Depois da invasão dos estudantes que eram contra a presença da PM no campus da USP, e que tinham a bandeira a favor da plena liberdade em fumar maconha sem ser incomodados na universidade, ficam algumas perguntas importantes:
1) A invasão da reitoria: quem vai pagar os prejuízos? O local é mantido por recursos públicos. Eu e você já estamos pagando…
2) Os estudantes se diziam democráticos. Mas se encapuzaram e muitos estamparam cartazes dizendo que queriam a liberação da maconha (afrontando com baseados de mentira no tamanho gigante, fotos estampadas pelos meios de comunicação) ali no local. No Capão Redondo não pode, mas no espaço da “elite dos estudantes” pode?
3) Alguns se declaravam comunistas. Mas, conforme a Veja desta semana, os líderes possuem carros de alto valor e usam roupas de grife. Cadê o proletariado?
4) Quantos daqueles estudantes têm emprego fixo?
5) Os estudantes rebeldes serão expulsos por tudo o que fizeram?
Os verdadeiros estudantes, aqueles de bem, certamente queriam (e querem) a PM na Cidade Universitária. O problema é engolir o discurso de que “os rebeldes são perseguidos, que é ditadura e outras bobagens desses arruaçeiros….”
