– Quem quer Pastel?

 

Tem coisa mais gostosa do que comer um simples pastel na feira com a filha?

 

Estou passando por grandes dificuldades de tempo. Muitos compromissos, alguns probleminhas de saúde, conturbações diversas, mas… Tudo isso a gente respira fundo e diz que vale a pena se tiver tempo de comer um pastelzinho com sua princesinha.

 

Alguém quer um pedaço?

– Abecedário da Marina!

 

Nossa princesinha com seus 2 anos e 4 meses aprendeu a cantar o abecedário!

 

Olha só que beleza: http://www.youtube.com/watch?v=P7OxFx1x2_U

Ela já é mais inteligente do que eu, sem dúvida! E que engraçadinha de coelhinha:

 

Te amo, filha.

– Vovô e a Netinha!

 

Aposentar e curtir a vida é muito bom, não?

 

 

 

Vovô que o diga!

– Professores Voluntários que Mudam a Vida das Pessoas!

 

Amigos, compartilho essa belíssima matéria do projeto “Generosidade”, a respeito de professores que oferecem seu tempo no ensino solidário, voluntário e gratuito a quem precisa!

 

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245336-15228,00-UMA+NOVA+CHANCE+PROFISSIONAL.html

 

UMA NOVA CHANCE PROFISSIONAL

 

Por Luciana Vicária

 

Como um grupo de professores voluntários ensina um ofício a quem precisa. E oferece às empresas os técnicos que elas mais procuram

Em uma pequena sala de aula em Carapicuíba, na Grande São Paulo, o paulistano Jair Leal, de 31 anos, teve seu primeiro contato com instalações de equipamentos de som. Ele foi aluno do curso de autoelétrica oferecido pela Associação Beneficente Cristã em Carapicuíba (ABCCar). “Era a chance de que eu precisava para aprimorar meus conhecimentos e abrir meu próprio negócio”, diz Leal, hoje dono de uma oficina de elétrica. A ABCCar é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de ensinar um ofício a quem não pode pagar por um curso convencional. Ela só existe porque seu idealizador, Paulo Rogério de Oliveira, de 43 anos, colocou em prática algo em que diz acreditar desde pequeno. “O conhecimento deve ser um bem coletivo – e replicável”, afirma.

Baiano de Ibititá, uma cidade com vocação agrícola, Oliveira trabalhou na roça com a família e ajudou os pais a criar seus sete irmãos mais novos. Aos 18 anos deixou sua cidade para estudar processamento de dados e tentar a vida em São Paulo. Abriu uma microempresa de manutenção de informática e passou a dar aulas de computação em casa para reforçar o orçamento. “O problema é que eu não conseguia cobrar do aluno que não me pagava em dia”, diz Oliveira. “Eu pensava nas dificuldades pelas quais passei e perdoava.”

A situação se repetiu tantas vezes que Oliveira decidiu fazer de sua vocação uma causa social. Comprou computadores usados no centro de São Paulo, pegou emprestado uma sala de escritório e passou a ensinar informática a cerca de 20 pessoas da comunidade. Cobrava um valor simbólico (R$ 10 por mês) para arcar com custos como apostilas e energia elétrica. A procura pelo curso cresceu tão rapidamente que Oliveira teve de recrutar novos voluntários. Além de informática, a ABCCar passou a oferecer cursos como contabilidade, recursos humanos, manicure e cabeleireiro. Durante o dia, Oliveira trabalha no serviço funerário da prefeitura de Carapicuíba. No tempo que lhe resta, inclusive nos finais de semana, é professor na instituição.

Nos últimos oito anos, a atividade cresceu. O ABCCar incorporou mais duas salas, emprestadas por igrejas do município, embora a instituição não tenha vínculo oficial com igrejas. Sempre atendendo poucos alunos de cada vez, de turma em turma, o curso já recebeu 12 mil estudantes. Cerca de 10 mil se formaram. São pessoas como Leal, dono da oficina e hoje professor voluntário na ABCCar. Outra aluna, Fernanda dos Santos, começou a estudar como empregada doméstica e hoje é contadora em uma multinacional. O pedreiro João Sampaio abriu um salão de beleza. “Abandonei os tijolos e virei mãos de tesoura”, diz.

Os cursos profissionalizantes de nível médio e superior foram os que mais cresceram no Brasil no último ano, de acordo com o Ministério da Educação. Cerca de 90% dos que se formam já saem empregados, revela a Confederação Nacional da Indústria. “A mão de obra que a ABCCar produz é uma das mais requisitadas do país”, afirma Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, uma das maiores empresas de recrutamento e seleção do país. “São cursos rápidos que encurtam o caminho com o mercado de trabalho, aumentam a renda e as perspectivas de crescimento profissional”, diz.

É por isso que, mesmo sem oferecer um certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, os alunos da ABCCar são requisitados pelas empresas. As salas-laboratório ainda são equipadas com material emprestado ou doado. “Muitos deles são antigos e defasados, mas o contato com a prática desperta o interesse dos estudantes”, diz Oliveira. “Quando o aluno se dá conta de que estamos ali por ele, e não para ganhar dinheiro, passa a nos respeitar e aproveita a chance.” A ABCCar nem sempre forma alguém para o mercado. Há quem desista no meio do caminho ou não coloque em prática o que aprendeu. “Mas ninguém passa ileso por lá”, diz Leal, o dono da oficina. O mais importante, segundo Oliveira, é resgatar a autoestima dos alunos. “Tento mostrar que eles podem fazer mais por si próprios, pelo outro e pelo país. Transmitir o conhecimento é apenas uma das funções do voluntário”, afirma.

A luta para pagar as contas é constante. A ONG não tem o título de utilidade pública, um documento importante que a reconhece como organização sem fins lucrativos. Sem o documento, não é possível receber doações formais ou emitir recibos. É por essa razão que não basta contar com a mensalidade dos cursos, entre R$ 10 e R$ 30, para sustentar a instituição. Oliveira rifa eletrodomésticos e realiza feijoadas coletivas numa escola estadual da região. “Quando sobra, pago cursos aos professores ou até ajudo com o combustível”, diz.

– Orgulho do Papai

 

Linda como a mamãe e canta como o papai!

 

Tem uma versão junina mais bacana da cantiga de São João como essa abaixo?

 

Minha caipirinha dando um show:

 

http://www.youtube.com/watch?v=IntBNGSEUhw

 

Sou papai coruja mesmo… não tem jeito!

– Bocas e Caretas!

 

Dois caipiras fazendo caretas!

 

 

 

Micos que um pai paga com muita alegria!

– Meninas Sapequinhas, Carinhosas e Educadinhas!

 

Nossa princesinha-filha Marina e nossa princesinha-afilhada Ana Luiza fizeram uma bagunça hoje…

 

Mas nos divertirmos!

 

Como é bom ser pai, padrinho, e ao mesmo tempo amar e sentir amado.

 

A pureza e o carinho dessas criancinhas não tem preço na vida!

– Cascão, justo eu?

 

Ontem fomos ao Circo da Turma da Mônica. Que bem feito, belo espetáculo, tudo muito bom (só que caro…)

 

Nossa Marina só não gostou do Jotalhão. Realmente, ela tem razão. Ele é muito feio…

 

Com a mamãe, ela fotografou com o Mônica.

 

Mas com o papai, ela quís o Cascão porque pareço com ele! Ah, danadinha…

 

Vá ao circo, é um ótimo programa!

– Meu Pai é Moderninho

 

Meu pai tem 62 anos. Não usava celular. Analfabeto digital. Conservador. Pessoa boníssima e desapegado da tecnologia mundana. Paizão. Carinhoso. Pronto a servir.

 

Viúvo, apaixonou-se por uma senhora extremamente especial. Simpática. Prestativa. Carismática. A “tampa da panela” ou o “outro lado da maçã”, como seja.

 

Nessa (feliz) nova fase da vida dele, revolucionou. Em dois dias, acertou a aposentadoria. Começou a curtir a vida. Fez uma reengenharia do seu cotidiano. Trocou de carro. Comprou um Notebook. Entrou na Internet! E sem nunca ter digitado, já tem email!

 

Moderno, feliz, 20 anos rejuvenescido (vou fazer um ajuste: 14 anos, 1 mês e alguns dias mais jovens) e de bem com a vida, curtindo a namorada, os filhos e agregados (genro e nora), e se divertindo com a netinha.

 

O que eu posso dizer sobre isso?

 

Apenas duas coisas: ‘VIVA A VIDA, PAI’ , e ‘OBRIGADO, DEUS’.

– Êba, a Patroa Voltou!

 

Ufa! Minha esposa regressa dos EUA, onde esteve em um Congresso de Química;

 

Hoje, a melhor coisa a fazer é curtir a família, matar a saudade e voltar ao dia-a-dia. Afinal, forma dias gostosos sendo pai-e-mãe, mas saudoso da esposinha querida.

 

Dentre os vários cartazes e mimos que nossa Marininha fez à mamãe, o que ela mais gostou foi fazer coraçõezinhos de papel colorido e massinha do ‘Blue e da Jade Pink’ (ela adora os passarinhos do filme Rio).

 

São essas coisas que a gente deve fazer com mais constância… pequenas ações que dão um prazer enorme!

 

Bem-vinda ao lar, Andréia. Te amamos!

– Saudade da Mamãe, Parte Enésima!

 

Enquanto nossa querida Andréia está nos EUA e nós ficamos na saudade, tentamos nos divertir fazendo bagunça.

 

Eis que fizemos um cartaz de guache. Nós mesmos compramos os materiais:

 

Só que aí a Madrinha chegou… E nossos bombons que ali estavam… se foram!

 

 

Tudo bem, o que importa é esse sorriso!

 

Mamãe, sabemos que está morrendo de saudades também e que queria estar nessa bagunça. Fizemos um vídeo para vc ficar com saudades também dos nossos chocolates.

 

Aqui ó: http://www.youtube.com/watch?v=7vMecJWtLJ0

– Vale a Pena ser Pai! Uma Aventura Doméstica com a Marina Porcari

SER PAI É UM PRESENTE DE DEUS!


Há coisas simples que tornam a vida mais prazerosa.


Veja como uma simples tentativa de se escovar o dente pode fazer a relação entre pais & filhos ser divertida.


Não sei o que é mais gostoso: sofrer com as sapequices, ter paciência de Jó com as tentativas de obediência ou ainda ganhar uma lambida ao final da brincadeira.

Só quem tem criança sabe o que é isso: http://www.youtube.com/watch?v=xkC5zw04C4Q

O quão é bom ter filhos… Leva 6 minutos para conseguir uma simples escovação, mas o carinho final não tem preço!

– Saudade da Mamãe, Parte 3!

 

Mais um dia com a Andréia nos EUA. Aqui vamos indo, fazendo palhaçadas e se divertindo!

 

 

 

Olha só a Festa do Pijama Colorido que eu e a Marina inventamos!

 

Trocamos Flamengo X Corinthians pelo filme da Moranguinho. Isso é ser pai! kkk

 

 

Pai paga cada mico… É por isso que somos felizes!

– FHC e a Cocaína: Queimando o Tabu

 

Estreou o documentário “Queimando o tabu”, cuja participação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ousa!

 

Há tempos, ele vem defendendo a liberação da maconha. Agora, quer livre comércio para a cocaína e outras drogas!

 

Sempre admirei sua inteligência. Mas bestiais também tem o seu momento besta.

 

Os defensores da estratégia de que “se liberar, acaba o tráfico”, ganham novos simpatizantes nesse documentário ao assistirem argumentos de que “drogas ilícitas não seriam tão danosas quanto parecem”. Aí se torna apologia. Uma pena.

 

FHC diz até mesmo que sua política anti-drogas fracassou pois não deveria usar a repressão, mas a tolerância. Ora, tolerar o consumo?

 

Respeito opiniões em contrário, mas não queira me fazer acreditar que se liberássemos as drogas, acabaríamos com a violência do tráfico. Novos zumbis apareceriam (vide o centro velho de SP… e as cracolândias da vida).

 

E você, o que pensa sobre o assunto? Deixe seu comentário:

– Papai para Toda Obra!

 

Estou me esforçando em fazer todos os meus afazeres de pai e de substituto da mamãe. Olha… não é fácil. Mãe é insubstituível! Por mais que eu cuide da Marina, principalmente a rotina da mãe tem sido mais difícil. Não que a pequena tenha reclamado, mas por ser difícil executá-las com o mesmo carinho e presteza da mamãe.

 

Aqui a Andréia, num dos raros momentos de folga em sua viagem de trabalho, no meio do gelo:

Volta logo mamãe! Mas fique tranquila que está tudo sob controle.

– Saudades da Patroa!

 

Minha esposa está nos EUA. Estou me comportando direitinho na sua ausência, principalmente nos cuidados e atenção com nossa Marininha. Aliás, acho que nunca fiz tanta maluquice e inventei tanta brincadeira num mesmo dia – mesmo tendo trabalhado hoje!

 

Mas a saudade é grande. Boa sorte, querida!

 

 

Gostou da foto-mensagem?

– My Little Princess!

Nossa princesinha Marina!

Olha a farra que ela faz pulando na barriga do vovô Lili!

Em: http://www.youtube.com/watch?v=xwMp3D2XnAo

 

Olha ela com a Madrinha também: http://www.youtube.com/watch?v=ljx7U4RBWKg

– 40 mortos no Iêmen. Vidas que nada valem…

 

Para alguns, a vida não tem valor.

 

Em países onde há interesse das Nações Unidas, as forças de paz agem imediatamente. Mas e no Iêmen?

 

Todos os dias temos protestos contra o governo ditatorial. Morre gente toda hora. Ontem, morreram mais 40! E ninguém vê isso? Ou não quer ver?

 

Triste. Será que pelo fato do Governo ser alinhado á Política Americana a omissão é proposital???

– Papai Feliz define o “Ser Pai”

 

Quer dia melhor do que esse?

 

Fui nos bancos com minha filhinha, levei ela ao trabalho (e ela queria me ajudar), almoçamos na casa do vovô Lili, brincamos de escorregadorzinho e escorregadorzão, assistimos ao filme Rio (456976359ª vez), pulamos na cama elástica, fizemos tatrinho da Cinderela e da Bela Adormecida (virei sapo e príncipe) e cansamos até dormir. E olha que trabalhei em duas atividades ainda ontem!

 

Ufa! Ser pai é o cansaço mas prazeroso que existe. A paternidade deve perder apenas para a maternidade, creio eu. Sem dúvida, é um dom de Deus.

– Adoção com Responsabilidade

 

Tenho muitos amigos que se tornaram pais adotivos. Adotar uma criança é um ato de coragem, mas, sobretudo, de amor! E parabenizo cada uma dessas pessoas que, não importando o motivo, assumiram a paternidade e maternidade melhor do que os genitores e deram esperança às crianças.

 

Pai e Mãe são os que criam, não os que dão à luz.

 

Um magnífico evento sobre adoção foi realizado em Jundiaí. Abaixo:

 

REALIZADO FÓRUM SOBRE ADOÇÃO COM RESPONSABILIDADE

 

Por Reinaldo Oliveira

 

Promovido pelo Projeto Semente e em comemoração ao Dia Nacional da Adoção, que é o dia 25 de maio, no dia 26 passado foi realizado na sede da OAB-Jundiaí, um Fórum sobre Adoção. Presidido pelo juiz da Vara da Infância e Juventude de Jundiaí, doutor Jefferson Barbin Torelli, o Fórum teve a fala inspiradora do presidente do Projeto Acalanto de Adoção, Paulo Sérgio Pereira dos Santos. Ele, que foi adotado e hoje tem sete filhos adotados, falou do trabalho que é desenvolvido pelo Projeto Acalanto, pelo Movimento Nacional de Adoção, das leis referentes à adoção, do recente movimento de esvaziamento dos Abrigos para Adoção, do Plano Individual de Atendimento e outros assuntos que nortearam o debate com o público e que foi bastante esclarecedor sobre a situação atual de adoção.  Em 1996, havia 96 Grupos de Adoção e hoje já são mais de 120, em todo o Brasil. O Fórum foi transmitido pela TV-Web da Ordem dos Advogados do Brasil, e teve participação de mais de mil internautas de onze estados brasileiro. Sobre o Projeto Semente, o presidente, professor Francisco Manoel Neto Soares, informou que tem o  foco de atuação em:

– Prevenir o abandono;

– Acolher pretendentes à adoção;

– Orientar os interessados sobre o processo de adoção;

– Divulgar a prática da adoção legal e saudável;

– Desmistificar o tema adoção na sociedade;

– Apoiar a equipe técnica do Fórum de Jundiaí e região;

– Apoiar entidades que abrigam crianças e adolescentes.

Ele informou que o Projeto Semente faz sua reunião mensal toda ultima terça-feira do mês, às 19h, na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 504 – centro, e é aberta à participação da população. No próximo fim de semana acontece o Encontro Nacional de Entidades para a Adoção, em Curitiba/PR e o presidente Neto Soares participa levando dados do Projeto Semente, colaborando para a efetivação de um cadastro nacional de adoção.

– Cabelinho de Pica-Pau Maluquinha?

 

Quem teve a idéia de fazer essa obra de arte no cabelo da nossa princesa?

 

– Idiotices de Filosofias de Vida

 

Nesta sexta, foi condenado um skinhead que obrigou punks a pularem de um trem. Um morto e outro com o braço decepado (há 7 anos atrás).

 

Apesar da condenação, ele possui um mandato que o impede de ser preso até a última instância, em Brasília.

 

Motivos para o assassinato? Gravíssimos e sérios: um é skinhead e o outro era punk…

 

Como a vida não vale nada para imbecis que rotulam o próximo!

– Amor e Sexo, segundo Zezé di Camargo

 

Tido como grande compositor e de obra reconhecida pela crítica, o sertanejo Zezé di Camargo deu uma longa entrevista à Revista Isto É (edição de 18/05/2011, pg 08-12, por Patricia Digue). E me chamou a atenção um conceito dele sobre relacionamentos:

“Você pode ter um relacionamento sem amor, mas não um relacionamento sem sexo”.

Discordo plenamente. Relacionamento a base de sexo é carnal e passageiro; tende a durar pouco. É tara, vicio.

 

Penso que o Verdadeiro Relacionamento seja a base de carinho, compreensão e amizade; ele perdura, é justo e independe de sexo (que vira complemento na relação).


Pela lógica do compositor, se simplesmente um casal ficar impossibilitado de transar (por acidente ou acontecimento qualquer) acabou o amor? Então o “amor” não era AMOR…

E olha que o primeiro grande sucesso dele foi “É o amor”…


E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Marina Porcari cantando “Garota de Ipanema”

 

Nossa princesinha está com 2 anos e puxou a mamãe em inteligência e nos dotes musicais.

E não é que ela já sabe cantar “Garota de Ipanema”?

É para o papai babar mesmo… Em: http://www.youtube.com/watch?v=2ZwP-7wI4oo

 


Aqui, um novo trecho da canção acrescido por aquele sambinha de Sergio Mendes e Black Eyed Peas. Em:
http://www.youtube.com/watch?v=0PJ_myEr3jk


Sensacional, né?

– Passeio de Domingo

 

Bom domingo é isso aqui: passear o dia inteiro e ainda andar de trenzinho…

 

 

Levamos jeito para maquinista?

 

 

Até tocamos o sininho: http://www.youtube.com/watch?v=5dEHkDZojs8

– Nossa Florzinha com as Plantinhas!

 

Preciso dessa freqüência de momento pai!

 

Plantamos nossa primeira plantinha, e vejam que alegria a foto de mentirinha que minha princesinha tirou da Rosa que ela plantou!

 

 

Depois de tomarmos um revigorante banho (comigo, apesar de que com a mamãe não é a mesma coisa, já que com ela é banho de verdade), brincamos de fazer careta.

 

 

Meu mundo por mais tardes como essa.

– Radicais!

 

Papai e Filhinha Radicais!

Somos aventureiros… Marina e Papai fazendo bagunça. Há coisa melhor na vida?

– Acordar com Alegria!

 

O que um pai pode esperar ao ver sua filha acordar com óculos cor-de-rosa e abraçá-lo?

 

Dizer “Benção Papaizão” completa o meu momento coruja…

– Luto: perdemos a Bisa Neli

 

Nesta terça-feira, faleceu nossa bisa Neli, aos 82 anos. O sepultamento aconteceu no Cemitério da Saudade, em Mogi-Mirim.

 

Estivemos presentes para a última despedida. Ela morava conosco há algum tempo e sua memória já saudosa permanecerá em nossos corações.

 

 

Peço desculpas aos compromissos não cumpridos ontem. Infelizmente, a morte não escolhe hora.

– Dia Feliz

 

Vejo tantas pessoas raivosas e vingativas na Sociedade, que fico pensando: que valores e sentimentos devemos priorizar?

 

A semana que passou foi complicada; a que se inicia, mais ainda!

Fico aqui com o sorriso da minha princesinha Marina com o Vovô Lili e a Tia Lalá. Domingo fomos ao Parque da Cidade, e essa carinha pura e sincera nos mostra o que realmente vale na vida!


Se pudesse, ficava o dia inteiro contemplando essa carinha e fazendo-a rir. Fazer minha família feliz é o meu propósito!

– Há 1 ano Encerrei a Carreira!

 

Hoje faz 1 ano que encerrei minha carreira de árbitro…

 

Parece que faz séculos!

 

Meu adeus, que resolvi relembrar hoje.

 

Clique em: DESPEDIDA

– Voltei!

 

Ufa. Semana difícil, corrida, o país em crise pela situação lamentável dos combustíveis e falta do produto.

 

Dá vontade de sumir do mapa. E sumi! Por excesso de trabalho e por me desligar 30 minutinhos para brincar com minha princesinha Marina.

 

Eis a minha terapia realizada pela nossa doutorzinha, especialista em bagunça e na recuperação de papai cansado e estressado:

Pintura! E com carinho, depois da nossa obra de arte, ela ainda falou: “O Palhacinho parece você, papai!”

 

Com o sorriso dela, sou o palhaço que quiser… E renasço para o dia-a-dia!

– Bom Sábado de Aleluia de um pai feliz!

 

Há dias em que esbanjamos felicidade. Há outros menos memoráveis.

 

Mas o que falar de dias de renascimento, reconstrução na vida pessoal?

 

Estou radiante ultimamente, recuperando-me de problemas físicos, psicológicos e espirituais! Verdade seja dita, períodos de introspecção pessoal e meditação quaresmal foram fundamentais.

 

E que belo Sábado se inicia! Sábado de Aleluia, onde à noite celebraremos a Vigília pela espera do Cristo Ressuscitado. Belo rito que simboliza a vitória da Vida sobre a Morte.

 

De bom humor dormi; de bom humor acordei. Minha Marininha, ontem, antes de ir para a cama, assistiu pela 56.894ª vez o filme ‘Rio’, e no meio das cenas dos passarinhos, se virou para o papai e a mamãe, suspirou e disse-nos: “Papi, mami, eu amo vocês…” e nos deu um gostoso abraço…

 

É de arrepiar ou não? A sinceridade das criancinhas é algo que muitas vezes perdemos ao longo da vida, infelizmente.

 

Satisfeito com o carinho e abençoado pela virtude da paternidade, fui correr de madrugada, já suei o couro e um revigorante banho gelado como incentivador às tarefas de trabalho.

 

Desejo que todos tenham um ótimo dia, assim como prenuncia o meu.

– A Luta da Jovem Atriz Cláudia Rodrigues contra a Esclerose Múltipla

 

Certas doenças são realmente complicadas. Algumas, assustam pela dureza do aceite. Eu, particularmente, tenho medo de ficar louco ou esquecido. A jovem atriz Cláudia Rodrigues passou por isso (lembram-se dela, de “A Diarista”?). Boa sorte à ela! Posto essa matéria como incentivo àqueles que lutam contra a Esclerose Múltipla.

 

Extraído de Revista Época, 18 de abril de 2011, pg 104-106

 

SAÍ DO CONSULTÓRIO E ME ACABEI DE CHORAR

 

por Humberto Maia Júnior

 

O sorriso com que a atriz e humorista Claudia Rodrigues recebeu a reportagem de ÉPOCA sumiu quando ela notou a presença do fotógrafo. “Vai ter fotografia? Não gosto de foto, prefiro vídeo”, disse, na sala de seu apartamento na Gávea, no Rio de Janeiro, uma cobertura com vista para a Lagoa Rodrigo de Freitas, o mar e o Cristo Redentor. Claudia estava vestida à vontade e sem maquiagem. Para ficar arrumada, limitou-se a pôr brincos e um vestido. “Nem um batonzinho?”, disse Lucia Colucci, sua agente. Não. Após a foto, desfez a produção. “Voltei a ser eu”, afirma, satisfeita. Em vários sentidos, Claudia quer voltar a ser ela mesma.

Claudia é portadora de esclerose múltipla, doença que atinge cerca de 35 mil brasileiros e provoca sintomas como perda de memória, dificuldades motoras e na fala. A doença foi diagnosticada há cerca de dez anos. Os sintomas se agravaram em 2009, levando ao cancelamento das gravações da série A diarista, em que interpretava a protagonista Marinete. Ela se afastou para fazer tratamento. Quase dois anos depois, melhor, ensaia a volta ao trabalho. Na semana passada, aguardava resposta sobre a volta da personagem Ofélia em Zorra total. Acompanhada de sua agente (“ela sou eu”, diz sobre a proximidade das duas), Claudia falou do período em que a doença atingiu seu estágio mais severo e de sua recuperação.

 

ENTREVISTA – CLAUDIA RODRIGUES

 

QUEM É
Formada em educação física pela Universidade Gama Filho, seguiu carreira como atriz e comediante. Estudou artes cênicas no Teatro Escola da Rosane Gofman. É mãe de Iza, de 8 anos.

O QUE FEZ
Fez filmes como Xuxa popstar e programas humorísticos de televisão como Escolinha do Professor Raimundo, Sai de baixo, Zorra total e A diarista.

ÉPOCA – Como você descobriu que sofria de esclerose múltipla?
Claudia Rodrigues – Estava na peça Monólogos da vagina, em São Paulo, quando senti uma dormência no braço esquerdo. Achei que fosse cansaço ou algum problema de coluna. O pessoal da produção disse que eu poderia estar infartando, então fui ao hospital. Segunda-feira eu vim a uma clínica no Rio. Fiz exames, não deu nada. A médica pediu ressonância do cérebro. Eu respondi: “Minha cabeça é vazia, mas se você quiser ver…”. Uma médica entrou e disse: “Chamei outro médico para falar com você”. Perguntei o que eu tinha. Ela disse: “Ah, o neurologista vai te explicar”. Ele entrou e foi bem direto: “Esclerose múltipla”. O nome não me dizia muita coisa, mas assustou. O médico disse que eu poderia ter uma vida normal e mais para frente poderia sentir alguma coisa. Saí do quarto e me acabei de chorar. Voltei e perguntei: “Doutor, tenho uma pergunta só: vou poder ser mãe?”. Ele disse que sim. Fiquei um pouco mais tranquila.

ÉPOCA – Quando a doença passou a incomodar?
Claudia – Foi por volta de junho de 2009. Passei a sofrer problemas de memória durante as gravações de A diarista. Eu nunca tinha problemas para decorar textos. Me passavam em cima da hora, eu ia lá e fazia. Nunca tinha pedido texto no meio da gravação. O esquecimento me abateu. As gravações foram interrompidas. Fiquei chateada.

ÉPOCA – Como a doença a afetava?
Claudia – Não conseguia nem falar, né? Eu falava era um “blã, blã, blã”. Eu tinha dificuldades para andar. Agora estou andando melhor. E a memória, né?

ÉPOCA – Como foi interromper a carreira?
Claudia – Foi muito complicado. Eu sou formada em educação física, dei aulas por três anos. Não sinto muitas saudades. Me descobri atriz. Não sei fazer outra coisa. Minha mãe até perguntava se eu iria ficar parada em casa. “Mãe, eu só quero atuar.” (Silêncio.) Fico chateada. Não tinha costume de ficar em casa. Agora fico muito tempo aqui.

ÉPOCA – Como era sua rotina nos primeiros meses?
Claudia – Não era nada. Ficava o tempo todo em casa, montando quebra-cabeça e cuidando da minha filha (Iza, de 8 anos).

ÉPOCA – O que mais você fazia?
Claudia – Quando era criança, eu tinha mania de passar trotes. E voltei a passar. Eu digo que hoje é dia do Mc Lanche Feliz e pergunto à pessoa qual a loja mais próxima. Aí eu falo, falo, falo, falo… Liguei para algumas amigas que diziam com um “não posso” ou eram grosseiras. Eu chamava de sem coração. Alguns desligavam na minha cara. Era minha onda passar trote. Eu esculachava geral quem não comprava.
“Eu vejo televisão e penso: ‘Por que não estou lá?’. Não quero tomar o papel de ninguém. Só quero atuar”.

ÉPOCA – Você não sentia vontade de sair de casa?
Claudia – Não. As pessoas me chamavam, mas eu não saía. Minha mãe me mandava para a rua. Eu dizia “não quero, para quê?”. Todo mundo vira para você e pergunta “quando você volta?”. “Já, já”, eu respondia. “Mas quando?” “Meu amor, não sei quando, mas já já, eu estou em tratamento e…” “Ah, minha tia também sofre desse problema, sabia?” “Ah, manda um beijo para sua tia.” É chato. Como eu não quero ser grossa, prefiro não sair.

Sempre tem alguém para te botar para baixo. Eu entrei no Facebook, mas quero sair. Vem alguém e escreve “conheço uma igreja, queria muito que você fosse…”. Outro me pergunta se eu conheço Jesus… sim, conheço Jesus. Minha mãe é católica e eu estudei em colégio batista.

ÉPOCA – Como é ficar sem atuar?
Claudia – Eu vejo televisão e penso: “Por que eu não estou lá?”. Não quero tomar o papel de ninguém. Só quero atuar. Depois que você sai do foco, as pessoas te esquecem.

ÉPOCA – E o tratamento?
Claudia – Eu fiz em São Paulo. Logo eu, que sempre fiz piada de São Paulo, uma cidade com muita gente, prédio pra caramba, com pessoas que falam mal de carioca… (a agente, paulistana, faz cara feia). Não adianta fazer essa cara, não (risos). Me consultei com o doutor Charles Tibery, do (Hospital Albert) Einstein. Eu falei: “Meu cérebro não está bom, né?”. Ele disse que não. “Então tchau”, respondi. Ele disse: “Tchau, não. Você vai ficar aqui uns dias”. Comecei a tomar o natalizumabe (medicamento) e melhorei muito.

ÉPOCA – E hoje, você acha que está boa?
Claudia – Minha memória está bacana. Coisas de que eu não lembrava, como números de telefone, agora eu me lembro. Outro dia lembrei da minha matrícula da faculdade. Eu me sinto bem.

ÉPOCA – O que pretende fazer agora?
Claudia – Se Deus quiser, sexta-feira vou ao Projac e gravo uma Ofélia. Tomara que seja a primeira de muitas.

ÉPOCA – Ansiosa?
Claudia – Mais ou menos. Quero voltar a interpretar e fazer bem o papel.

ÉPOCA – Alguma insegurança?
Claudia – Não.

ÉPOCA – Você ensaia em casa?
Claudia – Não.

ÉPOCA – Alguma personagem que você viveu lhe serve de inspiração?
Claudia – A Thalía (da Escolinha do Professor Raimundo, que tinha o bordão “vou beijar muuitoo”). Ela é uma mulher que eu queria ser. É péssima, mas se acha “a” mulher. Ela tem uma autoestima muito forte. A Marinete (protagonista de A diarista) é muito correta, muito honesta. Não que eu não seja honesta! (Risos.)

– Mudança de Hábito na Minha Vida Pessoal

 

Resolvi tomar algumas decisões sérias na minha vida!

 

Muitas vezes, a gente precisa usar ferramentas da Administração de Empresas, as quais trazem sobrevida às organizações, para também nós ganharmos sobrevivência. Princípios como Destruição Criativa, Reinvenção, Benchmarking, Learning Organizations, por exemplo, podem ser aplicados perfeitamente no dia-a-dia pessoal.

 

Há tempos venho convivendo com alguns fantasmas, tais como neuroses e preocupações excessivas, às vezes, inglórias. Na verdade, venho sofrendo de stress físico, mental e espiritual. Assumir tal condição dependente e doentia é importante. Alivia, tira um peso das costas!

 

Não são raras às vezes que tenho picos depressivos ou eufóricos, beirando a bipolaridade. Somadas as crises de labirintite e fibromialgia, é fato que ultimamente (e já faz tempo), estou um caco.

 

Meu pai me chamou a atenção e disse: “Viva a vida, cara! Se der uma zebra, como fica?”

 

E a primeira coisa que vem à cabeça é: “como estou vivendo a minha vida?”

 

E sabe que tentando responder a essa questão, de primeira me vem à mente: vivo por obrigação! Tenho que viver com prazer, encarando os problemas sempre com tranqüilidade, não desejando-os que me tirem do sério. E me importar com coisas que realmente são necessárias, sem colocar vaidades ou futilidades em primeiro plano. Tragicamente, a vida profissional e compromissos assumidos em demasia acabam atrapalhando, desde muito, a vida social!

 

Busquei meditar bastante nestes últimos dias. Aproveitei a Semana Santa para me recompor, num momento em que a crise econômica e o excesso de trabalho lhe assolam. Viver o Tempo Quaresmal, mesmo que não tão profundamente com os propósitos que fiz, valeram!

 

Por exemplo: ontem, de madrugada, fiz o FIFA TEST (teste físico para os árbitros de futebol) alcançando o tempo em todos os seus 24 tiros, mesmo com meu peso não-ideal. Sabe de uma coisa? Foi o último. Agora, só corro por gosto, não por buscar marcas ou condicionamentos excessivamente desnecessários.

 

Mudarei minha alimentação! Abolirei de vez refrigerantes (que sinceramente só me estufam e nunca fui ‘chegado’). Percebo que gasto, ao invés de calorias, energia! Calma, eu sei que estou falando coisas iguais, mas entenda: desgasto-me tanto com certas coisas, e busco recuperá-las de forma errada na recuperação, que me atrapalham. Basta também.

 

Dedicarei-me a intensificar as práticas das virtudes cristãs: jejum (encontrar-se consigo), caridade (encontrar-se com o próximo) e oração (encontrar-se com Deus).

 

Prioridades máximas e inegociáveis: não aceito mais compromissos e atividades que me limitem na busca da condição plena de ser um bom pai, marido, filho, irmão, patrão, professor, consultor, ou seja lá o que for.

 

Voltarei a praticar coisas que me deixam feliz: cuidar do jardim, nadar, caminhar, escrever, filosofar… e, principalmente, educar pacientemente a Marina e tentar responder aos “milhões de porquês” que a linda idade dela exige.

 

Enfim: voltarei a exercer com a alegria efetiva minhas atividades em todas as searas, desafogarei minha mente de coisas indevidas e só terei espaço para a produtividade saudável, tanto nas relações pessoais quanto ao meu íntimo.

 

Tenho dito.