– Seu excesso de trabalho pode ocasionar o quê?

É para se pensar… eu sou workaholic, e isso me preocupa muito: a disponibilidade para a família.

Reflita nessa mensagem:

– Trabalhar e estudar é importante!

Dias atrás, conversando com um rapaz de 21 anos, ele me disse que estava pensando em trabalhar, pois não aguentava ficar em casa. Não estudava mais pois “não tinha saco”, e resolveu repensar a vida ficando em casa.

Aconselhei-o brevemente, mas fiquei encafifado: provavelmente, é bancado pelos pais. E não consegui entender tal comportamento. Estudar e trabalhar são necessidades!

Sem nenhuma vergonha: eu trabalho desde os 12 anos (e não me fez mal).

Aliás, naquela época, você poderia tirar a CTPS com essa idade:

– O Gupy não vai com minha cara…

… e de muita gente também!

A Inteligência Artifical Gupy, para recrutamento de funcionários, me desanima. E essa verdade abaixo é perfeita:

– Medindo o Sucesso no Trabalho.

O sucesso profissional, principalmente nos dias atuais, não reflete necessariamente na questão financeira, mas em outras nuances do seu cotidiano.

Aliás: o que é “ter sucesso” pra você?

Gostei dessa imagem abaixo:

– Se não gostam de você… pode ter algo errado!

Ao ler essa mensagem do Cortella, pensei: verdade ou não?

Reflita:

– Compare os custos de CLT e PJ:

Nesses tempos de “Pejotização” do trabalho, vale conferir.

Na imagem:

– 10 dicas para ter sucesso no LinkedIn.

Gostei dessas boas dicas e compartilho (lembrando: LinkedIn não é e nem pode conter os mesmos vícios do Facebook; é coisa séria e profissional).

Abaixo:

– A culpa é de quem?

Quantas vezes nós nos deparamos com situações que nos desagradam no ambiente de trabalho, e acabamos sucumbindo às crises que nascem desses problemas.

Mas deveríamos?

Claro que não! É óbvio que somos agentes de mudança no mundo corporativo (e social) também. Usarmos de percalços para desculpas não destrói só a empresa, mas a nós mesmos!

Essa imagem é bem clara:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para postagem do crédito.

– À labuta:

Por uma boa semana de trabalho, lá vamos nós!

Um desejo de abençoado serviço, em: https://youtu.be/e1OViBftom8?si=Lksn6xQF9sqfeYNu

– O que fazer ou não no LinkedIn?

Muito bom: dicas para uma boa relação com a Rede Social LinkedIn!

Abaixo:

– Semana de apenas 3 dias?

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou em 2014 que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, consequentemente mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai de encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do Ócio Criativo (descansado, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic… Aqui no Brasil, lembrando, se estuda a semana de 4 dias (como na França se experimenta).

 Carlos Slim: empresas de bilionário dominam 80% do mercado de telefonia no México (Edgard Garrido/Reuters)

Imagem extraída de: Carlos Slim: empresas de bilionário dominam 80% do mercado de telefonia no México (Edgard Garrido/Reuters), em: https://exame.com/negocios/para-carlos-slim-jornada-de-trabalho-deveria-ser-de-3-dias/

– Dica da Noite 2:

– Como você está na empresa?

Trabalhe onde você se sinta bem!

Nada de ficar sofrendo onde você não é valorizado. 

Abaixo, uma imagem significativa:

– Acalme-se, nem todos começam do mesmo lugar ou no mesmo estágio profissional.

Vejo pessoas que se martirizam e ou se desesperam por conta de empregos ingratos, atividades profissionais que não vingam e realizações que não acontecem.

Algumas, desiludidas, olham para o emprego do outro e se questionam quais os motivos do sucesso alheio e infortúnio dele próprio.

Uma imagem consoladora, de busca pela paciência e auto-explicativa, abaixo: 

– Labutando…

Por mais que eu adore lecionar, me custa deveras preparar aulas aos domingos…

Tem sido essa a minha rotina. Não há muito o que fazer.

Paciência. Sejamos profissionais.

– Atitudes de Profissionais Extraordinários.

Gostei muito desse quadro bem realista: o que é desejável / observável em profissionais diferenciados?

No quadro:

– Sinais que você não está em harmonia com o seu emprego:

Está desmotivado no trabalho?

Não consegue mais se sentir comprometido com os ideais corporativos?

São sinais que dizem muita coisa…

Abaixo:

– Descansar é existir. Ou re-existir?

Muitas vezes, deixamos o descanso de lado. Porém, ele é necessário para que recuperemos a energia e continuemos a labuta.

Sem o descanso, a qualidade de vida decai, a produtividade se torna menor e todos perdem.

Enfim: descanso não é luxo, é sobrevivência. Mas você sabe descansar?

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/raviresck_descanso-produtivo-ugcPost-7310978925612994560-fbUf/?utm_medium=ios_app&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts&utm_source=social_share_send&utm_campaign=copy_link

DESCANSO PRODUTIVO

por Ravi Resck

Vivemos em uma época em que o tempo não é mais apenas medido… ele é gerenciado, otimizado e monetizado.

Não basta descansar: é preciso descansar bem, com propósito, com disciplina, com eficiência.

O descanso deixa de ser um direito ou uma experiência e vira uma estratégia de performance.

O problema não está só nas empresas ou na cultura de trabalho — ele se infiltra na maneira como pensamos sobre nós mesmos.

Foucault chamaria isso de governamentalidade: um tipo de poder que opera não pela repressão, mas pela indução, fazendo com que nos vigiemos, nos regulemos, nos cobremos. O “descanso produtivo” é um sintoma disso.

A promessa de equilíbrio entre vida pessoal e trabalho funciona como válvula de escape, mas também como disfarce: não resolve o problema, apenas o torna mais palatável.

A ideia de que basta ajustar a agenda para alcançar bem-estar individual esconde que a própria lógica produtiva continua intocada.

Não se trata de organizar melhor o tempo, mas de questionar que tipo de vida estamos sendo induzidos a desejar. Por que é tão difícil simplesmente não fazer nada? Por que o ócio nos causa angústia?

Talvez a verdadeira subversão não esteja em trabalhar menos, nem em descansar melhor — mas em descansar de um modo que não sirva a nada. Um tempo não capturado. Um tempo sem função.

– Quando você se sente mais produtivo(a)? A pergunta do WordPress de hoje:

Quando você se sente mais produtivo(a)?

A pergunta do gerenciador do blog deveria ser feita por todos nós, frequentemente: quando produzimos mais?

Eu: de manhã, bem disposto; depois de um banho gelado; ou quando, simplesmente, tenho a necessidade de produzir.

E você?

Produtividade

– Oremos pelos Trabalhadores.

– Rodar, rodar e rodar… uma hora, cansa!

Amo o que faço profissionalmente. Mas a excessiva falta de rotina, as distâncias rodoviárias e a instabilidade da remuneração financeira me maltratam…

Poderia ser mais fácil a labuta, né?

– Promova o seu trabalho.

E quando for para promover seu trabalho honesto, não se envergonhe. Orgulhe-se!

Uma dica:

– E se a empresa pagasse para você procurar emprego?

Pois é isso que acontece com a McKinsey!

Abaixo, da Exame.com (link em: https://bit.ly/3VXLtZv).

MCKINSEY PAGA FUNCIONÁRIOS MAL AVALIADOS PARA PROCURAREM EMPREGOS.

A empresa de consultoria McKinsey está pagando a seus funcionários com desempenho insatisfatório para que iniciem uma busca por emprego — sim, é exatamente isso.

Em vez de assumir novos projetos, os gerentes dos escritórios da consultoria no Reino Unido receberão nove meses de salário e continuarão a ter acesso aos serviços de orientação profissional enquanto procuram um novo cargo. Se os gerentes não encontrarem outro emprego ao final do período, eles terão de deixar a empresa. A oportunidade também está sendo oferecida nos escritórios nos EUA.

Um porta-voz da McKinsey disse ao Quartz que a principal missão da McKinsey é ajudar seus funcionários a “se tornarem líderes, quer permaneçam na McKinsey ou continuem suas carreiras em outro lugar” e que as ações fazem parte de um “esforço contínuo para garantir que nossa abordagem de gerenciamento e desenvolvimento de desempenho seja a mais eficaz possível, e para fazê-lo de uma maneira atenciosa e solidária”.

Essa é uma aparente expansão da abordagem “aconselhado a sair” da empresa, uma prática reservada para funcionários com desempenho insatisfatório, na qual a empresa mantém o funcionário fora dos projetos do cliente e recomenda que ele procure um novo empregador.

Nos últimos meses, a empresa atribuiu a 3 mil de seus consultores uma classificação de “preocupação” em relação ao desempenho insatisfatório. A classificação dá aos funcionários cerca de três meses para melhorar o desempenho, colocando-os no programa “aconselhados a sair”. Se não conseguirem mudar seu desempenho nesse período, correm o risco de serem demitidos.

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

– Não espere sentado. Trabalhe duro e em equipe:

Para ilustrar o título desse post, uma imagem perfeita:

– O Sistema 996 resiste na China e explica muita coisa…

Antes da paralisação do planeta pelo Coronavírus, uma discussão na China era: o sistema 996 de trabalho! Relembrando:

Leio que o sistema de trabalho conhecido pelo nome de “996” (significa: trabalhar das 9h da manhã às 9 h da noite, por 6 dias da semana), praticado na China e condenado mundo afora, continua em alta por lá. Ao menos, entre os empreendedores chineses privados neste novo momento do país.

Criticado pelo desrespeito aos Direitos Humanos, pela Ditadura Comunista do Partido Único, de exploração trabalhista e de outras tantas coisas, o Ocidente Capitalista fecha os olhos por conta dos sino-dólares e pela compra de produtos baratos, à custa da mão-de-obra contestada pela extenuante cobrança.

Devido a isso, uma divisão da Microsoft, o Github, criou um projeto de compartilhamento de depoimentos com pessoas que sofrem com as péssimas condições de trabalho. E sabe, qual a motivação? A declaração do presidente do gigante global de e-commerce Alibaba, Jack Ma, que se referiu ao “996” como “uma ‘grande benção’ para os jovens da China”.

Veja sua declaração no Estadão – link em: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,fundador-da-alibaba-diz-que-jornada-de-trabalho-de-12-horas-e-grande-bencao-para-jovens,70002789022

996.iCU惊动Python之父:我们能为中国的“996”程序员做什么? - 知乎

– Ajudar um colega é exemplo de profissionalismo ético.

Nunca torça contra ninguém!

Precisamos de um mundo mais colaborativo e menos competitivo.

Uma mensagem:

– Os Jovens encontrarão emprego no Mercado de Trabalho?

Uma interessante matéria da Revista Isto É (ed 2498, pg64-65) mostra que as maiores vítimas do desemprego no Brasil são os jovens, sendo que a faixa entre 18 e 24 anos retrata quase 30% de taxa de desocupação.

Como conseguir trabalho nesse cenário?

Somente se destacando, tendo flexibilidade e evitando a ansiedade!

Abaixo:

HÁ VAGAS PARA JOVENS

A taxa de desocupação chega a 28% na faixa etária entre 18 e 24 anos­ — a mais alta entre todos os segmentos no País. Saiba como aumentar as chances de encontrar trabalho

Por Bárbara Libório

Eles são as maiores vítimas do desemprego. Só no primeiro semestre deste ano, a taxa de desocupação entre jovens de 18 a 24 anos alcançou 28,8%. No segundo semestre, embora tenha recuado levemente, permanece em 27,3%, o que equivale a 4,3 milhões de pessoas — a maior entre todas as faixas etárias segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Há espaço para eles no mercado de trabalho? Sim, há. Mas as oportunidades serão melhores para quem conseguir se destacar. O segredo está em como fazer isso.

Em momentos de recessão, com as empresas realizando ajustes no quadro de funcionários, é comum que elas prefiram manter profissionais mais capacitados que possam dar resultados imediatos. Hoje, segundo a consultoria Manpower, a proporção é de quatro jovens desempregados para cada adulto com experiência na função. A formação superior é o primeiro passo, mas não resolve o problema. Ainda que o diploma universitário seja capaz de dobrar as chances de empregabilidade, a conclusão de uma faculdade leva tempo— que aumenta se o jovem decidir fazer uma pós-graduação.

Dominar um idioma estrangeiro pode ser um atalho. “Na hora de recrutar profissionais a gente enfrenta grande dificuldade no nível de idioma”, explica Maria Sartori, gerente sênior da recrutadora Robert Half. “Muita gente sai da faculdade e se pergunta se faz uma pós, um MBA, ou investe no inglês. A coisa mais certeira a se fazer além da graduação é a fluência em um segundo idioma.”

Se o momento não é o melhor para encontrar rapidamente uma colocação, especialistas recomendam que os jovens aproveitem esse tempo para buscar especializações mais rápidas. Stephanie Zanini, de 26 anos, apostou em cursos que vão de atendimento a cliente a marketing pessoal e digital, além de aulas de como falar em público. “Acho que existem dois caminhos para conseguir um emprego: primeiro, o marketing pessoal, cuidar bem do Linkedin, ter um novo currículo; e o segundo é tomar café com muita gente, bater na porta dos lugares em que você quer trabalhar”, afirma. Em agosto a bacharel em Ciências em Tecnologia concluiu o processo seletivo de trainee da Vetor Brasil e trabalha hoje na Secretaria Estadual de Educação de São Paulo.

Igor Castro, de 22 anos, também começou recentemente um programa de estágio de rotação em que ele passará pelas empresas Ambev, a McKinsey e Credit Suisse. Para ele, foi essencial para o sucesso a sensação de nunca estar satisfeito e buscar sempre algo mais. Na faculdade de engenharia, o jovem chegou a abrir uma startup de inovação e participou também da empresa júnior da USP. “Não é porque eu estava na USP que eu achava que ia aparecer a empresa dos sonhos”, afirma. “Eu entrei na empresa júnior para buscar mais, autonomia, liderança, responsabilidade.” Para Márcia Almström, diretora do ManpowerGroup, o contato com o mercado de trabalho deve começar cedo. “Quanto antes tiver contato, seja estágio ou trainee, melhor”, afirma. “A gente percebe que tem se postergado o momento do jovem entrar na corporação, fica para depois da pós ou do MBA, como se uma coisa tivesse que acontecer depois da outra, mas isso retarda o início da prática e faz o jovem sofrer mais dentro das companhias.” Os programas de estágio e trainee ainda são uma opção, mas também foram afetados pela crise. “Até três anos atrás, esses programas eram uma porta de entrada e 90% das pessoas permaneciam ali dentro. Hoje em dia percebemos que o índice de aproveitamento dos profissionais caiu drasticamente”, diz Sartori, da Robert Half.

FLEXIBILIDADE PARA MUDANÇAS

Apesar das deficiências, os jovens podem (e devem) usar a seu favor características inata, como o uso da tecnologia e a flexibilidade para mudanças. O setor de tecnologia da informação é, inclusive, um dos que mais contratam jovens. “É um mercado onde a inovação acontece de maneira mais rápida e o profissional mais jovem consegue acompanhar de maneira mais fácil”, diz Sartori. “Em TI as coisas ficam obsoletas muito rapidamente, então o profissional com mais experiência têm mais dificuldade com o ritmo frenético.”

Além do Linkedin, outras tecnologias podem ser aliadas na busca por emprego. O TAQE que capacita e recomenda jovens que estão entrando no mercado de trabalho. “Por meio de games (jogos), aulas e testes com linguagem adequada ao público jovem, usamos dados para entender a cultura das empresas, assim como o perfil dos candidatos”, diz Renato Dias, CEO do TAQE. “A partir disso, nosso algoritmo cruza essas informações para preenchimento das vagas, reduzindo o custo e tempo de contratação, além de melhorar índices de turnover e produtividade das empresas.” Foi assim que Gabriel Gregório, de 17 anos, conseguiu um emprego em setembro deste ano no atendimento aos clientes da rede Cimemark. Para ele, a ferramenta foi fundamental para garantir sua contratação: “A empresa não necessariamente seleciona o candidato com o melhor currículo, mas quem oferece o que ela precisa para aquela posição”, afirma.

Um último conselho para se dar bem no mercado de trabalho é aprender a lidar com a ansiedade. “Os jovens precisam entender que o mercado de trabalho não anda no ritmo dele, tem que ter paciência para as coisas acontecerem, não é em um ou dois anos que se conquista o mundo.” É importante, porém, começar agora. Com os novos ares da economia, o mercado de trabalho também começa a dar sinais de reaquecimento. Será a hora de colocar em prática o que se aprendeu nos tempos difíceis.

Entenda as diferenças entre trabalho e emprego - Diferença

Imagem extraída de: https://www.diferenca.com/trabalho-e-emprego/

– Confie no seu taco!

Muitas vezes, somos desanimados por gente insensível. Nessas horas, vale respirar fundo e seguir essa dica motivacional, abaixo:

– Você consegue escolher o seu trabalho?

Li essa frase e fiquei pensando: “aqui no Brasil, é possível”?

Como escolher fazer o que se gosta, se temos o sério problema das faltas de oportunidades e baixa remuneração?

Em nosso país, lamentavelmente, procura-se trabalhar no que se pode. Raríssimas pessoas tem a opção sugerida…

– Dilema profissional: responder o WhatsApp da empresa na hora da folga.

No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!

Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…

Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.

Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.

Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?

O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:

“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”

IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.

Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:

(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)

LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE

Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho

Por Barbara Bigarelli

Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.

“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.

No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.

Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.

Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.

Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.

Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Imagem extraída de: https://lupecontabilidade.com.br/10-maneiras-de-os-millennials-lidarem-com-o-estresse-e-a-depressao-no-trabalho/

– Dicas para não deixar de ser produtivo pelo mal uso do e-mail.

Usar corretamente o e-mail é importante para qualquer empresa. E Ana Prado escreveu no LinkedIn um artigo interessante sobre essa ferramenta (baseada no texto em: https://lnkd.in/dNH8rQri_)

Certamente, você vai gostar:

E-MAIL E PRODUTIVIDADE

Dependendo da forma como é usado, o e-mail pode se tornar um aliado ou um inimigo da sua produtividade. Segundo uma matéria publicada na Fast Company, o grande problema é que, por ser uma ferramenta antiga (comparada com outras no mundo digital), muita gente acabou desenvolvendo maus hábitos de uso – geralmente sem saber que eles mais atrapalham do que ajudam. Veja dois deles:

📨 Usar o e-mail como principal ferramenta de comunicação com seu time. Isso fazia sentido quando ainda não havia tantas plataformas de comunicação interna, como o Teams ou o Slack. Hoje, o ideal é reservá-lo para falar com pessoas de fora da empresa – clientes, fornecedores,  parceiros etc. Isso vai ajudar a diminuir o volume de mensagens na sua caixa de entrada e permitir mais agilidade nas trocas com a sua equipe.

📨 Criar pastas demais. Pode até ser que organizar os e-mails em algumas pastas ajude, mas o melhor é não exagerar. A reportagem lembra que fazer isso consome tempo, e não ajuda tanto assim na hora de recuperar mensagens antigas. A sugestão é simplesmente arquivar o que for lido. Se precisar resgatar alguma informação, é só fazer uma busca na barra de pesquisas.

– Homens recebem quase 20% a mais que mulheres no Brasil, indica relatório.

Algo sabido, mas difícil de se mensurar: homens ganham mais do que as mulheres em nosso país.

A novidade é: o índice chega a 19,4%, segundo o Governo. Em cargos de gerência, ultrapassa 25%!

Abaixo extraído de: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/relatorio-do-governo-revela-tamanho-da-desigualdade-salarial-para-mulheres/

RELATÓRIO DO GOVERNO REVELA TAMANHO DA DESIGUALDADE SALARIAL PARA MULHERES

Levantamento dos ministérios do Trabalho e das Mulheres, com base em informações enviadas por 49.587 empresas, aponta que homens recebem 19,4% a mais

Baseado em informações enviadas por quase 50.000 estabelecimentos com 100 ou mais empregados, que somam quase 17,7 milhões de funcionários, o 1º Relatório Nacional de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratóriosr evelou que as mulheres recebem 19,4% a menos que os homens no Brasil.

O levantamento foi divulgado há pouco pelos ministérios do Trabalho e Emprego e das Mulheres e foi o primeiro produzido após a Lei nº 14.611 (de igualdade salarial), sancionada pelo presidente Lula em julho do ano passado.

Em cargos de dirigentes e gerentes, a diferença de remuneração entre homens e mulheres chega a 25,2%.

A desigualdade é ainda maior na comparação entre mulheres negras, que ganham em média 3.040,89 reais, e homens não negros — cujo salário médio é 27,9% maior, 5.718,40 reais.

Dinheiro extra

Cédulas de 100 e 50 reais (Divulgação/Divulgação), imagem extraída de: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/relatorio-do-governo-revela-tamanho-da-desigualdade-salarial-para-mulheres/

 

– Ouvir bastante nos ajuda profissionalmente.

E o trabalho, para verdadeiramente frutificar, deve ser baseado na escuta e, por que não, na empatia!

Um sábio ensinamento:

– Sobre Carreira em Y:

Nem todo mundo tem mesma aspiração…

Abaixo:

Screenshot

– O futuro do trabalho e as pessoas “de cabelo branco”.

Temos um sério problema em nosso país: etarismo e envelhecimento populacional.

Um excepcional texto de Willians Fiori, em seu LinkedIn, aborda o Mercado de Trabalho para as pessoas mais velhas. Vale a leitura, abaixo:

O FUTURO DO TRABALHO EM CABELO BRANCO – e o RH não percebeu…

Vamos fazer um exercício simples: linha do tempo. Nada de futurologia, só um passeio pelos últimos 50 anos.

1975 — A idade média do trabalhador brasileiro era de 33 anos. A idade mediana da população? 18,2 anos. Jovens por todos os lados, força de trabalho abundante e empresas moldadas para absorver essa juventude em massa. A ideia de aposentadoria aos 50 e poucos era quase celebrada com bolo e guaraná.

2000 — A idade média dos trabalhadores sobe para 34. A população envelhece devagar, mas o mercado ainda finge que está tudo igual. O jovem continua sendo o perfil idealizado nas campanhas de recrutamento. Os +50? Invisíveis.

2023 — O grupo com maior número de trabalhadores é o de 35 a 44 anos. A idade média do trabalhador gira em torno de 40 anos. A idade mediana da população brasileira já chegou aos 34,4 anos. Ou seja: o Brasil amadureceu, mas o RH continua preso a um modelo mental de 1980.

2025 — Projeções apontam que a idade média da força de trabalho ultrapassará os 40 anos. A idade mediana da população será de 34,8. E o que vemos? Processos seletivos pedindo “perfil jovem”, “dinâmico” e “fluente em inglês” para salários que mal pagam o aluguel.

Enquanto isso, quatro gerações coexistem nas empresas:

A geração silenciosa, que ainda resiste em alguns cargos técnicos.

Os boomers, com suas décadas de experiência.

Os X e millennials, equilibrando inovação e gestão.

E a geração Z, chegando com propósito, ansiedade e muita conexão digital.

E o RH? Ignora essa pluralidade e continua focando em programas para “atrair talentos jovens”, como se o único futuro possível estivesse nos recém-formados. Só que a conta não fecha. A demografia não mente. A taxa de natalidade caiu, a expectativa de vida subiu, e a base da pirâmide está encolhendo. Muito em breve, o Brasil não terá jovens suficientes para preencher todas as vagas abertas.

E aí? Vai continuar esperando um milagre demográfico? Ou vai olhar para os talentos experientes que já estão aí, cheios de energia, bagagem e vontade de contribuir?

A longevidade não é um problema. O problema é a miopia cognitiva de quem recruta, lidera e decide.

Em tempos de escassez de juventude, a experiência será o novo ouro. Mas só vai encontrar esse tesouro quem souber procurar com novos olhos.

Imagem extraída da publicação do autor em seu LinkedIn.