Pratique SOLIDARIEDADE: doe plaquetas.
Não dói nada e ainda ajuda o próximo. Ah – Doe sangue também!
(Plaquetas mensalmente, Sangue bimestralmente – com limite anual de 4).

Pratique SOLIDARIEDADE: doe plaquetas.
Não dói nada e ainda ajuda o próximo. Ah – Doe sangue também!
(Plaquetas mensalmente, Sangue bimestralmente – com limite anual de 4).

Compartilho interessante matéria da Revista Isto É sobre interessante programa solidário com crianças da Etiópia. Lá, elas ganham tablets e, sozinhas, aprendem informática. Abaixo:
Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS
NATIVOS DIGITAIS
Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas
Por Juliana Tiraboschi
Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.
Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.
Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz. Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo. Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos. “Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade.

E um garoto americano, apaixonado por Fórmula 1, que não tinha mão e ganhou uma prótese da Mercedes?
Até aí, tudo normal.
Mas o fato que o jovem Matthew James (o deficiente) pediu à empresa que o ajudasse a ganhar a mão biônica, e em troca estamparia a logo e os créditos necessários na nova mão.
Sensibilizado, Ross Brawn, chefe da equipe, doou uma mão sem qualquer exigência em troca.
Parabéns. Embora, duvido que qualquer empresa faria publicidade numa prótese…
O Acre está em estado de emergência. O motive é que pessoas do Haiti fogem da miséria do seu país e tentam entrar no Brasil pela frágil fronteira do Acre com a Bolívia. E estando aqui, buscam qualquer emprego ou coisa que os ajudem a sobreviver.
O problema é: o número de haitianos no pequeno Acre é tão grande, que já sacrifica a população local! O Governo acreano não consegue socorrer nem a sua própria gente, quanto mais refugiados…
Nada de negar solidariedade, mas vale uma reflexão: o Brasil vai conceder visto de permanência a eles. Temos condições para isso? Já resolvemos a miséria dos próprios brasileiros natos?
GOVERNO VAI CONCEDER VISTO HUMANITÁRIO A HAITIANOS ILEGAIS NO PAÍS
Secretário nacional e Justiça diz que medida especial se dá pela ‘responsabilidade diplomática e histórica do Brasil com o povo do Haiti’
Os haitianos que entraram ilegalmente no país deverão receber visto humanitário que lhes garanta a permanência no país por cinco anos. O documento poderá ser renovado por igual período e, dependendo da situação, ser trocado pelo visto permanente. De acordo com o secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, a regularização será destinada apenas aos imigrantes haitianos.
“O conjunto de medidas especiais que o Estado brasileiro adota para fins de regularização dentro do nosso território está destinado aos haitianos, em virtude da responsabilidade diplomática e histórica que o Brasil tem com o povo do Haiti”, disse o secretário, em entrevista à imprensa na cidade de Rio Branco, antes de ir para Brasileia com a equipe multissetorial enviada pelo governo federal a fim de analisar a situação dos imigrantes ilegais no município acriano.
Ainda de acordo com o secretário nacional de Justiça, os africanos e asiáticos, também refugiados no Acre, passarão por outros procedimentos. “Essas medidas, a priori, não estão sendo alcançadas a quaisquer outras nacionalidades, que deverão seguir os procedimentos ordinários que a nossa legislação prevê. Caso haja uma solicitação fática de protocolo de refúgio, esse pedido é encaminhado para o Comitê Nacional para Refugiados para que haja deliberação, analisado cada caso individualmente. Se for negado, essas pessoas deverão se retirar do território”.
O grupo multissetorial que está em Brasileia é composto por representantes da Polícia Federal, dos ministérios da Justiça, Relações Exteriores, trabalho e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Além de verificar o problema fronteiriço, cada órgão terá uma função na regularização dos imigrantes. Serão emitidos documentos como CPF, Carteira de Trabalho e protocolo de pedido de refúgio no país.
Abrão explicou também que a equipe multissetorial irá estudar uma forma de solucionar o problema da imigração ilegal, mas não definiu o que deve ser feito. “Nesses quatro dias aqui, no Acre, nós vamos apurar o nosso diagnóstico em relação à questão dos haitianos. Já existe um conjunto de iniciativas elaboradas, visando a estimular a vinda [dos haitianos] pelo mecanismo da emissão de vistos no Haiti e desestimular a vinda pelas vias irregulares, terrestres aqui pelo Acre. Essas medidas serão anunciadas em um momento mais oportuno”.
O secretário de Justiça e Direitos Humanos do governo do Acre, Nilson Mourão, entende que o problema e a necessidade da participação do governo federal são urgentes. “Nosso principal objetivo é que as autoridades federais vejam, in loco, a realidade. Nós estamos carregando os problemas com muita dificuldade, com muito sacrifício, porque o problema é complexo. Agora estão vindo nos visitar e é extremamente importante que nos vejam, constatem a realidade, para tomar as providências que nós entendemos cabíveis”, disse.
Mourão defende a assistência aos imigrantes abrigados no estado, mas alerta para a presença de traficantes e coiotes (agenciadores de imigrantes ilegais) entre os refugiados. “A grande maioria são pessoas pobres, humildes, que buscam dias melhores aqui no Brasil. São vítimas, tanto da catástrofe como vítimas dos coiotes. É claro que no meio deles existem coiotes e traficantes infiltrados. Há todo um problema de tráfico de drogas, de contrabando, tráfico de armas que sempre acompanham movimentos migratórios que são feitos dessa forma”, alertou.
Você sabia que conforme cai a temperatura, o número de doações de sangue e plaquetas cai também?
Os bancos de sangue precisam da sua colaboração. Seja solidário! Você se sentirá bem em ajudar alguém gratuitamente, além de promover um ato de cidadania e solidariedade.
Ah, e não dói nada. Se eu que tenho fobia de agulhas consigo doar, por que você não conseguiria?

Com a tragédia das fortes chuvas no Litoral Sul Fluminense (Região da Costa Verde: Paraty, Angra dos Reis, Duque de Caxias…), pudemos ver na TV a tristeza das pessoas fugindo do alagamento e a perda de seus bens, incluindo o risco de morte que estiveram expostas.
E eis que em meio ao desespero, em Xerém, flagrou-se um morador ilustre salvando as pessoas: Zeca Pagodinho!
Independente do seu gosto musical ou apreço por ele, é inegável que se mostrou um sujeito acima de qualquer discussão: com um veículo “meio quadriciclo, meio anfíbio”, estava socorrendo as vítimas em meio a enchente, refugiando alguns no seu próprio sítio. E visivelmente sem propósito promocional, pois até ser descoberto pela mídia, estava lá, única e exclusivamente por solidariedade.
Parabéns ao Zeca!
Agora, certos políticos… Essa comparação foi irresistível:

Hoje é Dia Nacional do Doador de Sangue. Já contei algumas vezes, sou doador voluntário apesar das minhas fobias com sangue e agulha. Porém, a satisfação em saber que ajudo alguém, sem nem conhecer quem receberá meu sangue, não tem preço.
Doe sangue, é algo que faz bem para o corpo e para a alma. Se eu que sou medroso costumo doar, por quê você não?
São essas iniciativas que engrandecem as pessoas: Alunos bem conceituados em universidades poderão compartilhar seus conhecimentos em comunidades que carecem de professores.
Seria bom se isso foi mais divulgado e que as ações voluntárias sugerissem mais ações como essas!
Extraído da Revista Época, 02/08/2010, pg 58, por Camila Guimarães
PROFESSORES DE ELITE
Um programa vai selecionar os melhores alunos das melhores universidades para dar aula em escolas públicas
Em 1989, uma aluna do curso de relações internacionais da prestigiada Universidade Princeton, nos Estados Unidos, estava convencida de que muitos colegas se disporiam a promover mudanças significativas na sociedade – especialmente no que dizia respeito à desigualdade da educação entre americanos ricos e pobres. Em sua tese de graduação, ela sugeriu formar uma rede de professores de elite, jovens selecionados entre os melhores alunos das melhores universidades, em qualquer área de conhecimento, que seriam treinados para dar aula para as escolas mais problemáticas do país, localizadas em áreas pobres e violentas. Vinte anos depois, a tese de Wendy Kopp virou uma organização de US$ 200 milhões, a Teach for America, que já formou 17 mil professores e ajudou a melhorar o desempenho de 500 mil alunos carentes.
Na semana passada, o programa desembarcou no Brasil (é o 14º país a adotá-lo). O projeto-piloto, de R$ 3,7 milhões, financiados principalmente pela iniciativa privada, será no Rio de Janeiro. Em agosto começa a seleção de 40 jovens recém-formados, que passarão os próximos dois anos ensinando alunos de escolas municipais localizadas em áreas violentas e pobres do Rio de Janeiro, cujos estudantes têm baixo desempenho de aprendizagem e alta evasão. Por R$ 2.500 por mês, darão aulas de reforço em português, matemática, ciências e inglês.
O programa tem dois objetivos. O primeiro: ajudar a melhorar o desempenho desse grupo de alunos. Os novos professores serão treinados por cinco semanas e aprenderão técnicas de ensino para usar em classe. Assim que assumirem suas turmas, serão orientados por um professor da própria escola. “Eles trabalharão com metas e serão avaliados. O objetivo é melhorar a nota da classe”, diz Maíra Pimentel, diretora do Ensina!, organização que toca o projeto no Brasil. As avaliações oficiais das redes públicas dos Estados Unidos mostram que os alunos que passam pelas mãos dos professores treinados pela Teach for America chegam a aprender 60% a mais, em um ano, que os que têm aulas com professores regulares.
