– O Estilo Jabuticaba de Apitar

 

Gostei demais da coluna de Luiz Zanin, no Estadão de hoje (15/11/2010, pg E2), intitulada “O Estilo Jabuticaba de Apitar”, referente ao pênalti de Corinthians X Cruzeiro e a polêmica.

 

É bem próximo do que eu penso. Recomendo a leitura! Nos posts desses últimos dias, escrevi sobre como interpretar o lance e as nuances da regra. Vale procurar na internet ou ir à banca para ter em mãos a matéria do ótimo jornalista na sua coluna “Boleiros”.

 

Sobre o link do meu post, está em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2010/11/15/entendo-o-lance-de-ronaldo-e-gil/

– Minha Inspiraçãozinha

Esse sorriso tem preço?

Claro que não…

Nossa Marininha está cada vez mais sapeca!

– Entendo o lance de Ronaldo e Gil

 

Confesso que há tempos não vejo um lance tão polemizado por imprensa, árbitros, torcedores e dirigentes quanto ao de sábado, no jogo entre Corinthians X Cruzeiro. Fiz minhas considerações em: ANÁLISE DE COR x CRU.

 

Porém, vamos pensar à luz da regra do jogo sem o fator “calor da partida”?

 

Agora, você é o árbitro que acaba de visualizar o lance entre o zagueiro cruzeirense Gil e o atacante corinthiano Ronaldo e tem a fração de segundos para decidir o que marcar.

 

Avalie os seguintes fatores: CASUALIDADE, IMPRUDÊNCIA, AÇÃO TEMERÁRIA ou FORÇA EXCESSIVA:

 

1) CASUALIDADE: quando, por acaso sem ser descuido mas inevitavelmente o adversário derruba um jogador (por força da jogada, esbarrão, desequilíbrio, ou, enfim, literalmente casualidade) – independe de estar em disputa ou não de bola, em domínio do adversário ou não. Neste caso, NÃO É FALTA.

 

2) IMPRUDÊNCIA: quando, que por descuido mas sem intenção deliberada, o jogador derruba ou impede seu adversário de jogar a bola, em lance que poderia ser evitado. Não queria fazer a falta, mas, por exemplo, perdeu o tempo da bola e o atingiu. É FALTA, SEM APLICAÇÃO DE CARTÃO.

 

3) AÇÃO TEMERÁRIA: quando o adversário impede o adversário de jogar intencionalmente, como, por exemplo, indo de vontade própria contra o corpo do adversário. É FALTA COM CARTÃO AMARELO.

 

4) FORÇA EXCESSSIVA: quando um atleta excede na força física e torna o lance violento, podendo levar o atleta a lesão. FALTA COM CARTÃO VERMELHO.

 

Lembre-se que para marcar uma infração ou não, você tem que saber a regra 12 (infrações e indisciplinas), que diz textualmente:

 

“Será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes sete infrações, de maneira que o árbitro considere imprudente, temerária ou com o uso de força excessiva [dentro da área, será um tiro penal]:

a) Dar ou tentar dar um pontapé (chute) em um adversário.
b) Passar ou tentar passar uma rasteira em um adversário.
c) Saltar sobre um adversário.
d) Dar um tranco em um adversário.
e) Agredir ou tentar agredir um adversário.
f) Empurrar um adversário.
g) Dar uma entrada (carrinho) contra um adversário.

 

Não esqueça: todos estes itens devem ser avaliados como IMPRUDENTE, TEMERÁRIO OU FORÇA EXCESSIVA. Se eles aconteceram por CASUALIDADE, então não é falta.

 

E aí, internauta-árbitro? Na sua fração de segundos dentro do campo, o que você decidiu? Deixe seu comentário:

– Os maiores doadores de campanhas. Desprovidos de interesses?

 

E os gastos e doações das campanhas eleitorais? O Estadão de hoje, pg A12 e A13, em matérias de Alfredo Junqueira e Daniel Bramatti, trazem alguns números que impressionam.

 

Os maiores doadores de dinheiro para as campanhas eleitorais são as empreiteiras. Juntas, doaram R$ 240.558.487,00 reais! É muita grana… Só a Camargo Correia doou mais de 91 milhões de reais.

 

A pergunta é inevitável: Desinteressadamente? Claro; até que se prove o contrário, sim. A lei permite.

 

O Partido dos Trabalhadores foi o maior receptor: R$ 70.556.000,00. Aloísio Mercadante, o candidato que mais recebeu: R$ 5,5 mi.

 

Os bancos vêm em segundo lugar como maiores doadores: R$ 109 milhões.

 

Cá entre nós: é muito dinheiro que rola no processo eleitoral e é muito difícil fiscalizar tudo isso.

– Síndrome de Down: o grande desafio!

 

Amigos, compartilho uma belíssima matéria do Jornal de Jundiaí, por Teresa Orrú, sobre o desafio que é tratar crianças com Síndrome de Down e o belo trabalho da associação Bem-Te-Vi.

 

Àqueles que são solidários, é impossível não aplaudir tal iniciativa. O conteúdo está disponível em: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=131060

– Ética e Esportividade

 

Daqui a pouco teremos o último GP de fórmula 1 de 2010, em Abu Dabi. A equipe Red Bull pode perder o título por não fazer jogo de equipe e permitir que seus pilotos decidam única e exclusivamente no braço quem pode ser campeão. Numa briga entre os dois pilotos da escuderia austríaca, Fernando Alonso, da Ferrari, que fez jogo de equipe, pode levar a taça, pois ambos se alijariam da disputa.

 

Os prejuízos financeiros podem ser instantâneos. Mas os negócios da Red Bull são concentrados na Fórmula 1 ou no comércio de seus produtos? A imagem institucional traria benefícios de visibilidade ética muito grande.

 

Para o bem do esporte, torço para que a Red Bull se dê bem. É claro que Fórmula 1 não é esporte, é negócio. Na visão mercadológica da F1, tem que existir jogo de equipe. Para aqueles que colocam a ética acima da competitividade, que usam o termo “esportividade” ao pé da letra, o que vale é participar com dignidade.

 

Aguardemos logo mais o que vai dar.

– Análise de Corinthians X Cruzeiro

 

O que podemos falar sobre o jogo Corinthians X Cruzeiro?

 

Sandro Meira Ricci teve trabalho com o comportamento dos atletas. Muito falatório, jogador simulando e falta de cooperação dos jogadoes. Mas nada que justifique críticas ao trabalho do árbitro até aos 85 minutos de jogo. Mas como a partida tem 90 minutos…

 

Aliás, começou muito bem o jogo! Thiago Ribeiro, logo aos 15 minutos, entra na área, adianta um pouco a bola, e na saída do goleiro Julio Cesar vai se jogando. Realmente há um toque entre o Julio Cesar e Thiago Ribeiro (detalhe: não disse DO Julio César NO Thiago Ribeiro – disse ENTRE), mas toque depois da simulação efetiva. Já em queda por ter se jogado, a perna do atacante bate na do goleiro. (há uma imagem lateral da TV que mostra isso com clareza). Acertou Ricci em aplicar o cartão amarelo por simulação.

 

Aos 16 minutos, Dentinho divide uma bola e cai. Adivinha se não ficou reclamando de falta? Não foi nada! Na sequência, num tranco legal, reclamou de novo. Mas aos 22 minutos, depois de uma firula, sofreu uma falta (ombro do adversário no peito; por baixo, não foi nada) e cai. Sandro não marca (dessa vez errou). Mas cabeça de árbitro: Dentinho caiu e reclamou duas vezes de “falta que não foi”, e nessa “falta que foi” ele põe a mão na canela reclamando de dor? Ora, a falta foi por cima… O árbitro errou por ter visto o excesso de caras e bocas que Dentinho faz. Encostou nele, grita como se tivesse quebrado a perna. Amadureça, Dentinho!

 

O mau comportamento dos atletas pode ser visto com o Bruno César: ele fez uma falta clara para cartão amarelo aos 20 minutos. Reclamou da falta, recebeu o cartão amarelo e ficou enchendo o saco do árbitro assim mesmo. Se pega um Godói ou um Dulcídio, iria ser expulso por ser chato.

