhecida este ano “para sua ambiciosa nutrição de P&D.” O artigo diz: “A gigante de snacks-alimentos abriu recentemente um centro de pesquisa clínica utilizado para tornar seus produtos mais saudáveis – cortando açúcar, gordura e sódio em 25 por cento nos próximos 10 anos – sem alterar seu sabor. Menores e de fácil dissolução, os cristais de sal para snacks, por exemplo, podem significar menos sódio com o mesmo sabor salgado”.

Em 2010, a Frito-Lay (operação de snacks salgados na América do Norte) foi homenageada como uma das empresa mais inovadoras por os seus esforços ambientais, conseguindo um “aterro sanitário zero” em um terço de suas 32 plantas.

– São Paulo X Palmeiras: de 8 a 80!

 

Como é difícil avaliar arbitragem. Em partidas normais, já é complicado dar uma nota ao árbitro. Imagine em jogo atípico?

 

Quer um exemplo prático disso: No Marca Brasil de hoje, o árbitro foi o destaque negativo da partida (pg 02). No Lance, o árbitro foi aquele quem tirou a melhor nota do jogo (pg 04). Ou um dos avaliadores se equivocou profundamente, ou podemos afirmar que a subjetividade é maior do que pensamos.

 

Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza é um bom árbitro. Se fosse jogador de futebol, não seria nenhum Zico, mas também não seria nenhum Jatobá. Tem rodagem (rodagem nem sempre é sinônimo de experiência adquirida, atenção! Você pode trabalhar anos numa micro-empresa e ter dificuldade em exercer o mesmo ofício numa multinacional…) e ótimo porte físico. Mas a pressão que sofreu foi muito grande, somando-se a necessidade de grande equilíbrio emocional e, por que não, boa colaboração esportiva dos atletas (que nitidamente não ocorreu).

 

Os problemas começaram antes do jogo. Duvido-e-oh-dó que a decisão de iniciar ou não a partida foi “exclusivamente dele”, conforme disse em entrevista o presidente da FPF Marco Polo Del Nero. Teria que ser, mas… leve em conta o seguinte: ninguém gosta de remarcar jogo prestes a iniciar. Motivo: dificuldades em logística e bilheteria (ressarcir torcedor é trabalhoso), arranjar datas, boa vontade das equipes, entre outras coisas. A ordem é: FAÇA O JOGO E SÓ SUSPENDA EM ÚLTIMO CASO. Essa ordenação não está no papel, mas nas reuniões a portas fechadas.

 

Considere: se chovia muito antes da partida, o árbitro tem que entrar em campo (mesmo com seu paletó de viagem) e fazer o teste com a bola, rolando-a pelos diversos espaços do gramado e principalmente nos pontos críticos. Se julgar que a quantidade de água é muito grande e a drenagem não funcionará a contento até o horário da partida ou próximo dele, ADIE A PARTIDA IMEDIATAMENTE. Assim, evita-se a criação de expectativa entre torcedores (comprar ou não o ingresso), e, principalmente, trabalhos de aquecimento e re-aquecimento de atletas.

 

Se por ventura a tempestade ocorrer num tempo muito próximo do início da partida, aguarde NO MÍNIMO 30 MINUTOS. O motivo é que, se todos estão prontos e não dá para jogar, espere esse tempo para verificar a possibilidade de melhora climática e escoamento da água. Claro, bom senso é importante, mas também intangível. Esperar 1 hora seria exagero? Talvez sim, talvez não.

 

Se é perceptível que os clubes não querem jogar, e o motivo é logicamente as condições do campo, por que não levar em conta tal importante manifestação? O peso dessa negativa deve ser relevante na hora do árbitro decidir! E, cá entre nós, será que somente o árbitro decidiu? O jogo é pela TV Globo, e por muito menos a FPF já adiou jogo. Não me esqueço que um dia ocorria jogos na Javari e no Nicolau Alayon num sábado de manhã chuvosa, e que neste mesmo dia, as 9h da matina, suspendeu-se Palmeiras X Sertãozinho á tarde. Aliás, o Corinthians e a Portuguesa se lembram bem de quase tirarem seus atletas do banho, após o árbitro Flávio Rodrigues Guerra ter suspendido uma partida chuvosa no Pacaembu e terem que retornar ao gramado.

