– No Paulistão, Jogador tem medo de qual Árbitro?

 

Mano Menezes convocou a Seleção Brasileira de Futebol, e, ao mesmo tempo em que trás de volta alguns jogadores que participaram da Copa-2010, busca a renovação com nomes emergentes, como Lucas e Neymar.

 

Neymar já é bem conhecido na América do Sul, além de sua fama começar a se espalhar mundialmente. Recentemente, um amigo meu esteve na fria Eslovênia, a fim de ganhar uns trocados no campeonato local; e lá Neymar é famoso! Os garotos da sua equipe perguntavam sobre o “brazilian bad boy que jogava no “Pelé’s team. Ou seja, a fama de cai-cai se confunde com a de rebelde lá no fim do mundo…

 

Digo isso pois “ter nome de respeito” é importante. Se a fama de craque prosperar como a de “bad boy”, tudo bem. O adversário respeita o nome famoso. Domingo passado, no clássico entre São Paulo X Palmeiras, o zagueiro Danilo disse que o time ficou preocupado quando viu Rivaldo se aquecer. Mesmo sem a bola ter chegado no sãopaulino, a respeitabilidade fica nítida.

 

Assim, trago o mesmo exemplo para o mundo da arbitragem. Quais árbitros paulistas conseguiram adquirir respeito tão grande quantos os craques? De bate-pronto, quem você acha que os jogadores respeitam?

 

Sem dúvida alguma você ouvirá dos boleiros: Paulo César de Oliveira, Sálvio Spínola Fagundes Filho, Wilson Luís Seneme, Cléber Wellington Abade (mesmo esse último estar sendo muito mal aproveitado nesse ano, sabe-lá-Deus-pq!).

 

Se um desses nomes entrar em campo, o comportamento dos atletas é diferente. Veja como em alguns jogos os árbitros agüentam reclamação ao pé-do-ouvido dos jogadores, e como isso não acontece com esses grandes árbitros.

 

Agora fica a pergunta: em 2005, quando ocorreu o episódio da Máfia do Apito, quais eram os nomes de grande respeitabilidade da arbitragem paulista?

 

Eram Paulo César de Oliveira, Sálvio Spínola Fagundes Filho, Wilson Luís Seneme, Cléber Wellington Abade (até dei CTRL C + CTRL V para facilitar.)

 

Passaram 6 anos, e os nomes não se renovaram! Aí fico pensando… os nomes dos jogadores da Seleção Brasileira de Futebol eram bem diferentes dos de 6 anos atrás. Do clube de seu coração, certamente também. Mas os nomes importantes da arbitragem…

 

Um detalhe: nesse período tivemos inúmeras divisões e inúmeros campeonatos amadores na FPF. Não havia espaço para se testarem outros nomes? Cadê a meritocracia? Surgiu o famigerado Ranking da Arbitragem. Deu em algo? Nada, a não ser um vexatório modelo burocrático onde árbitros não eram classificados por pontuação, mas por fórmulas obscuras contestáveis cuja colocação era pública mas não o motivo do acesso.

 

Por fim, um detalhe importante: enquanto muitos tentam se firmar há anos e outros que estão “renovando o quadro forçosamente”, ganhando oportunidades mais do que outros (talvez por motivos políticos), observo que os nomes de respeito que persistiram possuem uma característica em comum: surgiram no tempo em que os professores Gustavo Caetano Rogério e Antonio Cláudio Ventura estavam a frente da arbitragem.

 

Hum… passou a gestão de José Manuel Evaristo e nela o advento do Edilson Pereira de Carvalho como FIFA. Entrou o Cel Marcos Marinho, e nenhum nome se firmou nacionalmente (ao menos, que esteja atuando). Aliás, desde que o Farah saiu, qual grande nome de árbitro surgiu na administração Marco Polo Del Nero?

 

E você, acha que o jogador se comporta diferente com árbitro de nome ou não? Deixe seu comentário:

– Mega Sena Maluca traz Desconfiança…

 

Conheço muitas pessoas que duvidam da lisura nos sorteios da Mega Sena. E, para estes, o sorteio de ontem foi um verdadeiro “prato cheio” às críticas, afinal, sendo que os números possíveis são de 01 a 60, eis que no sorteio do concurso 1262 deu:

 

05, 07, 08, 09, 11, 39

 

E não é que 1 paulista e 1 carioca acertaram esses números?

 

Incrível algum maluco jogar nessa improvável sequência, não? Aqui no meu bairro nós temos o Tiziu, conhecido cantador de bingo. O Tiziu gritaria: “mexe o saco, meu”!

– Quando Abrimos a Caverna Escura de Nossa Existência

 

Por Padre Otacílio F. Lacerda, extraído de: http://peotacilio.blog.terra.com.br/2011/03/01/

 

Quando nos colocamos diante das Confissões do Bispo Santo Agostinho (Séc. V) sentimos algo estremecer no mais profundo de nós, nas entranhas de nosso coração. Ele consegue fazer com que abramos a caverna escura de nossa existência para que, pela Luz Divina, seja iluminada. Consegue como poucos expressar nossa pequenez diante da Onipotência Divina que nos conhece muito mais do que nós a nós mesmos.

Imediatamente façamos de sua Confissão a nossa, e sentiremos o mais desejado deleite da alma.

  

“Que eu Te conheça, ó conhecedor meu! Que eu também Te conheça como sou conhecido! Tu, ó força de minha alma, entra dentro dela, ajusta-a a Ti, para a teres e possuíres sem mancha nem ruga. Esta é a minha esperança e por isso falo. Nesta esperança, alegro-me quando sensatamente me alegro. Tudo o mais nesta vida tanto menos merece ser chorado quanto mais é chorado, e tanto mais seria de chorar quanto menos é chorado. Eis que amas a verdade, pois quem a faz, chega-se à luz. Quero fazê-la no meu coração, diante de Ti, em confissão, com minha pena, diante de muitas testemunhas.

A Ti, Senhor, a cujos olhos está a nu o abismo da consciência humana, que haveria de oculto em mim, mesmo que não quisesse confessá-lo a Ti? Eu Te esconderia a mim mesmo, e nunca a mim diante de Ti. Agora, porém, quando os meus gemidos testemunham que eu me desagrado de mim mesmo, enquanto Tu refulges e agradas, és amado e desejado, que eu me envergonhe de mim mesmo, rejeite-me e Te escolha! Nem a Ti nem a mim seja eu agradável, a não ser por Ti.

Seja eu quem for, sou a Ti manifesto e declarei com que proveito o fiz. Não o faço por palavras e vozes corporais, mas com palavras da alma e clamor do pensamento. A tudo o Teu ouvido escuta. Quando sou mau, confessá-lo a Ti nada mais é do que não O atribuir a mim. Quando sou bom, confessá-lo a Ti nada mais é do que não O atribuir a mim. Porque Tu, Senhor, abençoas o justo, antes, porém, o justificas quando ímpio. Na verdade minha confissão, ó meu Deus, faz-se diante de Ti em silêncio e não em silêncio porque cala-se o ruído, clama o afeto.

Tu me julgas, Senhor, porque nenhum dos homens conhece o que há no homem a não ser o espírito do homem que nele está. Há, contudo, no homem algo que nem o próprio espírito do homem, que nele está, conhece. Tu, porém, Senhor, conheces tudo dele, pois Tu o fizeste. Eu, na verdade, embora diante de Ti me despreze e me considere pó e cinza, conheço algo de Ti que ignoro de mim.

É certo que agora vemos como em espelho e obscuramente, ainda não face a face. Por isto enquanto eu peregrino longe de Ti, estou mais presente a mim do que a Ti e, no entanto, sei que és totalmente impenetrável, ao passo que ignoro a que tentações posso ou não resistir. Mas aí está a esperança, porque és fiel e não permites sermos tentados acima de nossas forças e dás, com a tentação, a força para suportá-la.

Confessarei aquilo que de mim conheço, confessarei o que desconheço. Porque o que sei de mim, por Tua luz o sei; e o que de mim não sei, continuarei a ignorá-lo até que minhas trevas se mudem em meio-dia diante de Tua face”.

 

Diante de uma Confissão desta, o silêncio é imperativo: calem-se os ruídos e clamem os afetos.

 

Nada há oculto aos olhos de Deus. Ele nos conhece com todas as nossas imperfeições e perfeições; limitações e potenciais; sombras e luzes; clamores e silêncios; quedas e  levantamentos; passos firmes às vezes, por outras vacilantes; palavras iluminadas e por vezes palavras que ofuscam a luz que no outro habita.

 

Com Santo Agostinho podemos dizer:

 

É próprio do Amor de Deus nos aceitar como somos, para que, por Suas mãos sendo moldados, sejamos aperfeiçoados.

É próprio do Amor de Deus conhecer a quem ama. Nada lhe é oculto, ainda que o queiramos. Deus quer tão apenas que não nos fechemos a Ele, que não O ignoremos, porque seria a auto-ignorância, sendo que a sua imagem fomos mais que pensados, criados…

 

Que diante de Deus não tenhamos medo de abrir as portas da caverna de nossa existência, para que Sua luz nos ilumine, e iluminados por Deus, luminosos sejamos… Pois, é também próprio do Amor Divino que seguindo o Amado Filho, jamais nas trevas caminhemos, pois Ele mesmo disse – “Quem me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida.” João 8,12.

Peregrinos longe do Senhor ainda, mas Ele jamais longe de nós. Procuremos por Ele e seremos encontrados. Procuremos e encontraremos. Bem outro se transforma o nosso peregrinar…

– Trainees são Submetidos a Reality Shows e Test Drivers?

 

Antes de começar o post, vale um registro: apesar dos termos em inglês, o artigo é em português, ok? Quantos termos estrangeiros num título só… rsrsrs

 

Sempre recomendo aos meus alunos formandos que procurem se tornarem trainees. É uma oportunidade ímpar para a formação de administradores capacitados, gabaritados e bem remunerados.

 

Compartilho uma interessante matéria do Estadão a respeito da seleção desses trainees. Não é que as empresas abusam da criatividade, submetendo os candidatos a verdadeiros Big Brothers da vida?

 

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/sua-carreira,test-drive-e-reality-show-para-trainees,not_56824,0.htm

 

TEST DRIVE E REALITY SHOW PARA TRAINEES

 

Multinacionais recorrem a programas especiais para escolher novos talentos

 

Há seis anos, o gerente de finanças Flávio Flores fez um test drive que mudou sua vida: integrou a primeira turma do Latin American Financial Seminar (LAFS), programa de identificação de talentos promovido pela multinacional Procter&Gamble (P&G).

A comparação é dele. “Como em um test drive, tive a oportunidade de optar por um emprego depois de vivenciá-lo por um tempo”, conta. Durante uma semana, o gerente – então um estudante do último ano de engenharia elétrica – aprendeu sobre os processos e desafios reais da empresa, tendo de propor, ao final, soluções práticas para os problemas apresentados. “Tive de expor minha proposta para os altos executivos da empresa.”

Uma semana após o seminário, Flores foi contratado como estagiário da Procter. Pouco tempo depois, já estava efetivado como gerente. “Desde então, já passei pelo chão de fábrica e hoje estou na matriz.”

Esse tipo de programa é usado por várias empresas como alternativa aos processos comuns de recrutamento de trainees.

Para o diretor de finanças da P&G, Marcelo Mejlachowicz, o LAFS é a melhor maneira de identificação de jovens talentos. “Este processo existe há 20 anos na Europa, mas é recente na América Latina. É um modelo inovador, que possibilita ao estudante experimentar um caso de negócios real.”

Realizado na sede latino-americana da empresa, na Cidade do Panamá, o seminário garante a contratação dos participantes que tiverem melhor desempenho – e possibilita que vislumbrem seu futuro profissional. “Em uma semana, você sabe como vão ser os próximos dez anos de trabalho”, diz Flores.

Competição. Durante os quatro anos de sua graduação em marketing, Renan Tavares estudou muita teoria, mas sentia a falta de pôr a mão na massa. Foi em outro programa de recrutamento que ele teve a oportunidade mostrar serviço, e com bons resultados. “Minha equipe ficou em terceiro lugar em um concurso mundial de marketing”, conta o atual trainee da L’Oréal.