 

No segundo tempo, Dentinho fez uma falta forte nos primeiros segundos e levou o amarelo. Acertou Sandro M Ricci. Mas já pensou se ele tivesse tomado amarelo no começo do jogo pelas simulações e reclamações? Jogador tem que ser mais esperto…

 

Aos 13 minutos da etapa final, Wellington Paulista sofreu uma falta clara na entrada da área. O árbitro (que sempre estava próximo do lance, mas não neste) bobeou e não marcou. Era falta e para amarelo. Errou e Cuca ficou louco! Vale lembrar que Cleber Abade, 4o. árbitro da partida (onde chegamos… Abade virou quarto-árbitro pra valer!) foi embora com a orelha quente, de tanto ouvir o Cuca reclamar.

 

Montillo fez jus ao nervosismo dos atletas. Perdeu uma bola fácil em disputa e ficou reclamando de pênalti. Aliás, reclamando, reclamando…

 

Aos 38 minutos, Thiago Ribeiro divide na área, cai e reclama de novo (mas com menos veemência, afinal, sabia que poderia ser expulso).

 

Aí vem a cáca: 40 minutos. O zagueiro cruzeirense Gil vem em direção a bola, pelo alto, para cabeceá-la. O atacante corinthiano Ronaldo vem também, de costas à ele. É claro que no encontrão o Ronaldo vai cair, pois estará com o corpo mais frouxo e ambos estão pulando (é uma lei da física, não dá para contestar). Não é pênalti, é dividida, mas Sandro interpreta como força excessiva e dá tiro penal. Ali saiu cartão amarelo para dois ou três cruzeirenses e um vermelho, pois formou-se um bololô! A Sportv não identificou-os, infelizmente. Mas uma coisa ficou nítida: Fabrício, no. 5, dá um empurrão por trás no Sandro, e depois uma nova peitada. Sandro se vira e dá amarelo. Era vermelho!

 

Pênalti cobrado aos 43m…. (3 minutos de confusão…)

 

No gol, o banco todo do Cruzeiro se levanta e aplaude ironicamente o árbitro. Não daria para expulsar o banco e a comissão técnica toda, e como o Cuca já tinha enchido bem a paciência, sobrou pra ele. Expulso “simbolicamente” por todos os outros.

 

Fabrício, na sequência, abandona o campo e uma substituição é modificada (sairia o Thiago Ribeiro, mas como o zagueiro abandonou o jogo…, alterou-se a substituição – curiosidade: abandonar o campo como ele fez é passível de cartão amarelo; como o atleta já saiu, mostra-se o cartão amarelo ao capitão como simbolismo).

 

Infelizmente, o árbitro ficou nitidamente nervoso depois do lance e acabou o jogo aos 50m (para ele, esses minutos foram uma eternidade…).

 

Um detalhe do jogo foi o número de lances de impedimentos de muita dificuldade para os bandeiras. Erraram a maioria, mas em pouquíssimos centímetros (erros aceitáveis); um ou outro impedimento fácil que foi marcado errado (erro condenável, mas que não comprometeu).

 

Sandro tirava 8,5 até aos 40m do segundo tempo. Uma pena.

 

ACRÉSCIMO POSTADO EM 15/11/2011

 

Com menos convicção de que o lance não foi pênalti, compartilho um post que escrevi nesta segunda-feira. Sinceramente, após muitas análises, cheguei até a mudar de opinião (devido a complexidade do lance). Mas… a não-marcação do pênalti não seria absurda e fico com essa impressão. Aceito o argumento de que o atleta foi imprudente. Digamos que minha convicção está entre 51% não-pênalti e 49% pênalti (no sábado era 60-40 e na madrugada 40-60). Percebam como essa jogada é complicada para o árbitro! Abaixo:

 

Confesso que há tempos não vejo um lance tão polemizado por imprensa, árbitros, torcedores e dirigentes quanto ao de sábado, no jogo entre Corinthians X Cruzeiro. Fiz minhas considerações em: ANÁLISE DE COR x CRU.

 

Porém, vamos pensar à luz da regra do jogo sem o fator “calor da partida”?

 

Agora, você é o árbitro que acaba de visualizar o lance entre o zagueiro cruzeirense Gil e o atacante corinthiano Ronaldo e tem a fração de segundos para decidir o que marcar.

 

Avalie os seguintes fatores: CAUSALIDADE, IMPRUDÊNCIA, AÇÃO TEMERÁRIA ou FORÇA EXCESSIVA:

 

1) CASUALIDADE: quando, por acaso sem ser descuido mas inevitavelmente o adversário derruba um jogador (por força da jogada, esbarrão, desequilíbrio, ou, enfim, literalmente casualidade) – independe de estar em disputa ou não de bola, em domínio do adversário ou não. Neste caso, NÃO É FALTA.

 

2) IMPRUDÊNCIA: quando, que por descuido mas sem intenção deliberada, o jogador derruba ou impede seu adversário de jogar a bola, em lance que poderia ser evitado. Não queria fazer a falta, mas, por exemplo, perdeu o tempo da bola e o atingiu. É FALTA, SEM APLICAÇÃO DE CARTÃO.

 

3) AÇÃO TEMERÁRIA: quando o adversário impede o adversário de jogar intencionalmente, como, por exemplo, indo de vontade própria contra o corpo do adversário. É FALTA COM CARTÃO AMARELO.

 

4) FORÇA EXCESSSIVA: quando um atleta excede na força física e torna o lance violento, podendo levar o atleta a lesão. FALTA COM CARTÃO VERMELHO.

 

Lembre-se que para marcar uma infração ou não, você tem que saber a regra 12 (infrações e indisciplinas), que diz textualmente:

 

“Será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes sete infrações, de maneira que o árbitro considere imprudente, temerária ou com o uso de força excessiva [dentro da área, será um tiro penal]:

a) Dar ou tentar dar um pontapé (chute) em um adversário.
b) Passar ou tentar passar uma rasteira em um adversário.
c) Saltar sobre um adversário.
d) Dar um tranco em um adversário.
e) Agredir ou tentar agredir um adversário.
f) Empurrar um adversário.
g) Dar uma entrada (carrinho) contra um adversário.

 

Não esqueça: todos estes itens devem ser avaliados como IMPRUDENTE, TEMERÁRIO OU FORÇA EXCESSIVA. Se eles aconteceram por CASUALIDADE, então não é falta.

– Uma Renovada Tradição do Guaraná Jesus

O Guaraná Jesus, tradicional refrigerante cor-de-rosa consumido no Maranhão, recentemente ganhou prêmios pela sua renovação da embalagem. Após sua aquisição pela Coca-Cola, os consumidores temiam mudanças radicais, o que não ocorreu.

Compartilho o case bem-sucedido, extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI155469-15259,00.html

 

MUDANÇA BENFEITA

 

Como uma pequena marca brasileira de refrigerante levou o maior prêmio mundial de design

 

POR Thiago Cid

 

Uma anedota maranhense afirma que, no Estado, o primeiro significado da palavra Jesus é um refrigerante. A brincadeira reflete um fenômeno que começou local, tornou-se famoso no Brasil e agora se apresenta ao mundo: o guaraná Jesus, segundo refrigerante mais consumido no Maranhão (atrás apenas da líder global Coca-Cola). A folclórica bebida cor-de-rosa ganhou a medalha de ouro de melhor estratégia de marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design, o Idea, a maior premiação mundial de design. A campanha vencedora ocorreu no fim de 2008 para renovar o visual da lata. A tarefa não era simples, já que a bebida angariou, ao longo de décadas, fãs entusiasmados.

O guaraná Jesus, criado em 1920, enraizou-se no gosto maranhense. Com pouquíssima propaganda, tornou-se quase um símbolo cultural do Estado. Ele deu origem a um subsegmento, o guaraná rosado, comum também no Piauí e Pará. Nos últimos anos, seu nome engraçado e sua cor fascinante ganharam simpatia Brasil afora. Há centenas de comunidades bem-humoradas a seu respeito no Facebook e no Orkut. Vídeos no YouTube brincam com o refrigerante em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Curitiba e outras cidades espalhadas pelo país – o tipo de tratamento espontâneo e alegre que empresas gastam milhões para conseguir. Há muito mais gente que fala sobre a bebida do que gente que já experimentou mesmo seu sabor muito doce, com traços de cravo e canela (a fórmula exata tem uma aura de mistério), mas os apreciadores reais não só existem, como se organizam para “importar” as latinhas do Maranhão. Por isso, renovar a lata sem incomodar os fãs seria um trabalho delicado. “Em marcas que são ícones, como o Jesus é no Maranhão, o desafio é manter a ligação emocional com os consumidores”, diz Leonardo Lanzetta, diretor executivo da agência de publicidade Dia, que montou a estratégia de marketing premiada. Em outras palavras: uma mudança desastrada faria com que o bebedor de Jesus não reconhecesse mais o produto que lembra sua infância, adolescência e tempos felizes.

