– Your Key to Happiness.

To me, the key to happiness is finding purpose- a purpose that’s so much bigger than yourself, and contributing to it. Happiness comes when you …

Continua em: Your Key to Happiness

– Uma vitória pessoal!

Há 6 anos, tive um problema de saúde que me atrapalhou muito (cessado em 30/05/2020).

Tanto no campo profissional quanto o pessoal, ocorreram prejuizos em decorrência dele. Não prejudiquei direta ou indiretamente ninguém por causa disso, mas sacrifiquei por algum tempo meus familiares – que sempre estiveram ao meu lado e me ajudaram em tudo.

No 3o ano, já no desmame das medicações, tudo parecia melhor. Porém, um baque que sofri quando estava muito próximo da liberação (uma situação de trabalho onde existou uma questão deselegante) me ocasionou um revés, afinal, a cura não era terminada! Voltei às doses maiores e, enfim, depois de um período contínuo de diminuição delas (com espaçamento atingindo até mesmo uma semana entre os remédios), ufa, fim de tratamento! Corpo, alma e mente em harmonia, enfim.

Nada de alardear: não tem envolvimento de dependência química / psíquica ou qualquer outra moléstia contagiosa ou comprometedora à honra. “Apenas” um problema que passou (“apenas”, entre aspas, pois quando você está no olho do furacão, tem a noção exata da coisa).

Obrigado, Deus, pela vida. Obrigado, família. Obrigado, médicos!

E vida que segue!

– Cuidado com a busca pelo excesso da “vida perfeita”.

DEPRESSÃO – A busca incessante da felicidade traz alguns efeitos indesejados… Mantenhamos prudência e sensatez!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=bOpKc9KPops

– Machos e o machismo: mulheres não são as únicas vítimas.

Um texto para o “homem moderno”. Na verdade, para uma sociedade justa, não preconceituosa, respeitosa, digna e de equidade aos homens e mulheres:

“O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.”

Na íntegra, abaixo, extraído de: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/o-quanto-o-machismo-tambem-reprime-os-homens/

O QUANTO O MACHISMO TAMBÉM REPRIME O HOMEM

por Ruth Manus

Como todos sabemos o comportamento machista não é exclusividade masculina. Há homens machistas, mulheres machistas, músicas machistas, livros machistas, doutrinas machistas. Da mesma forma, o feminismo não é uma luta apenas das mulheres. O feminismo, como já mencionamos aqui no blog, não é o contrário de machismo, mas é a luta por igualdade entre homens e mulheres. E isso interessa todos nós.

A mentalidade machista mata, fere, humilha e reprime mulheres todos os dias, em todos os cantos do mundo. E nós precisamos lutar diariamente contra esse tipo de comportamento, mesmo quando ele se apresenta de forma sutil, disfarçado de piada, de pequena censura.

Mas não são só as mulheres que são vítimas do machismo. Obviamente não estamos comparando dores, nem nivelando os potenciais das agressões. As maiores vítimas do machismo sempre serão as mulheres. Mas talvez esteja na hora de entendermos que a vida de todo mundo seria melhor sem ele.

Começa muito cedo. O antiquado “menino não chora” ainda circula por aí. Por vezes ele se traveste de “vai ficar chorando que nem uma menina?”. O machismo tenta enfiar as lágrimas de volta nos olhos dos meninos, que já crescem com duas ideias erradas: a de que eles não podem ter fragilidades e a de que toda menina é frágil por natureza.

Depois os meninos são tolhidos nos brinquedos. Uma menina jogando bola ou brincando de carrinho pode até ser aceita (embora o mundo prefira vê-la com uma cozinha de plástico cor de rosa). Mas um menino com uma Barbie jamais passará ileso. Um menino que queira brincar de ser pai de uma boneca será motivo de preocupação. Um menino com um bambolê. Um menino que se divirta penteando cabelos.

Mais tarde são os cursos universitários: Nutrição? Enfermagem? Psicologia? Pedagogia? Design de interiores? Gastronomia? O machismo está pronto para mandá-los para a engenharia, para o direito e para administração de empresas. Nas profissões não é diferente. Um amigo que estuda em Barcelona é excelente com crianças, pensou em se oferecer para cuidar de algumas. Mas quem aceitará “um” baby-sitter? Será um pedófilo? Um pervertido? Além disso, misturam-se conceitos, associando profissões a orientação sexual e, de repente, o simples fato de um homem gostar de cortar cabelos ou desenhar roupas já torna-o gay aos olhos dos machismo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas o machismo é muito burro.

O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.

O machismo não costuma matar homens. (a não ser que esse homem beije outro homem no meio da Avenida Paulista). O machismo prefere matar mulheres. O machismo odeia todas as mulheres que não se encaixam em seu asqueroso e pobre padrão. Mas também odeia os homens que não correspondem às suas tristes expectativas. E reprime-os. Julga-os. Condena-os. Não os mata com armas de fogo, não os espanca no chão da cozinha, não os violenta nos becos escuros. Mas mata, sim, a cada dia, um pouco das sua liberdade, da sua paz, dos seus sonhos.

Morte grande e sangrenta ou morte pequena e sutil, somos todos vítimas do mesmo machismo. E a luta contra ele é uma só: uma luta sem gênero, protagonizada por todos os que sabem que não queremos seguir caminhando por caminhos trilhados por uma mentalidade tão pobre, tão atrasada e tão carregada de ódio.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Meu maior problema…

O grande problema da segunda-feira: não poder ficar grudado com minhas meninas 24h por dia, nem ter tempo de curti-las como eu queria

Ah, como isso é difícil…

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– Baby Fusion, Sling e Exterogestação

Uma das práticas mais amáveis das mães para com os seus bebês, fortalecendo o instinto natural da maternidade e ajudando o pequeno a se desenvolver, é o uso do sling – algo simples e ao mesmo tempo primordial para ajudar na exterogestação.

Aliás, praticantes da arte do Baby Fusion conhecem bem esses termos e conceitos. 

Compartilho, abaixo, algumas explicações (vide maiores informações no Instagram de @priscilaporcari.babyfusion).

EXTEROGESTAÇÃO vs SLING

por Priscila Porcari Ferreira

Você sabe a relação de Exterogestação X Sling ?

Vou te contar: o campo da neurociência vem crescendo cada vez mais e estudos nos mostram a importância do colo para o bebê recém-nascido.

O bebê nasce com determinada quantidade de ligações neurológicas e precisa continuar fazendo essas ligações para se desenvolver. Se o bebê fosse nascer com essas ligações suficientes maduras para ele ser “completo”, ele teria que nascer de 12 meses e não de 9 meses. A sábia natureza fez com o que o bebê nascesse de 9 meses para ter a cabeça ainda pequena e passar com tranquilidade pela via de parto. E portanto, os 3 meses restantes seriam de exterogestação, ou seja: ele se desenvolve fora do útero. Quem é mãe sabe que os 3 meses do bebê é um “marco”. O bebê muda, os sorrisos surgem, as cólicas desaparecem.

A mãe que proporciona o colo nesse e nos outros períodos seguintes está oferecendo para seu filho uma relação de inteligência mais benéfica ao longo do seu desenvolvimento até a sua vida adulta.

É ai, que entra o sling. O sling do tipo “wrap” vem como um facilitador do colo e instrumento poderoso; com ele, conseguimos remeter o bebê ao ambiente em que ele estava dentro do útero. Acolhido, escutando os sons da mãe, a movimentação de ir e vir na posição quase que fetal… há troca de temperatura, há o cheiro e batimentos cardíacos de coração com coração. O Bebê se acalma, relaxa, se sente protegido, amado e seguro. É aonde ele quer e precisa estar. A mãe se sente confiante, satisfeita e com as mãos livres para conseguir realizar outros afazeres…

Há quem acha que Sling é coisa da moda ou da modernidade…. mas o conceito de “carregar” é ancestral, em algumas tribos e etnias as mães permanecem com o seu bebê no colo o tempo todo. Com a ajuda de algum aparato semelhante a um sling, o bebê tem livre acesso ao seio da mãe e vê o mundo no mesmo ângulo que ela. E não é preciso ir tão longe, por exemplo: na época das nossas avós não existiam carrinhos, cadeirinhas vibratórias com luzes, músicas etc…. elas amarravam o bebê em qualquer tecido e saiam para trabalhar na roça. O que a “modernidade” nos trouxe foram estudos com as fisioterapeutas e pediatras para que a colocação do bebê no sling respeitassem a fisiologia dele, garantindo conforto e segurança para seu desenvolvimento, pois o tecido “molda” o corpinho do bebê garantindo o aconchego ideal. Na verdade, o que o bebê precisa é de um bom colo, aconchego e amor. Vejam alguns mamíferos: os macacos e os cangurus…as mães andam com suas crias agarradas nelas… e isso é extremamente natural.

Se eu pudesse dar um conselho para uma gestante, seria: tenha um sling! Arrisco dizer que é o melhor item do enxoval de um bebê, e não só para o período da exterogestação (o sling geralmente suporta ate 20 kg em media). Então, dê colo… muito colo e acolhimento para o seu bebê.

Obs: O sling é muito diferente do canguru que grandes marcas comercializam (aqueles rígidos em que o bebê fica com o corpo solto e pendurado pela pelve). Isso é muito sério! Cabe aqui um outro post sobre o assunto (que farei em breve).

CONTATO (Instagram): https://www.instagram.com/priscilaporcari.babyfusion/?igshid=1qml25a2bknjl.  (@priscilaporcari.babyfusion).

Sling x Exterogestacao

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Montanha-Russa da Vida.

Visualizei no perfil do LinkedIn de Ronaldo Nascimento essa analogia fantástica, e não tem como deixar de compartilhar.

Assistam ao vídeo com a explicação abaixo:

A estrutura azul escura é Deus em nossas vidas, sustentando-nos em todo tempo! A azul clara é a vida profissional que precisamos estar nela amparados e a rosa é a família, que não podemos nos desprender! Os movimentos nos mostram que a vida é dinâmica e não se pode viver estaticamente, por maiores que possam ser as adversidades representadas pelos movimentos destas estruturas. Temos um Deus que cuida de nós, um emprego para não faltarem as necessidades e nossa família, que é nosso alicerce!

– #tbt 1: Por dias de liberdade mental e física.

Há 3 anos…

Na timeline me apareceu essa foto linda da minha filha Marina pedalando comigo na praia (Santos/SP). E justo hoje, ela foi muito significativa. Por vários fatores!

1- Não temos a vontade de erguer os braços e gritar por liberdade? Sem máscaras, sem medo da pandemia ou sem amarras na vida?

2- Quantas vezes não estamos aprisionados em nós mesmos! Ficamos reféns de nossas tarefas e não temos oportunidade de nos soltarmos…

3- Por fim: que vontade de passear! Mas falta-me tempo, segurança e dinheiro.

E você, tem vontade de erguer os braços e gritar por algo?

– Metades… por Khalil Gibran

“O desejo é a metade da vida; a indiferença a metade da morte!” Khalil Gibran imagens do Pinterest

Metades…por Khalil Gibran

– O que deve continuar a repercutir do testemunho de Cássia Kiss.

Repercutiu bastante a participação da atriz Cássia Kiss no programa da Fátima Bernardes, na Rede Globo, na semana passada. Falou bastante da sua conversão, da vida ativa no Catolicismo e da questão da valorização da vida.

Porém, algo que desde a semana passada têm-se discutido e que não se pode deixar esquecer: as consequências do aborto na vida da mulher, abordadas por ela. E fica para a reflexão: o que nós, cristãos em geral, temos feito para defender a vida do nascituro e também da saúde mental da mãe?

Para quem não assistiu, a entrevista está em: https://globoplay.globo.com/v/10569347/

Imagem extraída de: https://www.instagram.com/p/CdjZY_VOx5x/.

– Quando, enfim, nossa Tetéia veio para casa…

Há exatos 5 anos!

Chega de Hospital! Ufa…

Hoje era para ela estar ainda na barriga da mamãe, mas o destino quis que a Maria Estela nascesse bem antes. Depois de tantas semanas na UTI e alguns dias no quarto, enfim a nossa Estelinha conheceu o seu verdadeiro lar-doce-lar. Estamos todos em casa!

– Obrigado Nossa Senhora pela sua intercessão, nós que a veneramos por invocações tão magníficas, como a Mãe do Bom Parto, Virgem de Fátima e Mulher do Monte Carmelo. Mãezinha do Céu, genitora de Jesus, serva de Deus e esposa do Paráclito Divino. Firmes na fé, rogamos a ti pois sabemos que seu pedido é sempre atendido pelo seu Filho, nosso único e verdadeiro Senhor, que adoramos na Trindade Santa com o Pai e o Espírito Santo. Ó Maria, chamada Estrela da Manhã e do Amanhã, como belamente rezamos na sua ladainha, fizeste para nós como nas Bodas de Caná da Galiléia. Entretanto, ao invés de água em vinho, o Cristo transformou fragilidade de um parto em um natalício evento de amor e confiança!

