– Champions League, Barça X Chelsea, Tecnologia e Arbitragem

Ontem a tarde vimos porque o futebol é um esporte fascinante. O favorito, encantador e melhor do mundo Barcelona sucumbiu ao pragmático, rico e eficaz Chelsea.

Ora, poucos esportes permitem que “o teoricamente mais competente” fracasse. E o futebol é um deles. Não pelo fato do Chelsea ser um time fraco e a classificação uma surpresa, ao contrário: o combate se resumia num Barcelona Fortíssimo e Favoritíssimo X Chelsea Forte; mas pelo momento dos catalães. Enfim: jogo de alto nível e fim de conversa.

Sobre a arbitragem de ontem, dois lances que 20 anos atrás não seriam percebidos: a agressão de Terry e a infração de Drogba.

John Terry atingiu com uma joelhada as costas de seu adversário Alexis Sanches, fora do lance. O árbitro flagrou e o expulsou. Correto. Mas será que em outros tempos (principalmente na Libertadores da América) tais lances não seriam “esquecidos”? Com poucas câmeras, fora do lance, os árbitros costumavam não se comprometer. Como justificar uma expulsão em lance que só ele viu? As mesmas câmeras que dificultam a vida dos árbitros, por serem numerosas e flagrarem além do campo de visão dos árbitros, acabam por ajudá-los, em lances específicos como esses. Basta coragem de aplicar a regra. No Camp Nou, com o mundo vendo, foi fácil. Mas sem TV, no interiorzão…

Drogba tentou um carrinho na bola e atingiu Fábregas. Reparem que o jogador do time londrino atinge o adversário no pé direito, estando do lado direito de ataque da equipe catalã. O que isso significa? Que o corpo do atleta costamarfinense, durante o lance, provavelmente encobriu o toque ocorrido. E observando a posição do árbitro naquele momento, não tenho dúvida de que não viu a infração. É um lado cego, sem possibilidade do árbitro tomar a decisão correta. Ali, só um adicional ou bandeira poderiam ter visto (e foi o que aconteceu).

Assim, fica a reflexão: num jogo de alto nível, de tamanha importância e audiência mundial, por quê não incrementar ainda mais o uso da tecnologia no futebol?

Àqueles que reclamam do conservadorismo do futebol, vale lembrar: a inovação sempre aconteceu no futebol; lenta, mas perene. A introdução dos árbitros, do apito, dos cartões, dos 6 segundos, do impedimento com 2 atletas, das substituições… tudo isso é evolução! Aceitar a tecnologia e maior número de árbitros também é. As Regras do Jogo não são (e nem devem ser) imutáveis; mas devem se inovar como os esquemas táticos, materiais de jogo, equipamentos, e outras tantas coisas. É só comparar as regras e sistemas de jogo de 100 anos e os de hoje, para vermos o quão serão diferentes.

Ficaremos no dilema: se a tecnologia diminuir as injustiças, diminuiriam-se as polêmicas? Talvez. Embora a essência do futebol possa ser a discussão (e os erros dos árbitros são fundamentais para gerar debates), teremos que escolher: jogos mais justos ou jogos mais polêmicos? O que é melhor para os clubes, para os torcedores e para os demais envolvidos (imprensa, patrocinadores, federações)? Junte isso a questão: qual será a dosagem ideal da tecnologia no futebol (como, em que momento, em quais jogos…)?

Por fim: um pitaco sobre a paixão do torcedor – Messi, em Londres, perdeu bisonhamente uma bola no meio de campo e desse lance veio o lançamento a Ramires e a conclusão de Drogba. Em Barcelona, Messi perdeu um pênalti decisivo. Dois jogos e duas falhas… Jogos em que um craque teve momentos de cabeça de bagre. Mas meu funcionário, após o jogo, disse: “sempre falei que esse argentino era um jogador muito bom, mas que nunca dava para compará-lo com Maradona, muito menos com Pelé.”

Lionel Messi cai de número 1 do mundo para o inferno em dois jogos. Como o torcedor não perdoa mesmo…

– Faculdade que não tem aula às 6as feiras?

Parece virar modismo: diversas faculdades estão acrescentando em suas grades atividades não-presenciais às 6as feiras. E agora, o efeito colateral: alunos que eram da Uniban, assimilados pelo novo gestor, a Anhanguera, segundo o Estadão de hoje, farão protesto contra o excesso de matéria on-line!

Extraído de OESP, 23/04/2012, pg A14

ALUNOS DA ANHANGUERA RECLAMAM DE AULAS ONLINE

Estudantes de câmpus da zona norte realizam protesto hoje contra ‘precarização do ensino’

Por Carlos Lordelo

Alunos do grupo educacional Anhanguera fazem hoje à noite mais uma manifestação contra o que classificam de “abandono e precarização do ensino”. Os estudantes reclamam de problemas de infraestrutura, da demissão de professores e da implementação de atividades online que deixam os câmpus vazios sobretudo nas noites de sexta-feira.

Desde o início do ano protestos semelhantes têm ocorrido em várias unidades da instituição. Desta vez, a mobilização será na Uniban da Rua Maria Cândida, na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo.

A Anhanguera Educacional, cujas ações são negociadas em bolsa, é o maior grupo privado de ensino superior da América Latina. A companhia fechou 2011 com valor de mercado de R$ 2,93 bilhões. No ano passado, comprou a Uniban, na maior aquisição da história do setor no País. Ultrapassou a marca de 400 mil alunos e consolidou a posição de liderança com 73 câmpus e 500 polos de educação a distância espalhados pelo Brasil.

O modelo pedagógico do grupo se baseia na utilização do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) como ferramenta de apoio a todos os seus cursos. No site, os alunos têm acesso a videoaulas, apostilas e exercícios e devem discutir os assuntos em fóruns e chats. A prática está de acordo com portaria do Ministério da Educação (MEC) que deixa as instituições de ensino oferecerem até 20% da carga horária das graduações em módulos semipresenciais. As avaliações têm de ser presenciais.

Demissões em massa. Mas os estudantes da Anhanguera reclamam da qualidade das atividades, de problemas para acessar o material e da falta de acompanhamento de professores e tutores. Os sindicatos de docentes, por sua vez, falam em demissões em massa, corte de custos e subversão das orientações do MEC.

O aluno do 3.º ano de Educação Física Gunther Hager, de 37 anos, diz que o seu link da AVA só foi habilitado há 15 dias. Segundo ele, a própria coordenação do curso avisou à turma que não se preocupasse com o tempo perdido. “Falaram que era só fazer um trabalhinho depois. Você acha que eu vou me matar para assistir a 30 horas de aula para depois fazer um trabalhinho?”

Como as atividades são online, os estudantes não se sentem obrigados a ir à faculdade às sextas-feiras. Os colegas de Hager até alugaram um campo de futebol para jogar bola no “horário livre”. Enquanto isso, o câmpus fica praticamente deserto.

O Estado esteve na unidade da Maria Cândida na semana passada e encontrou corredores vazios. Em algumas salas havia aula e, em outras, pequenos grupos de alunos se reuniam para discutir trabalhos. No câmpus são oferecidos 16 cursos de graduação.

O aluno do 2.º ano de Direito Wilson Santos, de 37, vai à Uniban assistir a palestras visando a somar horas de atividades complementares. A de sexta-feira foi sobre aposentadoria. “A galera que não está nem aí gosta de não ter aula. Aposto que a esta hora não tem ninguém estudando.”

Calouro de Fisioterapia, Paulo Rogério, de 45, só tem duas aulas às quintas e sextas-feiras. Ainda não conseguiu acessar o AVA, embora afirme estar em dia com a instituição. “Estou pagando para ter 20% a menos de aulas.”

Segundo o presidente da Federação dos Professores do Estado de São Paulo, Celso Napolitano, cerca de 1,5 mil docentes, a maioria mestres e doutores, foram demitidos da Anhanguera nos últimos meses.

Os professores são a matéria-prima que dão qualidade ao ensino superior“, reclama.

– Geração Y e a Realidade Profissional

Muito se tem falado sobre os profissionais mais jovens, conectados e familiarizados às novas tecnologias. Mas qual é a verdadeira realidade profissional deles hoje?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Primeiro-Plano/noticia/2012/04/eles-cairam-na-real.html

Eles caíram na real

Acostumados a mimos e salários atraentes, os jovens ajustaram suas expectativas diante da crise financeira global

LUCIANA VICÁRIA (TEXTO), MARCO VERGOTTI, RODRIGO FORTES, GERSON MORA E ALEXANDRE LUCAS (GRÁFICO)

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  A geração do milênio, formada por quem nasceu a partir da década de 1980, começou a carreira de forma atípica. Eles tiveram boa educação e deram a sorte de entrar no mercado num momento favorável, com empresas dispostas a pagar benefícios raros a iniciantes e salários bem acima da média, incluindo bônus, premiações e horários flexíveis de trabalho. “Era a única forma de reter essa turma tão disputada”, afirma João Lins, da consultoria PricewaterhouseCoopers (PWC). Não mais. Com os desdobramentos da crise financeira global, o mercado cortou os excessos. A oferta de vagas diminuiu, e a nova geração teve de fazer concessões, mostra uma pesquisa iné-dita da PWC. Ela compara dados de 2011 com os de 2008, antes da crise. O levantamento foi feito em 75 países, entre eles o Brasil. Trabalhadores americanos e europeus foram os que mais perderam benefícios. Boa parte dos jovens (32%) diz que aceita ganhar me-nos do que supõe merecer e 15% topam trabalhar em empresas distantes de sua residência, algo pouco comum há cerca de três anos.

PWC e Organização Internacional do trabalho)As marcas de uma geração antenada (Foto: Fontes: PWC e Organização Internacional do trabalho)

– Facebook já é o Site de Maior Audiência no Brasil

No último sábado, o Facebook se tornou o site mais acessado do país. Segundo uma pesquisa divulgada hoje (perdoem-me a falta de citação), a rede social Facebook foi visitada por 10,86% dos internautas, contra 10,85% do site buscador Google.

