REFLEXÃO E VIDA – Para muitos, é algo imperceptível. Mas para outros…
Sobre “ser luz”, na mensagem abaixo:
REFLEXÃO E VIDA – Para muitos, é algo imperceptível. Mas para outros…
Sobre “ser luz”, na mensagem abaixo:
Que tal levar o sábado (e a vida) com mais leveza?
Em: https://youtu.be/iR89duIwDTc?si=ijmwLCZw8iO6tdh
O médico e consultor em administração indiano, Deepak Chopra, esteve num evento em Campinas há 8 anos (Fórum da Saúde e Bem-Estar). E deixou uma reflexão importante:
“Ser muito rico ou muito pobre é algo que prejudica a qualidade de vida, porque em ambos os casos a pessoa pensa em dinheiro o tempo todo”
Alguma dúvida dessas sábias palavras?

Se você soubesse que iria morrer: o que faria até esse momento derradeiro?
Ninguém sabe o dia ou a hora. Portanto, não deixe arestas na sua vida. Livre-se das pendengas.
Reflexão em: https://youtu.be/qk05sI4Jq1w?si=B6juiTQ2tcigDfz9
(Leia calmamente, e a discordância dos pronomes e cores é proposital ao longo do texto).
Eu sempre quis ser pai. E não importava se seria menino ou menina. E fui pai de dois rebentos.
O tempo passa e as crianças vão crescendo. As coisas vão mudando voluntária ou involuntariamente.
As particularidades e os sofrimentos de cada um, só são sentidos por quem os vive. E muitas vezes são incompreendidos ou difíceis de entender.
Mas pai ama suas filhas, seus filhos – ou seus filhos e filhas – sejam eles como forem, com disforia de gênero ou não, ou qualquer coisa que seja.
Nunca se esqueça: te amo, filho.
The world wouldn’t be the same without Zita Steele don’t you think?
Continua em: Courage Quote By Zita Steele: “View your hard…”

Seja autêntico:

Você tem “medo de ficar de fora” dos últimos acontecimentos das Redes Sociais? Quer estar on-line, por dentro as últimas atualizações?
Você pode estar sofrendo de FOMO.
Sabe o que é isso?
Aliás, você CONFIA nas suas interações e nos dados que compartilha?
Extraído de: https://virtualidades.blog/2021/04/02/um-mal-do-nosso-tempo/
UM MAL DO NOSSO TEMPO
por Solon Saldanha
Essa constatação nem mais é sequer passível de discussão: o mundo virtual que nos aproxima, que encolhe o planeta e expande horizontes em termos de possibilidades, também nos adoece. Um desses riscos para nossa saúde, em especial a mental, tem agora até mesmo um nome específico: FOMO. Isso nada mais é do que uma sigla, que vem da expressão em inglês “Fear of Missing Out”. Traduzindo, algo assim como “Medo de Ficar de Fora”. Segundo estudos recentes, as pessoas estão enfrentando uma nova necessidade psicológica, de constantemente saber o que as outras estão fazendo, ao mesmo tempo em que precisam relatar sobre aquilo no que elas próprias se ocupam. Essa necessidade, que não é real e sim criada, traz como resultado imediato sentimentos de ansiedade, com um forte impacto nas atividades que cada um de nós deve desempenhar no dia-a-dia. Ou seja, se torna algo que implica em queda da produtividade e da qualidade do que precisa ser feito.
Mesmo considerando como verdadeira essa situação acima descrita, no meu entender o problema transcende a observação. Nesse quadro, as mídias sociais têm relevância, não os supostos “amigos” que temos através delas. Elas passam a ter valor em si. Twitter, Facebook, Youtube e Instagram são janelas pelas quais em tese se pretende olhar o mundo dos outros e revelar o nosso, mas que terminam sendo elas mesmas a nova realidade. O que é visto ou mostrado se torna pretexto para essas janelas serem abertas. Elas passam a ser a própria vida, com o meio tendo mais relevância do que a mensagem e também assumindo a posição de fim.
Sintomas característicos de quem está acometido da enfermidade FOMO, ou seja, de quase todos nós: dedicar tempo crescente às redes sociais; fazer constante atualização do feed de notícias; usar o smartphone nas horas mais impróprias, como durante o trabalho, as refeições e até mesmo dirigindo; esperar a todo instante novas notificações no celular; negar aumento da irritabilidade, mesmo quando alertado por familiares, amigos e colegas; não viver momentos em eventos, passeios, festas e em família, preferindo fazer fotos da ocasião para postagem. Esse último item em especial aponta para a hipótese que levanto: a vida é a rede social em si, sendo nela que depositamos as emoções e os sentimentos. Se os outros tiverem acesso a isso, melhor; se não tiverem tanto assim, não fará muita diferença. Você oferece o gozo em compartilhamento, se outros participarem, tudo bem. Não participando azar o deles, pois você já atingiu o clímax que desejava e precisava.
Interessante é que está comprovado que existem determinados riscos na vida online. Porta de acesso para hackers; segurança não absoluta em termos de transações financeiras e compras; uso de dados pessoais por terceiros, no cometimento de crimes; falsas expectativas quando se estabelece algum relacionamento afetivo através delas; e muito mais. No entanto, se isso tudo pode gerar angústia, parece que viver offline também se revela como fator de potencial geração de ansiedade, mau humor, estresse e depressão. Se para evitar-se as primeiras citadas basta ter atenção e buscar proteção tecnológica, com antivírus e senhas seguras, por exemplo, essas outras têm combates mais complicados. Isso porque exigem reconhecer a situação e perseverança no necessário esforço para alterar rotinas. As redes podem dar uma falsa percepção de pertencimento e de proximidade, quando de fato a pessoa está se isolando, se não todo o tempo com certeza naquele gasto com esse mergulho dado no mundo virtual. Numa realidade que não é real.
FOMO se combate vivendo de verdade os momentos, ao invés de publicá-los. Para ninguém será mais importante aquela oportunidade e aquelas emoções. Conte depois, mais tarde, se quiser. Para tanto, trate de priorizar sempre as pessoas que estão por perto. Marque e respeite um tempo limite para o uso de dispositivos eletrônicos, sejam celulares, smartphones, computadores ou tablets. Ocupe seu tempo livre de forma mais criativa, lendo livros e revistas, ouvindo música, produzindo textos, em atividades ao ar livre – onde permitido e com os devidos cuidados –, criando hortas caseiras ou ao menos plantando folhagens, praticando atividades físicas ou mesmo apenas passeando com seu animal de estimação. E se você enfrentar alguma dificuldade para fazer, seja apenas um ou todos os itens sugeridos, não estranhe. Sintomas de dependência podem assolar qualquer um de nós. Mas não esqueça que existia vida anterior à existência de tudo isso: se não acredita, pergunte para alguém com mais idade, gente da época do telefone fixo. E também convêm lembrar que você ainda tem vontade própria, tem condições de enfrentar e vencer condicionamentos. Não abra mão da tecnologia. Mas compreenda que ela está aqui para servir você, não o contrário.
O bônus de hoje é um trailer. O objetivo é indicar para os leitores do blog que vejam o documentário O Dilema das Redes, que está disponível na Netflix. Ele dá uma visão preocupante sobre o funcionamento de um sistema complexo de desinformação, polarização política, discurso de ódio e teorias da conspiração. E oferece também algumas sugestões de como escapar isso tudo que acontece nas redes sociais.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Uma realidade cotidiana:

Tenha paciência:

Adoro quando em meio aos problemas, penso:
“Um dia de cada vez“!
Sábias palavras. É justamente por aí. Sem atropelos, resolvendo paulatinamente e tentando passar com calma.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Persista. Resista. Insista:

É claro que nesses momentos tão difíceis que a sociedade vive, precisamos ter disposição em encarar as coisas sob uma ótica mais positiva. O famoso “fazer uma limonada dos limões”.
Vale refletir nessa ilustração, abaixo: ter otimismo é importante, mas lembre: manter-se com os pés no chão é fundamental!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Citação acima de @jardim_consciente
Padre Fábio de Melo, em seu Twitter dias atrás, trouxe uma reflexão sobre a vida e as consequências da falta de ânimo ao longo dos anos:
“Não permita que o tempo lhe subjugue à pior de suas heranças: a de lhe colocar chumbo nos pés. Porque a morte não se estabelece quando findam as possibilidades do corpo, mas quando a alma desiste de prosseguir.”
Vivemos como viventes ou como defuntos vivos, desanimados pela própria vida?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Recomece:

Aos poucos: assim a gente vai resolvendo as coisas…
Xô, pensamentos acelerados.

Embora muitas vezes essa imagem possa parecer mais uma simples insistência motivacional, vale lembrar: TENTE!
Compartilho:
Imagem extraída do LinkedIn de Raísa Ramos: https://br.linkedin.com/in/ra%C3%ADsa-ramos-10b545165
Nossa Igreja Católica é rica em simbolismos, que nos ajudam a refletir na fé e adorarmos o Deus Único e Trino: Pai, Filho e Espírito Santo. Desses “instrumentos de lembrança”, temos a pomba, os peixes, a cruz, o pelicano… Porém, como em milênios as coisas podem acabar esquecidas, há outras simbologias que não são mais usuais.
Três símbolos que se podem encontrar em vitrais de igrejas mais antigas, remetendo à memória da Ressurreição:
O PAVÃO 🦚– Símbolo de Jerusalém, é a ave que perde a cauda enorme e bela, para que ela ressurja ainda mais vistosa.
O GIRASSOL 🌻– Símbolo de que seguimos ao Senhor (no caso do girassol: o sol). Sem Ele, “murchamos” em nosso coração.
O COELHO 🐇 – Símbolo de um novo tempo que ressurge! Quando acaba o rigoroso inverno, o coelho é o primeiro animal que sai da sua toca e anuncia a primavera, tempo de flores e beleza.
Jesus, que sempre esteve ressuscitado entre nós depois do Dia Santo, nos permite celebrarmos o tempo litúrgico da Quaresma para que tenhamos a alegria de relembrar a festa da Vida, da vitória contra a morte!
Feliz Vida em Jesus, com nossa vida renovada em Cristo e abençoada por aquela que sempre esteve ao lado dele: Maria Santíssima.
Concorda ou não com a afirmação abaixo? Leia:
“As pessoas produtivas aprendem a distinguir o que é ou não relevante. Em ambientes caóticos, nem sempre é fácil preservar o foco nas metas. Ser produtivo, na vida pessoal ou profissional, requer tentativa e erro. Mas podem ser um equívoco perseguir metas irrealistas.”
Tal trecho vem de uma matéria muito boa intitulada “A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS”, publicada na Veja (04/05/16, pg 85-86), mostrando um estudo sobre o choque das realizações pessoais desejadas (os sonhos) e o que foi conseguido na realidade. Nele, se crê que o pico de infelicidade se dá aos 46 anos!
Abaixo, a publicação:
A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS
Um novo livro apresenta estratégias para apaziguar uma das principais fontes de stress da modernidade: a necessidade de ser mais produtivo sem sacrificar a vida pessoal.
Por Bianca Alvarenga
O adulto de meia idade é um angustiado. Ele está no auge de sua vida profissional, mas enfrenta longas jornadas de trabalho e vive sob a ansiedade constante de ser superado pelos colegas. Coloca-se na obrigação de cumprir as expectativas de seus familiares, enquanto se ressente de passar pouco tempo com os filhos e os amigos. Lamenta o adiamento sistemático dos sonhos de juventude, cada vez mais distantes. Pesquisas em diferentes países revelam que a fase mais infeliz da vida de mulheres e homens coincide com essa idade.
Um estudo feito por pesquisadores britânicos analisou a curva da felicidade e chegou à seguinte conclusão: se colocássemos nossa satisfação pessoal em uma linha do tempo, ela teria o formato de U. O tempo varia um pouco entre os países, mas, em média, o pico da infelicidade acontece aos 46 anos. No Brasil, o fosso da insatisfação chega antes, aos 36 anos.
Para os autores, as pessoas, quando se aproximam dos 40 anos, passam a reprimir ambições e sonhos acumulados no início da vida. Com o tempo, vem o alívio: as aspirações são calibradas à realidade, e as angústias se esvanecem. O ápice da felicidade adulta, surpreendentemente, ocorre entre os 60 e os 70 anos de vida.
Uma frustração típica da meia-idade, para quem é pai ou mãe, é chegar em casa quando os filhos já estão na cama e muitas vezes sair para o trabalho antes de vê-los acordar. Pior: mesmo obrigados a privar-se do convívio familiar, esses profissionais não se consideram plenamente produtivos na vida profissional. Foi esse sentimento que levou o jornalista americano Charles Duhigg a investigar o próprio descontentamento. Certo dia, viu-se premido pelo nascimento do seu segundo filho e pelos arranjos finais para o lançamento do seu primeiro livro (que viria a ser o best-seller internacional O Poderão Hábito), enquanto trabalhava com afinco em uma série de reportagens para o jornal The New York Times (que acabou lhe rendendo um Prêmio Pulitzer). “Havia muitas coisas boas acontecendo na minha vida profissional, e eu me sentia realizado. Porém, eu tinha a sensação de estar correndo cada vez mais rápido, e ainda assim estar dando passos para trás“, conta ele, em entrevista a VEJA.
Como bom jornalista, Duhigg fez da própria experiência uma bela reportagem ensaística, transformada em livro, que chega na próxima semana às livrarias brasileiras: “Mais Rápido e Melhor – Os Segredos da Produtividade na Vida e nos Negócios” é o resultado de dois anos de entrevistas e investigações para saber como pessoas de campos profissionais variados conseguem ser produtivas, equilibrando-se entre as obrigações pessoais e as profissionais. No fim, o autor organizou a sua apuração em oito ideias centrais, como a capacidade de manter o foco nos objetivos, cumprir as metas estabelecidas, saber inovar e também tomar decisões, além de navegar com segurança no oceano de informações e distrações do mundo moderno.
Ao falar sobre foco, Duhigg conta o caso do voo 32 da companhia aérea australiana Cantas Airways. Após um incêndio em uma das turbinas do Airbus A380, fragmentos resultantes da explosão perfuraram uma das asas e romperam partes dos sistemas elétrico e hidráulico da aeronave. Com 21
dos 22 principais sistemas de voo danificados ou inoperantes, o piloto precisou confiar mais na própria experiência do que nos avisos que piscavam no painel do avião. Ele concentrou-se no que era importante: controles de navegação, freios, tanques de combustível e trem de pouso. Em seu modelo mental, o piloto recorreu ao artifício de fingir estar pilotando um Cessna, uma aeronave infinitamente menos complexa do que o A380. Focando o essencial, pousou com segurança e salvou 469 vidas. Nas simulações que recriaram o acidente, nenhum outro piloto conseguiu evitar uma tragédia.
Como essa história serve às pessoas que desejam ser mais produtivas?
O jornalista ressalta, aí, a importância de criar modelos mentais. É sempre possível preparar-se para os problemas que eventualmente surjam em nossa vida.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar.
Saiba decidir:
Valorize-se:

Dê valor:
Procuremos ter vida!

O que vale a pena na vida?
Momentos felizes como esse: deixar as meninas te pintarem inteiro, fazendo de conta que nada sabe…
O trabalho em lavar o rosto compensa pelo sorriso delas…
Em: https://www.youtube.com/watch?v=QqKwU5Rdg4Q
Olá amigos do Blog.
Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).
Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.
Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.
Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.
Contatos:
📩 Email: rafaelporcari@me.com
📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064
👨🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/
Viva a vida sempre, pois você não sabe até quando viverá!
Uma mensagem, em: https://youtu.be/-bSNhPQrqm4?si=xdm2iXxhDLgrz6iB
Hoje é dia do Nascituro, ou seja, daqueles que irão nascer! Um post sobre o tema:
Sou totalmente contra a pena de morte. Também sou totalmente contra o aborto.
Sei que algum dos argumentos mais usados são: “E se tal barbaridade acontecesse com sua família? E se um bandido destruísse sua vida? E se sua filha fosse estuprada e não quisesse ter o bebê?”
Assim como não creio que temos o direito de tirar a vida de um criminoso, menos ainda aceito a ideia de que uma criança inocente seja morta indefesamente. Que culpa ela tem?
Por fim: nada em dizer “meu corpo, minhas regras”, ao menos nesse caso. Ou o nascituro pode ter a sorte decidida pela dona do corpo alheio?
Que meme emblemático recebi numa Rede Social de um médico:

Um sábio pensamento que vale a pena refletir:
“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.“
Autor Desconhecido
Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?
Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.
Seja humilde:

Tenha calma:

Tenha coragem:

Acho que essa imagem com algumas dicas para cuidar da saúde mental são válidas tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, não?
Avalie, reflita e responda: de acordo com as dicas desse quadro (abaixo), estou evitando esses contratempos no meu dia-a-dia?
Aqui:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.
Saiba escolher:
