Neymar era molequinho; promessa, não realidade; odiado pelos árbitros; irresponsável. Se jogava e se mostrava mimadinho demais.
Caiu a ficha!
Inegável que evoluiu. Aprendeu a “apanhar na hora certa” e cavar faltas na medida correta. Se comporta melhor dentro e fora de campo.
Amadureceu.
Inegável, é o melhor jogador Brasileiro da década de 10. Mas o seu maior feito aconteceu hoje: é o único brasileiro a figurar no Brasil na lista dos 23 da FIFA, na versão moderna, pós-Pelé.
Será que o presidente santista LAOR conseguirá fazer o jogador ser o melhor do mundo sem jogar na Europa, como deseja? Seria incrível.