Os publicitários fizeram uma campanha estadual com três propostas de novos desenhos para a lata e pediram votos dos fãs. Usaram a internet e mensagens por celular. Três pessoas fantasiadas de latinha – uma de cada opção – passearam por São Luís, brincaram com os passantes, visitaram colégios e entraram em casamentos, sempre recebidas com festa. O modelo vencedor lembra outro símbolo do Estado, os azulejos coloniais portugueses de São Luís. A Coca-Cola, que havia comprado a marca em 2001, esperou para fazer mudanças sem quebrar a ligação nostálgica dos bebedores com Jesus. “Foi um grande mérito da campanha. Os consumidores sentiram que a marca pertence a eles, e não à Coca-Cola”, afirma Júlio Moreira, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e especialista em marcas. Desde a campanha, as vendas do refrigerante cresceram 17%, segundo a consultoria Nielsen.

O resultado certamente teria agradado ao criador da bebida, o farmacêutico Jesus Norberto Gomes – que era ateu, foi excomungado e morreu em 1963. O guaraná resultou de uma tentativa frustrada de fabricar um remédio. Deu errado, mas os netos do farmacêutico adoraram o xarope. Nascia um produto vitorioso.

– Hoje é dia de Romaria!

 

Lembrando aos amigos, hoje é dia da nossa tradicional romaria. Abaixo:

 

“PEREGRINAR É CAMINHAR PARA CRISTO”

Sobre este lema, será realizada a 27ª Romaria de Homens e Mulheres do Bairro Medeiros de Jundiaí ao Santuário do Bom Jesus de Pirapora.

 

Tradicional caminhada, a Romaria exclusivamente a pé é um evento que convida as pessoas a abandonarem o homem velho para traz em busca do homem novo. E esta busca se dá através da reflexão no longínquo trecho a ser percorrido até o Santuário do Bom Jesus.

 

A concentração partirá hoje, dia 12 de novembro, às 21:00h, em frente a Capela Nossa Senhora de Fátima (inicialmente, os romeiros irão do Bairro Medeiros de ônibus até a Igreja da Varginha, a fim de começar a caminhada por aquele acesso). A chegada é prevista no sábado, 13, às 07:00h. Culminando com a Peregrinação, haverá a celebração da Santa Missa às 9:00h, pelo pároco da comunidade, Pe João Batista de Carvalho (a volta se dará motorizada às 11:00h do mesmo sábado).

 

Todos são convidados a este ato de fé.

 

Informações adicionais podem ser obtidas com Osvaldo Segre, da Comissão organizadora, nos telefones 4525.0290 e 9914.0548.

– Tiririca provou que é alfabetizado! E daí?

 

Tiririca é alfabetizado… mas é preparado?

 

Quem disse que ser “alfabetizado” é o mesmo do que ser “ bem preparado” para um cargo como o de deputado?

 

Preparação, despojamento e honestidade. Estas são características de um bom parlamentar.

 

Xiiiii… Sobrarão quantos em Brasília?

 

Quanto a prova, Tiririca teve que ler 2 frases de um exemplar do Jornal da Tarde: “Procon manda fechar loja que vende produto vencido” e “O tributo final a Senna” (somente esses títulos, não as matérias).

 

Além da leitura, escreveu a seguinte frase aleatória do livro Justiça Eleitoral (por ditado): “A promulgação do Código Eleitoral, em fevereiro de 1932, trazendo como grandes novidades a criação da Justiça Eleitoral”.

 

Mediante isso, a alfabetização foi comprovada, segundo o TRE-SP.

E você, acha que o fato da alfabetização de Tiririca ter sido comprovada garante um bom parlamentar? Deixe seu comentário:

– O Novo Magnata do Petróleo

 

Você conhece Márcio Rocha Mello?

 

Pois bem: o dono da HRT, concorrente direto da EBX de Eike Batista, é um bilionário de sucesso. Com um detalhe: é o mais novo magnata do petróleo, sem ter explorado uma gota!

 

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/39230_O+NOVO+MAGNATA+DO+PETROLEO

 

O NOVO MAGNATA DO PETRÓLEO

 

Por Carlos Sambrana

 

Conheça o empresário Márcio Rocha Mello, dono da HRT, empresa de petróleo que nasce com valor de mercado de R$ 5,1 bilhões e chega para brigar com a OGC

 

As festas do empresário carioca Márcio Rocha Mello, 57 anos, são famosas no setor do petróleo por uma característica, no mínimo, peculiar. Em todo congresso de óleo e gás que acontece no Rio de Janeiro, Mello, o homem que comanda a empresa HRT Participações em Petróleo, prepara um rega-bofe com show de escola de samba e mulatas devidamente trajadas em microfios-dentais. 

 

Na segunda-feira 25, ele fez jus à fama no lançamento de ações da HRT Participações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Depois dos discursos de abertura e de tocar a famosa campainha de abertura do pregão, músicos e voluptuosas passistas invadiram o salão da Bovespa. 

 

Mello, fã incondicional de samba, caiu na folia numa cena atípica para quem está acostumado a ver sisudos executivos de terno e gravata. Mas ele tinha motivos de sobra para festejar: sua empresa captou R$ 2,6 bilhões com a abertura de capital. O que chama a atenção nesse caso é que a HRT, com pouco mais de um ano de vida, ainda não extraiu uma gota sequer de petróleo – modelo semelhante ao da OGX, companhia do bilionário Eike Batista.

“O Brasil tem a segunda maior empresa de petróleo do mundo (a Petrobras) e a terceira maior bolsa. Hoje, começa a ter a maior empresa independente de óleo e gás do mundo”, disse Mello na Bovespa. Se depender de sua modéstia e de seus planos, essa é primeira de suas várias aparições como o novo magnata do petróleo.

 

O empresário foi forjado na Petrobras, onde trabalhou por 24 anos e ficou conhecido como um dos mais talentosos geólogos de petróleo do mundo. Aliás, entre 1990 e 2000, foi responsável por estudos de sistemas petrolíferos na grande maioria das bacias sedimentares do Brasil, África e América Latina. Ou seja, tem na cabeça o mapa das riquezas que estão debaixo da terra. 

 

“O Márcio Mello, em si, é o grande ativo da companhia”, diz Mauro Kahn, diretor do Clube do Petróleo e gerente da pós-graduação da Coppe UFRJ. “Ele, certamente, deve saber o que está comprando”, diz, referindo-se às áreas de exploração da HRT. É no que os investidores têm apostado. 

 

Desde que deixou a Petrobras, em 2000, Mello criou vários negócios ligados à área de petróleo, mas a HRT é, de longe, a sua grande tacada. Fundada em julho de 2009, a HRT iniciou as operações com a compra de 51% de 21 blocos de exploração na Bacia de Solimões, na Amazônia. Três meses depois, recebia um aporte de US$ 275 milhões de fundos de investimentos, como o MSD Capital, do bilionário americano Michael Dell.

Em junho deste ano, adquiriu mais cinco blocos na Namíbia e recebeu a certificação da empresa DeGolyer & MacNaughton atestando que as reservas da HRT chegam a 2,1 bilhões de barris de petróleo. Era a senha que faltava para convencer os investidores do potencial da empresa, que também conta com blocos nas bacias do Recôncavo, do Espírito Santo e Rio do Peixe. 

 

Em seu primeiro pregão, a ação foi lançada a R$ 1.205 e fechou cotada a R$ 1.167. Na quarta-feira 27, encerrou o pregão em R$ 1.135. Apesar da ligeira queda, o preço está entre R$ 1.005 e R$ 1.350, patamar vislumbrado pelos bancos Credit Suisse, Goldman Sachs e Citigroup, que coordenaram a operação. 

 

A aposta foi alta porque a HRT tem outra característica que se assemelha à OGX de Eike Batista. Seus principais funcionários têm vastas experiências no setor. Ocupam altos cargos na companhia executivos como John Forman, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), e Eduardo de Freitas Teixeira, ex-presidente da Petrobras nos anos 90. Eles trabalham na sede da HRT, que ocupa três andares de um prédio na avenida Atlântica, em Copacabana. 

 

O escritório, com vista para o mar, revela um outro lado do executivo, notório por seu conhecimento técnico. É que todo visitante que chega na HRT é recebido com um par de pantufas e encontra o comandante da companhia descalço. A primeira explicação para isso é que o carpete é branco e, como em um laboratório, tem que ser mantido limpo. A outra explicação, frequentemente fornecida por Mello, é que os pés descalços sentem a energia do ambiente.  

 

Hoje, a HRT tem um valor de mercado de R$ 5,1 bilhões. Mello, ao estilo Eike Batista, acha pouco. Em uma entrevista concedida à revista Brasil Energia, antes do período de silêncio imposto pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ele disse que a companhia tem potencial para chegar em US$ 10 bilhões. “Tudo em que botei o meu dedo virou ouro. Me chamam até de golden boy.” Será mais um dizendo que vai ser o homem mais rico do mundo?

– O BOPE como motivador para clubes de Futebol!

 

O Atlético Mineiro, eliminado na Copa Sulamericana ontem, teve como seu motivador um oficial do Batalhão de Operações Especiais da PM-RJ (BOPE). Cuca, treinador do rival Cruzeiro, em seus tempos de Botafogo, chamou um padre para uma palestra motivacional!

 

O que um renomado psicólogo esportivo pensa sobre o assunto?

 

Compartilho texto do brilhante professor João Ricardo Cosac, do CEPPE:

 

ATLÉTICO MINEIRO APELA PARA BOPE MOTIVAR A EQUIPE

 

Amigos, achei que já tivesse visto de tudo em termos de trabalho
motivacional no esporte. Depois que o Cuca chamou um padre para motivar
o Botafogo na época em que dirigia o time carioca, tive a certeza que a
banalização dos aspectos motivacionais estava irremediável e
irreversivelmente concretizada.


Como nesta vida, não há nada de ruim que não possa piorar e o modismo
sempre fala mais alto, o Atlético Mineiro, dirigido pelo treinador
Dorival Junior – à beira do rebaixamento e eliminado da Copa Sul
Americana – convocou um comandante do BOPE (Batalhão de Operações
Policiais Especiais) para ministrar algumas palestras aos atletas.
Prefiro não comentar o resultado desta super operação, uma vez que
palestras motivacionais isoladas e organizadas por outros profissionais
que não sejam formados em Psicologia do Esporte costumam ser desastrosas.


Confesso que fico impressionado com a criatividade ímpar de boa parte
dos dirigentes de futebol. Quando escutei o Samuel Rosa do grupo Skank
comentando o fato, achei que se tratava de uma piada. Até porque, Samuel
é torcedor fanático do Cruzeiro e não perderia a chance de tirar uma
casquinha do rival.


Depois de assistir a entrevista do cantor, fui verificar a notícia e
fiquei perplexo ao constatar que realmente o Galo mineiro está apelando
para este tipo de ação. Para os amigos que estão com a lista em dia –
segue alguns novos profissionais que se valem da crise das equipes para
promover trabalhos isolados, sem base científica e totalmente
desvinculado da Psicologia Esportiva: padres, engenheiros, comandantes
de polícia, animadores culturais, motivadores de plantão, programadores
mentais, pais de santo, ex-atletas de sucesso e vou parando a lista por
aqui para não rasgar o meu diploma.


O Atlético Mineiro – com o futebol que tem demonstrado – pode até
escapar da zona da degola. E se isso ocorrer (anotem), será muito mais
pela ineficiência do Guarani, Avaí e Vitória e menos por conta dos
trabalhos motivacionais apelativos que vem realizando.


A Psicologia do Esporte aplicada ao futebol ainda está muito presa aos
livros. Enquanto não mudar a mentalidade de muita gente por aí, podem
preparar novas listas de motivadores e animadores de auditório. Enquanto
isso, os ares da segunda divisão ficam ouriçados com a possibilidade da
(nova) visita de um grande clube do cenário brasileiro.


O que a torcida do Galo tem a ver com isso?


Nada. Rigorosamente nada.


Psicologia do Esporte: acesse http://www.ceppe.com.br

– Sucesso da Novela

 

Segundo a Revista Isto É Dinheiro, ed  682, pg 104, o sucesso da novela Passione se reflete nos produtos da Globo Marcas, empresa da emissora de TV que vende produtos usados em cena.

 

Um dos casos é “a cadeira da Diana”, item mais procurado pelos consumidores. A personagem de Carolina Dieckmann costuma chegar no seu apartamento e chorar as mágoas à sua amiga Cris, sentada em uma cadeira branca felpuda.

 

Valor da cadeira?

 

“Apenas” R$ 3.362,00 é o custo da cadeira Nara, de estilo retro, coberta de tiras de malha pés-palito.

 

Quantas você vai querer?

– FIFA Autorizará ou Não o ‘Tira-Teima’ do Gol?

 

Está em estudos deste o final de outubro, e até o ano que vem sairá uma resposta oficial (dependendo da tecnologia que as empresas oferecerão), se os árbitros poderão ter o auxílio de sensores de linha para confirmar ou não possíveis gols em lances duvidosos.

 

É um primeiro passo para o aceite de ferramentas da computação nos jogos de futebol. Mas algumas coisas chamam a atenção: como definir TECNOLOGIA NO FUTEBOL.

 

Tecnologia quer dizer “Estudo das técnicas”. Portanto, existem várias técnicas (avançada ou de ponta; simples ou rudimentar).

 

Se você observar um árbitro assistente com a bandeira levantada marcando um impedimento, perceberá que é uma técnica manual; se você ouvir o sinal de bip da bandeira  no braço do árbitro marcando outro impedimento, perceberá que é uma técnica eletrônica. Ambas técnicas, timidamente, convivem com o futebol. A simplória tecnologia dos sprays demarcatórios da distância para se cobrar tiros livres e a comunicação por técnica eletrônica entre os árbitros via rádio durantes os jogos, também coexistem pacificamente. Se é utilizada na 1ª ou na 5ª divisão, o certo que a estas tecnologias a FIFA nem se manifestou (exceto a uma: a comunicação com ponto eletrônico entre técnicos e jogadores, que, confesso, eu autorizaria – parto do princípio que, se os treinadores podem se comunicar para fora do estádio com celulares, por que não dentro do estádio, com seus comandados?)

 

A FIFA não sabe ainda como será a tecnologia a ser oferecida, mas pede uma condição: a de que as empresas que desenvolverem o equipamento projetem algo que comunique a informação ao árbitro em 1 segundo! Motivo: claro que é para o jogo não parar, para não se correr o risco de árbitro e jogadores ficarem na frente da TV, para a não-perda de autoridade da equipe da arbitragem como um todo, etc…

 

Sou a favor de certas evoluções no futebol. Tardiamente chegará avanços mais profundos na tecnologia em campo. “Como elas serão” é o grande dilema. Não gosto de mudanças radicais, apesar de ser a favor de inovação. E claro, deve-se ter o cuidado de se definir quando e onde a tecnologia será usada. Gosto da idéia de que, por exemplo, o capitão da equipe possa pedir a reconsideração de um árbitro sobre uma decisão polêmica após a conferência por imagem do lance duvidoso (uma possibilidade em cada tempo). Mas aí cairemos na universalização da regra: todos os campeonatos devem ter a mesma regra e mesmas possibilidades…

 

Ué, aí contradigo a própria FIFA: Nos jogos do Campeonato Brasileiro da série A (nosso principal torneio), temos TODOS os quartetos de arbitragem equipados com bandeira eletrônica e rádios-comunicadores? Não. E como fica a regra?…

 

E você, o que pensa disso: o que você acha da tecnologia no futebol? Deixe seu comentário:

– O Tolo Preconceito aos Nordestinos no Twitter

 

Lembram-se que na noite da apuração dos votos à Presidência, começaram a pipocar no Twitter frases racistas contra nordestinos, devido a votação maciça de Dilma naquela região?

 

Pois é: uma estudante de direito foi quem começou tudo isso e a febre, infelizmente, pegou. A moça foi demitida do seu emprego.

 

Independente da escolha do candidato,é uma tremenda burrice, desrespeito, crime e soberba discriminar nossos irmãos do Nordeste. Abaixo, postei um artigo sobre o tolo preconceito contra Monteiro Lobato. Agora, outro tolo preconceito.

 

Que raio de sociedade estamos nos tornando?

 

Abaixo, a origem dos tweets preconceituosos:

 

Em: http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/tag/eleicoes/, por Pedro Dória

 

#orgulhodesernordestino: Twitter, racismo e estupidez

 

Os computadores do TSE ainda estavam quentes de tanto processar voto na segunda-feira passada, quando a estudante de Direito paulistana Mayara Petruso achou por bem navegar pela rede social. “Nordestino não é gente”, escreveu no Twitter. “Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!” Não satisfeita, de lá pulou para o Facebook – “Deem direito de voto pros nordestinos e afundem o País de quem trabalha para sustentar os vagabundos que fazem filho para ganhar o bolsa 171.”

