– Corinthians X Cruzeiro: Pular com a Mão Estendida Pode? E se bater na mão é Pênalti?

 

Calma. Vamos entender o lance para uma boa resposta.

 

Ontem, na partida entre Corinthians X Cruzeiro, apitada por Leandro Pedro Vuaden (no mesmo Pacaembu onde ele apitou na última 5ª feira Palmeiras X Flamengo), um lance polêmico: jogador cruzeirense cruza uma bola à pequena área e é interceptada pela mão do defensor corinthiano. Bola na mão (lance normal) ou mão na bola (pênalti)?

 

Para marcar uma falta ou pênalti por uso indevido das mãos na bola, o árbitro deverá levar em consideração as seguintes circunstâncias (extraídas da Regra 12):

 

o movimento da mão em direção à bola, e não da bola em direção à mão (intenção ou não de usar a mão para pegar ou parar a bola);

 

a distância entre o adversário (dá tempo da mão “desaparecer” da jogada para que ela não bata);

e a bola que chega de forma inesperada (bateu no susto?).

 

Portanto, esqueça alguns ditos de que é necessário verificar a posição das mãos ou braços: a posição da mão não pressupõe necessariamente uma infração (braço colado, braço aberto, mão em punho ou riste… tudo bobagem e folclore!). Esqueça também ditos populares de que a bola ía para o gol, impediu um cruzamento, entre outras crendices (Importante – é a única infração em que você exclusivamente avalia INTENÇÃO, pois não há a possibilidade de avaliar as outras nuânces da regra, que são a imprudência ou uso de força excessiva).

 

No lance de ontem: o jogador do Corinthians pula com o braço aberto, e há tempo hábil para tentar evitar que a bola batesse em seu braço. Ele nem fez menção de evitar o toque ou de retirar o braço. Deixou o braço para que a bola esbarrasse nele e a jogada não fosse concluída. Portanto: pênalti, e errou o árbitro.

 

Depois do polêmico jogo de 2010, onde Zezé Perrela falou poucas e boas do árbitro Sandro Meira Ricci e ofendeu publicamente Sérgio Corrêa da Silva, presidente da CA-CBF, questionando sua honra e honestidade, fico imaginando o fuzuê que o dirigente do Cruzeiro faria caso o jogo tivesse terminado 0X0. Sorte do árbitro.

 

A propósito, Vuaden acertou em não marcar falta no lance reclamado pelo treinador Tite, onde uma bola foi disputada no ar e que precedeu o gol cruzeirense. Não foi falta, foi lance normal. Talvez algum árbitro mais caseiro marcasse, mas teria errado.

 

Aproveitando:

 

1) lance difícil com visão encoberta no pênalti cometido por Ortigoza, do Paraguai, onde ele evitou um gol tirando a bola com a mão. Lance chato, muita gente na área e o árbitro Sávio Spínola ficou vendido no lance. Nada a fazer, quem ali poderia ajudar era o árbitro assistente no. 02 (Paraguai com 5 empates, 1 derrota e levou o título de Vice-Campeão da América!).

 

2) Fluminense X Palmeiras: gol mal anulado, Marquinhos estava em condição de jogo, e, se você observar, o árbitro assistente estava atrasado no lance. Errou pelo mau posicionamento (aliás: ‘grama nada cidadã’ no estádio da Cidadania).

– Corinthians X Cruzeiro: Pular com a Mão Estendida- Se bater na mão é Pênalti?

 

Calma. Vamos entender o lance para uma boa resposta.

 

Ontem, na partida entre Corinthians X Cruzeiro, apitada por Leandro Pedro Vuaden (no mesmo Pacaembu onde ele apitou na última 5ª feira Palmeiras X Flamengo), um lance polêmico: jogador cruzeirense cruza uma bola à pequena área e é interceptada pela mão do defensor corinthiano. Bola na mão (lance normal) ou mão na bola (pênalti)?

 

Para marcar uma falta ou pênalti por uso indevido das mãos na bola, o árbitro deverá levar em consideração as seguintes circunstâncias (extraídas da Regra 12):

 

o movimento da mão em direção à bola, e não da bola em direção à mão (intenção ou não de usar a mão para pegar ou parar a bola);

 

a distância entre o adversário (dá tempo da mão “desaparecer” da jogada para que ela não bata);

e a bola que chega de forma inesperada (bateu no susto?).

 

Portanto, esqueça alguns ditos de que é necessário verificar a posição das mãos ou braços: a posição da mão não pressupõe necessariamente uma infração (braço colado, braço aberto, mão em punho ou riste… tudo bobagem e folclore!). Esqueça também ditos populares de que a bola ía para o gol, impediu um cruzamento, entre outras crendices (Importante – é a única infração em que você exclusivamente avalia INTENÇÃO, pois não há a possibilidade de avaliar as outras nuânces da regra, que são a imprudência ou uso de força excessiva).

 

No lance de ontem: o jogador do Corinthians pula com o braço aberto, e há tempo hábil para tentar evitar que a bola batesse em seu braço. Ele nem fez menção de evitar o toque ou de retirar o braço. Deixou o braço para que a bola esbarrasse nele e a jogada não fosse concluída. Portanto: pênalti, e errou o árbitro.

 

Depois do polêmico jogo de 2010, onde Zezé Perrela falou poucas e boas do árbitro Sandro Meira Ricci e ofendeu publicamente Sérgio Corrêa da Silva, presidente da CA-CBF, questionando sua honra e honestidade, fico imaginando o fuzuê que o dirigente do Cruzeiro faria caso o jogo tivesse terminado 0X0. Sorte do árbitro.

 

A propósito, Vuaden acertou em não marcar falta no lance reclamado pelo treinador Tite, onde uma bola foi disputada no ar e que precedeu o gol cruzeirense. Não foi falta, foi lance normal. Talvez algum árbitro mais caseiro marcasse, mas teria errado.

 

Aproveitando:

 

1) lance difícil com visão encoberta no pênalti cometido por Ortigoza, do Paraguai, onde ele evitou um gol tirando a bola com a mão. Lance chato, muita gente na área e o árbitro Sávio Spínola ficou vendido no lance. Nada a fazer, quem ali poderia ajudar era o árbitro assistente no. 02 (Paraguai com 5 empates, 1 derrota e levou o título de Vice-Campeão da América!).

 

2) Fluminense X Palmeiras: gol mal anulado, Marquinhos estava em condição de jogo, e, se você observar, o árbitro assistente estava atrasado no lance. Errou pelo mau posicionamento (aliás: ‘grama nada cidadã’ no estádio da Cidadania).

– Quem as empresas procuram?

No último mês, a Revista Exame + Revista Você S. A. lançaram uma edição especial sobre as 150 melhores empresas para se trabalhar. Em destaque, elas têm em comum a busca pelos talentos. Abaixo, um texto da edição especial conjunta das revistas (pg 25-27, setembro/2010), a respeito sobre como elas buscam e como identificam talentos.

 

Resumo do consultor em administração José Humberto Araújo Martins (Humberto Mineiro): (http://humbertomineiro.blogspot.com/2010/09/ola-bom-dia-tem-dias-que-voce-acorda.html)

 

QUEM ELAS PROCURAM     

 

Qual é o perfil do profissional que as melhores empresas procuram na hora de contratar?
TALENTO: No dicionário Aurélio, Talento é definido como inteligência excepcional, algo que pode ser capturado pelos testes que medem o coeficiente de inteligência, o QI. No cotidiano das empresas, a definição de talento ganha outros contornos e a avaliação é muito mais na prática. No dia a dia o profissional é considerado fora da curva, como se diz no meio corporativo, quando consegue transformar seu conhecimento em resultado. Para as companhias o atributo que melhor descreve um empregado esta associado a uma característica que a cultura daquela empresa valoriza.


A maioria das empresas valoriza a alta performance, ou seja, profissionais capazes de bater suas metas repetidas vezes, independentemente do contexto. Essas pessoas tem um perfil tático e ao mesmo tempo operacional, pois não ficam esperando as coisas acontecerem. Elas sabem o que tem que fazer para chegar lá e o fazem (Pena que isso não acontecem em grande parte das empresas)


Como as Empresas Identificam esses Talentos?


Todo mundo é importante, mas não da pra afirmar que todo mundo tem talento. “Talento é aquele profissional que tem um desempenho diferenciado e potencial para ocupar posições de maior responsabilidade”. É um profissional que tem uma inquietação interna, consegue colocar seu potencial em prática e precisa estar inserido num ambiente de desafios, não pode ficar preso à rotina do dia a dia.


Diante disso é possível criar e cultivar talentos dentro das companhias. “Às vezes, o profissional tem o perfil,mas ainda não teve todas as suas competências desenvolvidas. Nesse caso, resta à companhia dar condições para essas competências desabrocharem, onde para isso existe e deve existir a Avaliação de Desempenho, que são fundamentais para identificar esses talentos internos).


Dentre tantas as possibilidades de se avaliar e trabalhar esses talentos , algumas como por exemplo a Caterpillar faz é interessante: Os colaboradores tem uma página pessoal na internet (atualizada uma vez por ano) onde nela colocam os cursos que fizeram, os projetos que desenvolveram, quais foram as conquistas nos últimos 12 meses, suas ansiedades e sonhos.) os Gestores conversam com seus liderados sobre a atualização desta pagina e falam sobre lacunas e oportunidades de melhoria. Sempre que o RH precisa de um talento, ele tem todo o banco de potenciais no sistema da empresa.”São profissionais que combinam potenciais e vontade de aproveitar as oportunidades que surgem”.

– Culpa de Deus? Acidente com o Porsche, Atentado de Oslo e Morte de Amy Winehouse… Destino?

 

Nossa sociedade infelizmente tem a mania e o defeito de não assumir suas responsabilidades prontamente. Procuramos desculpas e culpados por erros que cometemos e que às vezes damos crédito a outros.

 

Muitas vezes, sucumbimos ao subterfúgio do acidente, do acaso ou até mesmo da vontade divina. Digo isso por 3 fatos dessa semana que impressionaram os cidadãos, onde mortes ocorreram e a discussão das causas e conseqüências foi explicitamente explorada.

 

1) 5ª feira: Marcelo Málvio, o dono de um Porsche que transitava a 150km/h, segundo a polícia numa avenida da Capital, e que colidiu com a Tucson de uma estudante que avançou o sinal vermelho, matando-a, creditou o acidente aos desígnios divinos. Disse à jornalista Mônica Bérgamo que “com certeza, essa morte estava no plano de Deus”.

Culpado pelo acidente?

Para ele (e outros tantos): Deus. Se ela não morresse ali, morreria em outro lugar de qualquer jeito. O motorista foi apenas instrumento do plano celeste.

 

2) 6ª feira: a Noruega viu o fanático ultra-direitista Andres Behring Breivik tirar a vida de pessoas inocentes em causa pró-neonazista. O maluco explodiu um prédio público em Oslo, chamou a atenção das autoridades policiais para o centro da capital, e duas horas depois disparava com fuzil em uma ilha norueguesa contra jovens que acampavam. Motivação? Chamar a atenção à necessidade de extirpar judeus e islâmicos na Europa. Insanidade…

Culpado do atentado?

Para muitos: o acaso. Pessoas assim sempre existirão na sociedade e não se pode fazer nada. Assim como um doente mental invadiu uma escola em Realengo (no RJ) há pouco tempo, matando criancinhas e adolescentes, e nada se podia fazer.

 

3) Sábado: Amy Winehouse foi encontrada morta. Seus fãs aos berros choravam o seu falecimento, paparazzis deliravam com as fotos do corpo sendo levado pela polícia, e fóruns e blogs questionavam a morte da cantora: teria sido uma overdose, devido aos vícios da moça com narcóticos?

Culpado da morte?

Segundo os sensacionalistas: o destino. Muito se questionou sobre a ‘maldição dos 27 anos’, já que era mais uma artista que morria com tal idade, somando-se Jimmi Hendrix, Kut Cobain, Jim Morinson, Brian Jones e outros 10 músicos.

 

Ora, sempre achamos um bode expiatório. Que tal sermos realistas, sem perder nossas crenças, e acabar com desculpas falsas e não-convincentes?

 Creditar tudo ao futuro, a Deus, ao destino, é muito fácil.

 

5ª feira: Se o motorista do Porsche estivesse no limite de velocidade e a motorista do Tucson não avançasse o sinal vermelho, não teríamos evitado uma morte? Desrespeitar as leis de trânsito foi uma vontade do Altíssimo ou uma infração humana?

 

6ª feira: Se o norueguês fanático, neonazista, xenofóbico, estivesse monitorado ou preso, as mortes não seriam evitadas? Aqui no Brasil vemos pessoas com as mesmas ideologias, trazendo para nossa realidade os judeus e islâmicos como correlação odiosa aos negros e nordestinos. E agem em plena liberdade! Culpa de Deus ou das autoridades? Ou ainda: da sociedade, de nós mesmos que não os denunciamos ou lutamos para conscientização de uma sociedade igualitária e humana?

 

Sábado: Se a cantora famosa não usasse Drogas, ela não estaria viva ainda? Num mundo onde muitos intelectuais querem descriminalizar os entorpecentes, e que se cultua o consumo das drogas lícitas como instrumentos de prazer e de sucesso, onde está a culpa de Deus? Será que a moça começou direto no crack ou iniciou seu vício ao fazer uso do álcool, maconha e aí por diante? Creditar à combinação astrológica à praga dos 27 anos ou taxar como tragédia é idiotice. A lógica da dependência química infelizmente é essa, e muitos e muitos anônimos morrem tão tragicamente todos os dias como Amy.

 

Por fim: Deus, independente da sua visão católica, protestante, budista, muçulmana, judaica… ou até mesmo na sua ausência a quem muitos dão crédito, é o culpado de tudo isso?

 

De nada aqui existe Destino, mas culpa da irresponsabilidade e dos caminhos escolhidos pelo homem. A única culpa de Deus é a de ser tão bom em dar opção à nós para construirmos o nosso futuro – tragicamente ou não, com a opção de pedirmos seu auxílio ou dispensá-lo.

 

E você, o que pensa sobre isso? Essas tragédias seriam inevitáveis ou não? De quem é a culpa?