– Funcionário “feio” ganha menos do que funcionário “bonito”

Ora essa: mais um modelo preconceituoso! Nos EUA, pesquisa aponta: Pessoas consideradas “belas” ganham 17% a mais que empregados considerados “feios”. Além de que, os belos são contratados mais facilmente.

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Extraído de: http://www.agora.uol.com.br/grana/ult10105u973408.shtml

TRABALHADOR BONITO GANHA MAIS QUE FEIO, DIZ PESQUISA

Ananda Nobre, 27 anos, chegou rapidamente ao posto de gerente do hotel em que trabalha. Para ela, além da boa formação, uma característica que a ajudou na carreira foi a beleza física.

De acordo com o economista americano Daniel Hamermesh, Ananda não é uma exceção. Ele publicou recentemente o livro Beauty Pays (em tradução livre: A beleza remunera). A obra reúne vários estudos e conclui que pessoas bonitas recebem salários maiores.

O trabalho de Hamermesh, porém, não estabelece padrões para a definição do que é ser bonito. O economista driblou essa questão.

No estudo mais abrangente do livro, um grupo de avaliadores classificou a beleza do rosto de 2.774 profissionais. Os avaliadores olhavam para as fotos ou para as próprias pessoas e diziam se elas tinham ou não boa aparência. Nem sempre a decisão do grupo era unânime.

O estudo concluiu que os trabalhadores americanos colocados entre os 7% mais feios ganham até 17% menos do que os 33% considerados mais bonitos.

HOMENS

A pesquisa do economista indica que a beleza pesa mais no salário deles do que no delas. A comparação foi feita entre um terço dos mais belos com os 7% mais feios. Entre as duas extremidades há 17% de diferença salarial, em média. Para as mulheres, a diferença é de 12%.

Além da beleza, outros fatores ligados à aparência influenciam a remuneração.

A socióloga inglesa Catherine Hakim elencou sete itens que, segundo ela, contam pontos em todas as relações humanas (veja quais são no quadro ao lado). Trata-se de características como atratividade sexual e vivacidade.

A advogada Valéria Belfort, 51, diz que percebe a gentileza de colegas nos momentos de descontração. “Às vezes, depois da audiência, eles procuram ser simpáticos”. Ela afirma que já recusou trabalhos por notar que a beleza estava em jogo.

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