Parte do segredo do sucesso desses professores é a seleção rigorosa dos candidatos, muito diferente dos concursos públicos, que falham ao medir conhecimento e habilidades práticas. Será assim também no Brasil. Quem quiser participar terá de apresentar seu currículo escolar, uma carta de recomendação e fazer uma prova escrita. Se passar dessa etapa, enfrentará dinâmicas de grupo, entrevistas e terá de planejar e apresentar uma aula.
O segundo objetivo – a essência do programa criado por Wendy – é fisgar a atenção de jovens de talento, futuros empresários, juízes, políticos para a educação. “Somos um programa de formação de líderes”, diz Wendy. Sua lógica é que esses “líderes” terão muito mais a dar para seu país se aprenderem algumas lições ensinando. Se, entre os que participarem do programa, uma parte decidir seguir carreira em educação, tanto melhor. Nos EUA, mais de 60% dos jovens profissionais da Teach optam pela área. Para quem decide seguir outra carreira, o currículo sai turbinado. “Eles ganham experiência em gestão de conflitos e em trabalhar com metas”, diz Maíra. Os jovens do programa estão em alta no mercado de trabalho americano, o que aumentou a disputa por uma vaga de professor. Neste ano, dos 46.300 inscritos, apenas 4.500 foram selecionados. Se der certo no Rio, o Ensina! será estendido para outras redes. E a educação do país poderá sair ganhando.
Hoje, a Igreja Católica celebra o dia em que pessoas de boa vontade saem do conforto de seus lares para missões evangelísticas. Elas vivem o que pediu Jesus:
“Ide pelo mundo e levai o Evangelho a toda criatura (…) Quem quiser ser o primeiro, deverá ser o último (…) e quem se humilhar, será exaltado).”
De fato, servir a Deus e ajudar o próximo é missão árdua. Aliás: SERVIR é ser solícito, gentil, generoso e não esperar nada em troca.
Difícil, mas recompensador!
Os bancos de sangue sofrem com a falta de doadores. Mas… e se o precioso elemento, tão vital à nossa vida, fosse encontrado nas prateleiras para comprar?
Veja esse bem humorado vídeo do Hospital Albert Einstein, onde bolsas de sangue são colocadas em geladeiras de uma loja de conveniência e as pessoas (não são atores), inesperadamente, se deparam com o inusitado!
Hilário e de grande poder de conscientização. Vale a pena compartilhar:
Extraído de: http://www.youtube.com/watch?v=1ujkX7N2bFg (Clique no Link)
Você sabia que os bancos de sangue sofrem com a falta de doadores? Não seria maravilhoso se pudéssemos conseguir sangue em qualquer lugar, de forma simples? Assista ao vídeo e saiba como você pode mudar a vida de alguém com um só gesto. Se conseguir sangue fosse fácil, a gente não estaria aqui pedindo para você doar. Doe Sangue. Doe Vida!
Hoje, 26 de agosto, é aniversário da bondosa e inesquecível Madre Teresa de Calcutá. Considerada por alguns a missionária do século XX, fundou a congregação Missionárias da Caridade, tornando-se conhecida ainda em vida pelo cognome de Santa das Sarjetas. O reconhecimento do mundo pelo seu trabalho concretizou-se com o Prêmio Templeton, em 1973, e com o Nobel da Paz, no dia 17 de outubro de 1979. Morreu em 1997 aos 87 anos, de ataque cardíaco, quando preparava um serviço religioso em memória da Princesa Diana de Gales, sua grande amiga, que faleceu num acidente de automóvel em Paris. Tratado como um funeral de Estado, vários foram os representantes do mundo que quiseram estar presentes para prestar a sua homenagem. As televisões do mundo inteiro transmitiram ao vivo durante uma semana, os milhões que queriam vê-la no estádio Netaji. No dia 19 de outubro de 2003, o Papa João Paulo II beatificou Madre Teresa. Se estivesse viva, estaria completando 102 anos. Parabéns!
(extraído do Facebook de Antonio Afif, compartilhado)

Há coisas boas que não nos damos conta: uma delas é possuirmos amigos que rezam por nós.
Independente da sua fé, crença ou convicção: mas não é muito bom saber que quando vacilamos na fé, alguém pede por nós ao Alto?
Chame como quiser: oração, reza, intercessão… devemos ter certeza de que muitas vezes já fomos ajudados por Deus pelos pedidos de alguém (e, claro, primeiro pela sua bondade).
Não me importa quem ganhou medalha ou não nos Jogos Olímpicos de Londres-12. Se o que vale é participar e dar exemplo, que mensagem podemos tirar do carismático sulafricano Oscar Pistorius, deficiente que disputou o atletismo (com bons resultados)?

Além da persistência, o sem-número de ações filantrópicas merece louvor. Aplausos a ele!
Há polêmicas que poderiam ser evitadas. Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, declarou ao Estadão que poderia proibir a distribuição de sopas aos moradores de rua. Ele quer que a alimentação aos pobres se concentrem em uma das 9 tendas sociais montadas pela Prefeitura.
Ora, o trabalho social e caridoso realizado por igrejas, ONGs e pessoas de boa vontade faz, é infinitamente superior ao da Prefeitura! O prefeito foi extremamente infeliz (principalmente em época de eleição…).
Hoje é dia de doar sangue, gesto solidário e cidadão. Mas, com pesar, leio que dos doadores de sangue voluntários, apenas 20% são “voluntários de verdade”. Cerca de 80% dos doadores vão aos bancos de sangue para doar a um parente ou amigo necessitado.
Doação de verdade, sem interesse em quem vai receber, é ato de poucos!
Poderia ser melhor…
Ações solidárias como essa que fazem o mundo se tornar melhor: todos os dias, voluntários do PEAMA estão no Complexo Esportivo Nicolino de Luca (Bolão, em Jundiaí), ajudando deficientes físicos, mentais, visuais, entre outros, a realizarem atividades esportivas.
São essas coisas que diferenciam as pessoas de boa vontade com o cidadão comum. Parabéns!

Vale a reflexão: quando é que nós fazemos atividades solidárias como essas?
Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR.
Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.
Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com o frio, o número de doadores voluntários cai muito; também em épocas festivas, a carência aumenta!
Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho fobia de agulhas sou doador! Qual o problema então?
Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!
Uma campanha da ONU que merece todos os aplausos: “Eu acredito que todas as crianças podem nascer livres da Aids”
O mote é o de, em 2015, nenhuma criança nascida de mãe portadora de HIV sofra desse mal.
Abaixo, a página da campanha e as 3 dicas de ação/divulgação:
Extraído de: http://www.unaids.org/believeitdoit/3-things-we-can-do.html
I BELIEVE CHILDREN EVERYWHERE CAN BE BORN FREE FROM HIV
EASY AS 1-2-3
Join the “Believe it. Do it.” campaign! There are three very easy ways to help end new HIV infections among children and support mothers around the world.
1. Get the facts
Each year about 390 000 children become newly infected with HIV in low- and middle-income countries. And as many as 42 000 women living with HIV die from complications relating to HIV and pregnancy each year.
In contrast, the number of new HIV infections among children and maternal deaths related to HIV in high-income countries is virtually zero.
Why the difference? In low- and middle-income countries, too few women receive HIV prevention and treatment services to protect themselves and their children.
In 2011, world leaders at the United Nations committed to ending new HIV infections in children and keeping their mothers alive by 2015. A bold new global plan was adopted and action is underway in all parts of the world to increase access and equity.
2. Send a message
Write to the world. The more people who know about it, the better the chance we have to reach this goal. Consider sending a personalized card to family, friends, networks and government representatives.
We teamed up with Sujean Rim, a super cool artist, to create a series of stunning illustrations and cards. It’s easy to pick one of her creations or create your own. Sometimes it only takes a few words to make a real difference.
3. Support a mother
Make it Mother’s Day every day. Terrific partner organizations around the world are working directly with pregnant women living with HIV to stay healthy through pregnancy, delivery and breastfeeding and to ensure their children are born free of HIV.
There are simple ways to donate your time, expertise and resources. Some of our steering partners include:
CARITAS International, Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation, International Community of Women with HIV/AIDS, Mothers2Mothers, UNAIDS, UNFPA, UNICEF and WHO.
Vejo algumas pessoas que se sacrificam em prol do mais necessitado. Conheço outras que fazem de tudo para ajudar outrem. E, humildemente, externam outra impressão.
Me recordei de uma bela canção (acho que é “Desabafo”, da cantora católica Adriana):
“Ser cristão é uma sã loucura; não me julgue pelo que visto, você pode se enganar”
Perfeito refrão. Ninguém conhece com perfeição o íntimo dos outros.
Acordar de bem com a vida é sempre muito bom!
Para aqueles que têm a oportunidade de madrugar, nada mais inspirador do que levantar, realizar atividades físicas e contemplar a Criação de Deus!
Hoje, fui presenteado com esse belíssimo amanhecer. Não nos faz estarmos mais dispostos?
Com tal alvorada, o convite é automático: o de agradecer ao Céu por mais um dia de vida; lembrar-se de compartilhar bons momentos com a família e de motivar o próximo!
Ou não é essa a razão de viver de cada um de nós? A de fazer o mundo um lugar melhor, prazeroso, alegre, tolerante e solidário?
Bom dia a todos!
E depois de amanhã começa a Campanha da Fraternidade 2012 (CF-12), evento realizado pela Igreja Católica, organizado pela CNBB e promovido durante o Tempo Quaresmal.
Nesta 4ª feira de Cinzas, a sociedade é convidada a refletir sobre o tema: “Fraternidade e Saúde Pública”, onde a discussão sobre as formas de melhorar as condições de assistência médica e promoção da saúde oferecidas à população (médicos, hospitais, campanhas preventivas) deverão ser abordadas.
O lema da CF-12, que deve ser o mote dos cristãos, é: “Que a saúde se difunda sobre a terra (Eclo 38,8)”
Fica o convite para o debate: nosso país gasta menos com saúde pública, proporcionalmente falando, do que com despesas com Copa do Mundo, politicagem, despesas burocráticas e com a perda de recursos com corrupção?
Extraído da CNBB: www.cnbb.org.br
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012
O secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, abre, na Quarta-feira de Cinzas, 22, às 14h, na sede da Conferência, em Brasília (DF), a Campanha da Fraternidade-2012. O tema proposto para a Campanha deste ano é “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”, tirado do livro do Eclesiástico.
O ministro da saúde, Alexandre Rocha Santos Padilha, confirmou sua presença. Além dele, participarão do ato de abertura da CF o sanitarista Nelson Rodrigues dos Santos; o Gestor de Relações Institucionais da Pastoral da Criança e membro do Conselho Nacional de Saúde, Clovis Boufleur, e o cirurgião e membro da equipe de assessoria da Pastoral da Saúde do Conselho Episcopal Latino-americano, André Luiz de Oliveira. O ato é aberto à imprensa.
A CF-2012 tem como objetivo geral “refletir sobre a realdiade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobiliza por melhoria no sistema público de saúde”.
Realizada desde 1964, a Campanha da Fraternidade mobiliza todas as comunidades catóilcas do país e procura envolver outros segmentos da sociedade no debate do tema escolhido. São produzidos vários materiais para uso das comunidades com destaque para o texto-base, produzido por uma equipe de especialistas.
A Campanha acontece durante todo o período da Quaresma que, segundo o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, “é o caminho que nos leva ao encontro do Crucificado-ressuscitado”.
Na apresentação do texto-base, dom Leonardo, eplica que, com esta Campanha da Fraternidade, a Igreja quer sensibilizar as pessoas sobre a “dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de saúde pública condizente com suas necessidades e dignidade”.

Hoje é um dia de simbolismo forte: dia do enfermo, de se preocupar com os doentes, do corpo, da alma e da mente. Nele, somos convidados a refletir como amparamos os mais necessitados.
Se nós já temos alguma dificuldade em conseguir serviço médico de boa qualidade, mesmo pagando, devemos nos solidarizar com aqueles que não tem assistência médica nem recursos, os que vagam pelos leitos e sofrem com a falta de serviço médico público.
Visitar e auxiliar os doentes, não nos esqueçamos, é um ato de caridade!
“Todo dia tenho que resgatar vidas”
Sensacional a linda ação solidária do maestro João Carlos Martins, que através da sua Orquestra Jovem ajuda crianças pobres e as livra das drogas, pela música.
Vale a pena dar uma conferida, está em: JOÃO CARLOS MARTINS E AÇÃO CIDADÃ
Muitas vezes o Governo se omite em questões sociais. E, nessa lacuna, as ONGs, Pastorais da Igreja Católica, Forças-tarefas de Evangélicos, Missões de qualquer outra denominação religiosa, além de voluntários independentes de profissão de fé, preenchem esse espaço.
Você sabia, por exemplo, que a drástica redução da mortalidade infantil no NE do Brasil se deu por força de mulheres, sem muita instrução mas com boa vontade, trabalhando gratuitamente pela Pastoral do Menor?
Agora, leio nas Páginas Amarelas da Revista Veja (edição antiga, de 22/06/2011, pg 25) que o combate à AIDS é sucesso em regiões remotas brasileiras por força dessas pessoas voluntárias. Abaixo, a palavra do ex-presidente Bill Clinton, que foi o entrevistado:
“(…) Quando o Brasil decidiu fazer exames e levar remédios contra a Aids aos recantos mais isolados da floresta tropical amazônica, a rede capilar de ONGs, em especial as ligadas à Igreja Católica, foi de extrema importância. (…) havia no mundo 200 mil pessoas que recebiam o tratamento. No Brasil, eram 135 mil.”
Esses altos números se devem a um único fator: Fé e Boa Vontade! Parabéns aos voluntários.
Ter grande repercussão na mídia e estar na moda pode trazer falsas impressões.
É sabido que o Brasil é manchete no exterior pelo desenvolvimento que vivemos e situação econômica favorável em relação aos parceiros europeus neste momento. Mas, as vezes, esquecem que temos inúmeros problemas a resolver antes de sermos protagonistas mundiais.
O bilionário Bill Gates, da Microsoft, disse que:
“O Brasil precisa deixar de gastar apenas dezenas de milhões de dólares em ajuda a outros países e passar a gastar centenas de milhões: isso não é uma enorme porcentagem do PIB brasileiro”.
Nós devemos ajudar os países pobres. E quem nos ajuda?
Falsa ilusão… Bill não sabe da corrupção existente, da alta carga dos impostos, das enchentes no Sudeste e estiagem no Sul, da miséria no Nordeste, dos sem-terra de Pinheirinho…
Ou sabe?
Discurso bonito, mas demagógico!
… Bem!
Elie Horn, o bilionário empreendedor brasileiro dono da Construtora Cyrela, judeu praticante e notoriamente conhecido como empresário de sucesso, disse à Robson Viturino, da Revista Época Negócios (Ed Janeiro / 2010), pg 108, que quer doar metade da sua fortuna à Caridade. E na entrevista, uma frase me chamou a atenção:
“A única moeda universal é o BEM. Esta não tem Banco Central. O resto fica aqui na terra”
Parabéns. Dispensa qualquer comentário!
Pois é: Natal, Fim de Ano, Reveillón, Férias, Viagens… Os acidentes aumentaram, vitimando mais pessoas… e os doadores de sangue cada vez mais indisponíveis.
Sabia que na região de Campinas, os bancos de sangue tiveram uma redução de 60% dos estoques?
Se você é um doador voluntário, o momento é agora!
“Tão importante quanto fazer o bem é promover o bem”
Lema do Projeto Generosidade, das Organizações Globo em 2011.
Taí algo bacana. Incentivar pode ser o fator multiplicador tão necessário às instituições de caridade nos dias de hoje.
Muitos haitianos vieram ao Brasil tentando a sorte. Devido a tragédia do terremoto que assolou o país, a miséria, que era grande, se tornou maior ainda!
Todos os dias chegam pessoas do Haiti cruzando a fronteira do Acre. Agora, cerca de 1200 refugiados estão aportando na pequena cidade acreana de Brasiléia, após cruzar o Peru e a Bolívia.
Sobreviventes da miséria, da tragédia natural, da aventura de partir da própria terra e viajar por tamanha distância… Sobreviventes mesmo, ao pé da letra!
E o que fazer na pequena Brasiléia, sem dinheiro, sem casa e sem emprego?
Com a palavra, as autoridades públicas.
Há uma canção da banda católica “Cantores de Deus” (não me recordo o nome) que fala sobre moradores de rua, chamados de “anjos maltrapilhos”. Na letra, há a preocupação em alertar as pessoas sobre as crianças que nascem no meio do nada, lembradas como “anjos rebentos das ruas”.
E aí vem o tema: como uma criança pode crescer em meio aos viciados em crack? Digo isso, pois vejo as ofensivas da Prefeitura de São Paulo naquela região degradada da capital paulista. Para quem já passou por lá, é assustador, triste e revoltante: pessoas andando como zumbis, totalmente drogadas, alienadas do mundo e mostrando a que ponto a dignidade humana desaba. Horrível!
Imagine as mães viciadas, que dormem em albergueres ou embaixo das pontes, inalando essa maldita droga ao lado dos seus filhos. Pior: isso acontece com frequência!
Gente, o que fazer?
E a droga rola solta por lá, os drogados usam a luz do dia sem serem incomodados e as autoridades (e nós, sociedade) nada fazem! Não nos mexemos! Não gritamos por isso!
E tem gente que defende a liberação de drogas… Pergunte ali se os usuários de crack não começaram pela maconha!
E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:
Hoje teremos no Morumbi o “Jogo do Zico”, amistoso beneficente de muita valia. Neymar atuará. E faltou dar uma ‘cornetada’ no menino, pois, em partida beneficente na Bahia, cobrou na última sexta-feira cerca de 200 mil reais!
Ora, depois vai dizer que ajuda o próximo… Cobrar cachê nesse tipo de partida é um crime contra a moral!
Li a história de alguém que faz diferença. Ele é Henrique Prata, o benemérito que sustenta com dinheiro, ações e disposição o Hospital do Câncer em Barretos.
Não o conhece?
Veja que exemplo (extraído da Folha de São Paulo, Ed 24/12/11, pg C5)
O CAUBÓI DO CÂNCER
Por Araripe Castilho
Quando parou de estudar aos 15 anos e saiu de baixo das asas dos pais médicos para administrar fazendas do avô em Barretos, no interior de SP, Henrique Duarte Prata nem imaginava que um dia trabalharia com medicina.
Hoje, aos 58, ele “matuta” dia e noite para administrar o Hospital de Câncer de Barretos, instituição reconhecida por dar “atendimento de rico a pacientes pobres do SUS” -como Prata define.
Fazendeiro bem-sucedido e peão de boiadeiro aposentado, ele tem uma maneira simples de falar e um modo caubói de se vestir.
Prata assumiu o hospital de seus pais Paulo e Scylla Prata, no final dos anos 80. Tinha 35 anos e já era um rico fazendeiro. Ironicamente, seu objetivo era fechar a instituição, que atende só pessoas com câncer desde 1967.
Nos anos 80, a hiperinflação ajudou a quebrar o hospital -com dívidas de US$ 1,2 milhão na época.
A 30 dias de fechar as portas, Prata foi procurado por um dos médicos antigos do hospital. Ele o pediu que, antes de fechar o local, liberasse a cirurgia de um de seus pacientes. Caso não fizesse isso, a transferência dele para São Paulo talvez lhe custasse a vida.
No dia seguinte, Prata diz que estava “transformado” e comunicou ao pai que não só manteria o hospital aberto como ampliaria o complexo. “Ele achou que eu tinha enlouquecido.”
Nos anos 90, Prata passou o chapéu buscando doações de artistas para erguer novas instalações. Os espaços têm os nomes de seus “padrinhos”, como Chitãozinho e Xororó e Xuxa.
Esse tipo de ação é necessário porque a conta do hospital não fecha. Atendendo 3.500 pacientes ao dia, a instituição tem gasta R$ 15 milhões por mês, mas recebe só R$ 9,5 milhões do SUS.
PLANOS
Para atender um número maior de pessoas, muitos planos surgem “da cachola” do “Doutor Peão”. A inauguração, em 2011, do maior centro de treinamento em cirurgia minimamente invasiva da América Latina é um deles.
Outro sonho concretizado é a criação de uma faculdade de medicina em Barretos para aumentar a oferta de oncologistas. A primeira turma deve começar em fevereiro.
Em março, quando a família Prata completa 50 anos de gestão do hospital, ele pretende lançar um livro e inaugurar um centro infantil.
Para a conclusão da ala para crianças do Hospital de Câncer, ainda faltam R$ 3 milhões. “Fiz um trato com São Judas Tadeu para ele me arrumar esse resto dentro de seis meses. Do contrário, deixo de ser devoto dele.”
Ontem, um caso grave em Jundiaí: um senhor sofreu ataque cardíaco em frente ao Hospital Pitangueiras. Imediatamente, pessoas que estavam na calçada tentaram socorrê-lo, já que estava na porta do hospital. Nenhum médico quis atendê-lo. Coincidentemente, um bombeiro que passava no local tentou ajudá-lo, solicitando novamente por um médico. Nada. A alegação é que a obrigação era do SAMU (serviço público), já que ali é um hospital particular.
Populares chamaram a polícia, e o resultado final: o infartado acabou morrendo e dois médicos foram presos. Mas já estão soltos… pagaram fiança de R$ 1.000,00 cada.
E aí? Um Hospital Particular teria a obrigação de atender um transeunte que sofra um infarto na sua porta, ou, o que vale, é o talão de cheques disponível para pagar a conta?
Sinceramente, faltou humanidade nesse caso…
Extraído do Bom Dia Jundiaí: http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/6786/Idoso+morre+e+medicos+sao+detidos+em+Jundiai
IDOSO MORRE E MÉDICOS SÃO DETIDOS
Por Marcelo Utida
Polícia Civil caracteriza omissão de socorro a uma vítima que teve mal súbito a 50 metros do hospital
O aposentado Edgar José da Rocha, 72 anos, morreu nesta quinta-feira (8) por parada cardiorrespiratória a cerca de 50 metros do Hospital Pitangueiras, no Vianelo. O delegado do 6º Distrito Policial, Carlos Alberto Abrantes, caracterizou o caso como omissão de socorro por parte da equipe médica e indiciou dois médicos por homicídio culposo (sem intenção de matar).
Eles foram para a delegacia no carro da polícia e só acabaram liberados após o pagamento de fiança de R$ 1 mil cada. O hospital nega ter havido omissão de socorro. A polícia não revelou o nome dos médicos.
O aposentado, que morava na Vila Progresso, começou a passar mal por volta das 8h, quando caminhava em frente a um estacionamento ao lado do hospital, na avenida Pitangueiras. Com o mal súbito, ele teve uma queda e bateu a cabeça no chão, onde se formou uma poça de sangue.
A atendente Moniele Aparecida Polini Lidiani, 25, foi uma das primeiras a ver o homem caído. Segunda ela, “neste momento, o aposentado ainda apresentava sinais de vida”. O primeiro pedido de socorro, segundo contou, foi feito a um segurança do hospital. “Ele negou qualquer ajuda”, disse. O fato teria gerado indignação nas pessoas que estavam ali.
O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Polícia Militar foram acionados, no mesmo instante em que passava pela avenida o soldado Cassaniga, do 19º Grupamento de Bombeiros, que fez os primeiros-socorros. Ele também tentou ajuda do hospital, mas sucesso. Depois, disse: “Se a vítima fosse atendida logo que começou a passar mal, poderia ter uma chance a mais”.
O Samu chegou cerca de dez minutos depois. Os socorristas obrigaram o hospital a abrir as portas, mas o aposentado deu entrada já morto.
Família /Um filho da vítima, Edgar Luis Rocha, 30, informou que o pai tinha boa saúde e gostava de caminhar de manhã. O aposentado deixou mulher e dois filhos. Ele assegurou que vai abrir um processo contra o hospital.
CRM irá abrir sindicância
O CRM (Conselho Regional de Medicina) informou que abrirá uma sindicância para apurar a possível omissão de socorro por parte dos médicos ao aposentado Edgar José Rocha. A investigação vai correr
sob sigilo.
30 Minutos foi o tempo de espera até a entrada no hospital
OAB se manifesta em nota
A Comissão de Direito Médico da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) enviou uma nota informando que juridicamente o profissional médico tem a obrigação de zelar pela saúde de todo o ser humano. “No entanto, deve ser pesado a possibilidade de fazê-lo, levando em conta o Código de Ética Médica”.
Lembre-se:
Código de Ética Médica_ É vedado ao médico deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo.
Hospital contesta indiciamento de médicos
Os dois médicos indiciados pela Polícia Civil por homicídio culposo foram liberados nesta quinta após pagarem as fianças. Eles ficaram cerca de quatro horas no 6º DP.
O advogado Glauco Ramos informou que o hospital irá recorrer. “O delegado tomou uma decisão precipitada, pois ainda não ouviu as testemunhas do hospital”, disse.
O caso ainda envolveu um técnico em enfermagem, o superior de enfermagem e um funcionário da segurança, terceirizada pela empresa WCA Brasil, que também foram levados pela polícia. Mas, para o delegado, estas pessoas não foram responsáveis pelo delito e responderão posteriormente.
Por meio de sua assessoria, o Hospital Pitangueiras também se pronunciou contrário à decisão, que disse ter sido arbitrária por parte do delegado Carlos Alberto Abrantes. “Não é obrigação do hospital atender pacientes na rua, mas sim indicar o Samu que é responsável pelo procedimento legal. Isto não é omissão de socorro”, informa a assessoria.
O hospital confirmou que os dois médicos indiciados ontem vão permanecer em suas funções.
Trechos da decisão policial
“À vista das provas testemunhais e da falta do laudo de exame necroscópio, em termos jurídicos, entendo que se trata aqui de homicídio culposo tipificado no Código Penal perpetrado pelos médicos que tomaram conhecimento pessoal pelo técnico de enfermagem do mal súbito da vítima ocorrido nas cercanias do hospital, dotado de plena capacidade para realizar o atendimento de urgência e emergência. Há entendimento doutrinário e jurisprudencial nesse sentido, sobretudo pois o médico tem o dever legal e ético de atuar para evitar o resultado letal. (…) Crime instantâneo, consumado está no momento da omissão. Crime afiançável na fase inquisitória de persecução criminal a mesma foi arbitrada o valor de R$ 1 mil a cada autuado.”
As Organizações Não-Governamentais sérias, formadas por gente de bem e que querem mudar (e mudam) o país para melhor, sofrem com as demais que são somente criadas a fim de golpes no dinheiro público. E, infelizmente, se com todo o esforço a verba é curta, imagine sem o apoio de voluntários e verbas governamentais.
Observamos o escândalo do Ministério dos Esportes, onde diversas ONGs de fachada recebiam grana para lavar dinheiro. Como precaução, o novo Ministro Aldo Rebelo cortou a verba de todas. E as de bem sofreram com isso.
Não bastasse, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou que;
“Hoje se cria ONG com o fim de se obter dinheiro para a corrupção”.
Também é uma verdade, mas não a regra. Fico imaginando como algumas entidades sérias estão sofrendo pelo termo pejorativo que a sigla ONG ganhou.
É necessário separar o joio do trigo. O problema não são as ONGs, mas as pessoas que estão por trás dos golpistas que criam instituições para se passarem por ONGs.
Sou doador de sangue voluntário. Também sou medroso confesso, morro de medo de sangue e agulhas, sofro de fobia de hospitais, e tudo mais que possa me fazer fugir da raia. Mas… costumo doar sangue regularmente.
Não dói, faz bem para a saúde do corpo e da alma. E você ainda ajuda alguém, muitas vezes até um desconhecido.
Se eu que sou tão bobo dôo, por que você não o faz também?
Hoje é Dia Nacional do Doador voluntário de Sangue. Junte-se a nós. Procure um Banco de Sangue.
