– The Importance of Soft Skills in the Job Market.

Every business, regardless of its industry, is constantly evolving every single day as new technologies and work processes are introduced to make …

Continua em: The Importance of Soft Skills in the Job Market

– Acalme-se, nem todos começam do mesmo lugar ou no mesmo estágio profissional.

Vejo pessoas que se martirizam e ou se desesperam por conta de empregos ingratos, atividades profissionais que não vingam e realizações que não acontecem.

Algumas, desiludidas, olham para o emprego do outro e se questionam quais os motivos do sucesso alheio e infortúnio dele próprio.

Uma imagem consoladora, de busca pela paciência e auto-explicativa, abaixo: 

– Ver as “pingas que eu tomo” mas não os “tombos que levo”.

O ditado popular acima se refere ao Reconhecimento Profissional. Quantas vezes somos admirados (e até invejados) por nosso desempenho. E quando nos sentimos realizados, lembremo-nos de quantas coisas superamos e que muitas vezes não são observadas.

A imagem abaixo é representativa:

– Paz no trabalho?

Dicas bem simples para não conflitar no trabalho (abaixo):

Não é tão difícil, né?

– Dia de Luta contra o Assédio Moral.

Hoje se recorda o Dia de Luta contra o Assédio Moral – esse comportamento tão nocivo que ocorre no meio profissional!

Que os chefes sejam corretos na cobrança diária, bem como os empregados saibam identificar o que é assédio ou normas de conduta aceitáveis.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Quando você se sente mais produtivo(a)?

Quando você se sente mais produtivo(a)?

A pergunta do gerenciador do blog deveria ser feita por todos nós, frequentemente: quando produzimos mais?

Eu: de manhã, bem disposto; depois de um banho gelado; ou quando, simplesmente, tenho a necessidade de produzir.

E você?

Produtividade

– A divisão proporcional dos elementos de sucesso da carreira profissional.

Muitas vezes, pensamos no que realmente importa em nosso trabalho: seria o salário e “mais o quê”? E o quanto isso é importante?

Abaixo, uma visão um pouco mais elaborada (e real) do que precisaríamos levar em conta:

– Refém do Tempo.

Como você faz para arranjar mais tempo?

Somos reféns do relógio, dependentes dos ponteiros. Amo trabalhar – assim como muitas pessoas, embora não tenhamos o trabalho na quantidade e remuneração utópica que todos gostaríamos de ter.

E como vencer a limitação de horários?

Não tem muito o que fazer: acordar mais cedo ou dormir mais tarde. Eu, por exemplo, sou amigo da madrugada. E você?

– Como fica a Cultura Organizacional na ausência do chefe?

Alguém disse:

A Cultura Organizacional acontece de verdade quando ocorre a ausência do chefe”.

Um pouco irônica, mas real afirmação: se a cultura for forte, mesmo sem o líder, a empresa permanece firme nos seus propósitos e os funcionários não debandam em vaidades.

Imagem extraída de: https://crmservices.com.br/blog/cultura-organizacional-continua-ou-estatica/

– Seja sábio na contratação de profissionais!

Essa mensagem comunga com o que penso: de que adianta o conhecimento científico, a experiência profissional ou o histórico de trabalhos, se a pessoa não tem paixão ou disposição para fazer algo?

Além do bom Curriculum Vitæ, há de se ter vontade e entusiasmo!

Lógico: uma coisa não exclui a outra: competência com comprometimento se fazem parceiras uníssonas.

– Uma verdade sobre Home Office.

Quem teve a ideia desse meme, foi bem esperto. Embora, sabemos, não é bem assim

O Home Office vai bem em alguns momentos e péssimos em outros.

E na sua atividade, como é? Funciona ou não?

– Confie no seu taco!

Muitas vezes, somos desanimados por gente insensível. Nessas horas, vale respirar fundo e seguir essa dica motivacional, abaixo:

– Mais de 60% dos Brasileiros trabalham no Tempo Livre.

Veja que dado interessante: 61% dos brasileiros resolvem os problemas do trabalho em casa; mas 37% admitem que resolvem problemas da sua casa no trabalho. O quê fazer?

Extraído de Exame.com: http://is.gd/eW82ej

61% DOS BRASILEIROS RESOLVEM PROBLEMAS DE TRABALHO NO TEMPO LIVRE

Pesquisa mostra que, no Brasil, 36% dos profissionais precisam estar disponíveis para questões do trabalho num esquema 24/7

Além das jornadas de trabalho já extensas, mais da metade dos profissionais brasileiros admitem que resolvem questões do trabalho em seus momentos de folga. É o que aponta levantamento da consultoria Randstad divulgado neste mês.

Mesmo assim, quando comparados com chineses e indianos, os brasileiros são os que menos levam trabalho para casa. Na Índia, 69% dos profissionais afirmam que trabalham após o horário do expediente enquanto na China, 80% dos profissionais admitem esse tipo de comportamento.

A postura dos profissionais é um resultado direto da cultura corporativa. Na Índia, 61% dos profissionais afirmam que as empresas esperam que eles estejam disponíveis num esquema 24/7. Na China, 64% percebem isso. Já no Brasil, apenas 36% dos profissionais precisam estar disponíveis para questões do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana.

Ao ficar mais tempo ligados no trabalho, os chineses também são os que mais lidam com questões pessoais durante o expediente. Segundo a pesquisa, 60% aderem a esta prática. Na Índia, 49% fazem isso e no Brasil, 37% dos brasileiros resolvem problemas pessoais no trabalho.

Por outro lado, os indianos são os que mais distraem com a internet durante o expediente, segundo a pesquisa. No total, 51% deles admitem que se perdem durante o expediente navegando na rede.

No Brasil, apenas um em cada cinco profissionais admitem que se distraem facilmente com a internet no trabalho.

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Imagem extraída da Internet. Autoria desconhecida.

– Salário Emocional: uma breve ilustração.

Tal representação sobre salário e clima nas organizações é perfeita. Na imagem:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Faça com propósito!

Nunca trabalhe com má vontade. Tenha propósito e se dedique!

Gosto desta mensagem, abaixo:

– Que tipo de profissional você quer ser?

Mais direto, impossível: sejamos profissionais éticos, íntegros e colaborativos:

Abaixo:

– Quem é o “Guarda-Chuva” no seu emprego ou na sua vida pessoal?

Todos nós temos momentos de dificuldade no trabalho ou em casa. São fases, que podem ou não ser momentos ruins, depressão ou qualquer outra coisa.

Compartilho essa ótima analogia sobre o “Guarda-Chuva” e nossa proteção nesses momentos pessoais ou de labuta, abaixo, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sabe-quando-as-coisas-parecem-não-evoluir-e-tudo-parece-dar-errado-2846f82ba772

SABE QUANDO AS COISAS PARECEM NÃO EVOLUIR E TUDO PARECE DAR ERRADO? O QUE O GUARDA-CHUVA TEM A VER COM ISSO

Por Prof José Renato Sátiro Santiago

Uma vontade gigantesca de jamais sair da cama parece nos invadir. Certa vez acreditei que isso seria um sintoma de depressão. Não é, pode ser sono mesmo. Ainda assim, seja qual o for a nossa idade e situação pessoal ou profissional que estejamos vivendo, todos estamos sujeitos a isso. Aliás, talvez todos já tenhamos sentido isso em algum momento de nossas vidas. Alguns estão passando por isso neste exato momento. Outros vivem neste estado. Faz parte.

Evitar, obviamente, é o melhor a se fazer, mas isto parece tão igual quanto qualquer propaganda em prol da vacinação: “É melhor prevenir do que remediar.” Nem sempre temos o controle das variáveis que podem nos levar a uma sensação de pouco sucesso ou de tristeza, fracasso e solidão (não que elas estejam juntas).

A forma como pequenas coisas têm o poder de nos afetar pode chegar a níveis bem altos, e nem sempre temos conosco uma taxa satisfatória de anticorpos que nos proteja delas. Talvez por isso que evitar seja tão mais improvável e difícil.

Sendo assim, uma vez que estejamos dentro de situações inadequadas, o que nos cabe é sair delas o mais rápido possível. E isso está inteiramente sob nosso controle. A boa notícia é que, de certa forma, isto já está presente no nosso instinto, sim nos temos isso.

Muitas vezes eventuais sensações de marasmo têm origem no ambiente em que vivemos. Nestes casos, podem estar onde trabalhamos, junto aos nossos colegas ou amigos e, até mesmo, com os nossos entes.

Ao contrário do que acontece quando há claras expectativas de dias com muito sol a frente, a pequena possibilidade que uma tempestade poderá vir e nos levar ao meio de uma enxurrada tem um poder muito maior de nos afetar, uma vez que já teremos a crença que iremos nos afogar nela.

Um grande paradoxo tentar entender como as expectativas boas não conseguem nos influenciar com a mesma intensidade que as negativas.

Até parece que somos seres fadados ao pessimismo, o que certamente não é verdade.

Uma prova disso é que, quando nos encontramos no meio de uma enorme tempestade, e estamos sem os devidos anticorpos, no caso o guarda-chuva, a primeira coisa que fazemos é nos movimentar, no caso, sair correndo para algum lugar que nos abrigue.

Nestes momentos, poucas vezes encontraremos alguém com um guarda-chuva disponível. E mesmo quando achamos tão pouco será provável que ele esteja predisposto a ceder um espaço para que possamos nos abrigar.

A primeira razão para que isso aconteça é que normalmente não há espaço o suficiente para proteger mais de uma pessoa embaixo de um único guarda-chuva. Sendo assim, no caso, é inegável que o dono do guarda-chuva também se molhará.

Isto talvez gere a segunda razão. Nem sempre o dono do guarda-chuva olhará para os lados e/ou irá se dispor a compartilhar de seu pequeno abrigo, preferindo seguir em frente.

Na verdade, há alguns donos de guarda-chuva, que continuam andando no mesmo passo, lento, obstruindo a passagem daqueles que se molham de forma abundante e que correm atrás de um abrigo.

Enfim, uma vez no meio da tempestade, nos movimentar, apertar o passo e até mesmo correr, é a solução, e isso certamente todos nós já fazemos.

Por mais que possamos nos molhar pouco ou muito, agindo desta forma, não demorará, sairemos da tempestade.

Nossa roupa ficará molhada, mas ela se enxugará.

Podemos pegar um resfriado, que passará, algumas vezes nem precisaremos tomar remédio para isso.

Por fim, algo ficará em nossa mente: Porque não carregar um guarda-chuva sempre conosco?

A resposta é simples: Ninguém carrega guarda-chuva todos os dias.

Quando muito quando achamos que vai chover.

E nestes casos, por mais que as previsões estejam corretas, as chuvas não passam de poucas gotas.

As chuvas que nos derrubam não são as mais fortes, e sim aquelas que nos pegam de surpresa, sem que tenhamos previsto uma forma de sair dela.

E neste caso, bastam que sejam bem poucas gotas para que nos afoguemos.

Imagem extraída do link acima citado

– Indicadores do Esgotamento Profissional (Síndrome de Burnout)

Cansaço ou estresse, indisposição e desmotivação no ambiente de trabalho. Se estiver percebendo os sintomas descritos nessa matéria, atenção: repense seus hábitos profissionais!

Extraído de: http://vilamulher.terra.com.br/dinheiro/materia/carreira/276-sindrome-do-esgotamento-profissional.html

 O ESGOTAMENTO PROFISSIONAL

Por Juliana Lopes

Estafa profissional, muita gente já passou por isso no ambiente de trabalho. Geralmente tudo indica que a pessoa está com estresse ou depressão ocupacional por não dar conta de tantas tarefas.

Mas não confunda. Muitas vezes, a falta de vontade de ir ao trabalho, o cansaço ou até o mau humor podem ser indícios de outro mal, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Como o próprio nome diz, a palavra inglesa é a união de burn (queima) e out (exterior), identificada principalmente pelo comportamento agressivo.

“Estresse pode acometer um indivíduo em qualquer lugar, no seu meio familiar, social e profissional, mas o burnout é um estresse que advém do próprio trabalho. É uma doença tipicamente laboral. A pessoa não consegue mais suportar trabalhar num determinado lugar, com determinadas pessoas, ou porque teve uma discussão com um chefe ou colega de trabalho ou por ter que cumprir metas muito altas em curto espaço de tempo ou por trabalhar em lugares perigosos ou insalubres”, explica a psicóloga Maria Fernanda Marcondes, que ministra palestras sobre o assunto em empresas.

O Isma-Br (International Stress Management Association) calcula que no Brasil 30% dos trabalhadores são portadores da síndrome. No consultório de Maria Fernanda há vários colaboradores de empresas que muitas vezes chegam por lá bastante estressados e muito próximos de estarem com a doença. “Quando o indivíduo não consegue mais ir ao trabalho, quando está exausto emocionalmente e se sente um fracassado profissionalmente, é sim necessária a terapia e a medicação”, alerta.

Para se ter uma idéia, em países como os Estados Unidos, a síndrome já é considerada como caso de saúde pública. Mas como muitos brasileiros a desconhecem, o afastamento do trabalho geralmente é justificado por outros motivos, como depressão, ansiedade e, principalmente, Síndrome do Pânico. “Esta muito comum vir o Burnout”, acrescenta.

Conforme a psicóloga, em muitos casos o próprio funcionário acaba pedindo demissão por não aguentar as pressões da rotina de trabalho. Para evitar situações como essa, ela afirma que o mais correto seria ter um psicólogo que monitorasse os colaboradores dentro das empresas.

“Como isso ainda não acontece, o jeito é se prevenir. Quando possível evitar o excesso de trabalho e sempre ter hábitos saudáveis. E também controlá-la, caso a doença se instale”, completa.

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Imagem extraída da Internet. Que conhecer a autoria, favor informar para o crédito.

– O Futuro do Trabalho.

Qual será o real futuro das profissões?

Esse quadro de trabalhadores e patrões nos dá uma boa noção:

– Os nômades digitais estão em alta e ocupando o lugar da turma do home office.

Home Office? Trabalhar em casa? Ótimo, dizem muitos.

Mas e se você poder trabalhar onde quiser, e não necessariamente na sua residência?

Veja só que legal a nova tendência,

Extraído de: http://www.jj.com.br/jundiai/nomades-digitais-trocam-os-escritorios-por-mundo-livre/

NÔMADES DIGITAIS TROCAM OS ESCRITÓRIOS POR ‘MUNDO LIVRE’

Por Kátia Appolinário – ksantos@jj.com.br

Trabalhar é preciso, mas ser escravo do espaço corporativo é apenas uma opção. Isso porque as tecnologias digitais permitem ultrapassar os limites do escritório e fazer de qualquer lugar no mundo um ambiente de trabalho. É isso o que fazem os nômades digitais, colaboradores que a partir do trabalho remoto conciliam a arte de viajar com as responsabilidades profissionais.
O que diferencia o nômade digital de um funcionário que faz home office, por exemplo, é justamente a ausência de um endereço fixo e a liberdade de poder colocar o pé na estrada levando o “escritório” em dispositivos portáteis. E essa prática tem se tornado mais frequente do que se imagina.
De acordo com pesquisa feita em 2016 pela SAP Consultoria em RH, verificou-se que 68% das corporações já utilizavam tecnologias digitais para realização do trabalho remoto, sendo que dentre estas, 89% adotam o teletrabalho nômade ou itinerante.
Esse foi o caminho escolhido pelo especialista em marketing digital Victor Hugo Lopes, de 24 anos, que em dez meses conheceu 15 países e mais de 28 cidades da Europa, África e Oriente Médio. “Fui trabalhar na Polônia através da proposta de uma empresa de publicidade online. Como meu trabalho é basicamente por uma plataforma digital, após o término das minhas tarefas, eu ficava livre para viajar desde que eu ficasse com o meu computador logado”, explica o jovem, que por meio do nomadismo, já fez check-in no Marrocos, Letônia, Israel, Itália e Alemanha.
Para o jornalista e analista de mídias internacionais, Márcio Souza, de 37 anos, ainda que o termo “nômade digital” seja novidade, foram várias as vezes em que ele conciliou o exercício profissional com viagens através do benefício do trabalho remoto. “Eu já viajei muito enquanto trabalhava, já fui para o litoral de São Paulo, Cuiabá e para Minas Gerais, por exemplo. Não vejo nenhum ponto negativo”, afirma.
Além de reduzir os custos para a empresa e aumentar a produtividade, o trabalho remoto beneficia também os funcionários e a comunidade.
“O teletrabalho melhora a qualidade de vida; evita o deslocamento e acaba resultando em mais tempo livre para o lazer”, afirma Cléo Carneiro, Presidente da Sociedade Brasileira do Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt) e associado do Grupo de Consultoria em Teletrabalho (GCONTT).
Tradutor, web designer, assessor de imprensa e investidor de ações são algumas das profissões que podem ser exercidas através do trabalho remoto. “Quase todas as áreas da empresa podem adotar o teletrabalho, com exceção das áreas que demandam a presença das pessoas, como por exemplo, as funções de operação manual’’, afirma Cléo Carneiro.
Mas o ingresso à vida profissional nômade exige treino e planejamento. “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet e um ambiente propício para o trabalho. Ter um planejamento financeiro e um seguro de saúde internacional também são cuidados importantes a serem tomados”, instrui Victor, que mesmo tendo passado por momentos de dificuldade no exterior, não troca o trabalho remoto pelo comodismo rotineiro do escritório fixo. “Até das ‘roubadas’ você passa a gostar! Eu acabei desenvolvendo minhas próprias artimanhas”, complementa o jovem, valendo-se de que “a melhor parte da experiência é, literalmente, a experiência”.

Nômades Digitais: O Que É, Quais As Vantagens e Como Se tornar Um

Imagem extraída da Internet, em: https://caymannewsservice.com/2020/12/three-global-citizens-now-in-the-cayman-islands/

– O desemprego assusta…

Toda semana, às segundas-feiras cedo, fico impressionado com as pessoas nas filas das agências de emprego.

Há pouco, passei por algumas e são quilométricas! Tem como não se compadecer com essa gente?

Boa sorte à essa gente trabalhadora.

– Quem disse que Carnaval é Feriado?

Quem decretou que é feriado no Carnaval?

Carnaval, por incrível que possa parecer, é dia útil de trabalho. Conceder folga ou não depende do patrão (ou se o município que você reside assim entender)

E aí? Vai peitar os foliões?

Não dá… é Custo-Brasil!

Extraído de: http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/carnaval.htm

LEGISLAÇÃO

A Lei nº 9.093/95, que dispõe sobre feriados civis, estabelece que sejam feriados somente aqueles declarados em Lei Federal ou Estadual, quando se tratar da data magna do Estado.

São considerados também feriados religiosos os dias de guarda conforme o costume ou tradição local declarados em Lei Municipal, os quais não poderão ser em número maior do que 4 (quatro) dias no ano, já incluso neste, a sexta-feira da paixão de acordo com o art. 2º da referida lei.

Não obstante, a Lei nº 10.607/2002, que dispõe sobre os feriados nacionais, alterou o art. 1º da Lei nº 662/49, concomitante com a Lei 6.802/80, estabelecendo que sejam feriados nacionais os dias:

1º de janeiro → (Confraternização Universal – Ano Novo);

Sexta-feira da Paixão → Data móvel (art. 2º da Lei nº 9.093/95)

21 de abril → (Tiradentes);

1º de maio → (Dia do Trabalho);

7 de setembro → (Independência do Brasil);

12 de outubro → (Nossa Senhora Aparecida);

2 de novembro → (Finados);

15 de novembro → (Proclamação da República); e

25 de dezembro → (Natal).

ENTENDIMENTO

Com base na legislação não há dúvidas quanto aos feriados nacionais uma vez que estão expressos em Lei Federal.

Quanto aos demais feriados que a Lei Federal outorga aos municípios, há que se verificar quais os feriados municipais estão expressos em lei, limitados ao total de 4 (quatro) feriados no ano.

Partindo desse pressuposto, se não houver uma lei municipal estabelecendo que o carnaval seja feriado, o trabalho neste dia será normal e o não comparecimento ao trabalho, acarretará prejuízos salariais ao empregado. Haverá prejuízo da mesma forma no caso da quarta-feira de cinzas.

Normalmente temos os possíveis feriados determinados por lei municipal, observado o limite acima, os quais podem variar dependendo dos respectivos costumes ou tradições de cada região:

Corpus Christi → Data móvel

Aniversário da Cidade → Data determinada pelo município

Carnaval → Data móvel

Padroeiro(a) da Cidade → Data determinada pelo município

Outros → Data determinada pelo município.

Fundo Carnaval Imagens – Download Grátis no Freepik

Imagem extraída de: Freepik

– O segredo para o sucesso?

