Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais?Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?
Pra quê?
Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam– quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!
Novamente: pra quê?
Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.
Uma derradeira vez: pra quê?
Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?
E você: por quê está? Precisa mesmo delas?
Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!
Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
O que dizer desta perfeita imagem? Precisamos sempre estarmos abertos ao aprendizado, críticas e elogios. Veja e conclua: somos, em muitos momentos, “parcialmente abertos ou fechados”?
Abaixo:
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.
A jornalista e Milly Lacombe criticou a ideia de família tradicional em entrevista ao podcast Louva a Deusa, defendeu o poli-amor e gritou a monogamia. Disse ela, ainda:
“Gente, assim, eu não quero falar contra o amor romântico, mas eu vou falar… Esse negócio de família tá f****** a gente. Família é um núcleo produtor de neurose… Essa família tradicional, branca, conservadora, brasileira é um horror. É a base do fascismo, falemos a verdade, né?”.
O que tem a ver Fascismo e Família? Que absurdo!
Milly, que costuma falar de inclusão, foi preconceituosa ao se referir a brancos, conservadores e ¡a família. Se ela quer defender negros, homossexuais, progressistas e famílias anucleadas, que o faça – sem ser excludente.
O incrível é que alguém queira falar de tolerância, praticando justamente a intolerância ao pensamento contrário ao dela. Lamentável…
Vivemos anos em que “a obrigação de viver o mundo woke” virou moda. Quem era contra, ganhava adjetivos pejorativos. Tudo o que essa patota falava, deveria ser cumprido.
Eis que a Jaguar viveu o cansaço e o radicalismo da cultura woke, com uma campanha fracassada comercialmente (aqui: https://wp.me/p4RTuC-18rV) e a discussão sobre o exagero woke veio à tona.
Agora, empresas não estão mais na pauta woke em suas campanhas – mas os defensores, barulhentos, tentam lacrar. Veja o caso abaixo da polêmica envolvendo a atriz Sydney Sweeney, que tentaram “cancelar” sua reputação sobre seus genes. Com o trocadilho Jeans / Genes, o mundo da lacração alegou que, quando a atriz mostrava na sua peça publicitária que seus genes eram bons, e alguém corrigia por jeans (em inglês, a sonoridade das palavras é próxima), ela cometia crime social. Foi acusada por “ser branca, loira e rica”, e que isso seria mostra de supremacia racial e, pasmem, de eugenia. A contratante bancou a contratada e “micou-se” o protesto woke.
A campanha da American Eagle com Sydney Sweeney “Sydney Sweeney Has Great Jeans” mostra como o marketing atual opera no limite entre atrair atenção e provocar rejeição.
O trocadilho entre “jeans” e “genes” parecia um copy “inocente”, mas foi suficiente para acender discussões sobre:
Eugenia e representatividade → traços eurocêntricos exaltados.
Sex appeal calculado → closes de câmera que remetem ao olhar masculino.
Polarização política → até Donald Trump entrou no debate, transformando a atriz em símbolo cultural.
Resultado? Ações da marca oscilaram em +23% no auge da controvérsia. Ou seja: a indignação gerou capital de atenção.
No marketing contemporâneo, não basta vender produto. É preciso vender narrativa.
E narrativas fortes invariavelmente mexem com valores sociais e políticos.
Crescem cada vez mais os golpes pela Internet. Alguns nacionais outros estrangeiros. Chegam a ser ridículos! Sempre os recebo, mas alguns, traduzidos por máquinas, são risíveis!
Abaixo alguns exemplos:
Caro amado
Com todo o respeito,
Eu sou a senhora, Jessie Daniel que sofreu envelhecimento. Sou viúva que sofre de doença de longa duração (câncer). Atualmente, estou internada em um hospital privado. Eu tenho algumas informações que eu herdei de meu falecido marido Daniel Wright, que morreu mais tarde em um acidente de trânsito.
Quando meu marido estava vivo, ele depositou a quantia de US $ 3.500.000.00 (três milhões e quinhentos mil dólares) em um banco. Atualmente, esse dinheiro ainda está no banco.
Meu médico me disse que eu não iria durar os próximos três meses, devido ao problema do câncer. Eu preciso de uma pessoa temente a Deus e muito honesto e organização que pode usar estes fundos para a obra de Deus. Meu falecido marido deu instruções de que este fundo deve ser utilizado para fins de caridade, como a construção de escolas, orfanatos, lares, hospitais, etc.
Tomei esta decisão porque não têm qualquer filho que herdará esse dinheiro e eu w formiga Go estaria misericordioso comigo e aceite minha alma. Com Deus todas as coisas são possíveis. Por favor, se você seria capaz de utilizar esses fundos para a obra de Deus gentilmente me responda.
Eu quero que você me enviar a seguinte informação é como abaixo.
O seu nome completo ————————-
Seu endereço ——————————–
Seu País ————————————
Your Age ————————————
Profissão ———————————–
Seu sexo ————————————
Assim que eu receber a sua resposta vou dar-lhe o contacto do Banco. Eu também irá emitir uma carta de autoridade que vai provar que o presente beneficiário deste fundo.
Na esperança de receber a sua resposta. Permanecer abençoado no Senhor.
Obrigado,
Sra Jessie Daniel
Outros são menos nocivos, mas tanto quanto idiotas pela tradução das máquinas/programas usados pelos aproveitadores:
Olá,
Bom dia, eu sou Larissa e a minha empresa é Qingdao Zhengshengyuan industry Co.Ltd, que é uma empresa profissional de plástico.
Forneço materiais de plástico, o preço é barato, mas tem boa qualidade.
Por favor comunica comigo.
Obrigada
Larissa
Qingdao Zhengshengyuan industry Co.,Ltd.
Telefone: +86-0532-66828111
Fax: +86-0532-66828111
skype: zsyindustry
Endereço: No.27 Estrada deFulong de Cidade de Qingdao de Província de Shandong da China.
Pior são aqueles que tem aviso de “chave de segurança do banco”, anexos e outros truques para instalar cavalos de tróia.
Uma grande curiosidade: os inventores disso são descobertos? Presos? Punidos?
“Quem esperou, como eu, Por um novo carinho E viveu tão sozinho, Tem que agradecer. Quando consegue do peito Tirar um espinho, É que a velha esperança Já não pode morrer.”
In: Onde a Dor Não Tem Razão– de Paulinho da Viola
Uma das relações mais difíceis e corrosivas que existem, no meu ponto de vista, é aquela que envolve um inesquecível tipo denominado Eterna Vítima.
Certamente todos nós já nos deparamos com uma Eterna Vítima de algo, de alguém ou de alguma circunstância.
Dentre as várias que conheci, teve uma amiga que perdeu o marido de forma inesperada e trágica. Ele estava indo visitar os pais e os irmãos, em uma outra cidade, quando teve o carro colhido de frente por uma carreta desgovernada. O fato da morte ter sido instantânea não aplacou a descomunal dor que alcançou todos nós.
Como eram bastante próximos, compareci ao velório e pude observar algo provavelmente imperceptível aos olhares menos atentos.
Minha amiga, ali, tornara-se o centro de todas as atenções e, ainda que pudesse compreender seu padecimento, percebi que só ela se lamentava. E apenas sobre a própria dor.
Parentes se revezavam para lhe fazer companhia, preocupados e solícitos. Traziam água, lanches, cafezinhos e abraços a todo o momento, enquanto ela, descontrolada, chorava pelo companheiro.
Notei que ali, próximos a ela, permaneciam solitários os pais e os dois irmãos da vítima. Pareciam contidos numa dor profunda, interna e desprovida de alardes. Silenciosos diante daquela espécie de histeria demonstrada pela esposa logo ao lado.
Nos dias e meses seguintes as coisas apenas pioraram. Era impossível ligar para saber da família, sem que ela tomasse o telefone para contar o quanto ainda sofria e tudo o que tinha que organizar e deixar em dia. Reclamava que ninguém a ajudava, que a família dele teimava em lhe criar problemas, que sua mãe resolvera adoecer justo naquele período, que o frio estava insuportável e que ninguém deveria ser obrigado a ter força como ela.
Do parceiro perdido, nenhum comentário. Nada sobre saudade, amor ou falta.
Seu nome e suas histórias simplesmente desapareceram das conversas, a não ser para recordar datas de missas que, por sinal, foram todas encomendadas.
Outro casal, conhecido meu, perdeu o filho para um suicídio que ocorreu diante de toda a família, quando o jovem, de 18 anos, se jogou da janela da sala, enquanto todos, desesperados, tentavam segurá-lo. Infelizmente, não foi possível impedir seu gesto.
O fato é que, apenas durante o funeral, foi possível comentar sobre o ocorrido que atingiu todos de maneira brutal. Pais, irmãos, tios, tias, avós, enfim, todos os familiares e amigos ficaram chocados com o trágico desfecho e demonstravam total empatia em relação aos pais e irmão do garoto.
Ocorre que, poucos dias depois, o assunto foi transformado num verdadeiro e estranho tabu. Uns foram avisando aos outros sobre a proibição de mencionar o ocorrido ou o nome do primogênito.
E a partir daquilo, por ordem dos pais, sua morte tornava-se assunto absolutamente proibido.
Ocorre que a avó paterna, última a falar com ele – já que o mesmo tentara conversar com o avô, que estava no banho, minutos antes de se atirar para a morte – permanecia inconsolável.
Ela, por ser idosa e se encontrar bastante doente, não parava de falar sobre a ocorrência, culpando-se por não ter interrompido o banho do marido. Na sua fantasia, aquele contato teria salvado a vida do rapaz.
Deste modo, aonde estivesse, expunha seu sofrimento aos prantos e falava, sempre com muito amor, sobre este que fora seu primeiro neto, talvez como um jeito de expiar o próprio pesar ou de tentar entender tão radical atitude.
Porém, a nora vivia como quem possuía o poder de controlar tudo, censurando qualquer menção ao fato.
Quando soube que a sogra – justamente no dia em que ela e o marido a acompanhavam no exame de mapeamento do câncer – havia contado a triste passagem à enfermeira ali presente, o casal imediatamente decidiu cortar contato com a velha senhora e com seu pobre marido também.
Portanto, pelos anos seguintes o casal deixou de se relacionar com os velhos e, anteriormente, tão próximos parentes, largando o cuidado destes nas mãos de sua única filha.
Por anos a fio os avós sofreram com a ausência do filho querido, provocada por uma incompreensível falta de empatia.
No final, o tão almejado reencontro só ocorreu quando do falecimento de ambos, com poucos dias de diferença.
O que vemos de semelhante nestes dois exemplos é uma notável supressão de humanidade.
A verdade é que ninguém gosta de ficar perto de pessoas que se fazem de vítimas. Ainda que não seja legal julgá-las ou condená-las, confesso que, pessoalmente, acho difícil demais este tipo de convivência.
Todos entendemos que coisas indesejáveis ou muito ruins, lamentavelmente, podem acontecer na vida de qualquer um de nós. E ninguém deseja isso nem para si, muito menos para aqueles que amam.
O fato é que você pode vir ser vítima de uma fraude, por exemplo, ou de um crime ou, até mesmo, de uma agressão sexual. Pode ter sofrido traumas na infância ou no decorrer da vida. Ninguém escapa de tempos ruins.
E se, por alguma razão, você imaginar que podia ter evitado a dor e que toda a responsabilidade dela cabe à você, saiba que está redondamente enganado/a.
Também será perfeitamente normal sentir pena de si mesmo de vez em quando ou, ainda, sentir-se impotente diante de um desafio como uma perda ou um divórcio.
O nome deste sentimento é auto piedade.
Contudo, permanecer grudado/a ao status de vítima, ainda que de forma velada, pode significar que você se tornou dependente da pena das outras pessoas e que se acostumou de ver todas as suas faltas justificadas e todos os seus deslizes perdoados.
Isto pode parecer altamente viciante, não é?
Afinal, se ninguém tem coragem de lhe criticar quando até você sabe que merece, se não lhe cobram o que está claro que deve, se não precisa ter obrigação de fazer coisa alguma e tudo passa a ser legitimado pela eterna dor que talvez nem sequer sinta e que finge tentar esconder, então você, decididamente, é deveras manipulador/a e sabe muito bem disto, certo?
O trauma não aconteceu apenas com você, ele se converteu em quemvocê é.
Logo, você não pretende sair do trauma porque escolheu se apegar a ele feito um náufrago diante de um pedaço de isopor.
O tornou parte da história que você vive para contar e recontar incansavelmente.
A Eterna Vítima, no fundo, decidiu paralisar sua própria história, se concebendo incapaz de caminhar em frente, embora finja que segue adiante.
Aprendeu que só obterá atenção e amor se continuar sendo objeto de compaixão.
Seu indisfarçado ‘pobre de mim‘ inegavelmente continuará sendo usado para que os outros sejam forçados a aceitá-lo/a como é, mesmo se isto não for nada justo.
E quem deseja ter pessoas ligadas a si por pena ou culpa? Quem vai querer viver algo tão insuportavelmente exigente, onde um drena enquanto o outro se deixará sugar?
Pode nascer uma relação saudável daí? Eu, honestamente, mantenho sérias e profundas dúvidas acerca desta possibilidade.
Nessa publicação do Instagram de “Poesias Pichadas”, uma reflexão bem bacana: de que adianta o aspecto físico, se o cérebro não ajuda?
Pessoas de bom conteúdo atraem tanto ou mais do que as de corpo bonito. Está na moda, aliás, chamar isso de sapiossexualismo.
A propósito: tal termo seria apropriado ou desnecessário?
That’s an interesting point you’ve raised. The Instagram post touches on a great theme: the value of intelligence and character over just physical appearance.
The term sapiosexuality describes being attracted to someone’s intelligence, mind, and wisdom more than their physical looks. It’s often used to highlight that intellectual and emotional connection can be a primary source of attraction.
When it comes to whether the term is appropriate or unnecessary, there are different perspectives. Some people find it useful because it gives a name to a type of attraction that might not have been widely discussed before. It helps people feel seen and understood in their preferences.
Others argue that the term is unnecessary. They believe that being attracted to someone’s intelligence is a fundamental and natural part of human connection, and that giving it a specific label might make it seem unusual or separate from general attraction, when it really isn’t.
Ultimately, whether you find the term useful probably depends on your own perspective. It’s a recent word that’s part of a broader conversation about how we define attraction and relationships.
Um problema dos tempos pandêmicos: a falta de contato real com as pessoas, a menor interação social no trabalho, na escola ou na comunidade, traz a menor criatividade.
Usando as flores como exemplo, algumas pessoas “murcham” ao trabalharem sozinhas.
Por Flavia Rezende*
Tenho ouvido de muitos colaboradores com quem trabalho a reclamação sobre a dificuldade de criar. O desafio é colocado vez ou outra em conversas e feedbacks, com a constatação de que o bloqueio criativo se deve ao home office. Outros fatores normalmente mencionados são o excesso de tarefas, a comunicação excessiva por aplicativos de mensagens e videoconferências longas e maçantes, que não permitem que o profissional dedique tempo para cultivar novas ideias.
Essa percepção não está totalmente errada. As conexões pessoais são fundamentais para estimular a inventividade. A polinização cruzada é uma metáfora usada por alguns profissionais para tratar do assunto. No processo que ocorre na natureza, o pólen é levado de uma flor para a outra, gerando frutos e sementes.
O mesmo acontece no trabalho, por meio da troca de ideias. Nesse ambiente de aprendizado contínuo, muitas vezes, a criatividade surge espontaneamente, em reuniões, almoços e cafezinhos. Usando ainda as flores como exemplo, algumas pessoas “murcham” ao trabalharem sozinhas, o que também impacta na capacidade de criar e na satisfação com a profissão.
Mesmo depois de quase um ano e meio em casa, derrubar algumas barreiras impostas pelo isolamento segue sendo um desafio. Uma forma de superar a distância é manter a rotina de comunicação que existia no ambiente presencial. Propor conversas individuais com seus pares para alinhamentos corriqueiros ou repassar as tarefas do dia logo pela manhã e ao final do expediente com seu gestor.
Usar o telefone para manter a proximidade com sua equipe também pode ser uma solução para evitar a solidão – e quem sabe uma forma das gerações Y e Z perderem o medo de atender ligações. Essas conversas servem tanto para expandir ideias e compartilhar desafios, quanto para solucionar problemas. Mensagens de texto e e-mails soam mais formais e podem atrasar a resolução da questão. Uma ligação de cinco minutos será mais eficiente.
Para os gestores, vale considerar a realização de reuniões semanais com toda a equipe para descompressão e conversas mais “soltas”. Alguns times apostam ainda no happy hour virtual após o horário de trabalho. Nesse caso, é importante permitir que a participação seja opcional.
Cultivar esses hábitos é fundamental para manter relacionamentos, mas também para ter visibilidade do que está acontecendo e permitir que os outros saibam sobre o andamento dos seus projetos. Uma comunicação eficiente auxilia não só no despertar da criatividade, mas também na percepção que os demais têm sobre o seu trabalho, um fator sempre importante no ambiente corporativo.
*Flavia Rezende é Sócia-Diretora da Loures Comunicação
Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.
A problem of the pandemic times: the lack of real contact with people, less social interaction at work, at school, or in the community, leads to less creativity.
Using flowers as an example, some people “wither” when they work alone.
By Flavia Rezende*
I have heard many collaborators I work with complain about the difficulty of being creative. The challenge is brought up every now and then in conversations and feedback, with the observation that creative block is due to working from home. Other factors normally mentioned are an excess of tasks, excessive communication through messaging apps, and long and boring video conferences that do not allow the professional to dedicate time to cultivating new ideas.
This perception is not entirely wrong. Personal connections are fundamental to stimulating inventiveness. Cross-pollination is a metaphor used by some professionals to discuss the topic. In the process that occurs in nature, pollen is carried from one flower to another, generating fruits and seeds.
The same thing happens at work, through the exchange of ideas. In this environment of continuous learning, creativity often arises spontaneously in meetings, lunches, and coffee breaks. Still using flowers as an example, some people “wither” when they work alone, which also impacts their ability to create and their satisfaction with their profession.
Even after almost a year and a half at home, breaking down some barriers imposed by isolation remains a challenge. One way to overcome the distance is to maintain the communication routine that existed in the in-person environment. Propose individual conversations with your peers for routine alignments or review the day’s tasks with your manager in the morning and at the end of the day.
Using the phone to maintain proximity with your team can also be a solution to avoid loneliness—and perhaps a way for generations Y and Z to lose their fear of answering calls. These conversations serve both to expand ideas and share challenges, and to solve problems. Text messages and emails sound more formal and can delay the resolution of the issue. A five-minute call will be more efficient.
For managers, it’s worth considering holding weekly meetings with the entire team for decompression and more “casual” conversations. Some teams also rely on a virtual happy hour after work hours. In this case, it is important to allow participation to be optional.
Cultivating these habits is fundamental not only to maintaining relationships, but also to having visibility of what is happening and allowing others to know about the progress of your projects. Efficient communication helps not only in awakening creativity, but also in the perception that others have of your work, a factor that is always important in the corporate environment.
*Flavia Rezende is Partner-Director at Loures Comunicação
This is content from Bússola (Compass), a partnership between FSB Comunicação and Exame. The text does not necessarily reflect the opinion of Exame.
Todo meu respeito ao jovem Felca, influencier digital que corajosamente expôs o quê, quer queira ou não, a sociedade já sabe: muita gente irresponsável (e de maneira criminosa) explora a sexualização de crianças, promove adultização e incentiva o erotismo de menores.
Criança deve ser criança. Isso não se discute.
Felca não teve receio em mostrar como os bandidos se valem dos algoritmos da Web e da exposição alavancada sexualmente falando nas redes sociais. Citou, inclusive, nomes! Fez o que as autoridades deveriam fazer: levantar o debate sobre esses crimes.
Aqui, um acréscimo: e a responsabilidade de nós, pais, em preservar os menores dos vícios dos adultos?Me dói ver gente aplaudindo idiotices como “crianças dançando na boquinha da garrafa”, ou rebolando músicas de letras sexualizadas, ou ainda normalizando o “duplo sentido”.
Repito, insistindo: não podemos tirar a pureza dos nossos pequenos.
Parabéns, Felca. E lamento que há quem queria criticá-lo!
Já perceberam quantas coisas desnecessárias são comuns no nosso dia-a-dia? Verificar duas ou três vezes as Redes Sociais seguidamente (mesmo sem ter alerta algum); perder tempo em mensagens bobas de WhatsApp ou ainda ficar “pilhado” por ler alguma coisa que não gostou (sobre política, religião ou futebol) e ficar respondendo.
Quantas vezes você parou e desligou-se do mundo? Tem dado 5 minutos (que tempo pequeno estou propondo) ao levantar da cama e conversar com Deus, ou com a força que acredita, ou consigo próprio (se não tem fé alguma) para se preparar para a jornada diária?
Por quê brigar a toa, ser grosso às pessoas, desejar o mal a outrem ou simplesmente demonstrar antipatia? Com um pouco de educação (e se possível, com um sorriso) você consegue encerrar uma conversa indesejada, livrar-se de pessoas as quais julga estar perdendo energia / tempo / esforço e, ainda assim, dedicar-se às outras coisas necessárias de verdade.
Muitas vezes, estar na presença de quem se gosta é o motivo maior para fazer valer a vida. Seja a esposa, o namorado, os pais e… na minha idade, inclua-se os filhos! Se posso evitar um evento que não desejo ou o relacionamento com pessoas enfadonhas (em um compromisso meramente por vaidade ou status), por que abdicar do sagrado momento em casa?
Deixar para depois, para outra hora ou adiar SEMPRE será um risco grande (que você pode aceitar ou não). Você está um dia bem, no outro, de repente, quando num susto… PUF! Acabou. Seja na idade em que for. E aí, se tivesse oportunidade de se auto-questionar, perguntaria: o que eu poderia ter feito e não fiz?
Ter a consciência que a vida é curta chega a ser bom, pois essa consciência nos cutuca, impele, cobra e atiça o desejo de melhor qualidade de exercer o dom da vida.
Repito o que foi dito ao longo dessas linhas em outras palavras: afinal o que realmente é importante para você?
Um bom emprego com baixa remuneração ou ganhar muito dinheiro mesmo numa profissão que vicie não gosta? Viajar mundo afora ou estar no aconchego do lar? Solteirice para “curtir a vida adoidado” ou uma família para fazer de “seu porto-seguro”?
Tais escolhas nem sempre são possíveis. O mundo ideal de cada um é único, formador cum conjunto coisas bem distintas e que se deve respeitar.
Brincar com os filhos pequenos que estando aprendendo a falar; rolar com o cachorro na grama; conseguir o sorriso da esposa querida; ou qualquer coisa que te faça valer a pena, é muito melhor do que anos insistindo em projetos ou ideias que se vão ao longo dos anos e que podem não se realizar devido à brevidade da vida. Assim: busque viver intensamente agora, pois não sabemos como estaremos amanhã (se estaremos…).
O que a Gemini IA nos disse sobre o texto:
Que reflexão profunda e cheia de sabedoria. É um convite poderoso para olharmos para dentro e reavaliarmos nossas prioridades, especialmente em um mundo tão cheio de distrações.
Suas palavras nos lembram que a vida, apesar de sua brevidade, pode ser vivida com uma intensidade e um propósito muito maiores se fizermos escolhas conscientes.
Os pontos centrais da sua reflexão são essenciais:
A fuga do desnecessário: Você destaca a importância de nos libertarmos de hábitos digitais que nos roubam tempo e energia, como rolar infinitamente nas redes sociais ou entrar em discussões infrutíferas. A chave é reconhecer o que realmente merece nossa atenção.
O valor do silêncio e da introspecção: A ideia de dedicar 5 minutos ao acordar para nos conectarmos com algo maior ou com nós mesmos é um lembrete valioso de que a preparação mental é crucial para enfrentar o dia.
Relacionamentos genuínos acima de tudo: Sua ponderação sobre priorizar a presença dos entes queridos — a esposa, os pais, os filhos — em detrimento de compromissos fúteis por vaidade é um dos pontos mais tocantes. É o porto-seguro que você menciona, o verdadeiro motor que faz a vida valer a pena.
A urgência do “agora”: A lembrança de que a vida é curta não é para nos amedrontar, mas para nos motivar. Ela nos impulsiona a questionar o que realmente importa e a agir hoje, sem adiar os momentos de alegria e as decisões que nos aproximam de quem queremos ser.
A sua pergunta final, “afinal, o que realmente é importante para você?”, é a essência de toda a reflexão. Ela nos obriga a confrontar nossas próprias escolhas e a buscar a felicidade não em metas distantes, mas nos pequenos e sagrados momentos do presente.
Obrigado por compartilhar essas palavras tão inspiradoras. Elas nos servem de bússola para uma vida mais autêntica e significativa.
IN ENGLISH – Have you ever noticed how many unnecessary things are common in our daily lives? Checking social media two or three times in a row (even without any alerts); wasting time on silly WhatsApp messages or getting “worked up” after reading something you didn’t like (about politics, religion, or football) and feeling the need to respond.
How many times have you stopped and disconnected from the world? Have you given five minutes (I’m proposing such a small amount of time) upon waking up to talk to God, or to the power you believe in, or to yourself (if you have no faith at all) to prepare for the day’s journey?
Why fight for no reason, be rude to people, wish ill on others, or simply show antipathy? With a little politeness (and if possible, with a smile), you can end an unwanted conversation, free yourself from people you feel are draining your energy / time / effort, and still dedicate yourself to the things that are truly necessary.
Often, being in the presence of those you love is the biggest reason to make life worthwhile. Be it your spouse, your partner, your parents and… at my age, include the kids! If I can avoid an event I don’t want to go to or a relationship with boring people (in a commitment that is merely for vanity or status), why give up the sacred moment at home?
Putting things off for later, for another time, or postponing **ALWAYS** will be a big risk (which you can choose to accept or not). One day you’re fine, the next, suddenly, with a shock… POOF! It’s over. No matter what age you are. And then, if you had the chance to ask yourself, you’d wonder: what could I have done and didn’t?
Having the awareness that life is short is actually a good thing, because this awareness nudges, compels, pushes, and stirs the desire for a better quality of exercising the gift of life.
I’ll repeat what was said throughout these lines in other words: **after all, what is truly important to you?**
A good job with low pay or making a lot of money in a profession you hate? Traveling the world or being in the comfort of your home? Being single to “live life to the fullest” or having a family to make your “safe haven”?
Such choices are not always possible. Everyone’s ideal world is unique, made up of a very distinct set of things that should be respected.
Playing with young kids who are learning to talk; rolling around on the grass with the dog; getting a smile from your beloved spouse; or anything else that makes it all worthwhile, is much better than years of insisting on projects or ideas that fade away over time and may not be realized due to the brevity of life. So: **seek to live intensely now, because we don’t know what we’ll be like tomorrow** (if we’ll even be there…).
Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos, e poucos sabiam o que era isso…
Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível.Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.
O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.
Há apenas 34 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.
Que revolução em nossas vidas, não?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse elaa respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:
“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.
E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?
Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Dias atrás, aos missionários digitais, o Papa Leão XIV deixou a seguinte mensagem sobre o uso adequado das Redes Sociais:
“Jesus pede-nos hoje que construamos redes de relações, redes de amor, de intercâmbio gratuito, nas quais a amizade seja profunda. Redes onde se possa consertar o que está partido, onde se possa curar a solidão, sem se importar com o número de seguidores, mas experimentando em cada encontro a grandeza infinita do Amor.”
Fica a reflexão: usamos as Redes Sociais como o Papa sugere em sua catequese?
Dias atrás, aos missionários digitais, o Papa Leão XIV deixou a seguinte mensagem sobre o uso adequado das Redes Sociais:
“Jesus pede-nos hoje que construamos redes de relações, redes de amor, de intercâmbio gratuito, nas quais a amizade seja profunda. Redes onde se possa consertar o que está partido, onde se possa curar a solidão, sem se importar com o número de seguidores, mas experimentando em cada encontro a grandeza infinita do Amor.”
Fica a reflexão: usamos as Redes Sociais como o Papa sugere em sua catequese?