Nossa Senhora de Guadalupe

Hoje e dia da Virgem de Guadalupe, padroeira da América Latina.
Vamos arranjar um tempinho para pedir sua benção e agradecer sua intercessão?

 

Olha que história bonita, extraída do blog do Prof Felipe Aquino, da Comunidade Católica Canção Nova, sobre conversões e o significado das suas aparições aos povos indígenas: (NELA, FALA-SE ATÉ DA CONVERSÃO DE ÍNDIOS QUE COMIAM CARNE HUMANA COM CHILLI E TOMATES!)

 

Nossa Senhora de Guadalupe


Em 1531, os missionários espanhóis franciscanos e dominicanos evangelizavam os índios maias e astecas no México, e tinham muita dificuldade nessa missão porque esses índios eram idólatras e ofereciam aos seus muitos deuses sacrifícios humanos de milhares de rapazes e de virgens, nos altos das muitas pirâmides que podem ser visitadas ainda hoje no México. Um sacerdote cortava fora o coração de vítima, com uma faca de pedra pouco afiada e o oferecia aos deuses.
Nesse ano a Virgem Mãe de Deus apareceu ao piedoso índio São João Diego, na colina de Tepeyac, perto da capital do México. Com muito carinho ela pediu que ele fosse ao bispo pedir-lhe que nesse lugar construísse um Santuário em sua honra. D.João de Zumárraga, primeiro bispo do México, franciscano, vindo da Espanha, retardou a resposta a fim de averiguar cuidadosamente o ocorrido. Quando o índio, movido por uma segunda aparição e nova insistência da Virgem, renovou suas súplicas entre lágrimas, ordenou-lhe o bispo que pedisse a Nossa Senhora um sinal de que a ordem vinha realmente da grande Mãe de Deus.
Então Nossa Senhora enviou ao Bispo o conhecido sinla milagroso das rosas. Ela disse ao índio: “Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é o meu embaixador e merece a minha confiança… Quando chegar diante do Bispo, desdobre a sua tilma” (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém só na presença do bispo. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omitindo…”
Essas rosas só davam em Castela na Espanha, de onde era procedente o bispo. João Diego obedeceu e, ao despejar as flores perante o bispo, eis que surge no seu manto a linda pintura milagrosa de Nossa Senhora tal como ela lhe apareceu. O bispo acompanhou João ao local designado por Nossa Senhora.
O ícone de Nossa Senhora de Guadalupe é repleto de sinais milagrosos. Até hoje os cientistas não conseguem explicá-lo. Não sabem que produto tingiu o manto; não é deste mundo. A fama do milagre espalhou-se rapidamente por todo o território. Os cidadãos, profundamente impressionados por tão grande prodígio, procuraram guardar respeitosamente a santa Imagem na capela do paço episcopal. Mais tarde, após várias construções e ampliações, chegou-se ao templo atual.
Em 1754, escrevia o papa Bento XIV: “Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros; uma Imagem estampada numa tela tão rala que, através dela, pode-se enxergar o povo e a nave da Igreja tão facilmente como através de um filó; uma Imagem em nada deteriorada, nem no seu supremo encanto, nem no brilho de suas cores, pelas emanações do lago vizinho que, todavia, corroem a prata, o ouro e o bronze… Deus não agiu assim com nenhuma outra nação.”
A partir das aparições de Nossa Senhora de Guadalupe os missionários passaram a evangelizar os índios em massa; mais de sete milhões foram batizados em poucos anos e o México é hoje o país que mais católicos têm (94% da população).
Em 1910 o Papa S. Pio X proclamou Nossa Senhora de Guadalupe “Padroeira da América Latina”, e em 1945, o Papa Pio XII a proclamou “Imperatriz da América Latina”. Há hoje, infelizmente, uma mentalidade muito errada em nossos meios acadêmicos que quer ver na civilização asteca algo melhor que nossa atual civilização cristã; nada mais triste. A turma do “politicamente correto”, inclusive os adeptos da perigosa teologia da libertação, quer desprezar os missionários espanhóis, que “impuseram uma religião estrangeira sobre os inocentes nativos que encontraram.” Inocentes nativos?
As grandes sociedades asteca e maia foram construídas com base na conquista de povos não-astecas e não-maias, com a mão-de-obra escrava e o assassinato ritual daqueles escravos. Seus elogiados canais e magníficos templos foram construídos por escravos. Estas culturas se man­tiveram baseadas no medo. Quem se indispusesse com os sacerdotes, pagos pelo Estado; tinha seu coração arrancado fora. Numa única cerimônia os astecas cortaram fora os corações de 10 mil virgens obtidas com o seqüestro de moças e meninas dos povoados vizinhos. Esses corações eram oferecidos aos deuses. (cf. “Astecas eram escravocratas e genocidas”, William A. Hamilton, escritor e colunista, artigo para a “USA Today”). Nelson Ascher, jornalista Integrado à equipe de articulistas da “Folha de São Paulo”, no seu artigo Canibalismo dos Astecas”, diz entre outras coisas que:
Sabe-se que o centro da religião asteca era a sacrifício humano, mas a escala em que era realizado aponta para urna realidade ainda mais sinistra. Segundo palavras do padre espanhol Sahgun, o mais minucioso historiador de então da civilização indígena do México, pode-se ver a descrição do sacrifício humano no topo das pirâmides: a vítima, segura por quatro sacerdotes, tinha o peito aberto por um quinto com uma faca de obsidiana, e seu coração pulsante arrancado -, após ser o cadáver arrojado escada abaixo culminava com um singelo: “Después, lo cocian Y lo comian’
(Depois cozinhavam-no e comiam)”.
Carne humana era muito apreciada com tomate nativo da região, e provavelmente temperada com chili. Num festival de quatro dias, em finais do século 15, os astecas te­riam “abatido” vinte mil prisioneiros. Parece que este era também o consumo anual médio só na capital.”
“Os astecas inclusive promoviam suas numerosas guerras com a única finalidade de capturar prisioneiros para seus rituais sofisticados que incluíam, em um de seus meses, o esfolamento após a qual os sacerdotes se vestiam com as peles das vítimas.”
Podemos chamar isso de civilização?
Infelizmente essas cruentas práticas dos maias e astecas são acoberta­das, enquanto as práticas dos espanhóis são anunciadas aos quatro ventos. Mostram-se em planetários os feitos dos astecas e maias no campo da astronomia, mas as o assassi­nato ritual e rotineiro de milhões de pessoas é maliciosamente encoberto.
Como pode uma “civilização” desta ser melhor do que o Cristianismo, que prega amor até aos inimigos? É um contra senso; uma grande incoerência. Por isso a chegada de Fernando Cortez em 1521 no México e os esforços para converter os povos indígenas ao cristianismo são tratados com desdém.
(…)

Votorantim: a Cimenteira mais verde do mundo

A Revista Época está premiando as empresas mais ecologicamente corretas em seus segmentos. No placar geral, a Indústria de Cimentos Votorantim leva o prêmio. Veja o que ela faz quanto a questões ambientais X produção:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI19322-15223-2,00-AS+MELHORES+EMPRESAS+PARA+O+PLANETA.html

 

As melhores empresas para o planeta


Como a Votorantim virou a cimenteira mais verde do mundo. E a Natura criou uma estratégia que ajuda a sociedade a reduzir suas emissões de carbono


por Alexandre Mansur, Ana Galli e Marcela Buscato

O prêmio de Melhor Gestão – que reconhece a empresa que melhor monitora suas emissões, o primeiro passo para reduzi-las – foi conquistado pela Votorantim Cimentos. O auditor de projetos Paulo Rocha diz que tomou um susto quando recebeu de Patrícia Montenegro, diretora de meio ambiente da empresa, a incumbência de montar o primeiro levantamento das emissões de carbono do grupo. Foi há seis anos, quando nenhuma empresa do porte no Brasil tinha essa experiência. “Aquele amontoado de números me apavorou no início”, diz. “Minha primeira reação foi perguntar se eu tinha mesmo de fazer aquilo. De que todo aquele trabalho adiantaria?” Rocha conta que no início foi difícil convencer os funcionários da importância do inventário. Ele já estava convencido. O que antes parecia apenas um “amontoado de números”, com o tempo começou a fazer sentido.

O inventário serviu para identificar nas etapas de produção do cimento as principais fontes de emissão dos gases que aquecem a Terra, bem como oportunidades para reduzir essa poluição sem prejuízo para a empresa. “Descobrimos onde e em que quantidade cortar as emissões”, afirma Patrícia. A meta era chegar a 2010 com emissões 10% menores que em 1990. Mas, já em 2007, três anos após o início do levantamento, a Votorantim tinha cortado 13,3% das emissões, mesmo com um aumento de 90% da produção entre 1990 e 2007. Hoje, ela é a empresa de cimentos que menos emite por tonelada produzida no mundo.

“O engajamento da Votorantim é especialmente relevante porque a fabricação de cimento é uma das atividades que potencialmente mais emitem gases de efeito estufa. Estima-se que 5% das emissões globais de carbono são das empresas de cimento”, diz o diretor de operações da Votorantim no Brasil, Edvaldo Rabelo. “É preciso reconhecer que há um ponto a ser melhorado para ajudar a preservar o planeta.”

O plano da Votorantim para diminuir seus impactos ambientais se baseia principalmente no uso de combustíveis alternativos para substituir o carvão e o petróleo, cuja queima libera gás carbônico. A empresa investiu em materiais inusitados para alimentar os fornos onde o cimento é produzido. Cascas de arroz, de castanha-de-caju e bagaço de cana-de-açúcar são queimados para aquecer os fornos das indústrias. A Votorantim também usa pneus velhos nos fornos. Queimar os pneus emite 6% menos carbono que o coque de petróleo, combustível tradicional da indústria. Se enfileirarmos todos os pneus usados como combustível no ano passado, daria para ligar Porto Alegre a Aracaju.

Além disso, a Votorantim também queima resíduos de outras indústrias. No ano passado, o grupo transformou em energia 30% do lixo produzido por todas as indústrias do país. “O que é lixo para uns se transforma em energia e riqueza para a Votorantim”, afirma Rabelo. De toda a energia consumida pelas 58 fábricas no Brasil na produção de cimento em 2007, cerca de 20% vieram da queima de pneus, de resíduos e de biomassa. É o equivalente à energia consumida por meio milhão de casas durante um ano.

Um dos segredos da Votorantim para inovar no seu processo de fabricação é botar em prática idéias fornecidas pelos funcionários. Foi o que aconteceu em 2001, com a crise do apagão. O consultor-técnico José Eustáquio Machado sugeriu uma mudança em um dos principais ingredientes do cimento. Tradicionalmente, para fazer cimento, a indústria queima uma mistura de calcário e outras substâncias, chamada clínquer. Essa queima é responsável por 60% das emissões de gás carbônico do setor cimenteiro. A idéia de Machado foi substituir parte do clínquer por uma mistura sem calcário, chamada pozolana. Quando queimada, a pozolana não emite carbono. Além disso, fabricar a pozolana consome 40% menos energia que o clínquer.

Para fábricas que produzem toneladas de cimento todos os dias, a redução de energia é mais que uma contribuição ao meio ambiente, é também uma vantagem econômica. “Ao substituir o clínquer pela pozolana, poupamos as jazidas de calcário, economizamos energia e ainda reduzimos os gases de efeito estufa”, afirma Machado. A idéia estimulou a Votorantim a investir em uma fábrica em Porto Velho que só vai fabricar cimento com pozolana na mistura. É ela que vai abastecer as obras das hidrelétricas do Rio Madeira.

 

Saiba mais clicando em:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI19392-15273,00-PREMIO+EPOCA+DE+MUDANCAS+CLIMATICAS.html

(Prêmio Mudanças Climáticas)

 

Desrespeito: insinuações Marianas na Playboy

 

Apelativa e desrespeitosa! É o mínimo que se pode dizer da capa da Revista Playboy no México. Lá, colocaram uma modelo representando a Virgem Maria.

Triste… nada a comentar, tudo a se lamentar. E rezar pela alma dos infelizes que tiveram essa idéia e a aceitaram.

Extraído de: http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI3392127-EI1118,00-Playboy+pede+desculpas+por+colocar+Virgem+na+capa.html

 

A Playboy pediu desculpas em um editorial por colocar uma modelo nua representando a imagem de Virgem Maria na capa da edição mexicana da revista.
A Playboy mexicana saiu às bancas no dia 1º de dezembro, quando começaram as cerimônias de peregrinação ao santuário da Virgem de Guadalupe, na Cidade do México.

Na imagem, a modelo María Florencia Onori aparece fantasiada como Virgem Maria com a seguinte legenda na parte baixa da capa: “Te adoramos María”.

Em um comunicado emitido da sua sede em Chicago, a Playboy Enterprises Inc. disse que não pretendia ofender ninguém com a capa da revista.

“A Playboy México nunca teve a intenção de ofender ninguém, portanto nós como a Playboy México oferecemos nossas mais sinceras desculpas pelo ocorrido”, afirmou o comunicado.

Como não quero ficar editar no meu blog tal foto, para quem quiser vê-la, o acesso se dá apenas pelo link: http://img.terra.com.br/i/2008/12/09/931736-5655-in.jpg