Faltou-nos tempo, descanso, calma e tantas outras coisas. Mas não faltou constância na crença, amparo da família e preces dos amigos. 

Obrigado a todos pela torcida e pelas orações; aos médicos e enfermeiras; e, em especial, àqueles que nos sustentaram no coração por todo esse longuíssimo tempo e nos ajudaram a não vacilar.

Agora, nossa estrelinha permanecerá em quarentena e ainda sem poder receber visitas devido a imunidade. Mas e daí? O que importa é que está em casa e que após conquistar os anticorpos que necessita, em breve estará rodeada pelos nossos amigos!

Eis nossa caçulinha (agora bem mais fortinha e fofinha). Aqui:

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– Fazendo as Pazes com suas Sombras

Seja amigo de você mesmo!

Leia que texto maravilhoso sobre esse tema, extraído de: https://freefontsdownloads.wordpress.com/2021/05/20/retroking-font/

Todos nós temos sombras que estão sempre a nos obscurecer. Pode estar um dia lindo lá fora, mas há uma opressão no nosso peito, como uma corrente que… (cont em: Fazendo as Pazes com suas Sombras).

– E se você conseguisse parar de reclamar?

Reclamar pode se tornar um vício. O hábito de lamentar é ruim para todos: desde a quem se convive até ao próprio queixoso.

Compartilho esse bom texto sobre “como conseguir mudar tal comportamento” e uma reflexão sobre novas posturas.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/04/11/murmuracao-e-se-voce-conseguisse-parar-de-reclamar/

MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?

Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?

“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”

Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?

A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:

Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.

Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?

Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.

Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.

Vamos lá para um lifting comportamental!

Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.

Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.

Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.

Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.

É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.

E se você escolhesse a felicidade?

Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse

Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.

Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.

Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar

Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.

Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.

Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração, conclui a conselheira.

Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?

Élisabeth Caillemer

5 Maneiras de lidar com as reclamações dos clientes | NeoAssist

Imagem extraída de: https://www.neoassist.com/blog/5-maneiras-de-lidar-com-as-reclamacoes-dos-clientes/

– #tbt1: Não precisa escrever nada!

Há 5 anos, em Jundiaí:

Com esse amanhecer, dispensamos comentários!

Ótima 5a feira a todos. E saiba: a fotografia é um grande hobby…

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– Poderia ser melhor…

Uma confissão – domingo de dia das mães “bem tristão”: minha mulher está viajando a trabalho; minha madrasta está na casa dela com meu pai; e minha sogra está em Jundiaí, com minhas filhas.

Como minha mãe já habita a Morada Eterna, passando um dia bem melancólico… afinal, morando em outra cidade, não tenho ninguém ainda para dar um “abraço de mãe”.

Ou, quem sabe, receber? Afinal, muitas vezes sou “pãe”.

– Rebeldia e Adolescência.

Por quê a adolescência tem que vir acompanhada de rebeldia?

Nesta fase da vida, a explosão de hormônios pode dizer muita coisa… mas outros fatores também!

Extraído de: https://ilpensierononlineare.com/2021/04/27/ribellione-e-adolescenza/

RIBELLIONE E ADOLESCENZA

por ilpensierononlineare

“Ogni atto di ribellione esprime nostalgia per l’innocenza e una richiesta all’essenza dell’essere.” (Albert Camus)

Un atto di ribellione è movimento, è azione. Un agito che inconsciamente diminuisce una tensione interna, una costrizione intollerabile. Per dirla alla Fenichel, questo agito comporta “una scarica parziale degli impulsi tenuti a freno”. Con la ribellione avviene una scarica di quegli impulsi, attraverso un agito (trasgredire le regole, ad esempio), che erano in qualche modo rimossi e “compressi”.

La ribellione è una delle caratteristiche dell’adolescenza. Fa parte dello sviluppo psichico ed emotivo dell’adolescente e ne scolpisce la personalità; è uno degli ingredienti essenziali per la formazione dell’individuo maturo.

“Finisce bene quel che comincia male” (dott. Gennaro Rinaldi)

Abaixo, Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Você tem Medo da Morte?

Você tem medo de morrer? Ouvi tempos atrás a seguinte afirmação:

Eu não tenho medo de morrer. Tenho Pena”.

Frase de Chico Anysio, falecido humorista, em 2011.

Tema delicado, não? Eu talvez tenha medo “de como morrer”. E você?

Deixe seu comentário:

Imagem extraída da Revista Vida Simples, com uma interessante matéria sobre o assunto. Está em: https://vidasimples.co/ser/morte-por-que-temos-medo-da-morte/

– Se você não tentar…

Na vida, em nossos propósitos e sonhos, tente consegui-los e não desista sem saber o que aconteceria. Sem as tentativas, tudo se torna incógnita.

Tentar. SEMPRE!

Repito: TENTE! Desafie-se.

Mais uma vez: ao menos, vale tentar.

– Encare (mas com calma)…

Você já se deparou com momentos em que quer evitar situações inevitáveis, e insiste em não encará-las?

Há instantes de dificuldades nos quais, em situações profissionais ou pessoais, não aceitamos. E isso é ruim, pois postergamos problemas com tal comportamento.

Essa mensagem, de autor desconhecido na figura anônima enviada via WhatsApp, diz tudo:

– #tbt1: Saudade de um dia de passeio…

Como não desejar sorrir, curtir a vida e brincar com as crianças?

Tenho uma saudade enorme desse dia… nossos sorrisos dizem tudo!

– A pureza de uma criança nos ajuda a continuar!

Quantas vezes nos deparamos com dias ruins?

Quantas vezes pensamos em desistir da labuta?

Quantas vezes estamos cansados?

Quantas vezes, e quantas, quantas…

Não basta muito para nos recarregarmos: apenas um sorriso sincero pode ser combustível para nossa alma!

– Criança não mente. NUNCA!

Há 2 anos…

É muito bom curtir as crianças. Elas são puras e verdadeiras!

Confira se não é verdade em: https://youtu.be/p63qgU-I14Y

– Cansou de si mesmo?

Já “cansou de si mesmo”?

Eu sim. E já externei várias vezes a necessidade que cada um de nós tem para mudar, de fazer algo diferente, de buscar novos desafios (mesmo tendo muitos compromissos diários ou sendo workaholic).

A questão é: mudar como?

Em trabalho? Em hábitos? Em qualidade de vida? Em padrão social?

Talvez em disposição, na forma de encara o dia-a-dia.

Particularmente, sou muito pilhado em tudo estar certinho. Metódico, sistemático mesmo. O correto, o justo, o ético e o moral estão sempre associados comigo, e não consigo desvencilhar-me dessas coisas, gerando excesso de preocupação, irritação, inconformismo!

Calma, não sou “certinho”, sou apenas um cara que gosta das coisas em ordemmas isso não me dá o direito de pegar no pé de quem pensa diferente ou de censurar o meu próximo.

Na verdade, a crise econômica / social / educacional que o país vive nos obriga a imaginar diversas situações. Tenho amigos que deixaram o Brasil, mas isso é uma solução?

Isso é mudar, concordo, mas não precisa ser algo tão radical (no meu caso).

O melhor mesmo é não desanimar, tentar ver o mundo de uma maneira menos ruim e saber que você não pode mudar o mundo sozinho (embora, não se pode acomodar com as injustiças sociais).

O maior medo é: por acompanhar alguns amigos que enfartaram tão jovens, ser vítima de um enfarto! É por isso que tenho que manter em alta o ânimo e praticar atividades físicas. Eu não quero viver com depressão, nem enlouquecer lentamente.

Ops: ao escrever essa última colocação, me lembrei que ela faz parte de uma música do polêmico Lobão (poeta, mas louco!), que fala sobre consciente e a “menor expressão de angústia”…

Taí, gostei. Compartilho para reflexão: e acrescento – valorize a vida, pois na canção abaixo se pede “para que você não tente se matar pelo menos nessa noite”. Não se mate nunca! Viva a vida, reinvente-se.

Escute clicando em: https://www.youtube.com/watch?v=U6hIdLm5qTU

– Resiliência/ Resilience… (by Mágica Mistura).

