Daqui a pouco teremos o último GP de fórmula 1 de 2010, em Abu Dabi. A equipe Red Bull pode perder o título por não fazer jogo de equipe e permitir que seus pilotos decidam única e exclusivamente no braço quem pode ser campeão. Numa briga entre os dois pilotos da escuderia austríaca, Fernando Alonso, da Ferrari, que fez jogo de equipe, pode levar a taça, pois ambos se alijariam da disputa.
Os prejuízos financeiros podem ser instantâneos. Mas os negócios da Red Bull são concentrados na Fórmula 1 ou no comércio de seus produtos? A imagem institucional traria benefícios de visibilidade ética muito grande.
Para o bem do esporte, torço para que a Red Bull se dê bem. É claro que Fórmula 1 não é esporte, é negócio. Na visão mercadológica da F1, tem que existir jogo de equipe. Para aqueles que colocam a ética acima da competitividade, que usam o termo “esportividade” ao pé da letra, o que vale é participar com dignidade.
Aguardemos logo mais o que vai dar.
