– Hard Skills vs Soft Skills.

Diferenciando qualidades e competências: já ouvi os dois termos, e aqui uma explicação:


– Desafios de nossos tempos!

Os diferentes tipos de “gestão” em nosso cotidiano nos trazem grandes desafios!

Vejam só a sábia figura:

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Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Semana de apenas 3 dias?

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou em 2014 que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, consequentemente mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai de encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do Ócio Criativo (descansado, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic… Aqui no Brasil, lembrando, se estuda a semana de 4 dias (como na França se experimenta).

 Carlos Slim: empresas de bilionário dominam 80% do mercado de telefonia no México (Edgard Garrido/Reuters)

Imagem extraída de: Carlos Slim: empresas de bilionário dominam 80% do mercado de telefonia no México (Edgard Garrido/Reuters), em: https://exame.com/negocios/para-carlos-slim-jornada-de-trabalho-deveria-ser-de-3-dias/

– Todo mundo é importante na vida.

Todas as pessoas são substituíveis em seus trabalhos. Quem pensa o contrário, engana-se.

Mas na vida…

Todos nós somos únicos! Qualquer vida é insubstituível. A vida é sagrada.

Imagem extraída da Web.

– Nunca é tarde pra começar!

Não sei se “sempre há oportunidades”, como disse um dia o grande Roberto Bolaños. Isso é muito relativo e tendo a questionar.

Porém, é inegável: nunca é tarde para tentar algo novo!

Leia essa mensagem abaixo:

– A oportunidade de muitas pessoas, reclamada por alguns.

Muitas pessoas querem simplesmente trabalhar. Outras, não dão o valor do seu emprego.

Essa imagem, abaixo, não é perfeita? Veja:

– Será? As competências do futuro para os líderes.

Essas serão as competências dos líderes no futuro?

Estarão entre as muitas, seguramente. Somente elas, óbvio que não. Abaixo:

– Planos para o futuro (e para o presente também).

Gostei e compartilho:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Esgotamento parental: Exaustão física e emocional, a Síndrome de Burnout sai das empresas e vai para os lares.

Já abordamos em algumas oportunidades como a Síndrome de Burnout afeta os profissionais e a necessidade das empresas em identificar esse problema (aqui, em: https://wp.me/p4RTuC-U5).

Agora, leio que especialistas apontam que esse mal está afetando pais e mães, devido às exigências da educação com os filhos! É o chamado Burnout parental.

Muito importante, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/burnout-parental-entenda-o-quadro-de-exaustao-que-afeta-maes-e-pais/

BURNOUT PARENTAL: ENTENDA O QADRO DE EXAUSTÃO QUE AFETA MÃES E PAIS

Estado de exaustão física e emocional pode afetar mães e pais devido à sobrecarga de responsabilidades relacionadas ao cuidado e à educação dos filhos.

Por Lucas Rocha

Exaustão emocional, falta de energia e pouca realização profissional são alguns dos sintomas que caracterizam a síndrome de Burnout. A condição é associada principalmente ao contexto do ambiente de trabalho, tendo sido reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno ocupacional.

O estado de exaustão física e emocional também pode afetar mães e pais devido à sobrecarga de responsabilidades relacionadas ao cuidado e à educação dos filhos. O chamado “Burnout parental” é uma condição psicológica com consequências para as saúdes mental e física.

“Um dos principais sinais é a exaustão emocional constante. Pais que estão sofrendo de Burnout podem sentir-se sobrecarregados emocionalmente, sem energia para lidar com as demandas diárias da criação dos filhos. Além disso, a despersonalização é um aspecto importante do Burnout parental. Nesse caso, os pais podem desenvolver sentimentos de distanciamento emocional em relação aos filhos, manifestando indiferença, insensibilidade ou mesmo sentimentos negativos em relação a eles”, afirma a médica psiquiatra Jéssica Martani.

O burnout parental precisa ser investigado e tratado porque gera diversos sintomas emocionais e físicos que prejudicam a vida dos pais, afirma a pesquisadora Ana Letícia Senobio dos Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “É essencial que os pais procurem ajuda se acharem que estão sofrendo de Burnout parental, uma vez que essa condição piora a qualidade de vida”, orienta Ana.

Assim como no Burnout causado pela relação nociva com o trabalho, a diminuição da realização pessoal também é um sinal do problema relacionado à criação dos filhos.

“Pais com Burnout parental podem sentir-se inadequados, incapazes de cumprir as expectativas como pai ou mãe, o que resulta em uma perda de satisfação pessoal e realização na parentalidade. Além disso, o Burnout parental pode se manifestar através de sintomas físicos, como fadiga persistente, distúrbios do sono, dores de cabeça e musculares frequentes”, afirma Jéssica.

O estresse é algo natural, mas reconhecer que ele se tornou patológico é um desafio, afirma a psicóloga especialista em emoções Luana Ganzert. Ela recomenda atenção à intensidade dos sintomas, como falta de paciência e baixa tolerância.

“Crianças exigem cuidados e muita atenção, e quando o adulto está com baixa tolerância a coisas simples como, por exemplo: uma pergunta no momento de concentração, uma recusa ao ouvir o que a criança tem a falar, justificando a falta de tempo, ou alegando outra prioridade no trabalho, tudo isso, serve de alerta ao desenvolvimento da síndrome de Burnout parental”, afirma Luana.

Fardo desigual para as mães

O peso da criação dos filhos tende a cair com mais intensidade sobre as mulheres em relação aos homens, afirmam os especialistas.

“Recai sobre elas a dupla função de uma cultura que responsabiliza muito mais as mães pelos cuidados com os filhos do que os pais. Mas, há uma tendência para que isso se transforme uma sociedade inteira discute a função da paternidade. No entanto, ainda é muito comum que as mães fiquem com a carga maior dos cuidados com os filhos”, afirma o psicólogo Ronaldo Coelho.

O especialista afirma que as discussões sobre masculinidade devem envolver a ampliação da função do homem nesse contexto. “A licença paternidade também é uma discussão importante para que os homens possam estar mais presentes nos cuidados, principalmente com os recém-nascidos”, pontua.

Priorizar o autocuidado e cultivar uma rede de apoio são algumas das estratégias recomendadas para aliviar o cansaço excessivo do cuidado com os filhos.

“As mães muitas vezes colocam as necessidades dos outros antes das suas. É essencial reservar um tempo para si mesma todos os dias. Priorize o autocuidado, reserve um tempo para descansar, relaxar, fazer atividades que você goste e que lhe tragam prazer”, afirma Jéssica.

A especialista recomenda o estabelecimento de limites saudáveis nas relações, como aprender a dizer “não” diante de um momento de sobrecarga. Simplificar as tarefas diárias, como organizar um cronograma familiar, delegar tarefas apropriadas às crianças e estabelecer rotinas definidas podem tornar a administração da casa mais simples e a reduzir o estresse.

“Não tenha medo de pedir ajuda quando precisar. Conte com o apoio de seu parceiro, familiares, amigos ou outros membros da comunidade. Divida as responsabilidades parentais e as tarefas domésticas com os outros membros da família, sempre que possível”, diz a psiquiatra.

Os especialistas enfatizam a importância de contar com uma rede de apoio, incluindo familiares e amigos, além de grupos de mães, que compartilham experiências e dificuldades. “Um caminho são as redes de apoio, sempre pensando com quem que se pode contar são avós, tios, padrinhos, amigos ou mesmo outros profissionais que podem ajudar no cuidado com o bebê ou com a criança pequena. Isso vai ser importante para evitar o desgaste emocional e o possível Burnout”, diz Coelho.

“Participar de grupos de mães ou comunidades de apoio pode ser muito benéfico. Esses espaços oferecem uma oportunidade para compartilhar experiências, desafios e buscar conselhos de outras mães que estão passando por situações semelhantes. Você pode encontrar apoio emocional, trocar ideias e aprender estratégias de outras mães”, acrescenta Jéssica.

Pesquisa do Burnout parental no Brasil

Com o objetivo de mensurar a incidência do Burnout parental no Brasil, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram um questionário.

A aplicação integra a pesquisa de mestrado da pesquisadora Ana Letícia Senobio dos Santos, no âmbito do Programa de Pós-graduação em Psicologia: cognição e comportamento da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich).

O levantamento busca identificar as condições que podem desencadear o Burnout parental, com o objetivo de fornecer dados para a proposição de políticas públicas, especialmente para pais de crianças com condições clínicas como o transtorno do espectro do autista.

Quando descobrimos os fatores de risco, conseguimos saber onde intervir e como ajudar esses pais na clínica psicológica. Além disso, mapear esses pais nos ajudará a implementar novas posturas clínicas e políticas públicas que atendam a eles”, diz Ana.

O estudo desenvolvido por Ana Letícia faz parte de pesquisa mais ampla desenvolvida pelo Laboratório de Avaliação e Intervenção na Saúde (Lavis) do Departamento de Psicologia da UFMG. O questionário está disponível online e pode ser respondido, até o fim de junho, por pais e mães brasileiros.

“Já sabemos que o perfeccionismo é um dos fatores de risco associados ao burnout parental. Muitas vezes, os pais sentem a necessidade de ser perfeitos e de corresponder àquilo que a sociedade espera deles. Outro fator que pode interferir é a idade dos filhos. Investigar esses padrões nos dará ferramentas para lidar com o problema”, avalia.

O questionário pode ser acessado aqui: https://burnoutparental.formr.org/

Imagem extraída de: Getty Images/skaman306

– Mau trabalho que só enrola…

Os entregadores de panfletos precisam cumprir metas: colocar nas casas as propagadas dos mercados, lanchonetes e demais estabelecimentos. 

Percorrem ruas e, de casa em casa, deixam seus folhetos. Mas alguns abusam: minha caixinha de correspondência está lotada com 4 folhas idênticas.

É para render o serviço e acabar logo… êita, preguiça de cumprir a tarefa corretamente.

– Heineken e a Diretoria de Felicidade.

Uma tendência de empresas socialmente responsáveis: a criação de departamentos de “bem-estar”, visando a preocupação da saúde laboral de seus funcionários

Veja que bacana essa ação da Heineken, extraída de: https://exame.com/esg/grupo-heineken-anuncia-diretoria-de-felicidade/?activate-overlay=true

GRUPO HEINEKEN ANUNCIA DIRETORIA DE FELICIDADE

Livia Azevedo assume área formada por profissionais de recursos humanos e de saúde. Intenção é abordar o cuidado integrado de saúde física e mental

Por Marina Felippe

O Grupo Heineken anuncia a criação da Diretoria de Felicidade. A iniciativa acontece para estruturar ações que já aconteciam na companhia, como a medição do nível de felicidade dos 14.000 funcionários no Brasil. “A criação da diretoria vem para consolidar o processo de aprendizado adquirido e reforçar a felicidade no centro de discussões do negócio”, diz Livia Azevedo, diretora na nova área.

Responsável por trazer a agenda para o centro do negócio, Mauricio Giamellaro, presidente do Grupo Heineken, explica que a diretoria faz parte da jornada que busca entender como a empresa pode cuidar do funcionário, considerando emoções que ocorrem dentro e fora da empresa. “Esse pilar está alinhado à nossa cultura de respeito e cuidado, começando pelas pessoas, que são as responsáveis por construir a história Heineken”, diz.

Como funciona a diretoria de felicidade

A Diretoria de Felicidade do Grupo Heineken é formada por profissionais de recursos humanos e de saúde, como psicólogos e médicos, para que seja abordado um cuidado integrado de saúde física e mental. “Para as pessoas estarem bem no trabalho, elas precisam se sentir bem com a vida para além dele, e vice-versa. A jornada da felicidade é sempre individual, mas o entorno pode fazer uma grande diferença”, diz Raquel Zagui, vice-presidente de pessoas.

Já de acordo com Livia, o indicador da felicidade é medido quinzenalmente através de uma pesquisa enviada aos funcionários. “O objetivo e entender o sentimento das pessoas com relação ao trabalho e para além dele. Nossas lideranças têm acesso aos resultados gerais da área para compreender como está cada dimensão pesquisada e, assim, conseguir direcionar conversas e ações efetivas para melhorar o ambiente de trabalho”. As lideranças também passam por treinamentos de ações de melhoria contínua no ambiente de trabalho.

Livia Azevedo, diretora de felicidade do Grupo Heineken (Grupo Heineken/Divulgação)

Foto: Livia Azevedo (Grupo Heineken, divulgação).

– Meu inventário comportamental pela metodologia DISC

Realizei uma entrevista para a criação do meu inventário comportamental, através da empresa DomIneSCo – Soluções em Gestão de Pessoas. E achei espetacular!

Tal trabalho visa analisar o comportamento pessoal e profissionalse bom ou ruim – através da metodologia DISC (Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade), em relacionamentos na estabilidade e na instabilidade de situações diversas. Você explora suas potencialidades e fraquezas voltadas para a proatividade, autonomia, extroversão, animação, segurança, perseverança, acolhimento, vigilância e tantas outras. 

Por não ter nada comprometedor, publico sem ressalvas (abaixo). É algo muito bacana para as empresas que querem avaliar o comportamento de seus colaboradores sem medo de errar na busca de talentos!

A propósito, essa metodologia para a formação do inventário comportamental DISC foi criada pelo psicólogo Dr Willian Moulton Marston, inventor do polígrafo / detector de mentiras e da personagem do universo das HQs… Mulher Maravilha!

Taí o motivo da heroína ter o laço da verdade! Ou não, amigos nerds?

O meu perfil aqui: DISCRafael

octogonoDomIneSCo

– A humildade é um limitador? Ou a auto-subestimação?

Algumas frases de efeito são bem reflexivas.

Essa, abaixo, nos faz pensar: a humildade é ruim em alguns momentos?

Talvez nunca. Aqui se refere a auto-subestimação!

– Qual o emprego ideal?

Reflita a pergunta dessa imagem: qual o emprego que você escolheria mediante tais condições?

Abaixo: 

– The Importance of Soft Skills in the Job Market.

Every business, regardless of its industry, is constantly evolving every single day as new technologies and work processes are introduced to make …

Continua em: The Importance of Soft Skills in the Job Market

– Acalme-se, nem todos começam do mesmo lugar ou no mesmo estágio profissional.

Vejo pessoas que se martirizam e ou se desesperam por conta de empregos ingratos, atividades profissionais que não vingam e realizações que não acontecem.

Algumas, desiludidas, olham para o emprego do outro e se questionam quais os motivos do sucesso alheio e infortúnio dele próprio.

Uma imagem consoladora, de busca pela paciência e auto-explicativa, abaixo: 

– Ver as “pingas que eu tomo” mas não os “tombos que levo”.

O ditado popular acima se refere ao Reconhecimento Profissional. Quantas vezes somos admirados (e até invejados) por nosso desempenho. E quando nos sentimos realizados, lembremo-nos de quantas coisas superamos e que muitas vezes não são observadas.

A imagem abaixo é representativa:

– Paz no trabalho?

Dicas bem simples para não conflitar no trabalho (abaixo):

Não é tão difícil, né?

– Dia de Luta contra o Assédio Moral.

Hoje se recorda o Dia de Luta contra o Assédio Moral – esse comportamento tão nocivo que ocorre no meio profissional!

Que os chefes sejam corretos na cobrança diária, bem como os empregados saibam identificar o que é assédio ou normas de conduta aceitáveis.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A origem do Dia do Trabalho!

Você sabe por quê primeiro de maio é conhecido como Dia do Trabalho?

Abaixo, extraído de: https://www.infoescola.com/datas-comemorativas/dia-do-trabalho/

DIA DO TRABALHO

O Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é comemorado em vários países dia 1º de maio.

A história do Dia do Trabalho surgiu em Chicago, nos Estados Unidos, em 1º de maio de 1886, quando muitos trabalhadores foram às ruas para protestar contra jornada exaustiva diária, que podia chegar até 17 horas. Homens e mulheres lutavam por uma carga horária de 8 horas e melhores condições de trabalho. No mesmo dia, todos os trabalhadores americanos realizaram uma greve geral no país. As manifestações ficaram conhecidas como a Revolta de Haymarket.

Nos dias seguintes, os trabalhadores continuaram reivindicando e os policiais começaram a entrar em conflito com os grupos. Quanto mais as forças armadas repreendiam, mais os manifestantes continuavam e a importância da data ficava marcada.

Em consequência dos protestos realizados, a França decretou 1º de maio como feriado nacional, e reduziu a jornada de trabalho para 8 horas, em 23 de abril de 1919. Logo após, diversos países passaram a tomar a mesma medida.

Nos Estados Unidos, a data é celebrada anualmente na primeira segunda-feira do mês de setembro. A pesar do feriado ser reconhecido em 1894, a redução da jornada de trabalho para 8 horas foi efetivada em 1890.

As primeiras manifestações trabalhistas no Brasil ocorreram em 1891, nas principais cidades da época, Rio de Janeiro e São Paulo. Com o passar dos anos, as pessoas passaram a se reunir por todo país no dia 1º de maio, realizando discursos, apresentações musicais, passeatas, e outras atividades.

Em 1910, com o surgimento do Movimento Operário no país, os trabalhadores foram impulsionados ainda mais por ideais socialistas e anarcossindicalistas, e os protestos se intensificaram. Em decorrência do Movimento Operário, em 1917, cerca de 50 mil pessoas paralisaram o trabalho em São Paulo. A iniciativa passou a ser prática comum, sempre no 1º de maio.

A data foi oficializada no país pelo presidente Arthur da Silva Bernardes (1922-1926) por meio do Decreto 4.859 de 26 de setembro de 1924. Nas décadas de 1930 e 1940, o presidente Getúlio Vargas passou a utilizar o 1º de maio, não apenas para homenagear os trabalhadores, mas como também para divulgar mudanças e benefícios trabalhistas através de instituições de leis. Podendo ser citado como exemplo, a legislação sobre o Salário Mínimo, devendo ser reajustado anualmente, com intuito de suprir as necessidades básicas do cidadão brasileiro (alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social). Outro exemplo foi a criação da Justiça do Trabalho, voltada especificamente para resolver questões judiciais com relação aos trabalhos e aos direitos dos trabalhadores.

Frases conhecidas:

A nova cultura começa quando o trabalhador e o trabalho são tratados com respeito”. Máximo Gorky.

Um homem é um sucesso se pula da cama de manhã e vai dormir à noite, e, nesse meio tempo, faz o que gosta”. Bob Dylan.

O trabalho é a melhor e a pior das coisas: a melhor, se for livre; a pior, se for escravo”. Émile Auguste Chartier.

Deus nos concede o privilégio de trabalhar, a fim de agir por nós mesmos, e para que tenhamos a benção de substituir aqueles que não entendam a felicidade de trabalhar”. Xico Xavier.

Uma máquina pode fazer o trabalho de cinquenta pessoas comuns. Nenhuma máquina pode fazer o trabalho de uma pessoa extraordinária”. Elbert Hubbard.

Carteira de trabalho; emprego; mercado de trabalho; seguro-desemprego; (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

Foto: Agência Brasil, extraída de: https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/10/primeira-carteira-assinada-conheca-os-seus-direitos.html

– Quando você se sente mais produtivo(a)?

Quando você se sente mais produtivo(a)?

A pergunta do gerenciador do blog deveria ser feita por todos nós, frequentemente: quando produzimos mais?

Eu: de manhã, bem disposto; depois de um banho gelado; ou quando, simplesmente, tenho a necessidade de produzir.

E você?

Produtividade

– A divisão proporcional dos elementos de sucesso da carreira profissional.

Muitas vezes, pensamos no que realmente importa em nosso trabalho: seria o salário e “mais o quê”? E o quanto isso é importante?

Abaixo, uma visão um pouco mais elaborada (e real) do que precisaríamos levar em conta:

– Refém do Tempo.

Como você faz para arranjar mais tempo?

Somos reféns do relógio, dependentes dos ponteiros. Amo trabalhar – assim como muitas pessoas, embora não tenhamos o trabalho na quantidade e remuneração utópica que todos gostaríamos de ter.

E como vencer a limitação de horários?

Não tem muito o que fazer: acordar mais cedo ou dormir mais tarde. Eu, por exemplo, sou amigo da madrugada. E você?

– Como fica a Cultura Organizacional na ausência do chefe?

Alguém disse:

A Cultura Organizacional acontece de verdade quando ocorre a ausência do chefe”.

Um pouco irônica, mas real afirmação: se a cultura for forte, mesmo sem o líder, a empresa permanece firme nos seus propósitos e os funcionários não debandam em vaidades.

Imagem extraída de: https://crmservices.com.br/blog/cultura-organizacional-continua-ou-estatica/

– Seja sábio na contratação de profissionais!

Essa mensagem comunga com o que penso: de que adianta o conhecimento científico, a experiência profissional ou o histórico de trabalhos, se a pessoa não tem paixão ou disposição para fazer algo?

Além do bom Curriculum Vitæ, há de se ter vontade e entusiasmo!

Lógico: uma coisa não exclui a outra: competência com comprometimento se fazem parceiras uníssonas.

– Uma verdade sobre Home Office.

Quem teve a ideia desse meme, foi bem esperto. Embora, sabemos, não é bem assim

O Home Office vai bem em alguns momentos e péssimos em outros.

E na sua atividade, como é? Funciona ou não?

– Confie no seu taco!

Muitas vezes, somos desanimados por gente insensível. Nessas horas, vale respirar fundo e seguir essa dica motivacional, abaixo:

– Mais de 60% dos Brasileiros trabalham no Tempo Livre.

Veja que dado interessante: 61% dos brasileiros resolvem os problemas do trabalho em casa; mas 37% admitem que resolvem problemas da sua casa no trabalho. O quê fazer?

Extraído de Exame.com: http://is.gd/eW82ej

61% DOS BRASILEIROS RESOLVEM PROBLEMAS DE TRABALHO NO TEMPO LIVRE

Pesquisa mostra que, no Brasil, 36% dos profissionais precisam estar disponíveis para questões do trabalho num esquema 24/7

Além das jornadas de trabalho já extensas, mais da metade dos profissionais brasileiros admitem que resolvem questões do trabalho em seus momentos de folga. É o que aponta levantamento da consultoria Randstad divulgado neste mês.

Mesmo assim, quando comparados com chineses e indianos, os brasileiros são os que menos levam trabalho para casa. Na Índia, 69% dos profissionais afirmam que trabalham após o horário do expediente enquanto na China, 80% dos profissionais admitem esse tipo de comportamento.

A postura dos profissionais é um resultado direto da cultura corporativa. Na Índia, 61% dos profissionais afirmam que as empresas esperam que eles estejam disponíveis num esquema 24/7. Na China, 64% percebem isso. Já no Brasil, apenas 36% dos profissionais precisam estar disponíveis para questões do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana.

Ao ficar mais tempo ligados no trabalho, os chineses também são os que mais lidam com questões pessoais durante o expediente. Segundo a pesquisa, 60% aderem a esta prática. Na Índia, 49% fazem isso e no Brasil, 37% dos brasileiros resolvem problemas pessoais no trabalho.

Por outro lado, os indianos são os que mais distraem com a internet durante o expediente, segundo a pesquisa. No total, 51% deles admitem que se perdem durante o expediente navegando na rede.

No Brasil, apenas um em cada cinco profissionais admitem que se distraem facilmente com a internet no trabalho.

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Imagem extraída da Internet. Autoria desconhecida.

– Salário Emocional: uma breve ilustração.

Tal representação sobre salário e clima nas organizações é perfeita. Na imagem:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Faça com propósito!

Nunca trabalhe com má vontade. Tenha propósito e se dedique!

Gosto desta mensagem, abaixo:

– Que tipo de profissional você quer ser?

Mais direto, impossível: sejamos profissionais éticos, íntegros e colaborativos:

Abaixo:

– Quem é o “Guarda-Chuva” no seu emprego ou na sua vida pessoal?

Todos nós temos momentos de dificuldade no trabalho ou em casa. São fases, que podem ou não ser momentos ruins, depressão ou qualquer outra coisa.

Compartilho essa ótima analogia sobre o “Guarda-Chuva” e nossa proteção nesses momentos pessoais ou de labuta, abaixo, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sabe-quando-as-coisas-parecem-não-evoluir-e-tudo-parece-dar-errado-2846f82ba772

SABE QUANDO AS COISAS PARECEM NÃO EVOLUIR E TUDO PARECE DAR ERRADO? O QUE O GUARDA-CHUVA TEM A VER COM ISSO

Por Prof José Renato Sátiro Santiago

Uma vontade gigantesca de jamais sair da cama parece nos invadir. Certa vez acreditei que isso seria um sintoma de depressão. Não é, pode ser sono mesmo. Ainda assim, seja qual o for a nossa idade e situação pessoal ou profissional que estejamos vivendo, todos estamos sujeitos a isso. Aliás, talvez todos já tenhamos sentido isso em algum momento de nossas vidas. Alguns estão passando por isso neste exato momento. Outros vivem neste estado. Faz parte.

Evitar, obviamente, é o melhor a se fazer, mas isto parece tão igual quanto qualquer propaganda em prol da vacinação: “É melhor prevenir do que remediar.” Nem sempre temos o controle das variáveis que podem nos levar a uma sensação de pouco sucesso ou de tristeza, fracasso e solidão (não que elas estejam juntas).

A forma como pequenas coisas têm o poder de nos afetar pode chegar a níveis bem altos, e nem sempre temos conosco uma taxa satisfatória de anticorpos que nos proteja delas. Talvez por isso que evitar seja tão mais improvável e difícil.

Sendo assim, uma vez que estejamos dentro de situações inadequadas, o que nos cabe é sair delas o mais rápido possível. E isso está inteiramente sob nosso controle. A boa notícia é que, de certa forma, isto já está presente no nosso instinto, sim nos temos isso.

Muitas vezes eventuais sensações de marasmo têm origem no ambiente em que vivemos. Nestes casos, podem estar onde trabalhamos, junto aos nossos colegas ou amigos e, até mesmo, com os nossos entes.

Ao contrário do que acontece quando há claras expectativas de dias com muito sol a frente, a pequena possibilidade que uma tempestade poderá vir e nos levar ao meio de uma enxurrada tem um poder muito maior de nos afetar, uma vez que já teremos a crença que iremos nos afogar nela.

Um grande paradoxo tentar entender como as expectativas boas não conseguem nos influenciar com a mesma intensidade que as negativas.

Até parece que somos seres fadados ao pessimismo, o que certamente não é verdade.

Uma prova disso é que, quando nos encontramos no meio de uma enorme tempestade, e estamos sem os devidos anticorpos, no caso o guarda-chuva, a primeira coisa que fazemos é nos movimentar, no caso, sair correndo para algum lugar que nos abrigue.

Nestes momentos, poucas vezes encontraremos alguém com um guarda-chuva disponível. E mesmo quando achamos tão pouco será provável que ele esteja predisposto a ceder um espaço para que possamos nos abrigar.

A primeira razão para que isso aconteça é que normalmente não há espaço o suficiente para proteger mais de uma pessoa embaixo de um único guarda-chuva. Sendo assim, no caso, é inegável que o dono do guarda-chuva também se molhará.

Isto talvez gere a segunda razão. Nem sempre o dono do guarda-chuva olhará para os lados e/ou irá se dispor a compartilhar de seu pequeno abrigo, preferindo seguir em frente.

Na verdade, há alguns donos de guarda-chuva, que continuam andando no mesmo passo, lento, obstruindo a passagem daqueles que se molham de forma abundante e que correm atrás de um abrigo.

Enfim, uma vez no meio da tempestade, nos movimentar, apertar o passo e até mesmo correr, é a solução, e isso certamente todos nós já fazemos.

Por mais que possamos nos molhar pouco ou muito, agindo desta forma, não demorará, sairemos da tempestade.

Nossa roupa ficará molhada, mas ela se enxugará.

Podemos pegar um resfriado, que passará, algumas vezes nem precisaremos tomar remédio para isso.

Por fim, algo ficará em nossa mente: Porque não carregar um guarda-chuva sempre conosco?

A resposta é simples: Ninguém carrega guarda-chuva todos os dias.

Quando muito quando achamos que vai chover.

E nestes casos, por mais que as previsões estejam corretas, as chuvas não passam de poucas gotas.

As chuvas que nos derrubam não são as mais fortes, e sim aquelas que nos pegam de surpresa, sem que tenhamos previsto uma forma de sair dela.

E neste caso, bastam que sejam bem poucas gotas para que nos afoguemos.

Imagem extraída do link acima citado

– Indicadores do Esgotamento Profissional (Síndrome de Burnout)

Cansaço ou estresse, indisposição e desmotivação no ambiente de trabalho. Se estiver percebendo os sintomas descritos nessa matéria, atenção: repense seus hábitos profissionais!

Extraído de: http://vilamulher.terra.com.br/dinheiro/materia/carreira/276-sindrome-do-esgotamento-profissional.html

 O ESGOTAMENTO PROFISSIONAL

Por Juliana Lopes

Estafa profissional, muita gente já passou por isso no ambiente de trabalho. Geralmente tudo indica que a pessoa está com estresse ou depressão ocupacional por não dar conta de tantas tarefas.

Mas não confunda. Muitas vezes, a falta de vontade de ir ao trabalho, o cansaço ou até o mau humor podem ser indícios de outro mal, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Como o próprio nome diz, a palavra inglesa é a união de burn (queima) e out (exterior), identificada principalmente pelo comportamento agressivo.

“Estresse pode acometer um indivíduo em qualquer lugar, no seu meio familiar, social e profissional, mas o burnout é um estresse que advém do próprio trabalho. É uma doença tipicamente laboral. A pessoa não consegue mais suportar trabalhar num determinado lugar, com determinadas pessoas, ou porque teve uma discussão com um chefe ou colega de trabalho ou por ter que cumprir metas muito altas em curto espaço de tempo ou por trabalhar em lugares perigosos ou insalubres”, explica a psicóloga Maria Fernanda Marcondes, que ministra palestras sobre o assunto em empresas.

O Isma-Br (International Stress Management Association) calcula que no Brasil 30% dos trabalhadores são portadores da síndrome. No consultório de Maria Fernanda há vários colaboradores de empresas que muitas vezes chegam por lá bastante estressados e muito próximos de estarem com a doença. “Quando o indivíduo não consegue mais ir ao trabalho, quando está exausto emocionalmente e se sente um fracassado profissionalmente, é sim necessária a terapia e a medicação”, alerta.

Para se ter uma idéia, em países como os Estados Unidos, a síndrome já é considerada como caso de saúde pública. Mas como muitos brasileiros a desconhecem, o afastamento do trabalho geralmente é justificado por outros motivos, como depressão, ansiedade e, principalmente, Síndrome do Pânico. “Esta muito comum vir o Burnout”, acrescenta.

Conforme a psicóloga, em muitos casos o próprio funcionário acaba pedindo demissão por não aguentar as pressões da rotina de trabalho. Para evitar situações como essa, ela afirma que o mais correto seria ter um psicólogo que monitorasse os colaboradores dentro das empresas.

“Como isso ainda não acontece, o jeito é se prevenir. Quando possível evitar o excesso de trabalho e sempre ter hábitos saudáveis. E também controlá-la, caso a doença se instale”, completa.

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Imagem extraída da Internet. Que conhecer a autoria, favor informar para o crédito.

– O Futuro do Trabalho.

Qual será o real futuro das profissões?

Esse quadro de trabalhadores e patrões nos dá uma boa noção:

– Os nômades digitais estão em alta e ocupando o lugar da turma do home office.

Home Office? Trabalhar em casa? Ótimo, dizem muitos.

Mas e se você poder trabalhar onde quiser, e não necessariamente na sua residência?

Veja só que legal a nova tendência,

Extraído de: http://www.jj.com.br/jundiai/nomades-digitais-trocam-os-escritorios-por-mundo-livre/

NÔMADES DIGITAIS TROCAM OS ESCRITÓRIOS POR ‘MUNDO LIVRE’

Por Kátia Appolinário – ksantos@jj.com.br

Trabalhar é preciso, mas ser escravo do espaço corporativo é apenas uma opção. Isso porque as tecnologias digitais permitem ultrapassar os limites do escritório e fazer de qualquer lugar no mundo um ambiente de trabalho. É isso o que fazem os nômades digitais, colaboradores que a partir do trabalho remoto conciliam a arte de viajar com as responsabilidades profissionais.
O que diferencia o nômade digital de um funcionário que faz home office, por exemplo, é justamente a ausência de um endereço fixo e a liberdade de poder colocar o pé na estrada levando o “escritório” em dispositivos portáteis. E essa prática tem se tornado mais frequente do que se imagina.
De acordo com pesquisa feita em 2016 pela SAP Consultoria em RH, verificou-se que 68% das corporações já utilizavam tecnologias digitais para realização do trabalho remoto, sendo que dentre estas, 89% adotam o teletrabalho nômade ou itinerante.
Esse foi o caminho escolhido pelo especialista em marketing digital Victor Hugo Lopes, de 24 anos, que em dez meses conheceu 15 países e mais de 28 cidades da Europa, África e Oriente Médio. “Fui trabalhar na Polônia através da proposta de uma empresa de publicidade online. Como meu trabalho é basicamente por uma plataforma digital, após o término das minhas tarefas, eu ficava livre para viajar desde que eu ficasse com o meu computador logado”, explica o jovem, que por meio do nomadismo, já fez check-in no Marrocos, Letônia, Israel, Itália e Alemanha.
Para o jornalista e analista de mídias internacionais, Márcio Souza, de 37 anos, ainda que o termo “nômade digital” seja novidade, foram várias as vezes em que ele conciliou o exercício profissional com viagens através do benefício do trabalho remoto. “Eu já viajei muito enquanto trabalhava, já fui para o litoral de São Paulo, Cuiabá e para Minas Gerais, por exemplo. Não vejo nenhum ponto negativo”, afirma.
Além de reduzir os custos para a empresa e aumentar a produtividade, o trabalho remoto beneficia também os funcionários e a comunidade.
“O teletrabalho melhora a qualidade de vida; evita o deslocamento e acaba resultando em mais tempo livre para o lazer”, afirma Cléo Carneiro, Presidente da Sociedade Brasileira do Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt) e associado do Grupo de Consultoria em Teletrabalho (GCONTT).
Tradutor, web designer, assessor de imprensa e investidor de ações são algumas das profissões que podem ser exercidas através do trabalho remoto. “Quase todas as áreas da empresa podem adotar o teletrabalho, com exceção das áreas que demandam a presença das pessoas, como por exemplo, as funções de operação manual’’, afirma Cléo Carneiro.
Mas o ingresso à vida profissional nômade exige treino e planejamento. “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet e um ambiente propício para o trabalho. Ter um planejamento financeiro e um seguro de saúde internacional também são cuidados importantes a serem tomados”, instrui Victor, que mesmo tendo passado por momentos de dificuldade no exterior, não troca o trabalho remoto pelo comodismo rotineiro do escritório fixo. “Até das ‘roubadas’ você passa a gostar! Eu acabei desenvolvendo minhas próprias artimanhas”, complementa o jovem, valendo-se de que “a melhor parte da experiência é, literalmente, a experiência”.

Nômades Digitais: O Que É, Quais As Vantagens e Como Se tornar Um

Imagem extraída da Internet, em: https://caymannewsservice.com/2020/12/three-global-citizens-now-in-the-cayman-islands/