O programa no qual Tavares participou é o Brandstorm, promovido anualmente pela organização francesa. Nele, um desafio é proposto para equipes de universitários que estejam nos dois últimos anos da graduação. “Na edição de 2009, da qual participei, tivemos de desenvolver o conceito de um perfume de uma das marcas da empresa”, conta.

Com a orientação de gerentes da multinacional, elaboraram uma proposta e venceram a final nacional. O passo seguinte foi a grande final, na França, onde arrebanharam o terceiro lugar.

Para Juliana Bonomo, gerente de recrutamento e seleção da L’Oréal, a competição é uma boa oportunidade para que os estudantes se aproximem da empresa – que, por sua vez, observa atentamente para identificar novos talentos. “Utilizamos o jogo como uma forma de recrutamento”, diz. “Ao participar do processo, o estudante pula diversas etapas em nossos processos tradicionais de seleção”, afirma.

Tavares recebeu o primeiro contato dos profissionais de recursos humanos da organização ainda na final regional. “A abordagem definitiva foi na França. Eu já voltei de lá com entrevista marcada e acabei me tornando estagiário.” Hoje, o rapaz é trainee da área de Marketing, e deve ser efetivado como analista já em abril. “Depois que você participa do programa fica difícil não querer trabalhar na empresa”, conta.

Aprendiz. De acordo com o presidente do conselho deliberativo da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Felipe Westin, os processos de identificação de talentos baseados em experiências reais são uma versão em carne e osso do programa de TV O Aprendiz, no qual um grupo de pessoas disputa uma vaga. “É como um reality show, uma competição que dá um contexto prático tanto para a empresa quanto para o jovem”, conta.

Westin alerta, porém, para a necessidade de melhorar o planejamento, por parte das empresas, no recrutamento dos participantes dos programas. “Não basta o jovem ter somente um perfil agressivo para foco em resultados. Ele deve ter bom relacionamento, pois ao começar a trabalhar efetivamente vai precisar dessa competência.” O presidente aconselha que os recrutados tenham o apoio de um mentor. “Eles não devem ser jogados às feras”, aconselha.

Claudia Storch participa atualmente da primeira edição do Generation Philips, promovido pela multinacional do ramo de eletroeletrônicos. Durante o processo, ela desenvolveu projetos em três áreas diferentes da companhia – inclusive com uma passagem na Holanda.

“Foi uma excelente maneira de ampliar meu escopo profissional”, conta a paulistana formada em relações internacionais. “Por meio do trabalho em equipe, devemos resolver problemas reais de cada área, propondo soluções para seus gargalos.”

Para a gerente de talentos da empresa, Denise Reis, a ideia do programa é formar os futuros profissionais de maneira desafiadora. “Os jovens sempre apresentam estratégias inovadoras.”

– Parabéns à Marininha

Hoje nossa Marina faz 2 anos. Parece que foi ontem, e hoje ela já é moça… kkk

 

Felicidades à todos nós; afinal, pai e mãe também merecem!

– 3 Questionamentos Pertinentes no Futebol!

 

Primeiro: Edilson Pereira de Carvalho disse à Revista Veja dessa semana que seu “hábito” de receber dinheiro por resultados começou na Argentina, em jogos da Libertadores. Disse ainda que a primeira vez no Paulistão foi no jogo Palmeiras X América, anos atrás.

Estaria ele querendo polemizar e buscando refletores? Mas, se for verdade… alguém vai apurar a ‘fabricação’ de resultados nesses dois torneios? Embora, opinião de árbitro, placares fabricados são feitos de maneira escandalosa e perceptível. Os anulados no Brasileirão não tiveram influência alguma – aliás, penso que nem deveriam ser remarcados!

 

Segundo: Amistoso Brasil X Romênia, jogo de despedida de Ronaldo Fenômeno, será no Pacaembu.

