– Bradesco compra o Ibi da C&A

Com quem pode, não se brinca! O Bradesco está comprando o Ibi, braço financeiro das Lojas C&A, por R$ 1,4 Bi ! Tudo isso visando uma participação maior no mercado de cartões de crédito, que é o forte da empresa.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,bradesco-compra-banco-ibi-por-r14-bilhao-em-acoes,382817,0.htm

Bradesco compra Banco ibi por R$ 1,4 bilhão em ações

O Bradesco confirmou nesta sexta-feira, 5, em comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a assinatura de termo de compromisso para comprar a totalidade do capital social do Banco ibi, ligado à rede varejista C&A, conforme matéria publicada no Estado. O valor da operação é de cerca de R$ 1,4 bilhão, pagos em ações do Bradesco.

Conforme o comunicado, o valor deve ser ajustado e as ações que serão entregues aos acionistas do Ibi representavam, na data de ontem, aproximadamente 1,6% do capital social do Bradesco. As empresas ibi serão convertidas em subsidiárias integrais do Bradesco.

Além do compromisso de incorporação de ações firmado com os acionistas do Ibi, “é parte do negócio a celebração de parceria com a C&A Modas, pelo prazo de 20 anos para, em conjunto, comercializar, com exclusividade, produtos e serviços financeiros por meio da rede de lojas C&A”.

A operação envolve a transferência, para o Bradesco, de 100% das ações do Banco ibi, da ibi Corretora de Seguros Ltda, ibi Promotora de Vendas Ltda e ibi Participações Ltda.

Com a aquisição, o Bradesco eleva sua base de cartões de crédito private label de 13,3 milhões para 34,1 milhões, segundo dados do fim de 2008 divulgados pelo banco. Enquanto isso, a base de cartões bandeirados do banco passa de 22 milhões para 31,8 milhões.

Enquanto isso, o Bradesco adiciona faturamento de R$ 9,9 bilhões a sua operação de cartões de crédito, segundo dados do fim do ano passado, para R$ 56,5 bilhões. O ibi, que vai se tornar subsidiária do Bradesco, tinha ao final do ano passado patrimônio líquido de R$ 928 milhões e ativos totais de R$ 5,6 bilhões.

Conforme o Bradesco, a transação inclui o direito de uso da marca ibi no Brasil por prazo indeterminado e “permitirá ampliar e fortalecer suas operações envolvendo produtos e serviços financeiros, especialmente cartões de crédito”.

A operação ocorre depois que o Bradesco caiu da primeira posição entre os bancos privados do país após o Itaú ter assumido o controle do Unibanco. As últimas aquisições importantes do Bradesco incluem a corretora Ágora em 2008, por cerca de R$ 800 milhões, e do banco BMC, em 2007, também por aproximadamente R$ 800 milhões.

A concretização da operação está subordinada à aprovação das autoridades competentes e das assembleias gerais do Banco ibi e do Bradesco.

– Imagens Arranhadas Publicamente

Excesso e falta de sinceridade que mancham uma imagem de respeitabilidade. Duas personagens publicamente conhecidas e distintas nos dão esses exemplos: o premier italiano Silvio Berlusconi e o jogador de futebol Carlos Alberto.

O político italiano, recentemente, teve fotos dele divulgadas em jornais onde estava em verdadeiras orgias, com jovens seminuas e até mesmo outras pessoas peladas. Há dias, sua mulher já houvera pedido o divórcio e Berlusconi, às vésperas de eleição na Itália, disse que aquilo tudo “não era nada de mais”. Ao ver as fotos, a quantidade, a “mostra de suas virtudes” e a beleza dessas garotas, nitidamente se vê que não é bem assim…

Já o boleiro Carlos Alberto, numa interessante entrevista à última edição de Placar (que aliás trás uma importante matéria sobre critérios de arbitragem, a ser postada em breve nesse espaço), relatou as dificuldades que teve nos diversos clubes que já jogou: Fluminense, Seleção Brasileira, Porto, Corinthians, Werder Bremem, São Paulo, Botafogo, Fuminense de novo e agora Vasco. Nestes, teve contusões, síndrome do Pânico, hipertireoidismo, insônia e até encosto espiritual! Na matéria, sinceramente diz que já trocou cusparada e socos com Teves, ficou pelado xingando o treinador Leão no vestiário, socou um alemão no Werder, desmaiou por coma alcoólico em treino e tudo mais. Detalhe: apenas 24 anos…

Dois exemplos de que uma imagem pode ser manchada facilmente, e que o profissionalismo e seriedade hão de ser uma meta a ser conquista com árdua mudança comportamental.

– Carreira: Definindo os Rumos?

Especialista ou generalista? O que fazer na Carreira? Como Fazer? Onde Fazer?

Tais dúvidas foram muito bem abordadas nesse ótimo texto de Adriano Silva, do “Blog do Executivo Ingênuo”, voltado aos estudantes de Administração de Empresas, jovens executivos é pós-graduandos.

Pela irreverência e ótima qualidade, dentro de um assunto corriqueiro à nossa formação profissional, compartilho com os amigos:

QUANTAS ALMAS VOCÊ TEM?

Tem gente que é especialista. Que define desde o comecinho da carreira o que deseja fazer da vida e decide, sobretudo, o que não quer fazer. Essas pessoas enveredam por um caminho profissional bem definido e não se afastam dele por nada. Costumam pensar o seu talento como uma coisa única e, portanto, recusam tudo que não for precisamente aquilo que escolheram fazer. Dizem para os outros e para si mesmas que só sabem fazer aquilo, que não sabem fazer outra coisa, e avançam por aquela carreira, vida afora, sem olhar para trás.

E tem gente que é generalista. Que gosta de fazer uma coisa mas não descarta fazer outras. Essas pessoas investem num caminho profissional mas mantêm sempre um olho nas alternativas, nas realidades paralelas. Costumam pensar seu talento como uma coisa multifacetada e, portanto, não raro, decidem ir lá ver que outra vida poderiam ter se tomassem outros rumos, se tentassem a mão em outras áreas. Alguns podem até ver profissionais desse naipe como inconstantes, como gente que antes de avançar demais em um determinado caminho, troca de caminho e começa tudo de novo. Mas eles preferem se ver como talentos irrequietos, profissionalmente curiosos, ávidos por conhecer mais e viver coisas novas. E, assim, tratam de viver várias vidas numa só.

Eu acho que, no fundo, tenho alma de especialista. Sinto uma certa inveja de quem se embreta num só fazer sem medo algum de abrir mão do descortínio, de não contar com tantas rotas de fuga e saídas de incêndio caso aquela carreira deixe de oferecer boas oportunidades e simplesmente vá para o vinagre. No entanto, minha carreira tem sido bastante generalista. Devo ter também, em algum lugar (não precisa dizer onde), um bichinho que me faz sempre romper o horizonte, quebrar as paredes e colocar as minhas eventuais competências sempre em vários cestos ao invés de jogá-las integralmente num cesto só. Ainda não sei se isso mais me ajuda (tenho de fato construído algumas obras relevantes ao longo da carreira) ou mais me prejudica (será que eu poderia ser muito melhor em alguma coisa específica se eu tivesse me entregado a ela de corpo e alma há duas décadas?)

Enquanto não sei responder a isso, vou vivendo. Escapando do tédio do especialista – às vezes com nostalgia de uma carreira com um escopo menor. E vivendo as turbulências dos vários recomeços do generalista – às vezes com vontade de ter um pouquinho mais de mesmice e calmaria em minha rotina.

E você?

– Nossa Linda Família

Obrigado Senhor, pelas pessoas maravilhosas

que Tu colocas em nossas vidas!

Apesar de tantos defeitos que temos, a alegria de viver que Tu colocas em nossos corações tudo suplanta, tudo perdoa, e nos faz espelhar na inocência e beleza dos pequeninos!

– Como Lidar com as Crises e Conflitos

A psicóloga e logoteraupeta Manuela Melo tratou recentemente de um tema de difícil abordagem: como lidar com as crises e conflitos, partindo de um ponto de vista cristão.

Por ser um texto encorajador e motivacional, compartilho com os amigos:

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11478

Como lidar com as crises e conflitos

Eles podem trazer grandes oportunidades

As crises e os conflitos fazem parte da existência humana, deparamos com essas situações muitas vezes em nossa vida, como, por exemplo, no período da adolescência, em função das mudanças que acontecem em nosso corpo, as quais na maioria das vezes não entendemos; fato que gera sofrimento. Na verdade, os conflitos existem desde o início da humanidade e fazem parte do processo de evolução humana. Eles são necessários para o desenvolvimento e o crescimento de qualquer sistema familiar, social, político e organizacional. São fonte de ideias novas, podendo criar oportunidades de discussão sobre determinados assuntos, revelando o positivo e permitindo a expressão e a exploração de diferentes pontos de vista, interesses e valores.

Com isso entendemos que em alguns momentos, e em determinados níveis, o conflito pode ser considerado necessário para não entrarmos num processo de estagnação. Precisamos entender que essas fases conflituosas, as quais, muitas vezes, nos parecem anormais e intoleráveis, são inseparáveis da existência humana e não configuram algo exclusivamente negativo. Portanto, a nossa primeira atitude é encarar esses momentos difíceis como acontecimentos normais da nossa condição humana e buscar passar por eles da forma mais positiva possível. Para isso, vamos entender melhor o que significa a palavra “crise”. 

A palavra “crise” se origina da palavra grega “krísis” e significa: manifestação violenta e repentina de ruptura de equilíbrio; também definida como fase difícil, grave, na evolução das coisas, dos fatos, das ideias; é também um estado de dúvidas e incertezas; momento perigoso ou decisivo; ponto de transição entre um período de prosperidade e outro de depressão; tensão, conflito. 

A Bíblia apresenta a palavra “crisol”, que leva à interpretação da palavra “crise” como purificação. Crisol é definido como um cadinho, um recipiente das máquinas fundidoras, onde se derrete o metal e os materiais diferentes são separados. Além disso, no dicionário também há o significado de servir para evidenciar as boas qualidades do indivíduo. Enquanto que essa palavra em chinês é representada pelo mesmo símbolo que oportunidade. 

Podemos dizer, então, que esses momentos críticos e conflituosos não são necessariamente negativos; a maneira como lidamos com eles é que pode gerar algumas reações. A questão, portanto, é como lidamos com essas fases adversas. Podemos agir de diversas formas: ignorá-las, abafá-las, resolvê-las ou transformá-las numa oportunidade de crescimento. A maneira como lidamos com nossos afetos e emoções são determinantes na forma como nos relacionamos com os outros e com as crises

Vamos então para algumas dicas práticas de como lidar com as crises e conflitos:  

• Precisamos nos conhecer, isto é, entender como lidamos com os nossos afetos e emoções, pois, quanto mais nos conhecemos, tanto mais facilmente podemos trabalhar com as dificuldades de forma positiva e como fonte de crescimento pessoal; 

• Mesmo que o problema não parta de nós, precisamos começar o trabalho conosco. Procurar um culpado pela situação pode apenas retardar e até mesmo aumentar o problema; 

• Precisamos analisar a situação para entender o que realmente está acontecendo, para assim buscar alternativas de solução e escolher aquela alternativa que julgarmos mais plausível; 

• Precisamos aperfeiçoar nossa capacidade de ouvir e falar. Com essa postura, silenciamos nossa voz interna e deixamos crescer a voz do outro, permitindo que esta soe clara dentro de nós. O desejo mais profundo do coração humano é o de ser compreendido: perceber isso é possibilitar um processo eficaz de comunicação, o que é um facilitador para a resolução dos momentos conflituosos; 

• Quando estamos errados, precisamos reconhecer os nossos erros e até mesmo ter a coragem de buscar ajuda quando necessário. 

O que podemos concluir com isso é que as crises não apresentam apenas um sentido pejorativo; ao contrário, elas podem ser grandes oportunidades. Quando uma adversidade acontece é o momento ideal para separarmos o que temos de bom do que temos de ruim, fazendo dela a oportunidade de que os chineses falam e aproveitando para sermos melhores e crescer. 

Manuela Melo
psicologia@cancaonova.com
Missionária da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia, com especialização em Logoterapia e MBA em Gestão de Recursos Humanos.

– O Homossexualismo no Futebol: Jogadores e Árbitros Gays

Há pouco, leio que na Inglaterra, desde o começo do ano, os dirigentes da Premier League lançaram uma campanha contra a homofobia nos estádios. Para a temporada 2009/2010, ações publicitárias e depoimento de atletas pedirão a tolerância ao público gay tanto dentro como fora de campo.

É claro que o assunto é polêmico. Tanto o homossexualismo masculino quanto o feminino traz à tona o velho discurso de ser politicamente correto. De fato, é uma árdua missão fazer com que torcedores respeitem a opção sexual manifestada publicamente quando a mesma é diferente da sua. No Rio de Janeiro, já é conhecida a Fla-gay, braço organizado flamenguista de torcedores homossexuais. Tudo isso é um tabú social, não exclusivamente esportivo.

Mas o destaque da matéria, retirada do GloboEsporte.com, é um link para outra manchete, de um mês atrás: Árbitro gay é impedido de apitar.

Como o assunto se diz respeito a uma atividade que exercemos (arbitragem), e o futebol é uma paixão nacional, compartilho com os amigos.

(Apenas por curiosidade: e se um árbitro ou um jogador de time grande assumisse a sua homossexualidade no Brasil, o que aconteceria com o mesmo?)

(Extraído de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1125725-9842,00-APOS+ASSUMIR+SER+GAY+JUIZ+E+PROIBIDO+DE+APITAR+NO+FUTEBOL+DA+TURQUIA.html)

Após assumir ser gay, juiz é proibido de apitar no futebol da Turquia

Um árbitro turco, cujo nome não foi divulgado, foi proibido de apitar jogos no futebol da Turquia após assumir ser gay. A informação é do diário turco “Hurriyet”.De acordo com as leis do país, homossexuais não podem prestar serviço militar. Usando dessa prerrogativa, a Federação Turca de Futebol excluiu o juiz das competições oficiais organizadas pela entidade.

 

 

– O artigo 25 da lei arbitral da Federação indica que as pessoas que estão isentos do serviço militar não podem trabalhar como árbitros – disse Osman Avci, secretário geral da Junta Central de Árbitros.

Indignado, o juiz homossexual pensou em entrar na justiça, no entanto, como a Federação está baseada em uma lei, ele pensar tomar outra atitude.

 – Tive a ideia de levar a questão ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. Mas agora estou confuso. Inclusive, penso me mudar do país e viver noutro lugar – observou.

No Brasil, dois ex-árbitros de futebol assumiram ser homossexuais no passado: Valter Senra e Clésio Moreira dos Santos, o popular Margarida, que faleceu em 1995.

– Dia Mundial do Meio Ambiente

Cada vez mais as organizações estão se preocupando com a preservação do meio ambiente e práticas responsáveis nas suas empresas. Para muitos, o Ministério do Meio Ambiente deveria, por exemplo, ser mais importante que o Ministério da Fazenda.

Compartilho com os amigos ótimo artigo do “O Estado de São Paulo” a respeito desta data, trazendo opiniões de pessoas de áreas diversas da sociedade brasileira a respeito dessa temática. Afinal, nesse dia 31 se celebra o “Dia do Meio Ambiente”.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid382385,0.htm

Múltiplas visões sobre o meio ambiente no Brasil

Personalidades com conhecimento na área dizem o que melhorou e o que piorou no último ano no País

Cinco personalidades com visões diferentes sobre o ambiente no Brasil falam dos avanços e retrocessos na área. Na lista estão o embaixador e ex-ministro do Meio Ambiente e Amazônia e da Fazenda Rubens Ricupero; o físico, professor, ex-ministro da Educação e ex-secretário de Ciência e Tecnologia de São Paulo José Goldemberg; o bispo da CNBB dom Pedro Luiz Stringhini; o empresário do ramo de mineração e energia Eike Batista; e a atriz Christiane Torloni.

Com exceção de Goldemberg e Eike Batista, todos se mostraram preocupados com projetos que tramitam no Congresso e tentam retirar da União, transferindo para Estados e municípios, a prerrogativa de fixar, por exemplo, o tamanho das áreas de proteção permanente às margens dos rios e córregos. “Sei pela minha experiência que Estados e municípios são os que menos zelam pelo ambiente”, diz Ricupero. “Basta ver como madeireiros financiam as eleições no Pará.”

 Para a atriz Christiane Torloni, é preciso uma mobilização da sociedade para conhecer os políticos que querem alterar o código florestal para que eles não sejam eleitos. “Podemos fazer isso democraticamente”.

O QUE AVANÇOU E O QUE RETROCEDEU?

