Para quem assistiu Avaí x Remo, viu uma lamentável cena racista praticada por uma senhora.
E…
Não cabe mais racismo, xenofobia, homofobia ou qualquer coisa que o valha hoje.

Para quem assistiu Avaí x Remo, viu uma lamentável cena racista praticada por uma senhora.
E…
Não cabe mais racismo, xenofobia, homofobia ou qualquer coisa que o valha hoje.

Sou contra certas datas festivas: Todo dia é dia das mães; dos pais; das mulheres; dos homens ou dos negros.
Muitas vezes, temos datas comerciais: o dia dos namorados, por exemplo. Ou outras demagógicas: não seria a de hoje um exemplo disso?
Detesto rotulações: raça branca, negra, amarela… Ora, somos todos uma única raça, a RAÇA HUMANA! Não importa a cor da pele, a preferência sexual ou a religião: todos somos iguais em direitos e deveres.
Perceberam que o “dia de reflexão” virou descanso para uns e aproveitamento político para outros? Pior: o fato das cidades determinarem feriado municipal ou não acaba desacreditando no dia como feriado em si. Ou é para todos os municípios, nacionalizando a data, ou não.
Mais grave do que isso é tratar o dia como se fossem os negros gente inferior que precisassem de piedade. Nada disso. A história de cotas ou privilégios não pode ser uma caridade de gente subestimada, pois para ser inteligente ou competente não há cor (diferente das cotas sociais – por pobreza – as quais defendo).
Que o Dia da Consciência Negra sirva para refletir a igualdade, não aumentar discussões discriminatórias ou comparações de raças; coisas que são bobagens abomináveis nos dias atuais.

Imagem extraída de: https://camararedencao.ce.gov.br/portal/noticia/dia-nacional-da-consciencia-negra/
Hoje é celebrado o “Dia Internacional da Tolerância”. E o Papa Francisco anos atrás, deixou uma importante mensagem sobre a data, na qual deveríamos pensar diariamente:
“O diálogo entre pessoas de diferentes religiões não se faz apenas por diplomacia, amabilidade ou tolerância. O objetivo do diálogo é estabelecer amizade, paz, harmonia e partilhar valores e experiências morais e espirituais num espírito de verdade e amor. #DayForTolerance“
Respeitemos as diferenças, celebremos o que nos une.
O Dia Internacional da Tolerância combate qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, econômico ou cultural. Imagem extraída de: https://www.sonhosbr.com.br/dia-internacional-da-tolerancia/
O curta-metragem “Versa”, da Disney, que é um belíssimo trabalho onde se mostra a sensibilidade de um casal que lida com o luto da perda do filho, é acusado de… fazer propaganda “heteronormativa” por grupos Woke nos EUA.
Isso é assustador: a Disney, que havia “entrado de cabeça” na Cultura Woke e depois foi saindo dela, não pode fazer uma produção onde um homem e uma mulher desejem casar e ter filhos? Obrigatoriamente, deve haver elementos inclusivos na arte?
No recorte do “Brasil Paralelo”, abaixo, uma explicação sobre o assunto:
(Em tempo: a inclusão, o respeito a qualquer raça, ideologia ou sexualidade, sempre é importante como respeito e cidadania. Entretanto, forçar a representatividade em toda obra artística e fazer apologia, é indevido. As críticas, em algum momento, beiram absurdamente uma heterofobia para combater a homofobia… que loucura!).
Quando Paulo Coelho lançou seu Best Seller Adultério, ele deu uma entrevista à antiga Rádio Eldorado (eu estava sintonizado naquela oportunidade), declarando sobre o que pensava sobre o tema que dava nome ao livro:
“Para mim, o adultério é a infidelidade do coração, não a do corpo“.
Sei não… para mim, não são desassociáveis. E pra você?

Foto: Divulgação da Editora Sextante
O Papa Leão tuitou dias atrás:
“O mundo precisa de empreendedores e comunicadores honestos e corajosos que cuidem do bem comum.
Às vezes ouvimos: ‘Negócios são negócios!’. Na realidade, não é bem assim. Ninguém é absorvido por uma organização a ponto de se tornar uma engrenagem ou uma mera função.
Tampouco existe verdadeiro humanismo sem um senso crítico, sem a coragem de questionar: para onde estamos indo? Para quem e para o quê estamos trabalhando? De que forma estamos tornando o mundo?”
Diante disso, como está a sua relação com o seu emprego? Você é ou permite que alguém seja uma engrenagem?
Cada vez mais os tempos modernos mudam algumas coisas significativas.
Na década de 80, as pessoas que nos moldavam eram os pais e os professores. Eles influenciavam nossa vida. E, como opção, existia a televisão para o entretenimento, onde os programas acabavam influenciando o próximo, caso o telespectador não tivesse orientação adequada.
Hoje, a Internet substituiu os principais influenciadores (os educadores do lar e da escola). Também substituiu a TV como lazer e acabou enchendo a cabeça de muitas pessoas – que aceitam sem muito discutir as ideias de pessoas chamadas influencers.
Essas pessoas que influenciam pela Internet vão desde políticos de Esquerda ou de Direita, passando por artistas, religiosos, coachings e tantas outras pessoas.
Fica a pergunta: você se deixa influenciar por quem?

Imagem extraída de: https://directivosygerentes.es/marketing/tres-cosas-evitar-campana-influencer-marketing-2022
O Papa Leão tuitou dias atrás:
“O mundo precisa de empreendedores e comunicadores honestos e corajosos que cuidem do bem comum.
Às vezes ouvimos: ‘Negócios são negócios!’. Na realidade, não é bem assim. Ninguém é absorvido por uma organização a ponto de se tornar uma engrenagem ou uma mera função.
Tampouco existe verdadeiro humanismo sem um senso crítico, sem a coragem de questionar: para onde estamos indo? Para quem e para o quê estamos trabalhando? De que forma estamos tornando o mundo?”
Diante disso, como está a sua relação com o seu emprego? Você é ou permite que alguém seja uma engrenagem?
E você, “aluga o quê”?
“Intelectual aluga o cérebro, Trabalhador Braçal aluga os músculos, Prostituta aluga a fantasia“
Ruth Escobar
Cada um faz o que pode na oferta de trabalho. Concorda ou discorda desta lógica?

Imagem iStock, extraída de: https://pixabay.com/pt/illustrations/cérebro-mente-psicologia-idéia-2062055/
Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nossa língua-mãe!
Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa
Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Walcyr Carrasco, jornalista e autor de novelas e peças de teatro, escreveu uma interessante coluna na Época (Ed 2811) sobre a exposição de conflitos e brigas entre casais, quando estes caem na Internet.
E quando eles próprios fazem questão de expor?
Na rede, os conflitos de qualquer natureza costumam se eternizar. Sobre essa situação, Walcyr lembrou que
“O amor acaba. A raiva diminui. O tempo alivia os corações. Mas a Internet pode durar sempre”
Eu concordo, e você? Abaixo, o texto na íntegra:
ROUPA SUJA NA INTERNET
É de lascar. Antes, quando as pessoas brigavam, no máximo a fofoca corria solta entre amigos. Hoje a guerra explode na internet. Em casos de amor é pior. O risco de alguém ter a cor de suas cuecas divulgada na web é imenso. Bem… a cor das cuecas seria pouco diante do que ocorreu com um amigo. É um ator famoso da Globo. Casado, pai de filho, teve um breve romance com uma atriz. Acabou quando ela descobriu a existência de uma terceira. Irritadíssima, não deixou por menos. Sabe-se lá como, conseguiu uma foto dele e da nova rival, pelados, na cama. Eu a recebi, assim como todo nosso grupo de amigos. Um desastre. Salvou-se porque a esposa, cuidando do bebê em casa, não é ligada em tecnologia. Nem sequer desconfiava dos pulinhos do cônjuge. Liguei para a autora do e-mail:
– Você vai destruir a vida dele!
– Tomara!
Mas ele tem bons amigos que resolveram deletar a foto. Por sorte, a história aconteceu há um ano, e a imagem, para minha surpresa, passou batida. E não estourou nas revistas de celebridades. Fotos da atriz Scarlett Johansson nua bombaram na web não faz muito tempo. Ela mesma as enviara pelo próprio smartphone a seu então marido e atual ex, Ryan Reynolds. Suspeitou-se que o próprio Reynolds, no calor da separação, as houvesse disseminado. Para aplacar o escândalo, Scarlett afirmou ter sido vítima de um hacker. Conseguiu retirá-las dos sites onde era exibidas. As fotos haviam sido batidas pela própria atriz no auge da paixão. Na revista Vanity Fair, ela se saiu com uma explicação bem-humorada:
– Eu conheço meus melhores ângulos.
Diante de mico tamanho, dizer o quê?
Quando a fofoca fica restrita a uma lista de amigos, é possível segurar o estrago. Mas e quando os ex-pombinhos se bicam pelo Twitter e pelo Facebook? Recentemente, um casal gay que nem conheço pessoalmente separou-se. Apavorado, o primeiro, com quem sempre converso no Twitter, pediu-me um conselho. O outro havia entrado em seu Facebook e adicionado sua tia. E revelou o caso em detalhes à velha senhora, que contou tudo para a família. Ocorre que o rapaz pretendia manter em segredo suas preferências.
– Meus pais são evangélicos, queria ficar no armário!
– Seu armário está com cupim – alertei.
Além da tia, o outro também mandou mensagens ao grupo de amigos da net. Segundo contou, conhecera o primeiro na rua, fazendo programa. Endividara-se com os gastos exagerados do parceiro. Pelo Twitter, o primeiro descobriu que trocávamos mensagens. Não teve dúvidas: denunciou o ex como pedófilo, também pela web, em texto aberto a quem quisesse ler. Era baixaria demais. Bloqueei ambos no Twitter. Reapareceram em meu Facebook. Arrependidos, que surpresa!
– Exagerei, ele nunca fez programa.
– Pedófilo ele não é. Só caloteiro.
Adoro uma boa história. Permaneci em silêncio, mas desbloqueei os dois. E descobri que… estão fazendo as pazes! Inacreditável!
Pior é o caso de uma amiga, personal trainer. No auge da paixão, fez uns vídeos bem íntimos com o namorado. Falta de juízo? O amor é assim, quando está rolando ninguém pensa no perigo. Brigaram. Ele quer voltar, ela não. O rapaz já ameaçou botar tudo na web, como fez, há anos, o ex de Paris Hilton. (Alguém lembra? Na época foi um barulhão. Hoje sabemos que foi um ato de pioneirismo.) Minha amiga está desesperada. Voltar não quer. Nem pode, com tal chantagista mau caráter. A lavagem de roupa suja pode acabar com sua carreira. Pouco se fala no assunto, mas hoje em dia muitas empresas entram no Google para pesquisar o passado do funcionário. Academias não contratam uma personal trainer que apareça nua em qualquer site ou em situação ainda mais explícita.
– Que mulher vai querer o marido treinando com uma piriguete? – disse-me o gerente de uma delas.
Intimidade e internet não fazem uma boa parceria. Quando casais se separam, acusações explodem. No auge da fúria, ex-parceiros dizem coisas horríveis um ao outro. Normal. Mas, quando desembocam na internet, intimidades podem ser compartilhadas por um número incalculável de pessoas. Qual é a saída? Talvez seja bloquear o acusador no primeiro e-mail, tweet ou mensagem pelo Facebook. Quem briga quer reação e quem sabe desista. Mas a fúria também pode aumentar exponencialmente.
A lavagem de roupa suja pelas redes sociais está crescendo. Para quem quer brigar, é melhor pensar bem. O amor acaba. A raiva diminui. O tempo alivia os corações. Mas a internet pode durar para sempre.
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Imagem extraída de: https://pt.dreamstime.com/foto-editorial-logotipo-do-internet-image64514541
Tristeza: como eram os anúncios de vendas de escravos em nosso país!
“Ingênuos”, que se lê, são os que não tem idade para trabalhar ainda.
(Recorte do Jornal do Brazil, 1880).

Estive hoje na cidade de Campinas, no CPP local, falando em nome do Sebrae para os reeducandos daquela unidade sobre “Empreendedorismo e trabalho honesto”.
É muito bom tentar lutar por uma Sociedade melhor, através da Educação. Especialmente nos dias em que se discute a bandidagem e os meios de controle nas comunidades.
Meu filho William Porcari fez o ENEM como treineiro. E, mui orgulhosamente, sua redação no simulado me encantou pelo conteúdo redigido, pelo vocabulário utilizado (tanto na ortografia quanto na pontuação) e pela coerência com o tema proposto e os problemas associados.
É muito bom ver os filhos se desenvolvendo e tornando-se críticos dos problemas sociais, com ponderação e lucidez.
(Em tempo: das 180 questões, acertou 168)…
Abaixo:
Adultização de Crianças e Adolescentes nas Redes Sociais:
A pesquisa “Ela vai no meu barco”, de setembro de 2015, realizada pelo Instituto PROMUNDO, apontou que 36% das mulheres casadas entre 20 e 24 anos no Brasil, que representam cerca de três milhões de pessoas, se casaram antes dos 18 anos, prática conhecida como “casamento infantil”. Além disso, o estudo revelou que, em média, essas uniões ocorreram entre meninas de 15 anos e homens pelo menos nove anos mais velhos, geralmente de classe social mais alta. Com isso em mente, é visível a realidade preocupante desse fenômeno no Brasil, uma vez que pessoas entre 14 e 16 anos só podem se casar em caso de gravidez, e entre 16 e 18 anos apenas com o consentimento dos responsáveis legais. Outrossim, cerca de vinte mil casos de estupro de vulnerável foram notificados no mesmo período, e acredita-se que houve uma severa subnotificação, além do preocupante fato de que aproximadamente 99% dos casos não têm seus responsáveis punidos. Tal realidade demonstra que a “adultização” de crianças e adolescentes no âmbito sexual não decorre apenas da irresponsabilidade parental, mas também de mecanismos legais que possibilitam a sexualização dos corpos infantis de maneira lícita, além da negligência estatal, que se manifesta tanto na culpabilização das vítimas quanto na ineficácia da punição dos culpados, principalmente no meio digital, onde tais condutas foram “normalizadas” e até monetizadas por diversas plataformas. Assim, infere-se que a raiz do problema da “adultização” de crianças e adolescentes é uma sociedade que, por fatores históricos e culturais, naturaliza a sexualização de meninas sob a falsa premissa do “consentimento”, somada à omissão das autoridades responsáveis pela proteção física, mental e sexual dos menores.
Diante desse cenário, é necessário ressaltar a relação entre a “adultização” e os resquícios misóginos herdados do período colonial brasileiro. A normatização do casamento entre meninas púberes e homens adultos era uma realidade na Europa e foi importada para o Brasil colonial, sendo agravada pela escravidão, uma vez que as pessoas escravizadas não tinham direito à preservação de sua dignidade, e mesmo mulheres e crianças livres careciam de políticas de proteção sexual. Consequentemente, o Brasil cresceu com a ideia de que meninas são maduras o suficiente para consentir em atos sexuais desde tenra idade, e que a sexualização dos corpos femininos e infantis não é problemática, mas natural. Isso se reflete em casos recentes, como o de Hytalo Santos, em que apenas após denúncias públicas houve mobilização contra a exposição e a “adultização” de crianças nas redes sociais. Logo, percebe-se que a crença colonial de que meninas são “mocinhas” desde muito novas, somada a mecanismos legais falhos e à monetização de conteúdos de “adultização”, contribui para a manutenção de uma sociedade que desconsidera a importância da infância, gerando vítimas com impactos socioemocionais permanentes.
Ademais, é de suma importância apontar que o Estado não dispõe de legislações eficazes para garantir a segurança e a infância de crianças e adolescentes, sendo omisso quanto à exploração de influenciadores mirins, que, apesar de trabalharem, não são devidamente protegidos pela legislação contra o trabalho infantil. Também há negligência na eliminação de mecanismos que ainda viabilizam o casamento infantil e na falta de suporte às vítimas de “adultização”. Muitas vezes, o Estado, através do Poder Judiciário mostra-se leniente diante de casos de abuso, como o do prefeito de Piracanjuba, que admitiu publicamente ter agredido a filha como “corretivo” após ela enviar fotos íntimas, e não foi punido. Tal episódio evidencia que, embora o Estatuto da Criança e do Adolescente tenha sido promulgado em 1990, ele ainda é amplamente ignorado, sobretudo por autoridades estatais. Isso reforça a necessidade de aparatos legais mais eficazes e punições severas aos responsáveis por crimes contra vulneráveis.
Em conclusão, é nítido que a “adultização” de crianças e adolescentes está enraizada no pensamento e comportamento da sociedade brasileira. Assim, cabe aos legisladores competentes criar canais de denúncia acessíveis às vítimas de qualquer atentado contra a infância, seja na forma de “adultização” ou de abuso físico, sexual ou emocional, além de instituir mecanismos de penalização mais eficazes aos abusadores. Essas ações devem ser realizadas por meio de campanhas de conscientização em escolas e redes sociais, para garantir que os jovens tenham consciência dos seus direitos e de como fazer denúncias em casos de qualquer tipo de abuso;programas de educação parental, para ajudar as famílias a, não somente proteger as crianças no meio digital, como também demonstrar que a agressão e a “adultização” não são práticas constitucionais e não serão toleradas; e pela criação de legislações que regulamentem as mídias digitais, impedindo a monetização e a disseminação de conteúdos que sexualizem menores, e sua exclusão imediata. Dessa forma, será possível garantir a proteção integral das crianças e adolescentes e combater de maneira efetiva a negligência histórica com a infância no Brasil.
(Extraído de Hendel Favarin, da Escola Conquer).
Seja diferente:

“Não existe assunto desinteressante; o que existe é pessoa desinteressada”.
G. K. Chesterton
Cada vez mais as pessoas estão se sentindo atacadas por gestos ou palavras. Pudera, muitos agem como se nada tivessem que se atentar, expressando pensamentos ou tomando posições grosseiras e que podem machucar.
Um quer rotular o outro. Aí vira um looping de ideias, sem término amistoso.
O ideal: dê sua opinião e respeite a do seu próximo. Isso não significa concordância, mas educação.
Precisamos melhor nossa comunicação. Às vezes, a agressividade (que um não percebe) faz com que o próximo a devolva no mesmo tom, sem deixar que aja entendimento…
Ótimo artigo para profissionais de qualquer ramo: o quanto “você confia no seu taco?”
Compartilho esse comprido, irreverente, diferente e ótimo texto!
UM PAPO SOBRE CONFIANÇA E BUNDAS-MOLES
Por Matheus de Souza (https://www.linkedin.com/in/matheusdesouza)
Tem tantas pessoas talentosas por aí desperdiçando seu potencial por falta de confiança. Elas esperam que os outros acreditem nelas, mas não acreditam em si mesmas. Isso dói, cara.
A confiança é a base onde nossas vidas estão construídas. A confiança deve estar presente em relacionamentos, parcerias de negócio, lançamentos de produtos. Deve estar no botão enviar. No publicar. A confiança leva as coisas adiante.
Viver socialmente requer que, na maioria das vezes, não compartilhemos nossas opiniões, pensamentos e pontos de vida sobre o mundo. A sociedade quer que você seja um trabalhador dócil. Que escute as regras e faça seu trabalho para que as engrenagens continuem rodando.
Ah, e não podemos esquecer de bater o ponto. A sociedade pira quando não o fazemos. Já que, pra ela, o que importa são as horas trabalhadas, não o resultado entregue. E os prazos? Amigo e amiga, foda-se a criatividade quando se tem um prazo. É engraçado que a palavra inglesa pra isso seja deadline. Numa tradução literal, data limite. Pra nossa criatividade, a data da morte. Aos poucos os deadlines, cada vez mais apertados, vão nos corroendo por dentro. E nos matando.
Só há uma versão de você — por que desperdiçar seu talento?
Pra começar, saiba que você é um ser singular. Não há ninguém como você no mundo. Ninguém com suas experiências de vida, suas vivências ou seus pontos de vista.
Eu sei que isso soa meio insosso, mas é verdade, parceiro. Ninguém sabe a merda que você passou e acredito que você deva ter algum dom para compartilhar com o mundo.
O meu eu acho que é a escrita. Ela tem me proporcionado momentos únicos cada vez que clico em publicar. Das trocas de experiências nos comentários à mais recente loucura que a internet me proporcionou: hermano traduziu texto meu pro espanhol e saí numa revista de negócios gringa. E aí te/me questiono: se no primeiro comentário negativo — e acredite, mano, tem uma galera que não pega leve — eu tivesse abandonado a escrita?
Para ter uma confiança inabalável em si mesmo, você precisa ser razoável. E você precisa violar algumas normas sociais. Provavelmente uma das melhores coisas que aprendi na faculdade foi que muitas dessas regras nos são autoimpostas. E aí te digo que nossos destinos podem ser controlados se alterarmos essas regras. Pise fora da zona de conforto e você nunca mais terá vontade de voltar pra ela. Desafie os outros, desafie os conceitos de certo e errado.
Eu meio que tô fazendo isso nesse texto. O padrão imposto pelas normas de marketing de conteúdo, ou melhor, pelos algoritmos dos mecanismos de busca, é que eu use um conjunto de técnicas de SEO. Sabe aqueles textos que eu e muitos por aí fazemos do tipo “X dicas pra você”? Fazemos isso porque é mais fácil você clicar no texto com um título desses. As dicas numeradas, inclusive, utilizam um recurso chamado heading tags. São esses subtítulos que garantem que você nos encontre no Google quando faz uma pesquisa.
Me pergunta se curto escrever nesse estilo? Acho uma bosta. Meu autor favorito é o Jack Kerouac, não o insira o autor mais vendido de autoajuda do momento. Mas a parada é que eu tô no jogo, sacou? Meu negócio é o texto corrido, uns palavrões, umas gírias. Não tenho paciência pra esses artigos enlatados — o que pode soar completamente contraditório, já que também faço isso e, inclusive, vendo isso —, mas é como falei: eu tô no jogo. Não fossem esses padrões (veja eles aí novamente), você provavelmente não teria lido meus outros textos. E talvez nem leia esse, já que tô fugindo do padrão.
O ponto é que tem muita gente querendo passar uma mensagem legal, mas essa galera acaba sendo obrigada a se colocar dentro de um padrão para que o seu trabalho chegue a um público maior. Pode nos chamar de vendidos, se você se sentir melhor com esse termo. E aí, cara, acabamos todos no mesmo balaio. Essa é a real. Você sai no G1, as pessoas te elogiam, seu ego vai nas alturas, todo mundo fica feliz. E vão surgindo as alcunhas. Guru do empreendedorismo, empreendedor de palco, meninos e meninas do Vale. E quando rola uma treta tipo o lance da Bel Pesce, toda uma geração é posta em xeque. A sociedade não perdoa.
Mas vamos falar sobre empreendedorismo. E vou mudar de assunto sem colocar uma tag h3 como subtítulo. Vemos as notícias e histórias do Vale do Silício e tentamos replicá-las aqui. Mas é foda, cara. São poucas as sociedades que incentivam o empreendedorismo. E o Brasil não é uma delas. Os americanos, com quem temos uma relação de amor e ódio, desde pequenos são incentivados a pensarem por conta própria e expressarem seus talentos para o mundo. É por isso que eles são fodas em várias áreas. Tem os melhores atores, os melhores esportistas, os melhores tudo — tá, não é só por isso, mas ajuda muito.
Sem falar das leis fiscais. Tenta abrir uma empresa nos EUA e uma no Brasil. E os programas de apoio e fomento à startups? Ah, mas no Brasil tem vários editais. Vou contar um caso pra vocês, então. Sou sócio do Projeto CR.U.SH, uma startup de mobiliário digital open source. Na metade do ano fomos contemplados no Sinapse da Inovação, um programa de incentivo a criação de empresas de tecnologia do estado de Santa Catarina. Prêmio de R$60 mil e uma bolsa de R$2.500,00 durante 1 ano. Estamos em meados de setembro. Pergunta se já recebemos? Três meses de atraso — até agora. Cê acha que os gringos iam dar um mole desse?
A real sobre confiança
Tem outro princípio sobre o uso das heading tags que é a escaneabilidade. Essa não tem haver com os mecanismos de busca. O negócio é com o elemento humano atrás da tela. Esses subtítulos ajudam o leitor a escanear o texto em busca de informações relevantes. Do contrário, há o risco do cara pensar “ah, não tô com saco pra textão”. E aí ele clica no x e aquelas horas que você passou escrevendo não valeram 10 segundos do tempo dele.
Mas voltemos pra confiança. Eu tenho uma troca muito legal com o meu público no LinkedIn e sempre rolam alguns insights lendo os comentários. Uma coisa que notei esses tempos é que muitos de nós somos extremamente idealistas quando jovens, mas com o passar do tempo, quando precisamos nos estabelecer num trabalho comum das 08h às 18h e, principalmente, que pague nossas contas, muitos dos nossos sonhos e esperanças desaparecem e começamos a perder a confiança em nós mesmos. Perdemos aquele brilho nos olhos, saca? Nossos dias ficam cinzentos, você entra em modo automático e apenas torce para que o final de semana chegue logo.
Mas, cara, é seu dever ter confiança em si. Quando você tem um forte senso de dever, seus medos tornam-se menos reais e fica mais fácil compartilhar seus dons com os outros. Eu morria de medo de publicar meus textos online. Nos 20 primeiros, por aí, fechei a seção de comentários. Não estava preparado para o feedback. Aí um dia recebi um e-mail de um cara dizendo que adorava meus textos, mas nunca teve a oportunidade de comentar isso neles. Pensei: porra, cara! Ó o que eu tô perdendo.
Cada vez que me sento nessa cadeira é uma luta pra escrever e fazer o trabalho criativo. Tem vários dias que sento aqui, fico olhando o cursor do editor de texto piscar e não acontece nada. Pego um café, perco um tempo procurando uma playlist com o termo concentração no Spotify e tento de novo. O tempo passa e vou me frustrando. Será que não tenho mais nada para contribuir com os outros? A fonte secou? Secou nada, cara. Tu és foda. Eu sou foda. Cadê a confiança?
Minha confiança aumentou muito quando percebi que fragmentos do que eu escrevo podem ajudar alguma situação vivida por alguma pessoa em algum lugar do mundo. Sim, em algum lugar do mundo. Tenho leitores de toda a comunidade que compartilha a língua portuguesa. Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, Macau, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e, claro, Portugal. Esqueci de alguém? Escrevi de cabeça, hoje acordei meio puto com o Google. Ah, tem também a galera que leu aquele meu texto em espanhol. A AmerícaEconomía circula em toda a América Latina, então o texto chegou pra muita gente.
E aí me perguntam: Tá, Matheus, mas estás ganhando dinheiro com o blog? Mas porque o foco de tudo o que fazemos é o dinheiro, porra? Não sou hipócrita, gosto de dinheiro, mas pô… Não tem dinheiro que pague a sensação de ver que, de alguma maneira, você fez a diferença na vida de alguma pessoa. E isso é o tipo de coisa que só rola quando você destrói seus medos e tem confiança em si. No meu caso, só rolou quando permiti que as pessoas comentassem em meus textos.
Muitos de nós não deixamos um legado porque temos medo de que nossas necessidades básicas, ou melhor, as necessidades básicas impostas pela sociedade não sejam atendidas. O carro novo, a casa maior, as roupas de marca. E digo legado porque você sabe, né, um dia todos nós vamos embora dessa vida. Serião. Ou seja, cê tem uma chance, parceiro.
Seja um tolo
Tô sendo tolo ao pensar que terei quase 1 milhão de visualizações com este escrito igual tive neste texto. Mas eu precisava disso. Qualquer um que vai contra as regras da sociedade é visto como um tolo. Foi assim com vários caras fodões que fizeram coisas grandiosas. Pra nossa geração o mito dessa descrição é, certamente, Steve Jobs. Mas vamos voltar um pouco e deixar a tecnologia de lado. Vamos falar de caras que pensaram na coletividade. Vamos falar de Gandhi, Mandela, Luther King Jr. Muitos heróis, santos ou mártires colocaram suas vidas em risco para defenderem suas crenças. Sacrificaram suas vidas pelo coletivo e conduziram a raça humana adiante.
Para qualquer trabalho criativo que você faça ou qualquer coisa que você faça fora das normas, tenha a certeza de que será ridicularizado. Os caras que citei foram. As pessoas não gostam de outras pessoas que fazem coisas diferentes. Já contei aqui da vez em que fui ao Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York e achei tudo aquilo uma merda. O fato é que cheguei lá cheio de preconceitos e com a ideia pré-concebida de que qualquer risco é arte. Ignorância. Mesmo.
Agora te encorajo a ser um desajustado — não vou copiar e colar a propaganda épica da Apple, relaxa. Não siga o rebanho, abra seu próprio caminho. É meio loko eu escrever isso porque eu realmente estava seguindo o rebanho. Quero dizer, eu tô no jogo, mas eu posso ter meu próprio estilo. Uns headlines tags aqui e ali, mas eu posso fazer o meu trampo, não apenas seguir uma fórmula mágica de sucesso que promete máximo engajamento e trocentas mil curtidas. Eu não quero só visualizações, curtidas e o caralho à quatro, eu quero dar tapas na cara das pessoas. Tapas metafóricos, evidentemente.
Haters
A internet é foda. A linha tênue entre sucesso e fracasso é realmente fina por aqui. Uma palavra mal colocada e pronto. Já era. A galera cai de pau. E dói. Se meu texto tem 100 comentários, sendo 98 positivos e 2 negativos, aqueles 2 filhos da puta mexem comigo. Mas aí entra a confiança. Aprendi a me apegar aos 98 e ignorar os 2. Porque pô… São 98. Independente da sua proporção de haters, se apegue aos comentários positivos da galera que te quer bem. Críticas? Só se forem construtivas. O resto deixa pra lá.
A melhor maneira de lidar com esses caras? Fazendo um trabalho melhor ainda. Confiança, mano.
Onde está a sua rebeldia natural?
Ontem enviei um e-mail pro pessoal da minha newsletter perguntando qual o maior desafio profissional que as pessoas tem enfrentado. A galera se engajou e já recebi mais de 100 respostas — agora quero ver dar conta de responder todo mundo, haha.
Esse meu texto é sobre confiança por dois motivos:
Percebi que tem muita gente na pior justamente pela falta dela.
Teve um cara, que vou chamar carinhosamente de Leo Tolstoy, que me respondeu de volta com algumas sugestões e questionamentos. Na real, ele me abriu os olhos.
Em determinado trecho ele chama minha geração de bundas-moles e diz para eu fugir do politicamente correto. O Tolstoy tem razão. O sucesso por vezes nos cega. É muito cômodo pra mim fazer um texto caça-níquel de cliques com um título “X dicas para você” ou “Como fazer tal coisa” e 500 palavras do que este meu manifesto com mais de 2000 palavras.
Tolstoy cita, com razão, nossa falta de culhões. Nosso medo de tocar o dedo na ferida e deixar de fazer parte do clubinho.
Por isso a necessidade desse texto. Ele foi escrito pra aumentar a minha confiança, a sua e a do Tolstoy em nossa geração.
Vamos ter mais confiança em nós mesmos. Vamos fazer a diferença nessa porra de mundo. Vamos deixar um legado.
Não quero mais ser um bunda-mole.
Boa semana.
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Geração Z revive CDs e câmeras em busca de vida offline 📷 #GeraçãoZ #Tecnologia #Comportamento #linkezine 💿 O post 📼 Jovens redescobrem o passado:…
Continua em: 📼 Jovens redescobrem o passado: a febre das velhas tecnologias 🎧

Estou em São Paulo, fazendo uma bateria de exames preventivos. E me assustei como aumentou o número de moradores de rua na Capital.
Quanta gente em pontes, praças, barracas e sub moradias. É muita gente carente…
Sem julgar os motivos de ali estarem, mas algo precisa ser feito.

Não é triste imaginar que pessoas sofredoras de depressão, ansiedade, Síndrome do Pânico e tantos outros males da mente, sofrem preconceito?
Desde “frescura” à “loucura”, o paciente é criticado por aqueles que nem imaginam o que sejam essas doenças. Lamentável tal insensibilidade.
Se você sofre do coração, vai a um cardiologista. De dores no joelho, a um ortopedista. Qual o receio de procurar ajuda para enfermidades emocionais, junto a psiquiatras e psicólogos?
Paciência…

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Bronzeamento de fita viraliza em Ipanema ☀️ Estilo, vaidade e alerta médico! #VerãoCarioca #Bronzeamento #SaúdeDaPele #linkezine 💅 O post ☀️ Fita …
Original em: ☀️ Fita isolante e marquinha perfeita: o novo “ritual” do verão carioca 🔥

Curioso. Walcyr Carrasco, autor de novelas, escreveu na Revista Época que sua grande fonte de inspiração é a… preguiça!
Para ele:
“A preguiça é uma vantagem para a sobrevivência, que faço questão de exercer”.
Como eu não tenho um salário polpudo como noveleiro da Globo, não posso exercer minha vontade de nada fazer. Que pena!

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito na imagem.
Alerta de gatilho: este artigo contém informações relacionadas a suicídio e suicidologia e pode conter gatilhos inadequados para quem está …
Continua em: Setembro Amarelo: por uma relação com o trabalho que valorize a vida
O episódio envolvendo a Cláudia Raia e o deficiente visual no teatro, revela: certos constrangimentos podem ser evitados com a prudência…
Entenda o ocorrido, em: https://www.terra.com.br/diversao/gente/claudia-raia-se-desculpa-com-fa-apos-situacao-constrangedora-em-peca,ada454f980382e74334f9a0e14524bcf0c99iywk.html

Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais? Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?
Pra quê?
Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam – quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!
Novamente: pra quê?
Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.
Uma derradeira vez: pra quê?
Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?
E você: por quê está? Precisa mesmo delas?
Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!
Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
O que dizer desta perfeita imagem? Precisamos sempre estarmos abertos ao aprendizado, críticas e elogios. Veja e conclua: somos, em muitos momentos, “parcialmente abertos ou fechados”?
Abaixo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.
Fennel Hudson shared some wisdom. Please do the same!
Continua em: Courage Quote By Fennel Hudson: “Have a dream…”

Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje (página 2, em Opinião).
Prestigie!
Em: https://sampi.net.br/jundiai/categoria/id/16153/rafael-porcari
A jornalista e Milly Lacombe criticou a ideia de família tradicional em entrevista ao podcast Louva a Deusa, defendeu o poli-amor e gritou a monogamia. Disse ela, ainda:
“Gente, assim, eu não quero falar contra o amor romântico, mas eu vou falar… Esse negócio de família tá f****** a gente. Família é um núcleo produtor de neurose… Essa família tradicional, branca, conservadora, brasileira é um horror. É a base do fascismo, falemos a verdade, né?”.
O que tem a ver Fascismo e Família? Que absurdo!
Milly, que costuma falar de inclusão, foi preconceituosa ao se referir a brancos, conservadores e ¡a família. Se ela quer defender negros, homossexuais, progressistas e famílias anucleadas, que o faça – sem ser excludente.
O incrível é que alguém queira falar de tolerância, praticando justamente a intolerância ao pensamento contrário ao dela. Lamentável…