Puxa, a birra e briga CBF X São Paulo Futebol Clube chegou a esse ponto? Pela grandeza do atleta, o jogo deveria ser em estádio com capacidade máxima; no caso, o Morumbi!

 

Terceiro: O sorteio dos árbitros da FPF tem sido criticados. Mas depois de muitas reclamações, a bolinha sorteada passou a ser nítida. Mas por que a metodologia não é explicada ao vivo pela TV FPF? Nem os arquivos estão disponibilizados para consulta?

– Vem aí o Partido da Educação do Brasil?

 

Leio em algum lugar (me falha a memória) de que Gabriel Chalita pode convidar educadores brasileiros para, enfim, termos um partido com ideologia marcante: o Partido da Educação!

 

Teria o meu voto e quem sabe a minha filiação partidária. O que falta a nosso país são ideais partidários definidos, que pensem verdadeiramente no Brasil e no seu povo.

 

Contem comigo.

– Fiat supera Volkswagen em Mês Histórico!

 

No melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, a Fiat alcançou 23,4% do mercado, contra 21% da Volkswagen e 17,9% da Chevrolet. Mas o número mais relevante não é esse, e sim outro: após 20 anos consecutivos, o Gol perdeu a liderança de veículo mais vendido do Brasil para o Uno Mille, por exatos 481 carros!

 

Competência e inovação resultam nisso. Parabéns aos italianos da Fiat e aos engenheiros brasileiros da empresa.

– Vida Emocionante, Frustrante e ao mesmo tempo, Empolgante!

 

Tenho passado alguns dias complicados. Já falei da minha suspeita de bipolaridade (ironicamente, claro) e da luta do ânimo / desânimo exagerados frente ao equilíbrio emocional.

 

Estou com crises de labirintite, insônia e outras preocupações pessoais. Agora, acumulei uma chata contusão no joelho (na verdade, uma fratura por stress!).

 

Mediante tudo isso, é necessário ter forças e motivações, além, claro, de fé em Deus. E uma das coisas que empolgam e ajudam é a família.

 

Amanhã minha filha Marina Porcari fará 2 anos. Está saudável, esperta e ativíssima! Sapeca como nunca, é hiper-carinhosa e inteligente como a mamãe. Fala de tudo, muito mais do que a idade dela permite. Aprende fácil e é atenciosa.

 

Sinceramente, Deus foi muitíssimo generoso para comigo e minha esposa. Somos sortudos e abençoados pais.

 

Ah… isso sim vale a pena na vida!

– Passeando a noite pelo Centro

 

Dias atrás, estava discutindo com meus alunos conceitos de Profissionalismo nas Organizações. E a questão é: como definir um profissional? Aquele que se dedica integralmente ao que faz; sobrevive da remuneração daquele esforço; dedica-se e aperfeiçoa-se no seu ofício; cria um método ou uma rotina para desempenhar com eficácia suas funções.

Dentre os muitos e muitos exemplos citados, surgiu a popularmente dita “profissão mais antiga do mundo”: a Prostituição. Pelos atributos citados sobre quem é o profissional, uma prostituta não se encaixa perfeitamente? Na Holanda, por exemplo, elas emitem recibo pelos serviços.

É claro que o tema é polêmico, mas esse foi um gancho para falar da situação da prostituição nas ruas centrais de Jundiaí. Lugares fechados, prostíbulos reservados, temos em grande quantidade. Mas sem querer me classificar como puritano, não dá para negar: a coisa tá feia na cidade… Temos quarteirões com prostitutas, outros com travestis e até locais com garotos de programa. A céu aberto, em frente aos comércios e residências, e oriundos da cidade, de Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista e até de Campinas!

Sejamos objetivos: não é constrangedor você parar nos semáforos da Rua Senador, Anchieta ou Zacarias de Góes e a turma ali fazendo ponto? Se você está sozinho, o constrangimento é menor. Mas… e com seu filho ou com sua filha? O que podemos explicar?


Em São Paulo e em Campinas há bolsões explícitos de prostituição. Jundiaí não pode se descuidar, se não o Centro se desvalorizará não só como área residencial, mas como comercial também. E é fácil perceber isso: pergunte aos moradores dessas ruas ou comerciantes locais como encontram suas calçadas após a noite de trabalho desse pessoal?