Estupidez pura.

Mayara não foi a única a atacar nordestinos naquela segunda-feira. Uma parcela de eleitores insatisfeitos com o resultado do pleito tomou o caminho do preconceito. É como se dissessem: quem vota contra minha opção algum defeito há de ter. Há um equívoco essencial aí: Dilma não venceu apenas no Nordeste. Também teve maioria em Estados do Sudeste, como Rio e Minas. Mas não importa. Aos preconceituosos, qualquer estereótipo é irresistível.

Mayara não é um caso isolado embora talvez tenha sido a mais agressiva. Também não dá para dizer que a reação racista ao resultado do pleito tenha sido generalizada. Foi pontual.

Mais impressionante do que a estupidez dos comentários, no entanto, foi o tamanho da repercussão na rede. Na terça-feira, a hashtag que dominou o Twitter foi #orgulhodesernordestino. Era gente contando histórias pessoais, prestando solidariedade, desabafando. Perante o ódio, a internet serviu a um levante contra o preconceito.

E a uma surra sem precedentes na moça. Ela apagou seu perfil no Twitter, no Facebook, desapareceu. Terminou demitida do escritório de advocacia onde fazia estágio e tem uma ameaça de processo por crime de racismo movida pela OAB de Pernambuco. Há quem peça sua prisão. Advogados, como jornalistas, têm a obrigação de medir o que escrevem. Que lhe sirva de lição.

Na forte reação aos comentários de Mayara, é importante entender que lições ficam para nós. A principal está na resposta para uma pergunta fundamenta: São Paulo é tão preconceituosa quanto a moça fez parecer?

A resposta pode estar escondida no Google Insights for Search, a ferramenta do serviço que nos permite compreender que padrão uma busca específica segue. Buscas pelo nome “Mayara Petruso” começaram a pipocar no dia primeiro, tiveram queda ligeira no feriado de Finados e deram um salto ainda maior no dia 3. Tudo faz sentido: a notícia de que a internet tinha uma nova vilã corria e teve gente indo ao Google procurando detalhes da história.

O mais interessante, no entanto, é saber quem estava buscando por Mayara. E não eram nordestinos. Eram, principalmente, paulistas.

Buscas pela palavra “nordestino” também cresceram nos três primeiros dias de novembro. E, novamente, foram buscas realizadas de dentro de São Paulo, não no resto do País. “Preconceito” e “racismo” foram outras palavras cuja frequência de buscas aumentou. Nestes casos, a Bahia dividiu com São Paulo o interesse.

Segundo o TrendsMap.com, ferramenta que acumula a história dos assuntos mais populares do Twitter e os divide geograficamente, gente de São Paulo se engajou ativamente na campanha #orgulhodesernordestino. Mais do que gente do Rio Grande do Norte e no mínimo tanto quanto baianos, cearenses e pernambucanos.

Há racismo em São Paulo, mas São Paulo não é racista. Os números do Google mostram que nenhum lugar do Brasil se mobilizou mais por conta das declarações de Mayara do que São Paulo. E a ampla população paulista no Twitter se entregou de alma no movimento de resposta, encampando o mote do orgulho geográfico.

Estereótipos não são tentadores apenas para os preconceituosos. Estão aí para que qualquer um lance mão deles quando busca um argumento fácil. As declarações de Mayara Petruso não circularam apenas no Brasil. Ela apareceu na imprensa britânica, na americana, na espanhola.

A notícia que circulou pouco foi a notícia melhor. Perante uma estupidez, o Brasil inteiro, independentemente de geografia, se incomodou e respondeu. Somos todos muito melhores do que isso. Ainda bem.

– A perseguição descabida a Monteiro Lobato

 

Desde semana passada estão perseguindo Monteiro Lobato, acusando-o de racista devido a termos utilizados no livro “Caçadas de Pedrinho”. Se você ler o livro, verá que em nenhum momento o autor se refere negativamente a raças dos personagens; entretanto, àqueles que gostam de confusão, dizem que os termos em que ele se refere a personagens negros são pejorativos por racismo.

E nos livros em que Monteiro Lobato defendeu a igualdade de raças? A “tia Nastácia” foi uma homenagem dele ao carinho de sua empregada negra.

Muitos querem ser tão politicamente corretos e ao mesmo tempo são ignorantes quanto a historicidade política de Monteiro Lobato…

 

Para quem não conhece a Tia Nastácia, eis a foto original da inspiradora negra de Monteiro Lobato, no link da Revista Época (além dos trechos polêmicos).

Em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI185574-15220,00.html

– Em Moça Bonita, nos tempos do Bangu!

Me lembro, bem moleque,  dos plantões esportivos que alardeavam: “Em Moça Bonita, gol do Bangu…”.

Hoje, leio que o estádio de Moça Bonita estará nas Olimpíadas Rio-2016! Mas, calma, não é para o Futebol. É para o Rúgbi.

Charmoso, não?

 

– De novo, Jobson?

Que cabecinha fraca o tal de Jobson, não? Quase banido do esporte por causa de drogas, teve uma segunda chance. Continuou na gandaia. Nova chance. No último domingo, após provocações da torcida, respondeu aos mesmos mostrando o pênis.

Fineza e educação são desconhecidos ao atleta. O talento que já mostrou (mas também tem faltado agora) não combinam com o desequilíbrio social do rapaz.

Uma pena. Mais um artista do futebol que se perde no mundo da bola; não por ela, mas das benesses dela… (fama, dinheiro, status…)

– Sílvio Santos e a sua dívida bilionária!

 

E por essa ninguém esperava! Para não quebrar, Sílvio Santos pede 2,5 bilhões de empréstimo ao Governo e dá suas empresas como garantia.

E o pior: disse que desconhecia a dívida do banco Panamericano, o causador da confusão.

Má gestão ou má fé: não há dúvida….

 

Extraído de: PORTAL EXAME

 

SÍLVIO SANTOS COLOCA SBT COMO GARANTIA DE EMPRÉSTIMO

 

Outras empresas do grupo SS também servem de garantia para o aporte de R$ 2,5 bi.

 

O empresário Silvio Santos colocou todo seu complexo empresarial como garantia do empréstimo de R$ 2,5 bilhões concedido ao Banco Panamericano, do Grupo Silvio Santos, pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A operação de ajuda financeira foi anunciada ontem.

A garantia inclui o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) a empresa de cosméticos Jequiti, a Liderança Capitalização, as lojas do Baú da Felicidade e o próprio Banco Panamericano. As garantias somam R$ 2,7 bilhões.

O Banco Central (BC) detectou uma deficiência expressiva no patrimônio do Banco Panamericano e deu 30 dias de prazo para se buscar uma solução, que incluía capitalização, troca de controle ou intervenção da autoridade monetária, explicou hoje o presidente do conselho de administração do FGC, Gabriel Jorge Ferreira, em entrevista à imprensa.

Segundo ele, a novidade nessa operação foi a entrada do FGC para tentar evitar a quebra do banco.

Para resgatar o banco, a holding que controla o Panamericano, a SS Participações (Grupo Silvio Santos), fez uma emissão privada de debêntures de R$ 2,5 bilhões, com prazo de dez anos e carência de três anos.

O papel será corrigido pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). O próprio empresário Silvio Santos conduziu pessoalmente as negociações, segundo Ferreira. No dia 11 de outubro, ocorreu pela manhã o primeiro contato com o BC e, na tarde do mesmo dia, com o FGC.

– Vocação Política é algo sensacional!

 

Romário, artilheiro de muitos clubes e da seleção, realmente é um vocacionado à política!

 

Na Revista Veja desta semana (ed 2190, pg 136 a 137), em entrevista à Malu Gaspar, o ex-atleta e agora deputado federal disse sobre seus costumes:

 

“Vou trabalhar de 3ª a 5ª como todo deputado, nada mais do que isso. Sair do RJ, nem pensar. Não vou deixar de fazer o que eu gosto: meu futvôlei, a pelada com os amigos, as noitadas. (…) Meu horário-padrão de sair da cama é tipo 1 da tarde (…) [A razão por entrar no partido?] Eles que me escolheram, acho que é porque sou famoso”.

 

Estamos bem de deputado, não? E nós que pagamos mais essa conta…

 

Responda: o brasileiro sabe votar? Deixe seu comentário:

– Eike Batista e Ted Forstmann: o que esperar?

 

Eike Batista está se associando a IMG e se aventurando no esporte, correto?

