– Uso do What’sApp trouxe prejuízos às operadoras de Telefonia?

A Vivo começará em MG e RS a cobrar pacotes extras de Internet nos celulares, ao invés de reduzir a velocidade da conexão, como de costume. Suas co-irmãs pretendem fazer o mesmo em breve.

Pensemos: apesar dos grandes lucros, as operadoras de telefonia celular tiveram uma queda violenta de vendas dos pacotes de SMS e de próprias ligações, muito por conta do aplicativo What’sApp.

Será que estão desforrando a diminuição no lucro com os pacotes de dados?

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– Ludogorets x Real Madrid e o Desafio ao Árbitro!

Tive 30 minutos de folga nesta quarta a tarde, e resolvi assistir um “pedaço” da Champions League. Liguei a TV e me achei em Sofia, onde o búlgaro Ludogorets surpreendeu o Real Madrid logo aos 6 minutos, com um gol do veterano e desconhecido Marcelinho (ex-Cascavel), um dos inúmeros brasileiros-ciganos que rodam o mundo (aliás, neste clube joga também o ilustre Júnior Caiçara, ex-CSA).

Mais eis que os espanhóis ficaram irritados e partiram com tudo para o ataque, e logo aos 10 minutos um pênalti (bem marcado) a favor do Real. 

E como a arbitragem está em má fase tanto lá como cá…

Cristiano Ronaldo correu, bateu e… ao seu lado, 3 jogadores do time da Bulgária! o goleiro Vladislav Stoyanov defende o chute, com seus colegas búlgaros disputando a sobra do rebote numa TRIPLA e CLARA invasão! Pôxa, deveria voltar a cobrança, conforme manda a Regra. Erro que prejudicou os madrileños. Aliás, nem Árbitro, nem Adicional e tampouco Assistente se atentaram.

Mas e se existisse o “desafio”, ou seja, a oportunidade do treinador Carlo Anceloti pedir a revisão da jogada ao árbitro? O árbitro teria percebido a infração do time búlgaro e não tenho dúvida de que a cobrança seria repetida.

Aos 13 minutos, Cristiano Ronaldo dispara em direção ao gol ao receber em condição legal uma bola “redondíssima” de Chicharito e faz um golaço. Mas o bandeira Alan Nulanic marca impedimento. Errou de novo.

Três minutos depois, Gareth Bale enfia um lançamento preciso a Sérgio Ramos, que domina, entra na área e chuta cruzado. Golaço de novo. De novo anulado… Errado de novo!

E como as lambanças destoaram nesse começo de jogo, aos 23 minutos Chicarito invade a área e força a passagem no zagueiro do Ludogorets, se jogando descaradamente. Não foi nada, mas o árbitro Brad Thompson inventa um pênalti nesse grave erro, convertido dessa feita. E também insisto: e se o treinador Georgi Dermendzhiev pedisse o seu “desafio”? Acredito que o pênalti seria desmarcado e marcada a simulação do atleta do Real Madrid.

Nem sei quanto o jogo acabou, pois assisti apenas a esses lances. Mas sei que a tecnologia é cada vez mais necessária nos dias atuais!

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– Redes Sociais são Estressantes, segundo pesquisa

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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– Profissionalismo e Tecnologia repudiados pelo Chefe de Árbitros da CBF.

É de se lamentar a declaração do Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF Sérgio Correa da Silva à Sportv durante a semana, depois do infeliz episódio sobre a orientação equivocada de bola na mão, cuja “orelha foi puxada” pela FIFA.

Em tom de desabafo (e até mesmo de arrogância), falando sobre as condições dos árbitros do Brasil, criticou a Profissionalização, reclamando que se fossem profissionais,

não poderia mandar o sujeito que errar embora”.

Cômodo, não? Vejam alguns árbitros que há ANOS fazem lambanças folclóricas e ainda assim continuam nas escalas (e não são profissionais). Um árbitro profissional, que a grosso modo seria um membro FIFA, de elite e de excelência, caso errasse em um jogo importante, teria demissão sumária? Claro que não. Há alguns que apitam muito bem e nunca chegam a elite, sumindo aos poucos do quadro de árbitros. E há outros que começam a apitar no Maracanã e nunca se firmam, mas a bolinha é incansavelmente sorteada.

Pior é o discurso para a não utilização dos sistemas tecnológicos no futebol. Declarou Sérgio que:

Vai acabar com a discussão e o futebol vai ficar muito chato. Vai tornar o futebol mais justo, mas vai perder a graça.

Meu Deus! Se falamos cada vez mais em legitimar os resultados dentro de campo, e a tecnologia de ponta nos permite isso, por que rumar contra a maré?

Isso é um verdadeiro 7×1 do apito no futebol…

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– O Purgatório de ser cliente Terra

Os blogs do serviço “Terra Blog” deixarão de existir. Por isso, tenho feito a migração para esse bom serviço da base WordPress.

Entretanto, para baixar os arquivos via importação do de lá para cá, tem sido um martírio. Ninguém se entende por lá, o cliente sofre para resolver o problema e só se pede para enviar email.

Lamentável…

Aos poucos, vou atualizando o blog.
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– Alibaba mostrou sua força

No mundo dos negócios virtuais, o site de vendas Alibaba vem assombrando. Ainda “nascendo” no Brasil, o gigante chinês (que curiosamente tem nome árabe) começou a vender ações ontem e se tornou o mais valorizado do mundo: a empresa foi avaliada em 167,8 bilhões de dólares!

Uau…

Jack Ma, o seu folclórico dono, deve estar rindo a toa. Em negócios, o Alibaba já movimenta mais que a Amazon e o eBay juntos. Só em 2013, foram US$ 250 bi.

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– Facedeals: teremos Ofertas de Produtos via Reconhecimento Facial?

Você já deve ter percebido que os produtos oferecidos nas propagandas de muitos sites costumam ser próximos dos que você visitou em alguns sites de compra. Funciona assim: se você visitou uma loja de tênis e observou virtualmente um determinado modelo, sites como Netshoes, por exemplo, em parceira com o Facebook, identificam suas preferências e enviam a você uma oferta na sua página na rede social.

Pois bem: agora, câmeras de reconhecimento facial estão sendo testadas em lojas, chamadas de Facedeals, que buscam seu rosto e sua identificação no Facebook, pesquisam seu perfil e seu comportamento e imediatamente enviam ao seu celular uma oferta de algum produto possivelmente desejado por você daquela loja.

Fantástico, não? Onde chegaremos…

– O App para Celular mais desejado pelos pais!

Sabe aquela situação que você liga, liga, liga… e ninguém atende?

Imagine seu filho(a) na “balada” e você aguardando o retorno?

Pois é: já existe um aplicativo que bloqueia o celular até que ele(a) retorne a ligação para o pai ciumento. E viva a tecnologia!

Em: http://blogs.estadao.com.br/link/app-bloqueia-celular-de-filhos-ate-que-eles-retornem-ligacao-dos-pais/

APP BLOQUEIA CELULAR DE FILHOS ATÉ QUE ELES RETORNEM LIGAÇÃO DOS PAIS

IgnoreNoMore, disponível para Android, força crianças e adolescentes a ligarem de volta para seus pais; caso contrário, tela do celular fica ‘preta’

Por Bruno Capelas

Quem é pai sabe o quanto é irritante ligar para os filhos para saber se eles estão bem e eles não atenderem nem darem um mísero sinal de vida. A americana Sharon Standifird, do Texas, se cansou disso e resolveu criar uma solução para ter respostas dos filhos: ela é a mente por trás do IgnoreNoMore, um aplicativo que bloqueia todas as funções do celular da criança ou do jovem até ela ligar de volta para seus pais.

Sim, é isso mesmo que você leu: se o pai ligar, você não atender e não ligar de volta, nada de jogos, nem de curtir o post dos amigos no Facebook ou até mesmo mandar um WhatsApp para a galera, deixando a tela do celular toda preta. A única exceção para a tela preta é que o filho pode fazer chamadas de emergência.

O aplicativo tem só um pequeno problema: é preciso que os pais instalem e ativem o IgnoreNoMore no celular dos filhos — algo que não acontece com tanta frequência assim, não é mesmo? Depois de ativado, entretanto, o app só pode ser removido com autorização dos pais.

Por enquanto, o IgnoreNoMore está disponível apenas para Android, e custa US$ 1,99 por cada celular ‘bloqueável’. Uma versão para iOS está sendo desenvolvida em breve.

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– Ter atenção no Jogo dentro de Campo ou no Celular?

Cada vez mais vemos pessoas dispersas em eventos com seus tablets ou celulares na mão. Distraem-se e não prestam atenção em nada ao redor.

Diante disso, um protesto inusitado: a torcida do holandês PSV faz campanha para que os torcedores “mais elitizados” abandonem seus aparelhos eletrônicos e fiquem atentos na partida, apoiando o time!

Cá entre nós: hoje é muito comum que as pessoas fiquem fotografando, lendo e-mails, trocando figuras via redes sociais e desperdicem seu tempo estando dentro dos estádios.

Especificamente na Holanda, os torcedores protestam para que o PSV não libere o Wi Fi no Philips Stadium.

Bobagem ou não?

Abaixo, extraído de: http://www.mktesportivo.com/2014/08/torcedores-do-psv-protestam-contra-o-wi-fi-no-philips-stadion/

TORCEDORES DO PSV PROTESTAM CONTRA O WI-FI NO PHILIPS STADION

Enquanto as novas arenas caminham para o natural processo de digitalização, há quem seja contra o uso da mesma durante as partidas. Após o caso do Manchester United, que proibiu o uso de tablests no Old Trafford, agora foi a vez dos próprios torcedores do PSV se voltarem contra a tecnologia.

Durante a goleada por 6×1 do clube holandês sobre o NAC Breda, pela Eridivise, torcedores abriram faixas com os dizeres “Fuck wi-fi, support the team“. Como pode-se ler, o apelo é para que todos os presentes no Phlips Stadion estejam atentos ao jogo, apoiando o PSV, não presos aos celulares e demais dispositivos.

O protesto partiu de dois dos setores mais populares do estádio, o T e o U. Eles ainda acreditam que estas ações tendem a elitizar o estádio, preterindo o público que fica de pé, para os setores mais caros e com cadeiras.

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– Há 21 anos nascia o Celular (no Brasil…)

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 21 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

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– Fábrica de Mosquito Transgênico para acabar com a Dengue?

Cada vez mais a Tecnologia ajuda o Homem. Prova é o que a Ciência está fazendo para acabar com a Dengue: criando mosquitos transgênicos em laboratório!

Entenda (extraído de: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/07/brasil-inaugura-primeira-fabrica-de-mosquitos-da-dengue-transgenicos.html)

BRASIL INAUGURA PRIMEIRA FÁBRICA DE MOSQUITOS DA DENGUE TRANSGÊNICOS

A empresa britânica Oxitec inaugurou, nesta terça-feira (29), a primeira fábrica de mosquitos Aedes aegypti transgênicos do Brasil, uma tecnologia que, se aprovada, pode ajudar no combate da dengue no país. A unidade, instalada em Campinas, tem capacidade de produzir 500 mil insetos por semana. No ápice de produção, esse número pode saltar para 2 milhões de machos a cada sete dias.

A tecnologia foi desenvolvida em 2002, no Reino Unido. No laboratório, ovos dos Aedes aegypti receberam uma microinjeção de DNA com dois genes, um para produzir uma proteína que impede seus descendentes de chegarem à fase adulta na natureza, chamado de tTA, e outro para identificá-los sob uma luz específica.

Os machos, quando liberados na natureza, procriam com as fêmeas –responsáveis pela incubação e transmissão do vírus da dengue. Elas vão gerar descendentes que morrem antes de chegarem à vida adulta, reduzindo a população total.

Testes iniciados em 2011 na cidade de Juazeiro, na Bahia, mostraram redução acima de 80% na população selvagem. Alguns experimentos apontaram resultados de 93% de redução do Aedes aegypti que vive na natureza. O uso dos insetos da Oxitec no Brasil foi feito em parceria com a organização Moscamed.

COMO FUNCIONA

A idéia da Oxitec é ser contratada pelo poder público para fornecer um pacote de serviços, que vai desde o treinamento de agentes públicos ao combate de possíveis epidemias de dengue.

A contratação depende da aprovação da Agência de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que ainda estuda autorizar a comercialização deste tipo de serviço. Caso isto ocorra, o Brasil poderá ser o primeiro país a aprovar o uso de  Aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue.

No entanto, testes podem ser realizados em algumas cidades, como Piracicaba e Campinas, ambas no interior paulista.

Segundo Glenn Slade, diretor global de desenvolvimento de negócios da empresa, uma cidade de 50 mil habitantes terá de desembolsar de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano para aplicar os serviços, e R$ 1 milhão pelos anos seguintes, para manutenção dos insetos. Ele afirma ainda que novas unidades devem ser construídas no Brasil.

O processo de liberação é dividido em três fases. Em um plano simulado para um município de 10 mil habitantes, na primeira fase, chamada de supressão, são liberados 2,5 milhões de insetos por semana (250 para cada habitante). Na consolidação, o total de lançamentos cai para um milhão por semana. As duas primeiras etapas duram de quatro a seis meses, cada uma delas. Na terceira e última fase, a de manutenção, são liberados 500 mil mosquitos machos por semana.

De acordo com o Ministério da Saúde, entre 1º de janeiro e 5 de julho deste ano, o país registrou 659.051 casos de dengue, total que é 52,5% menor que o do ano passado (1.388.776 notificações). A quantidade de mortes também diminuiu. Foram 249 óbitos entre 1º janeiro e 5 de julho deste ano contra 541 no mesmo período do ano passado.

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– Vovolescentes da Internet

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

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– O Gol da Tecnologia representa o quê na Evolução da Arbitragem de Futebol?

Na partida entre França 3 x 0 Honduras, o segundo gol foi histórico, mas não pela discussão se o tento foi do atacante franco-argelino Benzema ou contra do goleiro hondurenho Valladares. Foi marcante por ser gol confirmado pelo chip da bola.

Sou a favor da tecnologia no futebol, ajudando a legitimar placares e tirando dúvidas de lances, diminuindo resultados alterados por injustos erros. Mas…

Já repararam que há uma louvação excessiva para essa tecnologia?

Vamos discutir: todo o sistema custa € 250 mil para a instalação, é composto de 7 micro-câmeras estrategicamente colocadas nos postes e travessão. Cruzando as informações com o sensor, envia a mensagem GOAL (gol) ao relógio do árbitro quando a bola atravessa por inteiro a linha da meta. Ela foi arduamente testada em diversas competições, e após sua validação pela FIFA, foi usada oficialmente na Copa das Confederações 2013, Mundial Interclubes 2013 e agora na Copa do Mundo 2014.

Assim, avalie: tamanho gasto e com tal quantidade jogos, somente no jogo de Porto Alegre essa tecnologia foi necessária! Em todos os outros jogos disputados nesse tempo ela não teve relevância alguma.

Para mim, o simbolismo da validação do gol de ontem é apenas um pequeníssimo passo da FIFA. Há muito que ser trabalhado, pois pense: onde estavam as tecnologias disponíveis para corrigir o grave erro de Yiuchi Nishimura na marcação de pênalti na partida Brasil x Croácia, ou para corrigir a anulação por impedimento dos 2 gols mexicanos contra Camarões, ou ainda para dirimir as dúvidas se Diego Costa realmente sofreu ou cavou o tiro penal no jogo Espanha x Holanda?

Será que o custo-benefício para se confirmar o 2o gol francês de uma vitória fácil não é muito alto e menos irrelevante do que o valor a ser gasto no desenvolvimento de tecnologias mais eficazes para correção de erros e auxílio à arbitragem muito mais importantes do que esse?

Está na hora de, a partir do exemplo do histórico 15 de junho, rediscutir a má vontade e preconceito que se tem com as imagens de TV para ajudar o árbitro. E se os treinadores croatas e mexicanos pedissem aos 4o árbitros de suas partidas para reverem as decisões dos juízes de seus jogos? Uma TV à mesa (que custa muito menos que € 250 mil) poderia resolver a situação e trazer menos prejuízo ao resultado do jogo. E os árbitros assistentes adicionais, os AAA que ficam atrás do gol? Não seriam importantes ao Mundial, evitando os “agarra-agarras” na área? Na partida Uruguai x Costa Rica eles seriam importantíssimos, em especial nos lances em que Diego Lugano foi agarrado e/ou agarrou.

Por fim, uma curiosidade: o árbitro não é obrigado a aceitar a decisão do chip. Se Sandro Meira Ricci (o brasileiro que apitou França x Honduras) não quisesse aceitar o sinal do relógio, poderia mandar o jogo seguir, já que a orientação da FIFA é que o “árbitro deve estar convencido da confiabilidade do seu equipamento”.

Aliás, falando de Sandro, ótimo trabalho dele com os assistentes Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gassen. Mostrou toda a sua competência (e contou com a sorte ao participar do momento marcante da estréia da interferência do meio eletrônico). O lance crucial da arbitragem não foi o gol polêmico confirmado com acerto, mas sim a correta marcação do pênalti que abriu o placar. Tranco faltoso (ombro nas costas) do zagueiro hondurenho no atacante francês, e aplicação correta do segundo cartão amarelo (resultando na expulsão).

Sobre isso, Luís Suárez, treinador de Honduras, disse:

Wilson fez uma falta e já tinha amarelo. Não havia o que fazer, o juiz foi correto”.

É bom ouvir declarações de bom perdedor e não lamúrias e choros demagógicos. Pior: ouvir falas forçadas (e duras de engolir até agora) como a de Scolari, justificando que viu 10 vezes o lance de Fred e que marcaria pênalti…

Em tempo: a FIFA não quer que se repita lances duvidosos nos telões dos estádios. Entretanto, até os replays na transmissão pela TV aberta eles estão sendo evitados. Mas que exagero, Mr Blatter!

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– E quem paga a conta, dona NET?

Ao ver as propagandas da NET, fico revoltado! Ontem, sexta-feira, dia de muito trabalho, boa parte do comércio de Jundiaí ficou sem acesso a Internet por culpa da prestadora.

Ora, Internet não é luxo, é necessidade nos dias atuais. E como fazer se no trabalho você precisa dela?

É irritante saber que as operadoras não têm equipamentos reservas para situações de emergência. Tive prejuízos significativos. E como fica? Nenhuma satisfação? Simplesmente caiu a internet da NET e o cliente que arque com as consequências?

Esses caras ganham muito dinheiro com serviço de péssima qualidade. E cadê as autoridades para fiscalizarem a contento?

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– Mercado de Seguidores do Twitter

Cresce cada vez mais a opção de “comprar” pacotes de seguidores no Twitter. Dias atrás, a Revista Veja, através de Tatiana Gianini (Ed 02/05/12, pg 113-114), trouxe uma matéria sobre “Fãs Zumbis, perfis falsos, criados apenas para avolumar as contas de Twitter ou Facebook de celebridades.

Por R$ 500,00, compra-se 5.000 seguidores. Barato? Talvez, para os interessados, pode ser um custo aceitável.

Alguns motivos para turbinar a rede social: Vaidade (se vangloriar por ser popular entre as pessoas) ouNegócios (demonstrar que é querido / seguido por muitos para publicidade, por exemplo).

Grande bobagem… Aqui, falamos sobre o comércio de gente que gosta de futilidadesGente que tem conteúdo não se importa com tal número.

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– Empresas Inovadoras Sofrem como Outras Quaisquer

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

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– Apple contra a pirataria forçosamente!

E a Apple luta a seu favor contra a pirataria. Se você atualizou o seu iPhone com o iOS 7.1 e está tendo problemas com cabos, tenha certeza: é tudo de propósito!

A empresa aproveitou a nova atualização e colocou dentro do sistema uma “ferramenta” que identifica cabos originais ou não. Se originais, continua tudo funcionando bem. Se não, os cabos falham, o carregamento não se dá, etc.

É a luta contra produtos falsificados e/ou paralelos. Isso é bom, mas seria melhor ainda se a empresa barateasse seus produtos. Um cabo carregador custar quase R$ 100,00 é um tapa na cara.

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– O iPhone mais caro do Mundo é brasileiro!

Responda rápido: um iPhone é caro?

Sim, claro.

Responda de novo: em que país é mais caro?

Acertou de novo: no Brasil!

A tabela e as explicações sobre isso são bem claras. Abaixo, extraído do “Blog do iPhone”:

OS 16 PAÍSES ONDE O IPHONE É MAIS CARO

Não precisamos ser óbvios em repetir uma notícia que damos desde 2008 e que se repete todos os anos: no Brasil, temos o iPhone mais caro do mundo. E isto é algo no qual não nos orgulhamos.

Mas como curiosidade, vamos listar os 16 países onde ele é mais caro, para entender melhor a situação.

O levantamento foi feito pela empresa MobileUnlocked, mas não incluía o Brasil. Nós incluímos.

País Preço (em dólar) Equivalente em Reais
1. Brasil US$ 1.223 R$ 2.799
2. Jordânia US$ 1.091 R$ 2.496
3. Turquia US$ 1.063 R$ 2.432
4. Romênia US$ 1.012 R$ 2.316
5. Hungria US$ 1.004 R$ 2.297
6. Grécia US$ 999 R$ 2.286
7. Malta US$ 985 R$ 2.255
8. Itália US$ 985 R$ 2.254
9. Dinamarca US$ 978 R$ 2.238
10. Lituânia US$ 958 R$ 2.192
11. França US$ 958 R$ 2.191
12. Suécia US$ 953 R$ 2.181
13. Polônia US$ 953 R$ 2.180
14. Noruega US$ 946 R$ 2.165
15. Finlândia US$ 944 R$ 2.160
16. Portugal US$ 944 R$ 2.160

Como se vê, o iPhone não é um aparelho barato em nenhum lugar do mundo. A diferença é que na maioria destes países listados, o salário mínimo é muito maior que o nosso e a população tem mais acesso aos produtos sem precisar fazer grandes esforços financeiros.

Na tabela, é interessante notar que o Brasil é o líder isolado, com um preço de quase US$200 a mais do segundo colocado. É muita coisa. E isso que estamos falando de países que também cobram taxas “exóticas”, como a França que põe um imposto de “cópia privada” sobre eletrônicos com capacidade interna de armazenamento, pois os usuários podem usar o iPhone para copiar músicas digitais e, por isso, este valor é repassado às gravadoras musicais.

O mais estranho é constatar que em todos os países o iPhone 5c de 32GB tem exatamente o mesmo preço do iPhone 5s de 16GB. No Brasil, a diferença entre os dois modelos é de R$400, quantia que já daria para comprar um Apple TV. Por que isso?

No início da semana, fizemos aqui um gráfico comparando a evolução de preços do iPhone no Brasil. Não tem sentido dizer que os preços aumentaram sem analisar o mesmo aumento do dólar no período. E neste ponto, a variação na moeda americana não é tão gritante quanto aquela em real.

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– Por onde anda o Kindle?

Com o iPad e outros tantos tablets modernos, que mal pergunte…

Que fim levou o Kindle, o e-book que prometeria revolucionar?

Aqui no Brasil… não o vejo com frequência.

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– Selfie ou Braggie?

Muitos gostam de se autofotografar e colocar nas redes sociais seus rostos. A isso se dá o nome de Selfie. É um modismo. Mas sabia que ele também está saindo de moda?

Agora está em voga o Braggie, que é um “Selfie de Ostentação”.

Está comendo um belo camarão na praia? O cara fotografa e coloca na rede social. Praia com os amigos? Faça os outros morrerem de inveja. E por aí vai.

Comportamento social de emergente – é nisso que se resume o Braggie!

Sobre o tema, abaixo, extraído do Portal Jovem Pan:

BRAGGIE

Viagens, restaurantes, carrões, jatinhos. Depois da onda do “selfie” (tipo de fotografia em que a pessoa clica ela mesma e posta o resultado nas redes sociais), os famosos resolveram investir no “braggie”, imagem feita unicamente para mostrar que estão bem de vida – e deixar os amigos morrendo de inveja. Confira alguns na galeria a seguir!

Clique em: http://jovempan.uol.com.br/entretenimento/famosos/braggie-nas-redes-sociais-moda-agora-e-fazer-inveja-aos-amigos.html

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– Facebook compra WhatsApp

Há 2 anos, o Facebook comprou o Instagram por 1 bilhão de dólares. Agora, sedento para continuar crescendo, comprou o WhatsApp por US$ 16 bilhões (ou 45 bilhões de reais)!
Uau…
Pesquisas dizem que adolescentes não gostam mais do Facebook pois seus pais entraram na Rede Social. Assim, Mark Zuckerberg tem que se virar para manter a empresa atraente.
Parece que está conseguindo…
Uma observação: do jeito que vai, Google e Facebook comprarão tudo o que existir e só sobrarão eles! Incrível quanto dinheiro e quanta fome empreendedora.
Ops: Quantas empresas brasileiras valem 16 bilhões de dólares?

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– A desvalorização da Motorola

A Motorola é símbolo do desenvolvimento da tecnologia celular nos EUA. Em 2012, foi comprada pelo Google por US$ 12,5 bilhões!

Em 2014, os chineses da Lenovo (que já são donos da IBM, outro ícone americano) compraram a Motorola por… US$ 3 bilhões.

Que raio de negócio é esse do Google? Vende por ¼ do valor comprado?

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– Os Olhos Eletrônicos que Tudo Observam

E essa agora?

Há fortes indícios de que a agência de espionagem americana NSA espionava as pessoas escondida em aplicativos como o Google Maps ou jogos como o Angry Birds.

Cá entre nós: os americanos são muiiiiito bons nisso. Se bobear, rastreiam nosso computador mesmo se ele estiver desligado.

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– Risco de Comprar iPhone nos EUA e ele se tornar um mico aumenta!

Aqui no Brasil, as autoridades entendem que as operadoras de celulares devem desbloquear os aparelhos. Nos EUA, o contrário!

Se você pensa em trazer um iPhone de lá, prepare-se para algumas mudanças:

Extraído de: http://blogdoiphone.com/2013/01/a-partir-de-hoje-torna-se-ilegal-desbloquear-iphones-nos-estados-unidos/#more-42185

TORNA-SE ILEGAL DESBLOQUEAR IPHONES NOS ESTADOS UNIDOS

Legislações são diferentes em cada país. Enquanto no Brasil as operadoras são obrigadas por lei a desbloquear os celulares caso o cliente peça, nos Estados Unidos esta prática torna-se proibida a partir de hoje. Quem tentar desbloquear sem autorização seu iPhone (ou qualquer outro celular) para usar em outra operadora, estará cometendo crime. A decisão foi aprovada em outubro pelo congresso americano.

O que isso muda para nós?

Bem, só influenciará para quem gosta de comprar aparelho bloqueado. A Apple continuará disponibilizando nos EUA versões unlocked de seus aparelhos, como já fazia antes.

Para quem insistir em comprar um aparelho bloqueado, o que pode complicar seja o fato de que talvez métodos de desbloqueio fiquem mais escassos. Sites que até ontem desbloqueavam iPhones por IMEI podem deixar de funcionar se sua base de operações for os Estados Unidos. É provável que os hackers do jailbreak deixem de criar ferramentas de desbloqueio de operadora (como o ultrasn0w), pois eles sempre se preocuparam em ficar dentro das leis.

Ao contrário do desbloqueio, o jailbreak do iPhone ainda não é ilegal no país do Obama, o que nos garante que equipes como os Evad3rs possam continuar a buscar soluções de liberar nossos iPhones desbloqueados. Mas a lei que proíbe o desbloqueio lá também não permite fazer jailbreak em iPads.

Portanto, o que antes era apenas uma dica nossa, agora é regra: nunca compre um iPhone bloqueado com outra operadora.

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– Parabéns ao Falecido ou Sobrevivente Orkut?

No atual estágio da civilização, modernidades nascem e morrem rapidamente. É o clico de vida dos produtos. Vejam o caso do videocassete: me lembro quando meu pai entrou num CONSÓRCIO para comprar um… era algo de outro mundo mesmo!

E o Fax? Loucura, né? Passar um papel e o cara receber a cópia dele em qualquer lugar do planeta.

Hoje, o Orkut faz 10 anos. Quando surgiu, uma febre. Mas… será que já morreu de verdade?

O Estadão trouxe motivos para não abandonar essa rede social que parece ser “tão antiga”.

Abaixo, em:

http://blogs.estadao.com.br/link/10-motivos-para-sentir-saudade-do-orkut/

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– Aniversário de uma Revolução Tecnológica e Comportamental

Há 7 anos, um invento mudava o mundo. Era criado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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– O Satélite Brasileiro Ching Ling

A China conseguiu fazer com que seu robô descesse na Lua; os americanos querem chegar a Marte; japoneses desejam realizar estudos com o Sol; o Irã mandou um macaco para o espaço; a Índia, através da sua agências espacial, anunciou que quer explorar o universo; e por aí vai.

Enquanto isso, nosso satélite sino-brasileiro CBERS-3 de R$ 160 milhões não conseguiu ficar no espaço nem por poucas horas e caiu (na semana passada).

Quem pagará a conta?

Já li críticas que a parceria com os chineses não foi adequada, pois eles devem ter se equivocado em algum momento do projeto.

Eles? Mas se até os equipamentos espaciais deles têm sucesso, onde está o erro?

Respeitosamente, acho que a nossa parceria foi com o pessoal da 25 de Março, não os legítimos de Pequim.

Ah, lembrando: em 2014, teremos o CBERS-4, ao custo de R$ 200 milhões. Vai dar certo?

Permitam-me o trocadilho, mas é dinheiro público indo para o espaço, literalmente…

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– Empresas que sofrem golpes pelo Twitter

Compartilho um interessante texto sobre como a montadora Nissan sofreu e perdeu consumidores por uma infelicidade com o Twitter. Após promoção, não contou com os golpes dados por integrantes desta Rede Social.

Abaixo, extraído de Revista Época, pg 78, Ed 20/12/2010, no. 657

DERRAPOU NO TWITTER

A Nissan inovou com promoção na rede social. Mas se enrolou com um internauta acusado de fraude.

Por Bruno Ferrari

O povo brasileiro tem uma antiga paixão por carro. Outra paixão, mais recente, são as redes sociais: dos 40 milhões de usuários ativos de internet no Brasil, mais de 80% frequentam algum desses sites. Com todo esse potencial, uma ação de marketing que unisse essas duas paixões não teria como dar errado. Foi o que a montadora japonesa Nissan imaginou quando lançou a promoção “Quero meu carrão”. O objetivo era que usuários da rede social Twitter divulgassem uma mensagem em seus perfis e que essa mensagem fosse repassada pelo maior número de contatos. Quem atingisse a marca de 44.500 “retuites” (ou RTs) levaria um carro Tiida novinho, no valor de R$ 44.500. Mas a bela sacada de marketing deu errado.

Um grupo de usuários do Twitter se mobilizou para ganhar o carro. Queriam doar o prêmio à Família Santa Clara, uma instituição de caridade. Pessoas influentes do Twitter no Brasil endossaram a campanha. Em poucos dias, porém, um perfil identificado como @tca_oficial ultrapassou os 44.500 RTs, levando o carro.

Desconfiados do perfil, que era anônimo e tinha mais de 100 mil seguidores (marca que só celebridades conseguem), o grupo que perdeu o carro mobilizou-se para encontrar indícios de trapaça do usuário @tca_oficial. Não precisou de muito. O próprio Twitter excluiu a conta vencedora dois dias depois por uso de técnicas para inflar artificialmente o número de seguidores (conhecidas como “scripts”).

Houve protesto em blogs, no Twitter e em diversos sites de notícia. Criou-se até o perfil @nissanfail (“Nissan falhou”) no Twitter. A montadora então prorrogou a promoção, oferecendo um segundo carro e tomando medidas de precaução. “Houve uma comoção no Twitter”, diz Carlos Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan. Moreno diz que o regulamento não previa penalizar o uso de script, e a Nissan poderia ser acionada na Justiça pelo ganhador da promoção. O publicitário Fernando Gouveia, que concorria ao prêmio no Twitter e escreveu um post em seu blog sobre o caso, rebate: “O item 4.8 do regulamento diz que serão excluídos os participantes que burlarem o sistema de segurança do Twitter”.

Para evitar que o segundo carro caísse na mão de outro hacker, a Nissan criou uma comissão para analisar tecnicamente o ranking da promoção, que se encerra no dia 20. Decidiu-se então que as mensagens com RTs dados indevidamente seriam excluídas. A advogada Flavia Penido, usuária do Twitter e com casos envolvendo Direito Digital na carreira, diz que a Nissan age com cautela. “O Direito não é uma ciência exata. É preciso que quem esteja julgando saiba exatamente como funciona o script”, afirma Flavia, que participa da comissão da montadora.

A Nissan tem o mérito de inovar num mercado promissor. “O custo do aprendizado é nosso”, afirma Moreno. “Mas a melhor solução nesse caso é ser transparente.” Um grupo de participantes que se sentiu prejudicado se uniu via internet e está pensando em mover uma ação coletiva contra a empresa. A ação da montadora japonesa mostrou o potencial de marketing das redes sociais. Mas mostrou também que, agora, ao lado da equipe de criação, é bom as empresas incluírem um advogado especializado em internet.

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– O iPhone mais caro do mundo é encontrado no…

Responda rápido: um iPhone é caro?

Sim, claro.

Responda de novo: em que país é mais caro?

Acertou de novo: no Brasil!

A tabela e as explicações sobre isso são bem claras. Abaixo, extraído do “Blog do iPhone”:

OS 16 PAÍSES ONDE O IPHONE É MAIS CARO

Não precisamos ser óbvios em repetir uma notícia que damos desde 2008 e que se repete todos os anos: no Brasil, temos o iPhone mais caro do mundo. E isto é algo no qual não nos orgulhamos.

Mas como curiosidade, vamos listar os 16 países onde ele é mais caro, para entender melhor a situação.

O levantamento foi feito pela empresa MobileUnlocked, mas não incluía o Brasil. Nós incluímos.

País Preço (em dólar) Equivalente em Reais
1. Brasil US$ 1.223 R$ 2.799
2. Jordânia US$ 1.091 R$ 2.496
3. Turquia US$ 1.063 R$ 2.432
4. Romênia US$ 1.012 R$ 2.316
5. Hungria US$ 1.004 R$ 2.297
6. Grécia US$ 999 R$ 2.286
7. Malta US$ 985 R$ 2.255
8. Itália US$ 985 R$ 2.254
9. Dinamarca US$ 978 R$ 2.238
10. Lituânia US$ 958 R$ 2.192
11. França US$ 958 R$ 2.191
12. Suécia US$ 953 R$ 2.181
13. Polônia US$ 953 R$ 2.180
14. Noruega US$ 946 R$ 2.165
15. Finlândia US$ 944 R$ 2.160
16. Portugal US$ 944 R$ 2.160

Como se vê, o iPhone não é um aparelho barato em nenhum lugar do mundo. A diferença é que na maioria destes países listados, o salário mínimo é muito maior que o nosso e a população tem mais acesso aos produtos sem precisar fazer grandes esforços financeiros.

Na tabela, é interessante notar que o Brasil é o líder isolado, com um preço de quase US$200 a mais do segundo colocado. É muita coisa. E isso que estamos falando de países que também cobram taxas “exóticas”, como a França que põe um imposto de “cópia privada” sobre eletrônicos com capacidade interna de armazenamento, pois os usuários podem usar o iPhone para copiar músicas digitais e, por isso, este valor é repassado às gravadoras musicais.

O mais estranho é constatar que em todos os países o iPhone 5c de 32GB tem exatamente o mesmo preço do iPhone 5s de 16GB. No Brasil, a diferença entre os dois modelos é de R$400, quantia que já daria para comprar um Apple TV. Por que isso?

No início da semana, fizemos aqui um gráfico comparando a evolução de preços do iPhone no Brasil. Não tem sentido dizer que os preços aumentaram sem analisar o mesmo aumento do dólar no período. E neste ponto, a variação na moeda americana não é tão gritante quanto aquela em real.

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– A Briga entre as Redes Sociais

Facebook, YouTube, GooglePlus e Twitter: essa é a ordem do ranking das redes sociais no Brasil.

Aliás… cadê o Orkut?

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/internet/google-ultrapassa-o-twitter-em-disputa-por-redes-sociais/

GOOGLE+ EM SEGUNDO

Por Lauro Jardim

O Google+ ultrapassou o Twitter em números de usuários se tornando a terceira rede social mais utilizada no Brasil. O dado é de um relatório da consultoria Comscore, uma das maiores do mercado de tecnologia. Em números absolutos, o G+ registrou 12,8 milhões de usuários em outubro deste ano contra 12,2 milhões do Twitter.

O primeiro lugar da lista, ainda muito distante dos rivais, é do Facebook com 64,4 milhões de usuários. Em segundo vem a plataforma de vídeos YouTube com 53,7 milhões.

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– A Internet Brasileira…

Sensacional o “respeito” das empresas que fornecem Internet Fixa no Brasil.

O Speedy da Vivo está fora do ar desde ontem a noite e ainda não voltou; a Net oscilando absurdamente!

E o preço lá em cima, e a resposta das empresas sempre vaga…

Como fica o respeito ao consumidor?

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– A Burrice da Inteligência Artificial

O título deste post é o mesmo da matéria de Pedro Burgos e Alexandre Versignassi numa edição da Revista Superinteressante. Eles se referem às experiências com o Supercomputador Watson, da IBM, a máquina que assustou o mundo com seus 15 mil gigabytes e princípios de inteligência artificial, vencendo humanos em um reality show americano.

A reportagem é interessante: o que poderia vencer a inteligência artificial é… a burrice humana! Fantástico, pois a questão é a seguinte: apesar de tão esperto, ele não entende falhas de pessoas, justamente porque são erros.

Ao ler a reportagem, orgulho-me de ainda ser um humanóide…rsrsrs

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– Microsoft compra a Nokia Celulares!

Por 17 bilhões de reais (ou 5,44 bi de dólares), a Microsoft comprou a divisão de celulares da Nokia.

Caramba… Nokia e Ericsson eram as top nos anos 90, seguidas pela Siemens. Ambas foram negociadas!

Cá entre nos: quem investe tanta grana assim, só pode estar querendo fazer ainda mais dinheiro. portanto, o que a Microsoft fará de novo com sua aquisição?

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/economia/2013/09/microsoft-compra-divisao-de-celulares-da-nokia-por-cerca-de-r-17-bilhoes.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

MICROSOFT COMPRA A NOKIA

A Microsoft fechou a compra dos negócios e patentes da divisão de celulares da companhia finlandesa Nokia, ex-líder mundial na venda de aparelhos móveis, anunciaram nesta terça-feira ambas as empresas em comunicado conjunto.

A Microsoft pagará 5,44 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões) pela compra da divisão de dispositivos móveis e patentes da Nokia, sendo 3,79 bilhões de euros pela unidade de fabricação de celulares e smartphones, atualmente sufocada pelas concorrentes, e 1,65 bilhão de euros pelas patentes da companhia finlandesa.

O comunicado detalhou que o executivo-chefe de Nokia, Stephen Elop, deixará seu posto, enquanto a Microsoft – na prática – deverá assumir o controle total da Nokia, empresa que já liderou a venda mundial de celulares, mas que perdeu terreno nos últimos anos diante dos smartphones da Apple e da sul-coreana Samsung.

Ambas as multinacionais esperam que a transação seja confirmada em seu total somente no primeiro trimestre de 2014, logo após a aprovação dos reguladores estatais e dos acionistas.

“É um ambicioso passo para o futuro, uma situação que beneficia ambos os lados, além de empregados, acionistas e consumidores. As duas equipes juntas acelerarão a fração de mercado da Microsoft e seus lucros em telefones”, indicou Steve Ballmer, executivo-chefe da Microsoft.

O passo dado pela Microsoft é similar ao dado pela Google, criadora do sistema operacional Android, na compra da Motorola em 2011, em um setor tecnológico cada vez mais integrado e em que dispositivos portáteis, sistemas operacionais, aplicativos e outros serviços cada vez estão mais concentrados em competir.

“Para a Nokia este é um importante passo para se reinventar, fortalecer sua posição financeira e iniciar um próximo capítulo”, indicou no comunicado conjunto Risto Siilasmaa, quem agora aparece como o executivo-chefe provisório da Nokia.

Com esta operação, a Microsoft, que também perdeu terreno devido à ascensão da Apple, Google e Facebook nos últimos anos, consuma a absorção de uma empresa que é parte essencial da economia da Finlândia e uma das pioneiras na fabricação de telefones celulares.

O acordo entre Microsoft e Nokia inclui a transferência de 32 mil empregados à multinacional americana, entre funcionários de gestão, engenharia, manufatura, montagem e distribuição no mundo todo.

Por causa da desaceleração dos últimos anos, impulsionada principalmente pela ascensão dos smartphones e tablets, a Nokia demitiu cerca de 20 mil empregados e eliminar algumas das gratificações.

No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou uma queda na venda de celulares de 27%, além de 5 bilhões de euros de prejuízos acumulados nos últimos nove trimestres. EFE

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– Segredos Industriais entre China e EUA

Cada vez mais ouvimos falar de roubo de segredos industriais, espionagem, benchmarking disfarçado e outras estratégias. Mas compartilho interessante artigo sobre “Como a China rouba Inovações dos EUA”.

Abaixo, extraído de: OESP, 07/04/2012, por Richard Clarck

COMO PEQUIM ROUBA OS SEGREDOS AMERICANOS

Hackers tiram competitividade de empresas dos EUA

Nos dois últimos meses, funcionários de alto escalão do governo e especialistas do setor privado desfilaram diante do Congresso e descreveram em termos alarmantes uma ameaça silenciosa: ciberataques realizados por governos estrangeiros. Robert S. Mueller III, diretor do FBI, a polícia federal americana, disse que esses ataques em breve substituiriam o terrorismo como a preocupação principal da agência. Hackers estrangeiros, em particular da China, penetram nos computadores de empresas americanas e roubam quantidades enormes de dados valiosos e propriedade intelectual.
Não é difícil imaginar o que ocorre quando uma empresa americana paga por pesquisa e uma empresa chinesa consegue os resultados de graça. Isso destrói sua vantagem competitiva. Shawn Henry, ex-diretor-assistente executivo do FBI, disse ao Congresso há duas semanas que uma empresa americana teve todos os seus dados de um programa de pesquisa de 10 anos e US$ 1 bilhão copiados por hackers em uma noite.

O general Keith B. Alexander, chefe do Cyber Command das forças militares, qualificou o roubo digital contínuo, desenfreado, de “a maior transferência de riqueza da história”.

Entretanto, o mesmo Congresso que ouviu todos esses testemunhos perturbadores está atolado em discordâncias sobre um projeto de lei de cibersegurança que não faz muito para enfrentar o problema da ciberespionagem chinesa. O projeto, que estabeleceria padrões de cibersegurança não compulsórios para o setor está atolado em disputas ideológicas.

O senador John McCain, que o considera uma forma de regulamentação desnecessária, propôs um projeto alternativo que não trata de ciberdefesas inadequadas de companhias que rodam elementos de infraestrutura nacional. Como o Congresso parece incapaz e sem vontade de enfrentar a ameaça, o Poder Executivo precisa fazer alguma coisa para impedi-la.

No passado, agentes do FBI estacionavam do lado de fora dos bancos que consideravam prestes a ser roubados e dessa forma capturavam os ladrões e o saque quando eles saíam. Capturar os ladrões no ciberespaço não é tão fácil, mas capturar o saque é possível.

O general Alexander testemunhou na semana passada que sua organização viu um ataque de fora que pretendia roubar arquivos sensíveis de um fabricante de armas americano. O Pentágono advertiu a companhia, que teve de agir por conta própria. O governo não interveio diretamente para barrar o ataque porque nenhuma agência federal acredita que tem hoje a autoridade ou a missão de fazê-lo.

Interceptação. Com a autorização apropriada, o governo dos Estados Unidos poderia impedir os arquivos que estão sendo roubados de chegarem aos hackers chineses. Se agências do governo fossem autorizadas a criar um grande programa para interceptar dados roubados que estão saindo do país, elas poderiam reduzir drasticamente o roubo atual no atacado de segredos corporativos americanos.
Muitas companhias nem sabem quando estão sendo invadidas. Segundo os testemunhos ao Congresso da semana passada, 94% das companhias servidas pela empresa de segurança de computadores Mandiant não tinham conhecimento de estarem sendo invadidas. E embora a Securities and Exchange Commission (SEC, que normatiza atividades da bolsa) insista para as empresas revelarem quando forem vítimas de ciberespionagem, a maioria não o faz. Algumas, entre as quais Sony, Citibank, Lockheed, Booz Allen, Google, EMC e a Nasdaq, admitiram ter sido vítimas. Os National Laboratories, do governo, e centros de pesquisa com financiamento federal também foram invadidos.

Por temor de que o monitoramento do governo seja visto como uma cobertura para a bisbilhotice ilegal e a violação da privacidade dos cidadãos, o governo de Barack Obama nem mesmo tentou desenvolver uma proposta para localizar e barrar a espionagem industrial em geral. Ele teme uma reação negativa dos defensores de direitos à privacidade e da liberdade na internet que não querem o governo monitorando o tráfego na internet. Outros no governo temem também prejudicar as relações com a China. Algumas autoridades receiam até que enfrentar a China possa desencadear ataques paralisantes à vulnerável infraestrutura controlada por computadores dos Estados Unidos.

Com sua inércia, porém, Washington está efetivamente preenchendo os requisitos de pesquisa da China enquanto ajuda a tirar trabalho de americanos. Obama precisa enfrentar a ciberameaça e ele nem mesmo precisa de uma nova autoridade do Congresso para tal.

Pela autoridade da Alfândega, o Departamento de Segurança Nacional poderia inspecionar o que entra e sai dos Estados Unidos pelo ciberespaço. A Alfândega já busca a pornografia infantil online que cruza fronteira virtuais. E pela Lei da Inteligência, o presidente poderia emitir um decreto autorizando agências a monitorar o tráfego na internet fora dos Estados Unidos e reaver arquivos sensíveis roubados no território americano.

E isso sem pôr em risco os direitos à privacidade dos cidadãos. Aliás, Obama poderia construir proteções como nomear um defensor privado com poderes que poderia barrear abusos ou qualquer atividade que fosse além de impedir o roubo de arquivos importantes.

Se o Congresso não agir para proteger as empresas dos Estados Unidos das ciberameaças chinesas, o presidente Obama deveria fazê-lo. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

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– Há 20 anos nascia o Celular (no Brasil…)

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 20 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

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