Rubens Ricupero – ex-ministro e embaixador

“A maioria das coisas ficou na mesma. Eu uso como referência o tempo em que fui ministro do Meio Ambiente e Amazônia, entre 1993 e 1994. Nesse tempo, questões como o desmatamento da Amazônia e zoneamento ecológico não registram avanços. Os únicos avanços que tivemos no período foram tecnológicos, mas, infelizmente, não seguidos da mesma eficiência na repressão. Pode haver um retrocesso se esse projeto da bancada ruralista passar, em que Estados e municípios podem definir o porcentual de floresta a ser preservado, o que é muito preocupante”

 José Goldemberg – professor da USP

“A redução do desmatamento na Amazônia e a sinalização do Ministério do Meio Ambiente pelo estabelecimento de metas, além de um projeto do Executivo de São Paulo propondo limites para emissões de gases de efeito estufa, finalizaram um cenário de avanço. No entanto, a matriz energética nacional tomou a direção errada com usinas térmicas a gás e carvão e o licenciamento ambiental da usina nuclear Angra 3, baseado em compensações locais e na promessa de um depósito definitivo para os rejeitos radiativos. A má qualidade do óleo diesel nacional e os planos para autorização da expansão da cana no Pantanal também são pontos negativos”

 Dom Pedro Luiz Stringhini – bispo da CNBB

“A sociedade brasileira tem avançado na reflexão e na tomada de consciência. No Brasil, os governos não têm priorizado a defesa do ambiente. Santa Catarina, em seguida às lamentáveis catástrofes, propõe modificação na legislação para que se avance na derrubada das matas ciliares. As obras do PAC e o entusiasmo com o pré-sal vão na contramão das soluções alternativas para o uso de energia. É necessário apostar na educação ambiental, valorizar um novo padrão de consumo, apoio efetivo à agricultura familiar e ao microcrédito, transporte coletivo de qualidade, desmatamento zero, moralização do Ibama e órgãos de controle”

Eike Batista – empresário

“O Brasil tem avançado muito na legislação ambiental, com uma visão ampla do que se precisa fazer, seguindo os melhores padrões internacionais. Para decolar, um projeto passa por rigorosa análise ambiental, em que tudo é checado. Não avalio que tenha havido retrocesso na área de ambiente, pelo contrário. O nível de exigência vem aumentando. É preciso entender e produzir estudos de impacto ambiental e estar preparado para fazer novos estudos, aperfeiçoados. Pode custar mais caro, levar mais algum tempo, mas o órgão público tem de ter o embasamento necessário para conceder licenças e é preciso fazer as coisas certas”

Christiane Torloni – atriz

“A discussão no Brasil avançou muito. Falar de floresta amazônica era papo de ecochato e, no dia 13, foi possível realizar uma vigília de oito horas no Senado para ouvir cientistas e políticos sobre o tema. Outro dia, um deputado disse que se lixava para opinião pública e nossa vigília mostrou que a opinião pública tem seu lugar. O grande retrocesso é o Código Florestal estar sob ameaça, como em Santa Catarina, que atropelou a Constituição e interferiu em uma questão federal. Nós precisamos anotar o nome dos políticos que querem boi e soja no lugar de mata para que eles não voltem”

– Dia Mundial do Meio Ambiente

Cada vez mais as organizações estão se preocupando com a preservação do meio ambiente e práticas responsáveis nas suas empresas. Para muitos, o Ministério do Meio Ambiente deveria, por exemplo, ser mais importante que o Ministério da Fazenda.

Compartilho com os amigos ótimo artigo do “O Estado de São Paulo” a respeito desta data, trazendo opiniões de pessoas de áreas diversas da sociedade brasileira a respeito dessa temática. Afinal, nesse dia 31 se celebra o “Dia do Meio Ambiente”.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid382385,0.htm

Múltiplas visões sobre o meio ambiente no Brasil

Personalidades com conhecimento na área dizem o que melhorou e o que piorou no último ano no País

Cinco personalidades com visões diferentes sobre o ambiente no Brasil falam dos avanços e retrocessos na área. Na lista estão o embaixador e ex-ministro do Meio Ambiente e Amazônia e da Fazenda Rubens Ricupero; o físico, professor, ex-ministro da Educação e ex-secretário de Ciência e Tecnologia de São Paulo José Goldemberg; o bispo da CNBB dom Pedro Luiz Stringhini; o empresário do ramo de mineração e energia Eike Batista; e a atriz Christiane Torloni.

Com exceção de Goldemberg e Eike Batista, todos se mostraram preocupados com projetos que tramitam no Congresso e tentam retirar da União, transferindo para Estados e municípios, a prerrogativa de fixar, por exemplo, o tamanho das áreas de proteção permanente às margens dos rios e córregos. “Sei pela minha experiência que Estados e municípios são os que menos zelam pelo ambiente”, diz Ricupero. “Basta ver como madeireiros financiam as eleições no Pará.”

 Para a atriz Christiane Torloni, é preciso uma mobilização da sociedade para conhecer os políticos que querem alterar o código florestal para que eles não sejam eleitos. “Podemos fazer isso democraticamente”.

O QUE AVANÇOU E O QUE RETROCEDEU?

Rubens Ricupero – ex-ministro e embaixador

“A maioria das coisas ficou na mesma. Eu uso como referência o tempo em que fui ministro do Meio Ambiente e Amazônia, entre 1993 e 1994. Nesse tempo, questões como o desmatamento da Amazônia e zoneamento ecológico não registram avanços. Os únicos avanços que tivemos no período foram tecnológicos, mas, infelizmente, não seguidos da mesma eficiência na repressão. Pode haver um retrocesso se esse projeto da bancada ruralista passar, em que Estados e municípios podem definir o porcentual de floresta a ser preservado, o que é muito preocupante”

 José Goldemberg – professor da USP

“A redução do desmatamento na Amazônia e a sinalização do Ministério do Meio Ambiente pelo estabelecimento de metas, além de um projeto do Executivo de São Paulo propondo limites para emissões de gases de efeito estufa, finalizaram um cenário de avanço. No entanto, a matriz energética nacional tomou a direção errada com usinas térmicas a gás e carvão e o licenciamento ambiental da usina nuclear Angra 3, baseado em compensações locais e na promessa de um depósito definitivo para os rejeitos radiativos. A má qualidade do óleo diesel nacional e os planos para autorização da expansão da cana no Pantanal também são pontos negativos”

 Dom Pedro Luiz Stringhini – bispo da CNBB

“A sociedade brasileira tem avançado na reflexão e na tomada de consciência. No Brasil, os governos não têm priorizado a defesa do ambiente. Santa Catarina, em seguida às lamentáveis catástrofes, propõe modificação na legislação para que se avance na derrubada das matas ciliares. As obras do PAC e o entusiasmo com o pré-sal vão na contramão das soluções alternativas para o uso de energia. É necessário apostar na educação ambiental, valorizar um novo padrão de consumo, apoio efetivo à agricultura familiar e ao microcrédito, transporte coletivo de qualidade, desmatamento zero, moralização do Ibama e órgãos de controle”

Eike Batista – empresário

“O Brasil tem avançado muito na legislação ambiental, com uma visão ampla do que se precisa fazer, seguindo os melhores padrões internacionais. Para decolar, um projeto passa por rigorosa análise ambiental, em que tudo é checado. Não avalio que tenha havido retrocesso na área de ambiente, pelo contrário. O nível de exigência vem aumentando. É preciso entender e produzir estudos de impacto ambiental e estar preparado para fazer novos estudos, aperfeiçoados. Pode custar mais caro, levar mais algum tempo, mas o órgão público tem de ter o embasamento necessário para conceder licenças e é preciso fazer as coisas certas”

Christiane Torloni – atriz

“A discussão no Brasil avançou muito. Falar de floresta amazônica era papo de ecochato e, no dia 13, foi possível realizar uma vigília de oito horas no Senado para ouvir cientistas e políticos sobre o tema. Outro dia, um deputado disse que se lixava para opinião pública e nossa vigília mostrou que a opinião pública tem seu lugar. O grande retrocesso é o Código Florestal estar sob ameaça, como em Santa Catarina, que atropelou a Constituição e interferiu em uma questão federal. Nós precisamos anotar o nome dos políticos que querem boi e soja no lugar de mata para que eles não voltem”

– Dia Mundial do Meio Ambiente

Cada vez mais as organizações estão se preocupando com a preservação do meio ambiente e práticas responsáveis nas suas empresas. Para muitos, o Ministério do Meio Ambiente deveria, por exemplo, ser mais importante que o Ministério da Fazenda.

Compartilho com os amigos ótimo artigo do “O Estado de São Paulo” a respeito desta data, trazendo opiniões de pessoas de áreas diversas da sociedade brasileira a respeito dessa temática. Afinal, nesse dia 31 se celebra o “Dia do Meio Ambiente”.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid382385,0.htm

Múltiplas visões sobre o meio ambiente no Brasil

Personalidades com conhecimento na área dizem o que melhorou e o que piorou no último ano no País

Cinco personalidades com visões diferentes sobre o ambiente no Brasil falam dos avanços e retrocessos na área. Na lista estão o embaixador e ex-ministro do Meio Ambiente e Amazônia e da Fazenda Rubens Ricupero; o físico, professor, ex-ministro da Educação e ex-secretário de Ciência e Tecnologia de São Paulo José Goldemberg; o bispo da CNBB dom Pedro Luiz Stringhini; o empresário do ramo de mineração e energia Eike Batista; e a atriz Christiane Torloni.

Com exceção de Goldemberg e Eike Batista, todos se mostraram preocupados com projetos que tramitam no Congresso e tentam retirar da União, transferindo para Estados e municípios, a prerrogativa de fixar, por exemplo, o tamanho das áreas de proteção permanente às margens dos rios e córregos. “Sei pela minha experiência que Estados e municípios são os que menos zelam pelo ambiente”, diz Ricupero. “Basta ver como madeireiros financiam as eleições no Pará.”

 Para a atriz Christiane Torloni, é preciso uma mobilização da sociedade para conhecer os políticos que querem alterar o código florestal para que eles não sejam eleitos. “Podemos fazer isso democraticamente”.

O QUE AVANÇOU E O QUE RETROCEDEU?

Rubens Ricupero – ex-ministro e embaixador

“A maioria das coisas ficou na mesma. Eu uso como referência o tempo em que fui ministro do Meio Ambiente e Amazônia, entre 1993 e 1994. Nesse tempo, questões como o desmatamento da Amazônia e zoneamento ecológico não registram avanços. Os únicos avanços que tivemos no período foram tecnológicos, mas, infelizmente, não seguidos da mesma eficiência na repressão. Pode haver um retrocesso se esse projeto da bancada ruralista passar, em que Estados e municípios podem definir o porcentual de floresta a ser preservado, o que é muito preocupante”

 José Goldemberg – professor da USP

“A redução do desmatamento na Amazônia e a sinalização do Ministério do Meio Ambiente pelo estabelecimento de metas, além de um projeto do Executivo de São Paulo propondo limites para emissões de gases de efeito estufa, finalizaram um cenário de avanço. No entanto, a matriz energética nacional tomou a direção errada com usinas térmicas a gás e carvão e o licenciamento ambiental da usina nuclear Angra 3, baseado em compensações locais e na promessa de um depósito definitivo para os rejeitos radiativos. A má qualidade do óleo diesel nacional e os planos para autorização da expansão da cana no Pantanal também são pontos negativos”

 Dom Pedro Luiz Stringhini – bispo da CNBB

“A sociedade brasileira tem avançado na reflexão e na tomada de consciência. No Brasil, os governos não têm priorizado a defesa do ambiente. Santa Catarina, em seguida às lamentáveis catástrofes, propõe modificação na legislação para que se avance na derrubada das matas ciliares. As obras do PAC e o entusiasmo com o pré-sal vão na contramão das soluções alternativas para o uso de energia. É necessário apostar na educação ambiental, valorizar um novo padrão de consumo, apoio efetivo à agricultura familiar e ao microcrédito, transporte coletivo de qualidade, desmatamento zero, moralização do Ibama e órgãos de controle”

Eike Batista – empresário

“O Brasil tem avançado muito na legislação ambiental, com uma visão ampla do que se precisa fazer, seguindo os melhores padrões internacionais. Para decolar, um projeto passa por rigorosa análise ambiental, em que tudo é checado. Não avalio que tenha havido retrocesso na área de ambiente, pelo contrário. O nível de exigência vem aumentando. É preciso entender e produzir estudos de impacto ambiental e estar preparado para fazer novos estudos, aperfeiçoados. Pode custar mais caro, levar mais algum tempo, mas o órgão público tem de ter o embasamento necessário para conceder licenças e é preciso fazer as coisas certas”

Christiane Torloni – atriz

“A discussão no Brasil avançou muito. Falar de floresta amazônica era papo de ecochato e, no dia 13, foi possível realizar uma vigília de oito horas no Senado para ouvir cientistas e políticos sobre o tema. Outro dia, um deputado disse que se lixava para opinião pública e nossa vigília mostrou que a opinião pública tem seu lugar. O grande retrocesso é o Código Florestal estar sob ameaça, como em Santa Catarina, que atropelou a Constituição e interferiu em uma questão federal. Nós precisamos anotar o nome dos políticos que querem boi e soja no lugar de mata para que eles não voltem”

– Dia Mundial do Meio Ambiente

Cada vez mais as organizações estão se preocupando com a preservação do meio ambiente e práticas responsáveis nas suas empresas. Para muitos, o Ministério do Meio Ambiente deveria, por exemplo, ser mais importante que o Ministério da Fazenda.

Compartilho com os amigos ótimo artigo do “O Estado de São Paulo” a respeito desta data, trazendo opiniões de pessoas de áreas diversas da sociedade brasileira a respeito dessa temática. Afinal, nesse dia 31 se celebra o “Dia do Meio Ambiente”.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid382385,0.htm

Múltiplas visões sobre o meio ambiente no Brasil

Personalidades com conhecimento na área dizem o que melhorou e o que piorou no último ano no País

Cinco personalidades com visões diferentes sobre o ambiente no Brasil falam dos avanços e retrocessos na área. Na lista estão o embaixador e ex-ministro do Meio Ambiente e Amazônia e da Fazenda Rubens Ricupero; o físico, professor, ex-ministro da Educação e ex-secretário de Ciência e Tecnologia de São Paulo José Goldemberg; o bispo da CNBB dom Pedro Luiz Stringhini; o empresário do ramo de mineração e energia Eike Batista; e a atriz Christiane Torloni.

Com exceção de Goldemberg e Eike Batista, todos se mostraram preocupados com projetos que tramitam no Congresso e tentam retirar da União, transferindo para Estados e municípios, a prerrogativa de fixar, por exemplo, o tamanho das áreas de proteção permanente às margens dos rios e córregos. “Sei pela minha experiência que Estados e municípios são os que menos zelam pelo ambiente”, diz Ricupero. “Basta ver como madeireiros financiam as eleições no Pará.”

 Para a atriz Christiane Torloni, é preciso uma mobilização da sociedade para conhecer os políticos que querem alterar o código florestal para que eles não sejam eleitos. “Podemos fazer isso democraticamente”.

O QUE AVANÇOU E O QUE RETROCEDEU?

Rubens Ricupero – ex-ministro e embaixador

“A maioria das coisas ficou na mesma. Eu uso como referência o tempo em que fui ministro do Meio Ambiente e Amazônia, entre 1993 e 1994. Nesse tempo, questões como o desmatamento da Amazônia e zoneamento ecológico não registram avanços. Os únicos avanços que tivemos no período foram tecnológicos, mas, infelizmente, não seguidos da mesma eficiência na repressão. Pode haver um retrocesso se esse projeto da bancada ruralista passar, em que Estados e municípios podem definir o porcentual de floresta a ser preservado, o que é muito preocupante”

 José Goldemberg – professor da USP

“A redução do desmatamento na Amazônia e a sinalização do Ministério do Meio Ambiente pelo estabelecimento de metas, além de um projeto do Executivo de São Paulo propondo limites para emissões de gases de efeito estufa, finalizaram um cenário de avanço. No entanto, a matriz energética nacional tomou a direção errada com usinas térmicas a gás e carvão e o licenciamento ambiental da usina nuclear Angra 3, baseado em compensações locais e na promessa de um depósito definitivo para os rejeitos radiativos. A má qualidade do óleo diesel nacional e os planos para autorização da expansão da cana no Pantanal também são pontos negativos”

 Dom Pedro Luiz Stringhini – bispo da CNBB

“A sociedade brasileira tem avançado na reflexão e na tomada de consciência. No Brasil, os governos não têm priorizado a defesa do ambiente. Santa Catarina, em seguida às lamentáveis catástrofes, propõe modificação na legislação para que se avance na derrubada das matas ciliares. As obras do PAC e o entusiasmo com o pré-sal vão na contramão das soluções alternativas para o uso de energia. É necessário apostar na educação ambiental, valorizar um novo padrão de consumo, apoio efetivo à agricultura familiar e ao microcrédito, transporte coletivo de qualidade, desmatamento zero, moralização do Ibama e órgãos de controle”

Eike Batista – empresário

“O Brasil tem avançado muito na legislação ambiental, com uma visão ampla do que se precisa fazer, seguindo os melhores padrões internacionais. Para decolar, um projeto passa por rigorosa análise ambiental, em que tudo é checado. Não avalio que tenha havido retrocesso na área de ambiente, pelo contrário. O nível de exigência vem aumentando. É preciso entender e produzir estudos de impacto ambiental e estar preparado para fazer novos estudos, aperfeiçoados. Pode custar mais caro, levar mais algum tempo, mas o órgão público tem de ter o embasamento necessário para conceder licenças e é preciso fazer as coisas certas”

Christiane Torloni – atriz

“A discussão no Brasil avançou muito. Falar de floresta amazônica era papo de ecochato e, no dia 13, foi possível realizar uma vigília de oito horas no Senado para ouvir cientistas e políticos sobre o tema. Outro dia, um deputado disse que se lixava para opinião pública e nossa vigília mostrou que a opinião pública tem seu lugar. O grande retrocesso é o Código Florestal estar sob ameaça, como em Santa Catarina, que atropelou a Constituição e interferiu em uma questão federal. Nós precisamos anotar o nome dos políticos que querem boi e soja no lugar de mata para que eles não voltem”

– Dia Mundial do Meio Ambiente

Cada vez mais as organizações estão se preocupando com a preservação do meio ambiente e práticas responsáveis nas suas empresas. Para muitos, o Ministério do Meio Ambiente deveria, por exemplo, ser mais importante que o Ministério da Fazenda.

Compartilho com os amigos ótimo artigo do “O Estado de São Paulo” a respeito desta data, trazendo opiniões de pessoas de áreas diversas da sociedade brasileira a respeito dessa temática. Afinal, nesse dia 31 se celebra o “Dia do Meio Ambiente”.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid382385,0.htm

Múltiplas visões sobre o meio ambiente no Brasil

Personalidades com conhecimento na área dizem o que melhorou e o que piorou no último ano no País

Cinco personalidades com visões diferentes sobre o ambiente no Brasil falam dos avanços e retrocessos na área. Na lista estão o embaixador e ex-ministro do Meio Ambiente e Amazônia e da Fazenda Rubens Ricupero; o físico, professor, ex-ministro da Educação e ex-secretário de Ciência e Tecnologia de São Paulo José Goldemberg; o bispo da CNBB dom Pedro Luiz Stringhini; o empresário do ramo de mineração e energia Eike Batista; e a atriz Christiane Torloni.

Com exceção de Goldemberg e Eike Batista, todos se mostraram preocupados com projetos que tramitam no Congresso e tentam retirar da União, transferindo para Estados e municípios, a prerrogativa de fixar, por exemplo, o tamanho das áreas de proteção permanente às margens dos rios e córregos. “Sei pela minha experiência que Estados e municípios são os que menos zelam pelo ambiente”, diz Ricupero. “Basta ver como madeireiros financiam as eleições no Pará.”

 Para a atriz Christiane Torloni, é preciso uma mobilização da sociedade para conhecer os políticos que querem alterar o código florestal para que eles não sejam eleitos. “Podemos fazer isso democraticamente”.

O QUE AVANÇOU E O QUE RETROCEDEU?

Rubens Ricupero – ex-ministro e embaixador

“A maioria das coisas ficou na mesma. Eu uso como referência o tempo em que fui ministro do Meio Ambiente e Amazônia, entre 1993 e 1994. Nesse tempo, questões como o desmatamento da Amazônia e zoneamento ecológico não registram avanços. Os únicos avanços que tivemos no período foram tecnológicos, mas, infelizmente, não seguidos da mesma eficiência na repressão. Pode haver um retrocesso se esse projeto da bancada ruralista passar, em que Estados e municípios podem definir o porcentual de floresta a ser preservado, o que é muito preocupante”

 José Goldemberg – professor da USP

“A redução do desmatamento na Amazônia e a sinalização do Ministério do Meio Ambiente pelo estabelecimento de metas, além de um projeto do Executivo de São Paulo propondo limites para emissões de gases de efeito estufa, finalizaram um cenário de avanço. No entanto, a matriz energética nacional tomou a direção errada com usinas térmicas a gás e carvão e o licenciamento ambiental da usina nuclear Angra 3, baseado em compensações locais e na promessa de um depósito definitivo para os rejeitos radiativos. A má qualidade do óleo diesel nacional e os planos para autorização da expansão da cana no Pantanal também são pontos negativos”

 Dom Pedro Luiz Stringhini – bispo da CNBB

“A sociedade brasileira tem avançado na reflexão e na tomada de consciência. No Brasil, os governos não têm priorizado a defesa do ambiente. Santa Catarina, em seguida às lamentáveis catástrofes, propõe modificação na legislação para que se avance na derrubada das matas ciliares. As obras do PAC e o entusiasmo com o pré-sal vão na contramão das soluções alternativas para o uso de energia. É necessário apostar na educação ambiental, valorizar um novo padrão de consumo, apoio efetivo à agricultura familiar e ao microcrédito, transporte coletivo de qualidade, desmatamento zero, moralização do Ibama e órgãos de controle”

Eike Batista – empresário

“O Brasil tem avançado muito na legislação ambiental, com uma visão ampla do que se precisa fazer, seguindo os melhores padrões internacionais. Para decolar, um projeto passa por rigorosa análise ambiental, em que tudo é checado. Não avalio que tenha havido retrocesso na área de ambiente, pelo contrário. O nível de exigência vem aumentando. É preciso entender e produzir estudos de impacto ambiental e estar preparado para fazer novos estudos, aperfeiçoados. Pode custar mais caro, levar mais algum tempo, mas o órgão público tem de ter o embasamento necessário para conceder licenças e é preciso fazer as coisas certas”

Christiane Torloni – atriz

“A discussão no Brasil avançou muito. Falar de floresta amazônica era papo de ecochato e, no dia 13, foi possível realizar uma vigília de oito horas no Senado para ouvir cientistas e políticos sobre o tema. Outro dia, um deputado disse que se lixava para opinião pública e nossa vigília mostrou que a opinião pública tem seu lugar. O grande retrocesso é o Código Florestal estar sob ameaça, como em Santa Catarina, que atropelou a Constituição e interferiu em uma questão federal. Nós precisamos anotar o nome dos políticos que querem boi e soja no lugar de mata para que eles não voltem”

– Dia Mundial do Meio Ambiente

Cada vez mais as organizações estão se preocupando com a preservação do meio ambiente e práticas responsáveis nas suas empresas. Para muitos, o Ministério do Meio Ambiente deveria, por exemplo, ser mais importante que o Ministério da Fazenda.

Compartilho com os amigos ótimo artigo do “O Estado de São Paulo” a respeito desta data, trazendo opiniões de pessoas de áreas diversas da sociedade brasileira a respeito dessa temática. Afinal, nesse dia 31 se celebra o “Dia do Meio Ambiente”.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid382385,0.htm

Múltiplas visões sobre o meio ambiente no Brasil

Personalidades com conhecimento na área dizem o que melhorou e o que piorou no último ano no País

Cinco personalidades com visões diferentes sobre o ambiente no Brasil falam dos avanços e retrocessos na área. Na lista estão o embaixador e ex-ministro do Meio Ambiente e Amazônia e da Fazenda Rubens Ricupero; o físico, professor, ex-ministro da Educação e ex-secretário de Ciência e Tecnologia de São Paulo José Goldemberg; o bispo da CNBB dom Pedro Luiz Stringhini; o empresário do ramo de mineração e energia Eike Batista; e a atriz Christiane Torloni.

Com exceção de Goldemberg e Eike Batista, todos se mostraram preocupados com projetos que tramitam no Congresso e tentam retirar da União, transferindo para Estados e municípios, a prerrogativa de fixar, por exemplo, o tamanho das áreas de proteção permanente às margens dos rios e córregos. “Sei pela minha experiência que Estados e municípios são os que menos zelam pelo ambiente”, diz Ricupero. “Basta ver como madeireiros financiam as eleições no Pará.”

 Para a atriz Christiane Torloni, é preciso uma mobilização da sociedade para conhecer os políticos que querem alterar o código florestal para que eles não sejam eleitos. “Podemos fazer isso democraticamente”.

O QUE AVANÇOU E O QUE RETROCEDEU?

Rubens Ricupero – ex-ministro e embaixador

“A maioria das coisas ficou na mesma. Eu uso como referência o tempo em que fui ministro do Meio Ambiente e Amazônia, entre 1993 e 1994. Nesse tempo, questões como o desmatamento da Amazônia e zoneamento ecológico não registram avanços. Os únicos avanços que tivemos no período foram tecnológicos, mas, infelizmente, não seguidos da mesma eficiência na repressão. Pode haver um retrocesso se esse projeto da bancada ruralista passar, em que Estados e municípios podem definir o porcentual de floresta a ser preservado, o que é muito preocupante”

 José Goldemberg – professor da USP

“A redução do desmatamento na Amazônia e a sinalização do Ministério do Meio Ambiente pelo estabelecimento de metas, além de um projeto do Executivo de São Paulo propondo limites para emissões de gases de efeito estufa, finalizaram um cenário de avanço. No entanto, a matriz energética nacional tomou a direção errada com usinas térmicas a gás e carvão e o licenciamento ambiental da usina nuclear Angra 3, baseado em compensações locais e na promessa de um depósito definitivo para os rejeitos radiativos. A má qualidade do óleo diesel nacional e os planos para autorização da expansão da cana no Pantanal também são pontos negativos”

 Dom Pedro Luiz Stringhini – bispo da CNBB

“A sociedade brasileira tem avançado na reflexão e na tomada de consciência. No Brasil, os governos não têm priorizado a defesa do ambiente. Santa Catarina, em seguida às lamentáveis catástrofes, propõe modificação na legislação para que se avance na derrubada das matas ciliares. As obras do PAC e o entusiasmo com o pré-sal vão na contramão das soluções alternativas para o uso de energia. É necessário apostar na educação ambiental, valorizar um novo padrão de consumo, apoio efetivo à agricultura familiar e ao microcrédito, transporte coletivo de qualidade, desmatamento zero, moralização do Ibama e órgãos de controle”

Eike Batista – empresário

“O Brasil tem avançado muito na legislação ambiental, com uma visão ampla do que se precisa fazer, seguindo os melhores padrões internacionais. Para decolar, um projeto passa por rigorosa análise ambiental, em que tudo é checado. Não avalio que tenha havido retrocesso na área de ambiente, pelo contrário. O nível de exigência vem aumentando. É preciso entender e produzir estudos de impacto ambiental e estar preparado para fazer novos estudos, aperfeiçoados. Pode custar mais caro, levar mais algum tempo, mas o órgão público tem de ter o embasamento necessário para conceder licenças e é preciso fazer as coisas certas”

Christiane Torloni – atriz

“A discussão no Brasil avançou muito. Falar de floresta amazônica era papo de ecochato e, no dia 13, foi possível realizar uma vigília de oito horas no Senado para ouvir cientistas e políticos sobre o tema. Outro dia, um deputado disse que se lixava para opinião pública e nossa vigília mostrou que a opinião pública tem seu lugar. O grande retrocesso é o Código Florestal estar sob ameaça, como em Santa Catarina, que atropelou a Constituição e interferiu em uma questão federal. Nós precisamos anotar o nome dos políticos que querem boi e soja no lugar de mata para que eles não voltem”

– Rita Lee e Bono Vox

Alguns artistas e celebridades de ponta têm desempenhado trabalhos respeitáveis em relação à defesa de causas nobres. Por terem consciência da sua importância perante a sociedade e sua influência sobre os admiradores, se policiam nas atitudes e brigam por causas politicamente corretas. Destes, destaco Bono Vox, vocalista da banda U2 e incontestável exemplo de responsabilidade social.

Pois não é que a Rita Lee (grande roqueira brasileira e com um histórico de drogas e confusões tão extenso quanto sua obra) criticou publicamente Bono Vox, alegando que “Esse negócio de misturar música e política é errado. Veja como é chato o Bono”.

Opinião respeitada, mas não admitida. O que fez Rita Lee por um mundo melhor até agora?

– Corinthians X Flamengo na Palestina; Palmeiras X Corinthians em Miami!

É a globalização do futebol brasileiro, definitivamente. Segundo o portal Terra, negociações com CBF, Rede Globo e Governo Federal pretendem levar jogos do Campeonato Brasileiro para fora do Brasil. Assim, um jogo no Oriente Médio seria interessante para as relações diplomáticas com o mundo árabe, e outro clássico nos EUA puramente por fins comerciais.

Extraído de: http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro/2009/interna/0,,OI3805553-EI13759,00-Corinthians+x+Fla+pode+ser+na+Palestina.html

Corinthians x Fla pode ser na Palestina

O Governo Federal estuda a possibilidade de levar o jogo entre Corinthians e Flamengo para ser disputado na Palestina, no Oriente Médio, segundo o jornal Folha de S. Paulo. A iniciativa seria do Ministério das Relações exteriores, que pretende utilizar o futebol como uma forma de diplomacia com outros países. Os clubes pretendem se reunir na próxima segunda-feira para discutir o assunto.

A partida está marcada para o dia 29 de novembro, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Para que a iniciativa se concretize seria necessário um acordo entre os clubes, a CBF e TV Globo, detentora do direito de transmissão de imagens. O governo arcaria com todos os custos.

O Flamengo gostou da possibilidade. Além de ganhar visibilidade em todo o mundo em função do clássico poder ser disputado em uma área de conflito, o time rubro-negro vê com bons olhos poder participar de uma campanha pela paz.

“A reunião deve ser nesta segunda, no Rio. O presidente licenciado Marcio Braga que está organizando. Vamos ver essa possibilidade, quando e como podemos fazer. O esporte tem que trabalhar pela paz, se pudermos servir como este elo será importante. Todo mundo tem de ter cidadania e uma instituição como o Flamengo tem a obrigação. Queremos colaborar”, afirmou o presidente em exercício do Flamengo, Delair Dumbrosck.

Delair ainda lembrou de outro clube que ajudou na luta pela paz. “O Santos, na Era Pelé, fazia isso e parou até guerra!”, disse.

Além de Flamengo e Corinthians serem os clubes mais populares do Brasil, os dois contam com dois dos principais atacantes do País na atualidade: Ronaldo e Adriano. E nunca um jogo do Campeonato Brasileiro foi disputado fora do País.

Outro grande clássico que pode acontecer fora do Brasil é entre o próprio Corinthians e o Palmeiras, que seria disputado em Miami, nos Estados Unidos, pela 14ª rodada do Brasileiro, dia 26 de julho. Originalmente o duelo está marcado para o Pacaembu.

Em entrevista exclusiva ao Terra, o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, gostou da idéia, mas acredita que a CBF não permitiria.

“O Andrés (Sanchez, presidente do Corinthians) brincou comigo uma vez e eu achei engraçado, mas a CBF não vai permitir. Seria uma coisa ousada. Acho interessante isso. Podemos conversar de marcar em uma outra capital do Brasil. Tem gente que fica nervosa. Os clubes são de São Paulo, mas são dois clubes nacionais. Temos que prestar uma homenagem à torcida em outros lugares”, afirmou o mandatário palmeirense.

– As Boas Dicas da Blogosfera

Muitas vezes temos boas surpresas no mundo dos blogs. Viajando por esse ambiente, visitei o site: FelizVidaNova.blog.terra.com.br / FELICIDADE, com mensagens interessantes e positivistas. Não sei se concordo com elas, mas não nego que são de altíssima inspiração e beleza.

Extraído de: http://felizvidanova.blog.terra.com.br/2009/06/04/me-magoe-com-a-pior-verdade-mas-nao-me-iluda-com-a-melhor-mentira/

“…me magoe com a pior verdade, mas não me iluda com a melhor mentira”

Sim, sim, não, não…
 
As vezes nós achamos que é mesmo assim, ne?
Verdades, mentiras, melhor ou pior…
 
Em alguns momentos acabamos transferindo para a outra pessoa o “poder” do enganar ou do usar a sinceridade absoluta! Culpando-a por não se definir, por não resolver a situação, por dizer eu não quero, desculpa ou eu quero sim por favor da maneira mais clara possível para não deixar nenhum tipo de dúvida dentro de nós!
Mas, e aquilo que queremos acreditar?
 
É uma tendência do ser humano “puxar” ou conduzir as situações por querer ou desejar algo que talvez a outra pessoa não possa dar.
 
As vezes ela está dizendo sim ou não de outra maneira, quase imperceptível aos nossos olhos e ouvidos, porque se torna imperceptível ao nosso coração, ou até mesmo para a nossa mente, para os mais racionais.
E quando o coração ou a lógica não querem escutar, ou porque se contradizem ou porque querem exatamente a mesma coisa e muito, tendemos a não conseguir entender os sinais que os fatos, a vida e a outra pessoa nos mostra.
É dádiva de ser humano… é ser humano para errar, para querer e acreditar mesmo naquilo que não se pode ter naquele momento.
É nossa chance de sonhar…
Certa vez li que o ser humano é o único ser vivo (pelo menos cientificamente comprovado até então, e apesar de eu acreditar que os cachorros também têm) que tem consciência de que sua passagem aqui é temporária, que ele vai morrer, vai deixar de conviver com as coisas e pessoas dessa vida e com certeza, por esse motivo, eu acredito que a gente acaba atrapalhando um pouco as coisas de vez em quando. Ou pelo menos o andamento delas.
 
Nós temos fome de resolver uma situação pendente e sede de conquistar aquilo que tanto sonhamos, queremos ou simplesmente achamos que nos faria mais felizes.
 
Isso é errado? Não!!! E esse não pode ser absoluto…
Se um ser superior chamado Deus, energia, luz, força, música, hino, meditação, prática ou como quiser chamar nos deu o livre-arbítrio de escolher entre ir ou ficar, seguir esse ou aquele caminho, fazer o bem ou não fazer nada, temos o poder da decisão de nossas escolhas e isso sim é lindo!
 
Que ninguém te impeça de querer, sonhar ou acreditar que o íntimo diz que você precisa ter! É o seu direito! Você pode esperar por aquilo! Pode mesmo!
 
Talvez, devêssemos apenas ficar mais atentos ao que a outra pessoa está querendo dizer pra gente quanto a querer também ou não, simplesmente por desejar outra coisa, ou por não ter pensado sobre aquilo como condição para se sentir realizado na vida no mesmo período que você.
 
Isso é o mais difícil… estar na mesma sintonia, vibração e fase do que a outra pessoa está. E entender que fase, vibração ou sintonia é essa. Porque quando se quer, a gente só deseja que estejamos no mesmo campo magnético do que o ser que pode estar no mundo da lua… e quando a gente literalmente “agarra” a causa (ou a pessoa) da forma que for, temos que tomar cuidado para não sentir como diz nosso querido Samuel Rosa: “quando ao lado é ainda muito mais longe do que qualquer lugar”.
 
Deixar livre? Ah que fácil!
 
Como fazemos para não “agarrar” um sonho de uma realização?
 
Pausa para uma próxima reflexão. Ou para uma próxima existência mais evoluída, né gente?
 
(Suspiro) Ah! Como é bom compartilhar!
 
Um beijo,

LORITA

– O Desespero à Beira da Morte

Todo o desenrolar das buscas das vítimas do avião da Air France, do vôo Rio-Paris, traz uma triste impressão: a de como deve ter sido dolorosa a morte dos passageiros!

Naquela aeronave havia passageiros de todo o tipo: casais em lua de mel, crianças, idosos, funcionários de uma empresa francesa que ganharam uma viagem para o Brasil como prêmio, o príncipe brasileiro Dom Pedro Luís de Bragança, entre tantos outros. O que será que cada um, com sua história de vida, deve ter agonizado e pensado na hora derradeira?

Alguns especialistas dizem que o avião poderia ter, na sua maior parte, desintegrado no ar quando ocorreu a queda livre.

Horrível.

Que descansem em paz…

– O que Significa a Concordata da GM para o Brasil

Ouvi atentamente a entrevista de José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, à Rede Bandeirantes AM 840 durante o Jornal Gente.

Basicamente, o executivo lembrou que a unidade brasileira não é filial da GM dos EUA, mas subsidiária. Assim, há certa independência das operações. Lá nos Estados Unidos, a concordata representou que o governo americano, através de recursos investidos, assumirá a empresa na busca de saneá-la. Aqui, o ponto positivo é que a GMB não precisará mandar dividendos para o exterior. Segundo o mesmo, as operações no Brasil, na China e na Índia estão entre as melhores do mundo, e que haverá novos investimentos locais, como o lançamento de 5 novos modelos de veículos até 2010. A preocupação é de que os veículos da marca GM no Brasil não tenham desvalorização, e reforçou que aqui os carros não são GM, mas sim “Chevrolet”. A Opel, européia, já foi sacrificada.

Joel Leite, um dos especialistas no mercado automobilístico, entrevistando o executivo, questionou sobre o futuro da Cia nos EUA, e uma surpresa: Das inúmeras marcas, Cadilac permanecerá, mas SAAB-Scania, GMC, Hummer, Saturn e Pontiac serão vendidas ou até extintas.

Abaixo, um realese dos últimos lançamentos que não deram certo:

(Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/4p/20090601_listar_dia.shtml?permalink=171151)

 

Os 10 carros que afundaram a GM

O site americano jalopnik.com, baseado em Detroit e feito por fanáticos em automóveis, montou uma lista com os dez carros que contribuiram para a decadência da General Motors. É um festival de soluções equivocadas, desenhos inadequados e miopia de marketing. Confira:

 

1. Hummer Esse é um caso de morte anunciada em tempos de crise. Caríssimo e beberrão, passou de sucesso de vendas a mico com o caos econômico americano

 

2. Chevrolet SSR O carro é vistoso, uma picape conversível inspirada nos carros dos anos 30. Mas a caçamba era tão pequena que inviabilizava o transporte de carga. E quem quer pagar caro por uma picape que não funciona como picape?

 

3. Saturn L Series A ideia até que era boa: criar um carro relativamente pequeno, com padrão europeu. O problema é que a plataforma era de um velho Opel que a GM desenterrou de sua fábrica na Alemanha e o desenho do carro deixou a desejar

 

4. GMC Envoy XUV O Envoy foi projetado para ser  um luxuoso SUV equipado com um caríssimo teto retrátil que transformava o carro em picape. Coisa para decoradoras transportarem antiguidades. Como decoradoras que transportam antiguidades é um nicho muito pequeno, o carro foi um fiasco

 

5. EV1 Criado para atender a exigência de um carro de emissão zero para o mercado californiano, o EV1 significou um caminho diverso em comparação às outras montadoras. Em vez de adaptar um carro que já existia, a GM criou um novo e caríssimo. No meio do caminho decidiu abortar o projeto e foi alvo de protestos de ambientalistas que denunciaram a empresa por boicotar a criação de um carro verde.

 

6. B Bodies Na racionalização da produção de seus modelos, a GM criou os chamados B Bodies, carros que dividiam plataforma e partes da carroceria. Nos anos 90, uma fornada de modelos saiu de uma mesma base, entre eles o Oldsmobile Custom Cruiser, Buick Roadmaster, Cadilac Fleetwood Brougham, Chevy Caprice (foto), e Chevy Impala SS. Os carros venderam bem, mas criaram um problema de identidade entre as marcas – e, em vez de resolver um problema, criaram outro

 

7. Cadilac Escalade EXT O Escalade foi um sucesso que recuperou a marca Cadilac. Daí, a GM achou que poderia criar uma picape (mais uma) derivada dele. Só que o minicaminhão de luxo não agradou.

 

8. Chevrolet Aveo Desenhado na Coréia, o carro não caiu no gosto dos americanos. Era visto como apertado, desconfortável, maldesenhado e feio. Não bastasse tudo isso, a GM foi além e criou uma espécie de gêmeo batizado como Pontiac G3 Wave. Resultado: dois fracassos de vendas.      

 

9. Pontiac Aztek Uma ideia boa em péssima embalagem. O Aztek inovou no conceito de crossover, mas o desenho horrendo e agressivo assustou os compradores

 

10. Saab 9-2X Os engenheiros da GM pegaram um carro feito pela japonesa Subaru, empresa em que a montadora americana tem participação de 20% e o maquiaram com grade e logotipo da sueca Saab, também pertencente à GM. O resultado foi um Frankenstein apelidado de Saabaru pelos americanos

– Escala da Próxima Rodada

Estaremos, no próximo sábado, trabalhando no Campeonato Paulista de Futebol Feminino, na Rua Javari, na partida entre Juventus X Corinthians.

Abaixo, extraído do site da FPF:

Rodada:7
Campeonato: Paulista Kaiser Feminino Categoria: Amador


Jogo:37 – Ferroviária X América
Data: 06/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Dr. Cândido de Barros Cidade: ARARAQUARA
Arbitro Assist 1 : Eder Antonio da Carmo Nunes
Arbitro Assist 2 : Juliano Rogério Vecchio


Jogo:38 – A.D. Jaguariúna X Saad EC
Data: 06/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Tancredo Neves Cidade: JAGUARIUNA
Arbitro Assist 1 : Itamar Donizete Antonelli
Arbitro Assist 2 : Everaldo Jorge da Silva


Jogo:39 – Francana X Botucatu FC
Data: 06/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Dr. José Lancha Filho Cidade: FRANCA
Arbitro Assist 1 : Michel Ferreira da Silva
Arbitro Assist 2 : Alexandre Médice Gouveia


Jogo:40 – Juventus X SC Corinthians
Data: 06/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Conde Rodolfo Crespi Cidade: SAO PAULO
Arbitro : Rafael Porcari
Arbitro Assist 1 : Wendel Almeida da Silva
Arbitro Assist 2 : Paulo Roberto Guiotti


Jogo:41 – São Bernardo FC X Santos
Data: 07/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Humberto de Alencar Castelo Branco (Baetão) Cidade: SAO BERNADO
Arbitro Assist 1 : Renato de Oliveira Cardoso
Arbitro Assist 2 : Vinicio Messias de Souza


Jogo:42 – Nacional X São José EC
Data: 07/06/2009 Horário: 15:00
Estádio: Nicolau Alayon Cidade: SAO PAULO
Arbitro Assist 2 : Marcelo Sanches Moreno

– Nossa Filha faz 3 meses!

Hoje, nossa filhinha Marina Faz 3 meses, e esbanja simpatia!

1- Mamãe e filhinha cada vez mais em sintonia

2- E com o sorriso simpatissíssimo!

3- Nós no batizado dela!

 Veja as demais fotos do batizado, celebrado na Paróquia Nova Jerusalém, pelo Pe João Marrom, além da Marina hoje com 3 meses e em foto de estúdio, clicando em:

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:76

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:77

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:78

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:79

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:80

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:81

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:82

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:83

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:84

– FIFA usará Mais 2 Bandeiras Experimentais.

A Fifa anuncia: na “Nova Copa da UEFA”, testará dois árbitros assistentes atrás do gol, para minimizar erros de arbitragem.

 

Veja como funcionará, extraído de: http://esportes.terra.com.br/futebol/europeu/2008/interna/0,,OI3803264-EI11621,00-Europa+testara+novos+bandeirinhas+atras+dos+gols.html

 

Europa testará “novos bandeirinhas” atrás dos gols

 

Allen Chahad, direto de Nassau

 

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, anunciou nesta quarta-feira, em Nassau, durante a realização do 59º congresso da entidade, que os gramados europeus servirão de teste para o uso de dois novos auxiliares de arbitragem durante as partias de futebol. Na Taça Guarabara 2008, primeiro turno do Estadual do Rio de Janeiro, a medida já foi testada.

Os dois “novos bandeirinhas” ficarão atrás das traves com a missão principal de observar se a bola ultrapassa ou não a linha do gol. O objetivo da Fifa é diminuir o número de lances polêmicos de gols não-assinalados pela arbitragem.

“Testamos sistemas diferentes, como o chip na bola, mas nenhum se mostrou adequado”, disse Blatter, que agradeceu o presidente da Uefa, o ex-jogador francês Michel Platini, por aceitar os novos testes com auxiliares extras no futebol europeu.

A Copa da Uefa, que mudará de nome para Liga Europa na próxima temporada, servirá de laboratório. É a segunda competição de clubes mais importante do Velho Continente, depois da Copa dos Campeões.

– 200 milhões por Kaká?

É assustador o mundo dos negócios no futebol. No Real Madrid, o “fanfarrão” Florentino Perez praticamente tem selado a contratação do milanista brasileiro Kaká, pela bagatela de quase 200 milhões de reais. Está superando Abramovitch, o magnata russo do Chelsea que esbanja dinheiro nas contratações.

Tal contratação só perde para a de Zinidine Zidane, quando saiu da Juventus-IT e foi para o próprio Madrid. E me recordo bem: naquela oportunidade sua contratação foi bancada pela venda de camisas ao redor do mundo.

Alguém duvida que isso se repetirá? Apesar que, o próprio Perez houvera dito que “essa crise é o melhor momento para contratar craques como Kaká, Cristiano Ronaldo e quem tiver talento”.

Em tempo: Kaká deve usar a mesma camisa 5 de Zidane. No começo do século XX, craque que era o “dono do time” usava a 5. Vide o craque brasileiro Zizinho. Porém, após o advento de Pelé, craque passou a usar a 10. Talvez o Real Madrid queira mudar a lógica atual para a mística anterior.

Por fim: o salário do atleta será de R$ 71.000,00 por dia. Dinheiro respeitável, não? Se merece ou não, é outra história, mas tal cifra nos faz promover um debate: não está na hora de se pensar em teto salarial para jogadores de futebol?

– O Brasil que dá certo!

Compartilho esse ufanista e verdadeiro texto, de autoria desconhecida mas enviada pelo aluno e  amigo Alex Sandro Blanco, onde se analisa um Brasil positivista!

O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL

LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc… Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:


1.
O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial. 

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma. 

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária. 

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo. 

5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina. 

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma. 

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando. 

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

 

10. Das empresas brasileiras, 6.891 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina. 

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos. 

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil? 

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano? 

2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta? 

3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais? 

4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários? 

5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo? 

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados? 

7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem? 

8. Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.

Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!

 

Divulgue esta mensagem … Não é corrente, você não vai ficar rico nem receber outra graça qualquer… Mas com essa atitude, talvez consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, a respeito deste povo e desta pátria, que apesar dos muitos problemas, nos dá muitos motivos para que tenhamos orgulho de ser brasileiros!

– Viajando de Avião ou de Ônibus

Como a última impressão, infelizmente, é a que fica, tenho me admirado de pessoas que estão com medo de viajar de avião devido ao acidente aéreo da Air France. Dou um exemplo: um amigo meu vai para Recife, e a passagem aérea pela Azul custa R$ 209,00, e pela Gol R$ 149,90. Pechincha! Mas ele vai de ônibus, por R$ 300,00 e 3 dias de viagem.

Motivo?

Dá para conhecer melhor o Brasil… e segurança, “óbvio”.

Sintomas do medo de voar.

– A Princesa Negra da Disney e a Polêmica do Mercado

Procurando ser politicamente correta, a Disney prepara sua animação cuja protagonista será uma princesa negra.

Entretanto, nem assim os críticos deixam de emitir comentários negativos…

Extraído de: http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/06/01/a-polemica-sobre-a-primeira-princesa-negra-da-disney-o-principe-e-brasileiro/

A polêmica sobre a primeira princesa negra da Disney. O príncipe é brasileiro.

O novo desenho animado “A Princesa e o sapo” da Disney está com estreia prevista para dezembro nos cinemas dos Estados Unidos, mas a polêmica em torno da protagonista já começou. Em 75 anos de existência, é a primeira vez que a Disney tem uma princesa negra. Sabe-se lá se é influência da primeira-dama americana Michelle Obama. Linda, inteligente, negra e uma das mulheres mais bem vestidas do planeta, Michelle pode muito bem ter inspirado a criação da princesa Tiana que se veste elegantemente e usa uma tiara de diamantes. 

O fato de Tiana ser negra está gerando todos os tipos de comentários dentro e fora da comunidade de Afro descendentes dos Estados Unidos. Alguns acham que Tiana é o estereótipo dos negros e que se realmente fosse uma heroína não deveria passar a maior parte do filme como uma rã.  Outros acreditam que é importante para as crianças negras ter uma heroína da mesma cor que elas. Afinal, as outras princesas como Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida são alvas como a neve.

A animação dos cineastas Ron Clements e John Musker (que dirigiram A Pequena Sereia  e Aladim) se passa nos anos 20, em Nova Orleans. Tiana é uma jovem garçonete que sonha em ter seu próprio restaurante até beijar um sapo e se transformar em uma anfíbia. Quem dubla Tiana é a Anika Noni Rose, uma premiada atriz negra que canta como um pássaro. A dublagem em inglês do príncipe Naveen é do ator brasileiro Bruno Campos (ele fez o filme brasileiro Quatrilho).

“A Disney não acredita que valeria a pena ter um homem negro com o título de príncipe”, escreveu a internauta Angela Helm no site Black Voices dedicado à cultura negra americana. Outra internauta escreveu que ele não tem os cabelos nem a pele dos membros de sua comunidade. E o ator não tem mesmo.

A Disney já foi acusada de racismo em outras animações, como no filme “Dumbo” de 1941, em que foi criticada por apresentar os palhaços negros como  mal-educados. Desta vez, ela quer acertar. A companhia cinematográfica chamou uma equipe de consultores, entre eles a apresentadora Oprah Winfrey, para dar sua opinião. Oprah disse ter gostado do filme. O professor de antropologia da Universidade de Harvard, Michael D. Bran, estudioso de casos sobre como as crianças aprendem sobre raças, afirma:”as pessoas pensam que as crianças não são capazes de entender as mensagens subliminares sobre raça e gênero nos filmes. Mas ocorre exatamente o contrário”.

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– O Marketing Viral da Adidas

A empresa de material esportivo Adidas, fazendo valer das novas estratégias de comunicação, divulga uma propaganda interessante via internet. Chamada de “segunda pele“, a peça publicitária mostra os jogadores do Palmeiras substituindo o uniforme por pinturas no próprio corpo. Pasmem: 300 mil visitas em uma semana. É o chamado marketing viral…

Para assistir o vídeo, clique em:

http://www.youtube.com/watch?v=epP6lC9oXPE&NR=1

– Cotas para Universitários estão Sobrando no RJ

Ora essa! Tanta polêmcia sobre as cotas reservadas para afrodescendentes e indígenas, e agora surge um número interessante: no Rio de Janeiro, na UERJ, apenas 28% das vagas reservadas são preenchidas.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,universidade-pioneira-em-cotas-preenche-28-das-vagas,380230,0.htm

Universidade pioneira em cotas preenche 28% das vagas

Houve uma redução da procura dos estudantes negros pelo vestibular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a primeira do País a ter cota racial. No último concurso, apenas 28% das vagas para negros, indígenas, portadores de deficiência e egressos da escola pública foram preenchidas. Segundo o reitor Ricardo Vieiralves, houve 900 candidatos negros, ante 3 mil em 2003. Essa redução também foi percebida na Universidade Estadual do Norte Fluminense, em que apenas 16% das vagas são ocupadas por cotistas.

A lei fluminense reserva 45% das cadeiras para negros, indígenas, egressos da escola pública e deficientes físicos, desde que comprovem ter baixa renda, além de filhos de policiais e bombeiros mortos em serviço. Na semana passada os defensores da cotas sofreram um revés. A Justiça do Rio suspendeu liminarmente a lei que prevê cotas para o ingresso de estudantes carentes nas universidades estaduais. Vieiralves acredita que o programa de bolsas em universidades particulares do governo federal, o ProUni, tenha influenciado a mudança.

Frei David dos Santos, coordenador do Educafro, um dos principais cursos pré-vestibulares para carentes, discorda da influência do ProUni. Para ele, o critério socioeconômico (desde 2004 somente negros com baixa renda têm direito à cota racial) e a implantação da nota de corte, que passou a eliminar candidatos na segunda fase a partir de 2006, são os responsáveis pela redução dos inscritos. Para conhecer a real situação dos cotistas, a Uerj e o governo federal vão promover um levantamento detalhado sobre os alunos. O trabalho pretende obter dados sobre os índices de aprovação, as notas, as matérias em que apresentaram maior dificuldade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Roubam até no Papel Higiênico

Coisa pouca… Mais uma notícia manchando a imagem do Senado brasileiro. Agora, descobriram que os produtos de limpeza estão 60% superfaturados!

Roubam até no papel higiênico! Descarados…

  Rádio Bandeirantes em PodCast
Senado superfatura quase em 60% serviços de limpeza
Um relatório revela superfaturamento de quase 60% em produtos de limpeza e manutenção no Senado. José Sarney

Escute essa denúncia em: http://www.radiobandeirantes.com.br/audios/limpeza0605bsarney.mp3