– Foxconn contratará 1.000.000 de robôs para substituir funcionários!

 

A informação é do próprio presidente da Empresa, reproduzida com exclusividade pela Isto É Dinheiro desta semana (citação abaixo): será comprada a quantidade de 1 milhão de robôs para substituir funcionários da Foxconn, a montadora da Applee de outros equipamentos/fabricantes de eletrônicos.

 

Empregos de força física estão em extinção…

 

MÃO DE OBRA BARATA. AINDA MAIS.

 

Plano da Foxconn, que fabrica iPads, de substituir operários por robôs tem o objetivo de reduzir custos trabalhistas, mas também sinaliza mudanças no perfil da empresa

 

por Clayton Melo

 

Imagine uma grande linha de produção numa fábrica de equipamentos eletroeletrônicos, como smartphones e tablets. Para completar, visualize vastos cordões de trabalhadores, todos uniformizados e operando máquinas. Agora, faça uma mudança: no lugar dos operários, pense num batalhão de robôs. É isso o que deve acontecer numa das maiores fabricantes de tecnologia do mundo, a taiwanesa Foxconn. A companhia, responsável pela fabricação de produtos da Apple, anunciou que pretende comprar um milhão de robôs. Eles substituirão gente de carne e osso em tarefas rotineiras, como a montagem de iPhones e iPads.  

A informação foi dada pelo próprio CEO da Foxconn, Terry Gou. A medida suscita várias discussões, em função da importância da Foxconn no mercado global e das implicações sociais, de negócios e recursos humanos embutidas no projeto. O primeiro ponto a se observar é que a fabricante asiática ficou famosa não apenas por sua grandiosidade – ela faturou US$ 100 bilhões em 2010. A principal razão é o histórico de mortes que a acompanha: duas dezenas ou mais de funcionários tentaram se suicidar no ano passado, jogando-se das janelas dos prédios da companhia. Ao menos 14 deles morreram. Motivo: as péssimas condições de trabalho, com salários paupérrimos, cobranças excessivas e longas jornadas.

É por acontecimentos desse tipo que a substituição de operários por máquinas foi interpretada por alguns como uma tentativa da Foxconn de acabar com os suicídios em suas dependências. Esse aspecto pode até ter sido levado em consideração. Mas há indícios suficientes para crer que as motivações de ordem econômica e de readequação de mercado são mais fortes. A automatização é uma maneira de driblar o aumento dos custos trabalhistas na China, onde a companhia mantém 1 milhão de funcionários. De quebra, a robotização do chão de fábrica pode aumentar a eficiência e a competitividade no mercado internacional. Há que se considerar também que a economia chinesa procura ingressar numa nova fase, deixando para trás a imagem de fabricante de cacarecos tecnológicos. 

 

Nesse sentido, o país ensaia fazer o que os coreanos fizeram há muito tempo: qualificar sua indústria, investindo em alta tecnologia e design de ponta. A explicação contida no comunicado distribuído pela Foxconn corrobora essa tese. A automação, segundo a empresa, tem o objetivo livrar os trabalhadores das tarefas repetitivas para que possam ocupar posições de “mais alto valor agregado na produção, como pesquisa e desenvolvimento”. A orientação do governo chinês para as empresas do país é exatamente essa. A PhD em economia Cristina Helena de Mello, professora de macroeconomia da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), verificou isso in loco, conforme ela me relatou. 

Em visita recente à China, ela ouviu de representantes de universidades e companhias locais que a recomendação do governo é clara: é necessário investir em negócios relacionados à alta performance, que se destaquem pela qualidade. Em outros termos, é deixar de lado os Xing Lings da vida, como se diz popularmente, e se colocar como um país tecnologicamente inovador. Embora ainda seja cedo para saber perfeitamente aonde a Foxconn vai chegar com a “contratação” maciça dos robôs, é plausível pensar que sua estratégia seja pavimentar o caminho para voos mais ambiciosos.

– Carros Econômicos serão Obrigação pela Lei Americana

 

Os EUA pegaram pesado no consumo de combustíveis dos carros gastões. Por lei, os carros que consomem mais (como as SUV’s), terão que fazer no mínimo 23kms/litro.

 

Cá entre nós: uma revolução, não? Bom para o consumidor e para o meio ambiente.

 

Extraído de Veja, Ed 03/08/2011, pg 82-84

 

MAIS CHÃO COM MENOS PETRÓLEO

 

Os carros americanos, por lei, terão de gastar menos combustível. A medida é boa para a economia e também para o clima do planeta.

Hoje um carro anda 12 Km

Meta para 2016 – 15Km

Meta para 2025 – 23 Km

 

por Alexandre Salvador

 

Um acordo firmado na semana passada entre o governo e a indústria automobilística dos Estados Unidos sinaliza, num futuro próximo, grandes transformações nos carros americanos. O objetivo é diminuir a hegemonia dos automóveis possantes e beberrões pelos quais os motoristas daquele país têm predileção. Pelo acordo, os fabricantes de veículos se comprometem a investir bilhões de dólares em tecnologia para reduzir o consumo de combustível dos carros que produzem, seguindo um plano de metas. Hoje, a frota americana de veículos de passeio e caminhões leves novos rodam, em média. 12 quilômetros com l litro de gasolina. Em 2016, os carros deverão percorrer 15 quilômetros com a mesma quantidade de combustível e, em 2025.23 quilômetros. Os índices se referem à média da frota – o consumo dos carros que gastam muito será compensado pelo baixo consumo de novos modelos que as fábricas serão agora obrigadas a desenvolver. A regulamentação sobre o consumo dos veículos nos Estados Unidos, chamada de Café (sigla em inglês para Economia Média Compartilhada de Combustível), existe desde 1975 e foi criada em reação à crise causada pelo embargo dos países árabes à exportação de petróleo, dois anos antes. Desde 1985 os índices obrigatórios de consumo não sofriam alterações. No ano passado, o presidente Barack Obama transformou a redução do consumo dos veículos numa bandeira de sua administração.

A princípio, a indústria automobilística reagiu com desagrado. A alegação era de que os investimentos necessários para produzir carros menos sedentos iriam encarecer os modelos e tomá-los inacessíveis a boa pane da população. O governo retrucou que a economia que os motoristas fariam com combustível compensaria o dinheiro a mais desembolsado na compra do carro. Seguiu-se uma longa negociação para estabelecer as metas de redução. O acordo da semana passada, estabelecendo metas a meio caminho entre as que cada parte propunha, encerrou a discussão. Não é a primeira vez que a indústria automobilística americana reage mal a uma regulação proposta pelo governo. O mesmo ocorreu quando se tornou obrigatório o uso de catalisadores nos escapamentos dos veículos – medida que diminuiu tremendamente a poluição do ar nas cidades – e dos airbags, que hoje salvam vidas.

O governo Obama tem três bons motivos para se empenhar na redução do consumo de combustível dos veículos. O primeiro é diminuir a dependência do petróleo que os Estados Unidos importam, boa pane dele proveniente de países com governos pouco confiáveis, como a Venezuela. O país consome diariamente quase 20 milhões de barris de petróleo e metade de seu déficit comercial, de 497 bilhões de dólares, é causada pela importação do produto. O segundo motivo é reduzir as emissões de gases do efeito estufa e, dessa forma, dar a contribuição americana aos esforços para frear o aquecimento global. Nos Estados Unidos. 29% da emissão desses gases provém da circulação de veículos. O terceiro motivo, de mais longo prazo, é preservar energia para as gerações futuras. Os Estados Unidos têm os piores índices de eficiência de consumo dos automóveis entre os países desenvolvidos. Boa pane da Europa e o Japão atingiram a meta de 18 quilômetros por litro em 2008. Os europeus pretendem chegar à meta de 25 quilômetros por litro em 2020.

Uma saída para reduzir o consumo de gasolina seria elevar os impostos que incidem sobre ela. Os Estados Unidos têm uma das gasolinas mais baratas do mundo – litro custa l dólar na bomba, quase metade do preço cobrado no Brasil. Aumentar impostos, porém, poderia ter um custo político muito elevado para o governo Obama. Some-se a isso o fato de que, nos Estados Unidos, pelo tamanho do país e pelo modo de vida de sua população, a gasolina precisa ter um preço acessível. Os americanos percorrem grandes distâncias de carro para trabalhar, ir à escola, fazer compras ou se divertir. Um aumento de impostos iria castigar as famílias menos favorecidas.

A dificuldade de investir em tecnologias que diminuam o consumo de combustível é que o motor a combustão é uma máquina limitada. Os motores que equipam os carros de hoje não diferem muito do primeiro modelo criado em 1876 pelo engenheiro alemão Nikolaus Bkolaus Otto. Em mais de 100 anos, nenhum fabricante conseguiu aumentar de forma expressiva o aproveitamento da energia obtida da queima do combustível: hoje ela é de 30% nos motores a gasolina e álcool, 50% nos motores a diesel. O restante da energia se perde em forma de calor. Explica o engenheiro automobilístico Celso Arruda, da Unicamp: “O motor a combustão interna é uma máquina térmica, que necessariamente transforma parte da energia em calor. Ele chegou muito próximo ao limite de sua evolução”.

A Europa atingiu seu patamar atual de redução de consumo com carros menores e movidos a diesel. No Japão, os híbridos são muito populares – o Toyota Prius é o carro mais vendido do país. Já nos Estados Unidos, a picape Ford F-150 ainda é o modelo preferido dos motoristas e, na sua versão mais econômica, faz apenas 9 quilômetros por litro. Disse a VEJA o engenheiro americano Paul Ronney, da Universidade do Sul da Califórnia: “Além dos desafios tecnológicos, existe nos Estados Unidos uma questão cultural de repúdio aos carros muito econômicos. As pessoas estão acostumadas a dirigir grandes caminho nestes SUVs, e não existe tecnologia que faça com que os SUVs alcancem os 23 quilômetros por litro”.

– Netshoes se Torna Vice-Líder no E-Commerce Brasileiro

 

Vendendo apenas material esportivo, a Netshoes alcançou a vice-liderança do comércio eletrônico no Brasil (em acessos), perdendo apenas para a Americanas.com.

 

Qual o segredo? Abaixo, extraído de:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110801/not_imp752608,0.php

 

UM AZARÃO NA CORRIDA DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

 

A trajetória e os desafios do Netshoes – site que encostou na liderança do e-commerce em número de acessos

 

por Melissa Costa

 

Pouco mais de dez anos atrás, dois primos juntaram as economias e decidiram abrir uma lojinha de sapatos no centro de São Paulo. O empreendimento mobilizou a família, que resolveu ajudar no batismo do negócio. Durante um jantar, a mãe de um dos garotos sugeriu: “agora que só se fala de internet, por que vocês não colocam um nome que tenha a ver com isso?”

Sem querer, ela havia vaticinado o futuro da empresa. Hoje a Netshoes é a maior de seu segmento no comércio eletrônico. Mesmo vendendo apenas produtos esportivos, o site ultrapassou o Submarino em número de acessos e encostou no Americanas.com, líder nesse quesito, segundo os últimos dados da consultoria ComScore. “Queremos ser reconhecidos pelo cliente como a melhor loja online do País. E neste mês devemos alcançar o posto de maior e-commerce em número de usuários”, diz Roni Bueno, diretor de marketing da Netshoes.

Em receita, porém, a Netshoes continua bem menor que o B2W. O grupo que reúne os sites Americanas.com e Submarino faturou mais de R$ 4 bilhões no ano passado – contra cerca de R$ 400 milhões da Netshoes. Mas alguns negócios fechados recentemente ajudam a dimensionar a relevância alcançada pela empresa. A Netshoes vai operar, por exemplo, as lojas virtuais da americana NBA e da marca Puma no Brasil e, até o fim do ano, dará início a seu processo de internacionalização, com um site na Argentina.

Muito do que aconteceu entre o episódio do jantar em família e a posição ocupada pela Netshoes hoje é mantido em sigilo. Um dos fundadores da empresa é o empresário Marcio Kumruian – que não concede entrevistas. O nome do outro sócio não é revelado. No fim do ano passado, a empresa recebeu um aporte – de valor desconhecido – do fundo Tiger Global Management, que já investiu em empresas como Peixe Urbano, Mercado Livre e Catho online. Nem o faturamento da empresa é divulgado (o valor apresentado nessa reportagem foi apurado com fontes do setor).

Apesar do mistério, duas estratégias são reconhecias pelo mercado como as principais responsáveis pela expansão da Netshoes. A primeira é o pioneirismo. “A empresa foi a primeira a explorar o segmento do esporte e investiu muito em marketing”, diz Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da consultoria e-bit. A Netshoes é uma das maiores anunciantes da internet, com mais de sete mil banners de propaganda em sites. Na TV, a companhia fechou pacotes de publicidade em intervalos dos jogos de futebol.

A segunda arma da empresa é a agilidade nas entregas. A logística é hoje, de longe, o maior obstáculo do e-commerce brasileiro. No Natal do ano passado, ficou evidente o descompasso entre o crescimento no número de pedidos de consumidores e a habilidade das empresas de realizar as entregas.

A Americanas.com, por exemplo, chegou a ser proibida pela justiça de vender diante do volume de atrasos. Assim como as concorrentes, a Netshoes depende de empresas terceirizadas de transporte, mas decidiu manter o controle sobre o processo dentro do centro de distribuição. A varejista leva, em média, duas horas para despachar uma mercadoria desde o momento em que o pedido é feito.

Reclamações. Isso não significa, porém, que a empresa está imune às reclamações de consumidores. Segundo um levantamento do site Reclame Aqui, a empresa recebeu mais de 1.200 queixas no primeiro semestre. Trata-se de um número bastante inferior ao da Americanas.com (que registrou 14.700 reclamações), mas representa um aumento de 250% em relação ao ano passado.

E esse não é o único problema que veio com o crescimento. A concorrente Centauro, maior rede de artigos esportivos do País, pretende acirrar a competição.

Com a intenção de conquistar a liderança também no mundo virtual, a empresa começou uma reestruturação em seu site e vai usar as mais de 200 lojas físicas para dar suporte à operação no caso de trocas, por exemplo. “Nenhum outro varejista do setor possui grande estrutura física, variedade de produtos e sistema operacional para oferecer a mesma facilidade ao consumidor”, diz Sebastião Bomfim Filho, presidente do Grupo SBF, que controla a Centauro.

– O YouTube passa o Orkut no Brasil

 

Um fato importante: o YouTube se tornou o 4º site mais popular no Brasil, superando o Orkut.

 

Pela ordem, o Google é o número 1, seguido por Microsoft, YouTube, Orkut e UOL.

 

Será que esse número indica a decadência do Orkut, provocado por uma ascensão do Facebook (que ainda não é tão popular quanto o concorrente)? Ou nada disso?

 

Deixe seu comentário:

– Caixa da Apple e Reservas dos EUA

 

Divulgou-se que a Apple sozinha tem mais dinheiro em caixa do que os próprios EUA! Será?

 

Sinceramente, não acredito. Isso não quer dizer que a empresa não seja absurdamente forte financeiramente. Mas algo curioso: vejo a manchete “o Segredo da Apple” e fiquei interessado. Mas quando li… 

Quer matar a curiosidade sobre qual é este segredo? Clique em: http://is.gd/GmGiN6

– Twitter usa Sempre o Mesmo Critério para Definir Spam?

 

Uma campanha chamada #foraricardoteixeira, promovida por twiteiros no microblog e que alcançou os TT durante a madrugada, sofreu um baque! O movimento de protesto contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, alcançou o objetivo de ter sua hastag no topo da lista, mas o Twitter retirou o termo por acreditar que era Spam, já que muitos tuites não tinham texto.

 

Ué, esse critério sempre foi assim?

 

Se já descobriu que não é Spam, por que não o liberou?

 

Àqueles que participaram do movimento, que tal retuitar com algum texto?

– Larry Page foi Sincero ou Blefou?

 

“Prefiro morrer queimado do que usar isso”.

 

Sabe de quem é essa frase? De um dos fundadores do Google, Larry Page, quando usou pela primeira vez o Gmail (o email de sucesso do Google…).

 

Está no livro “In the Plex”, não lançado ainda no Brasil, que fala sobre os bastidores do Google.

 

Seria verdade?

– Quem tem miCoach?

 

Tenho no meu iPhone o aplicativo de treinos miCoach, da Adidas.

 

Com todo respeito ao Nike+ (também o tenho), mas o da Adidas é muito bom!

 

Treino frequentemente com ele, e quanto mais treino, mais fico refém do aplicativo.

 

Aliás, novamente um bom domingo de treino. Madrugada fresca, gostosa para suar e conversar com Deus e pensar na vida. E depois dos índices alcançados, vale um trote balanga-bunda relaxadamente.

 

Estou voltando a boa forma. Nunca parei de treinar, mas alguns quilos se fizeram visíveis… rsrs. Já voltei a fazer Fifa Test nos 150metros em 30s x 50metros em 40s (20 sessões); 12minutos em tiro de 3000m e outro, prazeroso, 10km em 50m.

 

Tô quase no meu ideal!

– Google lança seu Notebook. Ou melhor: “Nothing Book”?

 

O Google lança seu notebook popular, que promete revolucionar o mercado. Detalhe: se fosse um carro, diríamos que ele é “peladão”.

 

Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Junho /2011, pg 36.

 

(Veja que diferente: você pode alugar um Chromebook (como é chamado) por US$ 20.00, caso não queria comprá-lo.)

 

O NOTHINK BOOK

 

Por Gilherme Felitti

 

O notebook do Google não tem sistema operacional nem gerenciador de arquivos. Mas funciona… desde que você tenha uma boa conexão com a internet

Depois de transformar a busca, os mapas e o e-mail, o Google tenta mudar a maneira como usamos os notebooks. A partir de 15 de junho, a empresa testará um novo conceito: o Chromebook. O laptop, que estreia com modelos da Samsung e da Acer, será útil apenas para quem está permanentemente conectado à internet por Wi-Fi ou 3G. E-mails, textos, mensagens, músicas e vídeos podem ser acessados só pela web, na nuvem de informações. É impossível instalar programas (fora as extensões para browser) ou guardar arquivos grandes. Absolutamente tudo é feito dentro do navegador Chrome – a ponto de a interface básica do laptop ser um browser sempre aberto (o Chrome OS, sistema que equipa o aparelho). Não há nada que lembre o Windows ou qualquer outro sistema operacional. Gerenciador de arquivos? Também não.

Nos testes feitos por Época NEGÓCIOS com um protótipo do Chromebook, o laptop foi rápido para ligar (em média, 8 segundos), mas se tornou lento quando várias abas foram abertas. O teclado é amplo, e a tecla Caps Lock foi abolida. No lugar, o botão leva o usuário à barra de busca. Visualmente, o protótipo lembra os laptops da Apple, do design aos botões acima do teclado que controlam o volume e a luminosidade da tela. A bateria teve ótima autonomia: foram mais de 8 horas longe das tomadas.

É possível comprar um Chromebook nos Estados Unidos (no Brasil, a estreia ainda não foi definida) por preços que começam em US$ 349. Além da experiência, o Google quer inovar na forma como o laptop chega às mãos do consumidor. Escolas e empresas podem alugá-lo por mensalidades a partir de US$ 20. Nesse modelo, o Chromebook compra briga não só com a Microsoft, mas também com a IBM. Não é pouco nem para um gigante como o Google.

– O Fim da Internet Livre?

 

Leio que a ESPN, emissora esportiva, lançará um serviço exclusivo aos assinantes da Telefônica. Quem tem acesso à Internet pelo Speedy da Telefônica, por exemplo, conseguirá acessar o site. Se o seu provedor for outro, não.

 

Será o fim da Internet Livre? Estaremos entrando numa nova fase competitiva da Internet, onde conteúdos exclusivos estarão agregados aos provedores?

 

Não gosto muito da idéia…

– Os Hackers que Atacaram o Governo Brasileiro!

 

Ora essa! Hackers que recentemente invadiram os dados do Playstation agiram em sites governamentais nessa madrugada, incluindo o da Presidência da República e o da Receita Federal!

 

Em: http://is.gd/zEk8JT

 

GRUPO DE HACKERS INVADE SITES DO GOVERNO

 

“O Serpro detectou nesta madrugada, entre 0h30 e 3h, uma tentativa de ataque de robôs eletrônicos aos sites Presidência da República; Portal Brasil e Receita Federal”, diz nota oficial divulgada no Blog do Planalto.

O coletivo hacker LulzSec, responsável pela invasão da rede Playstation Network, da gigante japonesa Sony, tentou invadir na manhã desta quarta-feira (22) sites do governo brasileiro. “TANGO DOWN brasil.gov.br & presidencia.gov.br”, diz uma mensagem na conta de twitter do grupo postada por volta da meia noite. “Tango Down” é a expressão usada por eles para quando conseguem derrubar um site – ou seja, deixá-lo fora do ar.


Uma hora depois, outro tweet: “nossa unidade brasileira está fazendo progressos. Parabéns, irmãos do LulzSecBrazil”.


Segundo a assessora de comunicação do Planalto, Ivonete Motta, houve de fato uma tentativa de invasão dos servidores governamentais, mas a situação foi rapidamente controlada pelo Serpro (Serviço de Processamento de Dados). Segundo ela, não houve invasão per se dos sites, e eles teriam ficado fora do ar por causa de um congestionamento das redes causado pelo próprio Serpro como medida de segurança.


“O Serpro (Serviço de Processamento de Dados) detectou nesta madrugada, entre 0h30 e 3h, uma tentativa de ataque de robôs eletrônicos aos sites Presidência da República; Portal Brasil e Receita Federal. O sistema de segurança do Serpro, onde estes portais estão hospedados, bloqueou todas as ação dos hackers”, diz nota oficial divulgada no Blog do Planalto.


O governo garante que nenhuma informação foi vazada ou acessada, e que todos os dados contidos nesses sites estão absolutamente seguros.


Na última segunda-feira, um adolescente de 19 anos foi preso em Essex, na região metropolitana de Londres acusado de ser um dos membros da cúpula do LulzSec. Ryan Cleary foi detido em sua residência, mas o próprio grupo hacker já afirmou, em sua página oficial, que ele não tem nenhuma ligação com o coletivo e que as pistas que levaram ao nome do jovem foram planejadamente plantadas.


“A Polícia britânica está claramente tão desesperada para nos pegar que eles acabaram prendendo alguém que, na melhor das hipóteses, tem uma associação ínfima com a gente. Que pena”, afirma uma nota do LulzSec.

– A Falta de Profissionais Emperra a FoxConn em Jundiaí

 

Nesta semana, uma leve troca de farpas entre PT e PSDB no caso “Apple em Jundiaí”.

 

A taiwanesa FoxConn, montadora dos Iphones e Ipads da americana Apple, está instalando uma nova unidade em Jundiaí para a produção desses equipamentos (a empresa já tem uma unidade fabril na cidade). Na nova instalação, localizada no Km 66 da Rodovia Anhanguera, as obras estão a todo vapor. Em um mês já se tem uma fábrica. Incrível (e os estádios da Copa que demoram tanto… não poderia de deixar de perder esse gancho)! O Ministro Aloísio Mercadante disse que os primeiros Ipads poderiam ser fabricados em Agosto, mas por culpa do prefeito tucano Miguel Haddad, que não cuidaria da infraestrutura, só poderá ser possível em Setembro.

 

Vaidade. Discussão política demagógica.

 

A verdade é que 400 engenheiros específicos que são necessários para a empresa não são encontrados no mercado de trabalho! Apenas 175 foram contratados. Falta mão-de-obra especializadíssima.

 

Uma pena. E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Grindr e a Aposta Certeira no Nicho de Mercado Gay

 

Daqui há alguns dias (semana que vem) acontecerá a Parada Gay, e desde já as empresas querem lucrar com o evento.

 

Entretanto, no mundo dos negócios o público gay é altamente valorizado, principalmente pelo aceite em gastar quantias significativas pela tranqüilidade de seus costumes.

 

Compartilho matéria da Época Negócios, a respeito do GRINDR, aplicativo de smartphone aos homossexuais e que virou uma febre entre eles e elas, além de enorme rentabilidade para seu criador:

 

Extraído de: http://is.gd/9ZBFpp

 

ENCONTRO MARCADO E POR IPHONE

 

por Pedro Caiado

 

Com 1,7 milhão de usuários em 190 países, o aplicativo Grindr virou uma febre entre o público gay masculino. Tudo começou com apenas US$ 5 mil e uma ideia

 

O que você faz com o GPS do seu smartphone? Joel Simkhai, um americano de 33 anos, decidiu criar um aplicativo, o Grindr. Com um investimento de US$ 5 mil, a ideia era preencher uma lacuna que ele encontrava nos sites de namoro. “Em chats, não há ênfase nas pessoas ao meu redor. Agora posso saber quem é gay e está sentado perto de mim”, afirma. Dois anos depois de criado, o aplicativo virou uma febre entre o público gay masculino, com uma base de mais de 1,7 milhão de usuários em 190 países. Duzentos e oitenta mil deles têm um uso intensivo, conectando-se, em média, oito vezes por dia. Londres tem o maior público do Grindr, à frente de Nova York e Los Angeles. No Brasil, são 14 mil usuários – a cidade com mais cadastrados é o Rio de Janeiro, com 2,1 mil.

O modelo de negócios é misto. Há versão gratuita, com propaganda, e uma paga, com assinatura de US$ 2,99 por mês e recursos adicionais. “Não gastamos nada em publicidade. Novos adeptos conhecem o Grindr pelo boca a boca”, diz. Recentemente, o programa foi lançado para os sistemas Android e BlackBerry e, desde então, 8 mil novos usuários têm se cadastrado por dia. Simkhai diz que recebe muitos pedidos para criar um aplicativo para o público hétero, algo que já está nos planos. “Por que não encontrar pessoas próximas em vez de gastar horas online buscando alguém e descobrir que não há química?”

– Cola Escolar via Facebook pode dar Cadeia?

 

No Rio de Janeiro, um acontecimento diferente: aluna coloca respostas de tarefas que valiam nota via Internet, e por “cola eletrônica”, teve até suposta ameaça de prisão!

É falta de ética, burrice da estudante ou crime? Ou nada disso? Deixe sua opinião:

 

Extraído de: Folha de São Paulo, 11/06/2011, pg C8, por Denise Menchen

 

ESTUDANTE É SUSPENSA AO POSTAR LIÇÕES NO FACEBOOK

 

A suspensão de uma aluna de 15 anos que criou uma comunidade na rede social Facebook para a troca de informações sobre tarefas e provas da escola pH virou caso de polícia no Rio.

Após Jannah Nebbeling chegar sozinha de táxi em casa dizendo ter sido coagida a apagar a página sob risco de prisão, a mãe dela, Andrea Coelho, registrou queixa. Ela entrou, também, com processo por danos morais contra a escola.

A comunidade, criada em março, era usada por alunos do 1º ano do ensino médio de diversas unidades do pH para a divulgação de respostas de lições que valiam nota.

Jannah diz que o ambiente era “construtivo”, já que muitas vezes as respostas publicadas por um aluno viravam tema de debate. Ela reconhece, porém, que muitos também usavam a rede social só para copiar trabalhos.

“Isso depende de cada um. Eu copiei algumas vezes, com outras palavras, mas, antes do Facebook, eu me reunia com minhas colegas para fazer o dever. A comunidade só facilitou”, diz.

A mãe da garota diz que o problema maior foi ter considerado negligente a atitude da escola ao enviar a aluna sozinha de táxi para casa.

Além disso, Andrea diz que a filha foi constrangida pela diretora na frente de dois professores e coagida a apagar a comunidade, o que ela não conseguiu fazer.

“Eles disseram que, se ela não apagasse a página, eu poderia ser presa por crime cibernético”, conta a mãe.

Educadores ouvidos pela Folha são unânimes em reprovar a reação do colégio.

Para Luli Radfahrer, professor de comunicação digital da USP e colunista da Folha, o Facebook poderia sediar um enorme grupo de estudos voluntário, que melhoraria o desempenho dos alunos.

“O pavor das novas tecnologias apenas revela o quanto a escola é cada dia mais anacrônica”, diz Luca Rischbieter, consultor pedagógico da área de tecnologia educacional da Positivo.

O problema, afirma Nilbo Nogueira, doutor em educação com ênfase em novas tecnologias pela PUC-SP, é o uso inadequado da internet por falta de orientação dos professores.

 

ASSUNTO EDUCACIONAL

 

Em nota, o colégio pH afirmou lamentar que a estudante tenha levado à Justiça um assunto de cunho estritamente educacional.

“A instituição tomou as medidas cabíveis, seguindo sua linha pedagógica, ao constatar que a aluna administrava página em rede social na qual usava o logo da instituição e veiculava material didático do colégio sem autorização e de forma inadequada”, diz a nota.

O colégio diz que ofereceu um funcionário para acompanhá-la até em casa, mas que a oferta foi recusada. O pH é um dos colégios com maior taxa de aprovação em vestibulares.

– OMS alerta para Suposto Câncer de Cérebro por causa do Celular!

 

Xi… A organização Mundial da Saúde alerta para o uso desmedido do celular. Lembra que estudos não comprovam e nem isentam o aparelho de causar câncer no cérebro. Mas a entidade pede moderação e prudência no uso.

 

Tim, Oi, Vivo, Claro e Nextel não quiseram se manifestar sobre o assunto…

 

Extraído de: http://is.gd/YR6ss1

 

CELULAR PODE AUMENTAR RISCO DE CÂNCER

 

A Organização Mundial da Saúde alertou ontem para a existência de uma relação entre o uso de celulares e o desenvolvimento de câncer cerebral. A agência agora classifica o uso dos aparelhos na categoria de “potencial cancerígeno”, a mesma para escapamento de motor, chumbo e café.


Uma equipe de 31 cientistas de 14 países analisou estudos sobre a segurança dos aparelhos. A notícia foi divulgada pela Agência Internacional para Investigação sobre o Câncer, braço da OMS.


Classificar algo como “possivelmente cancerígeno” não quer dizer que ele automaticamente cause câncer, mas, sim, que não existem estudos suficientes de longo prazo para concluir se a radiação dos telefones celulares é segura. Porém, há dados que mostram uma possível conexão e os consumidores devem ser alertados.


Recomendações:

Segundo o diretor da agência, Christopher Wild, é “importante que sejam feitas pesquisas adicionais de longo prazo”.

 

Até lá, ele aconselha medidas práticas como optar pelas mensagens de texto ou usar fones de ouvido e viva-voz, mantendo o aparelho longe da cabeça.


O anúncio de ontem dividiu a opinião dos especialistas. “Qualquer coisa é possivelmente cancerígena”, disse Donald Berry, professor de bioestatísticas no Anderson Cancer Center, na Universidade do Texas, ao jornal The New York Times. “Isso não é algo que me preocupa e não vai mudar a minha forma de usar o celular”, afirmou, pelo celular.


Segundo Keith Black, neurologista do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, o tipo de radiação do telefone celular é chamado de não ionizante, como um forno micro-ondas de baixa potência. “O que a radiação do micro-ondas faz, em termos mais simples, é semelhante ao que acontece aos alimentos no micro-ondas: cozinha o cérebro”, disse ao site da CNN. O uso de celulares por crianças é desaconselhado, pois o crânio e o couro cabeludo delas são mais finos, e a radiação penetra mais facilmente.

– Você conhece o Baidu?

 

Que Google que nada. Na China, muito mais importante é o Baidu.

 

Você não sabe o que é Baidu? Com censura e tudo, só dá Baidu e Robin Li!

 

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/22417_A+PEGADA+DO+BAIDU

 

A PEGADA DO BAIDU

 

Para os chineses, Baidu é sinônimo de busca. E ele já era poderoso antes mesmo de o Google deixar a China. Agora, está ainda mais forte. Visitamos sua sede, um monumental edifício de US$ 70 milhões

 

Por Ralphe Manzoni Jr., de Pequim

 

Renren.com, Kaixin001 e 51.com: esses nomes dizem algo para você? E se alguém lhe perguntasse qual o seu número QQ? Na China, as suas referências de internet ficam de cabeça para baixo. Literalmente. Os três primeiros exemplos são as maiores e mais populares comunidades online do país. O QQ é um serviço de mensagem instantânea usado pela maioria dos 400 milhões de usuários de internet do país. Sabe, então, qual o sinônimo de busca?

Não é Google, como no resto do mundo. Quando vão pesquisar na web, os chineses preferem o Baidu.com. Esse é o cenário do maior contingente de pessoas conectadas à web do planeta, um país que criou empresas fortes no mundo virtual graças à censura e ao apoio do governo comunista às marcas locais. “O Google atuou diretamente na China por quatro anos e não perdemos participação de mercado”, declarou Victor Tseng, diretor do Baidu, que recebeu DINHEIRO no imponente edifício de US$ 70 milhões, desenhado pelos mesmos arquitetos chineses que fizeram o Cubo D’Água, o centro aquático da Olimpíada de Pequim, em 2008.

É um espaço que lembra uma empresa norte-americana de internet. Em seu pátio interno, há uma cascata. Amplos espaços abertos são reservados para que os funcionários possam fazer reuniões informais ou apenas conversar. Dezenas de mesas de pingue-pongue, esporte popular na China, podem ser usadas nas horas de lazer. Quatro salas que reproduzem as patas que estão no logotipo do Baidu são utilizadas para relaxamento. Inaugurado em novembro do ano passado, este é mais um símbolo da força do site mais acessado da China e o sétimo do mundo.

Com a saída do Google – que redirecionou seu tráfego para o endereço em Hong Kong por não concordar com a censura do governo comunista chinês –, o Baidu está ainda mais forte. É fácil de constatar isso observando os resultados do primeiro trimestre de 2010, período que marca o início do imbróglio do site americano com o governo comunista.

O lucro cresceu 165% e atingiu US$ 70 milhões. O faturamento aumentou quase 60%, chegando a US$ 189 milhões. De cada US$ 100 investidos em busca na China, US$ 64 foram para os cofres da empresa. Antes, eram US$ 58, segundo a Analysys, uma consultoria baseada em Pequim. Logo após o anúncio do balanço, as ações do Baidu, que são negociadas na Nasdaq, bolsa eletrônica que reúne empresas de tecnologia, subiram mais de 14%. Desde o começo da crise do Google, elas já se valorizaram mais de 70%, passando de US$ 410 para US$ 709,  maior valor desde a abertura de capital em agosto de 2005.

O responsável pelo sucesso do Baidu é Robin Li, 41 anos, formado em ciência da computação pela Universidade de Nova York, em Buffalo. Atualmente, ele é o oitavo homem mais rico da China, com uma fortuna estimada em US$ 3,5 bilhões, segundo ranking da revista Forbes. A revista Time o elegeu uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2010.

Em seu país, ele é tão famoso quanto Sergei Brin e Larry Page, os fundadores do Google, nos Estados Unidos. Em 1999, Li voltou à China convidado pelo governo chinês para participar da cerimônia do 50º aniversário da revolução chinesa. Viu as oportunidades de seu país e resolveu criar o Baidu com US$ 1,2 milhão que levantou de fundos de capital de risco do Vale do Silício, região onde estão localizadas as principais companhias de tecnologia dos EUA.

Hoje, a empresa tem um valor de mercado de US$ 24 bilhões, 20 mil vezes mais do que o dinheiro usado para começá-la. Outras rodadas de investimento aconteceram. A ironia é que o Google chegou a ter uma participação minoritária no Baidu. Por duas vezes, tentou comprá-lo. Mas Li nunca o vendeu.

Especialista em busca (Li havia trabalhado na Infoseek, uma pioneira do setor nos EUA), ele sabia que tinha um trunfo nas mãos: o conhecimento da cultura chinesa. Mais: o Baidu conhece como poucos a lógica da língua falada na China.  Há, por exemplo, 38 formas diferentes de dizer “eu” em mandarim. “É importante dominar todas as formas”, diz Tseng.

“As consultas em mandarim são uma arte e não uma ciência.” Sim, uma arte que conta com a mão poderosa do Grande Firewall da China, a muralha que evita que assuntos políticos indesejáveis ou pornografia possam ser acessados pelos usuários chineses. Sites como o Twitter, o Facebook e o YouTube são proibidos no país. Termos como “Praça da Paz Celestial” são censurados. Quem faz a pesquisa encontra referências à praça, mas nenhuma informação sobre os protestos estudantis em 1989.

O tema da censura é tabu no Baidu. Em uma rara entrevista ao jornal econômico The Wall Street Journal, Li abordou o assunto. “Todos sabem que a China tem um governo forte e que tem muita influência sobre quase todas as companhias que operam no país.” Não é preciso dizer mais. “Gostava mais do Google, pois os resultados tinham menos censura”, disse Ryan, um dos poucos taxistas que falavam inglês em Pequim, pois morou por sete anos na Inglaterra. “Mas agora ele foi embora.” A maioria dos chineses, no entanto, parece não se importar com isso. Afinal, a pegada do Baidu está cada vez maior.

– O Empreendedor Sino-brasileiro da H-Buster


Poucos já ouviram falar do empreendedor Guilherme Ho. Há 12 anos no Brasil, vindo da China, inovou vendendo toca-cds e depois DVDs. Agora vende TVs e seu império é ambicioso: tornar a brasileira H-Buster líder em computadores e notebooks. Depois, liderar as vendas de celulares!


Abaixo, extraído da Revista Veja, ed 18 de maio de 2011, pg 62, por Felipe Patury e Adriana Dias Lopes:


A CHINA É AQUI


São muitos os casos de brasileiros que abriram empresa na China para aproveitar as vantagens daquele mercado. O chinês Guilherme Ho fez o contrário. Ele emigrou para o Brasil aos 12 anos – e, aqui, fundou há catorze a H-Buster, hoje líder no mercado de som automotivo. Depois, lançou suas próprias TVs. No ano passado, começou a fabricar computadores. No próximo mês, abrirá, em São Paulo, uma fábrica que, pronta, poderá entregar 250000 notebooks por mês. A unidade fabril custará ao todo 50 milhões de reais. Ho mira, agora, o mercado de celulares. Todas as suas operações chamam muito a atenção da Receita Federal.

– Google flagra o Bing da Microsoft em Plágio

 

Vejam só: o buscador da Microsoft, o Bing, é acusado pelo seu concorrente e líder de mercado, Google, de plagiar suas pesquisas.

 

Os técnicos do Google montaram uma arapuca para provar a má fé do Bing: criaram a palavra fictícia “hiybbprqag”, sem sentido algum. Inseriram no banco de dados do Google um significado qualquer e esperaram 20 dias.

 

E não é que o Bing apontou a palavra maluca com o sentido inventado pelo Google e que só estava em seu banco de dados?

 

Ética… Zero!

– Microsoft pagou 8 bilhões de dólares pelo Skype?

 

Não deu para falar muita coisa, mas negócios dessa vultuosidade chamam a atenção.

 

Bem direto: Bill Gates quís e a Microsoft desembolsou 8 bilhões para comprar o Skype.

 

Dinheiro faz dinheiro…

– Foxconn Confirmada Oficiosamente em Jundiaí!

 

É “oficioso”, mas ainda não oficial.

 

O Ministro da Ciência e Tecnologia Aloísio Mercadante (PT-SP), confirmou ao vereador Durval Orlato de que a produção da Foxconn para a Apple será mesmo em Jundiaí, com geração imediata de 6.000 empregos.

 

Quando” e “exatamente onde” ainda não se sabe. Mas será em nossa cidade.

 

Nesta semana, quem transita pela Hermenegildo Tonoli pode constatar a enorme movimentação de carretas e cargas no Condomínio Industrial GR, em frente ao Jardim Carolina. Seria lá?

 

E você, quer deixar alguma mensagem sobre o assunto? Deixe seu comentário:

– Facebook Pagará para Usuário Assistir a Anúncios!

 

Já não bastassem as propagandas e spams sugestivos nos emails e redes sociais, agora eles terão um apelo maior: REMUNERAÇÃO.

 

De algum lugar as redes sociais tinham que tirar, além dos anunciantes pagos…

 

Extraído de Portal Exame, em: http://is.gd/Z3Szzm

 

FACEBOOK PAGARÁ USUÁRIO QUE CLICAR EM ANÚNCIOS

 

São Paulo – Como fazer com que as publicidades veiculadas em seu site façam sucesso? O Facebook arrumou um jeito diferente: vai pagar para os internautas que escolherem assistir a determinadas propagandas veiculadas na rede social.

A novidade foi inserida na quinta-feira, 5, de acordo com o Mashable. Por enquanto, a remuneração é de uma unidade de Facebook Credit por anuncio visualizado, o equivalente a US$ 0,10 – valor que pode ser convertido em compras no Facebook Deals.

A maioria dos anúncios participantes estão na área de games do Facebook, e as empresas CrowdStar, Digital Chocolate e Zynga são as mais ativas no novo formato.

– Playstation e CDs perdem o seu criador

 

Morreu o executivo Norio Ohga, no último dia 23, sem muita repercussão.

 

Sabem o que ele fez? Criou o CD e o Playstation, trabalhando na Sony por 18 anos após ser contratado pela empresa para lançar uma divisão de gravadoras de músicas.

 

Sua formação? Cantor de ópera!

 

Tinha 83 anos e estava na ativa. Empreendedor ou não?

– Ironia do Twitter do Boleiro

 

O jogador do time com menos jogadores expulsos na Temporada, Kleber Gladiador, ironiza via Twitter o adversário!

 

Já falamos do risco do uso indevido do Twitter por parte dos jogadores de futebol (Texto –Jogadores produzindo provas contra si pelo Twiter – http://is.gd/qwUbt4). Saber usá-lo para promoção é importante, mas Alex Silva chamando Valdívia para briga, ou Alexandre Kalil convidando torcedores a dar “sustos” contra jogadores baladeiros, é uma tremenda irresponsabilidade, o chamado anti-marketing.

 

E como Internet é igual a papel – aceita tudo, de mentiras à verdade e de cismas á comprovações científicas – a ferramenta sócio-tecnológica Twitter passa a ser mais um instrumento de perda de respeitabilidade profissional dos atletas do que algo que os valorize.

 

Ontem, Kleber Gladiador, que já houvera criticado outrora seu treinador Luiz Felipe Scolari, ironizou o São Paulo FC:

 

“O São Paulo tem um baita time e faz excelente temporada, mas como expulsam jogadores contra eles, não?”

 

Ele é analista de arbitragem, comentarista ou torcedor?

 

Será que em tempos de profissionalismo, tais declarações não deveriam ser evitadas?

 

Aliás: será que ele levou em conta o número de jogadores expulsos do São Paulo contra os do Palmeiras em 2011? E em 2010? Salvo engano, o Palmeiras de Felipão é vice-líder em faltas no Paulistão, e ironicamente o campeão de Fair Play com apenas 1 expulso!!! Contraditório, não?

 

E se fizermos a conta em referência aos adversários: quantos expulsos contra o Palmeiras e quantos contra o São Paulo?

 

Jogador se portando como torcedor não dá… Aliás, as impressões que ele sugere aos seus seguidores dão conta que no futebol, a banana anda comendo o macaco!

 

E você, o que acha disso: Jogador de Futebol (em geral) está preparado para usar o Twitter? Deixe seu comentário:

– Foxconn: iPad em Jundiaí ou não?

 

E a ansiedade dos detalhes da Foxconn no Brasil? Será mesmo que Jundiaí será a sede mundial dos iPads? A Apple tem com a Foxconn a sua montadora oficial de iPhones e iPads. A empresa, alíás, já tem 3 unidades aqui na cidade, montando para HP, Sony Ericson entre outras. Tê-la em seu município é o sonho de consumo de qualquer prefeito.

 

Ontem, a presidente brasileira Dilma e seu colega chinês Hu Jintao estiveram reunidos em Pequim e confirmaram que a empresa virá ao Brasil. As cidades de Jundiaí, Indaiatuba, Sorocaba e Manaus estão na briga, que é muito violenta!. Afinal, anunciou-se 100 mil empregos e 12 bilhões de dólares em investimentos!

 

O Jornal “Bom Dia Jundiaí” já houvera divulgado há dias que Jundiaí estava na briga. Hoje, o jornal descobriu que até um novo endereço na Junta Comercial foi registrado pela Foxconn (a matéria pode ser acessada em: http://is.gd/akrEus). E a surpresa: Rodovia Vice-Prefeito Hermenegildo Tonoli, km 1,5! Ou seja, no Jardim Carolina, aqui no Bairro Medeiros (quase do lado de casa…).

 

As autoridades municipais estão em festa. Afinal, será uma referência mundial. Mas…

 

Sem querer ser chato: a empresa alega que 100 mil empregos geram 400 mil pessoas próximas da empresa (afinal, conta-se a família). A Foxconn anunciou que concentrará essas pessoas numa “cidade inteligente”, uma espécie de vila criada por ela para abrigar tanta gente (Imagine uma vila Olímpica em época de Olimpíadas, mas permanente e com muito mais moradores).

 

Colocando na ponta do lápis: é uma cidade de 400 mil dentro de outra com… 350 mil (população de Jundiaí). Como comportar?

 

Aliás, o endereço é a ligação Jundiaí – Itupeva, e quem mora nesse trecho sabe o martírio que é a estrada. Se hoje é assim, imagina se estivesse a cidade inteira ‘multiplicada por 2’ tentando, por exemplo, usar o Trevo de Itupeva?

 

A Revista Época Negócios de dias atrás trouxe uma interessante matéria sobre a Foxconn, intitulada: “Uma Fábrica de Suicidas”, se referindo às péssimas condições de trabalho oferecidas e a fama de “mau patrão” da empresa (pode ser acessada em: http://is.gd/GRSvbL). Isso também é um fator complicador…

 

E você: acha que Jundiaí já ganhou a Foxconn ou ainda é cedo para comemorar? Deixe seu comentário.

 

Obs: a empresa quer montar os iPads até novembro desse ano.

– Dona Telefônica… pela Enésima Vez!

 

Speedy fora do ar! E é a única possibilidade de Internet onde moro, aqui no Medeiros. Tanto eu quanto os vizinhos ligaram à Telefônica desde ontem, mas parece que ela não se importa com os consumidores. O prazo para que o Speedy volte a funcionar na parte final da Av Reynaldo Porcari era de 12h, a partir das 8h de ontem.

 

Depois de 28h, nenhuma providência tomada. Dá-lhe Telefônica! E sem concorrentes, fica fácil se omitir.

 

E você, já teve problemas com a Telefônica? Deixe seu comentário:

– Google e Facebook: a briga pelo CEO

 

Alexandre Hohagen era “o cara” do Google Brasil. Como presidente da empresa, foi sempre elogiado pelos ótimos resultados. E, claro, sua fama de bom administrador cada vez maior.

 

No mês passado, eis que Hohagen pede a conta para assumir a presidência latino-americana do… Facebook! E sem quarentena nem período de impedimento, artifícios usados por grandes corporações para que executivos não levem os segredos corporativos para o adversário.

 

A briga promete… E você: utiliza qual rede social como prioritária: Orkut, Facebook, Twitter ou outra? Deixe seu comentário:

– Bit.ly está fora. O que acontece?

 

Um dos encurtadores de endereços da internet mais práticos é o bit.ly. Entretanto, desde ontem ele não funciona.

 

Lembremo-nos de que o site é baseado na Líbia, que vive um intenso conflito político-civil. Aliás, é comum que empresas aluguem endereços na web aproveitando-se de combinações fonéticas ou praticidade. Por exemplo, o encurtador de URLs go.to (que em português viraria “vá para”) é sediado em Togo; por isso o TO. Líbia, LY. Brasil, BR. E assim por diante.

 

Ops: também é comum ditadores promoverem “apagões da Internet” em seus países…

 

Tenho usado um encurtador alternativo com a falha do bit.ly: é o gratuito is.gd

 

Fica a dica.

– A Pegadinha do Google

 

Usuários do Gmail (email do Google) tiveram uma surpresa na última sexta-feira. Alguns clientes desse serviço receberam o convite para experimentar a nova ferramenta de comunicação por gestos! Ao invés de teclados, movimentos corporais poderiam ser feitos para responder emails através de recursos sensoriais. E até um vídeo foi enviado explicando a nova modernidade.

 

Algo sensacional… se fosse verdade!

 

Após inúmeras pessoas “pagarem mico” na frente de seus computadores, havia a revelação de que era “Primeiro de Abril”! Era uma inocente brincadeirinha realizada pelo Google em homenagem ao Dia da Mentira.

 

Eu não tenho Gmail, mas… será que cairia na brincadeira? Talvez. E você que tem Gmail, recebeu o convite? Caiu na gozação? Deixe seu comentário:

– Jundiaí terá mesmo a Apple?

 

O “Bom Dia Jundiaí” levantou que a Foxconn, uma espécie de “montadora” da Apple, deseja construir iPhones e iPads em uma nova unidade para exportá-las ao mundo todo. E que nossa Jundiaí é uma das grandes candidatas a tal planta!

 

Tal notícia causou muita repercussão na cidade, tanto que a IstoÉ desta semana trouxe 3 páginas sobre o assunto. Abaixo:

 

JUNDIAÍ: A ESPERA DA APPLE

 

Cidade Paulista vive alvoroço após ser apontada como possível destino de uma linha de produção do fabricante do iPad

 

por Patrícia Diguê

 

A “terra da uva”, como é conhecida a cidade paulista de Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, só tem pensado em uma outra fruta. Desde a semana passada, o apetite local é pela maçã. Mas não a de comer. Aliás, a maçã dos sonhos dos jundiaienses já está até mordida. É aquele símbolo da marca mais cobiçada de produtos eletrônicos do mundo, a americana Apple, que poderá escolher a cidade, sede de 90 multinacionais, para instalar sua primeira fábrica brasileira.

A notícia veiculada por um jornal local (“Rede Bom Dia”) de que a Foxconn, empresa de Taiwan que já fabrica produtos das gigantes Sony e da HP em Jundiaí, quer ampliar suas instalações na cidade para produzir Macs, iPhones, iPods e iPads colocou o município nas páginas de jornais e sites tanto do Brasil quanto do Exterior. “‘O Bom Dia’ nunca foi tão citado, o Brasil inteiro noticiou, e chegou até na ‘Forbes’”, disse o jornalista Fábio Pescarini, que trouxe à tona a informação, sobre a conceituada revista americana de economia. Dezenas de jornais e sites reproduziram a matéria do jornal local ao longo da semana passada.

Desde então, não se fala de outra coisa na cidade de 380 mil habitantes. “Quem sabe o Steve Jobs (CEO da empresa) não vem para inaugurar a fábrica?”, sonha a assessora de imprensa da prefeitura, Cíntia Souza, que está se desdobrando para atender a enxurrada de ligações de jornalistas querendo saber da novidade. A prefeitura, porém, diz que só pode revelar que a Foxconn, que tem duas fábricas na cidade, solicitou estudos para instalar uma terceira planta. Foxconn e Apple tampouco confirmam, mas na cidade é dado como certo que a fábrica virá.

“A gente gostaria de dar esta notícia, porque os produtos da Apple, além de desejados, têm alto valor agregado, o que gera mais renda e empregos”, afirma o prefeito Miguel Haddad, que tem um tablet iPad, adquirido em uma viagem ao Exterior. Ele está confiante que a Foxconn, que já é a montadora da Apple na China, elegerá a terra da uva para fabricar seus produtos.

O principal atrativo, conforme o prefeito, é a infraestrutura urbana e a logística da cidade (próxima ao porto, aeroportos e polos consumidores e servida de estradas e ferrovias), facilidades que já atraíram quase mil indústrias de 30 diferentes segmentos nas últimas décadas, entre elas o maior centro de distribuição da Casas Bahia, Coca-Cola, Itautec, TAM e Siemens. “As empresas vêm para cá e já têm tudo na porta”, afirma Haddad, já sonhando com um iPad 2 (lançado mundialmente este mês) “Made with pride in Jundiaí” (feito com orgulho em Jundiaí), o slogan do Conselho Municipal de Relações Internacionais. A Foxconn, presente em 14 países e empregadora de 1,3 milhão de pessoas, a maioria na China, também tem instalações em outras três cidades brasileiras: Indaiatuba e Sorocaba, em São Paulo, e Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. Em Jundiaí, abriu a primeira fábrica em 2007 e a segunda, em 2009, tornando-se a maior empregadora do município, com mais de três mil funcionários.

“A possibilidade de uma indústria como a Apple em Jundiaí tem mexido com toda a comunidade”, afirma o diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Jundiaí, Mauritius Reisky. “A instalação da empresa seria motivo de grande orgulho”, ressalta. Não é de hoje que a Apple, ícone de inovação no mundo digital, namora o Brasil para instalar mais uma linha de produção. O último flerte aconteceu quatro meses atrás, quando o empresário Eike Batista anunciou que negociava com montadoras da marca na Ásia e até anunciou o valor do investimento, US$ 1,6 bilhão. “Sim, a gente quer trazer (a Apple) porque a gente (o Brasil) tem de pagar duas vezes e meia o preço de um iPad”, declarou o megaempresário na ocasião.

Por causa dos rumores da semana passada, algumas publicações, incluindo a “Forbes”, relacionaram os planos do empresário, o oitavo homem mais rico do ano, à movimentação da Foxconn em Jundiaí. “Bilionário Batista pode realizar desejo de abrir fábrica da Apple no Brasil”, diz a reportagem. A assessoria de Eike não confirma a história, mas reafirmou que o grupo de Eike, o EBX, mantém o interesse em atrair fabricantes de tecnologia digital. Porém, ressalta que o local seria o Superporto do Açu, que a empresa está construindo em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro. Será que Jundiaí vai levar a melhor?

– O Sucesso e a Falta dos iPads

 

Os EUA venderam 500 mil iPads 2 em apenas uma semana!

 

Claro, tais números trazem um lucro muito grande à Apple, que só não consegue ganhar mais por conta da falta de capacidade em aumentar a produção, fazendo com que faltem os produtos nas lojas. Isso explica a carência de iPhones nas lojas brasileiras.

 

Em suma: quanto for produzido, quanto venderá!

– Jogadores Produzindo Provas Contra Si pelo Twitter

 

Um bom advogado sempre dirá que seus clientes não podem produzir provas contra eles próprios. Mas os jogadores de futebol parecem não se importarem com isso…

 

A moda, agora, é chorar e espernear via Twitter. O micro-blog, originariamente uma brincadeira para as pessoas responderem aos seus amigos o questionamento “O que você está fazendo agora?”, tomou outros rumos. Hoje, empresas utilizam dessa rede social para interagir com os seus clientes e divulgar seus produtos. Celebridades se autopromovem. Professores sugerem debates e trocam conhecimentos. Adolescentes trocam dicas de baladas e brincam entre si. Jornalistas divulgam informações e experiências. Enfim, usos diversos, banais ou interessantes.

 

Recentemente, os jogadores de futebol descobriram no Twitter uma forma de demonstrarem o que pensam utilizando o livre arbítrio da rede. Entretanto, esquecem do principal detalhe: eles são vistos, lidos, ou melhor, seguidos (que é o termo dos twitteiros) por milhares de pessoas nas suas mensagens, ou melhor, em seus tuítes! Parecem ignorar o fato das repercussões futuras, escrevendo no computador algo que não diriam com o microfone aberto.

 

Jorge Henrique, Dentinho e Neymar já fizeram o uso do Twittter para reclamar da arbitragem em suas partidas, inclusive com termos fortes e palavrões. Depois que todos lêem, eles apagam, claro. Ou dizem ainda que suas contas no Twitter foram invadidas por hackers…

 

Ronaldo Fenômeno, no Twitter, não disse ainda logo após o jogo do Tolima, que não iria parar para não dar esse gosto aos seus críticos? Exatos quatro dias depois se aposentou…

 

Até mesmo o árbitro Carlos Eugênio Simon deu um “furo” ao divulgar a escala do japonês de Brasil X Holanda na Copa do Mundo da África do Sul antes da FIFA. Coincidentemente, voltou para casa depois disso.

 

Nesta última semana, dois episódios: Jucilei, domingo, ironizando o resultado ruim da Gaviões da Fiel no Carnaval e sugerindo cobranças de vitória como a agremiação fez a ele e ao seu ex-time, o Corinthians. Ontem, o caso mais impactante: Kleber Gladiador criticou sem pudor o seu treinador, Luiz Felipe Scolari, alegando que reclama demais do time, dos próprios jogadores, das suas atitudes e que não se calaria mais (agora, 08:00, ainda está no ar as reclamações e o seu desabafo: http://twitter.com/kleberglad30)

 

Não é o caso dos clubes repensarem certas situações e permissões a seus atletas? Não digo censurar, lógico, vivemos numa democracia. Mas não deveriam orientar atletas a tomarem devidos cuidados? Olha só que ambiente o danado do Twitter do Kleber causou no Palmeiras, que está classificado como um dos ponteiros do Paulistão! Ele diria as coisas que escreveu à imprensa com os microfones no ar? Talvez sim, talvez não…

 

Por fim, parece que agora, ao invés dos clubes se preocuparem com assessor de imprensa, assistente social, psicólogo e outros profissionais para os atletas, terá que arranjar orientador de tuítes politicamente correto ou até mesmo redator!

 

E você: acha que o clube deve interferir na vida dos jogadores dentro das Redes Sociais como Twitter, Facebook e Orkut? Deixe seu comentário:

– Detalhes que Atrapalham as Grandes Empresas: as Aranhas da Mazda!

 

Nem sempre ter os mais altos índices de produtividade e qualidade tornam uma empresa perfeita e os clientes satisfeitos. A SORTE (que é algo subjetivo) também é um fator importante.

 

Veja que inusitado: clientes proprietários de carros Mazda descontentes com seus veículos. E a culpa não era da empresa, mas sim de aranhas! Uma determinada espécie do aracnídeo gosta do cheiro da gasolina, entra pelo escapamento e ainda assim não morre!

 

O caso é relatado abaixo, extraído de: http://www.noticiasautomotivas.com.br/mazda6-passa-por-recall-por-causa-de-aranhas/

 

MAZDA6 PASSA POR RECALL POR CAUSA DE ARANHAS

 

A Mazda está fazendo um recall para seu modelo 6 por causa de aranhas. Isso mesmo. Na América do Norte e América Central, 65.000 unidades do modelo estão sendo chamadas, pois concessionárias da marca já relataram 20 casos de aranhas fazerem seus lares dentro de um respiro da linha de combustível.

Por conta destes ninhos, o tanque poderia ter sua pressão aumentada demasiadamente, levando a rachaduras e até mesmo a incêndios. Das 65.000 unidades, 50.000 estão nos EUA e as outras 15.000 estão no Canadá, México e Porto Rico.

A Mazda não sabe dizer porque as aranhas andam procurando abrigo ali e confirma que nenhum acidente foi causado por conta disso. Até agora.

– Fiat supera Volkswagen em Mês Histórico!

 

No melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, a Fiat alcançou 23,4% do mercado, contra 21% da Volkswagen e 17,9% da Chevrolet. Mas o número mais relevante não é esse, e sim outro: após 20 anos consecutivos, o Gol perdeu a liderança de veículo mais vendido do Brasil para o Uno Mille, por exatos 481 carros!

 

Competência e inovação resultam nisso. Parabéns aos italianos da Fiat e aos engenheiros brasileiros da empresa.

– Você Acredita Piamente na Wikipédia?

Nunca usei a Wikipédia. Já a acessei para conhecê-la, mas cheguei a conclusão de que a confiabilidade é baixa. Como acreditar num mecanimo de pesquisa onde qualquer pessoa pode acrescentar o que quiser? E os viéses das considerações, as tendenciosas incorporações de opiniões?

Nas bancas que trabalho em defesas de TCCs, sempre condeno qualquer citação bibliográfica que contenha o uso desta ferramenta; afinal, deve existir bibliografia séria. E a Wikipédia não é!

Sei que terei críticas, mas minha avaliação é essa. Minha, e de muitos acadêmicos! Talvez seja por isso que a Wikipédia está em baixa..

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI95081-15224,00-O+LIMITE+DA+WIKIPEDIA.html

O LIMITE DA WIKIPÉDIA

por Bruno Ferrari

Faça o teste: abra qualquer buscador on-line e digite aleatoriamente uma palavra. “Goiabada”. A definição aparece logo entre os primeiros resultados: “A goiabada é um doce típico da comida caipira (sul do Brasil) e consumido em quase todo o mundo. Como a marmelada…” etc. etc. Satisfatória ou não, a definição virá com uma das mais onipresentes marcas do mundo virtual: Wikipédia. A enciclopédia on-line, criada em 2001, tem um princípio sedutor – baseia-se na colaboração on-line voluntária – e entusiastas que a consideram candidata a repositório de todo o conhecimento humano. Há uma pergunta, porém, a que ela ainda não responde: a Wikipédia poderia estagnar e rumar para a decadência?

O questionamento soa quase ofensivo para quem crê no poder da colaboração. O americano Jimmy Wales, criador da Wikipédia, considera o conceito o principal alicerce do capitalismo no século XXI. Em seu início, a Wikipédia crescia exponencialmente. Cerca de 820 mil pessoas contribuíam com verbetes, correções ou complementos. O ápice foi o ano de 2007, quando a média era de 2.200 verbetes publicados a cada dia. Em agosto de 2009, entretanto, essa média de crescimento havia recuado para 1.300. A enciclopédia on-line, que na versão em inglês ultrapassou a marca dos 3 milhões de verbetes em agosto, já não cresce exponencialmente. O fenômeno foi notado por Ed Chi, cientista do Centro de Pesquisas de Palo Alto, na Califórnia.

Em entrevista à revista americana Time, Chi afirmou ter detectado já em 2007 a desaceleração das contribuições. Duas hipóteses foram levantadas. A otimista: a Wikipédia estaria muito próxima de ter a resposta para todas as perguntas. A pessimista: como muitos outros fenômenos da internet, estaria entrando em decadência. Chi pende para a segunda hipótese. “Nossos dados sugerem que a existência dela (da Wikipédia), em dez ou 15 anos, poderá estar em xeque.”

Um dos principais motivos para o perigo de estagnação e irrelevância é a dificuldade de encontrar colaboradores para criar e melhorar verbetes. O recrutamento esbarra nas diversas camadas de controle criadas ao longo dos anos, por causa da exigência crescente de manter o padrão dos textos. Essa burocratização tem afastado colaboradores novatos. Outro problema é a falta de diversidade entre os escritores de verbetes – em sua maioria homens, universitários, ligados à internet. Segundo a própria Wikipédia, apenas 13% das contribuições vêm de mulheres.

Parece um dilema insolúvel. A Wikipédia precisa fortalecer sua credibilidade, mas qualquer controle diminui a confiança dos colaboradores de que sua voz será ouvida. O que está em jogo é mais que o futuro de um site. São os limites da colaboração como modelo de negócio.

– Twitter como Ferramenta para Críticas aos Árbitros

 

No ano passado, Jorge Henrique (jogador do Corinthians) criticou a arbitragem de um de seus jogos através do microblog Twitter. Na oportunidade, surgiu a polêmica: qual o peso das reclamações através dessa ferramenta eletrônica?

 

Pois bem: com a perceptível popularização desse instrumento de comunicação, cada vez mais personalidades esportivas se manifestam sobre diversos assuntos. Um jogador de futebol que faz uma crítica generalizada (como, por exemplo: “acho que o árbitro foi mal na partida e perdeu o controle do jogo”) não deveria ser motivo de represálias por parte dos organizadores; afinal, é uma espécie de desabafo, diferente de uma acusação de manipulação.

 

Entretanto, na Premier League, Babel, do Liverpool, postou uma mensagem criticando o árbitro e com uma fotomontagem dele com a camisa do Manchester United! Aí não dá… A F.A. (Federação Inglesa) o puniu por 3 partidas.

 

E você, o que acha disso? É exagero punir críticas via Twitter ou depende da crítica?

 

Abaixo, extraído de: http://esportes.terra.com.br/futebol/europeu/2010/noticias/0,,OI4883263-EI16651,00-Atacante+do+Liverpool+e+advertido+por+criticar+arbitro+no+Twitter.html

 

ATACANTE DO LIVERPOOL É PUNIDO APÓS CRITICAR O ÁRBITRO VIA TWITTER

 

O holandês Ryan Babel, atacante do Liverpool, foi penalizado pela Federação de Futebol da Inglaterra (FA) por sua má conduta após criticar no Twitter o árbitro de seu último jogo.

O jogador publicou uma foto manipulada do árbitro, Howard Webb, vestindo a camiseta do Manchester United, rival histórico do Liverpool e equipe que acabava de eliminá-los da Copa da Inglaterra.

Durante a partida, o juiz marcou um pênalti a favor do Manchester, o que levou Babel a escrever no Twitter: “e esse é chamado de um dos melhores árbitros? Deve ser uma piada”.

O jogador pediu desculpas pouco após receber a advertência da FA, mas mesmo assim poderá ser punido. No entanto, por não existir uma situação semelhante por críticas via internet, é difícil prever o que irá ocorrer.

Após o sucedido, Babel deixou uma mensagem aos seus 170 mil seguidores no Twitter: “estou algemado”, disse, em referência ao castigo imposto pela Federação.