– Fabrício, do Cruzeiro, chama o árbitro de ‘Babaca’ e incita agressão!

Dias atrás, falamos sobre o rigor das punições na Premier League, preocupada em evitar reclamações típicas de chororôs ou de incitar a violência. André Villas-Boas, treinador do Chelsea, foi indiciado por dizer que o árbitro sentia a pressão da torcida adversária, após derrota de sua equipe (em: http://is.gd/gOASUN ).

Aqui no Brasil, se fala a vontade e quase nunca deu nada. E, às vezes, se extrapola. Hoje, o jogador do Cruzeiro-MG, Fabrício, incitou publicamente a agressão contra árbitros. Veja:

Todo mundo recrimina o Falcão por tentar dar um chute num árbitro, mas um cara desse merece. Não pude fazer nada dentro do jogo. Esse cara é um babaca. Prejudicou, inverteu um monte de falta. Eu não consegui jogar. É complicado. Esse dentista tem que trabalhar na profissão dele.

E você? Acha que declarações como essas são perigosas ou esse tipo de reclamação não incita ninguém? Deixe seu comentário:

Lembre-se da agressão ao árbitro Jean Pierre… A ANAF se pronunciará?

Extraído de: http://ht.ly/7wLTG

FABRÍCIO PEDE JUIZ CARIOCA DE VOLTA AO CONSULTÓRIO E DISPARA “ESSE CARA É UM BABACA”

Insatisfeito com o trabalho da arbitragem no empate sem gols entre Cruzeiro e Avaí na noite de quarta, o volante Fabrício se disse perseguido e não poupou críticas à atuação do juiz carioca Péricles Bassols Cortez. O jogador da equipe mineira ainda afirmou que o árbitro é seu inimigo número um e que deixou de marcar várias faltas em cima dele no jogo.

“Queria deixar só um comentário sobre esse babaca desse Péricles: esse cara é meu inimigo número um. Ele avisou aos jogadores na hora que entrei que eu não poderia nem falar com ele. Então não pude falar, recebi faltas e ele não deu”, declarou Fabrício, que lembrou da tentativa de agressão do jogador de futsal Falcão a um árbitro na final da liga futsal, no jogo entre Santos e Carlos Barbosa.

“Todo mundo recrimina o Falcão por tentar dar um chute num árbitro, mas um cara desse merece. Não pude fazer nada dentro do jogo. Esse cara é um babaca. Prejudicou, inverteu um monte de falta. Eu não consegui jogar. É complicado. Esse dentista tem que trabalhar na profissão dele”, seguiu com os ataques o atleta.

Fabrício ainda sugeriu que Péricles Bassols Cortez não precisa do trabalho como árbitro. “Ele esculhamba com a partida. Não sei se é porque ele não precisa dessa profissão. Ele é dentista e deve ter grana pra caramba. Então, acho que tem que procurar fazer outra coisa, assim não dá”, concluiu.

– Fale sempre bem, nunca mal!

Nunca fale mal de uma pessoa ao público na TV; pois, afinal, ela pode ter netos e filhos que não tem nada a ver com a indignidade dele. Aproveite bem o seu tempo para falar bem das pessoas!

Carlos Alberto de Nóbrega, em entrevista ao jornalista Oliveira Andrade, hoje, no Jornal de Serviços da Rádio Jovem Pan AM 620 – SP.

Perfeito. Nada a comentar.

– Um País que Envelhece

Se ainda nossos indicadores econômicos não são de primeiro mundo, um indicador é verdadeiramente europeu: a taxa de fecundidade!

O Censo 2010 revelou: cada casal tem hoje 1,86 filho. Ou seja, estamos diminuindo a população futura, pois duas pessoas juntas fazem menos de dois filhos.

No comerço do século XX, a taxa era de índice subdesenvolvido da África: quase 6 filhos por mulher.

E aí vai ficar a pergunta: como a Previdência Social pagará tanta gente, já que nasce um número de contribuintes menor do que de beneficiários?

– As Melhores Universidades do Brasil e as Notas do IGC das Instituições de Ensino Superior

UFSCar, Federal de Viçosa e Unicamp – eis as 3 melhores universidades brasileiras, segundo o IGC divulgado hoje.

O Índice Geral de Cursos avalia: ENADE, Desempenho dos Professores e Estrutura. As notas variam de 1 (pior) até 5 (maior).

A relação completa pode ser acessada em: http://media.folha.uol.com.br/saber/2011/11/17/igc_2011.pdf (Extraído do suplemento SABER, da FSP).

Curiosidade: Faculdade Anchieta de Jundiaí, Uninove, Faculdade Sant’anna de Salto, CEUNSP, entre algumas às quais mantive ou mantenho relacionamento, levaram nota 3.

Entretanto, a quantidade de notas 1 e 2 é assustadora… Uma pena.

E aí, após consultar a lista no link acima, diga: surpreendeu-se com alguma nota? Deixe seu comentário:

– Quando um Jogador pode “jantar” um Árbitro? Atlético-PR X São Paulo, Brasileirão.

Na linguagem do futebol, as expressões “jantar, engolir, ganhar, dominar, anular” um juiz de futebol, se referem ao fato de um atleta usar de malícia e sabedoria para ludibriar a arbitragem.

Nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, Paulo Baier jogou muito bem e “jantou” o árbitro Pablo dos Santos Alves.

O carioca, que atualmente é aspirante à FIFA e está locado na Federação Capixaba, é um bom árbitro. Nada de excepcional. Mas algo tem sido um pecado: a inexperiência. E isso é fácil observar, basta responder a seguinte pergunta: Paulo Baier, com quase 40 anos de idade, tem quanto tempo de futebol (desde as categorias amadoras?). Não duvido que o tempo de jogador de futebol do atleta seja maior do que a idade do árbitro. E isso foi preponderante!

Nas inúmeras faltas marcadas a favor do Atlético, o jogador ía lá, conversava com o árbitro; pressionava, dava sua sugestão, pedia um cartão, e… demorava para reiniciar a partida. Nas faltas contrárias, Paulo Baier também conversava com o árbitro, questionando as marcações!

Pablo dos Santos Alves não pode sucumbir à pressão. É difícil apitar na Arena da Baixada. Diferentemente do Morumbi, onde o árbitro nada sente, alguém inexperiente pode sentir lá no estádio atleticano, mesmo o jogo não tendo lances polêmicos. Pressão pode acontecer até em jogo fácil, como este. E Antonio Lopes, treinador esperto, malaco, rodado, soube tirar proveito de tudo isso.

Lopes de um lado, Leão do outro? Coitado do 4º árbitro…

Um jogador pode “jantar” um árbitro quando sente fragilidade nele. O erro de Pablo foi não vibrar com o jogo, ser passivo, permitir a fala contra ele. Deixou Antonio Lopes reclamar e gesticular a vontade, sendo que por 4 vezes no 1º tempo o Quarto Árbitro teve que conter os ânimos. Paulo Baier, com toda a sua experiência, ficou ao pé do ouvido do árbitro na partida inteira.

Ainda sobre o jogo, 3 observações importantes:

1- Excessivo retardamento na reposição de bolas por parte do Atlético (se fosse Futsal, onde o cronômetro pára, estaríamos até agora jogando). A ‘cera’ só foi coibida com o cartão ao Paulo Baier (quantas vezes eu o citei, hein?) quase no apito final! Retarda o jogo inteiro e o adverte próximo do término?

2- A inexistência de Advertências Verbais. Ou era cartão, ou não era nada. A ‘bronca do árbitro’ não apareceu.

3- Pênalti no Rivaldo, no segundo tempo. Titubeou o árbitro.

E você, o que achou da partida? Deixe seu comentário:

Ops: não posso deixar de observar: que jogaço no Engenhão, não? E lá, o árbitro Francisco Carlos Nascimento – AL, deu um pênalti ao Fluminense que resultou no quarto gol, que certamente invejaria o lance dele próprio na partida Santos X Atlético-PR, no Pacaembu. Se não foi nada o tranco de Cleber Santana em Neymar (jogo apitado também pelo Francisco), o lance de Fluminense X Grêmio menos ainda! Nenhum árbitro marcaria aquele ‘pênalti’ para o Flu; talvez nem o próprio atleta… Lamentável!

– Que luta!

Por 10 dias, muita atividade! Um tempo extra de trabalho assumido e correria demasiada.

Aí fico perguntando: trabalho, trabalho, trabalho… e sempre estou sem grana?

Ah se eu fosse deputado… rsrsrs