– Dia Internacional do Voluntário.

Um dia para parabenizar aqueles que se dedicam a ajudar o próximo, sem nada esperar: o voluntário!

Veja a origem do dia (do site da Casa da Acolhida):

Extraído de: https://www.festadodia.com.br/ler.php?id=435

DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTÁRIO

Desde 1985 a Organização das Nações Unidas institui o dia 5 de dezembro como o dia internacional do voluntário. A ONU define o voluntário como uma pessoa que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social ou outros campos.

O serviço voluntário além de trazer um retorno intangível em termos de satisfação e bem-estar para quem o pratica, também pode fazer a diferença na hora de conseguir uma vaga no mercado de trabalho. As empresas estão valorizando cada vez mais os profissionais que estejam engajados em algum tipo de trabalho voluntário junto à sociedade. Primeiro porque os empresários visam a melhoria nos serviços prestados ao cliente, e pessoas com espírito social, normalmente, são mais eficazes nesse ponto. Segundo porque, se a pessoa tem olhos para a sociedade da qual faz parte, dentro da empresa terá uma visão de conjunto capaz de abranger todo o contexto e não apenas o seu setor.

Para nós da SOS Casas de Acolhida o voluntário é visto como um empreendedor social, uma pessoa que traz consigo a disponibilidade de mudar a vida de crianças, mesmo que seja com um simples sorriso ou um abraço apertado. É alguém que conhece a importância de compartilhar o que temos de mais precioso: amor, respeito, felicidade, conhecimento, tempo e humildade. O voluntário é uma pessoa evoluida em espírito, mente e coração.

Parabéns a todas essas pessoas que por livre e espontânea vontade doam uma parte do seu tempo a quem precisa.

– Os especialistas e PhD’s da Web.

Não é assustador ver a quantidade de pessoas que fala sobre todo e qualquer assunto, com tom professoral (mesmo se equivocando), desrespeitando a opinião alheia?

Ao mesmo tempo, com uma dose de fanatismo nas Redes Sociais, desacreditam quem tem formação só porque pensam diferente!

Tempos difíceis… Saramago, nessa arte abaixo, diz tudo:

– Dica da Noite 3:

Releve:

– Pais Melosos e Profissionais Comprometidos.

Leio uma matéria sensacional, que particularmente me identifiquei (e de maneira alegre) sobre homens que querem ser pais em tempo significativo, em conflito até mesmo com sua carreira profissional!

Abaixo, a ótima reportagem de Rodrigo Turrer, ed 654, pg 86-90 (leiam, papais!)

A DUPLA JORNADA DOS NOVOS PAIS

Equilibrar carreira e vida doméstica deixou de ser um desafio só para as mães que trabalham. Agora são os pais que, para ter sucesso, têm de lidar com as cobranças em casa e no escritório. Só que os homens sofrem mais para atender às duas demandas. É o que diz o estudo O novo pai – Explorando a paternidade no contexto da carreira, publicado pelo Boston College, uma universidade do Estado americano de Massachusetts. A pesquisa concluiu que os pais de hoje, mais que nas gerações anteriores, têm dificuldade para se desenvolver como profissionais quando precisam conciliar os deveres do emprego com as responsabilidades familiares. “Os homens estão lidando com um problema muito similar ao que as mulheres enfrentaram nas décadas de 1960 e 1970”, diz Brad Harrington, diretor do Centro de Estudos do Trabalho e Família do Boston College e coordenador da pesquisa. Incapazes de ocupar melhores posições na carreira, os pais dedicados estão se frustrando. A conclusão é que buscar uma vida familiar plena pode estar tornando os pais infelizes. Principalmente se comparados às mães que trabalham.

Na tentativa de fugir desse tipo de pressão, o fotógrafo Ricardo Toscani, de 30 anos, escolheu ser o “dono de casa”. A decisão foi tomada quando sua mulher, Lúcia Toscani, uma designer requisitada, ficou grávida, há dois anos. “Lá em casa ela é a formiga, e eu sou a cigarra”, diz Toscani. Com uma carga de trabalho que pode chegar a até 12 horas por dia, Lúcia não poderia dedicar à filha Alice o mesmo tempo que Ricardo tinha à disposição. “Abri mão da estabilidade no emprego para me dedicar a Alice. E minha agenda se adaptou.” Ele diz fazer um ou dois trabalhos semanais, que tomam apenas de duas a três horas de seu dia. “Minha profissão hoje é ser pai, e quero me dedicar totalmente a isso. Nada paga o prazer de acompanhar o crescimento de minha filha, ver a menina aprender uma palavra. É fascinante.”

No último meio século, mudanças culturais e o movimento feminista mudaram o papel da mulher e do homem no mercado de trabalho. “O papel profissional é parte da vida da mulher. Está estabelecido. O homem teve de internalizar isso”, afirma Ellen Galinski, presidente do Families and Work Institute (FWI), uma organização sem fins lucrativos de pesquisa sobre a natureza do trabalho e sua relação com a vida familiar.

Nos Estados Unidos, elas já ocupam quase 55% dos postos de trabalho. Nas maiores cidades americanas, seus salários também são mais altos: mulheres jovens, solteiras e sem filhos chegam a ganhar 8% a mais que seus colegas do sexo masculino em igual posição. No Brasil, as mulheres somam 41,4% da mão de obra empregada. Elas têm em média mais anos de estudo e ocupam mais empregos que exigem alto nível de instrução. Ainda assim, os salários das mulheres brasileiras são em média 21,5% menores que os dos homens.

O equilíbrio de forças no emprego obrigou os pais a participar mais ativamente das tarefas domésticas. “Os homens hoje estão mais envolvidos com a família, trocam mais carinhos com os filhos, com a mulher, querem exercer seu papel de modo integral”, diz Luiz Cuschnir, psiquiatra e psicoterapeuta, supervisor do serviço de Psicoterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. E o homem gostou desse papel, afirma Cuschnir. “Podemos dizer que o ‘masculismo’ – a atitude do homem moderno, sensível, aberto ao afeto – venceu o machismo. E a sociedade valoriza mais esse homem do que antes.”

Estar mais tempo ao lado da família passou a ser uma ambição pessoal. Mas essa conquista tem um preço, na forma de um novo conflito interno.

“À medida que a mulher também se torna uma âncora da vida doméstica em termos econômicos, a exigência tradicional de ser o vencedor para sustentar a família acaba minada”, afirma Rosa Macedo, professora de psicologia e pedagogia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde coordena o Núcleo de Família e Comunidade. Ser pai e querer cuidar do filho parece menos legítimo do que ser mãe e desempenhar essa tarefa. “Toda a legitimidade que o homem tem no trabalho falta nos afazeres domésticos”, diz Brad Harrington, do Boston College. “O modo como as mulheres percebem o esforço do pai em casa é simplista. Em geral, ele é tratado como inepto.”

Estudos comprovam que, nos Estados Unidos, a mulher gasta em média 28 horas por semana em trabalhos domésticos, enquanto o homem gasta 16 horas, ainda que os dois estejam empregados. No Brasil, as mulheres gastam com o trabalho doméstico cerca de duas a três vezes mais tempo que os homens. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008 as mulheres dedicaram 27 horas semanais às tarefas do lar, enquanto os homens passaram dez horas. E, mesmo quando o novo e dedicado pai faz menos atividades em casa do que a mulher, ele se sente mais sobrecarregado. Talvez seja a falta de prática. Ou uma incapacidade de lidar com múltiplas tarefas. Na pesquisa do FWI, no quesito “limpar a casa” e “lavar a louça”, 50% dos homens dizem fazer pelo menos metade do trabalho, enquanto 70% das mulheres garantem fazer tudo sozinhas. A conta não fecha.

Há atividades masculinas em casa que costumam ser ignoradas pelas mães. As horas gastas por um pai consertando a bicicleta do filho ou jogando videogame com ele raramente são computadas como parte da divisão de tarefas. “As mulheres subestimam a contribuição do marido, afirma Ellen Galinski, do FWI. É como se o homem fosse naturalmente menos capaz de dar um banho na criança, dar mamadeira ou levar ao médico. “A mulher tinha e tem mais poder sobre as crianças do que o homem, um poder conquistado ao longo do tempo, e elas não querem perder esse poder”, diz a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Há regrinhas para determinar que certos cuidados pertencem apenas às mulheres, fundamentadas em uma falsa biologia, em uma suposta natureza feminina que não é verdadeira.” A divisão de espaço entre homens e mulheres não deveria, portanto, estar restrita aos meios profissionais. Assim como cabe a homens e mulheres aceitar a ascensão feminina aos postos de comando – inclusive à Presidência –, a sociedade precisa aprender a conviver com mais homens no ambiente doméstico.

O vendedor Carlos Eduardo Valério, de 50 anos, sentiu essa dificuldade. Casado, com uma filha de 12 anos, ele trabalha à tarde, e a mulher, Virginia, de manhã. Quando a filha Carolina nasceu, ele teve de se desdobrar para equacionar os horários em casa. Ajuda a limpar a casa, cuida do quintal, faz a comida. “Isso para mim foi tranquilo, porque estava acostumado, tenho seis irmãos e dividíamos as tarefas em casa. Mas cuidar de criança é mais complicado, as mulheres parecem ter mais facilidade, mais capricho”, afirma. Até pegar o jeito, Carlos Eduardo precisou ouvir várias queixas de que estava fazendo tudo errado. Hoje, diz ter se acostumado com as tarefas domésticas e manter uma agenda diária bem definida. A filha vai e volta da escola de van. Ele faz o almoço, os dois fazem a lição juntos antes de ele ir trabalhar. Às vezes leva e busca a filha nas festas e baladas nos fins de semana. “É importante para mim estar com ela, é um valor que eu faço questão de passar.”

Quem primeiro apontou a maternidade como um mito cultural foi a filósofa francesa Elisabeth Badinter, ainda na década de 1980. Para escrever o livro Um amor conquistado – O mito do amor materno, ela pesquisou como as mães lidavam com a gestação e o aleitamento de crianças antes do século XIX. Descobriu que a maioria dos bebês era negligenciada, entregue a amas de leite. Muitas crianças morriam antes de completar 4 anos de idade. Para as mulheres da alta burguesia, era um desprestígio ocupar-se da prole. Para as operárias, pela jornada de trabalho, era tarefa impossível. Badinter diz que a formação do mito do amor materno surgiu no fim do século XVIII, com a nascente preocupação com a educação e a sociabilidade de crianças e adolescentes. Até então a criança era considerada quase como um “animal” a ser adestrado, um adulto em miniatura. Para Badinter, a maternidade não é algo instintivo. O afeto entre mãe e filho se formaria da convivência, seria algo conquistado. O mesmo que ocorre com a paternidade.

“As mulheres subestimam a contribuição do marido dentro de casa”,
diz a especialista americana Ellen Galinski

O fim da divisão nítida de papéis entre homens e mulheres pode causar confusão, mas também pode ser benéfica. “Nossa cultura mudou: antes dos anos 1960 não havia uma exigência cultural nem social para que o pai demonstrasse afeto ou tivesse carinho com as crianças”, diz Mirian Goldenberg. “Hoje os pais reivindicam o direito de exercer plenamente esse afeto. Tanto que muitos homens separados querem a guarda compartilhada ou querem ficar em tempo integral com o filho, por causa dessa vontade de estar mais com ele.”

O engenheiro Fernando José Alves da Silva, de 46 anos, não abriu mão de estar com os filhos mesmo depois do fim de seu primeiro casamento, há nove anos. “Não há o que pague a alegria de encontrar meus filhos sorrindo, de curtir alguns momentos com eles”, diz Fernando. Pai de Andrezza, de 13 anos, e de Lucas, de 9, ele detém a guarda compartilhada das crianças e fica com elas semana sim, semana não. Fernando casou-se novamente há três anos e teve seu terceiro filho, Guilherme, hoje com 1 ano. Funcionário de uma refinaria em Duque de Caxias, ele mora na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Trabalha dez horas por dia, mas reserva o fim da tarde e a noite para estar com os filhos. “Quando dá, tento pegar na escola, faço lição de casa junto, levo o filho no futebol, tento brincar com eles, me desdobro ao máximo”, diz Fernando. Como sua rotina é muito pesada, nem sempre ele consegue. Já perdeu eventos na escola dos filhos por causa do trabalho. “Não posso parar de trabalhar, preciso pagar o colégio, as contas, o apartamento, manter o padrão de vida. Então preciso arranjar um jeito de equilibrar as coisas”, afirma Fernando. “É muito difícil combinar trabalho e família. Ficar tranquilo é o mais importante para conseguir conciliar.”

A solução que Fernando encontrou é a melhor saída para fugir de mais uma fonte de estresse. “A carga de cobrança em cima dos pais e da forma que eles cuidam dos filhos é uma barreira. Cada vez mais os pais estão perdidos com tantas recomendações e cobranças”, diz Rosa Macedo, da PUC-SP. “O caminho mais rápido para o descontrole é culpar-se e idealizar a forma de criar os filhos.”

Renan Yoshima, de 36 anos, achou que ultrapassaria seu limite se continuasse no promissor emprego de publicitário em uma agência na Zona Oeste de São Paulo quando sua mulher, a arquiteta Camila França Yoshima, engravidou, em 2005. “Eu não tinha horário para entrar nem para sair e costumava varar madrugadas no trabalho”, diz Renan. Ele largou a publicidade e se tornou designer. Encontrou um emprego com horário fixo e um salário menor que o de publicitário para poder cuidar da primeira filha, Laura. “Achei que, como publicitário, seria difícil aproveitar minha família. Achei melhor estar com ela”, afirma. “Não abro mão de estar com minhas filhas, emprego eu encontro em qualquer lugar.”

Renan e Camila têm duas filhas: Isabela, de 2 anos, e Laura, de 5. Como a mulher tem um escritório de arquitetura e não tem horário fixo, costuma trabalhar à noite. Quando volta do trabalho, às 19 horas, Renan assume a casa: “Troco fralda, faço comida, penteio o cabelo, brinco. A hora do banho é uma bagunça, porque eu dou banho nas duas”. Renan acredita que a principal dificuldade que enfrentou foi encontrar um ponto de equilíbrio entre suas responsabilidades. “A cobrança é muito grande, e é complicado escolher entre ser o pai que vai sustentar a casa e o pai presente. Às vezes a pessoa tem medo de perder o emprego e prioriza o trabalho, até por uma proteção aos filhos. Desempregado, como ele vai sustentar?”, diz. “O ambiente profissional é cruel em relação à família, e eu sei que estou na contracorrente, mas priorizo meu relacionamento com minhas filhas.”

O estudo do Boston College mostra que as empresas americanas têm dificuldade em lidar com esses pais que se desdobram. Quando as mulheres que têm filhos estão no local de trabalho e precisam sair mais cedo, as empresas já se acostumaram a lidar com a situação. Mas isso não é tão comum quando quem pede para sair do escritório por causa dos filhos é o pai. “A ideia mais comum é que quando um casal tem filhos a mulher naturalmente vai se dedicar menos ao trabalho, e as empresas têm de ser compreensíveis. Já os homens vão mergulhar no trabalho para sustentar a família. Então as empresas tendem a ser menos plácidas quando eles têm necessidades familiares”, afirma Brad Harrington, do Boston College. “Fala-se muito do novo pai, da cobrança para que ele esteja presente, mas nenhum chefe entende quando o executivo falta para ir à reunião da escola ou para levar o filho ao pediatra.”

A diferença de tempo entre a licença-paternidade e a licença-maternidade deixa explícito esse tipo de pensamento. Grandes empresas americanas já dão licença-paternidade remunerada de até três semanas para seus funcionários. Na maior parte dos Estados Unidos, a licença não ultrapassa 15 dias. No Brasil, há dez projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional discutindo a ampliação da licença-paternidade. Há propostas que aumentam o direito para até 30 dias, mas o projeto mais avançado e com maior consenso prevê licença remunerada de 15 dias após o nascimento do filho.

A licença-paternidade avança no mundo.
Na Suécia, pai e mãe dividem os 390 dias

Na Suécia, os pais podem dividir 390 dias de licença paga da forma como bem entenderem, e 80% dos homens suecos tiram quatro meses de folga quando nascem seus filhos. Na Alemanha, uma lei semelhante à da Suécia aumentou em sete vezes o número de pais que tiravam licença para cuidar dos filhos. “Hoje há um monopólio feminino dos prazeres, encargos e sacrifícios com os filhos”, diz Mirian Goldenberg. Para ela, a diferença de cinco dias de licença-paternidade para seis meses de licença-maternidade revela uma enorme desigualdade de gênero. “Ampliar a licença-paternidade não é invadir um espaço exclusivo da mãe.”

A impressão de que esse novo tipo de pai ocuparia os domínios maternos é falsa. Para os especialistas, é importante não confundir os papéis de cada um. A falsa impressão é provocada pelo estereótipo paternal criado ao longo de décadas: a autoridade, a lei, a força, o provedor distante. Esse modelo transformou o homem atual num indivíduo que parece ser um remendo ao tentar se desdobrar para trabalhar e querer cuidar dos filhos e da casa. Uma imagem que precisa ser desfeita. “O homem que cuida do filho não é um homem maternal e não pode exercer o papel de mãe, que não serve para ele”, diz Cuschnir, da USP. “O que parece um remendo na verdade é uma ampliação. O homem fica maior quando tem de cuidar do filho. Ele aproveita a relação dele com o filho para resolver sua própria relação com o mundo. Isso dá serenidade ao homem.”

10 características comuns de pais de filhos de sucesso

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Você guardaria seu 1º beijo para um grande amor?

Respeite-se a decisão da moça. Cada um tem o direito de ser feliz como bem entender!

Se o noivo topou, que sejam felizes agora que o casamento se consumou!

– Femminicidio.

La violenza sulle donne è una piaga che affligge la nostra società da troppo tempo. Nonostante gli sforzi e le iniziative per sensibilizzare …

Continua em: Femminicidio

– Qual geração mais se reinventou? A X, sem dúvida!

Falam muito da Geração Z ser a mais nativa com a tecnologia. De fato, isso é uma obviedade.

Porém, se perguntar qual mais se reinventou, foi a Geração X!

Quer uma prova?

Aqui, na imagem: 

– A Hierarquia das Necessidades de Maslow trabalhada pelos chefes:

Muito bom: um quadro ilustrativo, abaixo, de como os líderes podem usar a Hierarquia das Necessidades de Maslow em prol da motivação dos funcionários.

Tal material deveria ser distribuído para todos os CEOs...

Veja só:

– Dia da Consciência Negra.

Sou contra certas datas festivas: Todo dia é dia das mães; dos pais; das mulheres; dos homens ou dos negros.

Muitas vezes, temos datas comerciais: o dia dos namorados, por exemplo. Ou outras demagógicas: não seria a de hoje um exemplo disso?

Detesto rotulações: raça branca, negra, amarela… Ora, somos todos uma única raça, a RAÇA HUMANA! Não importa a cor da pele, a preferência sexual ou a religião: todos somos iguais em direitos e deveres.

Perceberam que o “dia de reflexão” virou descanso para uns e aproveitamento político para outros? Pior: o fato das cidades determinarem feriado municipal ou não acaba desacreditando no dia como feriado em si. Ou é para todos os municípios, nacionalizando a data, ou não.

Mais grave do que isso é tratar o dia como se fossem os negros gente inferior que precisassem de piedade. Nada disso. A história de cotas ou privilégios não pode ser uma caridade de gente subestimada, pois para ser inteligente ou competente não há cor (diferente das cotas sociais – por pobreza – as quais defendo).

Que o Dia da Consciência Negra sirva para refletir a igualdade, não aumentar discussões discriminatórias ou comparações de raças; coisas que são bobagens abomináveis nos dias atuais.

Resultado de imagem para Dia da Consciência negra

Imagem extraída de: https://camararedencao.ce.gov.br/portal/noticia/dia-nacional-da-consciencia-negra/

– Hábitos para se evitar:

Alguns comportamentos que devemos tomar cuidado!

Concordo com todos:

– 3 formas de Bullying: Baiting, Bashing and Blaming.

Compartilho (do original) esse rico artigo sobre os “3B’s” do Bullying.

Aliás, tal prática deveria ser abolida da sociedade… Nós, pais, deveríamos dar mais atenção às nossas crianças, tanto quanto a quem sofre como a quem pratica.

Extraído de: https://cheriewhite.blog/2021/11/01/the-3-bs-of-bullying-baiting-bashing-and-blaming/

BULLYING – The 3 ‘B’s of Bullying: Baiting, Bashing and Blaming

bullying charlie brown lucy

Baiting
First, a bully slyly baits her intended victim by provoking her for a reaction. If the victim blows it off and fails to react, the bully meticulously and subtly intensifies the taunts over time, wearing her down until achieving the desired reaction, often making sure that bystanders and authority are present. A bully is very much aware that everyone has a breaking point.

gossip rumors lies bitches

Bashing
Once the target reaches his limit and reacts (yelling, telling the bully off, cursing the bully out, punching the bully in the face, etc.), the bully weasels his way into the hearts of bystanders and authority, using superficial charm and charisma to feign victimhood.

He bashes the victim by using the perfectly normal reaction as proof of the victim’s “mental illness” or “meanness”, making it look as though the victim is at fault, to distract others from the bully’s own evil actions and project guilt onto the victim.

victim blame It's your fault

Blaming
Once the bully has succeeded in turning everyone against the victim, she entices others to join her in shaming the target. Everyone may gang up on the victim, making statements such as, “Aww! You just need to toughen up!” or “Can’t you take a joke?”.

The victim may be accused of “bringing it all on herself” when in reality, the opposite is true- it is the victim who has been harassed for months, even years while having tried to handle the abuse calmly and objectively, only to succumb to exhaustion and reach her limit.

Moreover, when the victim reports the abuse, the guilt is placed on the victim and the bully goes unpunished, taking the impunity as a green light for future torment. All the while, the victim is seen in a very negative light, with no other choice but to endure the torment in silence to keep from further tarnishing her already damaged reputation.

bullied victim blame blaming burned at the stake effigy

Each time a report is made, others who are often in a position to help, blow the victim off, thinking that the torment is justified. The bully then becomes more emboldened and the victim becomes more devastated and damaged.

The more brazen the bully becomes, the higher the degree to which the harassment escalates and the more frequent and intense the attacks become until the victim is maimed, is killed, is removed, transfers schools to escape the torment or commits suicide.

The bully benefits from the feeling of power and control she gets from mistreating her victim and getting away with it, having a sense that she is invincible and untouchable. The bully also enjoys the sympathy and petting received from others.

This strategy is also used as a means of striking fear into and silencing the victim, discouraging any future attempts at speaking out and exposing the bully for what she truly is…a cowardly, sniveling piece of human filth.

bullying baiting

If you are a victim of bullying, you already know too well how it feels to be mistreated and then blamed for your own torment. It’s horrible enough to be constantly harassed, but to be blamed for that harassment is downright devastating and leaves you feeling completely powerless!

Understand that this is just another weapon the bully uses and how he/she is allowed to continue their bad behavior with impunity. And it is nothing new! Bullies have always used this method.

So, remember the 3 ‘B’s- Bait, Bash, and Blame and I believe that you will be better able to explain your situation when you report the harassment.

– A felicidade é contagiosa. A infelicidade também.

O caderno “Vida & Ciência” do Estadão traz uma matéria da BBC, a respeito da FELICIDADE. E olha que interessante: cientificamente, está ‘quase’ provado: Felicidade é contagiante! E o contrário, idem.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid288879,0.htm

FELICIDADE PODE SER CONTAGIANTE, DIZ ESTUDO

Pesquisa mostra que felicidade de indivíduo está conectada às pessoas com que se relaciona.

– Um estudo publicado na revista científica British Medical Journal aponta que a felicidade de uma pessoa não é só uma escolha ou experiência individual, mas que está ligada “à felicidade dos indivíduos aos quais a pessoa está conectada, direta ou indiretamente”.

Usando análises estatísticas, os pesquisadores Nicholas Christakis, da Escola de Medicina de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia, mediram como as redes sociais estão relacionadas com a sensação de felicidade de uma pessoa.
Segundo os dados do estudo, a felicidade de uma pessoa pode “contagiar” aqueles com quem ela se relaciona.

“Mudanças na felicidade individual podem se propagar em ondas de felicidade pela rede social e gerar grupos de felicidade e infelicidade”, diz o estudo.

E mais, não são apenas os laços sociais mais imediatos que têm impacto nestes níveis de felicidade, o sentimento consegue atingir até três graus de separação (amigos de amigos de amigos).

“Pessoas que estão cercadas de pessoas felizes e aqueles que são centrais nessas redes de relações têm mais tendência a serem felizes no futuro”.

A pesquisa aponta que estes grupos de “felicidade” resultam da disseminação desse sentimento, e não são apenas resultado de uma tendência dos indivíduos se associarem a pessoas com características similares.

Proximidade

Assim, um amigo que viva a uma distância de cerca de uma milha (1,6 km) e que se torna feliz, aumenta a probabilidade de que uma pessoa seja feliz em 25%. Efeitos similares foram observados entre casais que moram na mesma casa (8%), irmãos que vivam a menos de uma milha de distância (14%) e vizinhos (34%).

Surpreendentemente, essa relação não foi observada entre colegas de trabalho, o que sugere que o contexto social pode afetar na disseminação no sentimento de felicidade.
O estudo também aponta que a proximidade geográfica é essencial para a disseminação da felicidade.

Uma pessoa tem 42% mais chances de ser feliz se um amigo que viva a menos de 800 metros de distância se torna feliz. O efeito é de apenas 22% se o amigo morar a mais de 2,2 quilômetros.

Dados

Para chegar a essas conclusões, os autores analisaram dados coletados em um outro estudo que reuniu informações de 5.124 adultos entre 21 e 70 anos na cidade de Framinggham, no Estado americano de Massachusetts, entre 1971 e 2003.

Originalmente iniciado para pesquisar riscos de problemas no coração, este estudo também coletou dados sobre a saúde mental dos entrevistados.

Em diversos momentos, os entrevistados foram convidados a responder se concordavam ou discordavam de quatro afirmações: “Me sinto esperançoso em relação ao futuro”; “Eu fui feliz”; “Eu aproveitei a vida” e “Eu me senti tão bem como as outras pessoas”.

Para chegar ao conceito de “felicidade” usado em sua pesquisa, Christakis e Fowler levaram em conta a resposta afirmativa às quatro sentenças.

Segundo o professor Andrew Steptoe, especialista em psicologia da University College of London, “faz sentido intuitivamente que a felicidade das pessoas à nossa volta tenham impacto em nossa própria felicidade”.

“O que é um pouco mais surpreendente é que essa felicidade parta não apenas daqueles muito próximos a você, mas também de pessoas um pouco mais distantes.”

Segundo ele, a pesquisa também pode ter implicações em políticas de saúde pública.

“A felicidade parece estar associada a efeitos protetores à saúde.”

“Se a felicidade realmente for transmitida por conexões sociais, ela poderia, indiretamente, contribuir para a transmissão social de saúde”, disse ele.

BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.:

Imagem extraída de: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/e-se-a-busca-excessiva-pela-felicidade-nos-torna-infelizes/

– A Mensagem Papal no Dia Internacional da Tolerância. #DayForTolerance

Hoje é celebrado o “Dia Internacional da Tolerância”. E o Papa Francisco anos atrás, deixou uma importante mensagem sobre a data, na qual deveríamos pensar diariamente:

“O diálogo entre pessoas de diferentes religiões não se faz apenas por diplomacia, amabilidade ou tolerância. O objetivo do diálogo é estabelecer amizade, paz, harmonia e partilhar valores e experiências morais e espirituais num espírito de verdade e amor. #DayForTolerance

Respeitemos as diferenças, celebremos o que nos une.

Dia Internacional da Tolerância combate qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, econômico ou cultural. Imagem extraída de: https://www.sonhosbr.com.br/dia-internacional-da-tolerancia/

– Jake Paul vs Mike Tyson:

O Jake Paul venceu o Mike Tyson. Normal. Ninguém esperava ver em forma o grande boxeador do século XX, né?

Aliás, sinceramente, acho isso tudo uma grande bizarrice

– 12º Encontro Continental de CEBs.

 

– Moradores de rua ou problema social? Uma reflexão sobre o ciclo do medo e a falta de Políticas Públicas.

Hoje, ao caminharmos pelas ruas das grandes cidades brasileiras, somos confrontados com um triste contraste social: pessoas em situação de rua. …

Continua em: Moradores de rua ou problema social? Uma reflexão sobre o ciclo do medo e a falta de Políticas Públicas

– Como anda a sua Reputação Digital?

Ter prudência é fundamental antes de você publicar qualquer coisa nas redes sociais. Li esse aconselhamento e gostei:

“Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.”

É isso mesmo: cuidado com sua reputação digital! Compartilho o artigo original, publicado por Denise Maia Soares, especialista em Social Business, via Linkedin:

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a ‘persona digital’ de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito – ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção – um olhar – do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e – acredite! – bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia Nacional da Língua Portuguesa.

Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nossa língua-mãe!

Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa.

Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Entenda e Respeite o uso dos Cordões:

Entenda:

Screenshot

Screenshot

– O preconceito contra as doenças da mente.

Não é triste imaginar que pessoas sofredoras de depressão, ansiedade, Síndrome do Pânico e tantos outros males da mente, sofrem preconceito?

Desde “frescura” à “loucura”, o paciente é criticado por aqueles que nem imaginam o que sejam essas doenças. Lamentável tal insensibilidade.

Se você sofre do coração, vai a um cardiologista. De dores no joelho, a um ortopedista. Qual o receio de procurar ajuda para enfermidades emocionais, junto a psiquiatras e psicólogos?

Paciência…

Depressão

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O Racismo em River Plate x Atlético Mineiro:

Que imagem triste! Esses ditos torcedores em ato explícito de racismo. Concordo com o comentário do Mauro Cézar!

Veja a cena:

(#RiverPlate X #AtléticoMineiro)

– Empatia, de maneira mais ampla:

Nós costumamos dizer que “empatia é sentir a dor do próximo”. Mas isso basta?

Trabalhando melhor o conceito na imagem abaixo:

– A lamentável emboscada na Fernão Dias.

Meses atrás, uma das torcidas organizadas do Cruzeiro atacou violentamente uma das torcidas do Palmeiras. A atacada (Máfia Azul) revidou com uma emboscada nesse final de semana, vitimando e ferindo pessoas da Mancha Verde.

Já imaginaram o quão bandido, idiota e desumano, é o safado que mata uma pessoa por causa de… futebol?

Pior: quem planeja isso, pois alguém poderia dizer que havia um desentendimento e de cabeça quente houve a briga. Mas tudo foi pensado!

Chega de Máfia, Mancha, Terror, Sangue isso, Sangue daquilo. Quem leva terrorismo à sociedade, é bandido e ponto final. Que não se passe à mão ou faça vistas grossas dizendo que é briga de futebol. Eles fizeram isso numa via pública, atearam fogo e mataram uma pessoa carbonizada. Como classificar isso?

Lamentavelmente, isso ocorre por impunidade! Que se identifique os criminosos e se tome as medidas cabíveis.

(Imagem extraída de: https://www.hojeemdia.com.br/esportes/cruzeiro/mafia-azul-x-mancha-verde-rivalidade-entre-organizadas-teve-inicio-no-final-dos-anos-1980-1.1037036, Montagem / Foto: Reprodução Instagram Máfia Azul / Instagram Mancha Verde)

– Vini Jr perdeu a Bola de Ouro para Rodri, que perdeu uma enorme chance de se consagrar…

O espanhol Rodri ganhou a Bola de Ouro da France Football, e em seu discurso falou que a conquista premiou os meio-campistas, que tiveram a chance de serem representados por ele.

Talvez seria utopia, mas e se o atleta discursa-se: “Agradeço a quem votou em mim, mas o verdadeiro Bola de Ouro é Vinícius Jr, pelo que mostrou em campo e por tudo o que está representando na luta contra o Racismo”.

Já pensaram? Se consagraria e seria ovacionado por muito tempo.

Vini Jr, diplomaticamente, escreveu dizendo em outras palavras que repetirá tudo 10 vezes, ou seja, continuará a sua luta, mesmo que outros a achem insuportável por não “estarem preparados”.

Cá entre nós: que infelicidade levar o grande liberiano George Weah, um negro, como se estivessem fazendo média aos pretos pela não escolha de Vinícius. Um nítido simbolismo que não agradou a ninguém.

– A lamentável emboscada na Fernão Dias.

Meses atrás, uma das torcidas organizadas do Cruzeiro atacou violentamente uma das torcidas do Palmeiras. A atacada (Máfia Azul) revidou com uma emboscada nesse final de semana, vitimando e ferindo pessoas da Mancha Verde.

Já imaginaram o quão bandido, idiota e desumano, é o safado que mata uma pessoa por causa de… futebol?

Pior: quem planeja isso, pois alguém poderia dizer que havia um desentendimento e de cabeça quente houve a briga. Mas tudo foi pensado!

Chega de Máfia, Mancha, Terror, Sangue isso, Sangue daquilo. Quem leva terrorismo à sociedade, é bandido e ponto final. Que não se passe à mão ou faça vistas grossas dizendo que é briga de futebol. Eles fizeram isso numa via pública, atearam fogo e mataram uma pessoa carbonizada. Como classificar isso?

Lamentavelmente, isso ocorre por impunidade! Que se identifique os criminosos e se tome as medidas cabíveis.

(Imagem extraída de: https://www.hojeemdia.com.br/esportes/cruzeiro/mafia-azul-x-mancha-verde-rivalidade-entre-organizadas-teve-inicio-no-final-dos-anos-1980-1.1037036, Montagem / Foto: Reprodução Instagram Máfia Azul / Instagram Mancha Verde)

– Lavando Roupa Suja na Internet: a Durabilidade dos Conflitos que são expostos nas Mídias Sociais.

Walcyr Carrasco, jornalista e autor de novelas e peças de teatro, escreveu uma interessante coluna na Época (Ed 2811) sobre a exposição de conflitos e brigas entre casais, quando estes caem na Internet. 

E quando eles próprios fazem questão de expor?

Na rede, os conflitos de qualquer natureza costumam se eternizar. Sobre essa situação, Walcyr lembrou que

O amor acaba. A raiva diminui. O tempo alivia os corações. Mas a Internet pode durar sempre

Eu concordo, e você? Abaixo, o texto na íntegra:

ROUPA SUJA NA INTERNET

É de lascar. Antes, quando as pessoas brigavam, no máximo a fofoca corria solta entre amigos. Hoje a guerra explode na internet. Em casos de amor é pior. O risco de alguém ter a cor de suas cuecas divulgada na web é imenso. Bem… a cor das cuecas seria pouco diante do que ocorreu com um amigo. É um ator famoso da Globo. Casado, pai de filho, teve um breve romance com uma atriz. Acabou quando ela descobriu a existência de uma terceira. Irritadíssima, não deixou por menos. Sabe-se lá como, conseguiu uma foto dele e da nova rival, pelados, na cama. Eu a recebi, assim como todo nosso grupo de amigos. Um desastre. Salvou-se porque a esposa, cuidando do bebê em casa, não é ligada em tecnologia. Nem sequer desconfiava dos pulinhos do cônjuge. Liguei para a autora do e-mail:

– Você vai destruir a vida dele!

– Tomara!

Mas ele tem bons amigos que resolveram deletar a foto. Por sorte, a história aconteceu há um ano, e a imagem, para minha surpresa, passou batida. E não estourou nas revistas de celebridades. Fotos da atriz Scarlett Johansson nua bombaram na web não faz muito tempo. Ela mesma as enviara pelo próprio smartphone a seu então marido e atual ex, Ryan Reynolds. Suspeitou-se que o próprio Reynolds, no calor da separação, as houvesse disseminado. Para aplacar o escândalo, Scarlett afirmou ter sido vítima de um hacker. Conseguiu retirá-las dos sites onde era exibidas. As fotos haviam sido batidas pela própria atriz no auge da paixão. Na revista Vanity Fair, ela se saiu com uma explicação bem-humorada:

– Eu conheço meus melhores ângulos.

Diante de mico tamanho, dizer o quê?

Quando a fofoca fica restrita a uma lista de amigos, é possível segurar o estrago. Mas e quando os ex-pombinhos se bicam pelo Twitter e pelo Facebook? Recentemente, um casal gay que nem conheço pessoalmente separou-se. Apavorado, o primeiro, com quem sempre converso no Twitter, pediu-me um conselho. O outro havia entrado em seu Facebook e adicionado sua tia. E revelou o caso em detalhes à velha senhora, que contou tudo para a família. Ocorre que o rapaz pretendia manter em segredo suas preferências.

– Meus pais são evangélicos, queria ficar no armário!

– Seu armário está com cupim – alertei.

Além da tia, o outro também mandou mensagens ao grupo de amigos da net. Segundo contou, conhecera o primeiro na rua, fazendo programa. Endividara-se com os gastos exagerados do parceiro. Pelo Twitter, o primeiro descobriu que trocávamos mensagens. Não teve dúvidas: denunciou o ex como pedófilo, também pela web, em texto aberto a quem quisesse ler. Era baixaria demais. Bloqueei ambos no Twitter. Reapareceram em meu Facebook. Arrependidos, que surpresa!

– Exagerei, ele nunca fez programa.

– Pedófilo ele não é. Só caloteiro.

Adoro uma boa história. Permaneci em silêncio, mas desbloqueei os dois. E descobri que… estão fazendo as pazes! Inacreditável!

Pior é o caso de uma amiga, personal trainer. No auge da paixão, fez uns vídeos bem íntimos com o namorado. Falta de juízo? O amor é assim, quando está rolando ninguém pensa no perigo. Brigaram. Ele quer voltar, ela não. O rapaz já ameaçou botar tudo na web, como fez, há anos, o ex de Paris Hilton. (Alguém lembra? Na época foi um barulhão. Hoje sabemos que foi um ato de pioneirismo.) Minha amiga está desesperada. Voltar não quer. Nem pode, com tal chantagista mau caráter. A lavagem de roupa suja pode acabar com sua carreira. Pouco se fala no assunto, mas hoje em dia muitas empresas entram no Google para pesquisar o passado do funcionário. Academias não contratam uma personal trainer que apareça nua em qualquer site ou em situação ainda mais explícita.

– Que mulher vai querer o marido treinando com uma piriguete? – disse-me o gerente de uma delas.

Intimidade e internet não fazem uma boa parceria. Quando casais se separam, acusações explodem. No auge da fúria, ex-parceiros dizem coisas horríveis um ao outro. Normal. Mas, quando desembocam na internet, intimidades podem ser compartilhadas por um número incalculável de pessoas. Qual é a saída? Talvez seja bloquear o acusador no primeiro e-mail, tweet ou mensagem pelo Facebook. Quem briga quer reação e quem sabe desista. Mas a fúria também pode aumentar exponencialmente.

A lavagem de roupa suja pelas redes sociais está crescendo. Para quem quer brigar, é melhor pensar bem. O amor acaba. A raiva diminui. O tempo alivia os corações. Mas a internet pode durar para sempre.

Logotipo do Internet foto editorial. Ilustração de projeto - 64514541

Imagem extraída de: https://pt.dreamstime.com/foto-editorial-logotipo-do-internet-image64514541

– Autistas não são antissociais, mas associais. Entenda:

Que não se tenha nenhum preconceito contra os portadores de autismo, e se entenda essa verdade, abaixo:

Screenshot

– Pauta da Roda de Conversa foi sobre “Prevenção ao suicídio e uso abusivo da Inteligência Artificial”

por Reinaldo Oliveira

Na noite do dia 10 de outubro, a Pastoral Fé e Política da paróquia São Vicente de Paulo, de Itupeva/SP,
em parceria articulada com a Unidade de Saúde da Família (USF0, do Bairro Portal Santa Fé, promoveu
uma Roda de Conversa com o tema “Prevenção ao suicídio e uso abusivo da Inteligência Artificial”,
tendo como público os alunos da Escola Padre Anchieta.

Para falar sobre este tema, esteve presente o Reinaldo Oliveira, coordenador paroquial da Pastoral Fé e
Política, o Dr. Ricardo Kunagai, clínico geral e a Marcia Donaire, agente de saúde familiar, da USF Santa
Fé, que foram recebidos pelas diretoras/professoras Patrícia Russo e Edilaine Campanha.

Iniciando a Roda de Conversa, o Reinaldo Oliveira, da Pastoral, falou sobre a missão e trabalho da
Pastoral, informando que toda última quita feira do mês é promovida na paroquia uma Roda de
Conversa abordando temas da conjuntura atual à luz da Doutrina Social da Igreja, e também as promove
em ambiente externo, como o daquele momento, e por isso de acordo com o assunto pautado são
convidadas pessoas/profissionais específicos.

Em seguida falou sobre o momento conturbado, provocado por fenômenos como as mudanças
climáticas, as guerras, a fome, as drogas, o desemprego, falas fundamentalistas, onda conservadora e a
polarização trazendo desentendimentos entre as nações, pessoas e famílias. Fatores que estão
causando doenças na população.

Também falou que em recente extensão universitária promovida pela Unicamp – Universidade de
Campinas, baseado no livro “Declínio de vida em sociedade e o Brasil no século XXI”, abordando a
conjuntura passada e atual, com os avanços tecnológicos, e destacando uma pesquisa que vem sendo
feita no Japão e outros países, há uma década, onde foi apontado dados sobre o uso abusivo da
Inteligência Artificial, com indícios de atrofia de parte do cérebro. Falou sobre a preocupação de
governos com a diminuição da natalidade e rápido aumento do envelhecimento.

Falou sobre as causas que estas transformações estão provocando nas populações, com manifestação
de doenças em larga escala, necessitando a procura por atendimentos médico/clínicos na saúde pública,
exigindo aumento de investimentos para os governos.

A seguir o Dr. Ricardo falou sobre o aumento dessas doenças que afetam as populações em todo o
mundo, levando as pessoas a desequilíbrio mental, stresse e fobias, que causam o aumento na procura
por atendimentos médicos/clínicos. Falando sobre a realidade local, informou que boa parte da
população jovem está nesta faixa de atendimentos e que neste ano, do mês de janeiro até este mês de
outubro, foram registrados três casos de suicídio em Itupeva. Falou ainda que o objetivo destas Rodas
de Conversas é o de levar informação/diálogo com a população e alertando para que qualquer alteração
de rotina, sobre a saúde, procurar atendimento nos serviços médicos públicos especializados.

Em seu momento de fala, a Márcia que agente de saúde e realiza visitas domiciliares falou dos serviços
e atendimentos a população do território da USF Santa Fé. Participaram da Roda de Conversa mais de
uma centena de alunos, que interagiram com perguntas, esclarecimentos e acréscimos

No encerramento, em nome da equipe o Reinaldo Oliveira agradeceu a presença de todos e todas, das
diretoras, bem como se colocaram a disposição para Rodas de Conversas futuras. É isso!!

– Sobre o Direito ao Esquecimento na Internet.

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

bomba.jpg1][especial] o que é o direito ao esquecimento? | InternetLab InternetLab

Imagem extraída de: https://internetlab.org.br/pt/noticias/1especial-o-que-e-o-direito-ao-esquecimento/

– Mente Fechada e Mente Aberta.

O que dizer desta perfeita imagem? Precisamos sempre estarmos abertos ao aprendizado, críticas e elogios. Veja e conclua: somos, em muitos momentos, “parcialmente abertos ou fechados”?

Abaixo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.

– A Maturidade no trato a temas difíceis.

É impossível discordar disso, abaixo:

Screenshot

– Understanding Gender Dynamics In Relationships.

Is it possible that men and women can get out of the natural order in relationships? People are free to do as they please, obviously. But the purpose…

Continua em: Understanding Gender Dynamics In Relationships

– Dica da Noite 2:

bomba.jpg

– Quando o torcedor de futebol quer ser racista…

Ao ver essa imagem, de um torcedor do Atlético de Madrid fazendo campanha para xingar com ofensas racistas Vini Jr, penso: que caminho a humanidade está indo?

Deplorável… a máscara virou ferramenta para racista se esconder! Abaixo:

– Contra o infeliz meme transfóbico que viralizou nessa semana:

Esse pensamento transfóbico em letras garrafais (abaixo) viralizou na Internet nessa semana. O comentário em roxo, de autoria própria, surgiu diante da minha indignação.

Ninguém escolhe o seu sexo para nascer. Nascemos, simplesmente. Mas há aqueles que sofrem de disforia de gênero, e que passam uma vida inteira com dores físicas, emocionais e mentais. Quem escreve uma bobagem como essa, da frase preconceituosa, é totalmente ignorante a isso ou nunca soube a fundo o que acontece com gente que padece nesse mal.

Estamos no mês da campanha “Setembro Amarelo”, de prevenção ao suicídio! E há idiotas que insistem em frases tão sem empatia como essas… claro, provavelmente desconhecem ou não tiveram ninguém que tentou o suicídio por tal causa.

Hétero, Homo, Trans, Inter, Cis, A, B, C ou qualquer outra pessoa de qual denominação seja, QUER ser aceita na sociedade. Todos nós queremos viver com dignidade, respeito e cidadania. Por quê excluir um grupo?
Infelizmente, existem indivíduos que criam estereótipos na cabeça e associam a qualquer convenção sexual não predominante na sociedade, como libertina, ninfomaníaca, doente mental e outras coisas depreciativas! Isso existia no passado, onde se praticava o racismo sem qualquer receio, chamando preto de macaco e gay de depravado. Lembrando: racismo e fobia por gênero são crimes.

A pessoa que nasceu num corpo que não corresponde com a sua alma pode ser seu vizinho. Seu amigo. Seu próprio filho! E são pessoas corajosas, que enfrentarão a discriminação para, simplesmente, viver.
Aceitar ou não o seu corpo é um argumento tão pequeno para minimizar o problema… TODOS nós queremos ter paz e sermos aceitos em sociedade.

Um transsexual não é melhor do que um heterossexual. E nem pior. É uma pessoa com virtudes e defeitos como outra qualquer. Por que encher a paciência dela?

Deploravelmente, se confunde as pessoas da “lacração”, do radicalismo Woke, e de tantas outras ideologias, colocando o transexual nesse mesmo bololô. E por questão política se discute isso! Como se não existisse gay de direita, de centro ou de esquerda…

Fico assustado realmente é com a insensibilidade alheia. E, pior: há aqueles que falam que Jesus já as condenou! Justo o Nosso Senhor, que deu a própria vida pelos pecadores (que somos nós), condenaria ao inferno uma pessoa que nasceu num sexo diferente do que o corpo representa? Leia o que Ele falou sobre os julgamentos aos eunucos e afeminados! Veja o esforço de inclusão do Papa Francisco, jantando com um grupo de transex e falando do Evangelho. E, sinceramente, não queira me cancelar (sou católico praticante, que respeita todo o Magistério da Igreja Católica e que está em um processo particular de questão de Nulidade Sacramental, seguindo o rito do Vaticano e o Tribunal da Santa Mãe Igreja, a fim de estar em comunhão).

Por fim: transex não é a pessoa que “muda de sexo ao bel-prazer pois deu vontade”. É aquele que luta contra seus demônios e suas dores e quer ser apenas mais uma pessoa normal na sociedade.

Não escreva bobagem que não se conhece.