– Trainees em Concorrência Desenfreada na área de Administração de Empresas

Ainda neste perído de aulas, comentamos com os formandos em Adm sobre as inúmeras oportunidades em processos de seleção de Trainees. Lembro que citei o famosos processo da Unilever, que atingiu a absurda marca de quase 2000 candidatos por vaga.

Pois bem, a Ambev quebrou esse recorde: 2307 cand/vaga. Cerca de 60.000 inscritos para 26 oportunos formandos e/ou alunos de oitavo semestre!

Para os nossos queridos ex-alunos que estão se preparando (e para aqueles que logo vão encarar tal desafio), veja a maratona (dica- o peso maior se dá aos alunos que conhecem Atualidades e possuem Espírito Crítico sobre temas polêmicos):

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0959/gestao/selecao-mais-concorrida-brasil-521772.html

A SELEÇÃO MAIS CONCORRIDA DO BRASIL

por Lucas Amorin

Um burburinho eufórico tomou conta da sede da AmBev, na zona sul de São Paulo, na manhã de sexta-feira 11 de dezembro. Um grupo de 26 jovens recém-saídos da universidade trocava ideia na área de convivência dos funcionários, um bar com chopeira e máquina de refrigerante instalado numa empresa obcecada por trabalho e pelos resultados que ele deve gerar. E o que essas 26 pessoas mais queriam fazer naquele momento era exatamente isso — trabalhar. O grupo forma a mais nova turma de trainees da AmBev e estava ali para seu primeiro compromisso oficial — um café da manhã com o presidente da companhia, João Castro Neves, e nove diretores. Entre porções de salada de frutas e pães de queijo, eles falaram sobre os rumos da empresa e os desafios que vão enfrentar ao longo de 2010. Nunca foi tão difícil participar desse tradicional ritual de iniciação, que acontece desde o primeiro programa de trainees, em 1990, ainda na antiga Brahma. No ano passado, foram 32 000 candidatos para 19 selecionados. Desta vez, o número de inscritos dobrou para quase 60 000 — o que resultou num recorde de 2 310 candidatos por vaga. Nenhum outro processo de seleção na iniciativa privada ou na esfera pública é tão concorrido no Brasil. A disputa por uma vaga na AmBev supera concursos públicos, como o da Polícia Federal, um dos mais disputados do país, com 192 candidatos por vaga. É também maior do que o vestibular de medicina da Universidade de São Paulo. “Todos que chegaram à etapa final do processo viam a entrevista de seleção como se fosse uma final de Copa do Mundo”, diz Arthur Ourivio Nieckele Massa, de 25 anos, recém-formado em ciências econômicas pela UFRJ e um dos 26 selecionados pela AmBev.

O recorde no número de inscritos ocorreu graças a uma reinvenção do programa. Pela primeira vez em sua história, por exemplo, a AmBev fez um estudo prévio para conhecer o público-alvo de seu programa de trainees — estratégia usada mais na área de marketing do que na de recursos humanos. Entre março e maio de 2009, a companhia reuniu dois grupos de universitários — um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro — para uma bateria de entrevistas. Descobriu que, acima de qualquer outra coisa, os jovens dão preferência a empresas que lhes permitam um crescimento profissional rápido — justamente uma das características mais marcantes da AmBev. De posse dessa informação, a companhia optou por usar a possibilidade de ascensão acelerada como mote da campanha de divulgação. Questões que chegaram a ser destacadas em anos anteriores, como ações de sustentabilidade desenvolvidas pela companhia, passaram para segundo plano. “A pesquisa nos mostrou que tínhamos todos os atributos necessários para atrair os universitários, só não estávamos nos vendendo direito”, diz Tiago Porto, gerente de RH da AmBev e responsável pelo programa de trainees em 2009.

Uma vez definido como o programa seria “vendido”, era preciso alcançar o maior número possível de jovens — quanto maior o número de inscrições, maior a chance de encontrar gente boa. Atrair milhares de candidatos, portanto, não era visto como um estorvo, mas como uma oportunidade. Para ampliar o alcance do programa, a AmBev mergulhou na internet e nas redes sociais. Até 2008, os meios de divulgação utilizados eram apenas jornais e revistas. Em junho, porém, a situação começou a mudar. A AmBev enviou kits sobre o programa para 200 blogueiros selecionados e lançou um jogo no Orkut que simulava a distribuição de bebidas. No mesmo mês, um site específico para os candidatos entrou no ar e, em seis meses, teve mais de 300 000 visitantes. Seis trainees da turma de 2008 iniciaram blogs para contar as próprias experiências e responder às perguntas dos candidatos. “A verdade é que nós mesmos nos inscrevemos em 2008 sem saber muito bem qual seria a estrutura do treinamento”, diz Clarissa de Araújo, uma das blogueiras. “Por isso conseguíamos entender bem as dúvidas dos interessados em participar do programa.” Com seu nome divulgado no site, Clarissa passou também a receber convites de amizade e a conversar com candidatos que a encontram no Orkut e no Facebook. Em paralelo, executivos mais experientes ficaram responsáveis por apresentar a empresa e tirar dúvidas dos universitários. Nos anos anteriores, esses executivos participavam apenas de palestras organizadas em 60 universidades de todo o país. Desta vez, também conversaram com os potenciais candidatos em chats que aconteciam todas as sextas-feiras ao longo de dois meses. O mais concorrido deles, com o presidente João Castro Neves, atraiu 1 800 inscritos. “Esse tipo de interação é importante para mostrar que damos realmente valor ao programa”, diz Porto.

A triagem começou com uma prova online de inglês, português e conhecimentos gerais. Todos os candidatos que acertaram pelo menos metade das questões passaram para as fases seguintes, que previam a interação com funcionários da companhia. O primeiro contato foi com os trainees dos anos anteriores, que coordenaram as dinâmicas de grupo. À medida que as etapas avançavam, a graduação dos executivos que interagiam com os jovens também subia. Gerentes de fábrica faziam entrevistas em suas regiões. Diretores e o próprio Castro Neves cuidaram das etapas finais. Com o aumento do número de inscritos, mais executivos tiveram de se envolver no processo, já que a AmBev não terceiriza nenhuma etapa da seleção. Neste ano, 419 deles participaram de alguma fase do recrutamento — ante 300 em 2008.

O funil é tão estreito que dos 60 000 candidatos apenas 59 chegaram à última entrevista. Nessa etapa, eles foram divididos em dez grupos — e cada um deles se sentou frente a frente com Castro Neves e cinco diretores. Antes das conversas, cada executivo recebe uma espécie de dossiê com os pontos fortes e fracos de cada candidato e um relato sobre seu desempenho ao longo do processo. A entrevista dura cerca de 2 horas, e passa pelos mais variados temas. Os executivos perguntam o que cada candidato mudaria na companhia, questionam sobre quais os maiores líderes da atualidade, pedem opinião sobre temas polêmicos, como apagão e privatização. No fim, os aprovados devem ser escolhidos por consenso. “Queremos jovens com raciocínio lógico e brilho nos olhos”, diz Castro Neves.

Ao longo dos últimos 19 anos, o programa de trainees tem sido a principal máquina da fábrica de talentos em que a AmBev se transformou. Das 500 pessoas que já passaram pelo treinamento, 150 ocupam hoje cargos de gerentes seniores e 22 são diretores. Um deles, o carioca Luiz Fernando Edmond, tornou-se presidente em apenas 15 anos e, desde 2008, comanda as operações da ABInBev na América do Norte. Marcio Froes, presidente da Labatt no Canadá, também passou pelo processo. Desde o início os trainees são preparados para assumir cargos dessa importância. Nos primeiros cinco meses do programa, eles migram entre as fábricas, a área de vendas e a administrativa e têm a chance de conhecer cada detalhe do negócio — o que inclui tarefas tão distintas quanto carregar caixas de cervejas morro acima em favelas cariocas e participar de reuniões executivas no exterior. Depois, recebem cinco meses de treinamento na área que escolherem. Em dois anos, a maioria é promovida a gerente e, se cumprir as metas, embolsa até 18 salários extras por ano. A cobrança, como é de imaginar na ultracompetitiva cultura da AmBev, é proporcional às oportunidades. “Entrar no programa é só o primeiro passo”, diz Castro Neves. “Eu costumo dizer a esses jovens que eles precisam começar a entregar resultados logo no primeiro dia.”

Embora recordista em inscrições, a AmBev não é a única empresa que tem experimentado uma explosão no número de interessados em participar de seus programas de trainees. Na Unilever, que até o ano passado tinha o processo seletivo mais disputado do país, o número de candidatos passou de 35 000 para 47 000 no último ano. No Itaú Unibanco, o salto no mesmo período foi de 21 000 para 34 000 inscritos. Parte desse aumento se justifica pelo “congelamento” no número de vagas. Historicamente, a quantidade de companhias que oferecem esse tipo de recrutamento cresce 30% ao ano. Por causa da crise, em 2009 o número ficou estagnado em 200 empresas. Para Sofia Esteves, sócia e fundadora da Companhia de Talentos, consultoria especializada na coordenação de programas de trainees, a importância desse tipo de iniciativa deverá aumentar nos próximos anos. “Ter cada vez mais executivos qualificados vai ser primordial para um cenário de crescimento que deve vir pela frente”, diz ela. Nesse sentido, quebrar o recorde de candidatos é um bom começo — mas não uma garantia de que entre os 26 aprovados pela AmBev estarão os futuros diretores ou presidentes da companhia. “O tempo vai mostrar se essa é a melhor turma de nossa história”, diz Castro Neves.

– A Indústria das Apostas no Mundo do Futebol: legalidade e moralidade dos envolvidos no esporte.

O assunto é difícil, contestado, mas vale o debate sadio e produtivo: apostas futebolísticas.

É cada vez mais frequente em nosso país a oferta de apostas em esportes. A priore, quando se fala em “apostas”, poderia-se lembrar de rinhas de galo, bingos, cassinos. Mas as apostas em futebol não tem nada de ilegalidade, dependendo de quem se envolve no jogo (apostador e ofertante da aposta).

Seria hipocrisia defender a proibição de jogos de azar; afinal, o Brasil é um grande cassino e a Caixa Econômica Federal é o exemplo maior. Vide os números da Mega-Sena, Loto e outras loterias. Elas não são legalizadas e incentivadas pelo governo?

A novidade é a presença mais constante e notória de grandes empresas: Sporting Bet, Bwin, entre outras. A propósito, estas “casas de apostas virtuais” têm se tornado cada vez mais conhecidas. Salvo engano, estão estampadas em algumas placas publicitárias em estádios e camisas de times de grande expressão, como A.C. Milan e C.F.Real Madrid.

Para quem milita no futebol, talvez tenha um repentino frio na espinha ao ouvir falar sobre apostas. Afinal, há pouco tempo tivemos o escândalo envolvendo apostadores, que ficou conhecido como “Máfia do Apito”. Na Europa, um mega-escândalo envolvendo manipulação de resultados em jogos naquele continente acontece nesse momento. Claro, para nós, árbitros de futebol, a distância desse tema ou dessas casas é desejada e moralmente obrigatória. E isso é correto; é uma demonstração de lisura e incompatibilidade de funções. Se levado ao extremo – e extremo mesmo – se  descarte a permissão de árbitros, jogadores e dirigentes jogarem na Loteria Esportiva, Timemania ou aquela outra loteria onde se determina ganhador e perdedor dos jogos, com placares pré-determinados (perdoem-me o esquecimento do nome do jogo). Mas isso não quer dizer que o cidadão que jogar seja corrupto! Se contestará a ética e a moralidade, isso é lógico. Mas ao mesmo tempo, não vejo contestação da empresa Bwin ser a patrocinadora do Milan! Se fosse assim, interesses aflorariam cada vez mais em favor de derrotas ou vitórias mercê a quantidade de apostas.

Para quem “consome” os serviços de apostas, os apostadores propriamente ditos, as empresas que chegam ofertando seu negócio são idôneas, respeitadas mundialmente e transbordando lisura. Mas uma constatação preocupante: segundo Felipe Carneiro, em matéria da Revista Exame (link e citação abaixo), o dinheiro das apostas leva ao dono da banca a ter um lucro maior do que o dos traficantes de drogas. A recíproca é verdadeira aos apostadores, que podem ter um retorno médio de 20 a 30 vezes maior. E isso se revela simultaneamente idêntico no mundo inteiro. Por exemplo, estamos em dezembro, e na Suécia, um site de apostas paga 7 por 1 a cada euro apostado no Corinthians como campeão da Libertadores da América, mesmo com os adversários finais em definição (extraído de Gazeta Esportiva, citação abaixo)! É a globalização do futebol e das apostas.

A regulamentação das apostas ainda parece obscura em nosso país e o tema sombrio. Há de se separar as empresas sérias e os vigaristas, de se criar mecanismos de controle e fiscalização. Entretanto, a cada escândalo que estourar envolvendo máfia de apostadores, invariavelmente se levantarão suspeitas em primeiro lugar aos árbitros, em segundo aos dirigentes e em terceiro aos jogadores.

Alguém duvida desse panorama?

A seguir, as duas matérias acima citadas:

JOGO SUJO (clique aqui para link)

A máfia do mercado de apostas provoca o maior escândalo de manipulação de resultados da história do futebol europeu. O número de partidas sob suspeita já chega a 200

Em 2005, os resultados de 11 partidas do campeonato brasileiro da primeira divisão foram anulados devido a indícios de que o juiz Edilson Pereira de Carvalho manipulara os resultados para beneficiar uma máfia de apostas. Foi o maior escândalo da história da arbitragem do futebol brasileiro, mas está longe do mar de lama que atinge no momento os campos da Europa, onde 200 jogos estão sob suspeita, em 11 diferentes países. Até o momento, o grosso do escândalo se concentra em ligas nacionais de menor importância, como as da Hungria, da Bósnia e da Eslovênia. As autoridades que investigam o caso, no entanto, já encontraram indícios de crimes cometidos em três jogos das fases preliminares da Liga dos Campeões e 12 da Liga da Europa, as duas competições mais importantes entre os clubes do continente. Até o fechamento desta edição, o saldo das investigações era de 17 pessoas presas. Outras 200 continuam sendo investigadas, entre mafiosos, árbitros, jogadores e técnicos. “A fraude tira a razão de ser do esporte, acaba com a mágica da competição e, finalmente, mata o futebol. É o maior problema que enfrentamos hoje”, diz o ex-jogador francês Michel Platini, que ocupa atualmente o cargo de presidente da União das Associações Europeias de Futebol (Uefa).

Como a própria polícia alemã admite, as suspeitas que pairam hoje sobre o futebol europeu podem representar apenas a ponta de algo muito maior. O mercado de apostas, tanto o legal quanto o ilegal, cresce a uma velocidade assustadora no mundo inteiro. Um estudo feito pela Comissão de Mercado Comum de Serviços da União Europeia estima que somente o setor de apostas em esportes tenha crescido 129% na última década. A estimativa é que, em 2010, ele movimentará 19,5 bilhões de dólares na Europa. Como esse tipo de jogatina representa um fenômeno global, o tamanho do mercado é ainda maior. Segunda a revista americana Foreign Policy, o faturamento anual dos jogos de azar no mundo é 400 bilhões de dólares, incluindo-se aí também atividades como cassinos, bingos e loterias. As apostas ligadas a esportes representam cerca de 20% desse total, o equivalente a 80 bilhões de dólares. São números conservadores. Em boa parte da Ásia, tida como o maior mercado de apostas no mundo, o jogo não é permitido, por isso os números são apenas estimados.

O maior problema que o futebol enfrenta hoje é a inoperância das autoridades do esporte para combater a manipulação de resultados. A Fifa, autoridade máxima do esporte, não tem nenhuma política oficial para inibir a prática, bem como a maior parte das confederações nacionais, inclusive a brasileira. A exceção cabe justamente à Uefa, que criou em 2008 uma Unidade de Integridade para investigar as manipulações. Os próximos passos em estudo são tornar obrigatório por lei que jogadores e árbitros denunciem imediatamente qualquer abordagem feita pelos criminosos (como fez a Associação dos Tenistas Profissionais) e estabelecer uma espécie de disque-denúncia anônimo para que aqueles que forem cooptados saibam como agir, sem medo de represálias. Essas medidas representam um avanço, sem dúvida, mas ainda são tímidas diante da proporção que o problema atingiu. Boa parte dos mafiosos atua nas bolsas de apostas ilegais na Ásia, justamente porque lá o controle é pouco rigoroso — e muitas vezes os bookmakers estão envolvidos na fraude. “Os corruptores são profissionais e os sistemas de controle criados até agora no futebol são amadores”, afirma Hill.

CASA DE APOSTAS APONTA CORINTHIANS COMO FAVORITO À LIBERTADORES (clique aqui para link)

A manutenção de Ronaldo e a contratação de diversos reforços, especialmente o lateral-esquerdo Roberto Carlos, aumentaram a cotação do Corinthians diante dos apostadores. Segundo números apresentados pelo site sueco Betsson.com, o time é o principal favorito para conquistar a Copa Libertadores da América no ano de 2010, justamente o maior desejo de todos os torcedores, jogadores e diretores do alvinegro do Parque São Jorge.

Embora ainda restem duas vagas mexicanas para definir os 40 participantes, o site sueco decidiu divulgar a primeira parcial com a liderança corintiana. De acordo com os números apresentados, o Corinthians aumentará cada euro apostado, cerca de R$ 2,53, em sete vezes. Logo atrás do alvinegro aparecem dois rivais brasileiros: Flamengo e São Paulo, com a cotação de 8 para 1.As ausências dos principais gigantes argentinos (Boca Juniors e River Plate) credenciaram ainda mais os representantes brasileiros ao título mais importante da América do Sul. Na sequência de Corinthians, Flamengo e São Paulo, o Internacional e o Cruzeiro, atual vice-campeão do torneio continental, surgem como favoritos, aumentando em dez vezes a quantia apostada.
Atual campeão da Libertadores e vice mundial, o Estudiantes de La Plata aparece logo em seguida dos times brasileiros, ao lado do também argentino Velez Sarsfield e do mexicano Chivas. O trio paga 12 vezes o valor despendido por cada internauta. Lanús e Newell’s Old Boys fecham a lista dos dez primeiros favoritos, com a cotação de 20 para 1, a mesma de Nacional, do Uruguai, e San Luis, do México.
Na avaliação divulgada neste domingo, os dois adversários do Corinthians conhecidos até o momento estão na zona intermediária de favoritismo. O Independiente Medellín, da Colômbia, recebeu a quantidade de 30 para 1, enquanto o Cerro Porteño, do Paraguai, gerará um lucro de 50 vezes do valor para os apostadores, em caso de título.
A última vaga no grupo do Corinthians será disputada entre o Junior Barranquilla, da Colômbia, e o Cerro, do Uruguai. Caso Mano Menezes siga os números apresentados, o melhor adversário para o atual campeão da Copa do Brasil seria o time uruguaio, que obteve a pior cotação entre os 38 times (250/1). Os colombianos, por sua vez, aumentam em 50 vezes cada aposta.

