– A Kodak tem Prejuízos há 4 anos! E a Culpa é de quem?

Um ícone americano, a Kodac, tão tradicional em câmeras e filmes fotográficos, está em grande crise. E o que fazer?

Extraído da Exame (http://is.gd/MYcA9H)

A KODAK ESTÁ MUITO MAL NA FOTO

Os números apresentados na mais recente conferência para os investidores da Kodak, no início de novembro, não chegaram a surpreender. No terceiro trimestre, a companhia registrou prejuízo de 222 milhões de dólares e queda no faturamento nos primeiros nove meses do ano de 17% em relação ao mesmo período de 2010.

A agonia enfrentada por uma das empresas mais tradicionais dos Estados Unidos já se arrasta há mais de uma década. Desde o fim dos anos 90, a Kodak vem encolhendo e sangrando.

No ano passado, as perdas chegaram a 687 milhões de dólares e, de acordo com as previsões de mercado, neste ano a empresa, que não ganha dinheiro desde 2007, deve fechar com mais prejuízos de cerca de 420 milhões de dólares. 

Em seu pronunciamento na última divulgação de resultados, o presidente mundial da Kodak, o espanhol Antonio Pérez, abriu o jogo — embora isso fosse desnecessário: a situação é dramática.

A companhia precisa levantar recursos urgentemente para continuar a operar em 2012 e isso vai depender do sucesso da venda de cerca de 1 100 patentes depositadas nos Estados Unidos e relacionadas à tecnologia de imagens digitais. Incapaz de explorar as inovações que desenvolveu, a Kodak decidiu abrir mão delas.

As patentes, que poderiam interessar a empresas como Apple, Microsoft, além de fabricantes de equipamentos fotográficos e software, são avaliadas pelo mercado em pouco mais de 2 bilhões de dólares — quantia suficiente para manter a Kodak viva mais alguns anos.

Em outubro, a Imax, empresa especializada na exibição de filmes 3D, anunciou ter assinado um acordo para usar tecnologias para cinema digital desenvolvidas pela Kodak — o valor não foi divulgado. A expectativa é que a Imax consiga, já em 2013, aumentar a qualidade e a nitidez da imagem nas supertelas, com pretos mais intensos, cores mais vibrantes e contrastes mais definidos. 

Intensificar esse tipo de acordo é a única opção com que a Kodak conta no momento para refazer seu caixa. “Sou obrigado a informá-los sobre a situação, que pode parecer alarmante, mas quero ressaltar que estamos muito confiantes e otimistas sobre o sucesso da construção da nova Kodak”, disse Pérez durante a conferência.

– Os Dois Lados de um Recall…

Uma velha mas atual discussão: Recall de Veículos.

Cada vez mais, temos empresas convocando seus proprietários a fim de corrigir problemas nos seus carros.

Existem duas correntes/hipóteses:

1- A indústria automobilística estaria produzindo com mais erros, fruto da necessidade se vender mais a custos menores?

Talvez. Mas leve em conta a quantidade de novas marcas e de carros fabricados.

2 – A indústria está cada vez mais preocupada em manter a boa qualidade, que ao mínino defeito, se prontifica a fazer os reparos?

Talvez também. Provavelmente, antes, inúmeros defeitos eram deixados de lado. Com a tecnologia de hoje, provavelmente em outros tempos inúmero chamados para recalls aconteceriam, já que erros não eram perceptíveis.

E você, o que pensa sobre os recalls de veículos? Deixe seu comentário:

– Chrome, do Google, desbanca o Internet Explorer, da Microsoft

E o Google conseguiu uma expressiva marca: com o navegador Chrome, desbancou o Internet Explorer (da Microsoft) no Brasil e deixou o FireFox (da Mozilla) para trás. A briga está em: 39,81% para o Chrome, 34,43% para o Internet Explorer e 23,83% para o FireFox. Outros: o Safari (Apple) está em 1,9% e o Opera com 0,5%.

Porém, hoje, o Internet Explorer ainda lidera no mundo com cerca de 40%, contra 25% do Chrome.

Há 5 anos, uma notícia como essa é inimaginável…

Extraído de OESP, pg E4, Ed 02/12/2011

NAVEGADOR CHROME, DO GOOGLE, ASSUME A LIDERANÇA NO BRASIL

Por Filipe Serrano

O browser do Google, o Chrome, tornou-se o programa mais usado para navegar na internet no Brasil no mês passado, desbancando o longo reinado do Internet Explorer, da Microsoft, de acordo com os dados da empresa de análise de dados StatCounter. A companhia também divulgou ontem que, mundialmente, o Chrome se tornou o segundo browser mais usado, ultrapassando o Firefox pela primeira vez.

Em novembro, o Chrome foi usado em 39,81% dos acessos registrados pela StatCounter no Brasil, enquanto o Internet Explorer foi escolhido por 34,43% dos internautas brasileiros – a estatística leva em consideração todas as versões disponíveis do navegador.

O Firefox, da fundação Mozilla, teve uma pequena recuperação na queda de uso que vinha sofrendo no Brasil desde fevereiro de 2010, quando conseguiu somar 34,7% do mercado nacional. Em novembro, o programa foi usado em 23,83% dos acessos, de acordo com a StatCounter, o que representa um aumento de quase 1 ponto porcentual em relação ao mês anterior.

A comparação dos resultados de novembro com os dados do mesmo mês do ano passado mostra que o Internet Explorer teve uma queda de 23,3% em 12 meses, enquanto o Chrome teve um aumento de 48,7%. O Firefox, que antes disputava a vice-liderança com o navegador do Google, teve uma queda menor, porém contínua, embora mostre uma leve recuperação no último mês. O Safari, da Apple, teve participação de 1,9% em novembro, enquanto o Opera somou fatia de 0,5%.

Desde que foi lançado, em setembro de 2008, o Chrome teve um rápido crescimento no Brasil. No mesmo período, o uso do Internet Explorer entre os internautas brasileiros caiu para menos da metade. O programa tinha 71,28% da preferência dos usuários em outubro de 2008; hoje, sua fatia foi reduzida para 34,43% do mercado.

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A chegada do Chrome à primeira posição no Brasil coincide com uma recente campanha de televisão que o Google fez para promover o seu navegador, veiculada na TV aberta desde setembro. Nesse período, o Chrome ganhou quase 10 pontos porcentuais de participação no País.

Não é a primeira vez que o Chrome se torna o navegador mais popular de um país. Além do Brasil, ele é o mais usado em outras 28 nações, entre as 228 analisados pelo StatCounter.

Na América do Sul, o navegador da empresa de buscas lidera na Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia e Chile. O Chrome também é o mais popular em países asiáticos como Índia e Paquistão. O primeiro país em que o programa conquistou a primeira posição no mercado foi a Albânia, em setembro de 2010.

Mundo
Entre as regiões analisadas pelo StatCounter (África, América do Norte, América do Sul, Antártica, Ásia, Europa, Oceania), a América do Sul é a única em que o Chrome é o navegador mais usado.

Na soma de todas as regiões, o Chrome é o segundo navegador mais popular, atrás do Internet Explorer, mas já um pouco acima do Firefox. O navegador da Microsoft segue líder, com seus 40,6%, mas com uma queda acentuada em relação aos 48,1% de um ano atrás. O Chrome praticamente dobrou sua fatia, passando de 13,3%, em 2010, para os atuais 25,7%.

O Firefox perdeu menos terreno que o Internet Explorer, mas mesmo assim saiu de 31,1% para 25,2%, na mesma base de comparação. Os “lanternas” do mercado de buscas são o Safari, com 5,9% de participação, e o Opera, com 1,8%. / COLABOROU MURILO RONCOLATO

– Os Brasileiros Fiéis ao iPhone

O aparelho famoso da Apple realmente é benquisto no país. Cerca de 84% dos proprietários de iPhone não pretendem trocar de aparelho, a não ser que seja por um outro do mesmo modelo da empresa, numa versão atualizada, segundo o Estadão de hoje (http://is.gd/yZ28ha).

A empresa revolucionou os aparelhos de celular e a vida de muitos, verdadeiramente.

Não acredita? É porque talvez você não tenha um iPhone…

Vira um vício! É um computador de mão – ou até melhor.

E você que tem iPhone? Concorda com a pesquisa ou não? Deixe seu comentário:

– A Moda do Envelopamento de Veículos: a Plotagem dos Carros

Repararam quantos carros estão sendo ‘envelopados’ ou adesivados?

Confesso não ter uma opinião formada sobre o assunto e talvez esteja indo contra a Maré: eu não enveloparia meu carro.

Olha uma explicação sobre a técnica, prós, e contras:

Extraído de: http://carros.ig.com.br/servicos/pintura+metalica+da+lugar+ao+adesivo+fosco/3918.html

PINTURA METÁLICA DÁ LUGAR AO ADESIVO FOSCO

Acessível, envelopamento de veículos cresce no Brasil. Saiba como é feita a aplicação e quais são seus prós e contras

Por Jair Oliveira

Antes raros, os carros “envelopados”, que exibem uma espécie de pintura fosca, já estão virando uma visão comum nas ruas brasileiras. Relativamente barata, a técnica consiste em aplicar um adesivo na carroceria do veículo ou em parte dela.

Surgido nos Estados Unidos, o envelopamento – ou plotagem, como preferem os profissionais do meio – tinha o intuito de proteger a pintura original da lataria, mas acabou caindo nas graças dos amantes de personalização por oferecer um visual mais arrojado e descolado além de permitir mudanças de visual com mais facilidade do que a pintura tradicional. Em pouco tempo, a técnica se expandiu para outros mercados como o europeu e há aproximadamente dois anos chegou ao Brasil.

iG Carros foi conferir como funciona o serviço e quais suas vantagens. Segundo Paulo Surya, dono da empresa Preto Fosco, uma das mais conhecidas do setor, “houve uma crescente demanda por parte dos consumidores, que procuram o serviço mais por questão de design”. No começo eram envelopadas poucas unidades e o veículo mais comum era a picape L200, da Mitsubishi. Hoje são “encapados” em média 90 carros por mês nas quatro lojas da rede, sendo que os carros da marca Hyundai, sobretudo o hatch i30 e o novo Veloster, são os que mais aderem à moda.

Há pouco tempo começaram a surgir clientes que optaram por outras cores como o branco e também adesivos que imitam texturas como a fibra de carbono. Nesse caso, muitos donos preferem adesivar apenas o capô e o teto do veículo, por exemplo.

“No exterior, a tendência é envelopar o carro contrastando dois tons de adesivos, por exemplo, preto na parte superior e branco na inferior”, diz Marcelo Sousa, da empresa Plásticos Alko, primeira fornecedora brasileira de películas para plotagem. “Algumas montadoras no Brasil, inclusive, já nos procuraram pensando em disponibilizar esse acabamento em versões especiais de seus carros”, completa.

Demonstração in loco

O processo de aplicação é simples. Antes de tudo o carro tem que ser lavado com água e sabão neutro, depois a área que receberá o aplique precisa ser medida e o próximo passo é parecido com um encapamento de um caderno: coloca-se a película polimérica por cima do carro e um profissional usa uma espátula apropriada para aplicá-la aos poucos.

Após “esticar” o adesivo, usa-se um secador para fixá-lo na lataria. Uma aplicação completa pode levar de dois e quatro dias para ficar pronta e o valor pode variar entre R$ 800 a R$ 5 mil, dependendo do tipo de veículo.

Além disso, pudemos comprovar que a película realmente consegue evitar danos à pintura. Durante a demonstração da Preto Fosco, uma parte da estrutura do estande da empresa na feira X-Treme caiu sobre o capô do Pajero que estava sendo adesivado. A peça arranhou o adesivo, mas a lataria do veículo ficou intacta.

m dos temores comuns de quem pensa em aderir ao envelopamento é o risco de estragar a pintura após retirar o adesivo – que tem vida útil de dois anos. “Se a pintura for original de fábrica não há com que se preocupar”, garante Surya.

Já no caso do envelopamento parcial do carro, a história é outra. “Como a parte descoberta ficará exposta ao sol é normal que a pintura fique com um tom diferente”, explica Sousa.

Outra coisa importante é referente à qualidade dos adesivos. Segundo o diretor comercial da Alko, há no mercado algumas marcas de má qualidade que causam problemas na hora de remover a película ou que podem danificar a pintura. “Preferimos a marca Mactac, importada da Bélgica”, diz Vinícius Martins, funcionário da loja Status Envelopamento. A Preto Fosco também usa a Mactac e também o material produzido pela gigante 3M.

Nunca é demais lembrar que a aplicação de película deve obedecer a cor original do carro, caso contrário você poderá ser multado em R$ 127,69 além de perder cinco pontos na carteira de habilitação. Para quem pretende usar outra cor será necessário dar entrada no Detran de sua cidade para alterar o documento, desde que a aplicação cubra mais de 50% da carroceria.

– Até que enfim! Teremos a iTunes Brasil!

Donos de iPhone, a espera acaba! Depois de muita demora, a Apple abrirá a iTunes por aqui. Na verdade, serão 2 escritórios em SP: um só para o Brasil, e outro para a AL.

Na prática, isso significa que músicas e CD’s brasileiros finalmente serão disponibilizados em arquivos digitais para os iPhones.

Demorou, hein? Aqui: http://is.gd/O1T5wO

– Os Atletas que Ganham Dinheiro pela Popularidade no Twitter

Imagine se a CBF pagasse aos jogadores de futebol conforme a popularidade deles no Twitter. Quanto mais seguidores o boleiro tivesse, mais grana no bolso!

É o que o UFC tem feito com os lutadores: para promover a entidade e o esporte, premia-se àqueles que conseguem um maior número de seguidores, que por tabela, prestigiam as lutas que ela organiza.

Extraído do Blog da Redação, UOL (em: http://is.gd/KZ2XY1)

TUITADAS QUE VALEM BÔNUS

O Twitter caiu nas graças dos internautas com suas mensagens curtas, de até 140 caracteres. Imagine então se o microblog rendesse dinheiro. Para alguns brasileiros, as tuitadas viraram bonificação no pagamento. Isso porque o UFC resolveu premiar os seus atletas, de acordo com suas participações na rede.

Pela primeira vez, a organização está dando um “bônus do Twitter”. E a maioria dos vencedores são brasileiros. Anderson Silva, Minotauro e Demian Maia, por exemplo, ganharam US$ 10 mil cada. Eles foram premiados nas categorias “mais seguidores” e “maior percentagem de crescimento de seguidores”.

Outros que foram agraciados nestas categorias, mas com metade desta grana, foram Cris Cyborg e Paulo Thiago. Forrest Griffin, Ben Henderson, Joe Lauzon e Joseph Benavides venceram na categoria de “tuitadas mais criativas.”

Vale lembrar que o presidente Dana White é um dos mais famosos do Twitter. Atualmente, ele tem mais de 1,6 milhão de seguidores.

– Google+ X Facebook: Novo Episódio, agora com Guaraná, Gol, Unilever e Walmart

Desde ontem, a rede social Google+, empreendimento do Google contra o Facebook (em paulatina substituição ao Orkut, em questão de investimentos), abriu suas portas para o mundo corporativo. Guaraná Antártica, Gol Linhas Aéreas, Unilever e Walmar são as pioneiras do Brasil a entrar na rede.

Quanto gastaram para a estréia de seus perfis?

Ninguém sabe… mas a guerra parece que vai começar. Claro que o Facebook está anos-luz à frente, mas não se esqueça: o concorrente tem a grife “Google”

– Facebook repleto de Amigos, Colegas ou Contatos?

Que o Brasil é um país simpático, povo acolhedor e que gosta de interagir, é fato. Mas esse número é interessante: segundo estatísticas do próprio Facebook, o Brasil é o país onde as pessoas têm o maior número de amigos na sua página: 231. A média mundial de amigos no Facebook é de 130. Na Alemanha, é de 78.

Explicação: aqui, conhecidos ou contatos antigos viram “amigos” diretamente.

Amigo, pra valer, é coisa rara…

– Tradutores com Problemas de Tradução

Acabo de ler na edição de “Época Negócios”, pg 19, janeiro / 2010, uma matéria interessante sobre os problemas em alguns péssimos sistemas eletrônicos de tradução.

A fonte citada é a “K International – Comunidade Internacional de Tradutores”. Abaixo 3 exemplos:

1- YOU BUSINESS PROPOSAL WAS A REAL HOME RUN (correto: A sua proposta de negócio foi um êxito total. Do tradutor automático para búlgaro: Corra para casa com a sua real proposta de negócios)

2- GIVE ME A BALLPARK FIGURE (correto: Dê uma estimativa aproximada. Do tradutor automático para o russo: Dê para mim o diagrama do estádio de futebol)

3- WE NEED TO GET OUR DUCKS IN A ROW (correto: Garanta que todos os detalhes estejam em ordem antes de começar um novo projeto. Do tradutor automático para o chinês: Precisamos obter os nossos patos continuamente).

É melhor se tornar um poliglota do que confiar a tradução a uma dessas máquinas…

– iPad mais caro do Mundo? No Brasil, off course…

Dona Dilma estará em Jundiaí dia 12 de novembro para inaugurar a fábrica da Apple (que já trabalha produzindo os iPhones brasileiros). Logo, fabricará também os iPads.

Sabiam que o brasileiro é quem paga o preço mais caro do mundo deste tablet?

Abaixo (Superinteressante, pg 19, Ed Nov/2011)

Brasil R$ 1.649,00

Nigéria R$ 1.420,00

Noruega R$ 1.240,00

Alemanha R$ 1.200,00

Japão R$ 1.100,00

China R$ 1.090,00

Cingapura R$ 960,00

México R$ 950,00

EUA R$ 940,00.

Leve em conta o seguinte: no Brasil, o iPad corresponde a 8,3% do PIB anual de um brasileiro. Em Cingapura, por exemplo, equivale a 0,9%. Trocando em miúdos: pelo que eles ganham, e nós ganhamos, o impacto no salário de um iPad é 10 vezes menor para eles…

Dá-lhe impostos!

– Geek?

Tecnologia é fantástica. Olha o que minha filhinha fez (SOZINHA): ela pegou um aplicativo e me vez virar GEEK!

Kkk. Fantástico. Mas não combinou comigo. Mas gostei da foto!

– O “Case” que todo Professor gosta: Bradesco e o Facebook

Há certas histórias que nós, mestres, adoramos contar em sala de aula aos nossos alunos, quando falamos de relacionamento entre empresas e consumidores. E uma delas foi proporcionada ontem pelo Bradesco.

Um cliente, que houvera perdido seu cartão, resolveu solicitar ajuda ao banco Bradesco através do Facebook. Mas fez algo inusitado: pediu um novo cartão em forma de poema. Abaixo:

Banco Bradesco querido
Quisto por mim e os meus
Tens sua morada paulista
Bem na Cidade de Deus

Vejam que bela homenagem
O próprio Deus concebeu
Para a sua cidade
O vosso Banco escolheu

Eu até que me poria
Em alta colina à bradar
Peito banhado em verdade
Bradesco em primeiro lugar

Mas venho por outro motivo
O que findou meu sorrir
Para por fim ao martírio
Um favor vou lhes pedir

Plena falta de cuidado
Digna de um jabuti
Fazendo compras no mercado
O meu cartão eu perdi

Antes que eu passe fome
Faço a solicitação
Ao meu Banco preferido
PRECISO DE OUTRO CARTÃO!

O banco, de maneira inteligente e tão curiosa quanto o pedido do internauta, respondeu o apelo do seu cliente da mesma forma: por poema e pelo próprio Facebook!

Mauro querido cliente
Pra você ter outro cartão
à sua agência deve ir pessoalmente

Mas não será por motivos fúteis
Você irá cadastrar uma nova senha
E seu cartão chegará em até 7 dias úteis

Agradecemos a sua compreensão
E sempre que precisar
Pode contar com a nossa colaboração

Simpático, diferente e moderno. Muitos já clicaram no Curtir do Bradesco por causa de tão simples e curiosa resposta.

– Facebook com Mudanças Proveitosas ou Impróprias?

O Caderno Tecnologia do UOL (http://is.gd/aSAGO1) traz uma matéria bacana sobre as reclamações dos usuários do Facebook contra as mudanças promovidas recentemente. Algumas, segundo a reportagem, bem pertinentes; outras, criticadas apenas por quem se acostumou de um jeito e não quer saber de se atualizar com as novidades.

Abaixo a matéria e fica a questão: gostou ou não das mudanças recentes do Facebook?

ENTENDAM AS MUDANÇAS QUE DESAGRADAM NO FACEBOOK

O Facebook redesenhou recentemente seu site, mudando as coisas de lugar e adicionando novos elementos. É claro, o Facebook mexe frequentemente em suas funções e essas mexidas frequentemente enfurecem seus fãs.

Desta vez, entretanto, as mudanças fizeram mais do que desagradar.

Uma pesquisa realizada pelo blog de notícias de redes sociais Mashable apontou que 75% dos fãs do Facebook “odiaram” as mudanças. O novo Facebook se saiu ainda pior na pesquisa do site Sodahead, onde 86% reprovaram as mudanças.

É claro, toda vez que uma empresa com 800 milhões de clientes ativos fizer uma mudança, um percentual previsível deles ficará irritado. Os gritos de protesto se transformam apenas em outra fase apreciada do ciclo. Se você não gosta de mudanças, tecnologia pode ser o campo errado para você

As mudanças do Facebook justificam tanta reclamação? Aqui está uma lista do que surgiu recentemente e do que virá em breve — e o veredicto de um homem para a validade das reclamações em cada uma.

O Timeline

O novo Facebook Timeline ainda está em teste privado; você, o público, ainda pode demorar algumas semanas para vê-lo. Mas pode vir a se transformar em um exemplo de reclamação infundada, porque é (a) ótimo, (b) opcional e, portanto, não digno de reclamação.

Basicamente, é uma linha do tempo de sua vida, descrita em uma página de rolagem vertical. O presente está no topo; seu nascimento está na base. O Facebook o gera automaticamente, usando suas notícias recentes e eventos de sua vida para preenchê-lo. Quanto mais tempo passa, mais o Facebook condensa os eventos. Você pode expandir ou comprimir manualmente várias fases de sua vida, além de adicionar ou remover eventos manualmente (isso é bom. Caso contrário, todo o período antes de você ingressar no Facebook seria uma grande lacuna tediosa.)

Como a linha do tempo exibe fotos ao lado das notícias e eventos de sua vida, ela pode vir a se transformar em um rico registro visual de sua vida – ao menos as partes que você deseja tornar pública.

Agora, se você é o tipo de pessoa que não vê o apelo do Facebook – “Por que vou querer tornar público detalhes íntimos de minha vida pela Internet?”– então a linha do tempo apenas aumentará seu desconforto.

Mas para os usuários regulares do Facebook, a linha do tempo tem um propósito real. Por exemplo: se você ficou noivo há poucos meses, apenas os usuários regulares do Facebook saberiam. Bem, eles poderiam ficar clicando Mais, Mais, Mais para acessar postagens mais antigas – mas como saberiam para fazê-lo?

Agora, há uma forma de eles verem o arco de sua vida de uma forma divertida e visual – uma ferramenta online genuinamente útil que ninguém ofereceu desse modo antes.

Top Stories

A nova função de histórias importantes, por outro lado, não é igualmente bem-sucedida.

Se você não visita sua página do Facebook há algum tempo, você terá perdido muitas atualizações de seus amigos – algumas podendo até ser importantes. A preocupação do Facebook era que, assim que essas atualizações ficavam para trás, você nem mesmo sabia que elas existiam.

Portanto, quando você acessa o site agora, o Facebook coloca as histórias que considera importantes bem no topo – as grandes histórias que você não viu, independente de quão velhas sejam. Abaixo dessas postagens “importantes”, você encontrará a rolagem infinita tradicional da lista cronológica de notícias (antes existiam duas listas semelhantes – as histórias principais e as histórias recentes– mas era preciso alternar entre elas manualmente. Muitas pessoas nem se importavam e acabavam perdendo informações importantes).

Os fãs do Facebook fazem objeção ao esquema das histórias principais de várias formas. Primeiro, o que é “importante”? O Facebook diz que seleciona as histórias principais com base em coisas postadas por seus amigos, quantos Gostaram e Comentários receberam, e assim por diante. Mas alguns fãs do Facebook não gostam da ideia de outro – os algoritmos do Facebook– escolher que histórias estarão presentes na área no topo da página.

Segundo, o conceito das histórias importantes significa que você pode ver histórias postadas há três dias acima de histórias do momento, o que não parece certo.

E terceiro, é simplesmente confuso em um site que já é confuso. Você tem que descobrir que há dois lados diferentes de sua própria página do Facebook: o mural (onde você posta as notícias para seus amigos e fãs e eles deixam recados para você) e o feed de notícias (onde você lê as postagens dos outros). Não há botões com esses nomes, então como você chega a essas páginas? Você clica em seu próprio nome para ver seu mural; você clica no logo do Facebook para ver o feed de notícias.

E agora o feed de notícias está ainda mais subdividido entre histórias principais e histórias recentes: ugh.

Ticker

No lado direito da tela do feed de notícias, há uma nova lista de rolagem de atualizações leves, em tempo real, postadas por seus amigos (ou pelos aplicativos do Facebook que eles instalaram). O ticker permite que você saiba que músicas seus amigos estão ouvindo, quem fez amizade com quem e que amigos clicaram no botão Gostei e do quê. Você pode responder a essas atualizações em uma janela que abre quando você aponta para o ticker, de modo que você não precisa sair de sua página principal.

Em vez de apenas clicar “Gostei” aqui, você também pode dizer que “Assistiu”, “Leu” ou “Ouviu” –fornecendo dados ao Facebook que são bem mais específicos do que o genérico “Gostei”, portanto mais atraente para seus anunciantes.

O ticker pode ser interessante para os chocantemente numerosos usuários do Facebook que passam horas por dia no site. Mas se você não dá importância para isso –por exemplo, se você considera que a constante animação de rolagem é uma distração desagradável quando está tentando ler– você pode ocultá-lo com um clique (a menos que não consiga. Às vezes ele apenas se movia para cima quando eu tentava ocultá-lo; o Facebook confirmou que é um bug, que será consertado em breve).

Assinaturas

Muitas das mudanças são apenas atualizações do Facebook. Antes você não podia ver minhas postagens a menos que você fosse meu amigo. Agora, eu posso permitir que as massas “assinem” meus discursos sem a necessidade de conhecê-las ou de ser amigo delas –uma ideia que o Facebook alegremente copiou do Twitter.

Listas de amigos

O Facebook também esteve ocupado copiando ideias do Google.

Independente de quantas vezes o Facebook alterasse seus controles de privacidade, eles sempre eram complexos e controversos. O Google explorou recentemente essa fraqueza quando lançou o Google+, seu concorrente do Facebook. Lá, toda vez que você posta alguma notícia, surge um menu pop-up que controla quem verá: família, melhores amigos, colegas de trabalho, todo mundo ou outros. Talvez exija mais esforço, mas é bem claro.

Agora o Facebook funciona da mesma forma. Um novo menu pop-up aparece à direita na caixa “o que passa pela sua cabeça?”, listando todas as listas de amigos que você criar (as listas estão presentes no Facebook há algum tempo, mas em uma forma pouca usada).

O Facebook também inicia com algumas poucas listas inteligentes, composta de pessoas que cursaram a mesma universidade, trabalham na mesma empresa ou pessoas que você marcou como sendo seus melhores amigos.

Assim como no Google+, as listas de amigos são uma ideia simples, excelente. Elas não apenas deixam claro quem verá a atualização, como permitem que o Facebook refaça seus ajustes de privacidade –mas, desta vez, resultando em verdadeira simplicidade.

Resumindo: as mudanças recentes do Facebook realmente tornam as coisas tanto melhores (Timeline, listas de amigos, assinaturas) quanto piores (histórias principais, ticker).

Se você andou participando da gritaria online, bem, você tem certa razão. Por outro lado, se você odeia a cara nova, veja o lado positivo: é apenas uma questão de tempo até o Facebook mudar de cara de novo.

– Os iPhones de Jundiaí já estão sendo produzidos!

Parece roteiro de filme. A nova unidade da Foxcoon de Jundiaí, na surdina, quietinha, e com cláusula de sigilo aos funcionários, já produziu os primeiros smartphones da Apple aqui na Terra da Uva. Tanto que a fabricante do iPhone correu até risco de greve!

Abaixo, do Jornal de Jundiaí de hoje:

FOXCONN TEM 1,4 MIL FUNCIONÁRIOS E JÁ PRODUZ IPHONE

Por Patrícia Baptista

Matéria no link: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=161660

– Wikinomia

Li uma entrevista de Don Tapcost numa edição antiga da Revista Veja (Ed 2212, Páginas Amarelas). Ele é um consultor em Economia e Tecnologia e abordou um tema interessante: a Wikinomia.

O que seria isso?

Seria a Economia Colaborativa, termo usado para falar no aprendizado e na colaboração de compartilhamento de conhecimentos de diversos setores da sociedade no mundo corporativo. Com o advento das redes sociais, há muita interação e comunicação; as pessoas aprendem mais e difundem seus conhecimentos, muitas vezes gratuitamente.

Quer um exemplo prático? Se você acabou de aprender algo novo neste post ou em qualquer outro assunto do blog e compartilhou com alguém, acaba de ser uma agente wikinômico. E como li sobre esse assunto e escrevi, também eu me tornei um ator da wikinomia.

Inteligência e comunicação são coisas fantásticas, não?

Segundo Tapcost, a sociedade tende a ser cada vez mais wikinômica. E você, concorda com isso? Deixe seu comentário:

– DuPont: a Empresa Exemplo em Inovação e Empreendedorismo na Química

A DUPONT, empresa que detém o pioneirismo em algumas tecnologias, como o Teflon, a Lycra e o Nylon, lança desde 1802 uma patente a cada 2 dias! Possui 8.500 cientistas, dos químicos a outros profissionais, todos empenhados em INOVAR!

Impressionante.

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI185225-16642-1,00-A+REINVENCAO+DA+POLVORA.html

A REINVENÇÃO DA PÓLVORA

A profissão mais gratificante na pacata Wilmington é a de professor de ciências. Cada experiência científica em sala de aula é acompanhada com grande entusiasmo pelos alunos, ávidos por entender, detalhadamente, como aquilo tudo funciona. Os professores ensinam um novo conteúdo e, ao final da explicação, uma enxurrada de mãos se levanta, querendo saber mais. No geral, os alunos de Wilmington não estão interessados em ter profissões corriqueiras – eles falam em ser engenheiros genéticos, pesquisar a natureza dos polímeros ou dedicar-se à nanometria. É por isso que a menina Natasha Patnaik, de 8 anos, destoou do grupo quando comentou na escola sobre seu sonho em trabalhar com golfinhos. Humm… O que poderia se tornar? Poucos dias depois, ela apareceu dizendo que iria estudar engenharia marítima. Esperta, a Natasha.

Um olhar atento à demografia de Wilmington ajuda a entender o motivo da fixação das crianças por ciências. Com apenas 72 mil habitantes e distante 200 quilômetros de Nova York, a maior cidade do estado de Delaware é cravejada de cientistas. Cerca de 30% das famílias têm pelo menos um pesquisador em casa. Nesta cidade, onde o passatempo de domingo é ir a um shopping, existem laboratórios que formam e atraem cientistas com bons salários e incentivos para seguir uma promissora carreira de pesquisador. Eles mudam-se para Wilmington com o objetivo de trabalhar na sede de uma das maiores empresas de ciência do mundo, a DuPont.

Fundada às margens do rio Brandywine em 1802 pelo imigrante francês Eleuthère Irénée du Pont, pupilo do célebre químico Antoine-Laurent de Lavoisier, que lhe ensinou a manusear a pólvora, a presença da DuPont em Wilmington marcou a região. Quem não trabalha na empresa conhece alguém que dá expediente por lá ou que tem ligação com o fascinante mundo das pesquisas e inovações. E isso tem uma influência positiva sobre as crianças. “Minha filha chegou em casa dizendo que tinha o sonho de trabalhar com golfinhos. Eu então sugeri: por que você não estuda engenharia marítima? Vai poder pesquisar os golfinhos, entender como eles são, brincar com eles – e ainda ganhar dinheiro”, diz o indiano Ranjan Patnaik, pai de Natasha e cientista da DuPont há sete anos.

Às vésperas de completar 210 anos, a DuPont já faz parte da história das grandes corporações como uma das mais antigas do mundo. Por sua longevidade, é possível encontrar famílias cuja trajetória está intimamente ligada a ela. David Miller, 55 anos, faz parte da quinta geração de seu clã a trabalhar na empresa. “O sucesso para se manter durante tanto tempo é que a matéria-prima da DuPont é a oportunidade, o que estimula quem trabalha com conhecimento e inovação”, diz Miller, na empresa há 25 anos e hoje presidente da área de Eletrônicos e Comunicações. Segundo o executivo, a DuPont de hoje é totalmente diferente daquela em que seus antepassados trabalhavam. O bisavô de Miller, por exemplo, morreu em 1865, numa explosão ocorrida quando a empresa ainda estava ligada ao seu negócio inicial: a fabricação de explosivos.

Da pólvora ao espaço

Muita coisa mudou desde que foi pelos ares a oficina onde o bisavô de Miller trabalhava. A DuPont transformou-se numa multinacional com faturamento de US$ 26 bilhões e 58 mil funcionários espalhados por 80 países. Longe de ser uma fabricante de pólvora, ela hoje atua em 13 áreas de negócios diferentes, desenvolvendo produtos que vão de pesticidas a componentes para a montagem de espaçonaves.

Ao longo de seus mais de 200 anos, a DuPont foi responsável por dar à humanidade invenções que mesmo depois de décadas seguem revolucionárias. Uma delas é o Teflon, substância que, além de permitir que os ovos não grudem na frigideira, também é usada em escala industrial, como na produção de canos para plataformas marítimas. Também criou o Nylon – o polímero sintético mais utilizado do mundo – e desenvolveu a Lycra, que revolucionou o setor de vestuário. Os astronautas, por sua vez, só chegaram ao espaço graças aos uniformes feitos com Nomex, tecido que resiste a temperaturas extremas. E os bancos só podem transportar grandes somas em dinheiro por causa da blindagem dos veículos – feita com Kevlar. Estimativas da própria DuPont mostram que, ao longo de sua história, a companhia registrou uma nova patente a cada dois dias, e hoje já somam mais de 34 mil. Esse histórico de invenções coloca a DuPont no rol das empresas mais inovadoras do mundo – e o melhor espelho disso está em seus resultados. Cerca de 40% do faturamento de 2009 foi proveniente de produtos lançados nos últimos cinco anos. Só no ano passado, quatro inovações por dia saíram de seus laboratórios.

 

Berçário de sementes 

A DuPont aplicou, em 2009, US$ 1,4 bilhão em pesquisa e desenvolvimento, sendo que 75% desse valor é destinado aos projetos voltados para o que a empresa chama de megatendências. Trata-se do resultado de um trabalho de mais de dois anos conduzido por Mark Vergnano, vice-presidente executivo, em conjunto com uma equipe de seis executivos. Eles se reuniram com analistas de mercado e consultores de institutos de pesquisa para entender quais seriam as grandes questões que o mundo teria de enfrentar nos próximos anos e como a DuPont poderia desenvolver soluções dentro de suas especialidades. O resultado da imersão da equipe de Vergnano surgiu no começo de 2008, quando a empresa mapeou as quatro grandes prioridades para os anos seguintes: aumentar a produção de alimentos, reduzir a dependência de recursos fósseis, promover maior proteção às pessoas e ao meio ambiente e desenvolver produtos para mercados emergentes.

A mais importante delas atualmente é a produção de alimentos, para a qual a empresa destinou no ano passado a metade dos recursos destinados à pesquisa – US$ 700 milhões. O motivo para tanto investimento está embasado no cruzamento de números divulgados recentemente pela Organização das Nações Unidas. Segundo a ONU, o planeta atingirá 9 bilhões de habitantes até 2050 – número 35% superior ao da população atual. Isso exigirá aumento na produção de alimentos. O problema reside no fato de que não é possível expandir as áreas disponíveis para plantio no mesmo ritmo do aumento populacional simplesmente porque não existe terra fértil em quantidade suficiente. As pesquisas da DuPont nesta área, portanto, concentram-se em aumentar a produção de alimentos aproveitando ao máximo a área plantada. A ideia é fazer com que as plantas cresçam mais rapidamente e resistam a geadas e secas.

“Olhe para esses pequenos bebês”, diz David Warner, referindo-se às mudas de milho que passam por uma esteira no laboratório da Pionner Hi-Bred, o braço de sementes adquirido pela DuPont em 1997, localizado em Des Moines, no interior do estado de Iowa. “Em breve vamos saber quais genes implantados as farão sobreviver e quais não terão impacto positivo.” De camisa polo verde e calça cinza, uma espécie de uniforme dos cientistas em campo, Warner passa despercebido em meio aos outros 20 pesquisadores que trabalham cuidando especificamente da área de grãos geneticamente modificados. Mas é ele o chefe, responsável por levar adiante esta que é considerada uma das maiores inovações na área de grãos dos últimos tempos. Trata-se de modificar os genes do milho de modo que ele fique mais resistente à ação da seca. Estima-se que US$ 13 bilhões seja o valor de plantações perdidas por causa da seca ao redor do mundo. E só nos Estados Unidos, 85% delas sofrem com o problema da escassez de água. Desenvolver sementes mais fortes, portanto, representa um mercado de bilhões de dólares a cada ano.

Não é à toa que a equipe de Warner trata as plantas com o carinho de quem cuida de um berçário. Na estufa por onde passam as mudas sobre uma esteira estão instaladas câmeras em 3D, por meio das quais é possível monitorar a resposta das plantas à inserção de genes em suas sementes. São esses genes que as tornarão mais fortes e resistentes à aridez sem perder suas propriedades naturais. As primeiras mudas já deixaram a estufa e estão em fase de testes em Des Moines. O milho mais resistente deverá chegar às plantações do mundo todo até 2015. “Desenvolver uma planta que consegue crescer com pouca água parece coisa de ficção científica. Mas esqueça a ficção. É só científico”, diz Warner.

Numa outra linha de pesquisas de ponta da DuPont que mescla duas macrotendências – alimentação e proteção do meio ambiente –, há o desenvolvimento do ômega 3, substância encontrada em salmões e sardinhas, cuja ingestão ajuda no combate ao colesterol. A DuPont conduziu um levantamento e descobriu dois dados que ajudaram a levar adiante a ideia de reproduzir a substância em laboratório, reduzindo drasticamente a necessidade de pescar os peixes. O primeiro mostra que apenas 10% das pessoas consomem a quantidade de peixe necessária para que o ômega 3 traga benefícios. Outra curiosa informação é que muitas outras o ingerem por meio de pílulas e alimentos enriquecidos com o óleo extraído dos peixes. “Nosso produto trará grande impacto para as pessoas, que terão novas formas de acesso à substância, e também para o meio ambiente”, resume Ana Goes, brasileira que integra a equipe de coordenadores da pesquisa de ômega 3. Outro impacto importante deve ocorrer nas finanças da DuPont. O mercado de ômega 3 movimenta cerca de US$ 2,5 bilhões ao ano somente nos Estados Unidos.

Lugar de Nobel

Grande parte das novidades que saem das fábricas da DuPont é concebida em um local que pode ser considerado o pai dos laboratórios de pesquisa de inovação do mundo: a Estação Experimental, que serviu de inspiração para quase todos os laboratórios que surgiram depois dele. Quando foi criado, em 1903, apenas a GE havia construído espaço semelhante dedicado exclusivamente à pesquisa e inovação.

A área da Estação Experimental equivale a 60 campos de futebol e abriga, ao todo, 50 prédios. Pesquisadores de diferentes nacionalidades (chineses, americanos, indianos, africanos) circulam por esse condomínio, cujas alamedas e ruas recebem nomes de cenários de livro de ficção científica, como Laboratory Road. A diversidade de estilos lembra uma avenida movimentada de grande metrópole: alguns profissionais vestidos de maneira mais formal (sapato, camisa e calça sociais), outros à vontade (jeans e tênis) e aqueles que não deixam dúvidas sobre suas atribuições, paramentados com o indefectível jaleco de laboratório. Neste campo, situado a 15 minutos de Wilmington, trabalham 2 mil profissionais – um quarto dos pesquisadores do quadro mundial da DuPont.

Ao longo de mais de um século de existência, a Estação Experimental colecionou milhares de patentes e formou até um prêmio Nobel. Foi entre os microscópios e tubos de ensaio do centro de P&D da DuPont que Charles Pedersen, recrutado pouco depois de receber seu título de mestre pelo MIT, construiu toda a sua carreira. Seus 42 anos de trabalho na empresa renderam 65 patentes. Depois de se aposentar e começar a se dedicar à jardinagem e poesia, seus hobbies favoritos, Pedersen teve seu trabalho reconhecido com a premiação máxima que um cientista pode receber. Em 1987, ele ganhou o Prêmio Nobel de Química por seus estudos de moléculas artificiais que imitam reações químicas naturais do corpo.

A história de Pedersen lança luz sobre uma importante característica da DuPont no gerenciamento da inovação: seu modelo para recrutar, reter e formar os melhores cientistas. A exemplo do que ocorreu com Pedersen, cerca de 70% da mão de obra dos laboratórios é recrutada no momento em que termina a faculdade ou cursos de especialização – de preferência nas melhores universidades.

Os pesquisadores mudam-se para a pacata Wilmington atraídos por uma série de benefícios. Um deles, obviamente, é o salário – um Ph.D. em início de carreira ganha cerca de US$ 100 mil ao ano. Mas além dos salários, os pesquisadores são incentivados e reconhecidos com prêmios como o Engineering Excellence Award e o Lavoisier Medal, concedidos uma vez ao ano para os projetos e pesquisadores de destaque. E, a exemplo do que já ocorre nos níveis administrativos, inovações no ambiente de trabalho também são premiadas. Existe, por exemplo, o chamado “Night on the Town”, em que o pesquisador recebe um prêmio de US$ 100 para jantar fora. “Boas ideias precisam de um ambiente que as nutra”, diz o pesquisador francês Stephane Bazzana, especialista em biocombustíveis de 35 anos, e há seis na DuPont.

Mas a remuneração e o reconhecimento são apenas uma fração do que move cientistas como Bazzana a se instalarem na DuPont. Outro componente-chave para arrebanhar jovens talentos diz respeito ao histórico da empresa. Por ter se tornado referência nas áreas em que atua, ela construiu uma reputação no mundo dos pesquisadores – e é almejada por eles. “A DuPont era referência bibliográfica de todos os livros que eu estudei na faculdade. Quando eu recebi a proposta de trabalho, era como se estivesse realizando um sonho”, diz Bazzana, que foi selecionado assim que recebeu o diploma de Ph.D. em nanotecnologia na

Universidade da Califórnia.

Bazzana deixa claro que não hesitou em se mudar para a cidade, de onde até a atual presidente da DuPont, Ellen Kullman, precisou sair aos 18 anos porque “morria de tédio”. O pesquisador justifica, com sotaque francês: “Não estamos longe dos grandes centros, como Filadélfia e Nova York. Mas, por outro lado, não enfrentamos os problemas de cidade grande. Demoro cinco minutos para ir ao trabalho”. E faz um adendo, com precisão científica: “Seis minutos, se pegar sinal fechado”.

Para recrutar e reter os melhores cientistas em seu quadro de funcionários, a DuPont faz uso de mais um trunfo. Ela desenha um plano de carreira nos mesmos moldes e com o mesmo rigor com que o faz na área gerencial. Assim, ao ingressar na empresa, um Ph.D. consegue ter uma ideia sobre como deve conduzir sua trajetória profissional e aonde poderá chegar. Da mesma maneira que ocorre com executivos, os pesquisadores também são submetidos a uma avaliação em 360 graus. Eles são avaliados pelos subordinados, por seus pares e pelo chefe. Aqueles que se destacam entram para um seleto time chamado Top Talents.

O acaso

O grupo de talentos é monitorado diretamente por um conselho formado por diretores e vice-presidentes. Uma vez por mês, essa equipe se reúne para avaliar o andamento profissional do grupo e atribuir a cada um dos talentos novos desafios. “Assim, as pessoas se sentem constantemente estimuladas”, diz Ana Cristina Piovan, diretora de Recursos Humanos da subsidiária brasileira, que também aplica essa metodologia. Se um dos integrantes do Top Talents sai da empresa, seu chefe tem de dar explicações ao restante do conselho. Perder um cientista brilhante pode custar milhões de dólares a uma empresa que vive da produção de inovações e que construiu, ao longo de dois séculos, um dos mais afinados processos de sinergia entre a academia e o mundo dos negócios.

Chega a soar quase antagônico o atual slogan da DuPont, “os milagres da ciência”. Milagre, afinal, pressupõe a presença de algo sobrenatural e inexplicável – quando na verdade não há nenhum milagre por trás das inovações científicas. Há técnicas e processos.

Nessa seara, a experiência acumulada em mais de dois séculos é de alguma ajuda. Um dos conceitos bem assimilados na DuPont é que a ideia inicial de um projeto não depende de um processo estruturado. Ela pode acontecer em qualquer lugar e não há como ser controlada – e nem é bom que seja. O que acontece depois da ideia inicial, sim. Precisa seguir métodos e processos em duas vertentes: a tecnológica, que permita seu desenvolvimento, e a comercial, que permita sua inserção no mercado. A história por trás da invenção de uma de suas marcas registradas mais reconhecidas ajuda a ilustrar como ocorreu esse aprendizado.

O teflon, criado na década de 30, é o material com o menor índice de abrasão do mundo – e foi descoberto por acaso. O pesquisador Roy J. Plunkett realizava experiências com gases para refrigeração. Deixou um dos experimentos “dormindo” da noite para o dia. Na manhã seguinte, quando chegou ao laboratório, percebeu que o gás havia sumido e espontaneamente gerado uma substância branca e pegajosa. Ele levou adiante as experiências para investigar a fundo o processo e, sete anos de estudos depois, a DuPont transformou a substância, batizada de Teflon, em patente, e passou a comercializá-la na fabricação de máquinas e em plantas industriais.

Mas a forma mais conhecida e utilizada do teflon em todo o mundo – seu uso em utensílios domésticos – só ocorreu em 1954. E não foi invenção da DuPont. Foi fruto de uma briga de casal. O engenheiro francês Marc Grégoire passava teflon na linha de pescar para que ela não emaranhasse quando fosse guardada. Irritada com tamanha dedicação do marido à pescaria, a mulher pediu que ele usasse o tal produto para algo mais útil: suas panelas. Como o material não gruda em nada, o desafio era fazê-lo aderir ao ferro da panela – algo que o francês conseguiu mecanicamente, por meio de pequenas reentrâncias feitas no utensílio. O fato de ninguém na DuPont ter descoberto um uso doméstico e uma outra finalidade de comercialização do teflon atenta para um formato de pesquisa que precisou ser refinado ao longo do tempo. Lição aprendida: sim, a experimentação e o incentivo às novas ideias são fundamentais para a inovação. Mas igualmente importante é a aplicação prática dessas pesquisas.

Isso mudou na segunda grande reinvenção da DuPont, ocorrida há pouco mais de dez anos. De uma empresa química, tornou-se uma empresa de ciência. E, para tanto, passou a direcionar como nunca as suas pesquisas para o mercado.

Para chegar a um produto final, o desenvolvimento de uma nova ideia cumpre etapas. Em todas elas o projeto é avaliado por grupos multidisciplinares, formados por pessoas de diferentes áreas, incluindo a comercial e o marketing. Os projetos precisam passar pelo crivo desse time de avaliadores – se são reprovados, desiste-se de tocá-los adiante. No ano passado, para criar 1,4 mil novos produtos, o processo de inovação descartou outras 30 mil ideias e abortou 5 mil projetos já em andamento. “A coisa mais difícil do mundo é ‘matar’ um projeto”, diz John Jansen, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento para a América Latina. “Mas é preciso fazer isso para selecionar as pesquisas que realmente vão trazer algum retorno para a companhia.” 

Ciência prática

Soa mercadológico demais para atrair cientistas? Pelo contrário. O fato de desenvolver pesquisas que tenham a ver com problemas reais que necessitem de solução é um apelo e tanto para despertar nos pesquisadores a chance de ver seu trabalho sendo aplicado à prática.

Um ambiente que crie esse tipo de oportunidade acaba atraindo até cientistas com carreiras já consolidadas. Se os 70% de pesquisadores são recrutados quando saem do mundo acadêmico, os outros 30% vêm do mercado, como o indiano Patnaik, de 41 anos. O engenheiro entrou na DuPont bem depois de ter conseguido seu Ph.D. e ter nas costas uma estrada de sete anos trabalhados em empresas e universidades no estado do Texas. Mudou para a DuPont porque sentiu-se atraído, entre outras coisas, pela possibilidade de fazer pesquisas casadas com a prática. E não só em sua área, a de biocombustíveis. “Ninguém aqui trabalha em ilhas. Temos portas abertas para construir projetos em conjunto com colegas que tenham outras habilidades. Isso abre um leque de possibilidades para experimentar e aprender”, afirma Patnaik, que recentemente passou dez dias no Brasil estudando sobre cana-de-açúcar e etanol. “A conexão em diferentes áreas é um fator decisivo à inovação. Muitos projetos lá fora andam 90% e falham nos últimos 10% do caminho porque falta essa ligação.”

A facilidade de transitar por áreas e a necessidade de desenvolver projetos em parceria explica o jeito com que a DuPont vai até o mercado recrutar os profissionais mais qualificados. A empresa fez um mapa com 26 competências em que atua, como biotecnologia, nanotecnologia e engenharia de processos, e procura um perfil que se encaixe em alguma delas. Ou seja, não busca pessoas com linhas de pesquisa ou formação específicas. Dentro da empresa, conforme o profissional vai se desenvolvendo na carreira de pesquisador, ele começa também a transitar por outros campos, o que lhe dá conhecimento sobre áreas diferentes e a possibilidade de mudar de setor.

Essa maleabilidade na carreira explica em grande parte um fenômeno que se observa dentro da empresa: o tempo de casa de muitos pesquisadores, que pode ser contado em décadas. A engenheira taiwanesa Shu-Chien Liang, de 42 anos, chegou há 15 na DuPont – a cada cinco anos passou por uma área diferente. Começou com a proteção de plantações, passou para soluções químicas e agora está na área de biociências. “Não tenho tempo para ficar entediada de meu trabalho porque me sinto constantemente desafiada.” A cientista está hoje naquele projeto de desenvolvimento de ômega 3 em laboratório, com a brasileira Ana Goes, Ph.D. em engenharia bioenergética.

Ana, por sua vez, reflete uma outra face do caminho profissional dos pesquisadores na DuPont: eles podem seguir carreiras mais voltadas aos negócios. Há dois anos e meio na empresa, ela se tornou uma espécie de executiva-pesquisadora. É encarregada de fazer o meio de campo entre os laboratórios de pesquisa e a fabricação dos inventos em larga escala. “Quando eu fazia meu Ph.D. eu sempre disse aos meus professores que queria ver meu trabalho concretamente”, diz Ana.

A poderosa Ellen

Nos últimos dois anos, o processo de pesquisa voltado ao mercado ganhou ainda mais fôlego com a chegada de Ellen Kullman, a atual CEO. Loira, olhos azuis, 52 anos de idade e 20 de DuPont, ela assumiu o cargo em tempos turbulentos. Sob suas mãos bem cuidadas, com as unhas sempre pintadas de vermelho, a empresa superou a recente recessão americana, o momento mais difícil desde a Grande Depressão de 1929. O feito de Ellen a colocou em sétimo lugar na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo da revista americana Forbes.

A recente recessão atingiu a empresa de forma brutal. Para se ter uma ideia da dimensão do problema, 40% dos carros produzidos nos Estados Unidos são pintados com tintas feitas pela DuPont, fabricadas dois dias antes sob demanda. De uma hora para a outra essa demanda zerou, por causa da derrocada das gigantes do mundo automobilístico. Foi um baque nas contas da corporação de Wilmington. Além de enfrentar a recessão, Ellen também precisou aparar arestas deixadas por seu predecessor. Charles Holliday, que ficou no comando desde 1998, foi o responsável pelo passo inicial de transformar a DuPont, então uma empresa química, em uma companhia de pesquisa e inovação. Foi bem-sucedido por um lado: a empresa entrou em novos negócios e tornou-se referência em sustentabilidade. Em 2005, em um ranking feito pela revista BusinessWeek, foi citada como a companhia que implementou as melhores práticas de corte de emissão de gás carbônico, reduzindo-a em 65% em dez anos. Em outros aspectos, a gestão de Holliday foi um pouco atabalhoada, de acordo com os analistas que acompanham este mercado. Um deles foi direcionar os negócios para áreas nas quais a DuPont não tinha nenhum conhecimento, como a de sementes, e deixar para trás algumas outras onde havia anos de expertise, como a de fios. “Foi uma aposta arriscada, que precisava de tempo para amadurecer. Só agora é que o mercado vai saber se foi acertada”, disse a Época NEGÓCIOS John Roberts, analista da Buckingham Research.  

Esse momento de transição, somado à econômica, rendeu resultados pouco felizes: o crescimento estancou, as vendas declinaram e a empresa perdeu valor de mercado. Em 2009, o preço das ações da DuPont despencou 30% e a companhia registrou lucro de US$ 200 milhões, ínfimo para seus padrões. Ellen foi obrigada a anunciar drásticas medidas de redução de custos: demitiu 4,5 mil funcionários, deu férias não remuneradas e cortou os custos fixos anuais em mais de US$ 270 milhões. Também diminuiu US$ 200 mil do próprio salário anual, de US$ 1,7 milhão. “O primeiro movimento dela foi corajoso. Ela bancou uma medida radical, que soava muito impopular, mas que foi crucial para recuperar a saúde financeira da empresa”, diz Jeffrey Zekauskas, analista da consultoria JPMorgan. A recuperação veio neste ano, graças, sobretudo, ao aumento de vendas para os mercados emergentes. O segundo trimestre de 2010 foi o melhor dos últimos cinco anos, com um lucro de US$ 1,1 bilhão – quase três vezes mais que o do mesmo período de 2009. O bom desempenho trouxe de volta a confiança do mercado e fez as ações voltarem a subir. A previsão é que o faturamento deste ano aumente 15% em relação a 2009, chegando aos US$ 30,8 bilhões.

Chama a atenção, no entanto, que as severas medidas de Ellen pouco impacto tiveram na vida dos pesquisadores. Nem um centavo foi mexido nos investimentos de US$ 1,4 bilhão destinados a pesquisa e desenvolvimento. Ao contrário. “Durante a crise decidimos que, enquanto todo mundo estava retirando investimento em pesquisa, deveríamos mantê-los”, disse Ellen a Época NEGÓCIOS (veja a entrevista exclusiva na página 168). “A inovação está no cerne de nosso negócio. É a partir dela que conseguimos fazer a diferença na vida das pessoas e dos clientes ao redor do mundo. Não poderíamos deixar de investir.”

No fim das contas, o ano mais difícil foi também o mais inovador. Em 2009, a empresa conseguiu bater um recorde histórico de seus 200 anos, depositando mais de 2 mil pedidos de patente – 8% a mais do que no ano anterior. Hoje, seis de cada dez inovações saídas dos laboratórios são para substituir um produto antigo. A meta de Ellen é reduzir este número e fazer com que pelo menos 50% das inovações feitas nos laboratórios sejam lançamentos. Alguns deles, vindos de novos celeiros de pesquisas, como o Brasil.

Mercados Emergentes

“Desculpe o barulho, viu?”, diz a engenheira química Ariana Azevedo Bottura, fechando a janela. “E desculpe essa tremedeira toda. Você está sentindo?” O barulho e a tremedeira na sala, causados pelas retroescavadeiras que trabalham ali perto, dão a noção de que alguma coisa está em transformação no terreno onde a DuPont montou seu laboratório de pesquisas no Brasil. Instalado na cidade de Paulínia, a 120 quilômetros de São Paulo, o lugar, batizado de Centro de Inovação Tecnológica, é a versão brasileira da Estação Experimental. Foi construído em plena crise e inaugurado no fim do ano passado. Engenheira formada pela Unicamp e ex-trainee da DuPont, Ariana é encarregada da infraestrutura da obra de Paulínia, onde até 2012 terão sido investidos R$ 14 milhões para a ampliação e construção de novos prédios – o que colocará o Brasil no mapa das pesquisas mundiais da companhia. O país, junto com as economias emergentes, ganhou uma importância estratégica inédita para a DuPont. Hoje, os emergentes respondem por 30% do faturamento, e devem alcançar 35% em 2012.

Antes, a criação de novos produtos era feita somente nos países desenvolvidos, onde havia mercado para eles. Depois, as inovações eram adaptadas para os mercados, digamos, menos robustos. Agora a lógica é outra – e o laboratório de Paulínia é um exemplo disso. De lá já estão saindo produtos concebidos especificamente para o mercado latino-americano, como o Armura, uma blindagem popular para automóvel que custa a metade do preço de uma tradicional. “A Armura jamais teria sido inventada por uma pessoa que não estivesse na nossa realidade. Por isso acreditamos que algumas inovações precisam ser criadas nos próprios países”, diz Ricardo Vellutini, presidente da DuPont no Brasil. A preocupação em trazer mão de obra qualificada de diversas áreas deverá aumentar nos próximos anos. Paulínia é o único dos 75 laboratórios da DuPont – excluindo Wilmington – que terá pesquisas em todas as áreas de negócios da empresa. Para tanto, segue o mesmo parâmetro de recrutamento de cientistas.

Natália Barros entrou na DuPont há quatro anos como estagiária, quando ainda era aluna de graduação em engenharia química na Unicamp. Hoje, aos 26 anos, cursa mestrado. Ela trabalha na área de embalagens e selagem. Duas vezes por semana é liberada para frequentar as aulas, já que a pesquisa de seu trabalho acadêmico é exatamente em polímeros de embalagem, assunto de grande interesse para a DuPont. Ela provoca, em tom professoral: “Você sabia que em um pedaço de plástico comum podem haver até sete camadas?”. E vibra enquanto corre ao computador para mostrar, em zoom microscópico, uma por uma as camadas de um plástico.

Questão de valores

Como se não bastasse formar e contratar pessoas com competências técnicas a DuPont também precisa recrutar cientistas com brilho nos olhos, como Natália. “Gastamos a sola do sapato e não poupamos esforços para encontrar as pessoas certas. Se encontramos, realmente vamos atrás para conseguir trazer para nós. E se não encontramos, preferimos deixar a vaga em aberto”, diz o indiano Patnaik, que faz parte do time de recrutamento da empresa nos Estados Unidos. E por encontrar a pessoa certa Patnaik não se refere apenas a conhecimento técnico. Ele se refere primeiro a uma lista de valores cultivados na empresa desde sua fundação e seguidos com um rigor quase religioso, como respeito à diversidade, ética nos negócios e preservação do meio ambiente.

Outra preocupação, quase paranoica, diz respeito à segurança. Não tente subir uma escada com as mãos livres dentro da DuPont. Alguém lhe falará gentilmente para colocar uma delas no corrimão. Nem pensar em começar uma reunião com o assunto principal da lista: todo encontro é iniciado com uma discussão de cinco a dez minutos sobre segurança. A preocupação com o assunto foi tanta ao longo do tempo que virou até uma área de negócios. A consultoria em segurança do trabalho, que já fatura US$ 400 milhões ao ano. A segurança é uma questão que remonta à origem da empresa. É necessário lembrar que o início da DuPont esteve ligado à delicada manipulação da pólvora, um material altamente perigoso. Mas a obsessão pelo assunto se intensificou ainda mais depois que uma tragédia assolou a família du Pont (a grafia do nome da empresa mudou e se transformou em uma palavra só). Como prova de que sua empresa era segura para os trabalhadores, Eleuthère du Pont construiu sua casa dentro do terreno onde se fabricavam os explosivos. A mansão de três andares ficava no topo de um morro, de onde ele podia observar o trabalho e também sentir o forte cheiro de enxofre. Em 1857, Alexis, o filho mais novo do patriarca, de 41 anos, morreu em uma explosão ocorrida em um dos galpões da empresa onde estavam fabricando pólvora. Resquícios, portanto, de uma época em que seu produto principal era de alta periculosidade, a segurança até hoje permanece como um dos valores fundamentais para a empresa. E tão arraigado que acaba se estendendo para a vida pessoal de quem trabalha na empresa. “Não consigo mais subir em uma escada se ela não tiver um ângulo perfeito de 60 graus”, diz a cientista Shu-Chien.

Se é certo dizer que a DuPont de hoje é uma empresa totalmente diferente do que era quando foi fundada graças à inovação, também é correto dizer que algumas de suas crenças permaneceram as mesmas ao longo de todos esses anos. Lição de centenária: não se consegue ultrapassar 200 anos sem inovação – mas também não se consegue ultrapassá-los sem uma forte lista de valores.

– Tecnologia X Forma de Estudar!

Uma discussão bacana: até onde os métodos tradicionais de estudo funcionam? Com o advento da tecnologia, estudar pode ser algo diferente. E nesta matéria, abaixo, uma reflexão: não estaríamos próximos do ensino oral, via computadores?

Interessante, extraído de Época Negócios, Caderno inteligência, pg 66-68.

AFINAL, A DECOREBA FUNCIONA?

POR Lelivaldo Marques Filho e Robson Viturino

Há muito os educadores discutem qual seria a melhor forma de aprender: a elaboração dos conceitos ou as técnicas de memorização? Em busca de uma resposta, a edição de janeiro da revista Science indica que, no futuro, é provável que a pedagogia empreenda algumas mudanças nos métodos de aprendizado. Segundo um estudo divulgado na publicação, estudantes estimulados a ler textos, resgatar e reconstruir o conhecimento em intervalos regulares obtêm melhores resultados do que os colegas que recorrem à criação de mapas conceituais – aqueles diagramas em que os “nós” representam conceitos e as conexões entre esses “nós” simbolizam a relação entre os conceitos.

Para confrontar as duas técnicas, os pesquisadores da americana Purdue University realizaram um experimento em que 200 alunos estudaram textos de diferentes disciplinas científicas. Na primeira prova, próxima das seções de estudo, não houve diferença significativa no resultado. No entanto, uma semana depois, quando se mediu o sucesso da retenção no médio prazo, o grupo que se valeu de técnicas de resgate regular da informação colheu resultados 50% melhores do que seus colegas. As avaliações incluíam tanto perguntas literais, cuja informação estava diretamente no texto, quanto questões que requeriam interpretação.

De acordo com os autores do estudo, Jeffrey D. Karpicke e Janell R. Blunt, atualmente há uma tendência entre pedagogos no sentido de encorajar práticas baseadas no “estudo elaborado” em detrimento da velha e boa releitura. Os maiores interessados no assunto estão no mesmo barco. Karpicke e Blunt dizem que os próprios estudantes, antes que vissem o que diz a pesquisa, avaliaram que a primeira técnica seria a mais eficiente para solidificar o aprendizado.

Para os pesquisadores, a prática de resgate das informações sugere uma nova visão de como a mente funciona. “O resgate não é apenas uma leitura do conhecimento estocado na mente – o ato em si de reconstrução do conhecimento aumenta o aprendizado. Esta perspectiva da dinâmica da mente humana pode pavimentar uma via para o desenho de novas atividades educacionais”, afirmaram, no artigo que ganhou as páginas da Science.

 

Máquinas acionadas pela voz e linguagem visual irão
aposentar a palavra escrita, afirmam cientistas


Estendendo o horizonte de discussão, alguns cientistas já estão estudando como seria o aprendizado em um mundo sem textos. O futurólogo William Crossman supõe que, em 2050, a palavra escrita vai ser uma tecnologia obsoleta e, acredite se quiser, cairá em desuso como forma de armazenar conhecimento. A interação com computadores que respondem a comandos de voz e o avanço da iconografia terão chegado a tal ponto que não se ensinará mais os alunos a ler e escrever, diz ele. Todo o conhecimento e as informações do dia a dia virão desses repositórios interativos e inteligentes de informação.

Em seu livro VIVO [Voice-In/Voice-Out]: The Coming Age of Talking Computers (algo como “A nova era dos computadores que falam”), Crossman chega a descrever com detalhes como seria um dia normal na vida de uma família embebida dessa cultura oral. Desde o despertar até o final do dia, as atividades de uma mãe e seus dois filhos em idade escolar são realizadas sem nenhum contato com informação escrita.

É uma alegoria do futuro, como várias que vimos no passado. Algumas se configuram e outras não. Mas vale a pergunta: será mesmo possível aprender com profundidade sem o distanciamento e a introspecção que a leitura exige? Ou essa questão é apenas fruto de nossa tendência de nos apegar ao que já conhecemos?

– A Polêmica do Óleo de Palma

Muito se fala de sustentabilidade. Mas veja que interessante: o óleo extraído da Palmeira, ecologicamente correto e um potencial insumo da natureza, tem sido defendido no Brasil; entretanto, tem sido condenado na Ásia.

Entenda a polêmica, extraída de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0977/sustentabilidade/oleo-palma-vilao-la-fora-mocinho-aqui-602555.html?page=2

ÓLEO DE PALMA: VILÃO LÁ FORA, MOCINHO AQUI?

Por Ana Luiza Herzog

A ONG ambientalista WWF afirma que ele é encontrado em metade de todos os produtos industrializados disponíveis em um supermercado. Creme de barbear, xampu, batom, chocolate, sorvete, macarrão instantâneo, repelente… É provável que todos eles tenham na fórmula o quase onipresente óleo de palma. E qual a explicação para essa popularidade? O óleo torna os sabonetes mais cremosos e os biscoitos mais crocantes. No caso de alimentos, oferece a vantagem de não possuir a famigerada gordura trans. Mas não é só por esses benefícios que ele é hoje o óleo vegetal mais consumido no mundo. A palmeira de dendê, que dá origem ao insumo, é produtiva como quase nenhuma outra. Um hectare produz, em média, 5 toneladas de óleo – no caso da soja, esse número é de meia tonelada. Isso explica por que o dendê tem sido também cada vez mais utilizado na produção de biodiesel. Mas todas essas qualidades são ofuscadas por um fato: a palmeira, que gosta de calor e umidade, é hoje uma das grandes vilãs do desmatamento das florestas tropicais da Indonésia e da Malásia, países asiáticos que hoje respondem por quase 90% da produção mundial de óleo de palma. O insumo barato e usado por várias indústrias é hoje também sinônimo de devastação, de ameaça de extinção de inúmeras espécies de animais e de toneladas e toneladas de emissões de gases causadores do efeito estufa.

O Brasil nunca foi um grande produtor de palma, embora a Região Norte, sobretudo o Pará, ofereça condições favoráveis ao plantio. Durante quase três décadas, apenas uma grande empresa, a Agropalma, que tem palmeirais no nordeste do Pará, se dedicou a plantar e a extrair o óleo. Com faturamento de 650 milhões de reais em 2009, a Agropalma respondeu por 70% da produção nacional, de 235 000 toneladas. Seduzidos pelos atributos do óleo, outras companhias, investidores e o próprio governo brasileiro estão se mexendo para mudar esse cenário. A Vale, associada a outra empresa brasileira, a Biopalma, investirá 500 milhões de dólares para participar desse mercado. A mineradora irá plantar 130 000 hectares de palmeiras no nordeste do Pará até 2014. Essa área, quase do tamanho da cidade do Rio de Janeiro, produzirá 160 000 toneladas de biodiesel – o suficiente para abastecer 200 locomotivas e outras máquinas que a Vale usa em sua operação na Região Norte. A Petrobras também começará a plantar palma no Pará em dezembro. O plano da estatal é ter na região 74 000 hectares. Em mais da metade dessa área, a Petrobras terá como sócia a empresa portuguesa de energia Galp, que pretende vender na Europa o diesel de fonte renovável produzido aqui. Grandes empresas do agronegócio têm planos semelhantes. “Investir em palma faz todo o sentido e estudamos essa possibilidade”, diz o presidente de uma das maiores multinacionais do agronegócio, que ainda não quer revelar o interesse da empresa no mercado.

Movimentos como esses começam a ser observados atentamente por ONGs ambientalistas, receosas de que a palma acarrete por aqui o estrago que fez na Ásia. “É importante definir as regras que vão nortear o crescimento desse mercado”, diz Marcello Brito, diretor da Agropalma e vice-presidente da Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável, organização internacional criada para promover boas práticas no setor. Algumas das regras a que Brito se refere já foram definidas. Segundo o programa de produção sustentável da palma, lançado pelo governo em março, só poderão ser usadas para o plantio áreas desmatadas antes de 2007. Especialistas também acreditam que um projeto de lei que proíbe o corte de vegetação nativa para o plantio de dendê, já encaminhado à Câmara dos Deputados, seja aprovado em breve.

Além disso, há uma percepção de que as empresas que pretendem lucrar com a palma não vão querer atrair a atenção de ONGs como o Greenpeace. Uma das defensoras das florestas tropicais da Ásia, a entidade vem travando embates com empresas produtoras de óleo de palma na região. Uma delas, a Smart, da Indonésia – uma das maiores do mundo -, é talvez a mais odiada pelos ambientalistas. Nessa briga, não sobra apenas para quem comete o crime, mas para quem é conivente. Por isso, grandes consumidores de óleo de palma, como Unilever e Nestlé, já tiveram escritórios cercados por manifestantes da ONG fantasiados de macacos – uma alusão à ameaça de extinção que o fim das florestas representa para os orangotangos na Ásia. “Se for bem conduzida, a produção do óleo de palma poderá gerar benefícios econômicos e ambientais para a Amazônia”, diz Walmir Ortega, diretor da ONG Conservation International. “Algo que a atividade pecuária da região, com sua baixa produtividade, não é capaz de fazer.” A experiência da Agropalma mostra isso. As 186 famílias que plantam dendê para a empresa em lotes de 10 hectares ganharam, em média, 1 910 reais por mês em 2009. A empresa também mantém, com a ajuda de 40 fiscais, uma área de mata nativa maior que a destinada ao cultivo – são 62 000 hectares, ante 40 000 de palmeirais. Há, porém, um risco: o de que a expansão da palma empurre para a floresta atividades menos rentáveis, como a própria pecuária. “Mas vamos montar um time de profissionais para monitorar isso de perto”, diz. Certamente, não será o único.

– Internet Brasileira mais lenta do que a da Etiópia:

Que a quantidade e velocidade dos pacotes comprados dos provedores da Internet não é real, parece lógico. Mas dessa eu não sabia: A Internet Brasileira é mais lenta que a da Etiópia!

Dá-lhe, país da Copa…

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/rodrigo-martins/2011/10/05/internet-brasileira-e-mais-lenta-que-a-da-etiopia/

INTERNET BRASILEIRA É MAIS LENTA QUE A DA ETIÓPIA

Por Rodrigo Martins

A banda larga brasileira está em 163º no ranking que mede a velocidade de acesso. Segundo estudo da Pando Networks, o Brasil está atrás de Nigéria, Haiti, Etiópia e Angola.

O Brasil também ganhou outro destaque: a de segunda cidade com conexão mais lenta do mundo. Itapema, em Santa Catarina, tem velocidade de apenas 61 kbps – o mesmo que a discada. Só perde para Algiers, na Argélia, com acesso a 56 kbps.

Por outro lado, a conexão com a internet mais rápida do mundo fica na Coreia do Sul, com 2,2 MBps. Depois, vem Romênia (1,9 MBps), Bulgária (1,6 MBps), Lituânia (1,5 MBps) e Letônia (1,4 MBps).

– Steve Jobs: mais que um Gênio Criativo, uma história de Vida

Todo mundo já disse o que tinha que ser dito sobre Steve Jobs, o fundador da Apple falecido ontem. Aliás, lançou o último produto e se foi. Enredo de filme.

Mas o mais curioso é a sua história de vida. Filho de árabe / sírio, abandonado, adotado pela família Jobs. E outras tantas coisas interessantes.

Seu legado durará muito tempo, certamente. O iPhone, iPad ou o novo iCloud são provas disso.

– A Crise da Kodak: Desafio Inglório?

Em seu blog, Josías de Souza, da FSP, traz um panorama triste sobre a Kodak. A gigante das fotos está a beira da concordata. Motivos: câmeras digitais e celulares com fotos.

Como o atraso na inovação foi preponderante para tal situação (extraído de: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2011-10-02_2011-10-08.html#2011_10-02_21_24_49-10045644-0)

ACOSSADA PELA MODERNIDADE, KODAK VÊ-SE EM CRISE

Imagine um macaco voltando à cena e perguntando para o homem: “valeu a pena?” Se o interrogado for um executivo da Kodak, dirá: “nem tanto, nem tanto!”

Gigante no mercado da fotografia convencional, a Kodak enfrenta desde a década de 90 o assédio da revolução tecnológica.

A gradativa diminuição da procura por câmeras analógicas e filmes fotográficos roeu-lhe a saúde financeira.

Em movimentos erráticos, a companhia fez incursões pelo mundo digital sem tirar o pé da velha canoa. Remou, remou e aportou na crise.

Aos 131 anos, a Kodak viu-se compelida a recorrer a um empréstimo de US$ 160 milhões.

Mais: contratou uma banca de advogados especializada em concordatas e no aconselhamento de empresas às voltas com a necessidade de reestruturação.

O empréstimo e o contrato com o escritório advocacia Jones Day fizeram o Mercado levar o pé atrás.

Na última sexta (30), a ação da Kodak ruiu 53,4%. Foi a US$ 0,78. Cotado na casa dos centavos, o papel da Kodak chegou a valer, em 1997, US$ 90 em Wall Street.

Gerard Meuchner, porta-voz da Kodak, veio à boca do palco para dizer que, “neste momento, a empresa não tem a intenção de pedir concordata”.

Um macaco olharia ao redor. Notaria a profusão de câmeras digitais e celulares com aparatos de imagem. E perguntaria: “até quando, Kodak?”

– Peixe Urbano: Porque os descontos chegam a quase 99%?

Ouvi na madrugada uma interessante entrevista de um diretor do site de compras coletivas Peixe Urbano (perdoem-me não anotar o nome dele) à Décio Clemente, na Jovem Pan.

Números interessantes: já fizeram 100 ofertas a R$ 0,01 (unicamente para divulgar o nome da empresa), possuem 13 milhões de usuários, o desconto mínimo de seus cupons é de 50% do valor do produto, chegando até 99% para empresas que simplesmente querem promover um produto ou serviço.

Nunca comprei nada por sites de compras coletivas, mas esses dados impressionam e atiçam. Total e-commerce/empreendedor/inteligente.

– As Celebridades Pagas do Twitter

Dias atrás, Rafinha Bastos, humorista do CQC, foi eleito o twitteiro mais influente do Brasil pelo jornal americano The New York Times. Muitos o seguem pelo fato de fazer humor, mas, disfarçadamente, ele usa seu twitter e seus seguidores como instrumento de propaganda.

Ele disse recentemente que “não tem o twitter patrocinado por ninguém, mas faz brincadeira em troca de pagamento oferecendo os produtos”.

Ué, isso não é patrocínio? Afinal, seu cachê é de R$ 4.000,00 para divulgar alguma ”brincadeira com o produto citado”. Portanto, quem o segue, saiba que quando faz menção a algum produto ou serviço, esse tuíte é pago por alguém. Nada ilegal ou imoral. Apenas negócios. Só não vale dizer que não é publicidade…

– Facebook passa o Orkut no Brasil

Demorou, mas aconteceu o esperado: Facebook passou o Orkut no Brasil.

E o Google+, o contra-golpe tão divulgado? Nem cócegas fez?

Os números da briga em www.veja.com.br/extras

– Ministro fala sobre iPad em Jundiaí

O Ministro da Ciência e Tecnologia Aloísio Mercadante disse que:

a fábrica de iPads em Jundiaí está pronta (…) e muitos duvidaram que isso aconteceria (…) Em dezembro os iPads estarão no mercado, será a primeira produção fora do território chinês.”

Ótimo. Mas… e aquela história – do PRÓPRIO MINISTRO COM A PRESIDENTE DILMA – de que com a chegada da fábrica, teríamos na cidade 300 mil empregos, cidade FoxConn, US$ 12 bi… Não era bem assim?

Quer comentar? Espaço aberto:

– A FIFA deveria imitar a FIBA? O Replay nos jogos!

Frase marcante de um árbitro ao utilizar a tecnologia para corrigir uma decisão durante o jogo:

Não queremos ver equipes comemorando a vitória por erro humano

Calma, não é no futebol, mas no basquetebol. A frase foi de Guilherme Locatelli, árbitro brasileiro no Pré-Olímpico de Basquete, que ocorre em Mar Del Plata. O replay possibilitou que alguns pontos fossem invalidados ou que decisões polêmicas fossem revistas.

A FIBA ousou. Mas e no futebol? E a FIFA? E o que você acha sobre isso? A FIFA deveria imitar a FIBA? Deixe seu comentário:

– Jacques Wagner e a Nova CPMF: Solidariedade!!!

O governador bahiano Jacques Wagner (PT-BA) é um fanfarrão. Sobre a proposta da volta da maldita CPMF (imposto que sempre onerou a população e nunca foi usado para ajudar a saúde), disse:

Não é um imposto, é uma taxa de solidariedade!”

Tá de brincadeira, né?

– 3G: a diferença entre Itupeva/SP e Primavera/PR

O Ministro das Comunicações Paulo Bernardo declarou que a tecnologia 3G na telefonia móvel chegaria aos mais distantes municípios do Brasil. E para celebrar o evento, saudou Primavera, de 10 mil habitantes, localizada no interior do Pará através dessa tecnologia.

Agora, vai aqui em Itupeva, do lado de Jundiaí, 60km de São Paulo, tentar usar o 3G da TIM. Não funciona nem a pau!

Aliás: Speedy e 3G em Itupeva têm sido um gravíssimo problema…

E você que é itupevense: concorda com isso ou não? Deixe seu comentário:

 

– Tectoy: da febre dos Mega Drivers ao Sumiço

Lembram-se de Master System e Mega Drive? Do Sonic? Pois é, eles eram do grupo Tectoy e foram sucesso no Brasil. Sabe o que aconteceu com a empresa?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254242-16642,00-A+TECTOY+PASSA+DE+FASE.html

A TECTOY PASSA DE FASE

A fabricante de games e brinquedos de maior sucesso no Brasil nos anos 90 vive uma crise que já dura 16 anos. Para sair dela, está virando uma prestadora de serviços

Por Guilherme Felitti

Muito antes de os cabelos ficarem grisalhos, no início dos anos 80, Fernando Fischer gastava horas brincando nos consoles Mega Drive. Seu jogo preferido era Castle of Illusion, onde Mickey Mouse resgatava a namorada Minnie de um castelo assombrado. Era um dos poucos videogames disponíveis no Brasil, pioneirismo da Tectoy, empresa que fazia a alegria de crianças e adultos fascinados pelos eletrônicos. Quem nasceu até o começo da década de 80 também deve se lembrar do ursinho falante Teddy Bear e da pistola Zillion, imbatíveis nas prateleiras. Pois bem. Essa Tectoy não existe mais. Caiu com a decadência da parceira japonesa Sega, que lhe garantia a exclusividade na venda dos melhores videogames da época. Como resultado, viveu os últimos 16 anos em crise, alternando produtos como quem tenta passar de fase em um jogo. Foi aí que Fischer voltou à história. O ex-cliente é o atual presidente da companhia.

Sua missão é tirar a Tectoy de seguidos prejuízos anuais iniciados em 1995. A intenção, agora, é abrir as portas das fábricas às empresas estrangeiras, tornando-se fornecedora de máquinas, mão de obra e logística. Fischer diz que existem negociações adiantadas com americanos, japoneses e chineses. Pode ser uma boa saída para retomar os tempos de grandes contratos e lucros fartos.

A primeira fase da Tectoy foi brilhante: ela vendeu 5 milhões de consoles do Master Systems e do Mega Drive e mais de 25 milhões de cartuchos, liderados pelo porco-espinho Sonic. Fora o Japão, não houve um mercado onde a parceira Sega tenha feito mais sucesso do que no Brasil. O jogo mudou de dificuldade para a Tectoy com o declínio da Sega. A desenvolvedora investiu em videogames que trocaram os cartuchos pelos CDs, mas estes nunca repetiram o sucesso dos antecessores. Os altos gastos no desenvolvimento e o baixo retorno obrigaram a japonesa a abandonar os consoles. Pior para a Tectoy.

Sem direção clara, a empresa passou os anos seguintes relançando produtos antigos na tentativa de reencontrar o sucesso (leia quadro). Lá fora, a briga entre Microsoft, Nintendo e Sony tomou as rédeas do mercado de games. A brasileira estava a anos-luz destes concorrentes. Em 2006, o endividamento correspondia a quase todo o seu patrimônio. Ou seja, a Tectoy estava prestes a falir. A primeira aposta de Fischer, pouco depois de assumir a presidência, foi apelar ao “DNA da empresa”: um novo videogame. Desenvolvido junto à Qualcomm, o Zeebo parecia o projeto perfeito para desafiar os índices galopantes de pirataria no Brasil – os jogos eram baixados por 3G. Doce ilusão. A pesada taxação de games e os altos custos no desenvolvimento tornaram o Zeebo caro demais e poderoso de menos para enfrentar o PlayStation 2, da Sony. O que deveria ser uma boia se tornou uma âncora – foram vendidos pouco mais de 30 mil consoles no Brasil, enquanto se esperava um número 20 vezes maior. Em vez da rentabilidade, o Zeebo aumentou a dívida. “Não fosse ele, a Tectoy já operaria no azul”, afirma Stefano Arnhold, presidente do conselho.

A empresa, então, deixou o projeto de lado, virou acionista minoritária na joint venture criada com a Qualcomm e tirou o Zeebo do seu dia a dia. Não eram os games, portanto, que garantiriam vida extra à Tectoy, mas a produção de DVDs, iniciada em 2003. Em cinco anos, o número de tocadores vendidos quadruplicou. Eles são, hoje, a principal fonte de receita da empresa. O restante vem, principalmente, dos consoles outrora campeões de vendas: com, no mínimo, 21 anos, os games respondem por um terço do faturamento da Tectoy. Enquanto alguns brasileiros se estapeiam para comprar iPads e iPhones, outros parecem blindados à rápida evolução da tecnologia: todo ano, ainda são vendidos quase 160 mil desses videogames por aqui. O Brasil é o único país que continua a produzir o Master System e o Mega Drive. Ainda assim, a Tectoy tem um balanço que cheira a naftalina.

É deste anacronismo que Fischer espera se livrar ao adotar a postura de porta de entrada para fabricantes estrangeiros de eletrônicos que queiram explorar o Brasil. “Fizemos uma sessão de terapia e vimos que tínhamos três coisas que caíam no mesmo cesto: manufatura de qualidade, habilidade excepcional com o varejo e áreas de pós-venda e call center”, diz. A estratégia é aproveitar o movimento de empresas estrangeiras que, para evitar a alta carga tributária, investem na fabricação nacional de eletroeletrônicos. Empresas que queiram produzir no Brasil sem investir em fábrica, estrutura logística ou telemarketing são o alvo da Tectoy. “Se o cliente quiser um dos serviços, tudo bem. Se quiser os três, tudo bem. É o nosso ‘kit McDonalds’.” Foi o caso da Humax, primeira parceria fechada no final de 2010. Pelo contrato de três anos, a Tectoy será um dos fornecedores de set-top boxes usados pelos clientes do serviço de TV por assinatura Sky. O centro da estratégia da Tectoy é sua fábrica em Manaus. Quanto maior a demanda da Sky, mais set-top boxes saem dali. Em um ano, a capacidade da fábrica foi quintuplicada e o número de funcionários mais que dobrou. Ainda assim, ela vem operando perto do limite e um novo contrato nos moldes deste exigiria uma segunda instalação.

Com a Humax, a empresa quebrou uma tradição financeira carregada desde sua fundação: como se especializou em vender brinquedos, os balanços da Tectoy sempre dependeram excessivamente do segundo semestre, com o Dia das Crianças e o Natal. Só nos primeiros seis meses de 2011, a Tectoy já faturou quase 80% da receita do ano passado inteiro. No novo balanço que Fischer espera apresentar em 2012, a prestação de serviços deverá ser a segunda fonte de receita. E, com o natural declínio da venda de DVDs, poderá se tornar o carro-chefe nos próximos anos. Parece um bom caminho para a Tectoy parar de perder dinheiro. Sob as rígidas regras da Comissão de Valores Mobiliários que regulam empresas de capital aberto, Fischer apenas meneia a cabeça quando questionado se, depois de 16 anos, a empresa voltará a dar lucro.

Ao tentar tirar seu visto para os Estados Unidos, o presidente encontrou uma atendente no consulado americano que lhe deu preferência quando viu a marca nos documentos. “Você trabalha na Tectoy?”, ela perguntou. Fischer torce apenas para que o prestígio da marca não se resuma a episódios como o do consulado – uma lembrança na cabeça de garotos e garotas agora crescidos.

– Os Incentivos de Compra e Venda que as Empresas Oferecem Via Twitter:

Cada vez mais, o miniblog twitter tem-se tornado uma ferramenta de muita utilização pelas empresas. A onda agora é promover através dele sorteios, premiações e gincanas, visando o aumento das vendas.

Extraído de: IG (clique aqui para citação)

PROMOÇÕES, PRÊMIOS E CONCURSOS

Em menos de um ano, empresas brasileiras atraíram milhares de seguidores no Twitter. Para “fisgar” os usuários e potenciais consumidores, elas oferecem promoções-relâmpago, descontos generosos, concursos culturais e até mesmo sorteio de prêmios.

Em junho, por exemplo, a loja virtual Submarino, lançou uma promoção exclusiva no Twitter que premiou com “um cinema em casa” o seguidor que melhor respondeu a pergunta “O que você faria para conquistar milhares de amigos?”. O inusitado na promoção era que o prêmio “engordava” caso o Submarino atingisse metas de seguidores, indo de um aparelho blu-ray e seis filmes (para 12.999) até um kit mais completo (acima de 15 mil seguidores).

A condicionante fez com que os participantes replicassem muitas vezes a chamada da promoção no Twitter, atraindo curiosos e interessados. Como resultado, o perfil da loja, que na época contava com menos de 13 mil seguidores, passou dos 15 mil e atingiu o prêmio máximo: uma TV de plasma full HD de 50 polegadas, com home theater, um aparelho blu-ray e seis filmes. Hoje, a empresa é a mais popular entre os perfis corporativos brasileiros no Twitter, com aproximadamente 25,6 mil seguidores (número apurado pela reportagem na última sexta-feira).

Nos EUA, a fabricante de computadores Dell já lucrou mais de US$ 3 milhões em vendas realizadas a partir de links postados no Twitter. Para os consumidores brasileiros, a Dell lançou um perfil em fevereiro deste ano e conta com mais de 11,3 mil seguidores. Na ferramenta, a empresa divulga promoções e responde dúvidas de usuários. “O objetivo principal da Dell é ter a possibilidade de se relacionar de forma mais direta com os nossos clientes. Queremos ouvi-los”, afirma Mirvane Goulart, gerente sênior de marketing online da Dell para América Latina.

“Existe sim a divulgação de ofertas, concursos culturais e eventuais ações exclusivas para nossos seguidores, mas sempre observando que o objetivo principal não é a venda e sim relacionamento”, enfatiza Mirvane.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

– Steve Jobs deixa a Apple

O que dizer de Steve Jobs? Fundou a Apple, e foi demitido pela própria empresa.

Voltou à organização. E mesmo com transplante de fígado, câncer de pâncreas e diversas licenças médicas, colocou a empresa como a número 1 do mundo (em qualquer setor de atividade). Seu valor na bolsa corresponde à soma dos 32 maiores bancos europeus!

Graças à suas idéias inovadoras, como o iPhone e iPad, a Apple se salvou de maus momentos e se tornou a referência.

Tim Cooks, seu sucessor, está preparado, segundo a mídia especializada.

Steve Jobs é o novo Henry Ford dos dias atuais? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5311627-EI15608,00-Steve+Jobs+renuncia+como+CEO+da+Apple.html

STEVE JOBS DEIXA A APPLE

O cofundador da Apple Steve Jobs renunciou nesta quarta-feira como CEO da companhia. O executivo vai presidir o conselho de administração da empresa. O diretor de operações da Apple, Tim Cook, assume como CEO da empresa, por indicação do próprio Steve Jobs. Em carta dirigida aos diretores da Apple, Jobs afirma que fez os melhores amigos da sua vida na empresa. “Sempre disse que, se chegasse o dia que eu não poderia mais cumprir minhas funções e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a informar. Infelizmente, esse dia chegou”, diz a nota.

“A extraordinária visão e liderança de Steve salvou a Apple e guiou-a para a sua posição como empresa mundial de tecnologia mais inovadora e valiosa”, afirma em nota Art Levinson, presidente da Genentech, em nome do Conselho de Administração da Apple. “O Conselho tem total confiança de que Tim é a pessoa certa para ser nosso próximo CEO”, afirmou. “Os 13 anos de serviços de Tim para a Apple têm sido marcados por um excelente desempenho, e ele tem demonstrado notável talento e bom senso em tudo que faz”, diz.

Histórico de licenças médicas

Jobs estava em licença para cuidados de saúde desde 17 de janeiro deste ano. O executivo se afastou da empresa sem revelar o motivo da saída e sem dar prazo para retornar. A saúde de Jobs virou notícia em 2004, quando ele anunciou que passara por uma cirurgia para remover um tipo raro de câncer pancreático, diagnosticado em 2003, e que a operação fora bem-sucedida. Depois, em 2009, Jobs fez um transplante de fígado e ficou afastado da companhia que fundou ao lado do engenheiro Steve Wozniak por vários meses.

Durante as três licenças de Jobs, foi Tim Cook quem ficou a frente da companhia. Cook entrou para o time da Apple em 1998, depois de passar pela Compaq e pela IBM, logo após o próprio Jobs ter retornado à empresa. Eficiente, tão logo chegou tratou de fechar unidades próprias, vender estoques e tomar outras medidas para que a empresa reduzisse os custos e continuasse a ser viável; em seguida fez acordos com fabricantes asiáticos para produção de alguns componentes. Foi ganhando a confiança de Jobs até chegar a ser o segundo em comando na Apple.

– Revoluções e Analfabetismo Digital

Em atividade com alunos do Segundo Semestre de Adminsitração de Empresas, debatemos sobre as revoluções do século XXI. E, diferente da Revolução Industrial da virada do século XXI/XX, onde as mesmas eram paulatinas, a Revolução Tecnológica que vivemos diariamente causa certo temor aos discentes, e por um motivo: A VELOCIDADE DA MESMA.

Um consenso: quem não se atualizar, será analfabeto digital e estará em desvantagem no mercado de trabalho. Sinal dos tempos.

– Escute o Chinês que Desafia a Apple…

Jonney Shih é o chinês que inventou o Netbook. Ele quer superar a Apple a todo custo, e sua empresa, a Asus, tem crescido fenomenalmente.

Em entrevista exclusiva à IstoÉ Dinheiro, Ed 722, pg42-43, disse que ter sucesso nos lançamentos de produtos é fácil, pois:

Tudo se resume ao desejo dos consumidores. Podemos criar muitas inovações apenas olhando para o comportamento das pessoas”.

 Falou e disse! É isso aí, marqueteiros e inovadores. Aprendamos com o chinês.

– Google comprará a Motorola Celulares!

 

Num dos maiores negócios dos últimos tempos, o Google anunciou nesta segunda-feira que comprará toda a divisão de Celulares da Motorola por US$ 12,5 bilhões!

 

Uau! Negócio de gente grande.

 

É evidente que o tão aguardado Celular Google surgirá daí. O sistema Android para concorrer com o Safari da Apple é outra prova.

 

Sabem quanto de ágio nas vendas de ações comumente comercializadas pela Bolsa? Mais de 60%.

 

Ah se eu tivesse ações da Motorola… rsrs