– “Domingou”:

Pra hoje:

– Criando as filhas para serem grandes mulheres!

Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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Imagem: Arquivo pessoal.

– Sextou?

Comece o dia com fé:

– Por que insistir durante dias ruins?

O motivo de insistir na vida?

Por elas… e por mais alguns.

– E quando você só ouve o “Não Posso”?

Qual a sua disponibilidade ao longo da vida para…

  • Passar um tempo com a família;
  • Lutar por um sonho;
  • Rezar e estar em paz com Deus, consigo e com o próximo;
  • Fazer um favor a alguém;
  • Ou pra qualquer outra coisa?

Essa imagem diz tudo e precisamos refletir: por que muitas vezes eu digo “não posso”? Por preguiça, medo, acomodação?

Veja:

Imagem extraída de: https://www.picuki.com/tag/serdesenvolvimentohumano%F0%9F%91%A3, autor desconhecido.

– Vivendo a experiência do outro.

E quando você tenta sentir DE VERDADE a dor do outro?

Talento e profissionalismo, com uma dose de empatia nessa história, abaixo:


– Sobreviventes.

Qual foi a sua “rasteira da vida” que o fez sobreviver?

Há algumas que dão trabalho por muito tempo

Todos nós já sofremos “rasteiras na vida”.
Caímos em algumas. Pulamos de outras. Demos de ombro para várias.
Mas a questão é… elas ainda nos atrapalham?
Saibamos lidar com mansidão e fé nesses momentos.

– Worcation na moda?

Worcation é a junção de Work e Vacation (trabalho e férias, em português), e tal prática está cada vez mais frequente mundo afora.

É que em alguns países onde não existe legislação de férias remuneradas, tal situação – trabalhar em período supostamente de descanso – tem sido uma alternativa. Ou melhor: uma necessidade!

Cá entre nós: alguns profissionais já vivem isso no Brasil! O pequeno comerciante não consegue abandonar a rotina. Celulares de última geração, notebooks e outros apetrechos acompanham a mala de mini-férias (2 dias de descanso, em muitos casos).

É a tendência dos dias atuais… e aqui, com pesar, me incluo!

E você: consegue se afastar totalmente do serviço durante as horas / dias de repouso?

Woman in office stress vector illustration of cartoon girl manager working on computer with disheveled messy hair and documents piles. Overwork and deadline office work concept

Imagem extraída de: https://br.financas.yahoo.com/noticias/por-que-o-excesso-de-trabalho-e-tao-glamourizado-080036988.html

– Pelo fim do Entulho Emocional!

Uma perfeita consideração:

– Para refletir:

Uma verdade:

– Dica da Noite 1:

– Você está apto para ter Filhos?

Recomendo um brilhante texto do Dr José Martins Filho: “Ter filho não é pra todo mundo”.

Dr Martins é autor do livro “A Criança Terceirizada”, e nesse artigo ele aborda o fato de que muitas famílias não refletem se verdadeiramente estão preparadas para terem filhos; se terão tempo para a educação delas, além de paciência para as brincadeiras. O desafio é: os pais farão sacrifícios para não “terceirizar” a criação dela?

A publicação está na Revista Galileu (Ed Junho), nas páginas 96-97. Vale a pena!

TER FILHO NÃO É PRA TODO MUNDO

Vamos ser sinceros: quem realmente tem capacidade para se dedicar a uma criança como deveria. Faça a análise antes de ter uma.

Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Não sei. Cuidar bem de uma criança, além de ser de sumária importância, dá um trabalho danado. Crianças choram à noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até idade adulta. E, principalmente: crianças precisam da presença dos pais. Sobretudo as menores, que requerem a mãe na maior parte de seu tempo. Não dando dois beijinhos pela manhã antes de ir para a creche, ou colocando a criança para dormir à noite, que será possível transmitir segurança, afeto e tranqüilidade. Alguns dizem: “o que interessa é a qualidade do tempo que passamos juntos e não a quantidade”. Se for assim, então diga ao seu chefe que você vai trabalhar apenas meia hora por dia, mas com muita qualidade. Certamente ele não vai gostar. Seu filho também não.
Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e presença constante. Lembre-se que é preciso dedicar um tempo razoável: brincar junto, fazer deveres de casa, educar, colocar limites.

Como fazer tudo isso e ainda continuar no mercado de trabalho? Usando seu horário de almoço para comer junto com seu filho. Fazendo visitas na creche durante o dia. Passeando no final de semana, em atividades em que a criança seja prioridade, como praia, parques, jogos em conjunto. Por favor, isso não inclui shopping Center.

Sou obrigado a fazer tudo isso? Claro que não. Mas ser pai e mãe também não é uma obrigação. Trata-se de uma escolha, e como toda escolha, pressupõe que você abra mão de outras tantas. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa? Também não. O que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. A infância determina a vida de todos nós. Ela é fundamental para existência humana. Na esfera psíquica, os primeiros dois anos significam a base da construção de uma personalidade saudável. A violência, a agressividade, a falta de ética, a moralidade dos tempos modernos não são apenas fruto de dificuldades econômicas e sociais, mas da falta de amor, educação, limites.
Com a vida moderna as crianças passaram ocupar um papel secundário ou terciário na vida familiar. Lembrem-se que o futuro da humanidade dependem dessas crianças. Fico triste quando os pais nunca tem tempo de ir à escola para acompanhar a educação das crianças e adolescentes. Em muitos casos casais colocam a necessidade da maternidade a conceitos: – para não ficarem sozinhos na velhice – como se filhos fosse seguro anti solidão, em outros casos serve mais para mostrar às pessoas a masculinidade ou a fertilidade.

Após uma análise tranquila na possibilidade de ter ou não ter filhos, tenho certeza de que o mundo irá melhorar.

Imagem: Arquivo Pessoal

– A desculpa da falta de tempo é convincente?

Eu sou refém do relógio, admito. Vivo procurando tempo, mas acordo cedo e busco “encontrá-lo”.

Me conforta ler tal mensagem, abaixo, sobre “não ter tempo”:

– É sobre o quê?

É sobre a vida!

Leia: 

– Dica da Noite 1:

Sobre quem passa / passou em nossa vida… o que contribuímos?

Veja: 

– Rubem Alves e seu lema!

Lembrando o escritor, filósofo e educador Rubem AlvesÉ dele o dito:

Não economize para o amanhã, viva hoje o presente“.

Uma espécie de “Carpe Diem”, o famoso “aproveite o dia”. Mas é bem por aí: a gente se preocupa tanto com o futuro que se esquece do agora. Claro, não é para sermos irresponsáveis com o amanhã, mas mais atuantes no dia-a-dia.

3 práticas diárias para ter uma vida feliz, segundo 100 psicólogos - Época Negócios | Vida

Imagem extraída de: Shutterstock

– Dica da Noite 2:

– Será que é simples assim?

Ao ler essas dicas para ter uma vida mais leve, me deparei com alguns dilemas: todos esses aconselhamentos funcionam mesmo? São praticáveis? Permissíveis incondicionalmente?

Abaixo:

Será que tudo que tenho vontade, eu posso fazer?

Não é bem assim… mas seria bom que fosse!

(Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida).

– Dica da Noite 2:

Sonhemos:

– Sua visão de futuro impacta o presente?

Se pensarmos somente no amanhã, sem vivermos o presente, corremos o risco de ficarmos presos num futuro que nem veio (e que pode se concretizar de modo diferente.

É óbvio que devemos nos preparar para o que há de vir, mas sem deixarmos de viver a vida real, atual e momentânea.

Uma mensagem, abaixo:

– A confusão de valores e de sentimentos na Sociedade.

A confusão da busca do empoderamento com o egoísmo, da liberdade com a libertinagem, ou ainda do entendimento equivocado dos valores… tudo está acabando com a sociedade e machucando pessoas.

Por um mundo mais amável! Urgentemente, pois dos adultos às crianças, tudo parece estar errado.

Em: https://youtu.be/GQP2dQTuoT0?si=-wSXuAoHvpWwY3ot

– Dica da Noite 3:

É para pensar:

– Dica da Noite 2:

– Raiz ou Âncora?

Uma ótima reflexão para o dia-a-dia: temos raizes inspiradoras ou âncoras que nos seguram?

Achei ótima essa mensagem:

– Dica da Noite 1: seja grato!

Seja grato. Vale a pena:

– Se conheça:

Saiba se entender, se aceitar ou ainda, “se dialogar”.

Abaixo:

– Uma boa mensagem:

Para a quinta-feira, um incentivo:

– E quando você sente como Jó?

Já ouviu aquela cantiga popular sobre os “Escravos de Jó, que jogavam caxangá”?

é um personagem bíblico que nos traz a mensagem da confiança incontestável em Deus. Ele foi um homem temente ao Senhor, mas que foi perturbado pelo diabo que lhe tirava tudo na vida causando muito sofrimento.  Não entendia o porquê de tantas dores e angústias, mas vencia o inimigo confiando que, independente da razão ou não, confiava em Deus.

Vi essa figura “perdida na web” (abaixo) e me recordei dele. Impossível não nos questionarmos quantas vezes sofremos (ou achamos que sofremos) como Jó e nos lamentarmos. Conforme o versículo bíblico:

“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus e isso bastou”.

Entendemo-nos? Sem lamúrias desnecessárias e confiemos na Providência Divina.

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– Desenvolva-se como pessoa!

Cinco dicas válidas para crescermos profissional e pessoalmente

Veja só (e apliquemos):

– Há 1 ano, entendi perfeitamente esse dito:

Hoje é dia de Santa Paulina, e essa frase inspiradora que ela nos deixou, para mim, faz muito sentido

Há 1 ano, passei por um drama pessoal. Ainda bem que não desisti de ser feliz, embora, confesso, eu havia abdicado disso e me desvalorizado.

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.

– Dica da Noite 1:

Aprendamos:

– Cuide-se:

Precisamos pensar em todas essas áreas da nossa vida.

Vide a mensagem:

– O tempo e a razão.

Você já deve ter ouvido a seguinte frase: “o tempo é o senhor da razão”.

E não é verdade?

Com o passar dos anos, a maturidade nos dá ótimas respostas.

Um pensamento, abaixo:

– Dica da Noite 2:

Você consegue dar novos sentidos às coisas cotidianas? Em especial, para a vida?

Refletindo:

 

– Enfrente os seus medos.

Precisamos encarar as dificuldades da vida. Eu estou “passado”, como diriam os antigos… nos últimos dias, em uma semana, 6 visitas a profissionais da saúde (3 unidades hospitalares / pronto socorro e 3 médicos). Entretanto, o olhar positivo: vou me recuperar!

Ainda não voltei a correr. Sequer a dar uma caminhada mais “segura” na esteira. Mas olhando o lado bom: hoje, estou enfim dirigindo.

Minhas questões físicas (e meus amigos me permitam reservá-las ao meu particular, pois elas vão e são de diversas áreas) me desafiaram. Um cara saudável, e que agora está procurando voltar à condição anterior. Porém, hei de vencer.

Todos nós temos problemas… repare que assumo minhas fraquezas nos três parágrafos anteriores, e na sequência, mostro a disposição do enfrentamento.

Tá tudo bem. O que é a vida, se não uma montanha russa de situações, onde os altos e baixos são emocionantes e nos deixam emotivos?

Do Oncogeneticista, passando pelo gastro até o urologista, o meu respeito e agradecimento.

Ufa, desabafar é bom, né? Há praticamente um ano, uma terapeuta me disse: extravase, escreva mesmo, espante seus fantasmas, se isso for aliviar”. E aliviou.