Enquanto isso, o Orkut definha e o Google+ engatinha. Sou usuário também do Google+, e é nítido que estão trabalhando ferozmente na ferramenta social. Mas, para popularizá-lo, levará muito tempo ainda…

– Inovação: Grana ou Competência para que ela se torne Realidade?

Sempre questionei a relação Competência Financeira X Competência Intelectual. Nem sempre ter dinheiro significa ter sucesso.

Vejam só: o conhecidíssimo Clemente Nóbrega, em seu enésimo excepcional artigo, escreveu a respeito dos investimentos minguados no Brasil em INOVAÇÃO. E desafia: se investirmos mais dinheiro, teremos mais inovação?

Ele duvida. Responde que nem sempre dinheiro se transforma em bons resultados.

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177094-16644,00-O+FATOR+DECISIVO.html

O FATOR DECISIVO

O Brasil investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB. Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido. 

Em um artigo publicado em 2007, mostrei a correlação entre incompetência para inovar e instituições fracas – não há inovação sem que na sociedade haja confiança institucionalizada. Pesquisas mostram que não melhoramos nisso, mas temos outros pecados também. Fala-se que o país investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB (países ricos, duas ou três vezes mais). Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido. Eu não aumentaria investimentos, rearranjaria recursos que já estão no sistema. Veja só. No mundo da gestão (de qualquer coisa, privada ou pública), só o que legitima é resultado – output, não input. Sucesso não é medido pelo que entra no sistema, mas pelo que sai dele. Não número de policiais nas ruas, mas redução de crimes. Não campanhas de vacinação, mas diminuição de doenças. Claro que inputs são aproximações – proxys, como dizem, para resultados esperados, mas um gestor que se limita a proxys não é um gestor, é um burocrata.

A Apple – empresa mais inovadora do mundo – investe bem menos em inovação do que a média das empresas de tecnologia, mas obtém muito mais resultado. É mais produtiva em inovar. Numa empresa, os dirigentes estabelecem diretrizes (metas a atingir e meios para que sejam alcançadas). Ex: “Queremos que, dentro de cinco anos, 20% de nossas receitas estejam sendo geradas por produtos que não existem hoje”. Os recursos que vão ser alocados para que a diretriz seja cumprida dependem da meta a alcançar, não é simples? O que as empresas inovadoras têm são processos gerenciados em função de metas de output de inovação. Assim: “Se tudo continuar sendo feito como vem sendo feito, cresceremos ‘x%’ ano que vem. Mas se quisermos inovar, então, em cima de ‘x%’, colocaremos, digamos, mais um ou dois pontos percentuais, que têm de vir de inovações. Ficando no ‘papai &mamãe’, cresceríamos 20%, mas a meta é 22%. Esses 2% além do ‘esperado’ são inovação na veia. O investimento para chegar lá será um percentual desse ‘extra’ que espero obter (um percentual aplicado aos 2%). Os 2% de inovação terão de ser desdobrados por todas as áreas produtivas da empresa. Cada uma dará sua contribuição para o todo. Não sabem como fazer? Treine-os, há método para isso. A unidade bateu sua meta de inovação? Prêmios, bônus, fanfarras. Não bateu? Bem, o que acontece com um vendedor que não vende? Com um financeiro que não planeja o fluxo de caixa? Não há mistério. É gestão pelas diretrizes. Tem meta, prazo, responsabilização e plano de ação. A cada período tudo se repete – um delta além do ‘papai &mamãe’, incorporando os ganhos do período anterior”.

A Apple investe bem menos em inovação do que a média, mas obtém muito mais resultado

Órgãos fomentadores de inovação devem parar de se medir pelo dinheiro que injetam no sistema, como se isso garantisse resultado. Sem gestão, não garante. O input que conta é conhecimento, mais que dinheiro. Atenção: o investimento em inovação (como percentual do resultado) tem de diminuir com o tempo, mas riqueza nova tem de ser criada continuamente. Possível, mas só com gestão da inovação.

* Clemente Nobrega é físico, escritor, consultor de empresas e autor do blog Ideias e Inovação no site de Época NEGÓCIOS

– Lenovo quer adquirir a CCE

Um grande negócio a vista: A chinesa Lenovo (que é dona da americana IBM), quer comprar a CCE do Brasil e reposicionar a marca. O negócio é especulado em 1 bilhão de reais, e seria mais um canal de entrada da marca no Brasil, já que ela tentou comprar a paranaense Positivo e não conseguiu.

A meta não é popularizar a Lenovo, mas melhorar a CCE para incomodar os líderes de notebooks: HP e Positivo.

Vingará a proposta? Os chineses desta empresa costumam ser agressivos nas negociações.

– O Uso Desmedido das Redes Sociais

Você se sente vazio por não acessar a Internet? Fica conectado direto no Facebook, Twitter e Orkut? Gosta de aparecer nas Redes Sociais?

Cuidado: você poder ser viciado na Web! Entre “Influência, Dependência e Narcisismo”

Extraído de: http://is.gd/jjggg7

REDES SOCIAIS: ENTRE INFLUÊNCIA, DEPENDÊNCIA E NARCISISMO

Por Fernando Meixa

Los Angeles (EUA), 1 abr (EFE).- As redes sociais mudaram durante os últimos anos o modo como muitas pessoas se relacionam no dia a dia, e se transformaram não só em ferramentas capazes de dar voz ao cidadão, mas também de acentuar transtornos de personalidade.

Estudos recentes confirmaram a crescente necessidade de muitos usuários de estarem permanentemente conectados para interagir com seus amigos por meio de plataformas como o Facebook, a mais popular das redes sociais ou outros serviços de mensagens através do telefone.

“As redes sociais viciam porque as pessoas querem passar mais tempo nelas para ver como os outros respondem a tudo que é compartilhado pelo usuário”, disse à Agência Efe Brian Solis, analista da empresa de consultoria Altimeter Group.

Desse comportamento é possível reconhecer sintomas comuns em qualquer dependência, como confirmou um experimento feito em 2011 pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, no qual se pediu a mil universitários de 37 países que passassem 24 horas sem internet e outros meios de comunicação.

Após um dia sem contatos na rede, cerca de 20% dos estudantes manifestaram uma síndrome de abstinência tecnológica com sentimentos de “desespero”, “vazio” e “ansiedade”, respostas que se relacionam a uma pesquisa realizada pela empresa tecnológica TeleNav, nos EUA, há menos de um ano.

Mais da metade dos consultados afirmou que preferia ficar sem chocolate, álcool e cafeína durante uma semana do que deixar de usar temporariamente seus telefones.

Campanhas como o Dia Nacional da Desconexão, que comemora nesta segunda-feira nos EUA sua terceira edição, tentam conscientizar os internautas a um uso mais saudável das redes sociais, que podem provocar um narcisismo patológico, anunciou um estudo publicado neste mês na revista “Personality and Individual Differences”.

Após analisar os hábitos no Facebook de quase 300 pessoas entre 18 e 65 anos, os pesquisadores encontraram evidências de dois elementos socialmente prejudiciais próprios do narcisismo, como a ânsia de protagonismo e a vontade de se aproveitar dos outros.

De acordo com os pesquisadores, essas atitudes eram mais perceptíveis nos usuários que tinham mais amigos na rede social, atualizavam sua conta e foto de perfil com mais frequência e reagiam mais agressivamente aos que os criticavam no Facebook.

O peso adquirido pelas redes sociais chegou a um ponto que, segundo a Universidade de Maryland, a forma como as pessoas se relacionam nelas contribui para criar a identidade do usuário frente aos outros e até a ele mesmo, algo que não precisa ser necessariamente negativo.

“Qualquer pessoa tem a oportunidade de se tornar famoso no mundo digital e as companhias e as marcas já perceberam que podem conseguir bons resultados quando se relacionam com gente que conseguiu ter um status na rede”, explicou Solis, autor do recente relatório “The Rise of Digital Influence”.

Nesse trabalho, elaborado como um guia para ajudar as empresas a tirarem proveito das redes sociais, o analista indicou a importância da figura do internauta influente nesse novo entorno virtual.

Um dos exemplos destacados por Solis sobre o poder que as redes sociais dão ao consumidor foi o caso do músico Dave Carroll, cujo violão foi danificado em um voo da United Airlines. A companhia aérea se negou a pagar e o músico protestou no YouTube.

Carroll compôs a música “United Breaks Guitars” (United quebra violões) e lançou três vídeos que tiveram 11 milhões de visitas, o que levou a companhia aérea a aceitar cobrir os custos, apesar de o artista ter afirmado que já não estava mais interessado.

O prejuízo financeiro da imagem da United pelos vídeos de Carroll, segundo o relatório de Solis, representou uma perda de US$ 180 milhões em valor de mercado.EFE

– Inovação para Sobrevida do Laboratório EMS

Ou a empresa entra nessa nova onda dos remédios biológicos e diversifica, ou desaparece daqui a 5 ou 10 anos

Carlos Sanchez, do laboratório EMS.

Abaixo, matéria interessante da Época Negócios (Ed Março 2013, pg 114-117, por André Vieira) sobre as estratégias de inovação para a sobrevivência da EMS. Lições que empresas de qualquer ramo deveriam utilizar:

EXISTE VIDA ALÉM DOS GENÉRICOS?

Santo remédio, os genéricos. Graças a eles, a família Sanchez transformou um laboratório modesto – nascido de uma pequena farmácia – num bilionário grupo farmacêutico. Emiliano Sanchez começou a saga, há meio século, e emprestou suas iniciais à empresa: EMS. Seu filho, Carlos, deu continuidade ao empreendimento. Mas foi o governo quem providenciou o salto, ao criar, no início dos anos 2000, uma política de saúde que incentivava a produção de cópias de medicamentos de marca. Aí foi só o EMS farejar os remédios de grande apelo comercial, copiá-los, colocá-los no mercado antes dos rivais e dirigir uma força de vendas capaz de atingir uma quantidade enorme de farmácias. De um faturamento de R$ 300 milhões em 2000, o laboratório fechou 2011 com quase R$ 2,1 bilhões em receitas. “Dobramos de tamanho nos últimos três anos”, diz Carlos Sanchez. “E vamos dobrar novamente nos próximos quatro, pode apostar.” O desafio agora é que o santo remédio para o crescimento da EMS terá de ser outro: os biossimilares, que reproduzem resultados semelhantes aos dos medicamentos biológicos – um tipo de droga que mudou a forma como são combatidas doenças crônicas como hepatite A e B, artrite, psoríase e diversos tipos de câncer.

Diferentemente dos medicamentos tradicionais, que se espalham pelo corpo para combater o mal, os biológicos atacam um alvo específico, a célula doente. São como anticorpos de laboratório, obtidos a partir de proteínas extraídas do cultivo de células vivas. Produzir uma versão idêntica à de um medicamento biológico não é possível com a tecnologia de hoje. Mas é perfeitamente viável chegar a resultados similares ao da droga de referência seguindo processos semelhantes de desenvolvimento e estudando seus efeitos. Trata-se de um mercado altamente promissor. Nos próximos cinco anos, poderosas drogas biológicas como Herceptin, Enbrel, Mabthera, Remicade (usadas no combate ao câncer, diabetes e artrite reumatoide) vão perder patentes. Na versão biossimilar, elas terão custos de 10% a 20% menores do que os originais. Dados da consultoria IMS Health indicam que as vendas mundiais de biossimilares vão variar entre US$ 1,9 bilhão e US$ 2,6 bilhões em 2015, um valor infinitamente maior do que os US$ 378 milhões alcançados nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2011. Em 2016, espera-se que oito dos dez medicamentos mais vendidos no mundo sejam biológicos.

O plano B: Sanchez reestrutura seu grupo e investe em outros setores

A partir deste mês, o grupo fará mudanças em sua estrutura, criando uma holding controladora de suas quatro empresas farmacêuticas – EMS, Germed, Legrand e Nova Química. Com essa reorganização, Sanchez planeja manter a empresa EMS na sua mão. Ele admite, porém, a possibilidade de abrir o capital das demais empresas.

No ano passado, Sanchez desembarcou em Porto Alegre para buscar dicas valiosas do empresário Jorge Gerdau sobre governança corporativa. Ele não queria conselhos de banqueiros nem de gente do próprio setor. “Gerdau tem experiência no assunto”, afirma Sanchez, que também costuma conversar com Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza. Outra iniciativa do empresário é ampliar seus negócios fora da área farmacêutica – a empresa já tem uma construtora, a ACS Incorporadora. Sua meta: faturar R$ 8 bilhões em quatro anos, em todos os seus negócios.

Parcerias estrangeiras

O EMS já submeteu quatro biossimilares à avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Também faz parte de um pool de empresas nacionais que negocia com o BNDES a formação de um fundo para investir neste tipo de medicamento – Aché, União Química e Hypermarcas são algumas das companhias interessadas em participar do consórcio. No front externo, o laboratório costura parcerias com empresas estrangeiras. A primeira ocorreu no final de 2009 com a chinesa Biomabs, de Xangai. Prevê o fornecimento de seis medicamentos biológicos, além da transferência de tecnologia para produção no Brasil. A segunda aliança foi firmada em 2011 com a sul-coreana Isu Abxis. A fabricante irá fornecer ao EMS a imiglucerase, uma terapia para reposição de enzimas em pacientes portadores da doença de Gaucher, enfermidade genética que afeta cerca de 600 pessoas no Brasil. Hoje, o Ministério da Saúde paga cerca de R$ 200 milhões pela droga do laboratório Genzyme, controlado pela Sanofi-Aventis, para tratar esses pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Isu também desenvolve na Coreia a cópia do Herceptin, que perderá patente até 2015 e que rendeu US$ 5,6 bilhões em vendas à suíça Roche no ano passado. Recentemente, Sanchez esteve em Cuba, durante a visita da presidente Dilma Rousseff ao país, e aproveitou para engatar novas parcerias. Segundo o empresário, a expectativa é que os primeiros medicamentos registrados pela empresa na Anvisa cheguem ao mercado até o fim do ano.

Falta apenas combinar com os técnicos da agência. Desde o início da década, o Brasil já teve três leis para biofármacos, a nomenclatura utilizada para avaliação dos biossimilares. A primeira era tão restritiva que apenas os grandes laboratórios, capazes de elaborar os caros estudos clínicos, conseguiam cumprir todos os requisitos. Em 2005, o governo flexibilizou a norma. A “cópia” poderia ser registrada se o laboratório conseguisse provar que o produto não era inferior ao original. A mais recente modificação, de 2010, previu uma nova interpretação: os biológicos são tão diferentes uns dos outros que é preciso que os técnicos analisem os protocolos caso a caso. “A Anvisa, agora, tem de analisar cada estudo clínico, mas o processo de aprovação é muito lento”, diz Sanchez. “A presidente Dilma mostrou-se receptiva a uma maior flexibilização, mas vamos ver como isso se traduz na agenda de governo, Anvisa e Ministério da Saúde.” Vale lembrar que o grande comprador dos medicamentos biológicos, hoje, é o governo. Apenas em 2011, o Ministério da Saúde gastou mais de R$ 2 bilhões na compra de seis medicamentos biológicos (veja no quadro) – as autoridades não escondem o interesse de produzi-los nacionalmente para reduzir os gastos.

Limites para o crescimento

Mais do que dobrar as receitas do EMS, os biossimilares surgem como promissora alternativa de negócios para um grupo extremamente dependente da produção de genéricos. “Ou a empresa diversifica ou daqui a cinco ou dez anos desaparece”, diz Sanchez. A preocupação do empresário recai sobre a diminuição da margem de lucro dos genéricos. Embora este segmento continue crescendo no país, a tendência, em médio prazo, é que haja um achatamento dos ganhos. Hoje, a EMS tem 13% de participação de mercado, em unidades vendidas. “No Brasil, não dá para ter mais do que 15% de participação de mercado. A competição é extremamente acirrada”, afirma o empresário. Além disso, haverá cada vez menos patentes de medicamentos de base química vencendo nos próximos anos (leia o quadro). Por isso, diz Sanchez, é preciso entrar no mercado de biológicos.

Isto não significa que o laboratório irá abandonar sua atual mina de ouro. Ao contrário. Para fazer frente aos desafios do mercado de biossimilares (e forrar o caixa para os novos projetos), o EMS vai esgotar “até onde pode” sua capacidade de vender drogas genéricas. A empresa está investindo R$ 600 milhões em quatro fábricas para elevar em quase 60% sua produção: passará de 45 milhões de unidades para 70 milhões de unidades por mês – algo próximo a um terço da demanda total brasileira por medicamentos. “Nossa unidade de Manaus, que terá incentivos para a importação de equipamentos, será a terceira maior fábrica em capacidade de produção de comprimidos sólidos do mundo”, afirma o dono do EMS. Mas faz sentido aplicar mais de meio bilhão de reais em fábricas destinadas a um tipo de remédio que, segundo o próprio Sanchez, terá vida curta na empresa? Nada impede que algumas das novas unidades sejam adaptadas para a produção dos biossimilares num futuro próximo.

Novo modelo de negócios

A fórmula de Sanchez de trocar a cópia química pela biológica parece acertada – ao menos na teoria. Na prática, essa migração envolve quase que uma reinvenção da companhia. Um estudo sobre os biossimilares publicado no início do ano pelo IMS Health elencou quatro grandes desafios para os laboratórios dispostos a entrar neste mercado:

1. O custo para o desenvolvimento de um biossimilar varia entre US$ 100 milhões e US$ 250 milhões – incluindo nessa conta a instalação da fábrica. É uma fábula perto do que se gasta para desenvolver um medicamento genérico, entre US$ 1 milhão e US$ 4 milhões.

2. Na maioria dos países fora da Europa, o quadro regulatório é novo. Em alguns casos, ele nem existe. Isso significa um risco tremendo para uma empresa que queira fazer um investimento global.

3. As barreiras para entrada não são proibitivas, mas envolvem tecnologias e processos bem mais sofisticados do que a produção de um genérico. Os biológicos possuem estruturas infinitamente mais complexas do que drogas sintetizadas quimicamente – o peso molecular de um biológico, por exemplo, é quase 800 vezes maior do que o do ácido acetilsalicílico, o princípio ativo da popular Aspirina.

4. Para ganhar a confiança do mercado e dos acionistas, a empresa “similar” deverá ter habilidade, recursos e mentalidade de uma farmacêutica “de inovação”. Isso embute riscos porque muda o modelo comercial de uma produtora de genéricos.

“Se o EMS conseguir vencer esses obstáculos e ainda contar com o apoio do governo brasileiro, terá condições de não apenas suprir o mercado doméstico, mas também conquistar espaço na América Latina, África e alguns países da Ásia, onde haverá forte demanda por este tipo de medicamento”, diz um ex-executivo de uma multinacional farmacêutica. Sanchez sabe disso. A segunda fase de seu plano de reinvenção do EMS passa exatamente pela prospecção de mercados internacionais – e pela ousada tentativa de ir além da produção de cópias ou similares. O empresário está montando um comitê de notáveis, formado por cientistas e dois vencedores de Prêmio Nobel (cujos nomes ainda são mantidos em sigilo), para ajudá-lo a explorar o filão das descobertas radicais. A ideia é beber direto da fonte dos grandes laboratórios. “A crise das empresas americanas fez com que muitos centros independentes de pesquisa nos Estados Unidos sofressem com a escassez de recursos para desenvolver medicamentos biológicos.” É aí que o EMS entra, como patrocinador destes pequenos tesouros. “São medicamentos de nicho que não exigem mais do que 200 vendedores para que suas vendas atinjam US$ 1 bilhão. Se acertarmos em um ou dois casos, a gente passa a ser uma das grandes do setor.” Na teoria, perfeito.

– Propaganda enganosa do Novo Ipad?

E agora? Nós ainda não temos a tecnologia 4g no Brasil, mas consumidores descobriram que seus iPads 4g não funcionam fora dos EUA!

Confesso não saber, mas será que a Apple avisou claramente esse detalhe?

– Brasileirão-2012 terá Árbitros Adicionais e Outras Novidades

Teremos 3 novidades para o Campeonato Brasileiro 2012 em relação à arbitragem:

– Prometido aos clubes de futebol a criação da Corregedoria da Arbitragem, a fim de investigar a conduta dos árbitros dentro e fora de campo;

– Prometido aos Torcedores a Criação de uma Ouvidoria de Arbitragem, para analisar as atuações;

– Anunciada a experiência de 2 árbitros de meta no torneio.

Incrível. José Maria Marin repete na CBF exatamente o que Marco Polo Del Nero fez na FPF no episódio “Máfia do Apito”. Na ocasião, criou a Corregedoria com o Dr Bento da Cunha, implantou a Ouvidoria com Silas Santana (que curiosamente é presidente da Cooperativa dos Árbitros) e, recentemente, adotou a experiência de dois árbitros no Paulistão.

Em São Paulo, publicamente o Cel Marcos Marinho disse que já comunicou à FIFA o fracasso da ideia. Na CBF, Sérgio Correa sempre fez questão em dizer que o ganho com os Árbitros Adicionais é irrelevante e que não gosta da experiência.

Gostando ou não, a ideia é ótima pelos motivos que já escrevi, em: http://is.gd/BomDiaeDiario

– A Farsa da entrevista de Zuckerberg sobre o Facebook no Brasil

Mais uma daquelas farsas bem feitas na Internet…

Sabem aquelas mensagens onde “fatos aconteceram” mas que nunca acontecerão mesmo? Como: morreu contaminado pela latinha de cerveja, encontraram escorpião no Playground do McDonald’s ou outras coisas que viraram febre na Internet, mesmo sendo inventadas?

A mais recente é sensacional: uma “suposta” entrevista de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, onde ele “falaria” à CNN que os brasileiros estariam estragando o Facebook, comparando-o com o Orkut.

Essa entrevista nunca existiu…

Algum gaiato, descontente pelas inúmeras colagens de Gifs e outros recadinhos animados, descontente com eles (que às vezes irritam mesmo por poluir a Web), inventou esse conto e simpatizantes do falso-artigo acreditaram.

Para quem não viu o texto que circula com a foto do Zuckerberg, abaixo:

OS BRASILEIROS ESTÃO ESTRAGANDO O FACEBOOK, DIZ FUNDADOR

O mau comportamento dos brasileiros na Internet é conhecido em todo o mundo, assim com fizemos no Orkut, estragando, tornando-o um show de Spams e Imagens animadas e brilhantes com recados carinhosos, religiosos e alguns com muitos interesses publicitários, o Facebook está sofrendo.

O canal de notícias CNN disse que Mark Zuckerberg está triste com o comportamento dos brasileiros na rede social Facebook. “Se por um lado, os brasileiros fazem o Facebook crescer, por outro estragam tudo”, disse.

Os engenheiros do Facebook estavam pensando em permitir a inserção de imagens no formato gifs animados (imagens com movimento), mas Mark impediu a ideia por causa do Brasil. Segundo Mark, se o Facebook abrir espaço para os Gifs, o compartilhamento entre os usuários brasileiros ficará igual ao Orkut, cheio de letrinhas coloridas, se mexendo, com mensagens de carinho e amor.

Sobre a possibilidade de fechar o Facebook no Brasil, Mark descarta. “Não irei censurar os brasileiros de usarem a rede, mas criarei um manual de comportamento”.

Ao ser interrogado sobre o Facebook está se transformando em um Orkut, no Brasil, Mark disse que não existe diferença entre as redes sociais, a diferença está em quem usa. “Qualquer serviço na Internet que tenha usuários brasileiros, em grandes proporções, vira um problema”, disse.

– 6 anos de Twitter

Hoje é “aniversário” do Twitter.

E-mail, Facebook, Twitter… Há 10 anos, não tínhamos necessidade de nada disso, e agora não vivemos sem!

Prova de que criamos necessidades é a própria condição das coisas que usamos. Você não precisava de celular até tê-lo. Idem ao e-mail. E por aí vai!

Há 20 anos, imaginávamos como membros de redes sociais virtuais? Claro que não, pois elas nem existiam…

É a evolução tecnológica mudando radicalmente o dia-a-dia.

– Coca-Cola Virtual em Créditos para a Internet, pelo Refil da Felicidade?

Vem aí o “Refil da Felicidade”. E sabe o que é isso? Um refil para carregar CRÉDITOS DE INTERNET da Coca-cola.

Funcionará assim: você baixa um aplicativo da Coca-Cola, vai aos quiosques de “refis de felicidade” que a empresa espalhará, recarrega créditos para usar nas redes sociais (passando pelo site da Coca-Cola) e se diverte a vontade.

Moderno demais?

Pode ser. Mas é uma jogada de marketing sensacional e oportunista. Nos próximos meses, a Coca-Cola montará as primeiras máquinas. Se terá sucesso, só a prática confirmará! Aguardemos.

– Até 6 de Julho, quem Controlará?

O TRE decidiu que para as próximas eleições municipais, os candidatos não poderão fazer campanha até o dia 06 de julho via Twitter. E aí temos duas questões: quem controlará e como ficarão os correligionários?

Controlar o próprio candidato é uma coisa; mas controlar milhares de partidários, que em suas contas pessoais manifestarão sua simpatia e indiretamente isso vira propaganda política, é missão utópica!

E aí, o que você pensa disso? Deixe seu comentário:

– Ipad Nova Geração: esgotado…

Ora, ora… dia 16 de março os novos IPads serão colocados à venda nos EUA e em mais 9 países (aqui no Brasil, não se tem data prevista). E já se esgotaram!

Naqueles países, quem quiser o Ipad da 3ª geração pode entrar numa fila de espera e solicitar, no máximo, 2 aparelhos!

A Apple é uma máquina de ganhar dinheiro ou não? Claro, gasta uma fortuna em P&D, e o retorno compensa!

– Grandes Empresas que Procuram Funcionários pelas Redes Sociais

Coca-Cola, Natura, Vivo, Google e Ipiranga; segundo Veja.com, essas empresas fuçam Orkut, Facebook, Twitter e LinkedIn para conhecer melhor os seus candidatos.

E você, o que pensa disso? Está preparado para uma devassa no seu perfil nas redes sociais? Deixe seu comentário:

– Custo Brasil + Impostos

A Revista Veja dessa semana traz alguns exemplos da absurda carga fiscal a que somos submetidos. Compare esses preços:

IPhone: BR 1650.00 dólares – EUA 815.00 dólares

Playstation 3: BR 1.400,00 reais – EUA 491,00 reais

Tênis Asics Kinsei 4: BR 800,00 reais – EUA 350,00 reais

Claro que isso é uma amostra. Mas o que dizer sobre o salário médio de um trabalhador nos EUA e no Brasil? É claro que o custo a nós aumenta ainda mais!

– E se um Supervírus Letal fosse Criado?

Na tentativa de criar um supervírus de laboratório, a fim de estudar vacinas e medicamentos, os cientistas foram barrados pelo governo dos EUA. Motivo: o medo de tal vírus cair na mão de terroristas. Porém, as pesquisas retomarão.

Conheça o supervirus que pode dizimar grande parte do planeta:

Extraído de Superinteressante, Ed Março 2012, pg 12

CIENTISTAS VOLTAM A TRABALHAR EM SUPERVÍRUS

Estudo polêmico, que havia sido interrompido a pedido dos EUA, será retomado este mês – e pode criar uma grande ameaça à humanidade.

Por Salvador Nogueira e Bruno Garattoni

Usando técnicas de manipulação genética, cientistas criam um supervírus capaz de eliminar grande parte da humanidade. Parece um roteiro de filme, mas está acontecendo de verdade. Dois grupos de pesquisadores, na Holanda e nos EUA, acabam de desenvolver esse vírus.

“É um dos tipos mais perigosos que poderiam ser criados”, admitiu publicamente o líder de uma das equipes, Ron Fouchier. Trata-se de uma versão mutante do H5N1, que causa a gripe aviária e gerou preocupação durante um surto em 2005. A doença é letal, mas o vírus não se propaga facilmente entre humanos. Só que cientistas desenvolveram um H5N1 turbinado, que pode ser transmitido pelo ar – extamente como o vírus da gripe comum, que contamina 700 milhões de pessoas no mundo todos os anos. Se escapasse do laboratório, o novo H5N1 poderia causar um número enorme de mortes. Também há o receio de que terroristas aprendam a recriar o supervírus. Por isso, a comunidade científica e os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA pediram que o estudo não fosse publicado e os responsáveis pela pesquisa interrompessem seus trabalhos durante 60 dias.

A idéia era ganhar tempo para montar estratégias de defesa. Mas agora, em março, o embargo termina – e a pesquisa será reiniciada. Os cientistas se defendem dizendo que o estudo é necessário e seria mais perigoso não retomá-lo: pois, conhecendo o vírus mutante, é possível trabalhar desde já para desenvolver vacinas contra ele.

– Foxconn acha o Brasil um Péssimo Negócio? Por que veio?

E o fanfarrão presidente da FoxConn?

O bilionário Terry Gou, em um programa de TV, ironizou o país. Disse que no Brasil:

(…) o Brasil apenas me oferece o mercado local (…) [Os brasileiros] não trabalham tanto, pois estão num paraíso”.

Pois é…  se não é atrativo, por quê veio? De certo, a mão de obra escrava chinesa utilizada por lá é mais barata… Disso, não tenho dúvida!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1052729-brasil-so-oferece-mercado-local-diz-foxconn.shtml

BRASIL SÓ OFERECE MERCADO LOCAL

Brasil só oferece mercado local, diz Foxconn

O presidente da Foxconn, o taiwanês Terry Gou, afirmou que o Brasil é uma “terra cheia de potencial”, mas ressalvou que o país oferece “apenas” o mercado local e ainda exige transferência de tecnologia, informa reportagem de Fabiano Maisonnave publicada na edição desta sexta-feira da Folha.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

“Temos três fábricas no continente chinês, e cada uma ocupa 5 km²”, disse Gou na terça-feira, durante programa de TV em que interagia com jovens de Taiwan.

“Tem gente que diz que é preciso dispersar os negócios. Também quero dispersar, mas o Brasil apenas me oferece o mercado local, de 190 milhões, e ainda é preciso transferir tecnologia.”

Apesar da crítica, Gou, que vestia jeans, camisa polo e jaqueta de couro, mostrou-se otimista com o Brasil. Ao falar que é um país com “potencial”, perguntou aos estudantes: “Quem daqui quer ir ao Brasil? Vocês podem se registrar comigo, sério. Vou lhes dar o meu e-mail”.

O presidente da Foxconn afirmou ainda que os brasileiros “não trabalham tanto, pois estão num paraíso”. E o país, em comparação com Taiwan, “não conta com tecnologia avançada”: “Estou treinando os brasileiros, dando as tecnologias para eles”.

– Lixo Espacial caindo no Brasil!

Já imaginaram um pedaço de foguete de 30 Kg caindo do espaço na sua cabeça?

Aconteceu no interior do Maranhão nessa semana algo parecido!

Um objeto caiu do céu em um buritizal. Mas e se caísse sobre alguém?

Extraído de: http://is.gd/leGHqD

AERONÁUTICA RECOLHE OBJETO QUE CAIU DO CÉU

Militares da Aeronáutica recolheram, na noite desta sexta-feira (24), o objeto que caiu do céu na manhã da última quarta-feira (22), em Anapurus (MA), a 275 km de São Luis. A bola metálica –de aproximadamente 30 quilos e 1 metro de diâmetro– caiu no povoado Riacho dos Poços, a 15 km do centro do município. A peça estava guardada no quartel da Polícia Militar no município de Chapadinha, a 30 km de Anapurus.

Segundo a análise inicial feita pelos técnicos da Aeronáutica não há risco haver radioatividade no objeto, que deve ser uma peça do foguete francês Ariane 4. A confirmação só virá após uma análise mais detalhada.

Segundo a assessoria de comunicação da Aeronáutica, o objeto foi recolhido por militares do Centro de Lançamento de Alcântara, localizada a oeste de São Luís, para onde a peça foi levada e será analisada. “O objetivo da investigação que faremos é saber de onde ela veio e de que se trata o objeto. Sobre o risco de radioatividade, é zero”, informou a Aeronáutica ao UOL, na manhã deste sábado (25).

Ainda segundo a Aeronáutica, o material será analisado no próprio centro, em Alcântara, mas, caso seja necessário, poderá ser enviado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, em São José dos Campos (SP).

De acordo com policiais militares da 4ª Companhia Independente de Chapadinha, a bola metálica foi recolhida do povoado onde caiu pelos policiais na tarde da quinta (23). A medida foi tomada por conta da repercussão do caso e do temor de haver radioatividade.

Segundo o sargento Cardeal, cinco técnicos da Aeronáutica realizaram os testes ainda no quartel da polícia e descartaram a possibilidade de radioatividade e de contaminação de quem teve contato com a bola metálica. “Eles pediram para informar à população que não fique com medo, pois não há riscos”, disse.

Apesar do temor dos moradores da região com possíveis novos acontecimentos, cientistas afirmam que não há nenhum motivo para pânico, pois novos objetos não devem cair na região. “No momento não há previsão de reentrada de nenhum objeto em órbita. Esses eventos não são previsíveis com longa antecedência. Mesmo quando se sabe que o objeto vai cair, o máximo que se consegue prever é uma faixa de latitude onde o ele pode cair. As pessoas não devem ficar preocupadas com esse tipo de incidente”, afirmou o astrofísico da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Gustavo Rojas, que está acompanhando o caso de perto.

Rojas afirmou aos mais assustados que não há registros de mortes por conta de queda de lixo espacial, e que a possibilidade de uma pessoa ser atingida por uma peça do espaço “é muito menor que a de sofrer qualquer outro tipo de acidente cotidiano.” “O medo é infundado. Estima-se que a chance de isso acontecer seja de 1 em 1 trilhão, enquanto por exemplo a de ser atingido por um raio é de 1 em 1 milhão. Em 50 anos de exploração espacial mais de 5.000 toneladas de lixo espacial voltaram ao solo, sem nenhum relato de vítimas”, assegurou.

Foguete francês

Nesta sexta-feira, o cientista já havia informado ao UOL que o objeto que caiu no Maranhão deve ser um pedaço do foguete francês Ariane 4. A reentrada em órbita de objetos já era prevista pela entidade americana Center For Orbital and Reentry Debris Studies. Segundo o site do órgão, a previsão era de que um objeto do foguete caísse na Terra às 7h22 do dia 22, com a diferença de três horas a mais ou a menos –ou seja, pouco mais de uma hora antes do relato dos moradores. O mapa dos cientistas aponta o Estado do Maranhão como um dos locais por onde o resto do foguete poderia cair.

Segundo testemunhas, com a queda, o objeto atingiu um buritizeiro e um cajueiro, que tiveram galhos arrancados. Os moradores do povoado afirmaram que foram quatro “estrondos” causados com a queda da bola espacial, que abriu um buraco de cerca de um metro no chão próximo a casa de José Valdir Mendes, 46, proprietário do sítio onde a esfera caiu.

Segundo Gustavo Rojas, apenas uma análise pode determinar o que é a peça que caiu no Maranhão. Porém, como um objeto similar do foguete Ariane 4 já caiu em Uganda, em 2002, é provável que as investigações confirmem a origem da peça. “Uma identificação definitiva só pode ser feita após a análise do objeto. Contudo, é muito provável que seja o reservatório de Hélio do terceiro estágio de um foguete Ariane 4, lançado em 1997”, explicou.

Relatos

Por conta do alvoroço causado pelo objeto, a Polícia Militar esteve no local, na tarde de quinta, em busca do objeto. Segundo os moradores, muitas pessoas ficaram com medo de ocorrer outra queda de lixo espacial.

“O barulho foi tão grande que os moradores do povoado acharam que era um avião que tinha caído”, afirmou Zacarias Santos, que reside em Chapadinha e foi ver de perto a bola metálica.

Apesar de a queda da esfera ter ocorrido na zona rural, onde existem poucas casas, os moradores das cidades próximas a Anapurus, como Chapadinha (a 29 km) e Mata Roma (a 7 km) estão assustados. O objeto atraiu centenas de pessoas que foram até o povoado Riacho dos Poços ver de perto o objeto que caiu do céu. “Estamos todos assustados porque imagina se isso cai em cima de uma casa. A força da gravidade com o peso pode causar um acidente fatal”, disse Santos.

Segundo moradores que mexeram na esfera, o objeto é oco e possui fragmentos soltos dentro do globo. O objeto tem cerca de 1 metro de diâmetro, pesa cerca de 30k e tem em uma das partes uma espécie de válvula.

– Google “parasita” no Safari?

Olha só que situação absurda, mas entendível nos dias atuais (se referindo a ações ousadas e discutíveis comercialmente): o Google é acusado de ter rastreado os sites e comportamentos dos usuários do navegador Safari, instalado nos iPhones e iMacs da Apple.

A ideia é: conhecendo as preferências dos usuários, oferecer produtos e serviços dos quais existam afinidade.

Cá entre nós: alguma novidade? Os sites de venda já fazem isso há um bom tempo…

– Quanto você dá de Lucro ao Facebook: 88,75 dólares

As Revistas Veja e Época trazem o mesmo assunto, a mesma capa, a mesma foto e as mesmas cores: Mark Zuckerberg, o dono do Facebook, sobre a abertura de capital da empresa.

O Facebook deve fazer uma oferta de IPO (oferta pública de ações). Ou seja, estará na Bolsa de Valores e estima-se que captará 5 bilhões de dólares no seu lançamento. É nesse momento que se calcula o valor da empresa, que deverá valer entre 75 a 100 bilhões de dólares!

Sendo assim, com 845 milhões de usuários, estima-se que cada um de nós vale, para Zuckerberg, US$ 88.75.

Estamos dando um lucro gigantesco para o Facebook, não? E sem gastar nada, a não ser o tempo de conexão com a Internet (além, claro, do tempo de trabalho, da família, das horas de sono…)

– Aplicativo Turma da Mônica!

Coisas sensacionais da tecnologia: você já pode se desenhar como personagem da Turma da Mônica!

Fiz os desenhos da minha família pelo iPhone, mas dá para fazer pelo site www.queroserturmadamonica.com.br . Muito bacana.

Fiquei bem mais bonito no desenho! Kkk Um pouco mais velho, é verdade.

No meu tempo de criança, computador nem na manivela! E hoje…

– Uma Imagem e Uma Análise: o Gol Anulado de Corinthians X Linense visto por um Ângulo Alternativo.

Sempre procuramos tomar cuidados com os pontos de vista diversos nas análises de futebol. Quando da análise do lance polêmico (gol anulado) em Corinthians X Linense, ponderamos várias hipóteses do acontecido (em: http://is.gd/juizpudessefalar), procurando entender motivos de erro e de acerto. E parece que uma delas (imagem não flagrada de lance faltoso antes da cabeçada, mas durante a trajetória da bola), se embasa na foto abaixo:

 

A imagem é clara. Um clic foi mais certeiro no flagra do que uma imagem mal dirigida da emissora de TV. Por mais que costumemos contestar que a imagem é fria e não dá para retratar a dinâmica do jogo, o braço do atleta Fabão se apoiando no ombro de Danilo, deste ângulo fotografado, é claríssimo! Além, do que, não há um vídeo por detrás do gol para analisarmos.

Essa foto é preciosíssima para entendermos como as críticas curtas, grossas e incisivas são proporcionalmente injustas, incoerentes e radicais! Há sempre de se analisar, e, claro, se entender como erro, não misturar equívoco com a honestidade do árbitro. Mas isso é tarefa cumprida por poucos jornalistas… Infelizmente!

Confesso que não tenho o nome do fotógrafo. Alguém sabe de quem é o crédito?

Abaixo, compartilho um caso igual de “ilusão de ótica coletiva”. Lembram-se quando Carlos Eugênio Simon não deu um suposto pênalti claro para o Flamengo e foi condenado, ficando até na geladeira? Naquela oportunidade, uma câmera da ESPN mostrou que o único quem estava certo era o árbitro…

Extraído de 27/08/2008, do Blog do Professor Rafael Porcari (http://is.gd/INJUSTICA)

A CÂMERA REVELADORA DE CRUZEIRO x FLAMENGO

Lembram que, na Copa de 98 na França, em uma transmissão com 20 câmeras de TV, no jogo Brasil X Noruega, um árbitro americano marcou um suposto pênalti cometido pelo Júnior Baiano, e o mundo o criticou? Após dois dias, uma imagem de uma câmera suiça “perdida” no estádio tinha o exato momento em que o zagueiro brasileiro praticava infantilmente a infração dentro da área. Ninguém pediu desculpa ao juizão, que acertara na ocasião.

No último domingo, o Flamengo reclamou veementemente contra Carlos Eugênio Simon, em um lance que pelas imagens da Globo e Bandeirantes era claríssimo pênalti a favor do Mengão (o atacante era Tardelli). Como um árbitro do nível do Simon deixara de marcar? O Flamengo reclamou, esperneou, brigou e disse ter mandado uma fita à FIFA para vetá-lo na Copa de 2010 na África do Sul !

E não é que o Simon acertou o lance? Ontem, no Sportscenter da ESPN Brasil, uma despretenciosa câmera flagrou perfeitamente que o atacante Diego Tardeli PISA BISONHAMENTE NA BOLA, e não é tocado por ninguém do Cruzeiro!

Àqueles que acompanharam a polêmica vão rir do lance. É uma verdaderia trapalhada do Diego Tardelli.

E como fica o Flamengo? Vai mandar uma outra fita à FIFA recomendando o Simon para a Copa? E os “comentaristas de arbitragem” que detonaram o árbitro gaúcho?

O lance já está no YouTube. Veja: http://br.youtube.com/watch?v=FC3nomUzmZI

O ACERTO DE MARCELO ROGÉRIO EM CORINTHIANS x LINENSE

Primeiro, execra-se um árbitro em horário nobre.

Depois, cria-se a teoria da conspiração.

Trata-o, absurdamente, como bandido!

E ensurdecem-se à voz dos mais ponderados, que entendem as dificuldades existentes em apitar um jogo de futebol.

Poucos respeitam o erro humano do árbitro.

Muito poucos sabem criticar respeitosamente.

Pouquíssimos sabem pedir desculpas.

Afinal, alguns programas televisivos criam verdadeiras redes de compartilhamento sobre histórias de “apito amigo” e desonestidade dos árbitros, que faz com que a audiência aumente.

Na Copa do Mundo da França, Galvão Bueno bradava contra um árbitro americano que marcou um pênalti inexistente na partida Brasil X Noruega. Uma câmera da TV da Suíça, dois dias depois, do outro lado do estádio, mostrou que o árbitro havia acertado.

Tempos atrás, o mundo flamenguista sentenciou o árbitro Simon por não dar pênalti sobre Diego Tardelli, contra o Cruzeiro. Três dias depois, a ESPN achava uma imagem onde Tardelli, literalmente, pisava sozinho na bola e caía (Simon houvera inclusive sido colocado na temida “geladeira”).

No último domingo, Marcelo Rogério foi pivô de mais um “causo” destes: quantas câmeras da Sportv flagravam Fabão e Danilo durante a trajetória da bola, após a cobrança do escanteio?

Nem precisa responder: a imagem atrás do gol de Júlio César diz tudo. Um detalhe que muda o julgamento de muitos!

Em: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2012/02/01/torcedores-pedem-desculpas/

– Um Empreendedor com 9 anos de idade!

Inteligência é para ser usada, ok?

Pois bem: um garotinho super-dotado de apenas 9 anos é um caso clássico de empreendedorismo precoce. O que ele faz? Aplicativos para o iPod!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/593/artigo125922-1.htm

O MAIS JOVEM EMPREENDEDOR 

Com apenas nove anos de idade, o malaio Lim Ding Wen criou aplicativo para iPhone. Só falta lucrar com isso.

Em vez de desenhar com uma folha de papel e lápis de cor, como a maioria dos garotos, o malaio Lim Ding Wen, de nove anos, usa ferramenta bem diferente: seu iPhone. Foi assim que ele se tornou celebridade com a criação do programa Doodle Kids, que permite aos usuários pintar com os dedos imagens na tela touch screen do aparelho. Para limpar, basta chacoalhar o telefone. O aplicativo foi baixado mais de quatro mil vezes na loja virtual iTunes, da Apple, em menos de duas semanas. Até agora, o garoto não recebeu um único tostão pela invenção. A Apple nada cobra dos usuários pelo download – e também nada paga para o jovem malaio. Não é a primeira vez que o pequeno gênio desenvolve programas. Filho do diretor de tecnologia de uma empresa de Cingapura, ele cria aplicativos em seis linguagens diferentes, entre elas ActionScript e JavaScritpt. Para o Doodle Kids, Lim diz ter encontrado inspiração nas duas irmãs, de três e cinco anos. “Elas que gostam de desenhar e criei o programa em poucos dias”, disse o garoto ao jornal Electric New Paper, de Cingapura.

O gosto por computadores começou cedo. Aos dois anos de idade, o malaio já usava o computadore, aos sete, começou a mexer com programação. De lá para cá, foram mais de 20 projetos de aplicativos. Atualmente, ele trabalha na criação de um jogo de ficção científica para o iPhone, chamado Invader Wars. Ele também tem a pretensão de fazer parte do clube de robótica de sua escola. O garoto não passa o dia colado no computador, como se poderia pensar diante da impressionante sucessão de invenções. Segundo o pai do garoto, Lim Thye Chean, Lim tem permissão para brincar no micro por apenas duas horas ao dia. Com uma condição: antes precisa acabar todo o dever de casa. “Ele é um garoto acima da média, que gosta de programar e tem interesse especial por Apple e Macs”, comentou com modéstia o pai do menino. Não é difícil imaginar que o menino será um dos profissionais mais cobiçados da área de informática daqui a alguns anos.

– Speedy? Internet Explorer? Argh!!!

Veja que combinação explosiva: hoje, o Itaú ficou com problemas em seu site durante boa parte do dia. De diversos computadores e em diversos horários o site fechava antes de entrar com os dados da conta corrente. Se você é correntista do Itaú Unibanco, saiba que o problema era com o navegador Internet Explorer! Pelo Chrome, entrou bem.

Já o Speedy…

Sabe o prejuízo que dá para um comércio sem ficar a Internet? Aqui, fiquei sem o Speedy por 2 horas, sendo que 45 minutos pendurado no 0800 deles. Só de cadastro, CPF, pedir para fazer teste, blablablá quase meia hora!

E qual a alternativa? A Net começou a funcionar na minha rua, comprei um pacote há 15 dias e a empresa bateu asas e voou! Pra fechar negócio, uma beleza. Para funcionar…

– Concentração Hi-Tech: Os Boleiros no Aguardo do Jogo

A ociosidade sempre foi um problema na sociedade. Nesses tempos de intensa atividade profissional, globalização e necessidade de atualização, ficar parado é perder tempo na corrida contra o retrocesso social.

Digo isso pois sempre fui crítico das atividades (ou falta delas) em uma concentração de futebol. Jogadores passam horas no videogame, navegam até tarde na Internet e não têm coragem de pegar um livro?

Assim, compartilho matéria interessante da IstoÉ, Ed 2163, pg 65-66, sobre a onda de interação tecnológica entre os jogadores de futebol nas concentrações:

CONCENTRAÇÃO HI-TECH

O que perdem e o que ganham os craques do futebol com o uso de tablets, laptops, games e smartphones nos hotéis onde se reúnem antes dos jogos

POR Luciani Gomes e Rodrigo Cardoso, na IstoÉ

Nos tempos de Pelé, Garrincha e tantos outros ídolos do passado que fizeram o futebol brasileiro ser respeitado no mundo inteiro, o que se fazia nas horas ou nos dias de concentração nem de longe lembra os passatempos de hoje. O craque Tostão escreveu que o rei Pelé gostava de se recolher no quarto para se concentrar. Ficava lá, sozinho com “seus botões”, descansando, pensando, dormindo. Sobre Garrincha, há várias anedotas a respeito de suas brincadeiras e tentativas de escapar para encontrar alguma garota que rendesse sexo. Os atletas não levavam apetrechos para os momentos em que ficariam confinados antes das partidas de futebol. No máximo, um rádio. Se o local tivesse uma mesa de bilhar, ela também seria bastante frequentada. E só. Hoje, não há pré-jogo sem smatphones, tablets, videogames, aparelhos de MP3, laptops, DVDs… A tecnologia chegou às cercanias dos gramados trazendo vantagens e desvantagens.

Meio-campista do São Paulo, o carioca Rodrigo Souto, 28 anos, leva duas malas para a concentração: uma com equipamentos esportivos e roupas e, outra, com seu “kit concentração”, formado por laptop, smartphone, dois tablets, um miniprojetor de vídeo e um óculos virtual com saída de áudio e vídeo. “Esses óculos projetam uma tela de 60 polegadas. Dá para ver um filme, é bacana”, conta o atleta, que tem mais de 750 títulos armazenados em um HD e outros 200 em seu iPod. Se, anos atrás, a única maneira de fugir da rotina imposta pelo clube era pulando o muro, agora dá para escapar sem sair do quarto. Eles conversam, através de redes sociais, com amigos, parentes e namoradas, ou mesmo relatam, em blogs ou nos telegráficos 140 caracteres do Twitter, o que está acontecendo no isolamento. E aí é que está o perigo.

Ronaldo Fenômeno é um exemplo da má exposição pública por meio da tecnologia. Em janeiro, quando ainda defendia o Corinthians, ele criticou uma emissora e apresentadores de tevê e bateu boca pela Twitcam com eles. No ano passado, foram os jogadores do Santos que perderam a linha no microblog. Eles xingaram torcedores, falaram palavrões, apareceram sem camisa, tudo de dentro do hotel onde estavam concentrados. Acabaram repreendidos pelo clube e tiveram de se desculpar em público. Mas, ainda bem, essas são exceções, e não regras. Pelo menos até agora. “De posse desse aparato tecnológico, os jogadores se comunicam com o mundo, não sentem esse conceito de presídio”, defende o sociólogo Maurício Murad, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). O jovem Guilherme Pereira, 18 anos, atacante do Flamengo conhecido como Negueba, concorda. Ele é fã de pagode, mas, na impossibilidade de apreciar um grupo ao vivo, ouve seus cantores prediletos no iPad, seu mais novo xodó.

Negueba só larga o tablet antes de entrar no vestiário. Acompanha notícias de esporte, acessa jogos online, assiste a filmes, navega na internet. “Ajuda relaxar antes e depois de um jogo”, diz. O atacante também carrega um iPod Touch e um PlayStation 3 para as concentrações. O arsenal antitédio será expandido em breve com a compra de um iPhone e de um Macbook (laptop também da Apple). A brincadeira também pode ser compartilhada entre os jogadores. Na concentração da Seleção Brasileira Sub-21, o meio-campista do São Paulo Lucas Rodrigues da Silva, 18 anos, e Neymar, 19, jogador do Santos, trocavam mensagens pelo Twitter mesmo estando um ao lado do outro, cada um em sua cama. “Virou rotina. Quando chego no quarto, depois do treino, vejo tevê e posto algo interessante que ocorreu comigo no Twitter”, diz Lucas, que tem mais de 100 mil seguidores.

Nos times menores a rotina de uma concentração não é diferente. No carioca Olaria, os jogadores Danilo de Freitas, 20 anos, e Felipe Oliveira, 22, costumam jogar pelo menos duas horas de games no dia que antecede o jogo. “Alivia a ansiedade”, afirma Oliveira, que anda sempre acompanhado de um Blackberry, um iPhone e um iPod. O argentino Nicolas Villafañe, 22 anos, se junta aos colegas para descontrair e, quando não está no videogame, fala com a família através do Skype. Freitas ilustrou bem a dependência que a maioria dos jogadores desenvolveu das engenhocas eletrônicas. Segundo ele, o clima ficou tenso em um dia de concentração quando caiu a conexão no hotel onde os jogadores estavam hospedados. “Bateu um desespero!”, confessa.

Para o técnico de futebol René Weber, 49 anos, recém-chegado dos Emirados Árabes, é necessário estabelecer regras. “Acho saudável eles se divertirem, manterem o contato com amigos e familiares. Mas tem de ter orientação e fiscalização.” Weber diz que nos times que comanda passou a determinar meia-noite como o horário máximo. “Já tive casos de jogadores que foram até as duas horas da madrugada teclando em véspera de jogo. Não dá.” Nessas situações, cabe o bom e velho “usar com moderação”.

– Facebook terá DataCenter do Tamanho de Meio Maracanã na Terra do Gelo

Você conhece Lulea?

É um dos grandes polos de tecnologia mundial, um lugarejo do norte da Suécia onde se investe em pesquisa e desenvolvimento, nascedouro de tecnologias como os celulares 4G.

Por sua localização geográfica, Lulea tem média de 2,5º C. É muito frio, mas foi justamente por isso que o Facebook se interessou: num investimento de US$ 760 milhões, a empresa resolveu montar seu novo data center por lá, acreditando na economia em gastos com ar condicionado, tão necessário para resfriar seus equipamentos de informática.

Não são só de incentivos fiscais ou de condições logísticas otimizadas que as empresas buscam…

– Os Celulares de 12 dólares no Brasil

Sabem quanto custam aqueles celulares chineses, normalmente anunciados como os mais baratos nas Lojas de Departamentos?

US$ 12.00.

E a que preço são vendidos?

Mesmo com baixa qualidade e a preço bem mais caro do que deveria ser vendido, os concorrentes reclamam de concorrência desleal.

Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5550996-EI15606,00-Brasil+investiga+concorrencia+desleal+de+celulares+chineses.html
BRASIL INVESTIGA CONCORRÊNCIA DESLEAL DE CELULARES CHINESES

O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro investiga denúncias de empresas brasileiras sobre uma possível concorrência desleal dos fabricantes chineses, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Os modelos asiáticos chegariam ao Brasil com custo de importação US$ 12, de acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, sendo que o mínimo deveria ser US$ 27 – e US$ 38 para a produção em solo verde-amarelo. Os aparelhos importados hoje somam 20% dos celulares no País, e a participação da China na venda de novos dispositivos saltou de 54% em fevereiro para 85% em agosto do ano passado.

Alcatel One Touch, Huawei e ZTE responderiam por 95% desse total, segundo uma fonte do setor, citada por O Estado de São Paulo, e seriam os principais alvos das reclamações da indústria brasileira. Esta última marca teria o menor preço entre os apurados por um levantamento, e teria abocanhado 40% do mercado de modelos com preços entre US$ 12,44 e US$ 16,67. “Estamos estudando medidas para conservar a competitividade da indústria nacional, caso seja averiguado que esses celulares chineses estão entrando no mercado de uma forma nociva”, afirmou o secretário de Inovação do Ministério de Desenvolvimento, Nelson Fujimoto, ao periódico paulistano.

– O Tempo para um Produto “Pegar” num País

Veja que interessante: leio no Caderno “Inteligência”, produzido por Edson Porto e Álvaro Oppermann para a Revista Época Negócios (Ed Maio / 2010), sobre o tempo que cada produto leva para “estourar em vendas” em cada país. Imagine um novo produto a ser lançado. Suas vendas deslancharão em:

Suíça: 1,5 ano

Hong Kong: 2,3 anos

África do Sul: 2,8 anos

Alemanha: 3,3 anos

França: 3,8 anos

Venezuela: 4 anos

Brasil: 5 anos

Bélgica: 5,6 anos

China: 7,1 anos

Marrocos: 8 anos

Claro, esses números são relativos à média. No interior da China, por exemplo, devem alcançar perto de 10 anos; Xangai, próximo de 2 anos. Mas esse fator não é exclusivo deles. Aqui no Brasil também ocorre com naturalidade, devido ao nosso grande território e as diferenças sócio-econômicas. São Paulo, evidentemente, estará entre as mais velozes na massificação de um produto. Suas cidades vizinhas, como a nossa Jundiaí, se privilegiam da influência da nossa capital.

Você concorda que o jundiaiense ou o morador próximo de capitais estão na vanguarda da inovação mundial?

Por curiosidade, os mercados mais rápidos para lançamento de novos produtos: Noruega, Suíça, EUA) e os mais lentos (Paquistão, Indonésia, Índia e Marrocos) – universo de 55 países pesquisados.

Se quiser a matéria completa, abaixo: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137063-16366,00-TEMPO+PARA+A+DECOLAGEM.html

TEMPO PARA A DECOLAGEM

Por que alguns países podem ser velozes e outros muito lerdos na massificação de um novo produto.

O mundo é plano, mas no mercado de consumo a geografia ainda é acidentada – com diferenças regionais marcantes nas prateleiras. Tome como exemplo a câmera digital. Lançada em 1998, suas vendas dispararam em Hong Kong, decorridos apenas 14 meses.

A adoção em massa pelos early adopters (usuários pioneiros) deu escala à produção, reduziu preços e gerou mais vendas, criando um ciclo virtuoso. Na Itália, as vendas do mesmo equipamento só deslancharam em 2001. Como o mercado italiano é robusto, valeu a espera. Mas na Indonésia levou quase uma década para que o produto decolasse. Note que não se está mencionando aqui drinques energéticos ou cereais do café da manhã – itens cujo sucesso depende de gostos locais. É isso que torna a câmera digital, um produto culturalmente universal, bem ilustrativo: existem diferenças reais e objetivas entre as regiões do mundo. Alguns mercados são mais velozes do que outros. Esses contrastes despontam em um estudo dos pesquisadores Yvonne van Everdingen, Dennis Fok e Stefan Stremersch, da Erasmus University, da Holanda.

Esse trio se concentrou no histórico das vendas de oito produtos e serviços de tecnologia – entre eles PCs, CD players, câmeras de vídeo, internet, DVD players e smartphones – em 55 países entre 1977 e 2004. Os mercados mais velozes do mundo são Noruega, Suíça, Nova Zelândia, Inglaterra, Hong Kong e Estados Unidos (com tempo médio de alavancagem de vendas igual ou inferior a dois anos).Eis os mais morosos: Paquistão, Índia, Marrocos e Indonésia, com tempo médio superior a 8 anos.

O ritmo de adoção de um novo produto não pode ser atribuído apenas a fatores econômicos. Suíça e Bélgica, por exemplo, têm perfis semelhantes no que diz respeito à economia nacional. Mas o comportamento dos consumidores nos dois países é oposto. O suíço é um early adopter nato. Ali, o tempo médio para as vendas de um novo produto decolarem nas prateleiras é 1,5 ano. Na Bélgica, 5,6 anos. O consumidor belga é mais conservador do que os latino-americanos. No Brasil, na Argentina e no México o prazo para massificar um produto é de cerca de 5 anos.

Quatro fatores básicos determinam a velocidade da arrancada de consumo de um novo produto. Para começar, a saúde financeira. Os três outros critérios ajudam a lançar luzes na equação. São eles: a conectividade social, ou a rapidez com que a inovação alastra-se. A demografia, que facilita ou dificulta a penetração de mercado. E, por último, a geografia, ou o grau de isolamento da região. Alguns países, apesar de pertencer ao Terceiro Mundo, são extremamente abertos à influência externa.

A África do Sul e a Venezuela, com índices respectivamente de 2,8 e 4 anos, ocupam a mesma faixa do ranking de rapidez de adoção que França e Alemanha (respectivamente, 3,8 e 3,3). Suíça e Noruega combinam saúde financeira com abertura cultural para o novo. Daí serem mercados de contágio rápido de inovação. França e Bélgica, por outro lado, são bastante imunes à influência externa. Isso se reflete na sua classificação geral. Embora refratário à influência externa, prevalece nos Estados Unidos uma cultura de inovação interna vibrante – o que compensa na balança da adoção de novos produtos.

Estados Unidos, França e Alemanha são irradiadores de influência e ditam tendências aos países vizinhos. O Reino Unido funciona como uma esponja cultural, que absorve tendências americanas e do continente europeu ao mesmo tempo em que irradia as próprias novidades para o resto da Europa e dos Estados Unidos.

O Brasil e a América Latina ocupam uma posição intermediária no ranking. Não são mercados nem muito velozes nem muito lentos. A China é um caso à parte, por apresentar um dos piores desempenhos entre os 55 países pesquisados na velocidade de adoção (7,1 anos). Hong Kong e outros polos chineses, como Xangai, porém, apresentam um dos melhores (2,3 anos).

Os autores alertam que a rapidez de adoção não deve ser o único fator na estratégia de marketing de lançamentos globais. Indonésia, Paquistão, Vietnã, Índia e China são países “lentos” na adoção de produtos inovadores, mas o potencial de mercado é gigantesco, e compensa o investimento a longo prazo.

Qual a conclusão prática do estudo para o marketing? “No lançamento de um novo produto no mercado internacional, as decisões de marketing não devem mais ser tomadas por unidades isoladas de cada país. E também não se deve tomar o globo como um tabuleiro raso. Devemos tratar as regiões e os mercados como processos interdependentes”, diz a pesquisadora Yvonne van Everdingen.

– Vírus ataca Aviões Não Tripulados dos EUA

Olha que interessante: dias atrás, um desses espetaculares aviões espiões não tripulados dos EUA (chamados de drones) foi capturado no Irã. Outro dia, outra baixa no Afeganistão. Por fim, a última na China.

Leio agora que a Central de Inteligência e Controle dos Drones, que está em Nevada (EUA), admitiu que as perdas se deram por vírus que conseguiram controlar as aeronaves.

Ora, ora… guerra tecnológica roubando aviões! Parece coisa de ficção científica!

Duas coisas a observar:

1- Quem será que está tentando capturar esses aviões?

2- Existem 7000 aviões drones, e mais da metade estão sobrevoando algum lugar do planeta. Onipresença americana incontestável!

– Infoxicação: Já Sofreu Disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”

Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto. 

– Como as Empresas podem errar com o Twitter

Compartilho um interessante texto sobre como a montadora Nissan sofreu e perdeu consumidores por uma infelicidade com o Twitter. Após promoção, não contou com os golpes dados por integrantes desta Rede Social.

Abaixo, extraído de Revista Época, pg 78, Ed 20/12/2010, no. 657

DERRAPOU NO TWITTER

A Nissan inovou com promoção na rede social. Mas se enrolou com um internauta acusado de fraude.

Por Bruno Ferrari

O povo brasileiro tem uma antiga paixão por carro. Outra paixão, mais recente, são as redes sociais: dos 40 milhões de usuários ativos de internet no Brasil, mais de 80% frequentam algum desses sites. Com todo esse potencial, uma ação de marketing que unisse essas duas paixões não teria como dar errado. Foi o que a montadora japonesa Nissan imaginou quando lançou a promoção “Quero meu carrão”. O objetivo era que usuários da rede social Twitter divulgassem uma mensagem em seus perfis e que essa mensagem fosse repassada pelo maior número de contatos. Quem atingisse a marca de 44.500 “retuites” (ou RTs) levaria um carro Tiida novinho, no valor de R$ 44.500. Mas a bela sacada de marketing deu errado.

Um grupo de usuários do Twitter se mobilizou para ganhar o carro. Queriam doar o prêmio à Família Santa Clara, uma instituição de caridade. Pessoas influentes do Twitter no Brasil endossaram a campanha. Em poucos dias, porém, um perfil identificado como @tca_oficial ultrapassou os 44.500 RTs, levando o carro.

Desconfiados do perfil, que era anônimo e tinha mais de 100 mil seguidores (marca que só celebridades conseguem), o grupo que perdeu o carro mobilizou-se para encontrar indícios de trapaça do usuário @tca_oficial. Não precisou de muito. O próprio Twitter excluiu a conta vencedora dois dias depois por uso de técnicas para inflar artificialmente o número de seguidores (conhecidas como “scripts”).

Houve protesto em blogs, no Twitter e em diversos sites de notícia. Criou-se até o perfil @nissanfail (“Nissan falhou”) no Twitter. A montadora então prorrogou a promoção, oferecendo um segundo carro e tomando medidas de precaução. “Houve uma comoção no Twitter”, diz Carlos Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan. Moreno diz que o regulamento não previa penalizar o uso de script, e a Nissan poderia ser acionada na Justiça pelo ganhador da promoção. O publicitário Fernando Gouveia, que concorria ao prêmio no Twitter e escreveu um post em seu blog sobre o caso, rebate: “O item 4.8 do regulamento diz que serão excluídos os participantes que burlarem o sistema de segurança do Twitter”.

Para evitar que o segundo carro caísse na mão de outro hacker, a Nissan criou uma comissão para analisar tecnicamente o ranking da promoção, que se encerra no dia 20. Decidiu-se então que as mensagens com RTs dados indevidamente seriam excluídas. A advogada Flavia Penido, usuária do Twitter e com casos envolvendo Direito Digital na carreira, diz que a Nissan age com cautela. “O Direito não é uma ciência exata. É preciso que quem esteja julgando saiba exatamente como funciona o script”, afirma Flavia, que participa da comissão da montadora.

A Nissan tem o mérito de inovar num mercado promissor. “O custo do aprendizado é nosso”, afirma Moreno. “Mas a melhor solução nesse caso é ser transparente.” Um grupo de participantes que se sentiu prejudicado se uniu via internet e está pensando em mover uma ação coletiva contra a empresa. A ação da montadora japonesa mostrou o potencial de marketing das redes sociais. Mas mostrou também que, agora, ao lado da equipe de criação, é bom as empresas incluírem um advogado especializado em internet.

– a iTunes Brasileira no ar!

Enfim a Apple permitiu a comercialização de seus serviços de mídia por uma iTunes criada para o Brasil.

Demorou, hein? Entrou no ar ontem a noite.

Usuários de iPhone, divirtam-se!

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/75426_ITUNES+STORE+BRASILEIRA+ESTA+NO+AR

ITUNES STORE BRASILEIRA COMEÇA A FUNCIONAR

A versão nacional da loja virtual de músicas e filmes da Apple estreou na noite desta segunda-feira, 12, e tem como destaque o Rei Roberto Carlos.

Por Bruno Galo

A versão brasileira da iTunes Store, a loja virtual da Apple, entrou no ar na noite desta segunda-feira, dia 12.  Na seção de música do canal brasileiro, que até ontem não existia, a imagem do cantor Roberto Carlos dá as boas vindas aos usuários.

Há também outros artistas nacionais, como Marisa Monte e Chico Buarque, além de internacionais, como Shakira e Rihanna. Quando se clica para comprar algo, um pop-up informa que o “item solicitado não está disponível na iTunes Store Brasileira”. Os preços e produtos possíveis para consulta estão sendo exibidos em dólar.

Já na sessão de filmes, o Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, é quem primeiro surge. A variedade de títulos parece ser grande.

Há de Avatar e Se Beber não Case, passando por Piratas do Caribe e o novo Os Smurfs. Haverá a opção para aluguel de filmes. Não é possível consultar preços. As páginas estão claramente em construção, com vários links quebrados, partes faltando ou inacessíveis. A Apple, como de costume, ainda não se pronunciou, mas não deve demorar até o serviço ser lançado oficialmente.

A iTunes Store é a maior loja de música e filmes digitais do mundo. Lançada em 2003, está disponível em mais de 35 países – o Brasil é o  da América do Sul. A versão americana da loja oferece mais de 20 milhões de músicas e 2 milhões de filmes, além de séries de tvs, clipes, etc. Mais de 16 bilhões de canções já foram vendidas pela iTunes Store em todo o mundo. Sozinha, a loja online da Apple é responsável por mais de 20% da receita das gravadoras nos Estados Unidos.

– Apple terá que abrir mão do iPad na China

E é por essas e outras que não dá para confiar nos chineses, na hora de fazer negócios. Uma empresa chinesa registrou o nome de iPad por lá, e se a Apple quiser comercializar o famoso tablet na China com o seu nome verdadeiro, deverá pagar ‘apenas’ 1,6 bilhão de dólares para o uso da sua própria marca!

Ou seja: ou dá uns trocados (e que trocados) para os chineses, ou terá que vender o seu próprio iPad com outro nome.

Eu sou do tempo em que dizer “negócio da China” se referia a ter bons resultados…