Trabalho
– Ajudando a ser honesto!
Agradeço aos amigos do Jornal de Jundiaí e ao jornalista Fábio Estevam pela ótima matéria sobre recuperação de reeducandos, feita comigo.
Em meu trabalho, pela Educação eu tento convencer o detento às práticas honestas de trabalho, através do Empreendedorismo e reinserção social. É difícil, cheio de contratempos, mas é possível algum resultado.
Obs: lamento os haters que, sem sequer ler a matéria, confundirem a luta para “ajudar a pessoa na busca da honestidade” com “apologia ao crime”.

E VOCÊ, ACREDITA?
Por Fábio Estevam
“Queria agradecer ao Sebrae e ao professor Rafael pela chance de aprender com o curso de empreendedor. Vou sair daqui e voltar para uma vida melhor. Vou montar com certeza um pet shop honesto com a minha esposa. Obrigado pela oportunidade. Quero sair e ficar longe desse inferno.”
Este relato é de um criminoso que está preso em uma penitenciária do estado de São Paulo, ao se expressar no final de um curso de seis dias sobre administração e empreendedorismo, ministrado dentro da cadeia pelo professor jundiaiense Rafael Porcari, por meio do projeto ‘Sebrae na comunidade, reescrevendo sua história’ – uma parceria entre a Fundação de Administração Penitenciária, o Governo do Estado de São Paulo e o Sebrae. O objetivo é proporcionar aos presos, conhecimentos que lhes permitam abrir o próprio negócio e, desta forma, terem uma vida honesta e longe do crime, quando deixarem a cadeia.
Porcari, especialista em administração, marketing e empreendedorismo, conversou com o Jornal de Jundiaí sobre o projeto no qual atua há quatro anos, atendendo a diversas penitenciárias, CDPs e outras instituições que mantêm reeducandos, dentro do estado de São Paulo. Frequentemente ele utiliza suas redes sociais para comemorar a finalização de um curso e expressar o orgulho do trabalho que faz. “É um projeto muito bonito e eu particularmente atuo nas cadeias de nossa região, em Campinas, Hortolândia, Franco da Rocha, Campo Limpo Paulista, Jundiaí… Muitos presos querem mesmo mudar de vida e perguntam bastante durante as aulas, porque querem fazer coisas novas quando saírem da cadeia. E o meu sentimento em ter ajudado alguém, é prazeroso, fico feliz com tudo isso. Cada vez que termino o curso de seis dias e vejo os relatos, percebo que são pessoas que precisam de acolhimento e transformação. Precisamos de mais professores levando educação para eles, isso seria fundamental para mudar a questão da criminalidade e do sistema carcerário. Isso é mudar a vida das pessoas”, completou.
Esse interesse dos presos, apesar de não serem muitos, é o que motiva o professor a continuar o trabalho. “Na minha última turma tinha 20 pessoas na sala e apenas três queriam ter conhecimento e mantinham a esperança de mudar de vida”, disse ele. “Já conheci preso que deu certo. Eu morava em Bragança Paulista e saí para andar de bicicleta. Um rapaz estava fazendo manutenção da via e me chamou de professor. Eu não o reconheci, mas ele me explicou que dei aula pra ele em uma instituição. Me disse que estava trabalhando, tendo uma vida nova, que a esposa havia voltado com ele e que não queria mais voltar para a cadeia. E eu lhe dei os parabéns”, comemorou Porcari.
Apesar de orgulhoso e realizado com o que faz, o trabalho não é fácil e, de certa forma, o clima durante as aulas é tenso em algumas situações. “Muitos não têm disposição, chegam a chutar as cadeiras, reclamando que estavam dormindo e os tiraram da cela, obrigando-os a estudar. Se dizem bandidos profissionais e que não têm interesse em mudar de vida. Um preso me disse: ‘saindo daqui quero roubar de novo, para voltar para cá, porque aqui tenho comida e ninguém fica me enchendo o saco’. Essas são pessoas desesperançosas da vida e para elas o crime compensa”, lamentou Porcari.
Não há pré-requisito para participar do curso. “Normalmente as administrações das cadeias colocam na lista prioritária os presos que pedem para estudar, aqueles que querem trabalhar, estudar e se reinventar. Porém, esses cursos também são oferecidos para aqueles que estão esquecidos e não querem mais nada com nada. Então também temos presos que não querem estudar e não querem trabalhar, mas que podem ter no curso um incentivo à mudança de vida. Muitos não têm nenhuma escolaridade. Tive salas em que a faixa etária era de 30 a 35 anos e nenhum deles havia trabalhado na vida. Não tinham carteira profissional e muitos começaram cedo na vida do crime, outros foram para o crime por falta de emprego”
As aulas são tensas, mas proveitosas. “São salas de aula completamente diferentes. Nos CDPs a estrutura é bacana, com sala de aula e recursos. Só não tem acesso à internet e telefone celular. Falamos de tendências de administração e empreendedorismo. Muitos deles, inclusive, são professores, pastores, empresários, médicos… Já nas penitenciárias, normalmente, são 20 alunos por sala. São salas próprias para situações de segurança, onde eu dou aula dentro de uma gaiola, cercado por grades, enjaulado (isso em algumas penitenciárias). E ali eu vou interagir com eles e dar a aula. Em outras não temos acesso a lápis ou canetas, nada que possa se tornar uma arma. Em algumas não posso usar relógio, correntes ou pulseiras. Até minhas apostilas são revistadas e, em algumas, até o espiral da apostila é retirado”.
No curso os presos aprendem sobre empreendedorismo, sobre como montar seu próprio negócio, educação financeira, oportunidade e ideia de negócios e formalização de empresa. “Falamos também de inteligência emocional e marketing.”
Em quatro anos dando aulas para reeducandos, Porcari já ouviu muitos relatos. “Eu não posso perguntar os crimes que eles cometeram, inclusive para não despertar em mim qualquer preconceito por ele. Mas suas histórias ficam marcadas. Um deles me contou: ‘Tive uma lojinha, fiz besteira e fui preso. Agora minha esposa está lá sozinha, tendo que tomar conta de tudo e visitar o marido preso. Preciso sair e mostrar que sou um homem de valor. Preciso ajudar ela, pois ela está sendo mãe a pai das minhas crianças'”.
Com base neste e em outros relatos e histórias, Rafael Porcari conclui: “como não vou me empolgar em ajudar um homem desse? Com esse trabalho passei a valorizar ainda mais a liberdade, e isso tem me ajudado a quebrar preconceitos”.

– Você é Multitasking?
Um mal dos tempos modernos: excesso de tarefas que não nos permite fazer uma coisa por vez. E, por isso, faz várias atividades ao mesmo tempo!
Você sofre disso?
Não é o único… Veja que interessante:
(extraído da Revista Galileu, Ed Outubro, pg 42-45, por Priscilla Santos, Daniela Arrais e Érika Kokay)
FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ
Não dá pra ser multitarefa. Muita gente já descobriu isso. Conheça pessoas que conseguiram se concentrar em uma atividade por vez, diminuíram a angústia e ganharam tempo pra curtir a vida
Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.
Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.
O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.
Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

Imagem extraída de: https://mishpacha.com/multitasking-is-it-for-real/
– Quantas horas o seu dia precisa ter?
Como você faz para arranjar mais tempo?
Somos reféns do relógio, dependentes dos ponteiros. Amo trabalhar – assim como muitas pessoas, embora não tenhamos o trabalho na quantidade e remuneração utópica que todos gostaríamos de ter.
E como vencer a limitação de horários?
Não tem muito o que fazer: acordar mais cedo ou dormir mais tarde. Eu, por exemplo, sou amigo da madrugada. E você?
– Chefes relaxados são melhores?
O Valor Econômico trouxe uma matéria curiosa: o equilíbrio entre vida pessoal e profissional pode se dar por conta do se “desligar” pós-serviço.
Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2023/06/11/chefes-que-se-desconectam-lideram-melhor-aponta-estudo.ghtml
CHEFES QUE SE DESCONECTAM LIDERAM MELHOR, DIZ ESTUDO
Levantamento feito nos Estados Unidos sugere que gestores que priorizam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional são mais eficazes
– Na labuta…
Trabalhar é preciso! 👊🏻.

– A Hierarquia das Necessidades de Maslow trabalhada pelos chefes:
Muito bom: um quadro ilustrativo, abaixo, de como os líderes podem usar a Hierarquia das Necessidades de Maslow em prol da motivação dos funcionários.
Tal material deveria ser distribuído para todos os CEOs...
Veja só:
– Busque bons ambientes!
Precisamos viver, não em sobreviver! Se não é desse jeito que pensamos, é porque há algo de errado.
Ambientes profissionais e / ou pessoais devem permitir qualidade de vida.
Uma mensagem abaixo:
IN ENGLISH –
We need to live, not just survive! If we don’t think that way, something is wrong.
Professional and/or personal environments should allow for quality of life.
A message above:
– Jornada de trabalho: 6×1 ou 4×3? Como funciona isso na Europa?
Eu não costumo trazer assunto do momento da política brasileira, já que parte deles são somento uma espécie de “balão de ensaio” para bombar perfis …
Continua em: Jornada de trabalho: 6×1 ou 4×3? Como funciona isso na Europa?

– Manter o foco ajuda a sofrer menos.
- Está triste com algum problema pessoal?
-Mantenha o foco em algo que lhe faz bem.
- As tempestades da vida estão te assustando?
-Mantenha o foco em alguma tarefa que precisa fazer.
- Nada dá certo, irritações externas ou internas te afligem?
-Mantenha o foco tentando não dar atenção à elas.
É sabido que nem todas as pessoas conseguem separar as questões pessoais perturbadoras das atividades profissionais. Algumas se influenciam mais, outras conseguem separar e sofrem menos influências.
FOCAR em algo ou alguém (e, mesmo parecendo ser contraditório), distrair de seus problemas, é necessário.

Imagem extraída de: https://fotodicasbrasil.com.br/filtros-fotograficos-o-que-sao-e-pra-que-servem/
– A polêmica da jornada de trabalho: 6×1 ou 5×2?
Uma modesta opinião sobre a polêmica da mudança da jornada de trabalho, a partir do projeto da deputada Érica Hilton, em: https://youtu.be/Rhn_OOzS4BQ?si=sIT2dMNo1scv2RWX
– Jornada de trabalho: 6×1 ou 4×3? Como funciona isso na Europa?
Eu não costumo trazer assunto do momento da política brasileira, já que parte deles são somento uma espécie de “balão de ensaio” para bombar perfis …
Continua em: Jornada de trabalho: 6×1 ou 4×3? Como funciona isso na Europa?

– 97% dos profissionais consideram os benefícios decisivos na hora de aceitar emprego, revela pesquisa.
Para atrair talentos e reter funcionários a longo prazo, um cartão de benefícios pode ser uma ferramenta importante para as empresas ao fazer uma …
Continua em: 97% dos profissionais consideram os benefícios decisivos na hora de aceitar emprego, revela pesquisa

– Já ouviu falar da “Segunda-feira Mínima”?
Sabemos que a relação perigosa da ansiedade do domingo com a expectativa da segunda-feira é prejudicial a todos.
Algumas formas para se evitar, extraídas de: https://forbes.com.br/forbessaude/2023/09/conheca-os-beneficios-de-uma-segunda-feira-minima/
DESCUBRA O QUE A SEGUNDA-FEIRA MÍNIMA PODE FAZER POR VOCÊ
Seguir essa tendência não significa produtividade baixa, mas sim uma maneira de alcançar algum equilíbrio
A cultura da correria, repleta de fenômenos como o “domingo ansioso” e a “segunda-feira triste”, está tornando cada vez mais difícil equilibrar o trabalho, a vida pessoal e o autocuidado. A pressão para desempenhar consistentemente no nosso máximo pode nos deixar exaustos, cansados e sobrecarregados.
De acordo com um artigo recente do LinkedIn e Headspace, cerca de 75% dos americanos empregados relatam que, aos domingos, sentem ansiedade em relação à próxima semana de trabalho. Em outra pesquisa, realizada pela YouGov em 2021 com 4 mil entrevistados, 58% expressaram sua aversão às segundas-feiras, destacando uma lacuna que uma tendência no local de trabalho, como a “segunda-feira do mínimo necessário”, poderia preencher de forma eficaz.
Marisa Jo Mayes, criadora de conteúdo para o TikTok e cofundadora de uma plataforma de produtividade, popularizou essa tendência depois de sentir-se consistentemente estressada aos domingos e de estar sempre atrasada todas as manhãs de segunda-feira. Muitas vezes, ela se sentia culpada e improdutiva quando não conseguia concluir sua extensa lista de tarefas. Em um de seus vídeos, ela afirmou: “Iniciei isso porque estava me pressionando demais, o que tornava difícil para mim realizar qualquer coisa”. Essa abordagem da “Segunda-feira do Mínimo Necessário” visa aliviar a pressão e o estresse associados às segundas-feiras, permitindo que as pessoas comecem a semana de maneira mais equilibrada e produtiva.
Aqui estão duas razões convincentes pelas quais adotar essa tendência pode transformar não apenas as suas segundas-feiras, mas também a sua perspectiva sobre produtividade e gerenciamento inteligente do tempo:
1 – Transforme sua semana em uma jornada tranquila
Adotar o conceito de “segunda-feira do mínimo necessário” permite uma desaceleração e alocação de tempo para o autocuidado. Conforme escreveu em um artigo da CNBC, Mayes dedica às duas primeiras horas de seu primeiro dia útil a atividades que definem o tom para a semana.
“Nas primeiras duas horas, evito reuniões e vou devagar”, disse a criadora de conteúdo. “Este tempo é gasto lendo, escrevendo em um diário ou fazendo tarefas domésticas. São duas horas sem tecnologia e sem e-mails, apenas fazendo o que me faz sentir bem em começar o dia”, completa.
O restante do seu dia, geralmente três horas, é dedicado a tarefas essenciais que podem ser facilmente e confortavelmente gerenciadas em uma segunda-feira. Um começo tranquilo na semana de trabalho pode garantir que você seja capaz de gastar sua energia de forma sustentável ao longo dos próximos dias, em vez de começar em alta velocidade e se esgotar no meio do caminho.
Adotar essa tendência, portanto, não apenas ameniza as segundas-feiras difíceis, mas também leva a uma abordagem mais saudável e equilibrada em relação ao trabalho e à vida.
2 – Recarga de segunda-feira dura a semana inteira
A filosofia da “segunda-feira com o mínimo necessário” pode parecer uma prática indulgente que leva à falta de produtividade, pelo menos para os críticos. No entanto, quando feita da maneira certa, pode realmente melhorar o desempenho no trabalho, abordando de maneira eficaz o esgotamento e aprimorando a concentração.
Mayes compartilhou sua experiência pessoal com o “The New York Post”. Ela experimentou uma transformação positiva quando ajustou suas expectativas para as segundas-feiras, descobrindo que essa mudança na verdade aumentou sua produtividade.
Descobertas recentes de pesquisas corroboram esse efeito. Por exemplo, um estudo de 2021 que acompanhou trabalhadores suecos ao longo de um período de dez anos revelou que a redução das horas de trabalho estava associada a um menor nível de estresse, redução da exaustão e menos emoções negativas, enquanto um estudo de 2017 demonstrou que uma redução de 25% nas horas de trabalho levou a uma melhoria na qualidade do sono e a uma diminuição dos níveis de estresse.
À medida que o mundo se move lentamente em direção a práticas de trabalho mais saudáveis, como a semana de trabalho de quatro dias, faz sentido questionar as maneiras arbitrárias pelas quais escolhemos organizar e empilhar nossas tarefas e avaliar se elas realmente nos servem ou não.
Mais horas de trabalho nem sempre se traduzem em mais produtividade. Quanto mais cedo percebermos essa verdade, mais perto estaremos de um sistema que funcione para nós.
O desafio do equilíbrio
Em uma cultura focada na produtividade, alcançar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é um desafio contínuo. Mas tendências como a ‘segunda-feira do mínimo necessário’ nos incentivam a reavaliar nossas prioridades.
Pesquisas mostram que acordos de trabalho flexíveis podem reduzir o esgotamento e aumentar a satisfação no trabalho. Embora as empresas possam demorar a adotar essa mudança, os indivíduos podem tomar a iniciativa no âmbito pessoal.
É fundamental reconhecer que a produtividade não está necessariamente relacionada ao número de horas trabalhadas, e sim à eficiência, à gestão do tempo e ao bem-estar geral. Encontrar um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal é essencial para a saúde mental e emocional em longo prazo.

Imagem extraída de: Anastasia Krivenok/Getty Images
– 5 profitable jobs that can be a great business opportunity.
Starting your own business can be a great opportunity for people who want to have control over their career and provide a stable income. With careful…
Continua em: 5 profitable jobs that can be a great business opportunity

– Setembro Amarelo: por uma relação com o trabalho que valorize a vida.
Alerta de gatilho: este artigo contém informações relacionadas a suicídio e suicidologia e pode conter gatilhos inadequados para quem está …
Continua em: Setembro Amarelo: por uma relação com o trabalho que valorize a vida
– O esforço é realmente visto ou somente as conquistas?
Essa figura retrata uma grande verdade traduzida naquele velho ditado popular: “você vê as ‘pingas que eu tomo’, mas não os ‘tombos que eu levo'”, em referência ao esforço realizado para conquistar alguma vitória.
Mas e quem se importa com isso?
O que vale, mesmo se o objetivo não for alcançado, que seu suor foi realizado e que você tem valor, pois batalhou!
Não se importe com o pensamento alheio.

– Fazemos a nossa parte?
Uma verdade nesta imagem abaixo: como as pessoas querem ganhar as coisas, mas não se esforçam para tal? Muitos vivem à espera do assistencialismo, da ajuda e não do suor.
Uma simples (mas precisa) reflexão. Veja:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
























