– L’Oreal e a Personificação de Produtos no Brasil

Há alguns dias, falamos em sala de aula sobre a personificação e a adaptação de produtos ao gosto dos clientes em determinados países. A L’Oreal, empresa que amargava maus resultados no Brasil, personalizou seus produtos e está tendo bons resultados. Compartilho interessante estudo de caso sobre o mesmo:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0957/gestao/brasileiras-gostam-514082.html

DO QUE AS BRASILEIRAS GOSTAM

Como a subsidiária da L’Oréal se reorganizou para, pela primeira vez em cinco décadas de atuação no Brasil, criar produtos que seguem as preferências de suas consumidoras locais.

Por dever de ofício, o francês François-Xavier Fenart tem sempre à mão alguma estatística a respeito do gosto feminino no que se refere ao uso de cosméticos. É um repertório que vem ganhando cor local ao longo de seus quase cinco anos como presidente da subsidiária da L’Oréal no Brasil. Para ele, isso significou em grande parte se tornar um especialista em cuidados com cabelos — uma verdadeira obsessão no país, a começar pelo uso trivial do xampu. As brasileiras lavam as madeixas em média 4,9 vezes por semana — enquanto as francesas se dedicam à tarefa 2,9 vezes no mesmo período. Também há poucos lugares do mundo em que as mulheres façam tantos tratamentos para alisar os cabelos. Com uma notável predileção por fios lisíssimos, um terço das brasileiras quer se livrar das ondas. A desenvoltura em discorrer sobre essas e outras preferências reflete o interesse de Fenart pelo segundo maior mercado de produtos para cabelos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, com vendas de 7 bilhões de dólares em 2008. Para entregar cada vez mais a essas consumidoras o que buscam, Fenart criou algo inédito para a subsidiária da L’Oréal, fundada em 1960 — um laboratório brasileiro. As primeiras fórmulas 100% nacionais começaram a chegar ao mercado em setembro de 2008. “Antes tínhamos de disputar com outros países nossos laboratórios no exterior”, afirma Fenart. “Agora temos autonomia para fazer tudo aqui mesmo.”

Atualmente, existem seis linhas de produtos e mais de 100 fórmulas de marcas como Elsève e Garnier à venda, que saíram diretamente do centro de pesquisas inaugurado em abril de 2008, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. É o quarto laboratório da L’Oréal em funcionamento fora da Europa — os demais estão nos Estados Unidos, no Japão e na China. Sua abertura, que exigiu investimentos estimados em 50 milhões de reais, demonstra a relevância que o Brasil assumiu para a matriz francesa, que atua em 130 países. Em 2008, a subsidiária tornou-se a segunda maior do mundo para a empresa, com faturamento estimado em 1,2 bilhão de reais. No primeiro semestre deste ano, as receitas da L’Oréal no Brasil cresceram 21% em relação ao mesmo período do ano passado. Os produtos criados pelos pesquisadores brasileiros correspondem já à metade desse aumento — ou cerca de 60 milhões de reais. “Esse é um mercado muito fragmentado, com um ritmo acelerado de lançamentos”, diz Ruy Santiago, da consultoria Bain & Company. “Quem conseguir multiplicar a oferta e entender melhor a consumidora vai crescer mais.”

A L’Oréal começou a criar produtos para atender aos desejos das brasileiras cerca de um ano mais tarde que a sua principal concorrente, a Unilever. Dona das marcas Seda, Dove e Clear, a Unilever montou um centro de pesquisa e desenvolvimento no Brasil no final de 2006. A estratégia estancou a queda que seus produtos registravam desde 2003. A  Unilever, ainda é a líder, mas sua participação passou de 20% para 17% entre 2003 e 2006, segundo a consultoria Euromonitor. Com o lançamento de novos produtos, manteve uma fatia de mercado no patamar de 16% nos últimos três anos. (Parte da perda se deve ao crescimento de concorrentes locais, como a carioca Niely, criada nos anos 80 no subúrbio carioca e que hoje tem cerca de 6% de participação no segmento de xampus e condicionadores do país.) No caso da L’Oréal, cuja participação se mantém estável em 14%, a tática é se mexer para ganhar espaço.

O marco zero do laboratório foi a contratação de um diretor de desenvolvimento em fevereiro de 2007 — o francês Roland de La Mattrie, vindo de uma trajetória de três décadas na pesquisa de produtos na França. Uma de suas primeiras medidas foi buscar especialistas para iniciar a área — três pesquisadores e quatro técnicos. “Pela primeira vez, procuramos em universidades e concorrentes gente capaz de desenvolver fórmulas a partir do zero”, diz Claudia Klein, diretora de RH da L’Oréal. Um mês após a contratação, pesquisadores e técnicos partiram para um ano de treinamento prático na sede da empresa, em Paris. Ao longo desse período, eles levaram os resultados de uma pesquisa realizada com consumidoras brasileiras para a criação de um produto que combatesse ao mesmo tempo cinco problemas — quebra dos fios, ressecamento, opacidade, rigidez e pontas duplas. “As mulheres usavam muitos produtos ao mesmo tempo e não ficavam satisfeitas”, diz Olivier Blayac, diretor de desenvolvimento para a América Latina, que chegou ao país em abril deste ano para substituir Mattrie, que se aposentou. Em agosto de 2008, a empresa chegou à primeira versão dessa linha de produtos, lançada em setembro com o nome Elsève Reparação Total 5. Em abril deste ano, a linha já era a mais vendida da marca Elsève no Brasil e a terceira mais vendida entre as centenas de produtos para cabelos vendidos no país, com participação de quase 2%, segundo a Nielsen.

Para testar as fórmulas, a L’Oréal montou uma espécie de campo de testes em sua sede, na zona sul do Rio de Janeiro. Além das pesquisas quantitativas e qualitativas de praxe, o centro inclui a filmagem de consumidoras voluntárias tomando banho para entender detalhes do uso de cada xampu ou condicionador. O centro é capaz de filmar simultaneamente até 15 mulheres. “Se uma delas aplica o produto muitas vezes, podemos concluir que a consistência não é espessa o suficiente. Ou, se o enxágue é muito demorado, talvez esteja denso demais”, diz Ana Paula Rosa, técnica que coordena a avaliação de produtos. Antes e depois do banho, os técnicos pesam a embalagem para calcular a porção usada. Em seguida, entrevistam as mulheres antes de enviar as recomendações de mudança. Em seguida, o produto reformulado é testado de novo com até 300 mulheres, em pesquisas de opinião ou qualitativas, conforme a informação de que a companhia precisa. Até a linha de produção, o período de criação de uma nova linha de cosméticos leva de seis meses a um ano. Concluída a fase, a versão final da fórmula segue para uma minilinha de produção montada ao lado da fábrica em Duque de Caxias — outra invenção local. “A minifábrica acabou com interrupções na produção”, diz o diretor Blayac. Um dos lançamentos mais recentes é o Garnier Liso Absoluto, para tornar escovas e chapinhas mais duradoras, que chegou ao mercado em abril deste ano.

Neste ano, a L’Oréal contratou a 20a funcionária de seu laboratório, uma pesquisadora para se dedicar ao desenvolvimento de cremes para a pele — um mercado menor que o de cabelos, mas também em expansão. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, o Brasil ocupa o sexto lugar entre os maiores do mundo nesse segmento, com vendas de 3,6 bilhões de dólares em 2008. Em 2005, ocupava apenas o nono lugar. Recentemente, a empresa também começou a exportar os produtos desenvolvidos no Brasil. É o caso da linha Elsève Reparação Total 5 — hoje vendida em dez países da América Latina e da Europa. Segundo Fenart, o Brasil tem sete entre os oito tipos de cabelos catalogados pela indústria de cosméticos. A grande variedade permite, portanto, a criação de novidades de apelo universal. “O Brasil é um laboratório vivo”, diz Fenart. “Vamos nos tornar uma base de pesquisas para todas as partes do mundo.”

– Palavras Ditas sem Razão, no Calor da Emoção, poderão dar Punição

Nesse ano, pudemos observar alguns excessos quanto à conduta de alguns dirigentes de futebol. Da prática esportiva ao sentimento de ódio, perdeu-se totalmente a razão em nome da competitividade, desprezando-se o espírito desportivo. Já pudemos, outrora, falar da covardia em se comparar rendimento entre atletas e árbitros (clique aqui para a matéria). Entretanto, algumas ações para o Paulistão-2010 serão adotadas: declarações contra árbitros ou questionamentos sobre a moral, darão possibilidade para envio do declarante ao TJD-SP.

Extraído de: http://www.safesp.org/Noticias/novosbelluzzos.htm

ÁRBITROS SE ORGANIZAM CONTRA NOVOS BELUZZOS

Ofensas de cartolas contra arbitragem serão levadas a TJD e Ministério Público. FPF e sindicato da categoria, que temem por casos de agressões contra juízes, irão monitorar declarações de dirigentes no Paulista-2010.

Para evitar novos “casos Belluzzo” em 2010, a Federação Paulista de Futebol e o sindicato dos árbitros vão monitorar declarações de dirigentes, técnicos e jogadores de futebol.

Autores de discursos mais exaltados contra juízes e assistentes, antes ou após as partidas, serão denunciados ao TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) paulista e até mesmo ao Ministério Público Estadual.

O objetivo é evitar que episódios como o protagonizado pelo presidente do Palmeiras no Nacional. Luiz Gonzaga Belluzzo criticou e ameaçou publicamente o árbitro Carlos Eugênio Simon após a anulação de um gol palmeirense em jogo contra o Fluminense no Brasileiro.

“Declarações precisam ser dadas com cuidado, principalmente quando envolvem torcedores”, afirmou ontem o coronel Marcos Marinho, chefe da arbitragem paulista, durante evento em que foram anunciadas novas medidas para o setor no Campeonato Paulista.

Para o presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, os árbitros paulistas precisam usar o Estatuto do Torcedor para coibir declarações ofensivas.

“O sindicato [dos árbitros] tem sido bastante atuante nisso. Toda vez que algum dirigente infringir o Estatuto do Torcedor, pressionando o árbitro antes da partida, haverá uma representação no STJD e no Ministério Público”, afirmou.

Declarações contra árbitros devem ser encaradas com mais firmeza, afirmou o presidente do Safesp (Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo), Dárcio Pereira. Ele explica que não haverá radicalismo -nem toda crítica aos juízes será denunciada ao STJD ou Ministério Público. Mas diz que ofensas não podem ser vistas com naturalidade.

“Há certas declarações de técnicos e dirigentes contra árbitros que o sindicato deveria ter uma posição mais firme”, disse. “Sempre que houver algo polêmico, que possa atingir a moral, a dignidade e o respeito do árbitro, e o árbitro nos permitir, vamos contestar”, disse.

O sindicalista também cita casos de agressões. No jogo entre Coritiba e Fluminense, o trio de arbitragem foi agredido por torcedores. Uma semana antes, em Campinas, um torcedor chegou a trocar socos com um assistente na derrota do Corinthians para o Flamengo.

“Temos um departamento jurídico e prestamos assessoria gratuita aos árbitros sindicalizados. Neste campeonato [Brasileiro], tivemos até agressões contra árbitros. Isso é inadmissível”, declarou Pereira.

Belluzzo, suspenso por nove meses pelo STJD, não foi o único a disparar contra árbitros no Campeonato Brasileiro-09. O vice de futebol do Flamengo, Marcos Braz, chamou de “canalha” a arbitragem de Nielson Dias na vitória sobre o Santos -Dias marcou dois pênaltis a favor do Santos. O dirigente foi absolvido por falta de provas.

– Banco de Olhos de Sorocaba vive problema por “Excesso de Capacitação”

Nos dias atuais, estão cada vez mais comuns as correntes de e-mail. Notícias falsas sobre pessoas ou entidades, fatos ou eventos. Golpes surgem através de anexos com vírus, ou ainda simplesmente pelo tolo prazer do criador de uma falsa informação em ver sua invenção tomar corpo.

O Banco de Olhos de Sorocaba vive esse problema. Um e-mail que circula por aí (eu mesmo já recebi essa mensagem) diz que sobram córneas para transplante no hospital, o que é mentira. Já viu hospital público ocioso? Imagina o sufoco dos profissionais que ali trabalham, em dividir seu tempo com desmentidos? Para piorar, tal mentira apareceu até na TV!

Enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira:

BANCO DE OLHOS DE SOROCABA É VÍTIMA DE NOTÍCIA FALSA

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) que é referência no Brasil para pessoas que necessitam de transplante de córneas, e que faz captação de córneas em todo o País, está sendo vítima de uma falsa notícia veiculada pela internet. De acordo com informações do administrador do BOS, Edil Vital de Souza, a procura por pacientes que necessitam de transplante é maior do que o número de córneas captadas. E devido uma má interpretação de uma notícia sobre o BOS, veiculada em um jornal de TV, por um médico da região de Presidente Prudente/SP, a má interpretação desta notícia está causando transtornos ao BOS. Este médico, que não tem nenhum vínculo com o BOS, após ver a notícia, fez circular um e-mail pela internet dizendo que o BOS, que é conveniado pelo SUS e tem capacidade para realizar 300 (trezentos) transplantes por mês, pois há um estoque de córneas suficiente para a realização dos mesmos, está realizando somente 120 (cento e vinte) transplantes por mês devido a falta de pacientes e que as córneas não utilizadas estão sendo jogadas fora por passarem do tempo de utilização e validade. O administrador do BOS, esclarece que esta notícia não é verdadeira e em conseqüência dela pode resultar numa diminuição de pessoas doadoras de córneas. Por este motivo ele faz um apelo para que as pessoas continuem a doarem córneas para o BOS e informa que atualmente existe no País mais de 25 mil pessoas na fila de espera por um transplante de córnea.

SERVIÇO: Conheça um pouco mais sobre o BOS através do www.bos.org.br

– Censura, Censuradores da Moral e Corruptores

A “Justiça” ainda mantém a censura ao Jornal “O Estado de São Paulo”. O Estadão está há tempos proibido de noticiar crimes da família Sarney. É uma vergonha dizer que vivemos numa democracia. Onde está nosso presidente tão democrático para questionar o Judiciário? O Executivo se cala e o Legislativo se omite. Todas as mídias estão repercutindo a decisão. Na Folha de São Paulo desse sábado, em editoral, a FSP defendeu seu concorrente e a imoralidade do caso.

Não eram esses caras que hoje estão no poder e que pregavam outrora a liberdade contra a ditadura? São da mesma turma daqueles que oram pela propina. Aliás, não me conformo ainda com a nojenta cena dos corruptos de Brasília agradecendo pelo dinheiro desviado. Devem estar orando ao diabo…

 

– A Importância das Mulheres em Minha Vida

Sempre fui apegado a família. Traços latinos, conciliando o amoroso e bruto.

Nessa semana, se viva nesse mundo, minha mãe completaria 55 anos. Há 12 ela está no Jardim do Céu, contemplando face-a-face o Criador. E isso nos consola.

E como as mulheres são as flores do jardim desse mundo, o perfume e a ternura dessas obras maravilhosas rodeiam a minha vida: minha mulher, minha filha e minha irmã.

Hoje me alegro e me sinto responsável pela segurança e felicidade desses presentes de Deus! Aqui, todas as mulheres da minha vida (mamãe ao fundo, no céu azul que representa e ilustra a beleza do Paraíso)

– Estaremos Hoje na Recopa Sulbrasileira

Não importa a data, categoria ou importância. Importa é estar escalado, vestir o uniforme e entrar em campo. Com muito prazer, trabalharemos hoje em Votorantim, na 3a. Recopa Sulbrasileira.

Acompanhe-nos pela transmissão da RedeVida. Sobre o jogo, informações abaixo do site da FPF:

Com trajetórias parecidas, Votoraty e Serrano se enfrentam na Recopa

Campeão da Série A3 do Campeonato Paulista e da Copa Paulista de Futebol, que lhe garantiu vaga na Copa do Brasil, o Votoraty inicia neste sábado a disputa que pode lhe render a tríplice coroa em 2009. O clube tenta uma vaga na final da III Recopa Sulbrasileira, às 16h, em Votorantim, contra o Serrano, do Paraná, que tem trajetória semelhante à dos paulistas. O jogo terá transmissão da Rede Vida.

Apenas quatro anos depois da sua fundação, o clube de Votorantim vai fazendo história no futebol paulista e entrou no cenário nacional com a disputa da Copa do Brasil. Em três anos de disputa da Série A3, conquistou o titulo da competição neste ano e subiu para a Série A2. Venceu a Copa Paulista enfrentando equipes da elite do futebol paulista.

Do Paraná, chega uma equipe com uma trajetória ainda mais surpreendente. Fundado em 1º de setembro 2007, o clube sagrou-se campeão da 3ª Divisão do Campeonato Paranaense no ano seguinte e, nesta temporada, antes de completar o segundo ano de fundação, conquistou a Divisão de Acesso, entrando na disputa da elite do futebol paranaense.

Para a partida, o técnico Fernando Diniz, do Votoraty, terá à disposição todo o grupo que goleou o Paulista na decisão da Copa Paulista, por 5 a 1, e a tendência é que mantenha a escalação. “Ele tem todos os jogadores concentrados e deve utilizar força máxima. Vamos entrar em campo para ganhar, como sempre o fazemos”, afirmou o presidente do clube, Maurício Poggi Vilela, o Mauricinho.

Desta maneira, Diniz deve manter o time no 3-5-2, com o experiente Marco Aurélio na ala-direita e Raul na esquerda; Marcos Dias e Helder no meio-de-campo dão suporte para o trio ofensivo: Rafinha, Paulo Krauss e Neizinho.

No Serrano, o treinador Carlos Nunes deve deixar o experiente meio-campista Joel no banco de reservas. O recém-contratado atacante Renaldo – que com a camisa do Atlético Mineiro foi artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1996, com 16 gols, ao lado de Paulo Nunes, do Grêmio – não viajou e é desfalque na competição.

Ficha técnica 

Votoraty (SP): Juliano; Henrique, João Paulo e Anderson Luiz; Marco Aurélio, Marcos Dias, Helder, Rafinha e Raul; Paulo Krauss e Neizinho.
Técnico: Fernando Diniz.

Serrano (PR): Val; Hugo, Jonatan, Índio e Anderson; Bruno, Tiago, Rocha e Massai; Robinho e Alcimar. Técnico: Carlos Nunes.

Arbitragem: Kleber José de Melo, Rafael Ferreira da Silva, Thiago Rodrigues Schulze e Rafael Porcari.
Local: Estádio Domênico Paolo Mettidieri, em Votorantim.
Data e horário: 12 de dezembro, às 16h