O sucesso tem receita?

Talvez não. Mas dicas para chegar até ele, sim.

Abaixo:

 

– Jovens que não estudam e não trabalho aumentam no Brasil.

Esse gráfico é recente (salvo engano, veio da Folha de São Paulo) e mostra a proporção dos jovens que nem estudam e nem trabalham por estado em nosso país.

Não é assustador? Que retrato triste do Brasil…

– Ambientes tóxicos nada ajudam.

As pessoas confundem “compromisso” com “cultura nefasta”. Por exemplo: trabalhar sem condições.

O grande Ricardo Amorim exemplifica muito bem:

– As novas habilidades, em breve.

Essas serão as competências dos líderes no futuro?

Estarão entre as muitas, seguramente. Somente elas, óbvio que não. Abaixo:

– A graduação de conhecimento de um profissional:

O que diferencia um sênior de um jr?

Aqui, bem didaticamente:

– Como ser feliz no trabalho?

Uma simples ilustração pode nos dar uma grande percepção para aclarear nosso rumo profissional!

Abaixo:

– Trabalhar com Paixão é…

Trabalhar no que se gosta, numa empresa que respeita sua labuta, tendo vocação, é um sonho de consumo para qualquer pessoa.

Essa imagem diz muito sobre isso, em 3 momentos:

– Seu chefe é responsável pela sua felicidade no trabalho?

Seu chefe é responsável pela sua felicidade no trabalho?

Para a maioria dos colaboradores, sim!

Extraído de: https://www.linkedin.com/news/story/para-profissionais-felicidade-no-trabalho-é-responsabilidade-do-chefe-4932873/

PARA PROFISSIONAIS, A FELICIDADE NO TRABALHO É RESPONSABILIDADE DO CHEFE

No último ano, 45% dos trabalhadores se tornaram mais exigentes quanto a seu bem-estar e felicidade no trabalho. O estudo Work Wellbeing Insights, feito a pedido do site Indeed e com participação de 5 mil profissionais americanos, mostra também que o desejo por mais felicidade no trabalho nem sempre é visto como uma responsabilidade pessoal. Cerca de 60% dos entrevistados veem que alguma figura de liderança é a responsável por sua felicidade, sendo que 19% responsabilizam o gestor direto. Respondendo sobre estresse, 30% apontaram que chefe direto não se importa com como eles se sentem.

– Trate bem o seu próximo.

Bem objetiva mensagem, lembrando-nos da necessidade de respeitarmos quem quer que seja:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.

– Trabalho e Prazer.

Você gosta do que faz na labuta, mas não faz o que realmente gostaria se escolhesse?

Ou você gosta do que faz pois é aquilo que você sempre quis fazer?

Liberdade e felicidade profissional são desafios a se conquistar!

– Modere na Labuta.

Achei verdadeiro e sensacional tal alerta sobre ser os cuidados sobre a cobrança de que devemos trabalhar incessantemente (abaixo na imagem), e aqui registro que é a visão de um semi-workaholic (eu).

A imposição de um ritmo frenético e a chamada “ditadura do sucesso”, supostamente necessária a qualquer custo, cansa. É lógico que devemos produzir, estudar, fazer a diferença. Mas o custo disso pode ser muito alto e não compensar.

E a família? E os prazeres? E os momentos de introspecção e calmaria?

Gostei demais dessa mensagem, na figura, de lembrarmos do necessário equilíbrio. Compartilho-a:

JOAO BATISTA

– Funcionários brasileiros começam a praticar o Quiet Quitting (ou demissão silenciosa).

Funcionários reduzem o ritmo de trabalho para não se sobrecarregarem e sofrem de males corporativos. Tal atitude – chamada de Quiet Quitting – é cada vez maior no país.

Abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/metade-dos-funcionarios-praticam-o-quiet-quitting-aponta-pesquisa/

METADE DOS FUNCIONÁRIOS PRATICAM O QUIET QUITING, APONTA PESQUISA

por Bruno Pavan

O mercado de trabalho vem passando por diversas mudanças e os valores das empresas é algo cada vez mais visto pelos funcionários. É o que mostra a pesquisa Felicidade Coporativa e Futuro do trabalho no Brasil, realizada pela Reconnect Happiness at Work, empresa especializada em felicidade corporativa e liderança positiva, em parceria com a Feedz, startup que atua com a digitalização de processos do RH e departamento pessoal.

O levantamento ouviu 176 profissionais no mês de novembro, sendo 55,6% de CEOs e 44,4% de colaboradores. As áreas de atuação dos entrevistados são: serviços (26,1%), tecnologia (19,9%), indústria (16,5%), finanças (6,8%), comunicação (6,3%), startup (5,7%) e outros segmentos (18,8%).

Metade dos funcionários se sentem sobrecarregados ou apáticos no trabalho

O Quiet Quitting, ou demissão silenciosa, foi uma expressão que entrou de vez no vocabulário corporativo em 2021. A prática acontece quando o funcionário toma a decisão de limitar suas tarefas àquelas estritamente necessárias dentro da sua função e escopo de trabalho, evitando longas jornadas e sobrecarga.

Essa é a realidade para 50% dos entrevistados, que disseram fazer o quiet quitting por se sentirem sobrecarregados ou apáticos em seus trabalhos. A outra metade afirmou que se sente engajada.

“O quiet quitting é também um grande alerta para o próprio profissional. Num contexto de trabalho, qual é o grau de envolvimento e satisfação que está tendo com a sua vida profissional? Você entende que os altos e baixos fazem parte de todo processo de desenvolvimento e crescimento? O quanto você está comprometido com isso e quais são seus limites?”, explica Maria Eduarda Silveira, CEO da Bold HRO, consultoria de recrutamento especializado e desenvolvimento organizacional.

A importância da flexibilidade

Outro questionamento da pesquisa foi quais os pontos são mais importantes para os funcionários em um emprego. Para 25% dos entrevistados, a flexibilidade e a qualidade de vida são essenciais. Outros 21,6% afirmaram que reconhecimento e valorização do trabalho feito é o mais importante. Já 15% dizem que trabalhar em uma empresa com os mesmos valores que os seus é o que faz a diferença.

Para Renata Rivetti, diretora da Reconnect Happiness at Work, as empresas que oferecem aos funcionários a possibilidade de trabalhar de forma 100% remota ou híbrida e algo a mais que bons salários e benefícios pode atrair bons profissionais com mais facilidade.

“Os colaboradores querem mais do que um bom salário e benefícios, que é o mínimo, mas não tudo. As pessoas querem qualidade de vida e o reconhecimento de uma empresa que tenha a ver com seus valores e que traga significado às suas vidas”, acredita.

Por que os funcionários pedem demissão?

O levantamento descobriu que a maioria das pessoas que pedem demissão (41%) o fazem por questões financeiras ou por receberem uma proposta profissional melhor. Já 22% disseram que saem da uma empresa por discordarem de atitudes da liderança e outros 22% afirmaram que se sentiram desconectados com a cultura e os valores da empresa.

“O mais importante é a empresa realmente ter clareza de sua cultura interna e se está atuando de forma a fortalecê-la, engajando os funcionários e capacitando a liderança para que saibam reforçar os pilares que sustentam esses valores dentro de suas estruturas. Isto é o que trará senso de propósito e coesão ao time”, explicou Maria Eduarda Silveira.

Boa liderança pode conter saídas

Quando os entrevistados foram questionados sobre se desejam ou não continuar na empresa, 39,2% responderam que querem continuar na empresa; 23,9% pensam em mudar. Outros 20,5% desejam continuar na mesma empresa, desde que sejam promovidos ou mudem de área e 13,1% desejam continuar, desde que haja mudanças nas atitudes da liderança, ou que a empresa promova um novo líder.

“Esse resultado aponta que é preciso conscientizar a liderança sobre a importância de seu papel no engajamento, motivação e felicidade da equipe, além de também ser importante priorizar o desenvolvimento de pessoas, apoiando-as em sua evolução e progressão de carreira”, encerrou Gabriel Leite, CMO e Cofounder da Feedz.

Crédito: Canva Studio

Pesquisa sobre felicidade corporativa destaca que funcionários estão valorizando cada vez mais o ambiente de trabalho (Crédito: Canva Studio)

– Tem testado a sua empregabilidade com frequência?

Não precisa estar desempregado, somente é necessário não estar acomodado: você é “contratável”?

Um lembrete, abaixo: