– Depressão e Pânico? Contra eles, é melhor… Medicina e Fé!

tratamento psiquiátrico (sem preconceitos bobos, né amigos?);

…convívio com os amigos;

nunca ficar sozinho;

…evitar dias chuvosos, ambientes escuros e cansaço demasiado;

…disciplinar-se com os necessários remédios;

…distrair-se, ocupando / relaxando a mente;

…conversar com Deus! Se você tem fé, vale essas duas leituras:

Filipenses 4: 4-9

Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.
Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.

Eclesiástico 30: 22

Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos

O importante é: nunca deixar o desânimo tomar conta de você – ânimo é vida; desânimo é ausência dela!

Vendo o Invisível - Blog Cristão do PCamaral

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.

– Não precisa impressionar mais!

Essa imagem é bem objetiva, não? Mas… conseguimos?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito.

– Permita-se…

Somos humanos! Precisamos, muitas vezes, impedir que pensamentos sisudos nos traiam. Não somos perfeitos e podemos fraquejar.

Uma reflexão na imagem:

– Sucesso Pessoal: o que é ele pra você?

Eu concordo com a definição de “sucesso a ser medido” na imagem abaixo, mas incluiria uma “meia dúzia” de outros elementos.

E você?

Extraído do Facebook do Prof Habacuque Wellington, em: https://www.facebook.com/Professor-Habacuque-Wellington-Sodr%C3%A9-242054899838441/

– Dica da Noite 1:

– Somos nós mesmos?

Uma imagem significativa: conseguimos florescer o suficiente no dia-a-dia?

– O que somos?

– Quem somos?

Nos exteriorizamos ou só aparentamos?

Pensemos nisso…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dica da Noite 2: se conheça.

– Os nossos tipos de riqueza.

São riquezas incontestáveis que temos, e que precisamos nos conscientizar da sua importância.

Abaixo, um excelente conselho sobre a hierarquia delas:

– Dica da Noite 1:

– A Vida não tem Replay.

Um sábio pensamento que vale a pena refletir:

“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.

Autor Desconhecido

Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?

Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dica da Noite 1: Resiliência.

– Dica da Noite 1:

– A Nossa Inteligência depende dos nossos genes ou do que aprendemos?

Gostei muito da entrevista do Dr Richard Nisbett, psicólogo e Diretor do Departamento de Cognição da Universidade de Michigan, que em entrevista à Revista É (ed 2522, por André Sollitto), declarou sobre as ideias equivocadas sobre “de onde vem nossa inteligência” que:

“A principal crença errada diz que nossa inteligência é determinada principalmente por nossos genes. Sua inteligência é determinada por aquilo que você aprende. Os genes de qualquer pessoa normal são suficientes para torná-la razoavelmente inteligente de todas as maneiras exigidas por sua cultura. Diferenças individuais em inteligência são, de fato, determinados pelos genes. Mas genes interagem com o ambiente em que aquela pessoa vive para produzir um nível específico de inteligência. Estamos descobrindo que pessoas com genes muito bons para a inteligência falharão em aproveitar ao máximo esse potencial se forem criadas em ambientes caóticos ou indiferentes.”

Taí. Sempre achei que a inteligência das minhas filhas foi herdada da minha esposa; agora (ainda bem), tenho certeza de que elas não me puxaram mas sim totalmente a mãe e as demais pessoas com quem elas convivem.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E não é?

– Surpresas da vida.

Olhe só o que o Facebook nos lembrou!

Acho que estudamos na Escola Rafael de Oliveira há 34 anos!!!

E a vida nos surpreendeu graciosamente…

– Texto do Amigão, Paulo Soares, sobre Antero Greco.

Com pesar, Antero Greco está muito mal no hospital. E seu grande amigo Paulo Soares (o “Amigão”, companheiro de risadas inesquecíveis) publicou no UOL:

TEXTO DO AMIGÃO, PAULO SOARES:

“Amigos, infelizmente o meu grande amigo e de todos nós, Antero Greco, está em seus dias finais. Tumor cerebral. Lutou desde junho de 22, mas agora não há mais o que fazer. Está no Mirante da Beneficência Portuguesa. Dorme um sono profundo, sereno. Não acorda e não fala mais. Se alimenta por sonda. Sinais vitais ainda respondem bem. Família presente, apenas Cris, que vive em Paris, ainda não está.
Chega na terça. Hoje fui com Alex Tseng, João Simões e Roberto Salim, me despedir dele. Muito triste e dificil. Imaginávamos ainda voltar a bancada do SportsCenter. Nosso sonho acabou. Vamos enviar luz e paz para que seja uma passagem tranquila. Um amigo doce, querido, divertido e muito inteligente. Antero, my friend, seu cabeçudo, acorda!!!!… ” 🙏🏻🥺

Em vídeo, no link em: https://youtu.be/kDYCTpVOAMc?si=XX9hTIWgzzEuRYWd

– Dica da Noite 2:

– Se você não tentar…

Na vida, em nossos propósitos e sonhos, tente consegui-los e não desista sem saber o que aconteceria. Sem as tentativas, tudo se torna incógnita.

Tentar. SEMPRE!

Repito: TENTE! Desafie-se.

Mais uma vez: ao menos, vale tentar.

– Dica da Noite 2:

– Deepak Chopra dá a Boa Dica sobre Qualidade de Vida.

O médico e consultor em administração indiano, Deepak Chopra, esteve num evento em Campinas há 7 anos (Fórum da Saúde e Bem-Estar). E deixou uma reflexão importante:

Ser muito rico ou muito pobre é algo que prejudica a qualidade de vida, porque em ambos os casos a pessoa pensa em dinheiro o tempo todo

Alguma dúvida dessas sábias palavras?

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– Para tudo há um começo!

Não podemos ficar esperando um “pontapé inicial” para nós em nossa vida. Precisamos começar nossos projetos!

Veja essa mensagem abaixo e comece! Ou vai ficar aguardando alguém fazê-lo com para você?

– A preocupação com o suicídio dos jovens.

Para muitos, tal importante tema ainda é uma bobagem. Nada disso, que se leve muito a sério: cresce demais os casos casos de suicídios entre jovens e adolescentes.

Por quê acontece, como detectar e o que fazer para evitar?

Abaixo, extraído de: Isto é, ed 2523, pg 44-46

UMA PRESSÃO MAIOR QUE A VIDA

Casos de suicídios em escolas de São Paulo disparam um alerta na sociedade quanto à opressão em que vivem os adolescentes hoje, mostram a vulnerabilidade em relação ao sofrimento psicológico e impulsionam ações de conscientização para a prevenção desse mal que aflige o mundo todo

A infelicidade extrema, a falta de esperança e a frustração com as vicissitudes inerentes à vida têm produzido um quadro alarmante na última década no Brasil: em média, 11 mil pessoas se matam por ano, um a cada 48 minutos, 30 por dia. Jovens com imensurável potencial para se destacar em inúmeras atividades estão decidindo por fim à própria vida bruscamente por não saber lidar com as opressões do mundo atual. Em vez de acalentar projetos, muitos interrompem seus sonhos com frequência inaceitável. Na semana passada, o tema ganhou visibilidade novamente no tradicional Colégio Bandeirantes, na zona Sul de São Paulo. A escola, cuja qualidade do ensino a coloca entre as mais conceituadas da Capital, comunicou a ocorrência de dois suicídios entre seus alunos, um de 16 e outro de 17 anos, em um intervalo de dez dias. No mesmo período houve um terceiro caso no Colégio Agostiniano São José, na zona Leste da cidade. A notícia causou comoção nas redes sociais e, ao mesmo tempo, abriu um debate franco – e oportuno – sobre o assunto.

De forma quase silenciosa, o suicídio é, hoje, a quarta maior causa de mortes entre pessoas de 15 a 29 anos no País. É a terceira entre homens. Embora com uma ligeira queda em 2016, as ocorrências vêm apresentando uma incômoda tendência de alta nesta década. Mundialmente, o suicídio é a segunda maior causa de morte na mesma faixa etária. Uma das principais causas dessa onda nefasta é a epidemia de depressão e de outras doenças psiquiátricas que assola a sociedade e afeta uma grande população jovem. Os que se matam sofrem, em geral, com alguma dessas doenças e enfrentam grande solidão e tristeza. “É bastante difícil para todos nós lidar com essa situação. É como um tsunami”, afirma a coordenadora do Bandeirantes, Estela Zanini. “Essas duas tragédias afetaram muito a escola, geraram grande ansiedade entre professores, pais e alunos e nos levaram a intensificar várias ações preventivas e de apoio”.

SENTIMENTOS OCULTOS

Nenhum dos dois estudantes era alvo de bullying, um dos fatores que costumam desencadear processos suicidas. Os dois tinham amigos, seus pais eram presentes e ambos tiravam notas altas, acima da média. Não foram influenciados por jogos ou séries de TV ou um pelo outro, segundo a escola. Os dois não se conheciam. Eram de turmas diferentes: um do segundo ano do ensino médio e outro do terceiro. O colégio tem 2750 alunos. De acordo com Estela, os dois conseguiam enfrentar o altíssimo nível de exigência e de competitividade do Bandeirantes com relativa facilidade. Estavam, porém, enfrentando dificuldades pessoais e pressões sociais que mesmo as pessoas mais próximas desconheciam. O primeiro, S.C.R. que cometeu um ato mais planejado, sofria com sintomas de uma depressão e recebia acompanhamento médico. Suicidou-se um dia antes da semana de provas. Não deixou nenhum bilhete nem qualquer pistas sobre o que foi o estopim da decisão de se matar. Desolado, seu pai o descreveu com ternura no Facebook: “Amado, doce, sensível, inteligente, aplicado, exigente, articulado, carinhoso, protetor, amigo, fiel, engajado, questionador e com um olhar para as questões do nosso mundo que não tenho palavras para explicar.” O segundo, que tinha um irmão gêmeo, foi mais impulsivo e não dava sinais preocupantes de que poderia se matar. Tudo aconteceu de repente, depois de uma festa, na madrugada de sábado para domingo, 22. O deflagrador do suicídio foi uma desilusão amorosa, depois de ter visto a namorada com outro garoto. Ele chegou em casa e, sem dar nenhuma pista do que faria a seguir, saltou do oitavo andar. Diferentemente do primeiro caso, os pais não se manifestaram publicamente.

A direção da escola tomou a decisão sensata de abordar o assunto de forma direta e está acolhendo seus alunos mais vulneráveis psicologicamente, além de ter planejado diversas ações preventivas depois que os casos aconteceram. Professores e funcionários receberam treinamento e foram estabelecidos espaços de diálogo para todas as turmas. Para as classes de terceiro ano do ensino médio, as aulas foram suspensas no dia 23 e no dia 24 foram organizados encontros para conversa e reflexão, além de ações de acolhimento. A escola diz que está preparada para ajudar os alunos no enfrentamento do luto. Com 74 anos de existência, o Bandeirantes tinha registrado, até então, dois casos de suicídio, um há 15 anos e outro há 30 anos.

“A gente está recolhendo os escombros, a escola está realmente afetada e nosso trabalho de acolhimento agora é como um atendimento de emergência”, explica a psicóloga Karina Okajima Fukumitsu, responsável pelo programa de prevenção pós-suicídio no Bandeirantes. A escola tinha chamado Karina para lidar com o luto do primeiro aluno, morto no dia 10 de abril, e quando ia implantar seu programa aconteceu o segundo caso. Houve um grande número de pais pedindo mais informações. “O suicídio é um ato de comunicação. O mais importante é não negar o fato, a negação do sofrimento é a causa maior de perturbação”, diz Karina. “O que provoca mais problemas são as elucubrações e as coisas que são faladas.

A dura realidade é que as pessoas ficam sem chão. Como a escola vai lidar com a ausência desses alunos que de uma hora para outra se tornaram muito presentes? Toda a escola, a direção, os professores, os alunos têm tentado digerir o que é muito indigesto.” Segundo ela, muitas escolas enfrentam o problema com seus alunos, mas evitam qualquer divulgação. Desde que começou a trabalhar com o Bandeirantes, ela já foi procurada por oito escolas interessadas em seus serviços – em palestras de esclarecimento para pais e em treinamento de grupos de apoio. Uma das recomendações da OMS é não divulgar detalhes sobre os métodos de realização do suicídio para não influenciar pessoas mais vulneráveis.

Quem teve a dolorosa experiência de perder uma filha dessa forma foi a dona de casa Terezinha Máximo, de 45 anos. Sua caçula Marina se suicidou em março do ano passado, aos 19 anos. A jovem, que estudava filosofia na Universidade Federal do ABC, estava em tratamento contra depressão, mas mesmo com esse apoio psicológico e com a ajuda da família e dos amigos sucumbiu ao sofrimento. “A gente fica com uma série de perguntas, uma série de porquês e fica pensando no que pode ter feito de errado”, afirma Terezinha. Marina era uma menina alegre que passou por uma intensa mudança de humor a partir dos 17 anos. “No começo achávamos que fosse TPM, problemas de adolescente que ficariam para trás, mas a situação se agravou”, lembra Terezinha. A garota passou a fazer tratamento psiquiátrico e a tomar medicação, mas isso não impediu que ela passasse a se automutilar, um sinal de alerta em muitos processos suicidas (leia quadro). Em certo momento, começou a dizer que não queria continuar daquela forma. “A pior parte de tudo isso é reaprender a viver sem a pessoa”, afirma Terezinha. Ela e o marido Joseval, que têm outro filho de 27 anos, montaram um blog e coordenam hoje um grupo de apoio para ajudar pessoas a se recuperar do luto do suicídio. “Se eu tivesse a chance de voltar no tempo para valorizar mais os sinais que ela estava dando — não era só o problema da idade, mas um sofrimento real, eu voltaria”.

Sensação parecida é a do oficial de Justiça aposentado Ivo Oliveira Faria, de 59 anos. Sua filha Ariele, de 18 anos, se suicidou em março de 2014. “Naquele dia, a gente almoçou normalmente num restaurante e a única coisa que ela fez de diferente foi pedir um suco de manga em vez de laranja”, lembra. “Ela não dava nenhum sinal de que pretendia tirar a própria vida, estava normal, tinha terminado o ensino médio e estava prestando vestibular para Direito”. Ariele era uma menina calada, mas muito afetuosa e maternal. Demonstrava grande voracidade de leitura e na escola tinha desempenho mediano.

Três meses antes de se suicidar ela comunicou o pai de que pararia de frequentar a Igreja Gnóstica Cristã, o que fazia desde a infância com a família. “Disse para ela que não haveria problema, que eu lhe daria todo o apoio”, afirma Faria. Antes do último ato, Ariele deixou um bilhete em que dizia que não aguentava mais, que sua decisão não tinha culpas e que gente morta não decepciona ninguém. “Entrei em parafuso depois da sua morte. Me falaram de um grupo de apoio aos sobreviventes do suicídio, o Vita Alere, e fui numa primeira reunião ainda em 2014”, diz. “Frequento o grupo desde então para lidar com meu luto.” Criar um grupo para lidar com o luto foi o que fez o geógrafo cearense Tadeu Dote Sá, que perdeu a filha Bia, de 13 anos, em 2008. Tadeu criou o Instituto Bia Dote de Amor e Paz, onde são promovidas reuniões, palestras, rodas de conversas e muitas outras ações que ajudam na prevenção do suicídio. “Investimos no instituto como se fosse uma faculdade ou um carro que a gente daria para a Bia”, diz Tadeu.

A decisão de se matar sofre influências biológicas, psicológicas, sociais e culturais. A adolescência é um período de especial vulnerabilidade porque envolve mudanças hormonais, definições de personalidade, cobranças de desempenho, obrigando meninos e meninas a enfrentar um mundo em transformação. “O jovem está mais doente psiquicamente de um modo geral”, diz a psicóloga Karin Scavacini, que está à frente do Instituto Vita Alere de prevenção e reação pós-suicídio. “Há uma dificuldade de aceitar a experiência da solidão e do sofrimento, baixa tolerância à frustração e uma obrigação de parecer de bem com a vida.” A ansiedade em relação ao desenvolvimento escolar e profissional tem afetado mais as novas gerações, sobretudo a partir do ensino médio e durante a universidade. No ano passado, houve pelo menos seis tentativas de suicídio entre alunos do quarto ano da Faculdade de Medicina da USP. “Em 90% dos casos de suicídio, a pessoa tinha uma doença psiquiátrica que pode ou não ter sido diagnosticada antes da morte”, afirma o psiquiatra Celso Lopes de Souza. “A coisa é mais complexa do que achar culpados únicos, causas únicas.” Para o psiquiatra, na maioria dos casos, a pessoa que se mata não quer morrer. Ela apenas quer renascer de uma situação difícil que está vivendo e que acha que nunca vai acabar. O psicólogo americano Edwin Shneidman, considerado o pai da suicidologia moderna, diz que o suicídio é um ato definitivo para um problema que tende a ser temporário.

De acordo com a psicanalista Débora Damasceno, diretora da Escola de Psicanálise de São Paulo, os suicidas têm algo em comum: falta de perspectiva para o futuro. “O que os adultos precisam fazer é responsabilizar o jovem pela própria saúde mental. Isso acaba com a pressão de que ele não pode falar. Mas o adulto tem que estar disposto a ouvir”, afirma. Segundo ela, os adultos têm uma conduta protecionista com os jovens, o que faz com que a autonomia deles seja tirada. “A pergunta que o jovem tem que fazer é: ‘Eu estou conseguindo lidar com os meus sentimentos’? O impulso do suicídio não é do nada, é algo que vem acontecendo gradativamente”, explica. Débora também afirma que quando o adolescente não quer falar sobre suas questões é preciso observar sinais. “Se eles são bem comportados demais, não têm um comportamento de questionar a própria realidade e não pensam no futuro, essa não é uma conduta comum de um adolescente”, diz.

Uma das consequências mais dramáticas dos suicídios é o desconsolo e a desolação daqueles que ficam, principalmente os mais próximos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que um suicídio afeta diretamente entre seis e dez pessoas. Algumas são contagiadas a ponto de também cometerem um ato final. Os sentimentos de quem conviveu intimamente com o suicida envolve culpa (“eu poderia ter feito alguma coisa”), vergonha (a ideia de que suicídio é um fracasso, uma covardia, e não se deve falar do assunto), impotência (por não ter conseguido fazer nada para evitá-lo) e falta de conhecimento (as profundas razões que levam alguém a se matar são um mistério). Acima de tudo, há uma grande dificuldade de respeitar o sentido da vida do outro e aceitar sua decisão.

A IMPORTÂNCIA EM FALAR

Um dos trabalhos mais consistentes de prevenção ao suicídio no Brasil é realizado pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), fundado em 1962, que, nos últimos anos, tem aberto novos canais gratuitos de comunicação e ampliado sua capacidade de atendimento para todas as classes sociais, o que tem causado um grande aumento da demanda por seus serviços. Em 2017, o número de chamadas para o CVV duplicou, saltando de um milhão, em 2016, para dois milhões. Dois eventos no ano passado — a série do Netflix “13 Reasons Why” e o jogo Baleia Azul —, justificam parte desse aumento, diz o porta-voz do CVV, Carlos Correia. Durante a exibição da série, as escolas entraram em pânico e se falou muito em bullying e suicídio. Mais adolescentes e jovens entraram em contato. “Os relatos que recebemos demonstram uma solidão muito grande e muita dificuldade da pessoa compartilhar o que está sentindo”, afirma Correia. “Além de não julgarmos as pessoas pelo sofrimento, damos a oportunidade para ela fazer uma reflexão sobre a própria vida em um ambiente receptivo e amistoso”. Citando projeções da OMS, Correia diz que 90% dos casos de suicídio poderiam ser evitados com um esforço de prevenção adequado. A meta do Ministério da Saúde é diminuir em 10% os casos de suicídio no Brasil até 2020 — objetivo alinhado com o da Organização Mundial de Saúde. Ainda que a redução seja alcançada, o número permanecerá alto. Mudar esse quadro definitivamente depende de uma atenção maior às situações que fragilizam os jovens e tornam o sentimento de opressão maior que a vontade de viver.

Servidores UFSC – Blumenau

Imagem extraída de: https://servidores.blumenau.ufsc.br/2019/09/20/setembro-amarelo-prevencao-ao-suicidio/

– Sorrir é a solução!

Mesmo com tantas complicações que temos no dia-dia, sorrir se faz necessário!

Que tal fazer o seguinte, em meio aos problemas: respire fundo, conte até 10 e, ao invés de reclamar, dê um sorriso?

Esse conselho serve para mim também…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Descansar é existir. Ou re-existir?

Muitas vezes, deixamos o descanso de lado. Porém, ele é necessário para que recuperemos a energia e continuemos a labuta.

Sem o descanso, a qualidade de vida decai, a produtividade se torna menor e todos perdem.

Enfim: descanso não é luxo, é sobrevivência. Mas você sabe descansar?

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/raviresck_descanso-produtivo-ugcPost-7310978925612994560-fbUf/?utm_medium=ios_app&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts&utm_source=social_share_send&utm_campaign=copy_link

DESCANSO PRODUTIVO

por Ravi Resck

Vivemos em uma época em que o tempo não é mais apenas medido… ele é gerenciado, otimizado e monetizado.

Não basta descansar: é preciso descansar bem, com propósito, com disciplina, com eficiência.

O descanso deixa de ser um direito ou uma experiência e vira uma estratégia de performance.

O problema não está só nas empresas ou na cultura de trabalho — ele se infiltra na maneira como pensamos sobre nós mesmos.

Foucault chamaria isso de governamentalidade: um tipo de poder que opera não pela repressão, mas pela indução, fazendo com que nos vigiemos, nos regulemos, nos cobremos. O “descanso produtivo” é um sintoma disso.

A promessa de equilíbrio entre vida pessoal e trabalho funciona como válvula de escape, mas também como disfarce: não resolve o problema, apenas o torna mais palatável.

A ideia de que basta ajustar a agenda para alcançar bem-estar individual esconde que a própria lógica produtiva continua intocada.

Não se trata de organizar melhor o tempo, mas de questionar que tipo de vida estamos sendo induzidos a desejar. Por que é tão difícil simplesmente não fazer nada? Por que o ócio nos causa angústia?

Talvez a verdadeira subversão não esteja em trabalhar menos, nem em descansar melhor — mas em descansar de um modo que não sirva a nada. Um tempo não capturado. Um tempo sem função.

– Precisamos evoluir sempre, com experiência e aprendizado.

Acredite no processo de trabalho duro, insistência, fé e resiliência.

Acredite nos esforços cotidianos.

Acredite em você!

Essa imagem é bem bacana:

– Qual a melhor idade?

A Infância ou a Adolescência, qual a melhor idade?

Não sei… todas têm a sua beleza (inclusive a velhice).

Enfim: vivamos cada tempo intensamente, com paz e tranquilidade

Foto: Arquivo pessoal.

– Dia de Santa Gianna Beretta Molla.

Hoje é dia de uma mártire da causa contra o Aborto: celebra-se a festa da italiana Santa Gianna Beretta Molla, canonizada há pouco tempo. Abaixo, sua história e oração:

SANTA GIANNA BERETTA MOLLA (1922-1962) 

Gianna Beretta Molla, o décimo segundo filho do casal Alberto Bereta e Maria de Micheli, ambos da Ordem Terceira Franciscana, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco. Desde sua primeira juventude, acolhe plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus ótimos pais. Esta formação religiosa ensina-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração.

No dia 4 de abril de 1928, com cinco anos e meio, fez a Primeira Comunhão. Desde esse dia, mesmo muito pequena, todos os dias acompanhava sua mãe à Santa Missa. Foi Crismada dois anos depois na Catedral de Bérgamo. Durante os anos de estudos e na Universidade, enquanto se dedicava diligentemente aos seus deveres, vincula sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente. Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 30 de novembro de 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), em 1950 abre seu consultório médico em Mêsero (nos arredores de Milão). Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres. Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil. Enquanto exercia sua profissão médica, que a considerava como uma «missão», aumenta seu generoso compromisso para com a Ação Católica, e consagra-se intensivamente em ajudar as adolescentes. Através do alpinismo e do esqui, manifesta sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã». Em 1954 conheceu o engenheiro Pietro Molla. Noivaram em 11 de abril de 1955. Prepara-se ao matrimônio com expansiva alegria e sorriso. Ao Senhor tudo agradece, e ora. Na basílica de São Martinho, em Magenta, casa aos 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Transforma-se em mulher totalmente feliz. Em novembro de 1956, já é a radiosa mãe de Pedro Luís (Pierluigi); em dezembro de 1957 de Mariolina (Maria Zita) e, em julho de 1959, de Laura. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, de esposa, de médica e da grande alegria de viver. Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça. Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Deu entrada, para o parto, no hospital de Monza, na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo” morre santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de profunda comoção, de fé e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mêsero, distante 4 quilômetros de Magenta, nos arredores de Milão (Itália). “Meditata immolazione” (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, “uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria”. É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia. O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz. Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Oração à Santa Gianna Beretta Molla

– Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Deus Pai, que nos deste a Santa GIANNA como exemplo de esposa amorosa, que cercou de amor a sua família construindo uma verdadeira “Igreja Doméstica”, faz-me assimilar esse mesmo amor incondicional, consagrando minha vida ao Teu serviço junto aos que me cercam. PAI NOSSO… ,AVE MARIA…,GLÓRIA AO PAI… Jesus, Redentor da humanidade, que chamaste à Santa GIANNA à missão de médica do corpo e da alma, vendo o Teu sofrimento no irmão doente, fazei que, seguindo o exemplo da Tua serva, possa eu entender a minha dor e a do meu irmão, participando do sacrifício da Tua Santa Cruz. PAI NOSSO… ,AVE MARIA…, GLÓRIA AO PAI… Espírito Santo, fonte de todo o Amor, que infundiu no coração de Mãe da Santa GIANNA a coragem dos mártires, de testemunhar com a própria vida o amor à criança que trazia no seu ventre, colaborando de maneira extraordinária no Teu plano de criação, e, que durante toda a sua vida foi um exemplo de cristã de fé, esperança e caridade, faz-me torná-la com o exemplo para um autêntico caminho rumo à santidade. PAI NOSSO… , AVE MARIA.., GLÓRIA AO PAI… Ó Deus, Amante da Vida, que doaste à Santa GIANNA BERETTA MOLLA responder com plena generosidade à vocação cristã de esposa e mãe, concede também a mim (pessoa para quem quer obter a Graça), por sua intercessão (… FAZER O PEDIDO…) e também seguir fielmente os Teus Desígnios, para que resplandeça sempre nas nossas famílias a Graça que consagra o amor eterno e à vida humana. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Teu Filho, que é Deus, e vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. AMÉM. Rezemos, também, pela intercessão da Santa GIANNA.

Oração com Aprovação Eclesiástica DOM DIÓGENES SILVA MATTHES BISPO DIOCESANO DE FRANCA-SP Patrona Diocesana da Pastoral Familiar Franca-SP

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Imagem extraída de ADC Digital.

– O sorriso que me apaixona.

Os girassóis embelezaram nossa foto. Mas não há flor mais bonita do que a Viviane, não?

Obrigado por fazer parte da minha vida, minha querida namorada .

🌻 🌹 #flores #sunflower #love #sorriso #smile #namoro #carinho #amor

– Ver o Passado ou Ver o Futuro?

Ótima reflexão:

A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para a frente.

Autor desconhecido

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– A dica de Fábio Jr sobre “sonhar na vida”:

Acredite no seu sonho! A vida nos dá várias possibilidades.

Eu gosto do cantor Fábio Jr, e ao assistir essa agradável entrevista (que já tem 6 anos), eu o vi falando de quando era garoto e trabalhava como jornaleiro.

Ouça quando ele fala sobre o tempo que “entregava revistas”, é emocionante e inspirador!

Está em: https://youtu.be/Q84hGO9DT0Q?si=mUF3zphBO-I_9hMh
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– #tbt 3: Vale a pena viver!

Há 4 anos…

Passear de bicicleta no meio do mato, bem retirado, longe de Coronavírus ou qualquer outra coisa: fui com minha pequenina, fugindo das pessoas e do mundo. Muito bom! A carinha dela não me desmente…

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Pudera, nesse descampado, como não curtir o ar puro deste domingo? Olha a nossa panorâmica:

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Repito: vale a pena viver. É tão simples e tão bom em alguns momentos...

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Um novo ciclo.

Um novo ciclo:

– o que passou… passou! Com respeito, deixando pra trás e olhando pra frente.

– o que virá… virá mesmo! Com alegria, ânimo, carinho, espírito cristão e muita esperança.

Hoje: dia 1/♾️.

– A quem eu amo…

Minha “cara-metade”. A “tampa da panela”. Ou quem sabe “alma-gêmea”.

Esqueçam os nomes-fantasias. Simplesmente minha querida namorada, que amo tanto e que tem me ajudado muito! Em especial nas questões de saúde física e emocional.

– Dica da Noite 2: Coragem.

– Sorria.

Le cicatrici sono il segno che è stata dura. Il sorriso è il segno che ce l’hai fatta. Madre Teresa di Calcutta

Original em: Madre Teresa di Calcutta