– Dica da Noite 2:

Vale a pena o esforço!

– Viva o hoje!

– 1 ano sem a Vó Maria…

Repost do ano passado, quando nossa querida Vó Maria foi morar no Céu:

Uma foto feliz, para ficar de lembrança da Vó Maria, a fim de agradecer a todas as mensagens carinhosas que eu (e todos os filhos, netos e bisnetos) recebemos nesse dia.

A alegria dela representa hoje a entrada na Morada Eterna, e a minha, de sabermos que todos nós (e incluo meus primos Mônica, Cíntia, Anderson, Reinaldo, Fábio e Marcel) fizemos de tudo para que fôssemos os mais amáveis possíveis com ela.

A partir de hoje: saudade sim, tristeza não!

Obrigado por todos que escreveram a nós. Não foi possível responder a todos, mas colocamos em nossas orações o agradecimento pela lembrança piedosa.

– Capacitações desde Sempre!

Recebi e compartilho: coisas que precisariam ser ensinadas independente de qual seja o curso universitário (além de outras, como respeito à vida e à cidadania, não listadas aqui).

Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– É por aí:

– Quaresma é tempo de libertar o coração das vaidades!

Gostei demais do tuíte do Papa Francisco, postado dias atrás. Escreveu o Pontífice:

A aparência exterior, o dinheiro, a carreira, os passatempos: ‘sereias que nos encantam’ e nos deixam à deriva. A Quaresma é tempo de graça para libertar o coração das vaidades”.

Já perceberam que temos coisas que nos aprisionam e nos deixam “sem pé” quando não são a contento nosso? O que nos leva a ter amarras desnecessárias?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. 

– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dica da Noite 1:

– A versão perfeita ou a menos imperfeita?

Achei bem propícia essa mensagem sobre esforço para uma versão perfeita de nós mesmos. Afinal, perfeição não existe.

Que tal aceitarmos nossas limitações e desistirmos da utopia de algo imaculado, e buscarmos uma versão melhor dentro da nossa imperfeição?

Compartilho abaixo:

– Faça a diferença!

Uma simples plaquinha na porta pode trazer um lembrete tão significativo: podemos fazer a diferença na vida das pessoas, trazendo cores em corações tristes e cinzentos. Veja que mensagem inspiradora:

A simple sign on the door can bring such a meaningful reminder: we can make a difference in people’s lives, bringing colors in sad and gray hearts. See what an inspiring message:

“Seja o arco-íris na nuvem de alguém”. / “Be the rainbow in someone’s cloud.”

Vamos nos esforçar para isso? Shall we strive for it?

– #tbt 2: De bem com a vida!

Há 1 ano…

Que eu possa estar todo dia como a Maria Estela: de bem com a vida!

A alegria é contagiante.

🌠 #Amor

– Esteja ON.

– Idade não é problema.

– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.
– Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.
– Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.
– Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.
– Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.
Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.
Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.
Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.
Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.

Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.

Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.

NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto,
NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance,
NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.

Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.

Acredite: ESTÁ TUDO BEM !

A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa! 👊🏻

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– A cultura do “Loser”.

Que mania nossa sociedade tem em desmerecer quem não tem o sucesso absoluto: como um dia disse Nelson Piquet, “o 2º colocado é o 1o perdedor”, para muitos.

Por quê isso?

Não ser o primeiro colocado em qualquer situação – no esporte, na política ou no trabalho – não quer dizer ser um perdedor. Quer ser “o primeiro melhor, depois de quem venceu”!

É triste saber que o desmerecimento acontece de maneira injusta por muitas partes, e nós temos a obrigação de aguentar cobranças de que “tem que ser o número um” em todos os aspectos.

Faz parte. Não se pode (e nem se deve imputar principalmente às novas gerações) a cultura de quem não é o melhor, é um perdedor.

loser - Inglês com a Fluentics

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para o crédito.

– Fazer a diferença na vida.

Podemos fazer a diferença na vida das pessoas?

CLARO!

Devemos ser a diferença. Olhe só que lembrete bacana, na figura abaixo:

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Tenha iniciativa!

Por quê deixar para depois? Comece a mudança já!

É no “agora” que se dá o pontapé inicial para tudo na vida.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Você é a sua própria escolha!

A escolha do que você é, depende de quem (ou de quê)?

Você é o que você mesmo escolhe ser. Simples.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Não sejamos obstáculos para nós mesmos!

Por quê viver a vida relembrando o passado e nos limitando?

Se não for possível caminhar… siga esse conselho, proposto em: https://youtu.be/7TTyqD1csbc

– A pureza de uma criança nos ajuda a continuar!

Quantas vezes nos deparamos com dias ruins?

Quantas vezes pensamos em desistir da labuta?

Quantas vezes estamos cansados?

Quantas vezes, e quantas, quantas…

Não basta muito para nos recarregarmos: apenas um sorriso sincero pode ser combustível para nossa alma!

– Palavras que se cruzam com grande Sapiência!

A imagem diz tudo: as coisas que realmente importam e como desfrutá-las, diferenciando o uso e a amabilidade. 

– Viva!

Que imagem para refletirmos… cuidemos de nós mesmos enquanto há tempo!

Veja:

– Precisamos de alguém que “nos dê um toque”.

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.

Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!

Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Envelhecer.

“A capa da Vogue filipina emocionou o mundo. Há nela uma “miúda” de 106 anos! A melhor capa de todos os tempos.” “Envelhecer..(Em defesa da Mulher)…

Continua em: ENVELHECER!

– Transição de Gênero e Saúde Mental nem sempre caminham juntas.

Existem pessoas que “nasceram no corpo errado“. É fato. A transição de gênero é algo necessário e torna-se importante o preparo tanto emocional quanto social.

Uma pesquisa recente mostra: em muitos casos, a questão da Saúde Mental não está necessariamente ligada à Transição de Gênero, mas a outras situações que pode incomodar a pessoa, imaginando que a simples mudança de sexo resolveria o problema.

Há de se tratar com muita atenção, respeito, acolhimento e carinho todas as pessoas trans.

Abaixo, extraído de: https://www.acidigital.com/noticia/57523/estudo-mostra-que-transicao-de-genero-medica-nao-diminui-taxa-de-suicidio

ESTUDO MOSTRA QUE A TRANSIÇÃO DE GÊNERO MÉDICA NÃO DIMINUI TAXA DE SUICÍDIO

por Tyler Arnold

Um estudo abrangente feito na Finlândia mostrou que dar medicamentos ou fazer cirurgias de transição de gênero para adolescentes não resolve os problemas de saúde mental subjacentes à dificuldade com a identidade de gênero.

O estudo contesta a afirmação repetida por legisladores e ativistas de que os medicamentos que bloqueiam a puberdade e os procedimentos cirúrgicos de “transição de gênero” são “remédios que salvam vidas”. A pesquisa não encontrou nenhuma redução estatisticamente significativa na taxa de suicídios entre adolescentes que receberam “redesignação médica de gênero” por meio de intervenções hormonais ou cirúrgicas.

“[A investigação] não apoia as alegações de que [a redesignação de gênero] é necessária para prevenir o suicídio”, escreveram os investigadores no estudo. “[A redesignação de gênero] também não demonstrou reduzir nem mesmo a ideação suicida, e a ideação suicida não é igual ao risco real de suicídio”.

O estudo analisou as taxas de mortalidade, incluindo as taxas de suicídio, de finlandeses com menos de 23 anos que procuraram ajuda psiquiátrica por questões de identidade de gênero entre os anos de 1996 e 2019. Os investigadores publicaram o estudo na revista médica britânica BMJ Mental Health.

Segundo os pesquisadores, o suicídio foi raro entre adolescentes que buscaram ajuda psiquiátrica no período analisado pelo estudo, independentemente de terem recebido medicamentos ou cirurgias.

Embora os adolescentes que tenham dificuldades com identidade de gênero tenham tido taxas de suicídio mais elevadas do que a população em geral, esta discrepância parece estar enraizada em problemas de saúde psicológicos subjacentes mais profundos que os jovens enfrentavam, e não na falta de acesso a medicamentos ou cirurgias para transgêneros.

O estudo observou que os adolescentes que têm dificuldades com a sua identidade de gênero têm normalmente outros problemas de saúde psicológicos.

“As morbidades psiquiátricas também são comuns nesta população”, argumenta o estudo. “Portanto, o risco de suicídio relacionado à identidade transgênero e/ou [disforia de gênero] em si pode ter sido superestimado.”

Os pesquisadores destacaram que os indivíduos estudados eram jovens e provavelmente necessitam de períodos de acompanhamento de várias décadas para aprender mais. Eles observaram ainda que o aumento de adolescentes que procuram drogas e cirurgias para transgêneros ocorreu principalmente na última década.

O presidente do American College of Pediatricians (ACPeds), Michael Artigues, disse à CNA, agência em inglês do grupo EWTN, que o estudo finlandês confirma os resultados de uma revisão recente de 60 estudos publicados pela ACPeds, que descobriu que “qualquer aumento no suicídio nesta população foi não com base na falta dessa intervenção, mas com base em comorbidades, como a depressão.”

“Isso enfatiza a necessidade de tratar agressivamente os transtornos mentais subjacentes, bem como de abordar experiências adversas na infância, em vez de enviar as crianças para o caminho de intervenções transgênero que muitas vezes levam ao uso de drogas bloqueadoras da puberdade, hormônios sexuais cruzados ou cirurgias que destroem partes saudáveis ​​do corpo”, disse Artigues.

O estudo é publicado num momento em que legisladores dos países ocidentais, incluindo os EUA, debatem se crianças que se identificam como sendo do sexo oposto devem ter acesso a medicamentos bloqueadores da puberdade, terapia hormonal transgênero e “mudanças de sexo” por cirurgia. Os apoiadores afirmam frequentemente que o acesso a tais medicamentos e procedimentos cirúrgicos evita o suicídio. Os opositores frequentemente rejeitam essa caracterização e alertam contra procedimentos irreversíveis de mudança de vida de menores, dos quais eles podem acabar se arrependendo.

Em alguns países europeus, como a Finlândia e o Reino Unido, apenas os adultos podem fazer cirurgias de “mudança de sexo”. Na Suécia e nos Países Baixos, os menores não podem ser submetidos a cirurgias genitais, mas os adolescentes podem ser submetidos a cirurgias torácicas quando atingirem os 16 anos de idade. Menos de metade dos estados americanos proíbem cirurgias transgênero para menores de idade – mas o número de estados que proíbem tais procedimentos aumentou substancialmente nos últimos anos.

Ao contrário das afirmações de que os jovens com disforia de gênero (identidade ou sofrimento relacionado com o corpo) têm maior probabilidade de [morrer por] suicídio e que as intervenções de ‘transição de gênero’ vão prevenir o suicídio, este estudo prova que problemas psiquiátricos preexistentes explicam as taxas de suicídio de esses jovens – e que, na verdade, a taxa de suicídio é muito menor do que normalmente é relatado”, disse Hasson.

“Esta é uma boa notícia e aponta o caminho para um tratamento mais eficaz para os jovens com ‘disforia de gênero’ e confirma a direção já tomada por vários países europeus”, acrescentou. “Eles estão proporcionando psicoterapia a jovens com disforia de gênero e abordando questões psiquiátricas subjacentes, em vez de tentar curar suas feridas internas por meio de cirurgia ou hormônios”.

Ideologia de gênero na medicina ??

Imagem referencial | Shutterstock

 

– Coisas boas (ou não) da vida.

Compartilho uma antiga (mas belíssima) crônica de Luís Fernando Veríssimo sobre verdadeiros prazeres da vida, em coisas comuns e corriqueiras.

Extraído de: http://www.canastradaemilia.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html, postado por Luciana Macedo.

PRAZERES

Por Luis Fernando Verissimo

Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere. Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde:

* Prazer faz muito bem.

* Dormir me deixa 0 km.

* Ler um bom livro me faz me sentir novo em folha.

* Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.

* Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.

* Brigar me provoca arritmia cardíaca.

* Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.

* Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.

* E telejornais, os médicos deveriam proibir – como doem!

* Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.

* Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

* Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.

* E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

* Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

* Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor que pipoca.

* Conversa é melhor do que piada.

* Beijar é melhor do que fumar.

* Exercício é melhor do que cirurgia.

* Humor é melhor do que rancor.

* Amigos são melhores do que gente influente.

* Economia é melhor do que dívida.

* Pergunta é melhor do que dúvida.

Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode levar a uma idade avançada.

Sonhar é melhor do que nada.

Deixar a vida mais leve - Frase para Facebook

– A França aprovou o Aborto irrestrito até 9 meses.

E quem defenderá os nascituros?

Uma consideração por esse triste momento da humanidade, em: https://youtu.be/9fsp5DWz55s?si=ekLXhmBN4RQT7kC8

– Dica da Noite 1:

– Dica da Noite 1:

– Agradeça pelos seus anos!

EXPERIÊNCIA – Por que reclamar da idade?

Os anos nos trazem sabedoria!

Feliz é aquele que vive longo tempo e pode ensinar tanta coisa que aprendeu

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– Dica da Noite 1: Viva o hoje.

– Fama é diferente de Sucesso. Mas o que é que precisamos na vida?

Vivemos em tempos de cobrança por sucesso absoluto. Não se pode errar! E isso é tão ruim…

As crianças já nascem sendo treinadas para uma vida adulta “perfeita”. Acredite: há profissionais que buscam ensinar (pasmem) a “felicidade financeira infantil”! Não é educação financeira, é preparação para ganhar dinheiro. E quando se frustram, sofrem e se deprimem, pois ninguém as prepara para uma vida modesta.

Muitos vão além: buscam a fama incondicionalmente. Mas o que é a fama?

Ser famoso é ser conhecidopor coisas boas ou por coisas ruins. Ter fama, portanto, não é ser algo necessariamente positivo ou de sucesso.

Aliás, o que é sucesso?

Ser bem sucedido na vida, simplesmente, pode ser ter uma casa humilde, alimento e família. Ou não?

Pense: o que você almeja no dia-a-dia?

O “ter sucesso” é muito relativo… precisamos não nos cobrarmos cotidiamente – para o nosso bem.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para citação.

– Dica da Noite 2: Lute!

– Dica da Noite 1:

– Pra semana:

– Muitas perguntas.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na …

Continua em: Muitas perguntas