– Um recorde que não será batido tão cedo!

Dispensa comentários. Só aplausos ao cubano

Em 5 edições, 5 ouros? O espaço de tempo é de 20 anos!

– Vivendo a experiência do outro.

E quando você tenta sentir DE VERDADE a dor do outro?

Talento e profissionalismo, com uma dose de empatia nessa história, abaixo:


– E o James Rodriguez?

Esse excepcional jogador da Seleção Colombiana, James Rodriguez, é o mesmo #JamesRodrigues do São Paulo FC?
Não pode ser… esse é participativo, genial e tem vontade. O outro é um molengão, chinelinho e descomprometido.
Imagem

– Pelo incômodo ou por merecimento, os competentes são notados.

Sou fã do Steve Martin, ator hollywoodiano de muito carisma.

Disse ele um dia:

”Seja muito bom, que eles não vão ter como ignorar você”.

Se você é muito bom naquilo que faz, alguém vai te notar: os que podem te promover, os que irão te admirar ou os que te invejarão.

”Passar batido”, despercebido, certamente você não irá.

– Ronaldinho Gaúcho ou Neymar?

Conversando com amigos, surgiu a discussão (comum a muitos): quem jogou mais, Neymar ou Ronaldinho Gaúcho?

Se eu fosse pagar um ingresso, pagaria para assistir R10. Em conquistas, ele também venceu mais. Em beleza de jogo (para mim), idem. Portanto…

Isso não quer dizer que Neymar não seja um grande jogador (e ele nem encerrou a carreira). Mas entre os dois, fico com o Gaúcho.

E para você?

Neymar e Ronaldinho Gaúcho se encontram após vitória do PSG sobre o RB Leipzig — Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Instagram Neymar.

– Ronaldinho Gaúcho ou Neymar?

Conversando com amigos, surgiu a discussão (comum a muitos): quem jogou mais, Neymar ou Ronaldinho Gaúcho?

Se eu fosse pagar um ingresso, pagaria para assistir R10. Em conquistas, ele também venceu mais. Em beleza de jogo (para mim), idem. Portanto…

Isso não quer dizer que Neymar não seja um grande jogador (e ele nem encerrou a carreira). Mas entre os dois, fico com o Gaúcho.

E para você?

Neymar e Ronaldinho Gaúcho se encontram após vitória do PSG sobre o RB Leipzig — Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Instagram Neymar.

– Nosso carinho e nossas orações ao mestre Sílvio Luiz!

E o querido Sílvio Luiz, um dos símbolos da narração esportiva brasileira, além da sua irreverência e carisma, está internado desde o último domingo, quando passou mal durante a narração de Palmeiras x Santos.

Todo nosso respeito e nossas orações para que ele se restabeleça! Estamos com saudade, Sílvio!

Sobre o ocorrido, no link em: https://www.terra.com.br/diversao/tv/silvio-luiz-esta-internado-apos-passar-mal-durante-final-do-campeonato-paulista,364432410dd4fe4fa0c0f1e2a076edc108bxox46.html

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Foto: Divulgação/Record TV / Pipoca Moderna

– 60 anos do 1o Disco dos Beatles!

Música boa não envelhece: hoje, 60 anos do primeiro disco dos Beatles! Eu nem era nascido, mas quando jovem eu tinha LP’s… depois CD’s… e agora, áudios em mídia digital no iPod. Ops: iPod? Em pen-drive e na nuvem.

Muda a forma, mas não muda a qualidade das melodias. Mas respeito de quem gosta de sofrências e outras coisas que não são da minha preferência…

Minha preferida é: All You Needs is Love. E a sua?

56171508.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O talento de Vinícius de Moraes.

Quando leio alguma coisa que Vinícius de Moraes produziu entre um uísque e outro, me dá vontade de beber. Entretanto, logo depois eu volto ao normal …

Continua em: O TALENTO DE VINÍCIUS DE MORAES

– Que trio!

No futebol atual, qual trio se iguala em talento a esse do Real Madrid de Figo, Ronaldo e Zidane?

Pense num clube de hoje com tal qualidade técnica reunida. Difícil…

– E o Beraldo, ex-SPFC?

Rapaz… como Beraldo está jogando bola! Encaixou perfeitamente no PSG, na zaga ou na lateral.

É ousado crer que ele e seu companheiro de time, Marquinhos, formarão a dupla de zaga da Seleção na Copa 2026?

– Processos seletivos são costumeiramente “inteligentes” ou não?

E nesta imagem, uma verdade: muitos processos seletivos são engessados, padronizados, que custam a crer que realmente descobrem talentos. Nem sempre pessoas acima da média e talentosas estão aptas por testes medianos…

Compartilho, abaixo:

– Há exatos 60 anos, os Beatles eram chamados de Desafinados!

Faz 60 anos tal fato: os Beatles desembarcavam nos EUA pela primeira vez, e… Mesmo  já relativamente famosos, foram chamados de “ridículos” e “caipiras”.

A CBS chegou a dizer, vejam só: “Não-heróis, fazendo não-música, com não-cortes de cabelo”.

Aliás, além das críticas dizerem que eles eram apenas “publicidade europeia”, os americanos adoravam falar sobre os cabelos do pessoal de Liverpool. Veja abaixo a matéria feita sobre os 50 anos da data, em:

http://g1.globo.com/musica/noticia/2014/02/ha-50-anos-ida-dos-beatles-eua-foi-criticada-ridiculos-cabelo-de-tigela.html

BEATLEFOBIA

O primeiro desembarque dos Beatles nos EUA, que completa 50 anos nesta sexta-feira (7), foi criticado e ridicularizado em jornais norte-americanos, mesmo com a crescente “beatlemania” dos fãs no país. O quarteto britânico era um “desastre” com “cabelos de tigela de pudim” para a revista “Newsweek”. “Ridículos”, atacou o jornal “Daily News”.

A chegada da banda a Nova York, em 7 de fevereiro de 1964, foi episódio fundamental na história da música pop. É um marco da “invasão britânica” às paradas americanas. Mas, para o “New York Daily News”, seria apenas “leve entretenimento” passageiro, enquanto não vinham problemas mais pesados, como a Guerra Fria.

No aeroporto, John, Paul, George e Ringo rebateram perguntas maliciosas em entrevista coletiva. “Que acham de Beethoven?”, quis saber um repórter. “Ótimo. Especialmente seus poemas”, troçou Ringo. “Já decidiram quando vão se aposentar?“, atacou outro. “Semana que vem”, disse Lennon. A banda seguiu por mais seis anos e nunca mais foi tratada com tanto desdém.

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– Emprestar ou não um jovem jogador.

Extraído de Sala 12, no Twitter:

Marcelo tinha 18 anos e Capello queria desistir dele, colocá-lo para empréstimo. Eu recusei. Queria vê-lo treinando com Roberto Carlos, que era o maior, para seguir seus passos e ouvir seus conselhos. Isso vale mais do que 1 ano de empréstimo.

Mijatović, ex-diretor do Real.

Quando temos algum jovem talentoso, se pudermos, devemos usar esse exemplo!

Imagem extraída do link acima.

– As categorias de base são (e serão cada vez mais) a salvação dos clubes brasileiros.

Produzimos aqui no Brasil pé-de-obra para subsistência ou para exportação?

Está acontecendo a Copa São Paulo de Futebol Jr, com aproximadamente 3500 atletas de 128 times disputando um torneio “tiro-rápido” pelo Interior do Estado. E repare: embora possam jogar atletas de até 21 anos, a média de idade caiu bastante. E qual seria o motivo?

Hoje, um jogador de 20 anos já é “velho” para o Mercado Europeu. O garoto já adquiriu “vícios de jogo” e pela oferta excessiva de atletas, torna-se dispensável. Pudera, cada vez mais os jovens são lançados precocemente em suas equipes profissionais.

Aqui cairemos em dois dilemas envolvendo a “Galinha de Ovos de Ouro” de todo time profissional: ter a “base” como “criação de talentos”,  a fim de ganhar dinheiro para exportá-los (sem a preocupação de que eles joguem no time principal) ou formar atletas para suprir as necessidades do profissional? E, claro, torna-se óbvio: TODO time deve ter sobre seu comando as categorias de base, sem terceirizá-las, pois isso significa perder dinheiro.

Exemplo de subsistência? O Santos FC, quando Marcelo Teixeira era presidente e Leão o treinador, foi Campeão Brasileiro usando os adolescentes Diego e Robinho, trazidos da base pois o Peixe, literalmente, não tinha jogador para colocar no time. E até hoje, por conta de dificuldades financeiras, o time se socorre aos “Meninos da Vila”.

Por outro lado, o São Paulo FC tem uma “fábrica de jogadores” em Cotia. Quantos garotos que o torcedor são-paulino desconhece ter passado por lá, e que estão jogando na Europa, dos pequenos aos grandes centros do futebol? E apesar de todo o dinheiro que entra, ainda há dificuldades financeiras… Entretanto, veja o quanto de dinheiro isso rende futuramente, por via indireta: Casemiro e Antony, transferidos para a Inglaterra, ainda encheram os cofres do Tricolor com as verbas de “clube-formador”.

Os exemplos perfeitos tornaram-se Flamengo e Palmeiras: o Rubro Negro vendeu Reinier, Lincoln e Vinícius Jr, ainda muito jovens, e com as contas equilibradas, desfruta desses valores para novos e ousados investimentos. Idem ao Verdão, que tem um trabalho excepcional na base, com Endrick vendido a quase meio bilhão de reais.

Tudo isso ocorre por alguns fatores: a Globalização e a Economia são os principais!

Com os jogadores europeus integrando a comunidade europeia e “quebrando barreiras geográficas”, há mais vagas para jogadores de fora do continente, diferente de anos atrás, onde os times da Europa buscavam craques formados para chegarem e serem titulares absolutos: Zico e Sócrates, por exemplo. Depois começou a aposta em talentos que surgiam nas equipes profissionais, e, hoje, diferentemente, buscam “meninos ao pé-da-letra” para serem formandos em suas categorias de base, contratando-os antes do primeiro vinculo profissional, e aí usando artifícios para que possam residir na Europa (por exemplo: contratando os pais para trabalharem no clube em alguma atividade qualquer, apenas para sairem do país).

E como ganhar dinheiro com esses garotos?

Fazendo como fazem Palmeiras e Flamengo: cuidando bem desses jovens na base, a fim de que assinem o primeiro contrato profissional, e de tal forma possam ser vendidos e render muito dinheiro para os clubes.

Por fim: os estrangeiros não querem mais craques prontos; então, saibamos garimpar talentos para vendê-los aos interessados, não permitindo que seja um neocolonialismo da Europa na América do Sul e na África, mas sim uma relação inteligente e financeiramente viável a todos. É por isso que estão surgindo milhares de times-empresas pequenos, focados em categorias-de-base (sem a preocupação de ter equipe profissional), disputando torneios sérios e com gestão empresarial invejável. Aqui, cito para ilustrar o Metropolitano Futebol Clube, de Jundiaí (conheça em: https://www.metropolitanofc.com.br/).

É por tudo isso que vale lembrar: antes, os grandes clubes brasileiros contratavam jogadores dos clubes do Interior que se destacavam nos regionais. Depois passou a contratar jovens revelações desses times. Mais tarde, juvenis… e hoje, tudo isso mudou. O interessado do Exterior busca na “fonte” os garotos. É por isso que Paulista FC, União de Araras, Mogi Mirim, América e tantas outras equipes tradicionais PRECISAM ter “debaixo das suas asas” as categorias de base para que possam reviverem seus momentos mais gloriosos. Aliás, imagine o que seria de Ponte Preta e Guarani, se o trabalho de base dos anos 70/80 fosse impecável nos dias atuais como era naquele tempo?

Abaixo, compartilho sobre o projeto UMY (Under My Wing / Sob Minhas Asas) para jovens jogadores do Red Bull Bragantino, do ano passado (que já frutificou com dito acima).

– As categorias de base são (e serão cada vez mais) a salvação dos clubes brasileiros.

Produzimos aqui no Brasil pé-de-obra para subsistência ou para exportação?

Está acontecendo a Copa São Paulo de Futebol Jr, com aproximadamente 3500 atletas de 128 times disputando um torneio “tiro-rápido” pelo Interior do Estado. E repare: embora possam jogar atletas de até 21 anos, a média de idade caiu bastante. E qual seria o motivo?

Hoje, um jogador de 20 anos já é “velho” para o Mercado Europeu. O garoto já adquiriu “vícios de jogo” e pela oferta excessiva de atletas, torna-se dispensável. Pudera, cada vez mais os jovens são lançados precocemente em suas equipes profissionais.

Aqui cairemos em dois dilemas envolvendo a “Galinha de Ovos de Ouro” de todo time profissional: ter a “base” como “criação de talentos”,  a fim de ganhar dinheiro para exportá-los (sem a preocupação de que eles joguem no time principal) ou formar atletas para suprir as necessidades do profissional? E, claro, torna-se óbvio: TODO time deve ter sobre seu comando as categorias de base, sem terceirizá-las, pois isso significa perder dinheiro.

Exemplo de subsistência? O Santos FC, quando Marcelo Teixeira era presidente e Leão o treinador, foi Campeão Brasileiro usando os adolescentes Diego e Robinho, trazidos da base pois o Peixe, literalmente, não tinha jogador para colocar no time. E até hoje, por conta de dificuldades financeiras, o time se socorre aos “Meninos da Vila”.

Por outro lado, o São Paulo FC tem uma “fábrica de jogadores” em Cotia. Quantos garotos que o torcedor são-paulino desconhece ter passado por lá, e que estão jogando na Europa, dos pequenos aos grandes centros do futebol? E apesar de todo o dinheiro que entra, ainda há dificuldades financeiras… Entretanto, veja o quanto de dinheiro isso rende futuramente, por via indireta: Casemiro e Antony, transferidos para a Inglaterra, ainda encheram os cofres do Tricolor com as verbas de “clube-formador”.

Os exemplos perfeitos tornaram-se Flamengo e Palmeiras: o Rubro Negro vendeu Reinier, Lincoln e Vinícius Jr, ainda muito jovens, e com as contas equilibradas, desfruta desses valores para novos e ousados investimentos. Idem ao Verdão, que tem um trabalho excepcional na base, com Endrick vendido a quase meio bilhão de reais.

Tudo isso ocorre por alguns fatores: a Globalização e a Economia são os principais!

Com os jogadores europeus integrando a comunidade europeia e “quebrando barreiras geográficas”, há mais vagas para jogadores de fora do continente, diferente de anos atrás, onde os times da Europa buscavam craques formados para chegarem e serem titulares absolutos: Zico e Sócrates, por exemplo. Depois começou a aposta em talentos que surgiam nas equipes profissionais, e, hoje, diferentemente, buscam “meninos ao pé-da-letra” para serem formandos em suas categorias de base, contratando-os antes do primeiro vinculo profissional, e aí usando artifícios para que possam residir na Europa (por exemplo: contratando os pais para trabalharem no clube em alguma atividade qualquer, apenas para sairem do país).

E como ganhar dinheiro com esses garotos?

Fazendo como fazem Palmeiras e Flamengo: cuidando bem desses jovens na base, a fim de que assinem o primeiro contrato profissional, e de tal forma possam ser vendidos e render muito dinheiro para os clubes.

Por fim: os estrangeiros não querem mais craques prontos; então, saibamos garimpar talentos para vendê-los aos interessados, não permitindo que seja um neocolonialismo da Europa na América do Sul e na África, mas sim uma relação inteligente e financeiramente viável a todos. É por isso que estão surgindo milhares de times-empresas pequenos, focados em categorias-de-base (sem a preocupação de ter equipe profissional), disputando torneios sérios e com gestão empresarial invejável. Aqui, cito para ilustrar o Metropolitano Futebol Clube, de Jundiaí (conheça em: https://www.metropolitanofc.com.br/).

É por tudo isso que vale lembrar: antes, os grandes clubes brasileiros contratavam jogadores dos clubes do Interior que se destacavam nos regionais. Depois passou a contratar jovens revelações desses times. Mais tarde, juvenis… e hoje, tudo isso mudou. O interessado do Exterior busca na “fonte” os garotos. É por isso que Paulista FC, União de Araras, Mogi Mirim, América e tantas outras equipes tradicionais PRECISAM ter “debaixo das suas asas” as categorias de base para que possam reviverem seus momentos mais gloriosos. Aliás, imagine o que seria de Ponte Preta e Guarani, se o trabalho de base dos anos 70/80 fosse impecável nos dias atuais como era naquele tempo?

Abaixo, compartilho sobre o projeto UMY (Under My Wing / Sob Minhas Asas) para jovens jogadores do Red Bull Bragantino, do ano passado (que já frutificou com dito acima).

– Quem não queria um elogio assim?

De Pep Guardiola, ao receber a visita de Rogério Ceni:

“O Rogério tem feito um bom trabalho e foi ótimo recebê-lo aqui. Ele é uma verdadeira lenda. O que ele fez como goleiro… e não falo somente das defesas, mas pelos gols marcados. Foi uma honra para mim conhecê-lo, uma verdadeira honra”.

Que moral!

Guardiola e Rogério Ceni — Foto: Letícia Martins /EC Bahia / Divulgação

Foto: Letícia Martins / EC Bahia / Divulgação

– Compacto de Brasil 5×2 França, 1958, com 3 gols de Pelé.

Que raridade! Apareceu na minha timeline e resolvi compartilhar esse jogão citado no título.

Que time maravilhoso… com Didi, Vavá, Zagalo, Mané Garrincha e, claro, Pelé!

Como esses caras jogaram bola, vale a pena assistir, em: https://youtu.be/LVYsN_lyFyQ

– Skills!

E você consegue reconhecer essas habilidades em seus pares?

Compartilho: 

– 1 ano sem Pelé!

Há 1 ano, o Rei do Futebol nos deixava! Um post daquele dia:

O MAIOR JOGADOR DE TODOS OS TEMPOS DEIXOU O PLANETA BOLA E FOI PARA O CÉU!

O Rei Pelé pelas frases dos súditos:

“Filho, Deus lhe deu o dom de jogar futebol. Então, você tem a obrigação de treinar mais do que os outros.”
Dondinho aconselhando o pequeno Pelé

“A perfeição não existe, mas quem chegou mais perto dela foi o Pelé.”
Zito

“Pelé é um dos poucos craques que contrariaram minha tese. Em vez de 15 minutos de fama, terá 15 séculos.”
Andy Warhol, artista americano criador da Pop Art

“Na cabeça de muito jogador não passa nada no momento de fazer uma jogada. Na cabeça de Pelé passa um longa metragem.”
Nilton Santos

“Pelé é a figura suprema do futebol. Como Garbo e Picasso, basta-lhe um só nome.”
Daily Express, jornal de Londres

“Pelé entrava em campo com corpo, genialidade, alma e coração. Ele desequilibrou o mundo.”
Gylmar

“Pelé nunca será superado, porque é impossível haver algo melhor que a perfeição. Ele teve tudo: físico, habilidade, controle de bola, velocidade, poder, espírito, inteligência, instinto, sagacidade…”
Sunday Mirror, de Londres

“Pelé não é um rei por hereditariedade. Seu reinado não é de força nem de leis. Não foi eleito nem designado, mas reconhecido como Monarca dessa democracia ideal e universal que constitui o futebol.”
France Football

“Qual a diferença entre mim e Pelé? É simples. Eu fui craque e ele, gênio.”
Leônidas da Silva

“No momento que a bola chega aos pés de Pelé, o futebol se transforma em poesia.”
Pier Paolo Pasolini, cineasta italiano

“Posso ser um novo Di Stéfano, mas não posso ser um novo Pelé. Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica.”
Johan Cruyff

“Após o quinto gol, eu queria era aplaudi-lo.”
Sigge Parling, zagueiro sueco encarregado de marcar Pelé na final da Copa de 58

“Eu pensei: ‘Ele é feito de carne e osso, como eu.’ Eu me enganei.”
Tarciso Burnigch, zagueiro italiano que marcou Pelé na final da Copa de 70.

“Muito prazer, sou o presidente dos Estados Unidos. Você não precisa se apresentar, porque Pelé todo mundo sabe quem é.”
Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, ao receber Pelé na Casa Branca

“O maior jogador de futebol do mundo foi Di Stefano. Eu me recuso a classificar Pelé como jogador. Ele está acima de tudo.”
Ferenc Puskas

“Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão, olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse.”
Fachetti, zagueiro italiano na Copa do México, em 1970

“Jogava com grande objetividade. Seu futebol não admitia excessos, enfeites nem faltas. Ele quase não fazia embaixadas, não driblava para os lados, mas sempre em direção ao gol. Quando tentavam derrubá-lo, não caía, devido à sua estupenda massa muscular e equilíbrio.”
Tostão

“Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: Ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.”
Nélson Rodrigues, dramaturgo e cronista esportivo

“Senti medo, um terrível medo quando vi aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal selvagem, olhos que soltavam fogo.”
Overath, jogador alemão nas Copas de 1966 a 74

“Maradona só será um novo Pelé quando ele ganhar três Copas do Mundo e marcar mais de mil gols.”
Cesar Luis Menotti, técnico campeão mundial pela Argentina em 1978

“O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.”
Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro

“Em alguns países as pessoas queriam tocá-lo, em outros queriam beijá-lo. Em outros até beijaram o chão que ele pisava. Eu achava tudo isso maravilhoso, simplesmente maravilhoso.”
Clodoaldo

“Cheguei com a esperança de parar um grande jogador, mas fui embora convencido de que havia sido atropelado por alguém que não nasceu no mesmo planeta que nós.”
Costa Pereira, goleiro do Benfica, sobre a derrota por 5 a 2 para o Santos na final do Mundial de 1962

“Quando vi o Pelé jogar, fiquei com a sensação de que eu deveria pendurar as chuteiras.”
Just Fontaine

“Você pode estar certo, mas não sabe nada de futebol e eu vi o Pelé jogar.”
Vicente Feola, técnico da Seleção Brasileira, ao psicólogo que afirmou que Pelé era jovem demais para jogar na Copa de 1958

“O Pelé estava muito determinado a levantar a taça Jules Rimet pela terceira vez. Era como se ele soubesse que esse era o seu destino. Ele parecia uma criança esperando pelo Natal.”
Mário Américo, massagista da Seleção Brasileira, sobre o Mundial de 1970

“O grande segredo dele era o improviso, aquelas coisas que ele fazia do nada. Ele tinha uma percepção extraordinária do futebol.”
Carlos Alberto Torres

“Às vezes fico com a sensação de que o futebol foi inventado para esse jogador fantástico.”
Sir Bobby Charlton

“Pelé jogou futebol por 22 anos e, durante aquele tempo, fez mais para promover a amizade e a fraternidade mundial do que qualquer outro embaixador.”
J.B. Pinheiro, embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas

“Força e beleza. Rapidez e precisão. A elasticidade e a firmeza no gesto que poderia ser de bailarino.”
Oldemário Touguinhó, jornalista esportivo

”Pelé é um jogador especial, com ele começou uma nova era no futebol.”
José Luis Garci, cineasta espanhol

“Pelé é um mito. Todo jogador que ama o futebol tem que se informar sobre ele.”
Zvonimir Boban, ex-jogador croata

“Pelé chegou.”
Jornal chileno anunciando a chegada da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1962

“Passam os anos, aparecem jogadores excelentes, mas todos sempre se lembram de Pelé.”
Fernando Torres

“Comparar o Pelé com qualquer jogador é impossível. Pelé é Pelé. Ele está em um nível completamente diferente.”
Rivellino

“Pelé foi um jogador excepcional, estupendo. Nós, brasileiros, devemos dar graças a Deus por ele ter nascido aqui.”
Zico

“Quando o Pelé chegou ao Santos, falaram que seria o melhor jogador do Brasil. Erraram, foi do mundo.”
Pepe

“Pelé é onipresente. É a referência do Brasil. Em qualquer parte do mundo em que eu esteja, ao constatarem que sou brasileiro, dizem: Pelé!”
Antônio Carlos de Almeida Braga, banqueiro brasileiro

“Como se soletra Pelé? D-E-U-S.”
The Sunday Times, jornal inglês

Foto: Foto: Pelé/Mídia Social/ND, extraída de: https://ndmais.com.br/futebol-brasileiro/cronica-pele-80-anos-parabens-e-obrigado-rei-do-futebol/

– 29/12: 1 ano sem Pelé!


Há 1 ano, o Rei do Futebol nos deixava! Um post daquele dia:

O MAIOR JOGADOR DE TODOS OS TEMPOS DEIXOU O PLANETA BOLA E FOI PARA O CÉU!

O Rei Pelé pelas frases dos súditos:

“Filho, Deus lhe deu o dom de jogar futebol. Então, você tem a obrigação de treinar mais do que os outros.”
Dondinho aconselhando o pequeno Pelé

“A perfeição não existe, mas quem chegou mais perto dela foi o Pelé.”
Zito

“Pelé é um dos poucos craques que contrariaram minha tese. Em vez de 15 minutos de fama, terá 15 séculos.”
Andy Warhol, artista americano criador da Pop Art

“Na cabeça de muito jogador não passa nada no momento de fazer uma jogada. Na cabeça de Pelé passa um longa metragem.”
Nilton Santos

“Pelé é a figura suprema do futebol. Como Garbo e Picasso, basta-lhe um só nome.”
Daily Express, jornal de Londres

“Pelé entrava em campo com corpo, genialidade, alma e coração. Ele desequilibrou o mundo.”
Gylmar

“Pelé nunca será superado, porque é impossível haver algo melhor que a perfeição. Ele teve tudo: físico, habilidade, controle de bola, velocidade, poder, espírito, inteligência, instinto, sagacidade…”
Sunday Mirror, de Londres

“Pelé não é um rei por hereditariedade. Seu reinado não é de força nem de leis. Não foi eleito nem designado, mas reconhecido como Monarca dessa democracia ideal e universal que constitui o futebol.”
France Football

“Qual a diferença entre mim e Pelé? É simples. Eu fui craque e ele, gênio.”
Leônidas da Silva

“No momento que a bola chega aos pés de Pelé, o futebol se transforma em poesia.”
Pier Paolo Pasolini, cineasta italiano

“Posso ser um novo Di Stéfano, mas não posso ser um novo Pelé. Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica.”
Johan Cruyff

“Após o quinto gol, eu queria era aplaudi-lo.”
Sigge Parling, zagueiro sueco encarregado de marcar Pelé na final da Copa de 58

“Eu pensei: ‘Ele é feito de carne e osso, como eu.’ Eu me enganei.”
Tarciso Burnigch, zagueiro italiano que marcou Pelé na final da Copa de 70.

“Muito prazer, sou o presidente dos Estados Unidos. Você não precisa se apresentar, porque Pelé todo mundo sabe quem é.”
Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, ao receber Pelé na Casa Branca

“O maior jogador de futebol do mundo foi Di Stefano. Eu me recuso a classificar Pelé como jogador. Ele está acima de tudo.”
Ferenc Puskas

“Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão, olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse.”
Fachetti, zagueiro italiano na Copa do México, em 1970

“Jogava com grande objetividade. Seu futebol não admitia excessos, enfeites nem faltas. Ele quase não fazia embaixadas, não driblava para os lados, mas sempre em direção ao gol. Quando tentavam derrubá-lo, não caía, devido à sua estupenda massa muscular e equilíbrio.”
Tostão

“Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: Ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.”
Nélson Rodrigues, dramaturgo e cronista esportivo

“Senti medo, um terrível medo quando vi aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal selvagem, olhos que soltavam fogo.”
Overath, jogador alemão nas Copas de 1966 a 74

“Maradona só será um novo Pelé quando ele ganhar três Copas do Mundo e marcar mais de mil gols.”
Cesar Luis Menotti, técnico campeão mundial pela Argentina em 1978

“O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.”
Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro

“Em alguns países as pessoas queriam tocá-lo, em outros queriam beijá-lo. Em outros até beijaram o chão que ele pisava. Eu achava tudo isso maravilhoso, simplesmente maravilhoso.”
Clodoaldo

“Cheguei com a esperança de parar um grande jogador, mas fui embora convencido de que havia sido atropelado por alguém que não nasceu no mesmo planeta que nós.”
Costa Pereira, goleiro do Benfica, sobre a derrota por 5 a 2 para o Santos na final do Mundial de 1962

“Quando vi o Pelé jogar, fiquei com a sensação de que eu deveria pendurar as chuteiras.”
Just Fontaine

“Você pode estar certo, mas não sabe nada de futebol e eu vi o Pelé jogar.”
Vicente Feola, técnico da Seleção Brasileira, ao psicólogo que afirmou que Pelé era jovem demais para jogar na Copa de 1958

“O Pelé estava muito determinado a levantar a taça Jules Rimet pela terceira vez. Era como se ele soubesse que esse era o seu destino. Ele parecia uma criança esperando pelo Natal.”
Mário Américo, massagista da Seleção Brasileira, sobre o Mundial de 1970

“O grande segredo dele era o improviso, aquelas coisas que ele fazia do nada. Ele tinha uma percepção extraordinária do futebol.”
Carlos Alberto Torres

“Às vezes fico com a sensação de que o futebol foi inventado para esse jogador fantástico.”
Sir Bobby Charlton

“Pelé jogou futebol por 22 anos e, durante aquele tempo, fez mais para promover a amizade e a fraternidade mundial do que qualquer outro embaixador.”
J.B. Pinheiro, embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas

“Força e beleza. Rapidez e precisão. A elasticidade e a firmeza no gesto que poderia ser de bailarino.”
Oldemário Touguinhó, jornalista esportivo

”Pelé é um jogador especial, com ele começou uma nova era no futebol.”
José Luis Garci, cineasta espanhol

“Pelé é um mito. Todo jogador que ama o futebol tem que se informar sobre ele.”
Zvonimir Boban, ex-jogador croata

“Pelé chegou.”
Jornal chileno anunciando a chegada da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1962

“Passam os anos, aparecem jogadores excelentes, mas todos sempre se lembram de Pelé.”
Fernando Torres

“Comparar o Pelé com qualquer jogador é impossível. Pelé é Pelé. Ele está em um nível completamente diferente.”
Rivellino

“Pelé foi um jogador excepcional, estupendo. Nós, brasileiros, devemos dar graças a Deus por ele ter nascido aqui.”
Zico

“Quando o Pelé chegou ao Santos, falaram que seria o melhor jogador do Brasil. Erraram, foi do mundo.”
Pepe

“Pelé é onipresente. É a referência do Brasil. Em qualquer parte do mundo em que eu esteja, ao constatarem que sou brasileiro, dizem: Pelé!”
Antônio Carlos de Almeida Braga, banqueiro brasileiro

“Como se soletra Pelé? D-E-U-S.”
The Sunday Times, jornal inglês

Foto: Foto: Pelé/Mídia Social/ND, extraída de: https://ndmais.com.br/futebol-brasileiro/cronica-pele-80-anos-parabens-e-obrigado-rei-do-futebol/

– Dia do Palhaço. Viva o Circo!

Eu amo ir ao circo e admiro demais os artistas circenses. São gênios populares!

E como hoje é o Dia do Palhaço, fica o meu carinhoso registro:

– Comida Criativa.

A arte de cozinhar!

Minha irmã Priscila é craque na feitura de comidas “decoradas”. Puxou minha mãe: sempre alimentos deliciosos e com muita criatividade.

Vejam esses kibes, com macarrão e alface: estão ótimos!

Não há criança que resista…

– O 8º Ballon D’Or de Lionel Messi.

Quando se está em meio à história, talvez não tenhamos a noção de que estamos presenciando algo que nossos filhos e netos desejarão muito um dia ter visto ou sentido.

Digo isso pois somos uma geração futebolística privilegiada, que pode presenciar craques como Romário, Ronaldo Nazário, Ronaldinho Gaúcho, Zinedine Zidane e, mais recentemente, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

E é sobre o craque argentino que vale a pena abordar: Messi se tornou o maior jogador do Século XXI, gozando de um talento indescritível, mantendo uma serenidade impressionante e encantando seus fãs a cada passo que sua carreira vai findando.

Dá, sim, para comparar Pelé com Messi. Pelé viveu uma época diferente no futebol, de uma geração sem aparato tecnológico e tampouco com ciência no esporte. E ainda assim ficou tão conhecido no mundo como Messi é hoje, jogando em um tempo em que não tínhamos o fenômeno da Globalização.

E quando se compara Messi com Maradona?

Dom Diego Armando Maradona personificou um verdadeiro tango, de um tempo em que a qualidade do drible encantava o mundo e os esquemas táticos nem tanto. Minha infância foi povoada de cenas com Zico no Flamengo e Maradona no Nápoli; e do argentino falecido ao argentino mais ilustre do futebol vivo, se compara a leitura genial do jogo.

Lionel Messi é o maior jogador do mundo, eleito pela oitava vez. É o maior da década por duas vezes. E para muitos, superou qualquer outro da história (que não passe sem registrar: na minha lista dos Top 3: Pelé, Maradona e Messi).

Messi está com seu nome registrado nas camisas albi-celestes dos jovens. Ergueu uma Copa do Mundo com um time que perdeu, pasmem, para a Arábia Saudita na abertura do Mundial do Catar. É o jogador mais utilizado nas partidas de vídeo-game. Não se envolve em escândalos. Quase nunca se machuca. É fotografado e filmado com esposa e filhos no melhor estilo “Família-Margarina”. Também é um homem do marketing (a Adidas que o diga). E, além de tudo isso, joga bola.

Por ilusão, chegamos a pensar que Neymar Jr poderia rivalizar com o argentino… Ledo engano. O melhor ano no “Menino Ney”, tão promissor no início de carreira, ainda foi distante do pior ano de Lionel.

Enfim: Messi entra para a história por ter conseguido absurdamente conquistado o respeitado e desejado prêmio “Bola de Ouro” da Revista France Football jogando por Barcelona, Paris Saint-German e, inimaginavelmente, pelo Inter-Miami, nessa conquista derradeira. E nessa última premiação, é fato notório que há quem conteste: na temporada, será que Haaland, De Bruyne, Mbappé ou até Vinícius Jr não jogaram mais do que ele?

Não discordaria, mas o conjunto da obra fez Messi ser premiado. Ao jogar nos Estados Unidos, fez com que seu desconhecido time (lanterna da temporada) começasse a vencer os jogos. Lotou os estádios por onde passou e virou atração na Terra do Mickey (para os latinos apaixonados pelo soccer, em especial, mais do que o icônico ratinho de Walt Disney). A propósito, a admiração a Messi por parte dos seus adversários é hilária: repare na marcação frouxa dos zagueiros (ou, muitas vezes, sem marcação alguma; afinal, alguém é louco de dividir uma bola com o ídolo e o machucá-lo?).

Messi no Inter Miami pela MLS está como Pelé no Cosmos pela NASL. Resta saber: quando teremos outra vez na história um atleta igual ao argentino, para ser justamente comparado ao Rei do Futebol?

Messi e suas oito Bolas de Ouro: 2009, 2010, 2011, 2012, 2015, 2019, 2021 e 2023 — Foto: AFP

– Messi é Messi…

Messi fez sua estreia entrou em campo no amistoso Cruz Azul x Inter Miami. Estando 1×1, aos 94 minutos de jogo… eis que Lionel faz esse golaço de falta, determinando a vitória do seu time.

Veja só que categoria: https://www.threads.net/@rclivramento/post/Cu-8_T5Aycf

– Sorte, por Sêneca!

Sempre ouvi falar que a sorte é a combinação da oportunidade com a competência, e achava que seria um dito popular, de autoria desconhecida.

Como sou burro!

É de Sêneca tal pensamento. Na imagem:

– O Difícil ou o Fácil: o que dá mais prazer?

O que dá mais “gostinho” na conquista: o fácil ou o difícil?

Essa frase de efeito (abaixo) é interessante. Mas penso: certas coisas poderiam “não ser tão difíceis…”.

– Saia do conforto!

Se você tem talentos, por quê não usá-los? Ou se é capaz, por quê se omitir?

Uma frase de efeito verdadeira, abaixo: 

“Um barco ancorado é seguro, mas não é para isso que os barcos foram feitos”.

John A. Shedd.

– Desenvolvendo a Autoliderança.

Gostei desse quadro, sobre 4 fatores para alcançar um comportamento de líder a partir de suas virtudes.

Abaixo:

– Quem é o melhor jogador do mundo nesses 4 meses de Abril?

Confesso não saber responder quem é o melhor hoje: Haaland, o atacante que a “bola procura ele” e que tem uma média de gols absurda por jogo, ou Vinícius Jr, que está jogando um bolão individual e coletivamente.

Os jogadores do Manchester City e do Real Madrid não jogam na mesma posição, mas se fosse para contratar ao seu time: quem você levaria?

Foto: divulgação Real Madrid.

– 59 anos do 1o Disco dos Beatles!

Música boa não envelhece: hoje, 59 anos do primeiro disco dos Beatles! Eu nem era nascido, mas quando jovem eu tinha LP’s… depois CD’s… e agora, áudios em mídia digital no iPod. Ops: iPod? Em pen-drive e na nuvem.

Muda a forma, mas não muda a qualidade das melodias. Mas respeito de quem gosta de sofrências e outras coisas que não são da minha preferência…

Minha preferida é: All You Needs is Love. E a sua?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Lenine: Labiata (2008)

Sexto trabalho solo de Lenine, Labiata é o primeiro disco de estúdio do artista desde 2002. Por mais que a safra autoral de onze inéditas não reedite…

Continua em: Lenine – Labiata (2008)

– O que acontece com o PSG?

Luís Campos, diretor do PSG, desceu das arquibancadas e foi dar instruções ao time durante o jogo contra o Lille. Imagine a “alegria” do treinador Christophe Galtier…

Aliás, já imaginaram o diretor de futebol do Corinthians, do Flamengo ou do Atlético, descendo das tribunas da Arena NeoQuímica, Maracanã ou Mineirão, para “dirigir” o clube? Xi! Iríamos ter discussão para a semana toda, e o treinador não iria aguentar.

A grande pergunta é: o Campeão do Mundo Messi, o Vice Campeão do Mundo Mbappé e o Camisa 10 da Seleção Brasileira Neymar jogam lá, além de outros craques. O que acontece que esses caras “não dão liga”?

A lógica manda: o PSG deveria estar a quilômetros de distância do segundo colocado, na liderança do Campeonato Francês. E isso não acontece.

Como fazer com que esse time estrelado jogue convincentemente?

Mbappé, Messi e Neymar durante partida do Paris Saint-Germain na Champions League

Simon Stacpoole/Offside/Offside via Gett

– Há exatos 59 anos, os Beatles eram chamados de Desafinados!

Faz 59 anos tal fato: os Beatles desembarcavam nos EUA pela primeira vez, e… Mesmo  já relativamente famosos, foram chamados de “ridículos” e “caipiras”.

A CBS chegou a dizer, vejam só: “Não-heróis, fazendo não-música, com não-cortes de cabelo”.

Aliás, além das críticas dizerem que eles eram apenas “publicidade europeia”, os americanos adoravam falar sobre os cabelos do pessoal de Liverpool. Veja abaixo a matéria feita sobre os 50 anos da data, em:

http://g1.globo.com/musica/noticia/2014/02/ha-50-anos-ida-dos-beatles-eua-foi-criticada-ridiculos-cabelo-de-tigela.html

BEATLEFOBIA

O primeiro desembarque dos Beatles nos EUA, que completa 50 anos nesta sexta-feira (7), foi criticado e ridicularizado em jornais norte-americanos, mesmo com a crescente “beatlemania” dos fãs no país. O quarteto britânico era um “desastre” com “cabelos de tigela de pudim” para a revista “Newsweek”. “Ridículos”, atacou o jornal “Daily News”.

A chegada da banda a Nova York, em 7 de fevereiro de 1964, foi episódio fundamental na história da música pop. É um marco da “invasão britânica” às paradas americanas. Mas, para o “New York Daily News”, seria apenas “leve entretenimento” passageiro, enquanto não vinham problemas mais pesados, como a Guerra Fria.

No aeroporto, John, Paul, George e Ringo rebateram perguntas maliciosas em entrevista coletiva. “Que acham de Beethoven?”, quis saber um repórter. “Ótimo. Especialmente seus poemas”, troçou Ringo. “Já decidiram quando vão se aposentar?“, atacou outro. “Semana que vem”, disse Lennon. A banda seguiu por mais seis anos e nunca mais foi tratada com tanto desdém.

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– Disciplina e Persistência.

PROSPERIDADE & SUCESSO Um poeta famoso Alemão disse que “TUDO SE ELEVA E CRESCE A PARTIR FO QUE JÁ É!””… The post DISCIPLINA E PERSISTÊNCIA – SEM …

Continua no link em: DISCIPLINA E PERSISTÊNCIA – SEM ELAS DIFICILMENTE HÁ PROSPERIDADE