 

Nesses casos, a partida é remarcada para o dia seguinte, às 15:00h. Imagino o desconforto do Palmeiras jogando na segunda-feira contra o São Paulo e entrando em campo na quarta-feira pela Copa do Brasil…

 

Se falamos tudo isso dos problemas iniciais do jogo, é melhor não falar da partida em si. O jogo foi difícil e deixamos a avaliação técnica para outra ocasião. Mas lembre-se: não foi Zico e nem Jatobá quem entrou em campo. Fica a subjetividade no ar, principalmente nos critérios da aplicações de cartões e interpretação de possíveis agressões ou não.

 

Felizmente, nenhum atleta se lesionou por conta do gramado. Não falo de poças d’água, mas do fato de estar excessivamente liso e pesado, onde possíveis contusões podem ocorrer frente as condições e pelo excesso de carrinhos e escorregões.

 

E você, o que achou do clássico? Deixe seu comentário

– Professores Exemplificando Maus Casos em Aula?

 

O que podemos dizer: Em Santos, um professor usa exemplos em sala de aula utilizando temas do tráfico de drogas e da criminalidade, aplicando exercícios em sala sobre quantidade de carros furtados e outros elementos da bandidagem. Os pais são contra; os alunos, a favor.

 

Sob a alegação de que o método traz a realidade aos alunos, e a contra-argumentação de que tal método é uma apologia ao crime, fica a matéria abaixo para o espírito crítico:

 

Extraído de: Época, Ed 28/02/2011, por Luiz Maklouf Carvalho

 

TRAFICANTES NA AULA DE MATEMÁTICA

 

Zaroio, Chaveta e Pipoco saem da internet e arrumam problemas para um professor de escola pública de Santos

“Vem armado para a escola?”, “A que facção pertence?”. Essas perguntas estão no cabeçalho de uma prova de matemática ficcional que circula na internet pelo menos desde 2007. É uma sátira bem-humorada – humor negro, bem entendido – tanto à criminalidade do Rio de Janeiro como à política que aboliu a reprovação, o que em tese obrigaria os professores a ser mais criativos, para chamar a atenção dos alunos. Em suas dez perguntas, a prova aborda tráfico e consumo de drogas, prostituição, assassinato por encomenda e roubo de veículos. Exemplo: “Zaroio tem um fuzil AK-47 com carregador de 80 balas. Em cada rajada ele gasta 13 balas. Quantas rajadas poderá disparar?”.

No dia 14, uma segunda-feira, Dara, uma garota santista de 14 anos, viu essas e outras perguntas ser desenhadas na lousa de sua classe pelo tranquilo e circunspecto professor de matemática Lívio Celso Pini. Ele tem 55 anos, três filhos já formados, quatro cursos universitários. “Ele disse que era uma prova para resolver durante a aula e escreveu as perguntas no quadro, sem outra explicação”, disse Samuel Evangelista de Campos Oliveira, de 16 anos, um dos 40 alunos que assistiam à aula. Oliveira contou que as perguntas não lhe provocaram reação maior. “Tudo isso é da nossa realidade, está na internet, no rap, nos videogames. Eu tratei foi de resolver os exercícios.” Achou mais difícil, matematicamente falando, a quinta questão: “Chaveta recebe R$ 500,00 por BMW roubado, R$ 125,00 por carro japonês e R$ 250,00 por 4×4. Como já puxou dois BMW e três 4×4, quantos carros japoneses terá que roubar para receber R$ 2.000?”.

Dara não conseguiu resolver todas as questões. Foi a única da classe a levar o teste para casa. “Esse professor está ficando louco”, disse a mãe da garota, a manicure Fabiana Aparecida de Albuquerque, quando a filha lhe pediu ajuda para responder aos problemas. “Louco e irresponsável”, afirmou seu marido, Jaibe da Silva, padrasto de Dara. Silva é eletricista de carros. Eles moram, com uma pequenina de 5 anos, numa casa simples no bairro de Vila Progresso, um dos mais altos de Santos.

No dia seguinte, Jaibe e Fabiana foram à escola. Reclamaram com a diretora, Madalena Serralva. Ela chamou o professor Pini e pediu que se explicasse. “Ele só disse que não tinha a intenção de criar problema”, diz Fabiana. Não satisfeitos, os dois levaram o caso, e a folha do caderno de Dara, à Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise). Quando o caso veio a público, Pini pediu licença médica da escola. A Secretaria Estadual de Educação, que não quer falar sobre o assunto, o afastou por 120 dias.

Na quarta-feira passada, uma semana depois de tomar o susto, Fabiana ainda estava aborrecida com o professor. “O que ele fez é muito negativo, muito errado”, disse, na porta de sua casa. “Ela vai a uma escola pública para aprender, e recebe uma aula de crime. Tem absurdo maior? Ele faria isso se fosse uma escola particular?”

“O tráfico faz parte da realidade dos alunos. É o método do Paulo Freire”
LUCIANO CASTELÃO, professor de geografia da escola

O titular da Dise é o sisudo delegado Francisco Garrido Fernandes, “uma mistura de índio com espanhol”, como ele próprio se define. Tem 52 anos e 33 de polícia. No ano passado, sua Dise apreendeu, na Baixada Santista, 1,7 tonelada de maconha, 15 quilos de cocaína e 4 quilos de crack. Parte dessa droga foi apreendida nos morros de Santos, inclusive no São Bento, onde fica a escola do professor Pini. “Estou averiguando se o caso se enquadra no Artigo 287 do Código Penal, apologia ao crime”, disse o delegado.

“O tráfico faz parte da realidade dos alunos”, afirmou o professor de geografia Luciano Silva Castelão, da mesma escola. Ele contou que há dois casos recentes de alunos detidos por envolvimento com drogas. “O Lívio só quis trazer para a escola uma discussão crítica sobre a realidade que os alunos já vivem”, disse Castelão. “É o método do Paulo Freire.” Castelão usaria aquelas perguntas para dar uma aula? “Talvez. Mas elas caíram como uma luva na disciplina geografia do crime, que faz parte da grade da Secretaria Estadual de Educação.” Pini conversou a respeito, antes do teste, com ele, com a diretoria ou com qualquer outro docente? “Não”, afirma. “Ninguém sabia que ele ia fazer isso. E nem ele próprio imaginou o tamanho da encrenca. Ficou todo vermelho, com hipertensão, no dia em que os pais da menina vieram aqui. E se desculpou com a turma pelo transtorno.”

Dara depôs na terça-feira. Na quarta-feira, foi a vez do professor Pini. Ele chegou com o advogado Thiago Serralva Huber, de 24 anos, parente da diretora da escola (não quis declarar em que grau). Não quis dar entrevista nem ser fotografado. “Ele tem medo de que esse episódio manche toda uma longa carreira no magistério”, diz o advogado. Pini afirmou ao delegado que passou aquele teste, copiado da internet, com o objetivo de “despertar os alunos para a questão da criminalidade”. Falou, ainda, para a cara impassível do delegado que aquele teste era apenas o início de “uma semana de debates sobre aquelas questões”. A diretora Madalena Serralva, a primeira a depor, disse que em nenhum momento o professor expôs a ela suas intenções pedagógicas. Joyce Silva, de 15 anos, outra colega de Dara, disse que ele não falou sobre debate quando passou as questões no quadro-negro.

Das dez perguntas que estão na internet – o que também não informou aos alunos –, Pini emprestou seis, com pontuais modificações. “Teorias educacionais modernas dizem que se deve aproximar dos alunos o conteúdo da realidade – e isso vale, inclusive, para a matemática”, diz a professora Ângela Soligo, da Universidade de Campinas (Unicamp), doutora em psicologia da educação. “Mas é preciso tomar cuidado, porque os conteúdos não são neutros. Nesse caso, pode ter havido o risco de tornar natural, para os alunos, a realidade criminosa que as perguntas contêm, como se ela fosse válida e aceitável.” Questões dessa complexidade, segundo a professora Soligo, devem passar, antes, por uma discussão na coordenação pedagógica, na direção da escola e até entre os pais. Mas não houve crime, na opinião dela, porque a formulação das perguntas não implica apologia.

No final da manhã da quarta-feira passada, mesmo dia em que o professor Pini iria depor, cerca de 100 alunos da escola alvoroçaram a pracinha em frente, no Morro São Bento, com uma manifestação favorável à volta do professor. Ela foi convocada pelo Twitter do aluno Davidson Welber Rocha, de 17 anos, do 2º ano do ensino médio, e teve apoio da diretora e dos professores. Nas contas do advogado de defesa, “400 alunos” participaram da manifestação. Um dos cartazes dizia: “O professor Lívio nos trouxe a realidade… E a realidade é que perdemos um ótimo professor”. Em outro: “Não se jogam no lixo anos de trabalho por uma aula mal interpretada”. A única a discursar, apelando para não haver tumulto, foi a mãe de um aluno de Pini, Sandra Cristina Ferreira. “Ele é um excelente professor e tem de voltar”, disse.

Dara estava na escola naquele dia, mas voltou para casa antes da manifestação. Sua mãe disse que ela está sendo hostilizada. “Metade da escola não está nem falando com ela.”

– Estudar a Arbitragem para São Paulo X Palmeiras?

 

Hoje teremos mais um Choque-Rei (com arbitragem de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, assistência dos amigos Márcio Luís Augusto e Marcos Gonzaga, auxílio de Claus – que apitou o clássico de domingo passado – e Leonardo Ferreira Lima, além do trabalho do quarto árbitro Bizzio) e sobre isso vale a fala na visão de um árbitro: como se preparar para apitar esse jogo?

 

Primeiro vamos a uma questão pertinente: há duas correntes no mundo da arbitragem – uma, mais antiga, de que o árbitro deve ser alheio de tudo o que envolve as equipes para apitar sem influência alguma; a outra, mais européia, de que você deve estar atento a tudo o que influenciará o jogo.

 

Confesso que gosto da segunda corrente. Estudar os times, estar informado de situações possíveis ajudará a conduzir a partida com mais sabedoria. Certa vez, disse que gostava de estudar não só a arbitragem mas também os esquemas táticos das equipes. Fui advertido de que isso era irrelevante, pois você deve cumprir a regra. Ora, é essa mentalidade retrógrada (a mesma que pune quem dá entrevistas ou quer obscuridade nas comissões de arbitragem) que faz o árbitro ser tão antipático e odiado.

 

Cito o jogo de hoje: se eu souber como o São Paulo ou o Palmeiras jogarem, posso me preparar para mais contra-ataques ou não, para mais marcações de faltas ou não. Se um time joga no 4-4-2 ou no 3-5-2 posso mudar meu posicionamento em campo. Se há em campo jogador que aceita ou não provocação preciso ficar atento para o unfair-play do adversário. Isso só ajuda o árbitro e ao espetáculo.

 

Por exemplo: estudando o jogo, lembro dos incidentes de um Palmeiras X São Paulo recente, onde Kléber acertou uma cotovelada em André Dias e Alex Silva tomou as dores. O palmeirense mandou o sãopaulino dançar balé, literalmente! Ora, não é o caso de eu avisar ao árbitro de meta de que, na primeira discussão entre ambos, adverti-los para o bem do clássico? Ou, ainda, estar atento às possíveis simulações de Valdívia, que, diga-se de passagem, parou com o costumeiro cai-cai. Mas, num clássico como esse, encostou na área…

 

Por que não estudar as características dos atletas?

 

O jogo entre essas equipes tem sido há muito tempo polêmico, desde o episódio do gás no vestiário, onde a  FPF se calou e não puniu ninguém. A equipe de arbitragem estar atenta a todos esses lances e acontecimentos é vital para um bom jogo.

 

Boa sorte aos amigos!

 

E você, acha que é importante para o árbitro estudar os atletas antes de um jogo? Deixe seu comentário: