– A Disney e o fim do radicalismo de pautas.

Nike, Meta, Microsoft e outras grandes empresas estão abandonando as pautas Woke.  As justificativas são: “já praticamos ações inclusivas e não permitimos discriminação ou qualquer forma de preconceito; assim, não há necessidade de gastos com um departamento específico.

Agora, a Disney, nessa mesma tendência, anunciou: suas produções não terão viés político ou ideológico, mas serão para entreter!

Abaixo:

Screenshot

– A história da Cocaína mostra: Todo uso Indevido é Prejudicial…

Usar uma coisa destinada a um fim benéfico, mas que se desvirtua para outro propósito, sempre é prejudicial à sociedade.

Quer um exemplo dos dias de hoje?

A cocaína era usada em laboratórios científicos desde o século XIX. Foi introduzida no tratamento da dor de dente, flatulência e stress. Porém, em 1898, o vencedor do Prêmio Nobel de Química, Richard Willstätter, descobriu sua ação devastadora na saúde (no uso como narcótico dopante em doses até mesmo diminutas e seus efeitos colaterais).

Mais de 100 anos depois, há ainda quem use e defenda a sua liberação, assim como o de outras drogas… Foi assim também com o LSD, usado contra a esquizofrenia e que mais tarde se descobriu os trágicos sintomas de dependência.

Complicado. Só quem tem parentes viciados sabem o quão maléfico é o processo.

Droga é sempre uma droga. E ponto final!

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Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Percalços motivam ou desanimam na sua vida?

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao se sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis“:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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Imagem extraída de: https://cairdeasclubhouse.files.wordpress.com/2020/06/your-superpowers-ppn-2020-1.pdf

– Dica da Noite 3:

Cuide dos limites:

– Honesty Quote By Ludwig Wittgenstein: “Nothing is so…”

Thank you for being here!

Texto em: Honesty Quote By Ludwig Wittgenstein: “Nothing is so…”

– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

Imagem extraída de: https://educacao.estadao.com.br/blogs/escola-vilaplay/bullying-existe-na-educacao-infantil/

– A Geração Z…

Terminei de ler essa semana um ebook sobre a Geração Z. Um livro curtinho publicado na Amazon chamado “Porque a Geração Z não consegue trabalhar?”. …

Continua em: A Geração Z…

– Disparidade Social.

Há pouco, fui a um lago de um condomínio de luxo em Atibaia. Que espetáculo!

Casas absurdamente enormes, muito verde e uma tranquilidade incrível. E pensei: não seria ótimo se ele não fosse a exceção, mas regra em todo Brasil?

A disparidade social brasileira assusta…

– O que é luxo?

É isso aqui:

– Controle somente o que é possível!

Leve a vida com mais leveza!

Não queira controlar tudo.

A boa dica, na imagem:

 

– REPOST: Saúde Mental no Futebol.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

Copa do Mundo: como a saúde mental influencia o desempenho dos jogadores em campo - BBC News Brasil

Imagem extraída de Getty Images, em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63512442

– Disciplina não convencional?

Gostei desse quadro, abaixo, sobre comportamentos durante a vida.

Vale para pensar na vida pessoal e profissional:

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– Reflita se você não se fanatizou por algo!

Qualquer vício ou hobby excessivo, tende a tirar a razão, transformando a pessoa num fanático. E aí perde-se a noção do correto, agrupa-se com outros fanáticos como ele e criam mundos à parte, cheio de teorias conspiratórias e inimigos em comum. Beira-se, muitas vezes, a esquizofrenia.

É por isso que fica o alerta: se você só posta um único assunto na sua rede social, se seu mundo gira somente em torno daquilo – de louvação a alguém ou ataque a outrem – especialmente na política, no futebol e na religião, cuidado! Você se tornou um fanático e nem percebeu (mas as pessoas racionais já sacaram)!

Fica a dica! Abaixo outra:

– Em tempos de guerra e ódio, falta o amor…

Texto maravilhoso e importante, sobre Amor, Amar e se sentir Amado. Sobre suicídio, intolerância e outros amores. Vale a leitura (abaixo do quadro):

 

O amor anda na boca de toda a gente, mas será que toca corações?O amor é capaz de mudar qualquer coisa, qualquer pessoa, ação ou intenção. É a força …

Continua no link em: Amor

– Thiago Nigro e Maíra Cardi: estariam arrependidos pela repercussão da exibição trágica?

Que loucura… eu me assusto com essa apelação e falta de sensibilidade à vida.
A Internet não é para ganhar cliques com tragédias alheias, nem auto-tragédia.
Exibir o filho morto é assustador. Embora, cada um tenha a sua noção do que é devido ou não.

– Dica da Noite 2:

Encare a realidade:

– Tente sempre manter o foco! Evite as distrações:

Nas empresas, em casa, ou na escola, um problema é latente: a distração!

E como evitá-la?

Abaixo, extraído dehttps://www.cnnbrasil.com.br/saude/distracoes-estao-roubando-seu-foco-veja-como-recuperar-a-atencao/?utm_source=social&utm_medium=twitter&utm_campaign=saude

DISTRAÇÕES ESTÃO ROUBANDO SEU FOCO. VEJA COMO RECUPERAR A ATENÇÃO:

Com celulares, notificações e excesso de tarefas, nosso foco encolhe. Entenda o impacto no cérebro e descubra caminhos simples e eficazes para voltar a se concentrar.

Vivemos em uma era de hiperestimulação constante. Smartphones, redes sociais, notificações e múltiplas tarefas disputam nossa atenção a cada minuto. O resultado é uma epidemia de distração: muitas pessoas relatam dificuldade em manter o foco por longos períodos e em concluir atividades sem se dispersar. Essa dificuldade de concentração não é mero capricho; trata-se de um fenômeno real observado pela ciência cognitiva e traz consequências como queda de produtividade, aumento do estresse e a frustração de ver tarefas e projetos ficarem inacabados.

O impacto de notificações, multitarefa e excesso de estímulos na mente

Nunca estivemos tão rodeados de estímulos digitais. Uma estatística popular alega que hoje nosso tempo de atenção dura apenas 8 segundos, menor que o de um peixinho dourado, mas esse dado originou-se de uma fonte duvidosa. Pesquisas mais sólidas, contudo, confirmam que o tempo de foco está encolhendo.

A psicóloga Gloria Mark mostrou que o tempo médio de concentração em uma tela caiu de cerca de 2 minutos e meio em 2004 para apenas 47 segundos atualmente. Além disso, quando algo nos interrompe, nosso cérebro pode levar, em média, 25 minutos para retomar a tarefa original com pleno foco. Ou seja, cada notificação ou distração tem um custo cognitivo significativo.

Parte desse problema vem da sobrecarga de informações e notificações no dia a dia. Estudos indicam que um profissional típico verifica seu e-mail dezenas de vezes; um estudo observou, em média, 77 checagens de e-mail por dia, e recebe em torno de 46 notificações push no smartphone diariamente. Cada alerta sonoro ou visual no dispositivo é uma tentação para desviar a atenção. Mesmo sem usar ativamente o celular, sua mera presença por perto pode reduzir a capacidade cognitiva disponível, competindo com a tarefa em foco.

Em paralelo, consumimos uma quantidade enorme de conteúdo fragmentado— mensagens, posts, vídeos curtos — que condiciona a mente a buscar constantes trocas de estímulo. Esse excesso de estímulos mantém o cérebro em estado de alerta contínuo, podendo levar à fadiga mental, ao estresse e à ansiedade.

Outra armadilha comum é a crença na multitarefa. Muitas pessoas tentam realizar várias coisas ao mesmo tempo, como responder mensagens enquanto participam de uma reunião virtual, achando que assim serão mais eficientes. Porém, do ponto de vista neurológico, não conseguimos prestar atenção plena em duas tarefas simultaneamente. O cérebro, na verdade, alterna rapidamente o foco de uma para outra, o que gera custos de alternância, pequenos déficits de desempenho a cada mudança. Essas trocas frequentes prejudicam o rendimento e aumentam a chance de erros.

Pesquisas apontam que tentar fazer multitarefa pode reduzir em até 40% a produtividade de uma pessoa. Não surpreende, então, que, após um dia de interrupções constantes, a mente acabe exausta. A longo prazo, hábitos de multitarefa estão associados a impactos negativos na memória e ao aumento da impulsividade, especialmente em jovens. Em suma, a multitarefa e o bombardeio de notificações fragmentam nossa atenção e minam nossa capacidade de manter o foco por tempo prolongado.

A frustração de não conseguir concluir tarefas ou projetos

Um efeito visível da distração crônica é a dificuldade de concluir tarefas cotidianas do início ao fim. Com a atenção oscilando a todo momento, acabamos pulando de uma atividade para outra e acumulando afazeres inacabados. Estudos já relacionam os curtos períodos de atenção à incapacidade de finalizar tarefas diárias.

Do ponto de vista psicológico, deixar muitas tarefas pendentes gera uma sensação de inquietação mental. Nosso cérebro mantém as tarefas incompletas em aberto na memória de curto prazo, sinalizando que há algo pendente a resolver. O resultado? Tendemos a sentir dificuldade de concentração em outras atividades, ansiedade e sobrecarga mental. Esse estado de alerta contínuo — várias abas abertas na mente — frequentemente dá a impressão de que estamos sempre ocupados e, ao mesmo tempo, que nada progride de fato.

Ver vários projetos iniciados, porém nenhum finalizado, pode ser desanimador. Psicólogos descrevem que um acúmulo de tarefas em aberto ocupa espaço mental, gera distrações e atrapalha o foco no que realmente precisa ser feito. Além disso, a falta de conclusões concretas traz queda na motivação: quando parece que nada anda, instala-se a frustração e o sentimento de incapacidade. Essa frustração pode virar um ciclo vicioso: estressados pela lista de tarefas inacabadas, temos ainda mais dificuldade de manter o foco para concluir alguma, prolongando o problema.

Estratégias clínicas e cognitivas para reconstruir atenção e presença

A boa notícia é que é possível retreinar o foco e recuperar a presença mental com mudanças de hábito e intervenções adequadas. Tanto abordagens cognitivas, que podemos aplicar no dia a dia, quanto estratégias clínicas podem ajudar a reconstruir nossa capacidade de atenção. Abaixo, listamos algumas estratégias apoiadas pela ciência:

Pratique atenção plena (mindfulness): Técnicas de meditação e atenção plena ajudam o cérebro a permanecer no momento presente e a resistir a distrações. Diversos estudos mostram que a prática regular melhora a concentração e prolonga o tempo de atenção sustentada. Uma pesquisa da Universidade de Harvard revelou, por exemplo, que exercícios de mindfulness podem elevar a capacidade de foco em até 50%. Além disso, a meditação reduz o estresse e a ansiedade, fatores que muitas vezes alimentam a distração.

Concentre-se em uma tarefa por vez e faça pausas programadas: Em vez de tentar fazer tudo ao mesmo tempo, experimente a monotarefa. Dedique blocos de tempo exclusivos para cada atividade, eliminando distrações durante aquele período. Métodos como a técnica Pomodoro, em que se trabalha cerca de 25 minutos focado em uma tarefa, seguidos de um breve intervalo, têm eficácia comprovada para manter a mente alerta e produtiva. Paradoxalmente, pausas curtas durante o trabalho ajudam a manter o foco; ao retornar do intervalo, o cérebro reativa a atenção e retoma a tarefa com energia renovada. Lembre-se de respeitar esses momentos de descanso mental e evite se dispersar com outras atividades nesse meio-tempo.

Gerencie as distrações digitais: Adote uma higiene digital saudável. Isso inclui desligar notificações não essenciais no celular e no computador, definir horários específicos para ler e-mails e mensagens, em vez de checá-los a todo instante, e, sempre que possível, manter o smartphone fora do campo de visão durante atividades que exigem concentração. Se achar difícil, você pode usar aplicativos de foco ou o modo Não Perturbe para bloquear interrupções enquanto trabalha ou estuda. Reduza também o hábito de navegar sem propósito por redes sociais quando estiver realizando alguma tarefa importante. Essas escapadas roubam minutos preciosos e quebram seu ritmo de pensamento.

Cuide do sono, da alimentação e do exercício físico: Aspectos da sua saúde têm impacto direto na atenção. Dormir bem é fundamental; mesmo uma única noite mal dormida prejudica significativamente a capacidade de concentração no dia seguinte. Da mesma forma, manter uma alimentação equilibrada, evitando excesso de açúcar e estimulantes, e estar hidratado favorece o funcionamento cerebral ótimo. Exercícios físicos regulares também melhoram o foco: a atividade aeróbica aumenta neurotransmissores ligados à atenção e proporciona janelas de 2 a 3 horas de maior clareza mental após cada sessão. Pessoas fisicamente ativas tendem a apresentar melhor desempenho em tarefas cognitivas do que aquelas sedentárias. Ou seja, corpo saudável, mente afiada.

Organize suas tarefas e estabeleça metas realistas: Para combater o acúmulo de pendências, utilize técnicas de organização pessoal. Por exemplo, divida tarefas grandes em etapas menores e concretas; assim, você consegue finalizar partes do projeto aos poucos, gerando uma sensação de progresso. Estabeleça metas diárias ou semanais factíveis, priorizando as atividades mais importantes primeiro. Ao visualizar um plano de ação claro, com prazos realistas, fica mais fácil evitar dispersões. Cada pequena tarefa concluída fornece um feedback positivo ao cérebro, aliviando a sensação de pendência interminável e liberando energia mental para o próximo passo. Ferramentas como listas de afazeres ou quadros estilo Kanban podem auxiliar a acompanhar o andamento e fechar ciclos, reduzindo a ansiedade de ter algo em aberto.

Busque ajuda profissional se necessário: Por fim, lembre-se de que nem toda dificuldade de atenção se resume a hábitos modernos; em alguns casos, pode haver condições clínicas envolvidas. Se você percebe um déficit de foco acentuado e persistente que afeta sua vida — no trabalho, estudos ou relações —, considere procurar uma avaliação médica ou psicológica. Transtornos como o TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), distúrbios de ansiedade ou depressão podem reduzir a capacidade de concentração e requerem abordagens específicas.

Profissionais de saúde podem recomendar terapia cognitivo-comportamental, treinamento de gerenciamento do tempo ou, em certos casos, medicações apropriadas. O importante é saber que a atenção pode ser treinada e melhorada em qualquer fase da vida, seja com mudança de hábitos ou com suporte clínico, permitindo reconquistar a produtividade e a presença mental neste mundo cheio de distrações.

*Texto escrito pelo médico-gestor Pedro Julien Salvarani Borges (CRM-DF 31216), residente em medicina preventiva e social e professor no Medgrupo e na UniRV

Foto: Matt Cardy/Getty Images

– A Disney e o fim do radicalismo de pautas.

Nike, Meta, Microsoft e outras grandes empresas estão abandonando as pautas Woke.  As justificativas são: “já praticamos ações inclusivas e não permitimos discriminação ou qualquer forma de preconceito; assim, não há necessidade de gastos com um departamento específico.

Agora, a Disney, nessa mesma tendência, anunciou: suas produções não terão viés político ou ideológico, mas serão para entreter!

Abaixo:

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– Para 2025, deseje algumas pessoas ao seu lado:

Não tenha dúvidas quanto a esta verdade: no próximo ano, busque se aproximar do convívio das seguintes pessoas abaixo:

– Você sofre de “Dezembrite”? Sobre a Síndrome do Fim-de-ano:

Li no Linkedin da Faculdade Exame: em dezembro, muita gente se entristeceu / entristece – e isso é normal.

A essa Síndrome de “Final de Ano” (e que alguns de nós pode ter sentido), se dá o nome de Dezembrite!

Abaixo:

DEZEMBRITE

É provável que você tenha visto esse termo curioso circulando pela internet nos últimos dias. O neologismo se refere, na verdade, a um conjunto de emoções e sintomas de ansiedade e depressão. Uma “síndrome de fim de ano”, que, infelizmente, não é rara.

Prova disso é o estudo do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) que mostra que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta em média 75%. Também cresce a ansiedade (70%) e os problemas para dormir (38%)

Além de confraternização, de troca de presentes e de festividade, o fim de ano também pode simbolizar angústia, ansiedade e tristeza. Isso porque o fim de um ciclo gera uma espécie de inquietação em muitas pessoas.

É quando elas pensam sobre o cumprimento das suas resoluções e metas, suas conquistas, suas derrotas e suas perdas. E, com essa introspecção e reflexão, pode ser que venha junto uma carga emocional pesada. Afinal, há quem olhe para trás e sinta apenas frustração diante do ciclo que se encerra.

– Para 2025, deseje algumas pessoas ao seu lado:

Não tenha dúvidas quanto a esta verdade: no próximo ano, busque se aproximar do convívio das seguintes pessoas abaixo:

– Nem todos se empolgam com o “clima de Natal”!

Respeite-se!

Texto em: https://youtu.be/yf0MuLDpMUc?si=VVLr12S-NlrkAM_l

– Nos respeitemos mutuamente!

Independente de raça, credo, gênero ou qualquer ideologia, somos todos semelhantes.

Digo “semelhantes”, pois igual ninguém é em relação ao próximo. Afinal, temos nosso conjunto de características ímpar, de indivíduo para indivíduo. A única coisa que nos iguala (ou melhor: deveria nos igualar) é a dignidade humana!

Sendo assim, considerando que todos nós teremos o mesmo fim (a morte neste plano) por quê julgar inferior alguém ou discriminar?

Esse meme, abaixo, bem conhecido, é perfeito:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Onda Woke e o Posicionamento dos Artistas: Impactos, Contradições e Reflexões.

Nos últimos anos, o termo “woke” emergiu como um fenômeno cultural e social, ganhando destaque nas discussões políticas e artísticas. Originalmente …

Continua em: A Onda Woke e o Posicionamento dos Artistas: Impactos, Contradições e Reflexões

– Tudo brota do coração!

Todas as batalhas (vencidas ou perdidas) brotam de um lugar: do coração!

Veja o tuíte do Papa:

– All’apparenza facile (oldies!!).

All’apparenza facile ai pochissimi che la briga ancor si prendono di scegliere capita di trovarsi di fronte ad un decisionale schema di rara penuria …

Continua em: All’apparenza facile (oldies!!)

– A Obrigação em Trocar Presentes para quê? Sobre o 13º e a sua origem:

Por que temos, nessa época natalina, que obrigatoriamente gastar mais e mais? Trocar presentes é realmente necessário?

Mais do que tudo isso, deve ser o afeto desinteressado, a demonstração verdadeira do espírito de Natal.

O cidadão comum pena com as contas e a correria dessa época. O empresário também, com os custos dos encargos.

No século passado, a gratificação natalina era comum. Se baseava na gentileza dos patrões para que os empregados comprassem um agrado de Natal. O Governo tornou-a obrigatória com o nome de 13o. Hoje, isso virou renda para pagar dívidas de final de ano, não mais um agrado sincero.

Enfim: mais um problema para o empreendedor que não teve vida fácil no ano e, ao mesmo tempo, um dinheiro muitas vezes insuficiente para quem trabalha e aguarda ansioso esse bônus.

Imagem extraída de: https://coparecreio2013.wordpress.com/2013/12/14/feliz-natal-e-prospero-ano-novo/

– Meditação sobre o Futebol:

Por Paulo Delgado, esse belo texto sobre o futebol “das antigas” versus o futebol “moderno” nos leva a pensar: para onde vai o esporte que tanto amamos, e o quanto ele já mudou?

Texto do Estadão (10/04/2024).

MEDITAÇÃO SOBRE O FUTEBOL

Sem ter mais identidade autêntica, a espiral de decadência do esporte está bem próxima da depressão clínica a que chegou o futebol. Só o tempo dirá para onde estamos indo.

Desdenhar das ilusões, do devotamento e do entusiasmo do torce-dor; não entender o papel dos jogos como educador coletivo de multidões apaixonadas; e estimular a desconsideração pela história de profissionalismo dos autênticos campeões mundiais é como entorpecer o cavalo para mantê-lo nas rédeas de modo mais fácil. Na história do futebol atual, a atrofia da imaginação que o cerca, reduzindo tudo ao prazer e risco do negócio, nega sua tradição, sua civilida-de, seus rituais e interação social e, alienado em relação ao seu passado, pode significar outra coisa, menos esporte.

O torcedor dos clubes talvez seja aquele que, por sua bondade e sua lealdade, se torne o mais facilmente explorado, pela facilidade com que pode ser usado. Sem carecer de nenhum defeito, sem amenizar nenhuma diferença entre eles, a maioria dos clubes parece singularmente hábil na arte do embus-te, sem se vincular ao dever de ver o esporte como deveria ser.

A arrecadação compensa a falta de virtude não cobrando nada dela, a faz mesmo um des-perdício. O sentimento de sua maior vantagem é encontrar cada vez mais formas de engajamento das torcidas, sem nenhuma penalidade por descaracterizar todos os símbolos de sua história de torcedor. Avança sobre tudo, cada vez mais retrocede em princípios. As mudanças em voga no mundo do futebol transbordam em deslizes. Por trás da sua força, a falta de graça é ter o torcedor como vasilha humana receptiva.

Sem a passividade do torcedor, o poder dos clubes não cumpriria seu destino. Há clube que esta à frente de seu tem-po, mas não está no caminho certo; há outro que pode estar no caminho certo, mas não é o clube certo para enfrentar o desafio do caminho. Rendidos aos patrocinadores, vendidos aos compradores de marcas que lambuzam de manteiga todos os lados do pão que com-praram, não existem mais técni-co, time, história ou uniforme.

Insolentes na facilidade, os clubes de donos de marcas ensinam seus torcedores a se emocionar com clichês, mudando o nome do clube para o nome da marca de salsicha ou remédio para fixar a amnésia.

Os clubes de futebol são hoje outra coisa, sem sabedoria diante da pressão para fazer dinheiro quelhes cobra o compromisso com o salário de tanto jogador ruim-milionário, butique sem cultura, morrendo de vontade de ser amado, admirado.

Todo o glamour do jogador medíocre díocre-bilionário vem, no campo, dos disparates que despeja sobre a bola e, fora dele, da autópsia que revela seu caráter.

Sua celebridade é perceber que é mais fácil e agradável fracassar como atleta e tratar de fritar sua alma no inferno do ouro de tolo onde os petro-reis compram seu séquito. Jogadores cobiçosos, tortos de bobos, que estragaram toda uma geração para o futebol, são como pessoas ambiciosas que entram na cadeia alimentar uns dos outros agrupadas em torno do transe de seus apetites.

(Continua na imagem abaixo):

– Você é Multitasking?

Um mal dos tempos modernos: excesso de tarefas que não nos permite fazer uma coisa por vez. E, por isso, faz várias atividades ao mesmo tempo!

Você sofre disso?

Não é o único… Veja que interessante:

(extraído da Revista Galileu, Ed Outubro, pg 42-45, por Priscilla Santos, Daniela Arrais e Érika Kokay)

FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ

Não dá pra ser multitarefa. Muita gente já descobriu isso. Conheça pessoas que conseguiram se concentrar em uma atividade por vez, diminuíram a angústia e ganharam tempo pra curtir a vida

Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.

Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.

O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.

Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

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Imagem extraída de: https://mishpacha.com/multitasking-is-it-for-real/

– Por que só no Natal?

Extraído da web, com autoria desconhecida… mas perfeito!

Só faltou dizer: não é só para o Natal, mas para todo ano.

– A Insociabilidade pode fazer bem no trabalho?

Uma pesquisa curiosa: quanto menor a sociabilidade da pessoa ou quanto mais retirada for a moradia dela, maior é o indicativo de inteligência no trabalho!

Extraído de Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 27

NÃO QUERO SER SOCIÁVEL

PARA ALGUÉM DE Q.I. ALTO, INTERAÇÃO COM OS OUTROS É PERDA DE TEMPO 

O inferno são os outros, decretou Jean-Paul Sartre em “Entre Quatro Paredes”, peça teatral de 1944. Mais de 70 anos depois, estudo de pesquisadores da London School of Economics e da Singapore Management University, publicado no British Journal of Psychology, parece reforçar a tese do pensador: embora tradicionalmente a socialização de grupos humanos tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie, os autores descobriram que, quanto mais densa a área habitada, menor é o grau de satisfação das pessoas – uma das causas óbvias, por exemplo, seriam as longas

distâncias entre a casa e o trabalho, percorridas em ruas congestionadas ou no transporte público lotado. Esta conclusão confirma estudos anteriores que detectaram o fenômeno do “gradiente de felicidade urbano-rural”: residentes em áreas rurais isoladas são mais felizes que habitantes de pequenas cidades, que por sua vez são mais felizes que os de cidades médias…

Entrevistando 15 mil pessoas entre 18 e 28 anos, a pesquisa revelou um dado interessante: QUANTO MAIOR O NÍVEL DE INTELIGÊNCIA DO ENTREVISTADO, MENOR É SEU GRAU DE INTERAÇÃO SOCIAL. Para essas pessoas, interações com os outros são perda de tempo que apenas as desviam de objetivos maiores, projetos ambiciosos ou estudos profundos, aumentando seu grau de insatisfação. Além disso, os mais inteligentes estariam mais habilitados a enfrentar os desafios impostos pelos novos tempos sociedade humana, como rápidas mudanças no mercado de trabalho ou na tecnologia da informação, dispensando a ajuda de outros.

Mas cuidado com o truque da insociabilidade forçada. Subordinados menos brilhantes muitas vezes se tornam mais frios e calculistas para parecer mais inteligentes do que são. Isso prejudica o ambiente no trabalho.

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– Ajudando a ressocializar.

Tenho participado do Programa “Sebrae na Comunidade”, onde vou às cadeias tentar mudar a mentalidade dos detentos.

Pelo Empreendedorismo, procuro ajudá-los a se reinserirem honestamente na Sociedade, resgatando a Cidadania.

Olhe só que retorno bacana:

👍🏻 #Educação #Aprendizado #IBS #Ensino

– Sociedade Malevolente ou Malemolente?

Taí! Na imagem, uma definição dupla de nossos dias… há muita malemolência e muita malevolência!

Abaixo:

– #Mending Fragile Relationships#

In today’s busy world, we can lose sight of what makes us human. This poem talks about the delicate nature of relationships, the advice of our elders…

Continua em: #Mending Fragile Relationships#

– Sebrae Educação.

Estivemos nessa sexta-feira, pelo Sebrae, falando de “Oportunidades de Negócios” aos reeducandos de Franco da Rocha, na Penitenciária P1.

O propósito é: pela Educação, levar Cidadania e reinserir esse pessoal para que sejam novas pessoas na Sociedade, e possam se reinserir no Mercado de Trabalho.

É com o Ensino que conseguiremos bons resultados.