– Os Novos Parceiros dos Universitários: Igrejas e ONGs

Entrar para a Faculdade é um sonho para muitos brasileiros. E para concretizá-lo, às vezes precisa-se de uma ajuda.

A Folha de São Paulo traz uma matéria interessante: estar ligado a uma ONG ou a alguma Igreja pode ser um bom passo para o ingressante. Abaixo:

Em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/980890-faculdades-pagam-ongs-e-igrejas-para-captar-novos-alunos.shtml

FACULDADES USAM ONGS E IGREJAS PARA CAPTAR NOVOS ALUNOS

Surgiu uma nova figura no meio universitário. Associações de moradores, líderes comunitários, ONGs e igrejas agora estão sendo intermediários entre as faculdades privadas e os jovens trabalhadores de menor renda que se tornaram o principal público-alvo de algumas instituições.

De acordo com o texto, as entidades intermediárias são remuneradas de duas formas: pelos alunos –que pagam uma taxa semestral ou anual para ter o nome incluído no cadastro para bolsas de estudo– e pelas faculdades, que chegam a pagar R$ 100 por matriculado.

As faculdades justificam a contratação da rede de intermediários dizendo que isso é mais eficiente e barato do que gastar com publicidade nas mídias convencionais.

Instituições de São Paulo como Uniban –recentemente adquirida pelo grupo Anhanguera–, Universidade de Guarulhos, UniRadial –ligada ao grupo Estácio de Sá–, Faculdade Sumaré e UniSant’Anna são algumas das que aderiram à prática.

– Jovens de Itupeva protestam contra o Aumento do Transporte Público

Ser cidadão é lutar para o interesse comum, nunca em causa própria ou por vias de interesse indireto. Admiro gente assim. E a juventude itupevense parece mostrar consciência social ao realizarem um ato em conjunto pela sua comunidade. Abaixo:

JOVENS DE ITUPEVA PROTESTAM CONTRA O AUMENTO DO TRANSPORTE PÚBLICO

Por Reinaldo Oliveira

Um grupo de mais de 30 jovens, com as caras pintadas e usando nariz de palhaço fizeram uma manifestação pacífica, durante a sessão da Câmara Municipal de Itupeva, realizada no dia 20 de setembro, em protesto contra o aumento de preço na passagem do transporte público. Na manifestação, que teve apoio de alguns vereadores, eles portavam cartazes com frases sobre a Tarifa Zero e Passe livre, bem como distribuíram um panfleto com alguns questionamentos como: porque o transporte público tem que ser pago? Ora, se ele é pago ele é privado, não é público. O panfleto traz outras informações sobre transportes de passageiros e esclarecimentos para os usuários dos serviços prestados pelas empresas. Também informa que em São Paulo o “Movimento Passe Livre”, desde o início do ano tem realizado manifestações e debates, conscientizando as pessoas sobre os problemas no transporte público. De acordo com informações de um dos participantes da manifestação – Orlando Lima Pimentel, outras manifestações serão realizadas em Itupeva, levando informação para a população sobre os direitos do usuário de transporte público. Outras informações sobre transporte público podem ser acessadas através do http://tarifazero.org/

– Como se dar bem na relação Chefe X Empregado:

O Diário de São Paulo trouxe em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas
Qualificação é essencial para um líder:
Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

– É para Cadeia ou para Internação?

Correu no mundo futebolístico o incêndio ocorrido na casa de Breno, ex-zagueiro do São Paulo e hoje no Bayern de Munique.

E não é que ontem o jogador foi para a cadeia, por ser acusado de atear fogo na própria casa e forjar um crime?

A troco de quê? De dizer que é vítima de racismo e poder voltar ao Brasil? Em sã consciência, creio que não.

Sinceramente, penso que, se confirmada a versão da Polícia Alemã, o caso é para internação. Ou alguém duvidaria de distúrbios psicológicos de alguém que procede de tal forma?

E você, o que pensa sobre isso: Xilindró ou Psiquiatria? Deixe seu comentário:

– 20ª Festa da Padroeira Nossa Senhora Aparecida

Por Reinaldo Oliveira

A comunidade católica do Bairro do Medeiros, conhecida como a da Igreja de Pedra, prepara a celebração da padroeira – Nossa Senhora Aparecida, com uma programação que inclui a parte litúrgica e festiva. Veja o programa:

Dia 01 de outubro – 18h – Missa de abertura com a presença dos romeiros;

Dia 02 de outubro – 11h – 9º Desfile de cavaleiros, saindo da Praça da Pedreira, chegando na        

Igreja às 12h, seguido de bênção aos cavaleiros, almoço e após grande leilão de prendas;

Dia 08 de outubro – 18h – Celebração da Palavra;

Dia 09 de outubro – 10h – Celebração da Palavra;

Dia 12 de outubro – 9h30 – Procissão saindo do Posto de Saúde até a Igreja, seguida de solene celebração eucarística e coroação da padroeira Nossa Senhora Aparecida.

Nos dias 01, 02, 08 e 09, após a parte religiosa haverá completo de serviço na praça de alimentação com pastéis, porções diversas e bebidas. Nos dias 02 e 09, encerramento às 19h.

No dia 12, após a parte religiosa na parte festiva, serviço nas barracas com churrasco, pernil, pastéis, doces e bebidas. Os padres Adilson, José Roberto e o diácono Maurício, convidam os fiéis católicos a participarem destes momentos de demonstração de Fé, louvor e também festivo.

A Igreja Nossa Senhora Aparecida está localizada na Estrada das Paineiras, 2450 – Bairro do Medeiros – Itupeva – SP

– Aula de Geografia de um Brasil Continente

Apenas uma curiosidade de fonte que nem me recorde: sabem qual é o maior município brasileiro em extensão de terra?

Altamira, no Pará. Tamanho? Equivale a 4 Holandas!

É muita terra…

– Pastoral Fé e Política + Cáritas Diocesana promovem Fórum em Jundiaí

Mobilização Social e trabalho pelos excluídos. Ação social. Coragem e esperança.

São esses os predicados de gente que luta por um mundo melhor. Vale a pena prestigiar!

DIREITOS HUMANOS, CIDADANIA E MOBILIZAÇÃO SOCIAL SERÃO TEMAS DO 7º FÓRUM DA CÁRITAS

Por Reinaldo Oliveira

O 7º Encontro do Fórum da Cáritas para o Terceiro Setor, em parceria com a Pastoral Fé e Política, que será realizado no anfiteatro da Cúria Diocesana no dia 29 de setembro, com início às 19h, terá como temas os Direitos Humanos, Cidadania e Mobilização. Neste encontro que será de relevada importância para entidades que atuam no Terceiro Setor como as pastorais sociais, instituições de assistência social, de garantia dos direitos humanos, de educação, de saúde e entidades públicas que vivenciam as questões de violação dos Direitos Humanos, também dará continuidade aos debates iniciados na Diocese de Jundiaí, com a primeira edição do Grito dos Excluídos – realizado no dia 7 de setembro e que reflete a importância da mobilização social na conquista da cidadania. Para falar sobre estes importantes temas estará presente a Dra. Michael Mary Nolan, que é advogada e sócia  do Escritório de Advocacia Luiz Eduardo Greenhalg, com doutorado honorário pelo Sain Mary’s College Notre Dame – Indiana, é vice-prsidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, diretora do Instituto Terra, Trabalho e Cidadania, membro do Conselho Estadual de Políticas Criminais e Penais. É religiosa consagrada e pertence à Congregação das Irmãs da Santa Cruz. Não há necessidade de inscrição prévia e a população da região da Diocese de Jundiaí, em especial as que desenvolvem trabalhos em entidades sociais, estão  convidadas a participar.

– O que é um Recuo de Bola (lance de Botafogo X São Paulo)?

Ontem, na partida entre Botafogo X São Paulo, um recuo de bola provocou uma discussão muito grande: o que é recuar a bola, ao pé da letra?

No lance de ontem, o botafoguense Marcelo Mattos tenta dominar uma bola chutada por um sãopaulino. Ele mata a bola, e quando vai dominá-la, o goleiro Renan a agarra. Sandro Meira Ricci marca falta a favor do São Paulo, sendo tire livre indireto dentro da área.

Quem inventou que o goleiro não pode colocar a mão na bola, depois de tocada por um companheiro?

Atenção: a Regra 12 diz que:

será concedido um tiro livre indireto para a equipe adversária se um goleiro (…) tocar a bola com as mãos, depois de ela lhe ter sido intencionalmente passada com o pé por um jogador se sua equipe (…) ou depois de tê-la recebido diretamente de um arremesso lateral executado pelo companheiro.

Para marcar a falta, é necessário avaliar: Marcelo Mateus intencionalmente recuou a bola para o seu goleiro com o pé? Não, ele inclusive tenta dominá-la, pois em um primeiro momento ele a amortece para num segundo momento ter a sua posse.

Para mim, equívoco do árbitro, que se complementou com a cobrança irregular do lance. Ao dar o tiro livre indireto, se ele acontece na pequena área, a bola deve ser colocada no ponto mais próximo da infração em cima da linha paralela à linha de meta. Em qualquer falta, a distância deve ser de 9,15m; mas ali, excepcionalmente por não ser possível tal distância, os jogadores adversários devem estar em cima da linha de meta (que é a distância máxima – se em linha reta, vai dar 5,50m). O que menos se observou foi botafoguense em cima da linha, pois na hora do chute, tinha jogador a menos de 3 metros!). Deveria voltar o lance, aplicar o amarelo para quem avançou e repetir o tiro.

No restante, boa arbitragem de Sandro Meira Ricci. Deixou fluir o jogo na medida certa, não marcando as faltas ‘forçadas/cavadas’, interpretou tranco legal de lance irregular, não se impressionou com as inúmeras quedas e ao mesmo tempo soube coibir a violência e o exagero. É esse Sandro que os árbitros gostam de ver e que torcem por ele.

Uma consideração final: em qual partida o Emerson Sheik não cria uma polêmica? Ontem, de novo? E o Palmeiras com 2 a mais empatando com o Atlético… Felipão chiará de quem agora? Por fim: Neymar cavou num cartão amarelo para não jogar contra o Figueirense em casa e o time perdeu. Custou caro… subestimou o adversário?

– Enfim, Brasil se preocupa com as Mamadeiras de Bisfenol A

Proibido nos EUA, tolerado no Brasil… Enfim alguém deu atenção a esse problema: o Bisfenol A (BPA) nas mamadeiras.

Outro dia falamos desse problema (em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2011/06/29/o-risco-do-bpa-ele-esta-proximo-de-voce/ ).

Abaixo, recente decisão da Anvisa (extraído da FSP, 16/09/2011, por Mariana Pastore)

MAMADEIRA PLÁSTICA COM BISFENOL A É PROIBIDA NO BRASIL

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou ontem a proibição da venda e fabricação de mamadeiras que contenham bisfenol A (BPA) no Brasil.
A decisão é baseada em estudos recentes que apontam riscos à saúde decorrentes da exposição à substância.

Ela está presente no policarbonato, usado na fabricação de mamadeiras e presente no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos.

Aquecer ou congelar o plástico acelera o desprendimento de moléculas de BPA.

Segundo a Vigilância Sanitária, apesar de não haver resultados conclusivos sobre o risco da substância, a proibição visa a proteger crianças com até 12 meses de idade.

A médica Elaine Costa, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, afirma que os efeitos tóxicos do bisfenol A foram encontrados em estudos em animais. “Eles demonstram que a exposição provoca doenças, mas estudos em humanos mostram só correlações.”

A grande preocupação é com o efeito sobre hormônios sexuais. O BPA poderia provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade.

“Como o BPA tem estrutura química semelhante à do estrógeno [hormônio feminino], ele atua como tal no organismo, podendo reprogramar as células e determinar infertilidade na vida adulta”, afirma a endocrinologista.

O principal substituto do plástico policarbonato, que contém o BPA, é o polipropileno. Segundo a Anvisa, a maioria das mamadeiras de plástico no país são de policarbonato.
A professora Juliana Machado, 35, de São Paulo, parou de comprar mamadeiras de plástico para sua filha Ana Rita, 3, quando a menina tinha seis meses.

“Minha mãe avisou que o plástico solta uma substância nociva quando é aquecido, então passei a comprar as mamadeiras de vidro.”

Ela conta que as de vidro são mais caras e difíceis de achar. “Tenho que comprar sempre no mesmo lugar.”

A indústria terá 90 dias para cumprir a determinação, a partir da publicação no “Diário Oficial da União”.

– Semana de Provas!

Hoje iniciamos a semana de provas aos alunos da Faculdade Sant’Anna. Uma bateria de avaliações começa.

Confio nos nossos alunos. O trabalho nesse semestre foi bom, e cobrarei os resultados deles (que certamente conseguirão)!

Boa sorte à todos!

– Chegamos!

Depois de merecido descanso, voltamos!

 

Pilhas recarregadas, vamos lá!