Não esqueçamos: prostituir-se não é crime; explorar a prostituição alheia é! Mas será que não existe outra forma mais digna de se ganhar o pão de cada dia? Deixe seu comentário:

– CNBB critica Baixo Nível Moral da TV em Reality Show

 

Por Reinaldo Oliveira, extraído de CNBB.org

 

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (Consep-CNBB) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”.  Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”. Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio “Clara de Assis de Televisão”, promovido pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality shows. Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”. A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães, educadores, anunciantes e publicitários, e convida todos a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão. Leia abaixo, a íntegra da nota.

 

NOTA DA CNBB SOBRE ÉTICA E PROGRAMAS DE TV

 

Têm chegado à CNBB diversos pedidos de uma manifestação a respeito do baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão, particularmente naqueles denominados reality shows, que têm o lucro como seu principal objetivo. Nós, bispos do Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP), reunidos em Brasília, de 15 a 17 de fevereiro de 2011, compreendendo a gravidade do problema e em atenção a esses pedidos, acolhendo o clamor de pessoas, famílias e organizações, vimos nos manifestar a respeito. Destacamos primeiramente o papel desempenhado pela TV em nosso país e os importantes serviços por ela prestados à sociedade. Nesse sentido, muitos programas têm sido objeto de reconhecimento explícito por parte da Igreja com a concessão do Prêmio Clara de Assis para a Televisão, atribuído anualmente. Lamentamos, entretanto, que esses serviços, prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral, sejam ofuscados por alguns programas, entre os quais os chamados reality shows, que atentam contra a dignidade de pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira. Cônscios de nossa missão e responsabilidade evangelizadoras, exortamos a todos no sentido de se buscar um esforço comum pela superação desse mal na sociedade, sempre no respeito à legítima liberdade de expressão, que não assegura a ninguém o direito de agressão impune aos valores morais que sustentam a Sociedade. Dirigimo-nos, antes de tudo, às emissoras de televisão, sugerindo-lhes uma reflexão mais profunda sobre seu papel e seus limites, na vida social, tendo por parâmetro o sentido da concessão que lhes é dada pelo Estado. Ao Ministério Público pedimos uma atenção mais acurada no acompanhamento e adequadas providências em relação à programação televisiva, identificando os evidentes malefícios que ela traz em desrespeito aos princípios basilares da Constituição Federal (Art. 1º, II e III). Aos pais, mães e educadores, atentos a sua responsabilidade na formação moral dos filhos e alunos, sugerimos que busquem através do diálogo formar neles o senso crítico indispensável e capaz de protegê-los contra essa exploração abusiva e imoral. Por fim, dirigimo-nos também aos anunciantes e agentes publicitários, alertando-os sobre o significado da associação de suas marcas a esse processo de degradação dos valores da sociedade. Rogamos a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, luz e proteção a todos os profissionais e empresários da comunicação, para que, usando esses maravilhosos meios, possamos juntos construir uma sociedade mais justa e humana. 

 

(Fonte: cnbb.org.br)

– Resolvendo o Problema da Pobreza Próximo às Sedes da Copa

 

As agências internacionais informam: em Março, haverá a Copa do Mundo de Críquete em Bangladesh.

 

Tradicional e popular esporte no Sudeste Asiático, o Críquete visitará um dos locais mais pobres do mundo, com aproximadamente 700 mil pessoas esmolando nas redondezas de Chittagong, a região metropolitana que será sede do evento (lembremo-nos que Bangladesh é um país extremamente pobre e populoso).

 

Para resolver o problema da mendicância durante a competição, a Prefeitura local encontrou uma saída: doará US$ 2.00 para que cada mendigo circule por outras praças… (lembrando que 2 dólares aos bengaleses tem um poder aquisitivo diferente do que a nós).

 

É ou não “tapar o sol com a peneira”?

 

Talvez algum dirigente faça isso também em alguma cidade-sede para a Copa do Mundo de 2014…

E você, o que acha de tal inusitada resolução de problema? Deixe seu comentário: