– Os Jetsons nunca foram tão atuais!

O trabalho em casa, o ensino remoto e o recolhimento para as tarefas à distância, nos anos 70 e 80, eram retratados como um sonho no desenho “Os Jetsons”, que mostrava o cotidiano de uma família atrapalhada no futuro.

Esse meme mostra: chegamos, forçadamente, a esse tempo?

Olhe só:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Trabalhar é preciso…

Vida de professor… no sábado a tarde…

Faz parte! Fazemos com carinho!

– Chefe, colegas e ambiente ruins.

E precisamos dar atenção a situações como essas: não duvidemos da nossa capacidade por influência negativa de outrem.

Abaixo:

– 3 pasos esenciales al cometer un error en el trabajo.

3 pasos esenciales al cometer un error en el trabajo, según un experto con más de 40 años de experiencia en Recursos Humanos Chris Williams,

Continua em: 3 pasos esenciales al cometer un error en el trabajo

– Shopee abre 170 vagas exclusivas para pessoas com deficiência, incluindo oportunidades em Pernambuco.

Shopee abre 170 vagas exclusivas para pessoas com deficiência, incluindo oportunidades em Pernambuco CapCut_TTS_Mulher-Doce(BR)_D20250217_T183923 A …

Continua em: Shopee abre 170 vagas exclusivas para pessoas com deficiência, incluindo oportunidades em Pernambuco

– 89% das empresas relacionam resultados à felicidade dos colaboradores: veja como impulsionar o rendimento.

Manter profissionais felizes contribui para a produtividade da empresa, aumentando o engajamento e o tempo de permanência dos funcionários

Continua em: 89% das empresas relacionam resultados à felicidade dos colaboradores: veja como impulsionar o rendimento

– Quando se é domingo a noite…

Uma realidade: 

– As novas habilidades, em breve.

Essas serão as competências dos líderes no futuro?

Estarão entre as muitas, seguramente. Somente elas, óbvio que não. Abaixo:

– Despressurize-se.

E quando nós nos pressionamos demasiadamente na vida?

Seja em casa, no trabalho ou em qualquer área. É necessário despressurizar

Uma alerta:

– 45% dos profissionais gostariam de receber auxílio-mobilidade.

Esse benefício flexibiliza o transporte dos funcionários até a empresa e pode ser uma estratégia eficaz para atrair e reter talentos no mercado de …

Continua em: 45% dos profissionais gostariam de receber auxílio-mobilidade

– Como ser feliz no trabalho?

Uma simples ilustração pode nos dar uma grande percepção para aclarear nosso rumo profissional!

Abaixo:

– Babygirl e o Etarismo: muito além de um filme sensual… mas corporativo!

Babygirl é o filme em que Nicole Kidman aparece como uma importante executiva, mas que não é satisfeita sexualmente na cama. A priori, quem foi ao cinema esperando que a história se resumisse a um filme com enfoque erótico, se enganou. Ele fala de relações profissionais, ética no trabalho, assédio sexual, profissionalismo, meritocracia e etarismo!

Abaixo, gostei da resenha de Williams Fiori, extraído de seu LinkedIn, que enxerga o filme da mesma forma que assisti (abordando parte de tudo o que relatei acima):

A REVOLUÇÃO DE “BABYGIRL”: UM OLHAR SOBRE AS MULHERES DA GERAÇÃO SANDUÍCHE

Nicole Kidman, aos 57 anos, está deslumbrante em Babygirl. O filme não é apenas uma obra de ficção; é um manifesto para todas as mulheres que, como Romy, sua personagem, vivem o dilema da geração sanduíche: equilibrar família, carreira, relacionamentos e, ainda assim, encontrar espaço para si mesmas.

Romy é uma CEO de uma empresa de robótica, mãe de dois adolescentes, esposa dedicada e uma mulher que troca o blazer por um avental sem perder a pose. Mas, sob essa fachada impecável, há algo quebrado. Ela vive uma rotina automatizada, prisioneira de padrões que a sociedade lhe impõe. É nesse contexto que Samuel, um estagiário mais jovem, entra em sua vida, não apenas como um romance, mas como um catalisador para sua transformação pessoal.

O filme vai além de um thriller erótico. Ele nos faz refletir sobre o preconceito etário, especialmente contra mulheres. Por que, em pleno 2025, ainda é tão difícil enxergar mulheres na meia-idade como protagonistas de suas histórias? O desejo feminino, a busca por prazer e autoconhecimento não têm prazo de validade, e Babygirl nos lembra disso com força.

Nas minhas palestras sobre gerações, sempre menciono a geração sanduíche, esse grupo de mulheres que carrega o peso do mundo: cuidam dos pais idosos, dos filhos, lideram empresas e ainda enfrentam cobranças sociais que não acabam. É urgente falarmos sobre o etarismo, que insiste em tornar essas mulheres invisíveis ou julgá-las por suas escolhas.

Babygirl é um convite à reflexão: estamos preparados para dar espaço e voz a essas mulheres? Nicole Kidman brilhou no filme, mas as verdadeiras estrelas são todas as Romys da vida real, que continuam a se reinventar, mesmo carregando o mundo nas costas. Se isso não é poder, eu não sei o que é.

How 'Babygirl' Became an Unexpected Christmas Movie

– Não são muitas reuniões?

Será que precisamos de tantas reuniões assim em nossas empresas?

Pense: produtividade, periodicidade e necessidade delas…

Não sei (respeitosamente) se concordo com essa sugestão, abaixo:

Screenshot

– Work Quote By Lailah Gifty Akita: “Do all the…”

How do you handle life? Give it a quote… maybe it does the trick.

Continua em: Work Quote By Lailah Gifty Akita: “Do all the…”

– Sucesso e esforço.

Uma ilustração que representa com fidedignidade o ditado: “você vê as pingas que eu tomo mas não vê os tombos que levei…”.

Abaixo:

– Você mantém o foco?

Muitas pessoas têm dificuldades em concentração para as tarefas, trazendo problemas sérios ao ambiente profissional.

Abaixo, dicas para focar melhor:

– Ajudando a ser honesto!

Agradeço aos amigos do Jornal de Jundiaí e ao jornalista Fábio Estevam pela ótima matéria sobre recuperação de reeducandos, feita comigo.

Em meu trabalho, pela Educação eu tento convencer o detento às práticas honestas de trabalho, através do Empreendedorismo e reinserção social. É difícil, cheio de contratempos, mas é possível algum resultado.

Obs: lamento os haters que, sem sequer ler a matéria, confundirem a luta para “ajudar a pessoa na busca da honestidade” com “apologia ao crime”. 

Abaixo, em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2874819/jundiai/2024/12/bandido-querendo-mudar-de-vida-um-professor-de-jundiai-acredita

Screenshot

E VOCÊ, ACREDITA?

Por Fábio Estevam

“Queria agradecer ao Sebrae e ao professor Rafael pela chance de aprender com o curso de empreendedor. Vou sair daqui e voltar para uma vida melhor. Vou montar com certeza um pet shop honesto com a minha esposa. Obrigado pela oportunidade. Quero sair e ficar longe desse inferno.”

Este relato é de um criminoso que está preso em uma penitenciária do estado de São Paulo, ao se expressar no final de um curso de seis dias sobre administração e empreendedorismo, ministrado dentro da cadeia pelo professor jundiaiense Rafael Porcari, por meio do projeto ‘Sebrae na comunidade, reescrevendo sua história’ – uma parceria entre a Fundação de Administração Penitenciária, o Governo do Estado de São Paulo e o Sebrae. O objetivo é proporcionar aos presos, conhecimentos que lhes permitam abrir o próprio negócio e, desta forma, terem uma vida honesta e longe do crime, quando deixarem a cadeia.

Porcari, especialista em administração, marketing e empreendedorismo, conversou com o Jornal de Jundiaí sobre o projeto no qual atua há quatro anos, atendendo a diversas penitenciárias, CDPs e outras instituições que mantêm reeducandos, dentro do estado de São Paulo. Frequentemente ele utiliza suas redes sociais para comemorar a finalização de um curso e expressar o orgulho do trabalho que faz. “É um projeto muito bonito e eu particularmente atuo nas cadeias de nossa região, em Campinas, Hortolândia, Franco da Rocha, Campo Limpo Paulista, Jundiaí… Muitos presos querem mesmo mudar de vida e perguntam bastante durante as aulas, porque querem fazer coisas novas quando saírem da cadeia. E o meu sentimento em ter ajudado alguém, é prazeroso, fico feliz com tudo isso. Cada vez que termino o curso de seis dias e vejo os relatos, percebo que são pessoas que precisam de acolhimento e transformação. Precisamos de mais professores levando educação para eles, isso seria fundamental para mudar a questão da criminalidade e do sistema carcerário. Isso é mudar a vida das pessoas”, completou.

Esse interesse dos presos, apesar de não serem muitos, é o que motiva o professor a continuar o trabalho. “Na minha última turma tinha 20 pessoas na sala e apenas três queriam ter conhecimento e mantinham a esperança de mudar de vida”, disse ele. “Já conheci preso que deu certo. Eu morava em Bragança Paulista e saí para andar de bicicleta. Um rapaz estava fazendo manutenção da via e me chamou de professor. Eu não o reconheci, mas ele me explicou que dei aula pra ele em uma instituição. Me disse que estava trabalhando, tendo uma vida nova, que a esposa havia voltado com ele e que não queria mais voltar para a cadeia. E eu lhe dei os parabéns”, comemorou Porcari.

Apesar de orgulhoso e realizado com o que faz, o trabalho não é fácil e, de certa forma, o clima durante as aulas é tenso em algumas situações. “Muitos não têm disposição, chegam a chutar as cadeiras, reclamando que estavam dormindo e os tiraram da cela, obrigando-os a estudar. Se dizem bandidos profissionais e que não têm interesse em mudar de vida. Um preso me disse: ‘saindo daqui quero roubar de novo, para voltar para cá, porque aqui tenho comida e ninguém fica me enchendo o saco’. Essas são pessoas desesperançosas da vida e para elas o crime compensa”, lamentou Porcari.

Não há pré-requisito para participar do curso. “Normalmente as administrações das cadeias colocam na lista prioritária os presos que pedem para estudar, aqueles que querem trabalhar, estudar e se reinventar. Porém, esses cursos também são oferecidos para aqueles que estão esquecidos e não querem mais nada com nada. Então também temos presos que não querem estudar e não querem trabalhar, mas que podem ter no curso um incentivo à mudança de vida. Muitos não têm nenhuma escolaridade. Tive salas em que a faixa etária era de 30 a 35 anos e nenhum deles havia trabalhado na vida. Não tinham carteira profissional e muitos começaram cedo na vida do crime, outros foram para o crime por falta de emprego”

As aulas são tensas, mas proveitosas. “São salas de aula completamente diferentes. Nos CDPs a estrutura é bacana, com sala de aula e recursos. Só não tem acesso à internet e telefone celular. Falamos de tendências de administração e empreendedorismo. Muitos deles, inclusive, são professores, pastores, empresários, médicos… Já nas penitenciárias, normalmente, são 20 alunos por sala. São salas próprias para situações de segurança, onde eu dou aula dentro de uma gaiola, cercado por grades, enjaulado (isso em algumas penitenciárias). E ali eu vou interagir com eles e dar a aula. Em outras não temos acesso a lápis ou canetas, nada que possa se tornar uma arma. Em algumas não posso usar relógio, correntes ou pulseiras. Até minhas apostilas são revistadas e, em algumas, até o espiral da apostila é retirado”.

No curso os presos aprendem sobre empreendedorismo, sobre como montar seu próprio negócio, educação financeira, oportunidade e ideia de negócios e formalização de empresa. “Falamos também de inteligência emocional e marketing.”

Em quatro anos dando aulas para reeducandos, Porcari já ouviu muitos relatos. “Eu não posso perguntar os crimes que eles cometeram, inclusive para não despertar em mim qualquer preconceito por ele. Mas suas histórias ficam marcadas. Um deles me contou: ‘Tive uma lojinha, fiz besteira e fui preso. Agora minha esposa está lá sozinha, tendo que tomar conta de tudo e visitar o marido preso. Preciso sair e mostrar que sou um homem de valor. Preciso ajudar ela, pois ela está sendo mãe a pai das minhas crianças'”.

Com base neste e em outros relatos e histórias, Rafael Porcari conclui: “como não vou me empolgar em ajudar um homem desse? Com esse trabalho passei a valorizar ainda mais a liberdade, e isso tem me ajudado a quebrar preconceitos”.

– Meu Curriculum Vitae:

Meus contatos. À disposição como multifuncional…

Na área acadêmica, na gestão e no mundo esportivo:

 

– Você é Multitasking?

Um mal dos tempos modernos: excesso de tarefas que não nos permite fazer uma coisa por vez. E, por isso, faz várias atividades ao mesmo tempo!

Você sofre disso?

Não é o único… Veja que interessante:

(extraído da Revista Galileu, Ed Outubro, pg 42-45, por Priscilla Santos, Daniela Arrais e Érika Kokay)

FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ

Não dá pra ser multitarefa. Muita gente já descobriu isso. Conheça pessoas que conseguiram se concentrar em uma atividade por vez, diminuíram a angústia e ganharam tempo pra curtir a vida

Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.

Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.

O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.

Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

mishpacha image

Imagem extraída de: https://mishpacha.com/multitasking-is-it-for-real/

– Afaste-se de lixo emocional.

Pra quê permanecer trabalhando com quem te assedia ou prejudica o seu rendimento?

Um ótimo conselho:

– Trabalhe onde te queiram bem!

E não vale a pena desperdiçar seu tempo!

Lembre-se dessa mensagem:

– Quantas horas o seu dia precisa ter?

Como você faz para arranjar mais tempo?

Somos reféns do relógio, dependentes dos ponteiros. Amo trabalhar – assim como muitas pessoas, embora não tenhamos o trabalho na quantidade e remuneração utópica que todos gostaríamos de ter.

E como vencer a limitação de horários?

Não tem muito o que fazer: acordar mais cedo ou dormir mais tarde. Eu, por exemplo, sou amigo da madrugada. E você?

– Miopia Organizacional.

E não é verdade, conforme o quadro abaixo, que a miopia organizacional é a culpada?

Veja:

– Não se anule!

Não é uma verdade a mensagem abaixo?

Valorize-se!

– Qual o emprego ideal?

Reflita a pergunta dessa imagem: qual o emprego que você escolheria mediante tais condições?

Abaixo: 

– Chefes relaxados são melhores?

O Valor Econômico trouxe uma matéria curiosa: o equilíbrio entre vida pessoal e profissional pode se dar por conta do se “desligar” pós-serviço.

Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2023/06/11/chefes-que-se-desconectam-lideram-melhor-aponta-estudo.ghtml

CHEFES QUE SE DESCONECTAM LIDERAM MELHOR, DIZ ESTUDO

Levantamento feito nos Estados Unidos sugere que gestores que priorizam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional são mais eficazes

– Na labuta…

Trabalhar é preciso! 👊🏻.

– Crítica ou Feedback?

Olhe só que quadro bacana: o que é um Feedback e o que se torna uma Crítica?

Abaixo, na imagem:

– A Hierarquia das Necessidades de Maslow trabalhada pelos chefes:

Muito bom: um quadro ilustrativo, abaixo, de como os líderes podem usar a Hierarquia das Necessidades de Maslow em prol da motivação dos funcionários.

Tal material deveria ser distribuído para todos os CEOs...

Veja só:

– Busque bons ambientes!

Precisamos viver, não em sobreviver! Se não é desse jeito que pensamos, é porque há algo de errado.

Ambientes profissionais e / ou pessoais devem permitir qualidade de vida.

Uma mensagem abaixo:

IN ENGLISH –

We need to live, not just survive! If we don’t think that way, something is wrong.

Professional and/or personal environments should allow for quality of life.

A message above:

– Meu Red Bull Wingfinder.

Realizei uma avaliação socio-profissional pela empresa Red Bull, chamada “Red Bull Wingfinder”, que serve para o RH da companhia conhecer seus possíveis contratados.

Gostei do meu resultado e compartilho:

– Não se anule!

Não é uma verdade a mensagem abaixo?

Valorize-se!

– Jornada de trabalho: 6×1 ou 4×3? Como funciona isso na Europa?

Eu não costumo trazer assunto do momento da política brasileira, já que parte deles são somento uma espécie de “balão de ensaio” para bombar perfis …

Continua em: Jornada de trabalho: 6×1 ou 4×3? Como funciona isso na Europa?

– Manter o foco ajuda a sofrer menos.

  • Está triste com algum problema pessoal?

-Mantenha o foco em algo que lhe faz bem.

  • As tempestades da vida estão te assustando?

-Mantenha o foco em alguma tarefa que precisa fazer.

  • Nada dá certo, irritações externas ou internas te afligem? 

-Mantenha o foco tentando não dar atenção à elas.

É sabido que nem todas as pessoas conseguem separar as questões pessoais perturbadoras das atividades profissionais. Algumas se influenciam mais, outras conseguem separar e sofrem menos influências.

FOCAR em algo ou alguém (e, mesmo parecendo ser contraditório), distrair de seus problemas, é necessário.

Filtros fotográficos, o que são e pra que servem?

Imagem extraída de: https://fotodicasbrasil.com.br/filtros-fotograficos-o-que-sao-e-pra-que-servem/

– A polêmica da jornada de trabalho: 6×1 ou 5×2?

Uma modesta opinião sobre a polêmica da mudança da jornada de trabalho, a partir do projeto da deputada Érica Hilton, em: https://youtu.be/Rhn_OOzS4BQ?si=sIT2dMNo1scv2RWX