“Rediscover the value of each day, self-care and empathy. Be aware that our best reflects on the whole and that, therefore, giving up is not an …

Continua em: Resilience…by Mágica Mistura

– #tbt 3: Gargalhando!

Relembrando, de anos atrás…

Que demais!

Nossa #bebê Estelinha adora tomar #banho, e com um simples “oi amigo” dá uma contagiante #risada que faz todos rirem.

Aumente o volume, com certeza você também vai sorrir com esse vídeo engraçadinho dela.

👶🏼 😀 #Paternidade #Sorriso #Alegria #Baby #Amor #Criança

Link em: https://m.youtube.com/watch?v=tNGMh1Y8YgA

– As doações de um pai.

🇺🇸 The son’s statue was made from the parts taken from the father’s statue, representing the amount that parents donate to build their children’s lives. / 🇧🇷 A estátua do filho foi feita com as partes retiradas da estátua do pai, representando o muito que os pais se doam para construir a vida dos filhos.

Gostei demais desta imagem abaixo, e compartilho (a mensagem acima):

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– 36º dia da Quaresma: ser resiliente.

Tem dias que a vida prega peças na gente…

Ora “tudo bem”, ora “ops”.
Nesses dias, que não falte Deus para nos socorrer e o colo de Maria para nos consolar. 

Que assim seja…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Tente!

Embora muitas vezes essa imagem possa parecer mais uma simples insistência motivacional, vale lembrar: TENTE!

Compartilho:

Imagem extraída do LinkedIn de Raísa Ramos: https://br.linkedin.com/in/ra%C3%ADsa-ramos-10b545165

– Puros sorrisos.

Certos sorrisos dispensam legendas, não?
Bolinhas coloridas, crianças sapecas e muita diversão. Perfeito!
Não consigo imaginar a vida de quem não quer filhos. Eles dão trabalho, mas iluminam nosso dia-a-dia.

🥰 #PaiDeMeninas #Amor #Sorriso #Smile #kids #fun

– Confie!

Taí uma verdade bem clara: Deus nos sustenta e nos protege!

Na imagem: 

– O DNA e a Depressão.

Muito interessante: a Holiste, empresa da área de saúde, publicou uma matéria a partir da reportagem da Revista Superinteressante intitulada: DNA, a nova arma contra a depressão. 

Para quem se preocupa com o chamado “mal do século” (o trio formado por depressão, ansiedade e pânico), vale a pena a leitura da questão de se realizar mapeamento genético para atacar essas crises / doenças.

Extraído de: https://www.holiste.com.br/depressao-teste-genetico/

DNA E A DEPRESSÃO

A Revista Super Interessante abordou o uso do Teste Genético como aliado no tratamento da depressão.   Na matéria, a jornalista Pâmela Carbonari explicou o funcionamento do teste genético e relatou sua experiência com a depressão e com os tratamentos medicamentosos.

“O que mais temia não era a ajuda profissional, mas o troca-troca de remédios típico de quem começa tratamentos, e a convivência com efeitos colaterais que cada um pode dar no início do tratamento – ansiedade, tontura, dor de cabeça, náusea…”, explica Pâmela Carbonari.

O “troca-troca” que a jornalista se refere se dá pelo fato de que, a despeito de todo cuidado e perícia do psiquiatra, não é incomum que o paciente não responda de forma eficaz à primeira prescrição do tratamento medicamentoso, ou apresente efeitos colaterais indesejados, já que cada remédio interage com o organismo de uma forma.

“Os testes genéticos surgem como uma alternativa para determinar quais antidepressivos funcionam melhor no seu corpo.  A grosso modo, são testes que fazem uma leitura do seu DNA para detectar se ele é mais amigo deste ou daquele remédio”, resume a jornalista.

O psiquiatra Guido May – do laboratório GnTech, parceiro da Holiste – comenta sobre o teste farmacogenético na matéria.

“É raro encontrar alguém que metabolize normalmente todos medicamentos utilizados para o sistema nervoso central.  Mas, mesmo com esse manual de instruções na mão, a avaliação de um médico segue sendo fundamental.   O teste genético é uma ferramenta, uma informação a mais para ajudar, em conjunto com histórico de tratamentos prévios, ambiente, fase da vida”.

ESTUDOS E RESULTADOS

Um levantamento realizado nos Estados Unidos pela organização de saúde Mayo Clinic, mostrou que quem fez o exame genético teve uma resposta 70% melhor à medicação se comparada àqueles que usaram o antidepressivo sem ter realizado o teste.

“Existem estudos norte-americanos que demonstram que as pessoas que fazem o tratamento guiado com o teste farmacogenético faltam 75% menos ao trabalho do que o paciente que faz o tratamento pela via tradicional, gasta 60% menos com saúde e demanda 67% menos dos planos de saúde” – afirma Guido May.

Já o estudo realizado em publicado em 1167 pacientes com transtorno depressivo maior – que apresentaram resistência ao tratamento e não tiveram resposta a pelo menos um medicamento – identificou uma probabilidade 30% maior de resposta do paciente ao tratamento e 50% maior de alcançar a remissão quando a seleção da medicação foi guiada pelo teste genético.   O estudo foi publicado no American Psychiatric Association (APA), em maio de 2018.

“Atualmente, a prescrição por tentativa e erro de antidepressivos é um fator que contribui para o insucesso do tratamento e aumenta os custos.  A farmacongenômica combinatória pode melhorara os resultados identificando medicamentos que, por razões genéticas, serão menos eficazes, podem levar a mais eventos adversos e que podem existir a troca”, explicou o Dr. John Greden, pesquisador principal do estudo.

TESTE FARMACOGENÉTICO GNTECH

A Holiste realiza o teste em parceria com a GnTech, laboratório catarinense de genética e bioinformática, que realiza exames de alta qualidade e precisão, provenientes do sequenciamento do genoma humano.

O teste da GnTech oferece uma avaliação de como as medicações atuarão no sistema nervoso central do paciente, no tratamento de transtornos como depressão, ansiedade, déficit de atenção e psicoses.

O exame é realizado de forma simples, com a coleta de uma amostra da saliva do paciente. O material é enviado para o laboratório que analisa 26 genes para determinar como o organismo daquele indivíduo reage aos 79 remédios mais usados para o Sistema Nervoso Central – antidepressivos, ansiolíticos, antipsicóticos, analgésicos, opioides, psicoestimulantes, estabilizantes de humor e anticonvulcionantes.

O laudo gerado auxilia o trabalho do psiquiatra, como um “mapa” que demonstra como os genes determinam a absorção, distribuição e metabolização dos remédios e de que forma acontece a recaptação de neurotransmissores.

“O teste farmacogenético apresenta-se como uma alternativa para auxiliar a escolha do melhor tratamento, respeitando as especificidades genéticas daquela pessoa.  Podemos definir se é necessário aumentar ou reduzir a dosagem da medicação, ou buscar uma outra alternativa que se adapte melhor ao tipo de metabolismo do paciente, possibilitando uma melhor adesão ao tratamento e uma maior qualidade de vida”, explica a psiquiatra da Holiste Fabiana Nery.

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Imagem extraída do link acima citado.

– Ninguém precisa competir com ninguém, falando-se em vida…

As pessoas criam “ditos” errados e gananciosos no dia-a-dia. Por exemplo: “a vida é uma competição”.

É nada! Não pense assim. A vida é para ser vivida, sem se importar em prejudicar o próximo.

Essa imagem é perfeita:

– Ser criança sempre!

Eu queria ser criança sempre.

Eu queria ter um coração de criança.

Eu queria não ter as preocupações cotidianas, como uma criança.

Eu queria o sorriso de felicidade das crianças.

Muitas (e muitas vezes) eu queria ser simplesmente… uma criança.

Qual adulto transforma uma embalagem de Ovo de Páscoa em chapéu?

Meu afilhado Givon e minha filha Estela são exemplos de que ser criança é muito bom!

– Que Deus ajude o menino desolado.

Parado na Rodovia Dom Gabriel (Itu a Jundiaí) pois a pista está interditada. Motivo: um jovem está tentando o suicídio no Pontilhão do Parque Eloy Chaves (em frente a antiga EASA).

Há duas ambulâncias, viatura de bombeiro e muitos policiais.

Que Deus o ajude a recobrar o bom senso.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Autocuidado diário.

O autocuidado é uma responsabilidade particular. Nao da para pedir a alguém para ter autocuidado por você. As pessoas podem te auxiliar, lembrar, ser…

Continua em Autocuidado diário