 

Seu sócio é o Ted Forstmann, mega investidor e patrocinador de personalidades, como, por exemplo, o Federer.

 

E a suspeita que recaiu sobre ele desde 2006, quando ganhou em apostas muito dinheiro ao apostar CONTRA o seu patrocinado?

 

Em: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/828243-eike-batista-se-lanca-no-esporte.shtml

 

EIKE BATISTA SE LANÇA NO ESPORTE

 

O empresário Eike Batista anunciou ontem a criação de uma empresa para negócios nas áreas de esporte e entretenimento. Chamada IMGX, será fruto de parceria com o grupo IMG, que já atua nos setores em que o bilionário pretende começar a investir.

 

O grupo EBX, de Eike, terá metade do negócio. A outra parte ficará a cargo da IMG, comandada por outro bilionário, o americano Ted Forstmann. O acordo formal ainda não foi assinado.

 

“Juntos, podemos aproveitar as importantes oportunidades que o Brasil terá nas áreas de esporte e entretenimento, especialmente com a Copa do Mundo de 2014 e com os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016”, disse Eike Batista em seu blog.

 

O brasileiro é apontado pela revista Forbes como o oitavo homem mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 27 bilhões. O americano Ted Forstmann está em 880º na lista, com US$ 1,1 bilhão.

 

A IMG foi adquirida em 2004 por Forstmann, que pagou US$ 750 milhões. Desde então, a empresa vem ampliando investimentos para deixar apenas de administrar carreiras esportivas. Parte dessa estratégia tem sido buscar associações com empresas localizadas em países em crescimento acelerado.

As empresas do grupo IMG atuam nas áreas de marketing, licenciamento e direitos de mídia, produção e distribuição independente de programação esportiva e na promoção e organização de eventos esportivos e de moda. Entre os clientes, estão o torneio de tênis de Wimbledon e a primeira divisão inglesa (Premier League), considerado o campeonato nacional mais caro do mundo.

 

A empresa de Forstmann administra a carreira dos tenistas Roger Federer, Rafael Nadal e Maria Sharapova e do golfista Tiger Woods. No campo da moda, a brasileira Gisele Bündchen tem a carreira gerenciada pela IMG.

 

No mês passado, Forstmann foi acusado pela gráfica Agate Printing de participar de um esquema irregular de apostas. Ele teria subido uma aposta de US$ 10 mil para US$ 40 mil às vésperas da final do torneio de tênis de Roland Garros, em 2006, após uma conversa com o suíço Roger Federer. Horas depois, Federer foi derrotado pelo espanhol Rafael Nadal. Forstmann havia apostado na derrota de Federer.

 

O bilionário americano investe ainda na Dr. Pepper (refrigerantes), Citadel Broadcasting (estações de rádio), Yankee Candle (fabricante de velas perfumadas) e na 24 Hour Fitness (academia de ginástica com mais de 400 unidades nos EUA). Os negócios de Eike são concentrados em commodities e infraestrutura, com destaque para mineração, petróleo, energia e logística. No Rio, incluem também o Hotel Glória e a administração da Marina da Glória, que vai abrigar competições da Olimpíada de 2016.

– Saudades do Manelão

Hoje, se vivo, seria aniversário natalício do meu querido Vô Manelão, o “vô Pi”.

Grande poeta. Saudade…

– 16º Encontro Regional de Comunicação

POR Reinaldo Oliveira

 

Realizado o 16º Encontro Regional de Comunicação

 

A cidade de Sorocaba/SP, sediou de 5 a 7 de novembro, o 16º Encontro Regional de Comunicação. Com o tema: “Comunicadores no mundo digital: motivações e desafios”, mais de 100 comunicadores participaram do Encontro, que teve como palestrante o professor e antropólogo Luis de Marins Almeida Filho, estudioso dos processos de comunicação. Na chegada os participantes foram recepcionados por uma equipe de boas-vindas, da Casa São José – local do Encontro. Promovido pela Regional Sul 1 da CNBB, a mesa de abertura dos trabalhos contou com a presença de dom Eduardo Benes Sales Rodrigues – arcebispo de Sorocaba, de dom Vilson Dias – da Pascom Regional Sul 1, da Irmã Maria Alba – comunicadoraa das Edições Paulinas e do padre André Luis Garcia – coordenador geral do Encontro, que desejaram as boas-vindas aos participantes. Foram três dias de muito trabalho (após a palestra os participantes eram divididos em grupos para discussão/avaliação do tema e apresentação de propostas), que serviram para melhor conhecimento e interação dos participantes que vieram de várias regiões do Estado, e um grande número deles participavam pela primeira vez deste tipo de evento. No encerramento do 16º Encontro, a Irmã Maria Alba destacou a importância de dar continuidade ao trabalho de comunicação, confirmando uma frase da mensagem final do professor Marins, que disse: “A verdade de ontem e de hoje, é que sem união, nada sobrevive, não pode haver sucesso. Façam uma reflexão sobre o valor da união para a vida pessoal e profissional”.  Todos foram convidados para o 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação, cujo tema será “Comunicação e Vida: Diversidades e Mobilidade”, que será realizado de 17 a 22 de junho de 2011, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

– Como definir “Time Grande” no Futebol

 

Cada vez mais vemos subjetividade em algumas definições. Uma delas diz respeito a “quem é time grande no futebol”. E aí fico perguntando: quais fatores podem determinar a grandeza ou não de um clube?

 

Surgiram vários elementos, e mesmo assim não consigo juntá-los numa fórmula e conceituar com objetividade. Mas mesmo assim vamos lá:

 

Time grande seria aquele que…

 

… Conquista muitos títulos? Se sim, descarte o Corinthians no histórico jejum de 20 e tantos anos. Ele já era grande, mas não ganhava nada e ao invés de apequenar-se, agigantou-se!

 

… Tem títulos relevantes? Aproveito o mesmo exemplo: até 90, o Corinthians não tinha conquistado o Brasileirão, apenas Campeonatos Paulistas e torneios menos importantes, embora numerosos.

 

… Teria muita tradição? Ponte Preta (Campinas), Paulista (Jundiaí) e Noroeste (Bauru) são clubes tradicionais, centenários, possuem estádio próprio e são identificados pela sua perene participação no cenário futebolístico. A grandeza deles tem outros significados.

 

… Possui grande torcida? O Santa Cruz também possui.

 

… Permanece vitaliciamente na elite? Gremistas, atleticanos, palmeirenses, corinthianos, milanistas, e outros mais se irritariam com tal item.

 

… Tem grande patrimônio, como estádio e instalações, ou recursos financeiros respeitados? Xi, se fosse assim, sobrariam pouquíssimas agremiações.

 

Em suma, parte dos fatores acima combinados com outros intangíveis, como historicidade dos jogos, disputas épicas em campo, paixão e outros mais, determinam quem é grande ou não. Mas penso principalmente que o senso comum pode definir melhor o conceito.

 

Quem são, atualmente, os grandes clubes (por senso comum – que quer dizer sentimento unânime de maior parte de uma população) aos torcedores?

 

Na Espanha, hoje, Barcelona e Real Madrid. A equipe madrilenha do Atlético um dia já o fora. O Valência, mesmo ganhando campeonatos, não é (pelo senso comum).

 

Na Itália, hoje, Juventus, Milan, Inter, Roma. Mas e a Lazio e a Fiorentina, segundo o mesmo critério?

 

Na Alemanha, sobrou o Bayern de Munich. Mas os grandes clubes seriam o Schalke 04 e o Nuremberg (maior vencedor local).

 

Não entraremos no mérito inglês. Vide o número de clubes que já foram campeões e os que realmente disputam títulos hoje.

 

E no Brasil? Quem são os grandes de verdade?

 

Já foi o tempo em que conquistar Campeonato Estadual tornava o time grande.  O sem-número de competições em nosso país vulgarizou e minimizou tais competições. Enquanto que lá fora os clubes europeus disputam 2 torneios que realmente valem (o campeonato nacional e o europeu), aqui se disputa o Regional, a Copa do Brasil, o Nacional, a Libertadores, a Sulamericana, e, se bobear, se contabiliza até a Copa SP de Júniors.

 

Vale tudo para satisfazer o ego do torcedor. Hoje, ganhar o Campeonato Regional é um dos grandes malefícios para muitos clubes, que se iludem com um pseudo-poderio e acabam se preparando mal para o Campeonato Brasileiro. É um falso festejo.