Veja a lista com as cotações dos 38 times conhecidos da Libertadores:

1: Corinthians (BRA) – 7.00
2: São Paulo (BRA) – 8.00
Flamengo (BRA) – 8.00
4: Cruzeiro (BRA) – 10.00
Internacional (BRA) – 10.00
6. Estudiantes La Plata (ARG) – 12.00
Vélez Sarsfield (ARG) – 12.00
Chivas Guadalajara (MEX) – 12.00
9. Lanús (ARG) – 20.00
Newell’s Old Boys (ARG) – 20.00
Nacional (URU) – 20.00
San Luis (MEX) – 20.00
13. Banfield (ARG) – 25.00
Colón de Santa Fe (ARG) – 25.00
Colo Colo (CHI) – 25.00
Monarcas Morelia (MEX) – 25.00
17. Once Caldas (COL) – 30.00
Independiente Medellín (COL) – 30.00
Libertad (PAR) – 30.00
20. Universidad de Chile (CHI) – 40.00
Universidad Católica (CHI) – 40.00
22. Cerro Porteño (PAR) – 50.00
Junior Barranquilla (COL)- 50.00
24. Bolívar (BOL) – 75.00
Deportivo Quito (EQU) – 75.00
Universitário (PER) – 75.00
27. Alianza Lima (PER) – 100.00
Caracas (VEN) – 100.00
Deportivo Táchira (VEN) – 100.00
30. Real Potosí (BOL) – 150.00
Deportivo Cuenca (EQU) – 150.00
Emelec (EQU) – 150.00
Nacional (PAR) – 150.00
Juan Aurich (PER) – 150.00
Racing Club (URU) – 150.00
Deportivo Itália (VEN) – 150.00
37. Blooming (BOL) – 250.00
Cerro (URU) – 250.00

– Toyota compartilha Deveres e Lucros com fornecedores!

Muito boa a matéria da Revista Exame, de 17/12 (link abaixo), sobre a preocupação da Toyota em cobrar esforços dos seus fornecedores e repartir o lucro obtido com os mesmos. É por isso que o Toyotismo do século XXI tem-se destacado tão revolucionário quanto o Fordismo do século XX, com medidas extremamente diferentes.

Clique a seguir, em: O PROBLEMA É DE TODOS. O LUCRO TAMBÉM

– Itupeva recebe a Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida

pelo jornalista Reinaldo Oliveira

Nos dias 4 e 5 de janeiro, o município de Itupeva recebe a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida. A chegada solene da imagem na cidade será no dia 4 às 16h, na Paróquia de São Sebastião. Após a chegada, das 17h às 19h será realizada uma Vigília de Oração e, às 19h30 haverá celebração de Missa Solene, seguida de Procissão Luminosa e grande queima de fogos.

No dia 5 às 10h haverá a Recitação do Terço e às 15h acontece celebração da Santa Missa, Coroação da Virgem Mãe Aparecida, seguida de despedida.

O padre Adilson Amadi e os diáconos Márcio e Maurício convidam a população de Itupeva e região para este ato de Fé e Devoção à Nossa Senhora Aparecida

– Ateísmo contra Fiéis em Deus

Acreditar independe da crença religiosa. Mas como todo final de ano as revistas de grande circulação falam sobre os assuntos de religião e Deus, leio na Época da semana passada sobre a tentativa de provar ou não a existência de Deus, mitos e outros paradigmas e dogmas. É possível conciliar Crença e Ciência?

A matéria está neste link: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI111682-15228,00-EM+NOME+DE+DEUS.html, e possue vários outros links complementares. Vale a pena discutir.

Apenas faço a seguinte consideração, de uma encíclica de João Paulo II: “Fé e Razão são duas asas que nos elevam para o Céu”. Isso resume o que penso e acredito.