 

E você, o que pensa disso: como classificar um clube grande no futebol brasileiro? Deixe seu comentário:

– Preciso de uma saúde nova!

 

Labirintite à flor da pele, faringite, gripe, e, consequentemente, os efeitos colaterais da medicação (ou melhor, dos coquetéis de remédios): tontura, enjôo, falta de reflexo, moleza… tá louco!

 

Há duas semanas que estou no bico do corvo. Primeiro, correndo coma família. Agora, comigo.

 

Que fase brava!

– O Fator Determinante para a Boa Educação nas Escolas

Robert J. Samuelson, Colunista da Newsweek, escreveu em sua coluna mensal (reproduzida no Brasil pela Editora Globo – clique aqui para a citação) a respeito dos motivos da queda na qualidade de ensino dos EUA.

 

Talvez o motivo seja o mesmo dos estudantes brasileiros: falta motivação ao estudante! Nada em relação à formatação dos cursos acadêmicos ou à estrutura das universidades. Muito menos quanto a qualidade dos professores e seus salários (um professor que trabalhe em tempo integral pode ganhar até 100,000.00 dólares anuais – o docente lá é valorizado!). O problema é incentivar os discentes.

 

Compartilho, abaixo:

 

O FIASCO DAS REFORMAS

 

Arne Duncan, ministro da Educação, anunciou a concessão de US$ 4 bilhões em subsídios aos estados dispostos a estimular “graus elevados de excelência” na escola. Para isso, terão de apresentar propostas, segundo Duncan, que demonstrem um “compromisso ousado com a reforma da educação”, além de “criatividade e inovação surpreendentes”. Isso mostra, de fato, que poucos assuntos inspiram mais desonestidade intelectual e extravagância política do que a “reforma da educação”. Desde os anos 60, as sucessivas ondas de “reforma” jamais produziram ganhos significativos de desempenho. Não há dúvida de que houve avanços nas escolas de nível elementar. Mas de que serve isso se o ensino médio anula esse ganho? Melhorou também – pouco, é verdade – a diferença de desempenho entre brancos, negros e hispânicos no ensino médio. Infelizmente essa melhora não foi muito além do final dos anos 80. As teorias convencionais não explicam esse avanço sofrível. Será que há poucos professores? De jeito nenhum. De 1970 a 2008, a população estudantil cresceu 8%, e o número de professores, 61%. Será que os professores ganham pouco? Talvez, mas a coisa não é tão simples assim. Em 2008, um professor comum ganhava US$ 53,2 mil ao ano; dois professores em tempo integral que se casassem e recebessem dentro da média salarial da categoria estariam na faixa de 20% dos lares com maior renda do país (em 2008, esse referencial de renda era de US$ 100,2 mil).

 

A principal causa de fracasso do ensino quase nunca
é mencionada:
motivação escassa dos estudantes


As “reformas” são uma decepção por dois motivos. Primeiro: ninguém descobriu ainda que mudanças realmente fariam diferença no currículo ou na pedagogia. Em 2009, as escolas particulares arregimentaram 3% dos alunos, mas não houve ganhos uniformes de desempenho. A principal causa de fracasso do ensino quase nunca é mencionada: motivação escassa. Afinal, os alunos é que têm de estudar. Se eles não estiverem motivados, nem mesmo os melhores professores serão capazes de mudar alguma coisa. A motivação tem várias fontes: curiosidade e ambição; expectativas dos pais; o desejo de entrar em uma “boa” faculdade; professores que inspiram ou intimidam; pressão dos colegas. Boa parte das propostas de “reforma” pressupõe que se os alunos não têm motivação, a culpa, sem dúvida, é das escolas e dos professores. Na verdade, como o ensino médio tem hoje um público maior, e a cultura adolescente ganhou força, a autoridade dos professores e das escolas entrou em colapso.

A motivação é pífia porque um número maior de estudantes não gosta da escola, não estuda como deveria e por isso seu desempenho é ruim. Em um levantamento feito em 2008 entre professores do ensino médio, 21% apontaram que o absenteísmo era um problema grave entre os alunos; para 29%, o problema era a “apatia dos alunos”. Michael Kirst, pedagogo de Stanford, calcula que 30% dos calouros das faculdades tradicionais precisam de cursos de aperfeiçoamento em leitura e matemática.

 

* Robert J. Samuelson, jornalista americano, é colunista da Revista Newsweek

– O Risco dos Antibióticos

 

Para os mais antigos, usar antibiótico era algo gravíssimo. Hoje algumas pessoas nem dão bola para isso…

Entretanto, uma pesquisa revela: usar antibióticos por 1 semana pode trazer consequências por 2 anos!

 

Extraído da Folha de São Paulo, 08/11/2010, pg C9, por Juliana Vines

 

EFEITO DE ANTIBIÓTICO DURA 2 ANOS NO CORPO

 

Tomar antibiótico por uma semana pode prejudicar as defesas do organismo por até dois anos, segundo estudo feito pelo Instituto Sueco para Controle de Doenças Infecciosas e publicado na revista “Microbiology”.

 

Flora intestinal é o nome dado às bactérias que vivem na parede do intestino. Lá existem centenas de espécies de micro-organismos, protetores ou nocivos à saúde, que convivem em equilíbrio.

 

As bactérias “boas” têm funções metabólicas, como ajudar no funcionamento do intestino, na absorção de gordura e vitamina B12 e na produção de ácido fólico.

“A função mais importante é controlar bactérias desfavoráveis. Sem elas, nós viveríamos constantemente com infecções”, diz Ricardo Barbuti, médico endocrinologista da Federação Brasileira de Gastroenterologia.

 

Segundo o especialista, há muito se sabe que os antibióticos têm efeito na flora intestinal. O que o estudo recém-publicado mostra é que essas alterações duram muito mais tempo do que se pensava.

 

Consequências

 

Diarreias, disfunção intestinal e inflamações são as consequências mais comuns do desequilíbrio da flora intestinal. Tanto faz se o uso do antibiótico é feito de forma correta ou utilizado por mais dias que o necessário.

– De Novo, o Enem…

 

Novamente problemas num ENEM no Brasil. Agora, questões repetidas ou faltantes nos cadernos de questões.

 

Tá feia a coisa. O Ministério da Educação deve rever isso urgente, ao invés de ameaçar processar quem twitta sobre os locais da prova, como ameaçou.

– Brasileiros no GP

 

Falar o quê dos pilotos brazucas na F1, não?

 

Novamente uma prova emocionante em Interlagos. Pena que não deu pra torcer pra piloto do Brasil.

 

O que era aquele mecânico da RedBull com um chapéu de vaquinha vermelha? Aquilo era o RedBull de verdade (Touro Vermelho da marca de energéticos)? Ele está estampado em quase todas as fotos hoje! Tudo bem que a equipe austríaca levou o Mundial de Construtores ontem, mas… comemoraçãozinha esquisita! O touro poderia ser touro, não vaquinha.

 

A decisão ficou para Abu Dhabi. Mas sem intervalo semanal entre SP e EAU é brincadeira também, não? Ás vezes temos intervalos tão grandes entre as provas, e no final do ano, com uma distância tão grande entre os circuitos, essa correria toda.

 

Quem faz a tabela da F1 precisa estudar geografia.

– Terrorismo contra Católicos no Iraque

 

Na Guerra do Terror no Oriente Médio, muito se fala sobre radicais que se matam em nome de Deus (independente da denominação: Jeová, Javé, Alá…) Normalmente, se refere à árabes x judeus.

 

Mas o que dizer sobre o atentado desta semana que repercutiu muito pouco por aqui? Durante uma missa, membros da Al-Qaeda invadiram a Igreja e metralharam, gratuitamente, os fiéis que ali rezavam. Saldo: 58 mortos.

 

Motivos? A fé dos católicos é diferente da dos árabes…

 

Triste, não? As vítimas, de fato, se tornam mártires. Afinal, ser cristão no Iraque parece ser um martírio.

 

Extraído de: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/11/01/egito-reforca-seguranca-em-igrejas-apos-atentado-da-al-qaeda-no-iraque.jhtm

 

EGITO REFORÇA SEGURANÇA DE IGREJAS APÓS ATENTADO NO IRAQUE

 

O Egito reforçou nesta segunda-feira as medidas de segurança nas igrejas do país depois que a Al Qaeda atacou um templo cristão em Bagdá, o que custou a vida de 58 pessoas.


Fontes policiais no Egito disseram à Agência Efe que foi intensificada a segurança ao redor de todas as igrejas coptas do país e está proibido o estacionamento de qualquer veículo diante dos templos.


Apesar da tensão, a normalidade reinou nas igrejas do Cairo na manhã desta segunda-feira, como pôde constatar a Efe.


O conglomerado de grupos terroristas denominado Estado Islâmico do Iraque, vinculado à Al Qaeda, assumiu a autoria do ataque da noite de domingo, que teve como alvo a igreja de Sayida An Nayá (Nossa Senhora do Socorro, em árabe), localizada no bairro central de Al Karrada.


Pelo menos 58 pessoas – a maioria mulheres e crianças – morreram no ataque armado e na posterior operação para libertar os reféns presos pelos insurgentes no interior do templo, segundo fontes policiais iraquianas.


As fontes indicaram que as vítimas, entre as quais há 75 feridos, ocorreram durante os enfrentamentos entre os agentes da Polícia antiterrorista e os rebeldes.


A maior parte dos mortos são fiéis que se encontravam no templo, embora haja também dez membros das forças de segurança, cinco homens armados e dois sacerdotes.


Em sua mensagem, o Estado Islâmico do Iraque explica que o atentado foi perpetrado contra “uma das fortificações da apostasia” que os cristãos do Iraque “tomam como sede para a guerra contra o islamismo”.


Na nota, que leva o título de “Advertência e prazo à igreja egípcia” cristã, o grupo se dirige também à Igreja copta, a qual dá um prazo de 48 horas para libertar seus “irmãos na religião, detidas nas prisões dos mosteiros e nas igrejas da infidelidade no Egito”.


Essas exigências parecem estar relacionadas com uma recente polêmica suscitada no Egito pela suposta conversão, mais tarde desmentida, de uma cristã ao islã, identificada como Camilia Shehata.


Camilia se refugiou ou foi retida em um mosteiro, segundo as distintas versões, o que suscitou protestos da maioria muçulmana do país, que reivindica que a Igreja a liberte.


Em outra mensagem – desta vez de áudio – da Al Qaeda no Iraque divulgada também nesta segunda-feira em sites islâmicos, o grupo faz menção explícita a Shehata e a outra compatriota sua, Wafaa Qustantin, uma engenheira copta supostamente forçada a se converter ao islã em dezembro de 2004.


A Al Qaeda instou o Vaticano a pressionar as igrejas do Oriente Médio para que as supostas convertidas sejam postas em liberdade.


Embora não tenha referido-se a este pedido, o papa Bento XVI condenou nesta segunda-feira o massacre ocorrido na igreja sírio-católica de Bagdá, que qualificou de “absurdo” e “feroz” por atacar pessoas desarmadas.


“Diante dos fatos cruéis que continuam atingindo a população do Oriente Médio, queria renovar minha chamada por essa ansiada paz: que é um dom de Deus, mas também resultado dos esforços dos homens de boa vontade, das instituições nacionais e internacionais”, ressaltou.


O papa pediu aos agentes políticos e às instituições “que unam suas forças para acabar com qualquer tipo de violência”.


Por enquanto, a Igreja copta não reagiu oficialmente às mensagens da Al Qaeda, embora alguns ativistas cristãos egípcios estejam indignados.


“A mensagem da Al Qaeda e o assassinato dos cristãos do Iraque fazem parte de uma campanha terrorista organizada contra os cristãos no mundo todo”, disse à Efe o ativista copta Najib Gibrael.


Gibrael, também chefe da ONG União Egípcia dos Direitos Humanos, insiste que os responsáveis das igrejas do Oriente Médio e os dirigentes muçulmanos devem realizar reuniões urgentes para estudar como podem proteger os cristãos.

“Esta campanha contra os cristãos não é a primeira”, acrescentou o ativista, que lembrou a morte de oito cristãos no Natal passado pelos disparos de homens armados quando saíam de uma igreja no sul do Egito após assistir à Missa do Galo.

– Medalha ao Mérito Legislativo a quem? Ao MST ?!?

 

Algumas coisas são inacreditáveis: João Pedro Stedile, o líder do Movimento dos Sem-Terra (MST), irá ser agraciado com a Medalha do Mérito pela Câmara dos Deputados!

 

Ele, que é reconhecidamente o cabeça das invasões, chefe da inteligência do movimento e defensor de atos de selvageria, será homenageado pelos nobres políticos!

 

Fico pensando: a quem interessa tal honraria? Ou os deputados estão realmente em péssima fase, ou simplesmente foram omissos em barrar tal propósito.

 

Parece aquela situação vexatória ocorrida em Jundiaí, quando a Câmara dos Vereadores quis homenagear Netinho de Paula, que nunca veio à cidade, logo após ter agredido sua esposa.

 

E você, o que pensa disso? O MST merece Medalha do Mérito? Ainda: a quem você daria uma Medalha de Honra? Deixe seu comentário:

– Sexo é Aperitivo e Preparatório para Grandes Decisões, segundo James Hunt

Estamos as vésperas de uma decisão da Fórmula 1. James Hunt, campeão de 1976, é o anti-herói de uma geração de outrora. Em meio a tantas exigências e proibições do profissionalismo de hoje, Hunt ficou imortalizado como o “campeão desregrado“, por causa das homéricas farras. Em sua biografia recentemente lançada, consta que na noite anterior à corrida que venceu o campeonato, promoveu uma orgia com pelo menos 33 moças de “moral duvidosa”.

 

No próprio macacão do piloto, a inscrição:

“sexo, o café da manhã dos campeões”.

 

E você, o que pensa disso: Moralidade e Profissionalismo caminham juntos ou independem (como no caso de Hunt?)? Deixe seu comentário:

– Casa de Ferreiro requer Espeto de Ferro. Nada de Espeto de Pau!

 

Amigos, compartilho um belíssismo texto do Prof José Renato S Santiago Jr, amigo e produtor do Boletim do Conhecimento (visite o blog dele, vocês vão gostar: http://www.jrsantiago.com.br) a respeito de tempo, rotina e soluções nas organizações.

 

CASA DE FERREIRO?… POR FAVOR, ESPETO DE FERRO

 

Comumente nos deparamos com uma série de equívocos inexplicáveis e muito simples de serem evitados.

 

Infelizmente, não sabe se exatamente porque, é frequente haver certo comodismo e lentidão no encaminhamento de soluções de questões bem simples.

 

O que mova esta postura?

 

Não sei ao certo… apenas é possível afirmar que isto não significa, necessariamente, ineficiência da organização… pelo menos pode parecer que não seja isso.

 

A verdade é que a rotina, muitas vezes, “atropela” as empresas e faz com que as prioridades sejam definidas de uma forma muito particular.

 

Se estamos falando de uma empresa inovadora que possui uma imagem de grande agilidade e rapidez nas mudanças junto ao mercado… é bem capaz que a visão de seus colaboradores tenham seja bem diferente disso.

 

Aliás, isto é mais comum do que se parece.

 

Ë frequente que o entendimento e a visão de quem está “dentro” da organização esteja a “anos luz” de distância daquela imagem que é apresentada junto ao mercado.

 

Tempo?

 

Aliás, a falta dele, pode ser uma justificativa por tal distorção.

 

No entanto, creio que possa haver outros fatores que motivem esta situação… talvez e apenas talvez, deva faltar uma maior preocupação com o gerenciamento oferecido aos colaboradores internos.

 

Como que se o que realmente valesse fosse a imagem que o mercado, a concorrência e os clientes em geral têm a nosso respeito.

 

Ledo engano?

 

Bem, talvez isto não seja resultado de uma ação planejada, predisposta… no entanto, isso não exime a empresa desta responsabilidade.

 

O uso de práticas e conceitos relacionados com a melhoria na gestão de pessoas, através do compartilhamento de seus anseios, competências e conhecimentos, pode, de forma prática e eficiente, encaminhar a organização para o melhor alinhamento destas questões…

 

…e então, vamos começar?

– Nivelando por Baixo… Obama “era o cara” mesmo?

Passada a euforia, Obama se tornou um presidente comum nos EUA. Ele é muito mais prestigiado no exterior do que dentro do país.

Claro, sua vantagem era o ineditismo de um negro na presidência, a esperança de renovação, a troca de partido e o discurso convincente.

Hoje, Barack Obama se tornou um presidente “sem sal e sem açúcar” para os americanos. No começo, tudo era fantasia. E isso se explica pelo seguinte motivo: a base de comparação (administarção George Walker Bush) era muito baixa.

– A jardineira Marina Porcari

Olha só uma florzinha colhendo flores!

Nossa jardineira está linda. Essa foto é uma das minhas preferidas.