– Bebida Alcoólica deixa a Pessoa mais Inteligente?

Parece loucura e contradição, mas… beber deixa a pessoa mais inteligente, segundo duas pesquisas científicas!

Porém, antes de se embebedar, vale a pena ler!

Extraído de:

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-inteligentes-bebem-mais/

GÊNIO, A SUA MANEIRA?

Bebeu demais? Nada de se sentir um lixo: pode considerar a ressaca do dia seguinte um reflexo da sua superinteligência. Soa politicamente incorreto, a gente sabe, mas é o que indicam informações de dois estudos, um feito no Reino Unido (o National Child Development Study) e outro nos EUA (o National Longitudinal Study of Adolescent Health).

Em ambos, pesquisadores mediram a inteligência de crianças e adolescentes de até 16 anos e as categorizaram em uma de cinco classes cognitivas: “muito burro”, “burro”, “normal”, “esperto” ou “muito esperto” (de novo, politicamente incorreto, mas tudo pelo bem da ciência, né?). Os hábitos das crianças americanas foram registrados por sete anos depois disso; já as inglesas foram acompanhadas por mais tempo, até os 40 anos.

Os pesquisadores mediram os hábitos alcoólicos de cada uma conforme elas iam envelhecendo. E eis que as crianças avaliadas como mais inteligentes em ambos os estudos, quando cresceram, bebiam com mais frequência e em maiores quantidades do que as menos inteligentes. No caso dos ingleses, os “muito espertos” se tornaram adultos que consumiam quase oito décimos a mais de álcool do que os colegas “muito burros”. E isso mesmo levando em consideração variáveis que poderiam afetar os níveis de bebedeira, como estado civil, formação acadêmica, renda, classe social etc. Ainda assim, o resultado foi o mesmo: crianças inteligentes bebiam mais quando adultos. E por que, hein?

Há hipóteses (uma, que a gente viu lá no Psychology Today, diz que essa relação entre álcool e inteligência seria um traço evolutivo que começou há cerca de 10 mil anos, quando finalmente surgiu o álcool bebível; até então, o único jeito de ficar alcoolizado era a partir de frutas apodrecidas – coisa séria), mas os pesquisadores ainda não sabem ao certo. Eles alertam, no entanto, que apesar de a tendência a “beber mais” estar de alguma forma ligada à esperteza de cada um, encher a cara não deixa ninguém “mais inteligente”. Ouviu?

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– Ensinando na Dor ou no Amor? Um ensaio sensível do drama de famílias com usuários de Drogas e o inevitável fim nos 3 Cs

Recebi essa crônica da sempre simpática e competente Talita Andrade. E pedi à ela a permissão de publicá-la, pois é de uma incrível sensibilidade colocada nas suas palavras.

Se você é pai ou mãe, certamente refletirá na leitura do drama de quem possa ter um filho viciado. E se você vive essa realidade, não tem como deixar de agir. Por fim, se você é filho, verá a tristeza de tal comportamento.

Compartilho esse belo e profundo texto, que deveria ser lido e estudado em todas as escolas como um tópico de cidadania, reflexão e saúde. Abaixo:

APRENDENDO NA DOR. ACORDEM, PAIS!

Os pais ignoram o fato da ausência; ou trabalham, trabalham, e não tem tempo … então: a rua educa, a escola falha e o crime recruta.

O duro ainda é quando você tenta aconselhá-los, ajudá-los, e eles, pai e mãe, quando vêem algo errado, ficam bravos.

Esses mesmos pais ignoram, fecham os olhos, acham que o(a) filho(a) ainda é bebê ou que já sabe fazer as escolhas com 11, 12 ou 13 anos. Para eles, a criação é torná-lo independente.

Enfim…

Uma historinha que não acontece no Brasil, na cidade de Salto, no bairro de Santa Cruz ou qualquer outro lugar. Acho que só no México!

Com 10 anos, o horário de entrar em casa são às 23h em um bairro que os jovens sofrem com tanto casos de viciados e aliciamento.

Com 11 anos, já toma energético como se fosse guaraná!

Com 12, além de violento na escola, já frequenta bailes em outras cidades.

E aí os pais perguntam para a Professora: “Mas o que eu posso fazer?” Como se fosse dever da professora ensinar o que se tem que educar em casa…

Com 13, o horário de entrar em casa já é no dia seguinte, às 7h.

Primeira opção: Clínica de Recuperação (Mas os pais acham que não precisa disso, é só uma fase, ou que com um “cacete” resolve).

Com 14, começam sumir itens de casa e os pais desconfiam de visitas.

Com 15, se torna violento dentro e fora de casa. Nesta etapa, geralmente os pais começam a se perguntar: “Onde errei, o que fiz de errado?”

Com 16, os olhos vermelhos lacrimejam e o nariz sempre está seco… Já não faz diferença estar em casa ou não, pois, afinal, já não se faz presente mesmo.

Com 17, está em todos os esquemas daquele mesmo bairro e/ou de cidades ao lado. Agora quem alicia é o(a) jovem que nem vai mais na escola.

Segunda opção: Caixão! É o que acontece quando se está no mundo do crime, pois é assim que as coisas se resolvem entre eles. Funerária cheia de “jovens dos rolezinhos” e muito choro da família – e daquela garotinha que gostava do “menino bravo” que ostentava colar e relógio banhado de ouro do bairro.

E a Mãe chorando sobre o caixão…

E o Pai firme ao lado do caixão pensando “Mas quem fez isso…?”.

Mas se o rebento ainda está vivo, ameaçado pelos “homi” em uma geral e outra, por eles aguardando os 18 anos daquele filho que se tornara independente aos 11 anos. E no dia seguinte, após completar 18 anos, se faz um favor e o leva para o CDP. Inevitável!

Terceira opção: Cadeia.

Final da História: pais e irmãos na fila da visita no domingo. Mais ainda há chance ou se aprende na dor?

Ou se aprende com Amor?

Ou se ensina na dor ou se ensina com Amor?

Vc conhece alguma sequência diferente do meu texto? Seja sincero.

A opção de quem usa Drogas são “3 C”. Sim, três letras Cs.

Quando eu dava aula no Costela Santa Cruz e no Joseano Cecap, sempre repetia isso aos meus alunos: o resultado das Drogas são três C: Clínica, Cadeia e Caixão.

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– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

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– Ir ou não para Santos? As vantagens e desvantagens… Beleza e Descanso versus Trânsito, Maconha e Sujeira

Estive descansando em Santos/SP dias atrás. Apesar do clima aprazível, algumas coisas me incomodaram muito.

Claro, o trânsito absurdo em direção ao Litoral incomoda, mesmo em horários e dias alternativos. Mas as duas coisas principais: sujeira e drogas!

Os dejetos nas ruas da cidade são demais! Contrasta com a beleza dos jardins. São pouquíssimas lixeiras públicas e os moradores deixam o lixo nas calçadas esperando o lixeiro – no chão mesmo, atrapalhando os pedestres.

Sem contar com a imundice da praia, pelo excesso de turistas mal educados (com dor no coração que digo isso, pois depois de Jundiaí, minha segunda casa é lá).

As drogas, então… é constrangedor dividir o espaço com os usuários que lá circulam. Se você vai a noite, pela orla os maconheiros estão aos montes. E se você vai correr na areia esperando o sol nascer, ali ainda estão! O fedor é muito forte, chega a impedir o ar puro e a brisa do mar.

Triste. Adoro Santos. Mas a sujeira e a maconha são os pontos negativos de lá!

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– A falta de compaixão ao próximo, a inconsequência e o egoísmo: o caso do falso estupro do motorista do Uber

Repercutiu muito nesse último final de semana a notícia de que um motorista de Uber houvera estuprado uma passageira no percurso entre o Maxi Shopping Jundiaí e sua residência.

A vítima prestou queixa, mostrou peças de roupas rasgadas, teve a solidariedade das amigas e divulgou-se a foto do motorista. A prisão do homem foi decretada, acompanhada de escracho público e violência contra a família do próprio trabalhador, acusado do horrendo crime.

E não é que a Polícia conseguiu descobrir que era tudo mentira?

O motorista – um honesto e inocente trabalhador – foi vítima de uma vigarista. A jovem (que é lésbica) terminou seu relacionamento com sua namorada. Para chamar a atenção da sua ex-parceira, inventou uma situação onde foi vítima de violência sexual por parte de um homem. E sua fantasia virou realidade no mundo que criou, prejudicando deveras um pai de família.

O que fazer? Como fica o prejuízo deixado à real vítima, o motorista? As moças que divulgaram os cartazes dele pedirão desculpas na mesma proporção? A “falsa estuprada” pensou nas consequências?

Extraído de: https://jr.jor.br/2020/01/21/jovem-mentiu-sobre-estupro-de-motorista-do-uber/

JOVEM MENTIU SOBRE ESTUPRO DE MOORISTA DO APLICATIVO

Uma jovem de 18 anos, que denunciou na Polícia de Jundiaí um motorista de aplicativo pela prática de estupro, mentiu sobre as acusações.

O caso foi esclarecido pela equipe da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Jundiaí.

A jovem foi indiciada pela delegada Renata Yumi Ono por falsa comunicação de crime, denunciação caluniosa, fraude processual e vai aguardar em liberdade a decisão da Justiça.

A equipe da investigadora Lilian trabalhou muito para desvendar esse caso, porque a suposta vítima tinha “produzido” elementos para enganar a todos, como as roupas rasgadas e peças íntimas sujas de sangue e chamou uma amiga como “testemunha” de que tinha sido violentada.

Desde sábado a Delegacia da Mulher buscava provas para saber o que realmente tinha ocorrido. Até ordem de prisão contra o motorista foi expedida e amigas da jovem espalharam foto do motorista como “procurado” por estupro nas redes sociais.

Ela contou que o acusado tinha ido em frente de sua casa com um Corsa ou Celta preto e a levou para matagal, onde estuprou e fez atos libidinosos, rasgando suas roupas.

O rapaz tentou obter imagens que provavam a sua inocência. Uma das câmeras de condomínio registrou a saída dele no horário em que a moça disse ter sido estuprada. Mas a segurança informou que entregaria à polícia só com ordem da Justiça.

Graças à equipe da DDM ele pode respirar aliviado e tentar voltar ao trabalho.

“A casa caiu”

Diante de vários conflitos nas informações da jovem e nas versões dos familiares do acusado, que garantiam a inocência do motorista do Uber, a jovem foi chamada para voltar na Delegacia para novo depoimento e caiu em conflitos.

No final acabou confessando que ‘inventou’ tudo e o motorista era inocente.

O único problema real que teve com ele foi a divergência em pagamento de uma corrida até o Maxi Shopping, de R$ 15,30.

A jovem disse que inventou o estupro para chamar a atenção da namorada, porque ela a deixou.

Agora a jovem terá de aguardar a decisão da Justiça sobre o seu futuro. A família do rapaz informou ao “Jornal da Região” que pretende processar a moça, também.

Ele teve de desaparecer, porque algumas pessoas o ameaçavam.

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– O número de bilionários no mundo e a incrível desigualdade

Às vésperas do Fórum Mundial de Economia que ocorre em Davos, na Suíça, uma ONG divulgou o número exato de bilionários no mundo: eles totalizam 2.153 pessoas, e possuem mais riqueza do que a soma de 60% da população mundial.

Um número tão alarmante quanto esse é que, segundo o jornalista brasileiro Jamil Chade em seu twitter, desses mesmos dados se observa que os 22 homens mais ricos do mundo possuem mais dinheiro do que a soma de TODAS as mulheres do continente africano.

E o que fazer? A culpa é da sociedade? Do capitalismo selvagem e do comunismo ditatorial? Repare que citei os extremos de regime, não as versões moderadas…

Abaixo, extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-01/bilionarios-do-mundo-tem-mais-riqueza-do-que-46-bilhoes-de-pessoas

BILIONÁRIOS DO MUNDO TÊM MAIS RIQUEZA DO QUE 4,6 BILHÕES DE PESSOAS

Por Fernando Fraga

Os 2.153 bilionários do mundo detêm mais riqueza do que 4,6 bilhões de pessoas, que correspondem a cerca de 60% da população mundial. Os dados constam do novo relatório da organização não governamental Oxfam, Tempo de Cuidar – O trabalho de cuidado mal remunerado e não pago e a crise global da desigualdade, lançado nesse domingo (19), às vésperas do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

O estudo aponta que a desigualdade global está em níveis recordes e o número de bilionários dobrou na última década. Segundo o levantamento, o 1% mais rico do mundo detém mais que o dobro da riqueza de 6,9 bilhões de pessoas.

O relatório chama a atenção para o fato de que essa grande desigualdade está baseada em boa medida em um sistema que não valoriza o trabalho de mulheres e meninas, principalmente das que estão na base da pirâmide econômica. De acordo com a organização, no mundo, os homens detêm 50% a mais de riqueza do que as mulheres.

“Além de chamar a atenção para essa desigualdade extrema que não está sendo solucionada, resolvemos dar visibilidade a um tema que não tem visibilidade e que contribuiu para esse acúmulo de riqueza, que é o fato de o cuidado não ser remunerado ou ser mal remunerado”, disse a diretora executiva da Oxfam Brasil, Katia Maia.

“Milhões de mulheres e meninas passam boa parte de suas vidas fazendo trabalho doméstico e de cuidado, sem remuneração e sem acesso a serviços públicos que possam ajudá-las nessas tarefas tão importantes”, completou.

Segundo cálculos da Oxfam, o valor monetário global do trabalho de cuidado não remunerado prestado por mulheres a partir dos 15 anos é de US$ 10,8 trilhões por ano, três vezes maior que o estimado para o setor de tecnologia do mundo.

Katia destacou a forte contribuição da questão de gênero na desigualdade mundial. “Se você juntar os 22 homens mais ricos do mundo, eles têm a mesma riqueza que todas as mulheres que vivem na África, que é em torno de 650 milhões”.

Segundo a Oxfam, as mulheres fazem mais de 75% de todo trabalho de cuidado não remunerado do mundo. Frequentemente, diz a organização, elas trabalham menos horas em seus empregos ou têm que abandoná-los por causa da carga horária com o cuidado de crianças, idosos e pessoas com doenças e deficiências físicas e mentais bem como o trabalho doméstico diário.

Alerta

A organização alerta que o problema deve se agravar na próxima década à medida que a população mundial aumenta e envelhece. Estima-se que 2,3 bilhões de pessoas, entre idosos e crianças, vão precisar de cuidado em 2030, um aumento de 200 milhões desde 2015.

De acordo com a pesquisa, no Brasil, em 2050, serão cerca de 77 milhões de pessoas que vão depender de cuidado, o que representa pouco mais de um terço da população estimada entre idosos e crianças, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O mundo enfrenta uma crise de prestação de cuidados devido aos impactos do envelhecimento da população, a cortes em serviços públicos e sistemas de proteção social e aos efeitos das mudanças climáticas – ameaçando piorar a situação e aumentar o ônus que recai sobre trabalhadoras de cuidado”, diz o documento.

O relatório também aponta que governos vêm cobrando alíquotas fiscais baixas dos mais ricos e de grandes corporações, “abandonando a opção de levantar os recursos necessários para reduzir a pobreza e as desigualdades”.

De acordo com o estudo, se o 1% mais rico do mundo pagasse uma taxa extra de 0,5% sobre sua riqueza nos próximos 10 anos, seria possível criar 117 milhões de empregos em educação, saúde e de cuidado para idosos.

“Em vez de ampliar programas sociais e gastos para investir na prestação de cuidado e combater a desigualdade, os países estão aumentando a tributação de pessoas em situação de pobreza, reduzindo gastos públicos e privatizando a educação e a saúde, muitas vezes seguindo o conselho de instituições financeiras como o Fundo Monetário Internacional (FMI)”, diz o documento.

Recomendações

A Oxfam recomenda que os governos devam investir em sistemas nacionais de prestação de cuidados para solucionar a questão da responsabilidade desproporcional pelo trabalho de cuidado realizado por mulheres e meninas.

Outra recomendação é valorizar o cuidado em políticas e práticas empresariais. “As empresas devem reconhecer o valor do trabalho de cuidado e promover o bem-estar de trabalhadores e trabalhadoras. Além disso, devem apoiar a redistribuição do cuidado oferecendo benefícios e serviços como creches e vales-creche e garantir salários dignos para prestadores de cuidado”, afirma o documento.

PProtestos, Moscou, Eleições. REUTERS/Shamil Zhumatov

– A Lei que proíbe descartáveis em São Paulo é a ideal? Onde entrou a preocupação com a Educação?

Foi sancionada a Lei da Proibição dos Descartáveis na Capital Paulista, onde além dos canudos plásticos, também copos, talheres e pratinhos estarão proibidos, dentre outras coisas

Concordo com as causas ambientais, defendo o meio-ambiente, mas… será que não seria a melhor opção a Educação somada com a Coleta Seletiva?

Temo muito quando leio “proibição” e “lançamento de produtos alternativos”. O medo é que alguém possa estar faturando em cima, ao invés da real preocupação ecológica.

Mas o que vale discutir é: será que a medida ideal é essa? Imagine o custo em buffets, restaurantes e outros estabelecimentos com água e detergente (e que deverá ser repassado, irremediavelmente). Aliás, não estaríamos discutindo a troca de um tipo de poluição (plásticos) por desperdício de água e poluentes químicos, ao invés de investir na Conscientização e Educação Ambiental?

Os valores financeiros gastos serão infinitamente menores se forem investidos em formação desde já e nos alertas para a necessidade dos descartes corretos de produtos de materiais recicláveis. Afinal, as crianças são as herdeiras do planeta e, como sabemos, os recursos naturais escassos. Nada disso seria necessário se todos fizessem sua parte…

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– Salário Mínimo e Auxílio Reclusão

Perguntar não ofende: quer dizer que um salário mínimo brasileiro é o mesmo valor do auxílio-reclusão (o salário dos preços)?

Mais do que isso: o valor do auxílio-reclusão aumenta de acordo com o número de filhos.

Que país é esse onde um pai de família humilde e honesto recebe um pouco mais de R$ 1.000,00 e um assaltante pode estar na cadeia ganhando mais dinheiro do que ele às custas do Governo (e sem trabalhar)?

Não dá para entender…

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– De cristão, a pessoa que atacou a sede do “Porta dos Fundos” pelo filme irônico a Jesus Cristo não tem nada.

Eduardo Fauzi Richard Cerquise, procurado pela Polícia pelo atentado contra o grupo humorístico “Porta dos Fundos” (jogou uma bomba na sede da produtora da trupe), gravou um vídeo chamamdo seus integrantes de “bandidos” e “intolerantes“.

Crê-se que o foragido faça parte dos Integralistas, grupo marcante do século passado que se notarizou pelo extremismo ao patriotismo e a defesa de determinados valores. Em certo momento da história, esse movimento foi relacionado ao Nazismo. Entretanto, os Integralistas do Século XXI (eles ainda existem) negam que ele seja um deles.

O certo é: Eduardo não pode ser chamado de “cristão revoltado com o filme ofensivo ao Cristianismo. Afinal, todo católico lembra que Jesus orientou, quando questionado por São Pedro, a perdoar “70 vezes 7” (que simbolicamente significa SEMPRE).

Para o cristão, deve-se “dar a outra face”, ou a “César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. NUNCA revidar, vingar ou maldizer.

Também eu detestei esse inoportuno filme que faz chacota ao Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, no Estado Democrático que vivemos, nos resta a criticar, boicotar a exibição e opinar. Praticar a violência nos equipara a quem foi violento espiritualmente conosco e nos tira o direito de sermos chamados de “cristãos”.

– O Custo de um Menor na Fundação Casa

Sou do tempo em que se chamava “presídio de menor de idade” pela alcunha de FEBEM (Fundação Estadual do Bem Estar do Menor). Hoje, é a Fundação Casa.

Tal entidade deveria ser uma instituição recuperativa de menores, mas sabemos que a questão educacional, infelizmente, fica em segundo plano.

Nesses tempos de discussão, surgiu um número que é real: cada interno custa R$ 11.500,00 para os cofres públicos!

Não era melhor investir em escola? Com Educação, não precisaríamos de tanta “FEBEM”…

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– Somos influenciáveis?

Sim, somos influenciáveis; uns poucos, outros muitos. E por quê ou por quem nos influenciamos?

A resposta pode vir de uma reflexão bacana, trazida em tuíte do Papa Francisco:

Se os bens materiais e o dinheiro tornam-se o centro da vida, eles apoderam-se de nós e nos escravizam”.

E então: o que tem sido o centro de sua vida?

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– Gosto não se discute.

Ludmilla é uma cantora popular. Como não gosto dos ritmos que ela canta (mas respeito quem possa gostar), desconheço suas canções.

E, desavisadamente, li uma letra que fazia apologia às drogas, falava debochadamente de venda a “R$ 1,00 o grama” e que seria um sucesso nas rádios. Daí descobri que é uma música dessa cantora, chamada “Verdinha”.

Cá entre nós: há gente que pode curtir, mas eu tô fora. Drogas viciam, fazem mal e trazem transtornos aos familiares. Lamentavelmente, nas “ondas de modismo do mundo”, pessoas usam como expressam de rebeldia ou por pura picuinha mesmo.

Gosto não se discute; mas, como diria um amigo meu, “gosto se lamenta…”

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– Um dia sem Redes Sociais?

E aqui confesso: tentei passar um dia inteiro sem acessar Twitter, Facebook, Instagram ou demais redes sociais. E como é difícil…

Para mim, não são canais de entretenimento: são de trabalho e multimídia; contatos pessoais e profissionais estão lá, e por elas se comunicam.

Hei de chegar em um dia de descanso, sem computador, celular e… relógio! Somos reféns do horário e da tecnologia.

O pior de tudo: as redes sociais nos consomem tempo. Mesmo quando não as queremos, damos uma olhadela em algo que não é prioritário. Sem contar aqueles que acham que você está a disposição 24 horas, te mandam mensagens por Messenger, Viber ou WhatsApp e ainda aguardam resposta no exato momento! E ainda há os que enviam repetitivas perguntas sobre repetitivo assunto repetitivamente!!!

Ok, ando sem paciência por diversos motivos, desde maltratos da vida até desrespeitos e desprezos de outrem, além da economia cambaleante. Mas que estou fugindo aos poucos das redes sociais (tornei-me antissocial?), estou. Melhor otimizar o tempo com coisas e pessoas que não estressem…

Em tempo: grupos de WhatsApp? Tô fora.

Compreendam, amigos: o mundo real estressa demais; o virtual não pode ser complemento cansativo dele…

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– A indústria que aproveita dos pedintes!

Vamos falar de um tema espinhoso: a indústria de aproveitadores da mendicância e os mendigos de verdade!

Será que, quando alguém nos pede, o pedinte é um verdadeiro necessitado ou um empregado de pessoas que o exploram?

Aliás, como ajudar de verdade esses mais pobres? O que o Estado pode fazer para ajudar (se é que pode ajudar em todos os casos)?

Assisti a uma entrevista de Yago Martins, que passou 1 ano fingindo ser andarilho para escrever um livro: “A máfia dos Mendigos”. E ele disserta as coisas curiosas (como aluguel de crianças para esmolarem), as barbaridades e as necessidades dos moradores de rua. Muito interessante!

Depois de assistí-la, você ficará na dúvida: se precisamos individualizar o tratamento para o auxílio mais eficaz e preciso, como descobrir quem é necessitado ou não?

O vídeo em: https://youtu.be/VgHh9-EpOn8 (aos 27 minutos o início da entrevista)

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– Nem sempre o Prêmio Nobel vai para alguém merecedor. Não é, Peter?

Peter Handke recebeu o Prêmio Nobel de Literatura na semana passada. Tudo normal, caso ele não fosse uma importante personalidade a negar o genocídio nos Bálcãs, no conflito mais recente da história da Europa.

Como pode faltar sensibilidade ao júri ou a quem escolhe o vencedor de um prêmio?

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/10/15/por-que-tres-paises-europeus-querem-anular-o-ultimo-nobel-da-literatura.htm

POR QUÊ 3 PAÍSES QUEREM ANULAR O NOBEL DE LITERATURA

Na região de passado recente mais atribulado da Europa, cidadãos e até governos de três países se dizem ofendidos e querem a anulação do prêmio Nobel de Literatura de 2019, concedido ao escritor austríaco Peter Handke.

A nomeação provocou reações na Albânia, na Bósnia e no Kosovo – oficialmente não reconhecido pelo Brasil como país independente. Um dia antes do anúncio do Nobel da Paz, a escolha da Academia Sueca soou nos Bálcãs como um elogio à guerra.

“O fato de uma instituição renomada como a Academia Sueca dedicar seu prêmio mais alto a Handke é repulsivo e insultante para aqueles que sofreram tudo aquilo que o escritor nega que existiu”, disse ao UOL Kemal Pervanic, sobrevivente de um campo de concentração na Bósnia em 1992.

Kemal tinha 24 anos quando, durante a dissolução da Iugoslávia, tropas sérvias invadiram a Bósnia e confinaram populações de origem muçulmana — como a sua família.

O campo de concentração em que Kemal estava preso foi descoberto por jornalistas ingleses após dez semanas. Com o escândalo internacional, 1.200 prisioneiros, incluindo ele e seu irmão, foram liberados, mas tiveram que fugir da Bósnia.
A alguns quilômetros dali, em vilarejos como Srebrenica, os prisioneiros não tiveram a mesma sorte, e mais de 8.000 homens e meninos foram assassinados.

Apesar da extensa documentação e dos julgamentos internacionais, Handke, premiado por sua literatura, diz que não houve campo de concentração, nem genocídio. Ele chegou a dizer que os bósnios muçulmanos haviam fingido tudo para sujar a imagem da Sérvia.

Ao ser anunciado vencedor do Nobel deste ano, Handke, cuja língua materna é o alemão, comemorou em sérvio para TVs de Belgrado.

“Hoje à noite, vamos tomar uma rakija [licor típico da sérvia] e uma taça de vinho branco”, disse Handke.

Fã da Iugoslávia

Handke nasceu na Áustria e tinha mãe eslovena — uma das nacionalidades que compunham o caldeirão multiétnico da antiga Iugoslávia.

Ele cresceu admirando a república socialista e a via como um contraponto à sociedade de consumo capitalista. No início da década de 1990, com o início da desintegração iugoslava, Handke tomou partido de Belgrado, que tentava manter a unidade da federação, e ignorou as denúncias de atrocidades cometidas pelas milícias sérvias.

Em 2006, Handke fez um discurso emotivo e elogioso no funeral de Slobodan Milosevic, acusado de liderar forças sérvias nos crimes de guerra contra a Bósnia, a Croácia e o Kosovo.

“Ele faz apologia a crimes como genocídio e nunca se preocupou em encontrar a verdade conversando com aqueles que sofreram nas mãos dos sérvios”, afirma Kemal, que hoje mora na Inglaterra e mantém um projeto para promover a integração entre etnias na Bósnia.

Pervanic é um dos que tem se manifestado publicamente contra a nomeação de Handke. E as declarações não se limitam à sociedade civil.

Presidentes da Albânia e do Kosovo

Após a divulgação do prêmio, o presidente do Kosovo, país que declarou unilateralmente independência da Sérvia em 2008, foi ao Twitter protestar.

“O genocídio na Bósnia e no Kosovo tiveram um autor. Handke escolheu apoiar e defender esses autores. A decisão do Prêmio Nobel traz imensa dor às incontáveis vítimas”, escreveu Hashim Thaçi.

A população do Kosovo, em grande parte de origem albanesa e muçulmana, também acusa as forças sérvias de crimes de guerra.

Na Albânia, país solidário ao Kosovo pelos laços étnicos, o presidente Edi Rama também demonstrou indignação nas redes sociais.

“Nunca pensei que sentiria vontade de vomitar por um prêmio Nobel”, escreveu.

Nas plataformas de petição online, surgem dezenas de ações coletas de assinatura pedindo que o prêmio seja revogado.

O UOL pediu à Academia que se manifestasse sobre a polêmica, mas não teve resposta.

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– Crianças e Mundo Digital!

Fico impressionado como as crianças dominam bem os equipamentos eletrônicos e sabem se virar nas redes sociais. Temo apenas os golpistas e enganadores, mas, com a ajuda dos pais, isso se torna seguro.

Porém, leio artigo da neurocientista Susan Greenfield, estudiosa doutora que profetizou:

as crianças do futuro não conseguirão discernir caras, olhares, tom de voz, já que se dedicam ao relacionamento virtual do que o pessoal”.

Claro que isso é preocupante. Mas não é apocalíptico demais? Nada do que uma boa educação familiar não possa corrigir…

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– Sexo entre Pessoas Especiais e o Delicado Tema

Amigos, assunto de difícil trato: o sexo entre deficientes intelectuais.

Com um pouco mais de autonomia e liberdade para fazer as próprias escolhas, os deficientes intelectuais colocam uma nova questão para o país: a quem cabe decidir se eles podem fazer sexo e ter filhos? – por Solange Azevedo.

Compartilho interessante matéria publicada pela Revista Época dias atrás:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI96551-15228,00-A+SEXUALIDADE+DOS+DEFICIENTES+INTELECTUAIS.html

SEXO SEM PRECONCEITO

Deitada no leito do consultório médico, Cíntia Carvalho Bento tira os óculos para enxugar as lágrimas. Era 6 de março. Ela acabara de ouvir, pela primeira vez, os batimentos cardíacos de seu bebê. “Graças a Deus, tem um neném na minha barriga.” Cíntia, de 38 anos, traz no rosto os sinais da síndrome de Down: olhos pequenos e amendoados, boca em forma de arco, bochechas proeminentes. E, na alma, desejos semelhantes aos das mulheres comuns: trabalhar, namorar, casar, ser mãe. Todos realizados. Cíntia nasceu numa família que aprendeu a dialogar e a respeitar, quando possível, suas escolhas. E que não encarou sua deficiência intelectual – característica dos Downs – como um obstáculo incontornável.

“Aceitamos bem os namoros e o casamento da Cíntia. Meu marido e eu sempre achamos que nossa filha deveria levar uma vida próxima do normal”, afirma Jane Carvalho. “A gravidez é que foi um susto. Tivemos medo de que a criança viesse com problemas de saúde. Mas logo descobrimos que não.” Augusto está com 3 meses. “Estou muito feliz. Pego ele no colo, mudo (as fraldas), dou banho”, diz Cíntia. A gestação não foi planejada. Mas Cíntia sempre quis ter um filho. Ela conheceu o marido, Miguel Egídio Bento, na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Florianópolis. Cíntia era aluna. Miguel, hoje com 42 anos, funcionário. A amizade virou namoro bem depois, numa colônia de férias. O casamento, em junho de 2006, foi como nos sonhos dela: vestido de noiva, igreja, festa e lua de mel.

A vida de Cíntia é uma exceção. As relações afetivas e sexuais são o tema mais controverso e cercado de preconceitos no universo da deficiência intelectual – um assunto que mexe com valores morais e culturais. “É necessário derrubar o mito de que as pessoas com deficiência intelectual são assexuadas ou têm a sexualidade exacerbada”, afirma Fernanda Sodelli, diretora do Núcleo de Estudos e Temas em Psicologia. “Elas não são anjos nem feras que precisam ser domadas. E têm o direito de viver a sexualidade.” Isso quer dizer não apenas o direito de transar, mas o de conhecer o próprio corpo e aprender como se comportar na intimidade: saber se cuidar, estabelecer relações, lidar com as emoções, construir a própria identidade.

Entre os deficientes intelectuais é comum querer namorar apenas para ter o prazer de beijar na boca. Ou de andar de mãos dadas. Manifestações normais da sexualidade ainda hoje são interpretadas como problema. Foi o que a psicóloga Fernanda viu no consultório quando um pai a procurou preocupado com o filho de 18 anos, que se masturbava pela casa. O pai contou que tentara explicar que aquele comportamento seria aceitável apenas quando o filho estivesse sozinho. “Pai, o que é sozinho?”, perguntou o rapaz. Ninguém lhe ensinara a diferença entre o público e o privado, e o que é adequado ou inadequado em cada um desses espaços. Na infância, o garoto era obrigado a usar o banheiro de porta aberta. O quarto nem porta tinha. Ele cresceu sendo espionado o tempo todo, sem noção de privacidade.

No caso de Cíntia, seus pais se deram conta de que era hora de o relacionamento com Miguel evoluir para o casamento quando ela pediu permissão para o namorado dormir na casa da família. No final da adolescência, Cíntia já sentia vontade de namorar. Abraçava árvores e fingia beijá-las como se fossem um príncipe. Viveu o primeiro romance no início da década de 1990, aos 21 anos, numa época em que os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes intelectuais nem sequer eram cogitados. A discussão é recente no país. O movimento de inclusão deu visibilidade aos deficientes e abriu frestas nas portas das escolas e do trabalho.

Pela lei brasileira, os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes intelectuais são os mesmos de qualquer outro cidadão. A garantia desses direitos, no entanto, vai além da capacidade do Estado. Depende do bom senso e da disposição das famílias – a maioria marginalizada durante toda a existência e sem o conhecimento necessário para lidar com a complexidade da questão. A principal dificuldade dos deficientes intelectuais é o pensamento abstrato. Como ensiná-los que atos idênticos podem ter intenções e significados diferentes? E que, por isso, alguns seriam permitidos e outros não? Se o namorado bota a mão no seio da garota, é carinho; quando a mão é do tio ou do vizinho, é abuso sexual. Se a mão é do ginecologista, trata-se de um exame de rotina.

Na dúvida, grande parte das famílias encara a superproteção e a repressão da sexualidade como o único caminho para afastar os filhos dos riscos. Deixar de pensar e decidir por eles é uma tarefa custosa e que exige desprendimento. E, se algo der errado, conseguirei conviver com a culpa? Qual é a medida certa da autonomia? A dependência, às vezes mútua, prejudica o desenvolvimento do deficiente. “Os pais precisam ser trabalhados para enxergar primeiro o filho e depois a deficiência”, diz a assistente social Mina Regen, coautora do livro Sexualidade e deficiência: rompendo o silêncio. “É fundamental que as pessoas com deficiência intelectual sejam ouvidas e aprendam a fazer escolhas desde a infância, por mais simples que sejam.” Isso inclui da roupa a vestir até o que comer.

Segundo especialistas, entre todas as deficiências, a intelectual é a mais temida pelas famílias e a mais discriminada pela sociedade. “Somos educados para acreditar que existe uma hierarquia entre condições humanas”, diz Claudia Werneck, superintendente da Escola de Gente, uma ONG baseada no Rio de Janeiro que desenvolve projetos de inclusão social. “No colégio, as boas notas fazem a alegria dos pais. A felicidade do filho fica em segundo plano.” A Escola de Gente mediu os níveis de intolerância aos deficientes intelectuais em mais de 300 oficinas feitas em dez países. Num determinado momento da exposição, uma pergunta é feita à plateia: “Quem daqui é gente?”. O palestrante segue fazendo questionamentos que provocam o público. “Pelo menos 90% dos presentes dizem que é humano quem tem o intelecto funcionando bem”, afirma Claudia.

No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, há 3 milhões de deficientes intelectuais. São pessoas com “dificuldades ou limitações associadas a duas ou mais áreas, como aprendizagem, comunicação, cuidados pessoais, com a saúde e a segurança”. Não há um ranking das causas da deficiência no país. Mas há diversos fatores de risco: síndromes genéticas (como de Down e de Williams, que afeta as áreas cognitiva, comportamental e motora), doenças infecciosas como rubéola e sífilis, abuso de álcool ou drogas na gestação, desnutrição (da mãe ou da criança) e falta de oxigenação no cérebro.

“Crianças com deficiência criadas em ambientes que favorecem o desenvolvimento e a autonomia podem ser capazes de namorar e constituir família”, afirma Mina Regen. “Cada caso deve ser analisado de acordo com suas singularidades.” Cíntia, de Florianópolis, mora com o marido e o filho na casa dos pais. Em Socorro, São Paulo, cidade de 33 mil habitantes, o arranjo mais conveniente para um casal de deficientes e suas famílias foi diferente. Maria Gabriela Andrade Demate e Fábio Marcheti de Moraes, ambos de 29 anos, vivem com a mãe dele. A filha do casal, Valentina, mora com a avó materna. Todas as manhãs, Gabriela pula da cama e corre para ajudar a cuidar da menina. “Mamãe”, diz a falante Valentina, de 1 ano e meio, ao escutar o barulho da porta.

Quando Gabriela deu à luz, sua história repercutiu pelo Brasil. Na Associação Carpe Diem, na Zona Sul de São Paulo, uma das raras instituições para deficientes intelectuais que lidam com a sexualidade e os direitos reprodutivos, o assunto reacendeu discussões diversas: gravidez, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis. “Tenho vontade de transar um dia. Mas tenho de estar preparada”, diz Mariana Amato, de 30 anos. “Eu queria engravidar. Gostaria de ser mãe.”

A abordagem da Carpe Diem é a do Projeto Pipa: Prevenção Especial, criado pelas psicólogas Lilian Galvão e Fernanda Sodelli. Conceitos sobre a manifestação da sexualidade são transmitidos, principalmente, em rodas de conversa. Os “jovens Pipa” aprendem, por exemplo, a identificar abuso sexual com o uso de bonecos. A pedagogia ajuda a transformar abstrações em ideias concretas. “Antes do Projeto Pipa, eu tinha um medo danado e ficava confusa”, afirma Ana Beatriz Pierre Paiva, de 32 anos. “O que é sexualidade? O que é namorar? O que é gostar de alguém?” Bia revela que descobriu o próprio corpo, que tem desejos e que os atos de uma pessoa têm consequências – algumas agradáveis, outras não. Também conseguiu se aproximar dos pais e dizer o que pensa. “A vontade de ter um compromisso sério é grande. Mas meus pais acham que sou nova.” A mãe de Bia, Ana Maria Pierre Paiva, reconhece que é “superprotetora” e que teria dificuldades de aceitar um relacionamento da filha.

Bia é de uma geração de deficientes intelectuais brasileiros que começou agora a se engajar num movimento de autodefesa. Junto com Mariana Amato e Thiago Rodrigues, de 22 anos, ela dá palestras sobre direitos sexuais e reprodutivos pelo país. Em agosto, os três estiveram num evento em João Pessoa, Paraíba. “Tem gente que olha para a nossa cara e pensa: ‘Esses garotos não sabem de nada, não crescem’”, diz Thiago. “Geralmente, a gente não pode viver a sexualidade por causa da falta de compreensão das pessoas.”

Certa vez, Mariana e o namorado foram ao cinema e tiveram de trocar de sala porque um casal se sentiu incomodado e chamou o segurança. “O segurança me disse que os dois estavam apenas se beijando”, afirma Glória Moreira Salles, mãe de Mariana. Agora, Mariana e o namorado só se comunicam por internet e telefone. Ela se mudou temporariamente para Lucena, na Paraíba. Durante seis meses, vai morar com a amiga Lilian Galvão, uma das criadoras do Projeto Pipa, e trabalhar numa ONG. “Chegou a minha hora. Vou conviver no mundo lá fora e seguir o meu projeto de vida”, diz Mariana. A mãe, Glória, afirma que, com o decorrer do tempo, passou a enxergar a filha de maneira diferente. “Aprendi que quem põe os limites é ela.”

O sucesso do Pipa é possível porque envolve as famílias. “Se o Pipa tivesse chegado antes, não teria levado minha filha para fazer laqueadura”, afirma uma mãe. A cirurgia seria evitada se a jovem já conhecesse os métodos contraceptivos e soubesse como se proteger de abusos. Ainda há famílias que recorrem à esterilização. “Não é crime. Mas é uma violação de direitos proibida pela convenção da ONU, ratificada pelo Brasil em 2008”, diz Izabel Maior, chefe da Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, ligada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos.

“A gente tem condições de aprender a se proteger”, diz Mariana, “e, com o suporte da família, a gente pode ter autonomia.” Mariana demonstra ser uma mulher determinada. Bia é doce, fala sorrindo com os olhos. Suas palavras, pronunciadas de maneira calma e fluida, não são menos assertivas que as da amiga Mariana: “Somos seres humanos e nos sentimos como seres humanos, como todos vocês”.

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AUTODEFESA
Mariana, Bia (no centro) e Thiago. Eles dão palestras sobre os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes

– A idiotice de baderneiros

Li uma publicação que me entristeceu bastante, num grupo de torcedores de futebol (não importa em que lugar ou quem publicou, vale o teor da mesma): a louvação de saques em postos de combustíveis à beira de estrada e bagunça durante viagens aos jogos.

Ora, é comum ver a Polícia Rodoviária fechando entradas de Postos ou proibindo grupos de torcedores de adentrarem às Lojas de Conveniências nas rodovias, justamente por isso: a bandidagem!

Desde quando o sujeito tem direito a praticar furtos, somente porque está em maior número? É crime! E é comum (lamentavelmente) ver essas situações aos finais de semana. E de vários times (ou facções, se assim for entendido).

Mais ainda: se não na estrada, mas na arquibancada, travestido de “emocionado”, o torcedor mais irresponsável diz-se permitir tudo: invadir campo, cuspir em bandeirinha, brigar com o próximo ou transgredir à civilidade. Coisas erradas mas que querem ser justificadas dessa forma imprópria.

Por quê o futebol é desculpa para libertino? Não deveria (e não deve) ser assim. O esporte brasileiro tenderá a não ser respeitado por ações como essas (incluindo as dos cartolas corruptos) e afastando as famílias.

Por mais paz / educação e respeito nos estádios. É o que precisamos!

– O Racismo no Futebol ainda impera na Itália!

Às vezes, é melhor ficar calado do que falar uma bobagem. Na Itália, onde os casos de racismo no futebol são frequentes, o presidente da Lazio (que por muitos é uma equipe mal vista por ter sido o time de Mussolini), declarou que imitar um macaco nem sempre é racismo e é normal isso acontecer com quem não tem a pele normal (que seria branca).

Pela lógica, a coloração negra da pele é algo “anormal”?

É complicado ver que esse câncer da humanidade – o racismo – está aculturado em nossa sociedade de maneira a cegar as pessoas. Lembrando ainda que, em casos de racismo na arquibancada, existe o Protocolo FIFA a ser aplicado pela arbitragem.

Para conhecer os procedimentos do protocolo, clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

A matéria do racismo abaixo, extraído de: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/6145875/presidente-da-lazio-diz-que-imitacao-de-macaco-nem-sempre-e-racismo-e-cita-pele-normal-como-branca

PRESIDENTE DA LAZIO DIZ QUE “IMITAÇÃO DE MACACO NEM SEMPRE É RACISTA” E CITA “PELE NORMAL” COMO BRANCA.

O presidente da Lazio, Claudio Lotito, deu uma declaração polêmica, de acordo com a agência de notícias ANSA.

Segundo Lotito falou à ANSA, os gritos de “macaco” no estádio não são sempre racistas.

“Os gritos nem sempre correspondem a atos racistas ou discriminatórios. Eu lembro quando era pequeno, as pessoas que não eram de cor, que tinham pele normal, branca, frequentemente usavam esse grito para atrapalhar o atacante adversário na frente do goleiro” (…)

“Nós temos que tratar isso individualmente. Nós temos muitos jogadores negros. Eu não acho que a Lazio faz distinção da cor da pele. A conduta da Lazio nesse aspecto está aí para todos verem”, completou.

Recentemente no Campeonato Italiano, o atacante belga da Inter de Milão Lukaku foi chamado de macaco pela torcida do Cagliari.

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Lukaku, uma das vítimas de racismo na foto acima.

– Amnésia ao Contrário?

Imagine uma “Supermemória”, uma espécie de “Amnésia ao contrário”?

Algo incrível, não?

Pois existem pessoas com essa memória fantástica, onde você lembra de mínimos detalhes de coisas normalmente esquecíveis. Porém, não são mais do que 20 “escolhidos”.

Abaixo, extraído de: Isto É, ed 2238,pg 27

O HOMEM DA SUPERMEMÓRIA

por Antonio Carlos Prado e Laura Daudén

A OMS acredita que não mais de 20 pessoas em todo o planeta sejam portadoras de hipertimésia – espécie de amnésia ao contrário que leva a pessoa a lembrar com exatidão e nos mínimos detalhes as situações mais rotineiras vivenciadas no dia a dia de duas décadas atrás. Um desses portadores é o britânico Aurelien Hayman. A causa de sua supermemória: na esmagadora maioria das pessoas, é o lobo frontal direito do cérebro que armazena memórias de longo prazo. No caso de Hayman, também o lobo frontal esquerdo e o lobo occipital cumprem essa função.

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– A era da contraditória esquizofrenia social

Recebi esse texto, cujo autor (Almir Favarin) por ignorância eu não conheço, mas que é sensacional ao explicar com perfeição esses tempos de intolerância a certas coisas e, contraditoriamente, tolerância irrestrita a outras.

Compartilho:

ESQUIZOFRENIA SOCIAL

Por Almir Favarin, Teólogo e Psicanalista

Vivemos numa época onde querem que os padres se casem e que os casados se divorciem.

Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja.

Que as mulheres tenham corpos masculinizados e se vistam como homens e assumam papéis masculinos. Querem  que os homens se tornem “frágeis” e delicados e com trejeitos, como se fossem mulheres. Uma criança com apenas cinco ou  seis anos de vida já tem o direito de decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um menor de dezoito anos, não pode responder pelos seus crimes.

Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quer fazer mudança de sexo.

Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade e se o tentarem fazer, é crime.

Ser à favor da família e religião é ditadura, mas urinar em cima dos crucifixos é liberdade de expressão.

Se isso não for o Fim dos Tempos, deve ser o ensaio…

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– Uma pessoa se transforma quando assume o volante?

Vejam que bacana: um estudo detectou 7 tipos de motoristas e muitas considerações sobre o que passa na cabeça das pessoas quando dirigem.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/rodas/2016/09/1814159-estudos-definem-perfis-de-motoristas-estressados-correm-mais-riscos.shtml

OS SETE PERFIS DE MOTORISTAS

PROFESSOR

Conhecedor das regras do trânsito, faz questão de apontar o que outros motoristas fizeram de errado (trocar de faixa sem dar seta, por exemplo) e espera ter seu “esforço” reconhecido

JUSTICEIRO

Quer punir outros motoristas que, segunda sua opinião, se comportam mal; vai atrás de quem fechou seu carro, discute no trânsito e só sossega após transmitir uma lição de moral

CONCORRENTE

Precisa chegar à frente de todos os outros motoristas e se irrita com a “lerdeza” dos outros. É o motorista que costura no trânsito e não tem pudores ao furar a fila no pedágio

ESCAPISTA

Seu carro é o refúgio onde ouve música alta com os vidros fechados. Evita qualquer tipo de relação com o estresse do trânsito que o cerca, e a distração pode colocá-lo em situação de risco

CUCA FRESCA

Se maus motoristas estão fazendo barbeiragens ao redor, ele tenta ignorar e segue adiante, ou apenas libera passagem para se livrar de possíveis problemas no trânsito

FILÓSOFO

Aceita os erros de outros condutores sem perder a calma, tentando explicar racionalmente o porquê das atitudes imprudentes. Consegue controlar as emoções enquanto dirige

SABE-TUDO

Ninguém dirige melhor do que ele, todos os outros condutores são incompetentes. É o mal-humorado que grita ordens como “fica na tua faixa!”, geralmente seguida de um palavrão

ESTUDOS DEFINEM PERFIS DE MOTORISTAS; ESTRESSADOS CORREM MAIS RISCOS

Por Eduardo Sodré

“Era de propósito, ele me ultrapassava e freava bruscamente. Depois da terceira vez que fez isso, consegui fechá-lo e desci do carro”, conta a advogada Léa Carta, 38. Ela foi até o outro veículo, bateu no vidro até o motorista baixar o vidro e o puxou pelo colarinho.

O episódio, motivado por uma briga por espaço no trânsito, ocorreu há sete anos. Carta, que tem 1,58 m de altura, buzinou quando o veículo invadiu sua faixa. O outro condutor devolveu a “ofensa” com a sequência de fechadas. Depois de insultos de ambos os lados, seguiram seus caminhos.

Naquele momento, a advogada agiu como justiceira. Esse é um dos sete perfis de motoristas definidos em 2015 pela LSE (London School of Economics and Political Science). O estudo teve o apoio a Goodyear.

Quem age de forma intempestiva no trânsito se expõe a riscos maiores do que um bate-boca no meio da rua.

“Um estudo feito em 2011 pela AAA Foundation [instituição norte-americana] mostrou que cerca de 1.200 acidentes ocorrem anualmente nos EUA devido à fúria sobre rodas, considerada um distúrbio mental pela psicologia. Desses, 300 deixaram mortos ou feridos em estado grave”, diz Idaura Lobo Dias, especialista em trânsito da Perkons. A empresa atua na fiscalização eletrônica de vias.

Desde o episódio de sete anos atrás, Carta vem tentando mudar. “Ainda fico muito irritada com a falta de educação de alguns motoristas, mas tento me controlar. Preciso internalizar algumas coisas para sobreviver”, diz a advogada.

Seu modo de encarar o trânsito é oposto ao de motoristas “filósofos”, como o consultor de empresas Wagner Bacha, 45.

“Não vale a pena se aborrecer, só atrasa mais a viagem. Não considero que uma fechada seja uma ofensa, o outro motorista nem me conhece. Se tenta mostrar força, só me passa insegurança”, diz o consultor.

Bacha afirma ser calmo e buscar transmitir seu modo de vida para o trânsito. Porém, é comum que pessoas mudem de comportamento ao assumir a direção.

“A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente [TEI]. O ambiente encontrado no tráfego é desencadeador desse comportamento”, diz Idaura Lobo Dias, da Perkons.

De acordo com Chris Tennant, responsável pelo estudo da LSE, “criamos personalidades ao volante das quais não gostamos, tipos de motoristas que representam as diferentes formas como lidamos com frustrações e sentimentos fortes”.

O especialista afirma ainda que existe a possibilidade de um mesmo condutor manifestar diferentes características de personalidade enquanto dirige.

Para Fábio de Cristo, doutor em psicologia do trânsito, mudanças na forma como se aprende a dirigir ajudariam a melhorar o convívio nas ruas.

“O desafio da educação para o trânsito na formação do condutor nos próximos anos é centrar-se nas consequências e nos riscos advindos do não cumprimento das normas em vez de focar apenas sua memorização”, diz o especialista, que é também administrador do Portal de Psicologia do Trânsito (portalpsitran.com.br).

CALMA NO TRÂNSITO

Nos anos 1970, ter um rádio toca-fitas no carro era um dos maiores luxos. Hoje, mais de 90% dos veículos que saem das lojas trazem ao menos ar-condicionado e direção hidráulica. São itens fundamentais para reduzir o estresse a bordo, mas há detalhes que nem sempre são percebidos.

“A função das fabricantes é fazer com o que o cliente sinta aconchego ao estar dentro do automóvel, sensação que traz tranquilidade. Temos modelos com luz ambiente pensada para diminuir o estresse, em tons de azul”, diz Adília Afonso, supervisora de design da Ford para América do Sul.

Carros de luxo podem ser equipados com massageadores nos bancos. No Volkswagen Passat (a partir de R$ 158,2 mil), o item é vendido em um pacote de opcionais que custa R$ 5.160.

Para quem fica preso no tráfego, um dos melhores antídotos para o estresse é o câmbio automático. Ao evitar o movimento de acionar a embreagem e o câmbio, o motorista se cansa –e se irrita– menos.

Entretanto, nada conseguirá controlar o estresse caso o motorista não saiba o que está fazendo.

“Muitos aprendem a dirigir de forma precária. O aprendizado deve ser realizado por etapas. O aluno tem que se desenvolver por meio de exercícios individuais, treinar técnicas de curvas, adquirir noção de espaço e saber controlar pedais”, diz Sérgio Carlos dos Santos, diretor do Centro de Formação de Condutores e da empresa Dirigindo Bem.

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– O hikikomori que casou com uma… anime!

Há de tudo na sociedade moderna. Até mesmo gente que se isola e só consegue se relacionar com máquinas e mundo virtual.

E não é que no Japão a realidade extrapolou os limites do bom senso? Um jovem que vive isolado do relacionamento humano (hikikomori, como é chamado esse tipo de sujeito) casou com uma personagem!

Pois é! Abaixo, extraído de: https://epoca.globo.com/mundo/por-que-me-casei-com-uma-personagem-de-anime-23950791

“POR QUE ME CASEI COM UMA PERSONAGEM DE ANIME”

Japonês Akihito Kondo se apaixonou pela artista pop virtual Hatsune Miku: ‘Eu a amo tanto que dói’

O jovem japonês Akihito Kondo é casado com uma personagem de anime.

Ele diz que, antes de encontrar esse amor virtual, era muito solitário e vivia uma vida isolada – o que é conhecido no país como hikikomori, pessoas que se isolam em casa e evitam falar ou se relacionar com os outros. Existem cerca de um milhão de hikikomori no Japão.

“Eu sofria bullying no trabalho. Eles ignoravam meus cumprimentos e gritavam comigo por qualquer coisa”, diz ele.

“Eu nunca me senti atraído por mulheres reais, porque eu não faço sucesso com as mulheres.”

Kondo conta que conheceu a personagem Hatsune Miku na internet quando estava dando um tempo do trabalho. Ela é a artista pop virtual mais famosa no país.

“Os vídeos da Miku, suas fotos e suas músicas fizeram eu me sentir curado”, diz o jovem. “A emoção é a mesma de um relacionamento real. Eu a amo tanto que dói.”

VOLTA AO TRABALHO

Graças a Miku, Kondo voltou a trabalhar.

“O holograma da Miku me acorda toda manhã, me deseja bom trabalho, me cumprimenta quando chego em casa, me dá boa noite. Essa é nossa interação diária. Isso me faz muito feliz.”

Ele diz que espera que a tecnologia avance para que, um dia, possa pegar na mão da personagem.

Conta que a mãe e a irmão não vieram para o casamento, o que o deixou triste. Mas ganhou uma boneca da Miku de presente da irmã.

Diz que anunciou o casamento com Miku publicamente por dois motivos.

“O primeiro é para provar o meu amor pela Miku”, diz Kondo. “O segundo é porque, embora não haja muitas estatísticas sobre isso, há muitos homens jovens como eu se apaixonando por personagens de anime. Eu senti que anunciar meu casamento publicamente era uma responsabilidade para apoiar outras pessoas que são como eu.”

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Akihito Kondo fez DVD e álbum de casamento para ter um registro de seu amor por personagem virtual – Foto: Reprodução

– Sobre intolerância social: Escola sem Partido, a Ideologia de Gênero, Cura Gay e outras considerações.

Escrevi há 2 anos, mas se faz extremamente atual. Republico:

Causa muita repercussão as manifestações nas Redes Sociais contra a aprovação do Projeto “Escola sem Partido” em Jundiaí. Alguns dizem que o projeto é inconstitucional, outros alegam censura e demais pessoas colocam inúmeros defeitos. Claro, são manifestantes contrários.

Mas manifestam cientes do conteúdo? Quem se sente atacado? A troco de quê?

Sinceramente, você sabe / entende / está por dentro do que é isso?

O professor ético não está nem aí com o projeto, pois ele já pratica o ensino apartidário em sua sala de aula, sem ferir conteúdos que o faça tendencioso a alguma coisa.

Quer exemplo?

Eu tinha uma professora quando era criança que era eleitora (e fanática devota) de Orestes Quércia! Ela não gostava do Maluf, tinha medo do Suplicy, odiava o Antonio Ermírio de Moraes (candidatos a governadores da época) e falava a nós, talvez com 8 a 9 anos, da importância de falar aos pais sobre votar no Quércia, “contra a inércia do Estado(decorei e não esqueci mais a fala dela, de tanto que massificou).

Ora, isso é militância descarada! O que ela nos ensinou sobre Política e Democracia? NADA! Mas entendíamos algo? Muito pouco. Nas classes onde eu trabalhei / trabalho, então adulto e lecionando no ensino superior, tomava isso como exemplo a não ser praticado e sempre procurava mostrar todos os lados da política nos assuntos pertinentes, falando da Sociedade, condenando a Politicagem (que é o uso ruim da Política), defendendo o uso democrático do voto e sem Partidarismo! Aliás, professor-doutrinador de esquerda ou direita é dose, mostrando-se mal profissional. Deve-se ensinar a cidadania, e mostrar virtudes e fraquezas do sistema, mas NUNCA tentar fazer campanha eleitoral no sagrado ambiente da sala de aula. Assim, não me preocupo em dizer: ESCOLA SEM PARTIDO não é escola alienada nem censurada, mas sim um ambiente educacional de pluralidade de opiniões (não de imposições).

– E sobre a Ideologia do Gênero?

Cansamos de falar nesse blog sobre a insistente questão da erotização das crianças e a incessante fala de grupos que querem tornar nossas crianças como recém-nascidos assexuados e ao mesmo tempo adolescentes sexualizados demais. Ora bolas, é pecado o menino ser menino e a menina ser menina? Por quê querer unisexualizar os ambientes de ensino? A orientação sexual do cidadão é outra coisa; idem às aulas tão necessárias de Educação Sexual. O que não se pode é fazer uma semi-apologia do homossexualismo, ao invés de permitir que a criança aprenda as coisas a seu tempo e a arranque da infantilidade à força em nome da liberdade sexual.

Por fim, sobre a cura gay: se o indivíduo que se afirma heterossexual tem a liberdade de buscar ajuda médica / psicológica para tentar descobrir se a tendência homossexual é real e estaria ele em uma fase de auto-afirmação necessária, por que aquele que se intitula homossexual e tem dúvida sobre a sexualidade não pode fazer o processo de descoberta da heterossexualidade ou não? Claro, o termo “cura gay” é de fato pejorativo, mas ao mesmo tempo é incompreensível que grupos LGBTTQ critiquem a liberdade da pessoa em buscar a mesma ajuda médico / psicológica ao contrário!

Sabe o que penso? Que essa história de Orgulho Gay e Orgulho Hétero são as grandes causadoras dessas discórdias! As pessoas são humanas, com características próprias e gostos singulares. Um grupo competir com o outro, vangloriar-se sobre o seu irmão, nada mais é do que pura bobagem; a mesma bobagem da discussão intolerante daqueles que estão radicalmente berrando aos quatro cantos sobre a Escola Sem Partido. O cara (reforço: o radical) reclama que está sendo censurado (não está), discute, grita, berra e impõe sua ideologia partidária, e no fundo pratica o que acha que está lhe acontecendo: uma pseudo-ditadura de opinião! A PESSOA RECLAMA DE INTOLERÂNCIA, MAS É SÓ TOLERANTE ÀS COISAS DO SEU INTERESSE, percebe?

Permitir que o cidadão / humano / pessoa tenha a sua preferência sexual sem fazer apologia na escola, ouvir diversas opiniões e conhecer a Política e a Sociedade do país de forma aberta e independente de partidarismo, respeitar a decisão de escolha das pessoas, é algo democrático! Vir com a Ideologia do Gênero, a Escola COM Partido e a condenação de pessoas que queriam reverter sua condição, isso sim me parece ditadura!

Mais conversa, mais inteligência, mais respeito. Menos radicalismo, menos alienação, menos corrupção de conduta. É isso que o Brasil precisa, onde tal carência significa coexistir nas questões gerais, como a religião, o futebol, a diversidade, a política, o regionalismo, a etnia, a condição social... tudo sem discurso de ódio, palavras raivosas e unilateralismo.

Tenho pena das pessoas que ao discordar de alguém, surgem com o discurso do errado, onde somente elas são as donas da verdade.

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– As crianças sofrem com a ditadura da moda!

Que pesquisa assustadora para nós, pais: nossas filhas, a partir dos 7 anos, sofrem pressão para estarem na moda e cuidarem da beleza!

Precoce demais, não?

Compartilho, extraído de: http://super.abril.com.br/comportamento/meninas-de-7-anos-ja-se-sentem-pressionadas-para-serem-bonitas/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

MENINAS DE 7 ANOS JÁ SE SENTEM PRESSIONADAS PARA SEREM BONITAS.

Pesquisa britânica mostra que apenas 61% das meninas entre 7 e 21 anos se sentem atualmente felizes com a própria aparência.

Por Rachel Moss, do Huffington Post

Meninas com apenas 7 anos estão sendo levadas a sentir vergonha de sua aparência, sendo que 25% daquelas entre 7 e 10 anos dizem sentir pressão para terem um corpo “perfeito”.

Os dados fazem parte de uma pesquisa “devastadora” da organização britânica Girlguiding, que revelou que apenas 61% das meninas entre 7 e 21 anos se sentem atualmente felizes com a própria aparência, em comparação com uma parcela de 73% em 2011.

Mesmo na escola primária, as meninas já estão preocupadas com a imagem do corpo, com um terço das que têm entre 7 e 10 anos dizendo que as pessoas as levam a pensar que a coisa mais importante sobre elas é a aparência.

Ainda mais preocupante: cerca de 38% das meninas nessa faixa etária sentem que “não são bonitas o suficiente”.

O relatório sugere que a implacável exposição à mídia e imagens digitais que objetificam as mulheres, além do assédio nas ruas e abuso sexual on-line contribuem para o baixo nível de confiança das meninas.

A pesquisa, com mais de 1.600 garotas entre 7 e 21 anos, também revelou que quase 15% das que têm entre 7 e 10 anos se sentem envergonhadas em relação à própria aparência.

Cerca de 29% das meninas no grupo entre 7 e 8 anos e 41% das que têm entre 9 e 10 concordam que as mulheres são julgadas mais pela aparência do que por suas habilidades; infelizmente, não surpreende que mais da metade das que têm entre 7 e 10 anos (52%) sintam que “não são boas o suficiente”.

Mas garotas de todo o Reino Unido disseram à Girlguiding que a coisa mais importante que precisa mudar para melhorar suas vidas é o não julgamento das mulheres pela aparência.

Lyra, de 10 anos, do Sul de Londres, disse: “Acho que as meninas são mais julgadas pela aparência do que os meninos. Não acho que é justo que os homens sejam tratados de forma diferente das mulheres. Você tem de tratar todo mundo igual”.

Já Lienna, de 7 anos, acrescentou: “Um garoto na escola disse que eu tinha um bigode”.

E Francesca, de 9 anos, disse: “Passei com minha bicicleta perto de alguns adolescentes e eles disseram que eu era feia”.

Liddy Buswell, de 18 anos, ativista da Girlguiding e líder do grupo Brownie [de garotas de 7 a 10 anos], disse que está “chocada, mas não surpresa” pelos resultados da pesquisa.

“Como líder do ‘Brownie’, vivi essas experiências bem de perto. Vi meninas sem vontade de falar diante de grupos por causa da aparência; ouvi garotas dizendo que foram xingadas na escola e por isso não se sentiam confiantes em tentar novas atividades”, disse.

“Nenhuma menina deveria se preocupar com a aparência — ela deveria estar se divertindo e se curtindo. A pesquisa deste ano é uma condenável indicação de que algo precisa ser feito para atacar esse crescente problema.”

Nadia Mendoza, cofundadora da associação britânica Self Esteem Team, concordou que os resultados são “devastadores”, mas não inteiramente inesperados.

“Não é um problema novo. A saúde mental e a autoestima de nossos jovens têm escalado rumo a um estado crítico há muitos anos, como refletido no fato de que especialistas estimam que os quatro problemas mentais mais comuns enfrentados pelos adolescentes — ansiedade, depressão, distúrbios alimentares eautoflagelação — aumentaram em 600% na última década no Reino Unido”, Mendoza disse ao The Huffington Post UK.

“É importante reconhecer que este não é um problema só das meninas, e precisamos tentar melhorar a autoestima de todos os jovens”, acrescentou.

“Infelizmente, não há uma solução única para a construção da autoestima; é algo que requer um esforço cumulativo. Da mesma forma que a saúde física, não iríamos para a academia apenas uma vez esperando nos manter saudáveis pelo resto da vida; é algo que precisamos trabalhar diariamente ou semanalmente. Isso também é verdade para a saúde mental. É uma obra em andamento.”

O Self Esteem Team, que visita as escolas para promover workshops sobre saúde mental, acredita que que existam três áreas essenciais para melhorar a autoestima: pensamento crítico, hábitos saudáveis e conversa construtiva.

“Também valorizamos o ‘tempo para mim’, com um canal criativo para se expressar positivamente e, assim, reconhecer que sua autoestima não é determinada pelo número de curtidas em sua última selfie”, Mendoza explicou.

“Destacamos para nossos alunos a importância de elogios em coisas que eles valorizam; por exemplo, porque um amigo ofereceu um ombro amigo ou porque foram uma companhia divertida, em vez de porque têm tênis bacanas ou um cabelo bonito.”

Mendoza também dá um recado aos pais, para “estarem atentos à linguagem que usam em casa, por exemplo, se a mamãe não quer comer pão porque ‘me deixa gorda’; a criança pode e realmente absorve essas mensagens sobre a imagem do corpo”.

“Como pais, acho que precisamos estar cientes das potenciais questões e problemas pela frente e introduzir formas de reformulá-los, bem como encorajar a resiliência”, Ragoonanan disse ao HuffPost UK.

“Minha filha tem 4 anos. Ela me perguntou se era bonita. Eu disse que sim, mas que não era importante ser bonita. O importante é o tipo de pessoa que você é e como você trata os outros.”

Ragoonanan disse que se certifica de “elogiá-la por ser gentil, criativa, inteligente e responsável. Se eu a elogio pela aparência, são pelas escolhas criativas do que ela escolheu para se vestir (que eu muitas vezes compartilho no meu Instagram), e não por parecer bonita”.

Ragoonanan acredita que o relatório “destaca a importância de não deixar que estereótipos prejudiciais de gênero — que depositam um valor exagerado na aparência de uma garota — dominem suas vidas”.

Seus comentários vão de encontro à opinião de Sam Smethers, presidente da Fawcett Society, para quem o relatório da Girlguiding detalha o machismo enfrentado pelas mulheres ao longo de suas vidas.

“Mulheres e meninas são persistentemente julgadas por sua aparência. Esta pesquisa mostra que isso começa quando são jovens”, disse.

“Sabemos que 85% das mulheres jovens sofreram assédio na rua, 59% foram assediadas na escola e uma em cada quatro jovens se autoflagela. Elas apresentam taxas significativamente mais altas de depressão e problemas mentais do que os rapazes”, disse a especialista.

“Isso é sério. Como sociedade, precisamos enfrentar o fato de que a objetificação e o assédio estão arruinando as vidas das garotas e estamos deixando isso acontecer.”

Felizmente, a Girlguiding está dando passos positivos em direção à melhora da confiança corporal entre os jovens.

“As meninas nos disseram para que parássemos de julgá-las pela aparência. Todos os dias, durante a orientação, as garotas nos inspiram com sua bravura, senso de aventura e gentileza”, disse Becky Hewitt, diretora da Girlguiding.

“Estamos convocando a todos para que mostrem às garotas que são valorizadas por quem são — e não por sua aparência.”

Durante todo o mês de outubro, a Girlguiding está desafiando o público a pensar duas vezes sobre a maneira pela qual elogiam as meninas em suas vidas.

Estão pedindo para que todos nós digamos às mulheres o quanto elas são incríveis, sem fazer referência à sua aparência.

Se você conhece jovens que têm sido gentis ou que conquistaram algo pelo qual se esforçaram muito, compartilhe um post no Twitter, Facebook ou Instagram com as hashtags: @Girlguiding #YouAreAmazing #GirlsAttitudes.

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– O Salário Ideal! Quanto dinheiro você precisa receber para ser feliz?

Segundo a Revista Superinteressante, ed/Julho 2019, realizou-se uma pesquisa global pelo Gallup World Poll (164 países com 1,7 milhão de pessoas), onde era perguntado: quanto dinheiro alguém precisa para ser feliz?

A resposta, na média, foi: 5 mil dólares / mês (ou, de preferir, US$ 60,000.00 / ano).

Alguns números interessantes: para a América Latina, bastam US$ 35,000.00 / ano. Na Austrália, a maior exigência: US$ 125 mil.

E para você, qual seria um salário ideal?

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– Quem são os ultrajovens?

“Minha época” classifica as pessoas por gerações. Assim, quem nasceu entre 1928 a 1945 é a Geração do Silêncio; de 1946 até 1964, os Baby Boomers; de 1965 até 1980, a Geração X; de 1981 a 1997 os Millennials (ou Geração Y) e, agora, temos os Ultrajovens ou Pós-Millenais, que nasceram de 1998 para cá.

Veja que curioso:

Extraído de: https://epoca.globo.com/sociedade/noticia/2018/05/o-poder-dos-ultrajovens.html

O PODER DOS ULTRAJOVENS

por Nina Finco

A geração que vai romper (e já está rompendo) com tudo o que se quis e se imaginou

“Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem”, escreveu Carlos Drummond de Andrade no final dos anos 1960, em uma crônica que versava sobre o embate de um pai com a filhinha em torno de uma lasanha. Ele insistia, ela ignorava. Ele repetia, ela se mantinha firme em seu propósito. Ele tergiversava, ela o lembrava do que queria. Ela ganhou por coerência. Ele perdeu por não entender a dinâmica dos tempos. A premissa é mais atual do que nunca. A força do poder ultrajovem é inexorável.

De acordo com pesquisas recentes, se depender da geração que tem por volta dos 20 anos (a mesma idade de ÉPOCA), estão encrencados os hotéis, as lojas de departamentos, as cadeias de restaurantes, a indústria automobilística, o comércio de diamantes, a produção de guardanapos e de canudinhos, os programas de fidelidade de hotéis e de cartões de crédito, os jogos de azar, os bancos, a produção de amaciantes de roupa, o sonho da casa própria, a ideia de casamento estável, os acasos felizes, as viagens de cruzeiro, as emissoras de TV aberta, os políticos de ocasião, os planos de aposentadoria, Paris e até o milk-shake do Bob’s.

Eles resolvem a vida (para o bem e para o mal) pelo celular, sorvem coisas de cor verde (comer virou questão de identidade), têm um pendor para medicamentos identificados com uma tarja preta, passam a noite em claro, não se sabe se estão trabalhando ou relaxando, gostam de empunhar bandeiras universais, mas se preocupam mesmo é com sua persona nas redes sociais, pensam igual a quase todo mundo da mesma geração, comportam-se como adolescentes apesar de terem idade de adultos, tecnologia lhes é tão intrínseco como respirar, ser de esquerda é do jogo, ter o nariz em pé é condição sine qua non, gostam de Insta Stories porque ele dura pouco, arriscam tudo por terem pouco a perder, rechaçam qualquer coisa que contenha plástico, gostam de viajar para lugares onde podem mostrar novidades no Instagram. Eles são o que são ou são o que querem parecer ser?

“Eles se tornam personagens de suas próprias vidas, preocupados com narrativas, contextos, motivações. Estão sempre esperando pelo terceiro ato — que nunca chega”, disse um estudo da Box1824, conduzido pelos pesquisadores Sean Monahan e Sophie Secaf nos Estados Unidos, sobre o que chamaram de GenExit, a geração que opta por experimentar novas possibilidades identitárias, mais livres e menos deterministas, mas não menos disruptivas.

Ainda que esteja cansado depois de um dia longo, o estudante de publicidade Luigi Dalmolin, de 21 anos, só vai para a cama após um banho quente. Por isso, entre uma ensaboada e outra, Dalmolin assiste a vídeos no YouTube ou responde a mensagens no WhatsApp. Graças a uma providencial capinha à prova d’água, ele faz parte de uma minoria — surgida recentemente — que toma banho com o telefone celular dentro do box. Estar com o celular nas mãos o tempo todo como faz Dalmolin, conectado, com os olhos vidrados e os dedos tocando a tela, é um dos principais comportamentos identificadores dos ultrajovens (ou geração Y). São as pessoas nascidas entre 1982 e 2000 (segundo o Census Bureau, agência governamental encarregada pelo censo nos Estados Unidos), ou entre 1981 e 1997 (segundo o instituto de pesquisa americano Pew Research Center). Os jovens apresentam características que os diferenciam das gerações anteriores e refletem mudanças relevantes no mundo.

A principal distinção dos ultrajovens é a necessidade de estar conectado o tempo todo. Smartphones são sua porta de acesso ao mundo; 43% dos jovens são como Dalmolin: não vão ao banheiro sem seus celulares. O aparelho é tão importante que 42% deles afirmam que deixariam de ir à academia se não pudessem levá-lo.

A fixação por smartphones atinge outras faixas etárias, mas, no caso dos ultrajovens, deu origem à “era da distração”. A fartura de dispositivos conectados à internet está reduzindo cada vez mais a capacidade de concentração. No início de maio, Carl Marci, neurocientista e médico especialista em questões ligadas ao consumo e ao comportamento, esteve no Brasil para apresentar o resultado de pesquisas neurológicas realizadas por sua empresa, que faz parte da Nielsen Consumer Neuroscience, um braço da gigante teuto-americana de pesquisa.

Marci encara a tal distração como resultado da falta de tempo ocioso. Os “nativos digitais” não se enfadam, porque estão sob constante estímulo. Se estão na fila do mercado, não precisam “esperar”; é só sacar o celular e responder a uma mensagem ou dar uma conferida nas notificações das redes sociais e pronto: a fila andou rapidinho.

Mas há críticas também. uma delas aqui:

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– 1 em cada 5 foram vítimas do trânsito?

Que número assustador: 20% dos atletas paralímpicos brasileiros eram pessoas sem deficiência e que assim se tornaram por ACIDENTES DE TRÂNSITO!

Nossa! Esse índice é muito preocupante. O que fazer?

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– Padre Fábio de Melo sai do twitter e diminui rotina árdua! Até ele é vítima dos haters das Redes Sociais?

O conhecido religioso Padre Fábio de Melo, de importante lições espirituais e dono de inspiradas canções, após ser pilhado por conta de uma publicação onde falava sobre “saidinha de presos do Dia dos Pais”, resolveu abandonar o Twitter.

Ele escreveu em outras palavras que Alexandre Nardoni, um famoso condenado por ter matado sua filha pequena ao jogá-la do alto do seu apartamento, deveria não ter o benefício de sair para ver seus filhos no dia dos pais, mas sim ir ao túmulo da inocente assassinada no dia de Finados. Para a Web, tal postagem foi motivo de repulsa ao sacerdote que foi bombardeado por críticas.

Tendo sofrido recentemente com a Síndrome do Pânico, o padre declarou que a sua saúde emocional era importante e que essa Rede Social não estava mais lhe fazendo bem. Imaginem o que ele deve ter lido… também prometeu diminuir sua rotina de shows, até se dedicar fora da área musical para novos desafios de evangelização.

A questão é: ele, tão especial em espiritualidade e nas mensagens de paz, numa opinião pessoal (não escreveu como homilia, mas como humano que é), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto.

Claro que como Padre muitos talvez desejassem que ele repetisse o famoso ensinamento cristão de perdoar 70×7. Mas na Internet ele sempre foi mais gente do que padre, e tal sentimento de indignação falou mais alto.

A questão é: Nardoni, por incrível que possa parecer, foi levado a ser por muitos uma “Madalena Arrependida” (e olha a diferença de pecado do criminoso e da santa…).

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Barrigas de Aluguel via Internet

Não sei se estou preparado para esses novos tempos e métodos de concepção: o de Barrigas de Aluguel.

Confesso que ao ler esse artigo, assustei-me um pouco com a forma comum que tal assunto é tratado. Ou seja, alugar o útero não é novidade!

Veja em: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2063/artigo139363-1.htm

GRAVIDEZ.COM, O COMÉRCIO DE ÚTERO NA INTERNET

Crise financeira e problemas de infertilidade levam dezenas de mulheres a comércio ilegal de gestação

por Alan Rodrigues e Carina Rabelo

A geladeira da casa da paulista Maria Inês de Carvalho, 29 anos, há tempos não conta com alguma variedade de produtos. Fora uma travessa de feijão do dia anterior, um arroz e uma carne moída, apenas se veem garrafas d’água. Na dispensa a situação não é diferente. Ali, as latas vazias comprovam a míngua. Há dois anos, desde que perdeu o marido, Inês e a pequena filha de 6 anos vivem em sobressaltos. Cansada da penúria alimentar e com os cobradores batendo à porta, ela buscou uma solução pouco ortodoxa para resolver sua crise financeira: alugar o próprio útero para pagar as dívidas, que já chegam a R$ 30 mil.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”, diz. Proibida de trabalhar pelo falecido marido desde o início do casamento, ela nunca teve uma atividade profissional. “Não sei fazer nada”, lamenta.

Ela é apenas mais uma no amplo rol das mulheres que buscam a salvação financeira pelo útero. Numa única empresa de anúncios pela internet, outras 800 candidatas a mãe de aluguel colocaram suas barrigas para locação. Inês quer R$ 80 mil para gerar um filho para outra mulher.

Ao contrário dela, a empresária mineira Marlene Santos, 40 anos, não tem problemas financeiros, mas de infertilidade. Em comum entre elas há apenas a angústia. Rica e casada há dez anos, Marlene alterna seus dias entre a solidão e a tristeza em um apartamento luxuoso em Belo Horizonte. Marlene está na estatística de 1% das mulheres brasileiras que nasceram sem o útero. “Gerar um filho é uma graça que eu não pude ter”, lamenta. Para driblar a infertilidade, ela jogou às favas os escrúpulos e, na escolha polêmica, a sua história se cruza com a de Inês. Ela contratou uma barriga de aluguel pelo Orkut – rede social na internet que apresenta dezenas de comunidades sobre o tema. Pelo arrendamento durante os nove meses de gestação, a empresária paga R$ 50 mil, assume todas as despesas médicas, o supermercado mensal e os demais cuidados necessários à grávida.

A paulistana Camila, 21 anos, tem seu nome em uma espécie de book – das mães de aluguel – numa clínica de reprodução assistida, na capital paulista. Ela já alugou seu útero uma vez, há dois anos, e não se arrependeu.

“Peguei o dinheiro e dei de entrada no meu apartamento”, diz. Camila é o tipo de ótima “locatária” nesse mercado. “Entreguei o menino depois do parto, conforme o combinado.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”
Inês de Carvalho, dona-de-casa

Tinha recebido metade do valor assim que se confirmou a gravidez e o resto logo depois do parto”, diz. Loira, bonita e sem vícios, ela resolveu enfrentar tudo novamente.

“Estou desempregada e sem perspectivas”, argumenta. Na primeira vez, Camila encontrou apenas uma página na internet. “Hoje são mais de 18, com 14 mulheres em cada uma”, diz ela, preocupada com a concorrência.

Nem sempre são os contextos dramáticos que mobilizam as mães de aluguel. Ao contrário de tantas mulheres que encaram a gravidez como um estorvo e se apavoram diante dos riscos do parto, as que se dispõem ao serviço gostam de ficar grávidas. E, claro, se encantam com a possibilidade de receber boa remuneração. As transgressões delas se multiplicam no mercado virtual, onde esse comércio clandestino é operado. Basta colocar a palavra-chave ‘barriga de aluguel’ no campo de busca da internet, e os anúncios vêm à tona. Em cada site de classificados, comunidades virtuais e fóruns, surgem de 200 a 800 recados de mulheres disponíveis ao serviço. No texto, elas atraem os compradores com garantias de saúde perfeita, juventude plena e atributos físicos desejáveis. Para tranquilizar o casal, declaram-se “bem resolvidas” quanto à escolha.

O esquema é simples. A mulher coloca o ventre em locação e recebe propostas. O negócio é fechado sem contratos – apenas com o comprometimento das partes. Exames preliminares são feitos para comprovar a saúde da futura gestante, que deverá seguir à risca as recomendações dos pais da criança. A partir do acordo, o óvulo da mãe genética, já fecundado com o espermatozoide do pai, é implantado no ventre da mãe de aluguel. Durante nove meses, nada de bebidas e cigarros ou situações de risco para o bebê. Após o parto, a mãe genética pega o recém-nascido e o leva para casa. “Não quero amamentar para não ter apego”, diz Inês.

Patrícia Amorim, 29 anos, colocou o anúncio na internet em dezembro de 2008 e já recebeu quatro propostas. Ela, que já é mãe de duas crianças, colocou seu ventre em locação por R$ 30 mil, de comum acordo com o marido. “A condição é que seja através de inseminação”, diz a mulher, que recusou há uma semana uma proposta de fecundação através de relação sexual. “Não corro o risco de me apegar à criança”, garante. “Filho dá trabalho. Por que vou querer assumir a responsabilidade por um que não é meu?”, questiona a despachante, que faz malabarismos a cada mês com a limitada renda familiar de R$ 1.090. “Temos o direito de dar uma condição de vida digna para as nossas crianças”, diz ela.

No Brasil, a resolução 1.358/92 do Conselho Federal de Medicina (CFM) – o único dispositivo normativo a versar sobre o tema “útero de substituição” – admite a prática somente de forma solidária, gratuita, entre parentes de até segundo grau e mediante prova de que o casal interessado é incapaz de gerar filhos. Mesmo com autorização – e elas são pouquíssimas no País -, a nova família passa anos com ações na Justiça para legalizar o nome de seus filhos. “É necessária a presença do Estado nesse debate para evitar abusos”, entende Margareth Arilha, da ONG Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR). O limbo da falta de amparo legal impulsiona as mães de aluguel a migrar da simples clandestinidade à criminalidade. Para burlar a fiscalização dos centros de reprodução humana e do hospital no momento do parto, é comum que muitas delas utilizem documentos falsos para obter o atendimento e o registro da criança com o nome da mãe biológica.

Emperrado na burocracia, o governo anda a passos lentos na tentativa de regulamentar a prática disseminada. Especialistas se dividem. Os católicos são contrários. Médicos defendem que o “útero de substituição” deve seguir as regras do CFM, principalmente no que diz respeito ao grau de parentesco entre as partes. “É importante que elas sejam próximas”, diz o médico Pablo Chacel, corregedor do CFM. “Há muitas questões envolvidas na relação entre a gestante e o bebê. Não conhecemos os impactos sobre uma criança que foi concebida por uma estranha”, afirma Maria do Carmo Borges, vice-presidente da Rede Latino- Americana de Reprodução Humana.

Na área do direito, o entendimento favorece a ampliação das possibilidades da cessão do útero, desde que não se trate de um acordo comercial.

“Deve ocorrer por um ato de solidariedade, com as despesas de saúde e alimentação pagas pela mãe genética”, defende a professora Maria Auxiliadora Minahim, especialista em direito penal e bioética.

Atualmente, raros são os casais inférteis que não pensaram na possibilidade de alugar uma barriga, mesmo que de relance. Entre os interessados estão homens e mulheres que não podem ter filhos – estima-se que eles sejam 18% do total de casais do País, e mulheres que perderam o ventre após a retirada de um mioma – o câncer de colo do útero atinge cerca de 500 mil por ano no mundo. Impossibilitadas de gerar um filho, muitas recorrem às barrigas de aluguel. Outros interessados no serviço são os casais homossexuais em união estável e as mulheres acima dos 40 anos – de 25% a 35% delas se tornam inférteis a partir dessa idade. Essas pessoas encontram na barriga de aluguel a viabilidade para a realização do sonho, mais acessível com a popularização das técnicas de fertilização in-vitro e inseminação artificial. A atriz Sarah Jessica Parker, 44 anos, é um dos exemplos.

O ícone da nova feminilidade no seriado “Sex and the City”, recorreu a uma barriga de aluguel por não conseguir mais engravidar.

O tema se tornou popular no País na década de 90, após a novela “Barriga de Aluguel”, que tratava do conflito entre a mãe genética, interpretada por Cássia Kiss, e a mãe de aluguel, papel de Cláudia Abreu. Recentemente, o assunto voltou à tona na novela “Caminho das Índias” e no seriado “A Grande Família”. Entre os grandes tabus do tema está a possibilidade do apego entre a mãe e o filho biológico e o desconforto entre a criança e a família genética. No entanto, pesquisas revelam que estes dramas são mais comuns nos folhetins do que na vida real. Mães de aluguel não enfrentam problemas emocionais durante ou depois da gravidez. Nem mesmo dilemas ao entregar o filho aos pais que a contrataram. É o que revela a pesquisa da City University, na Inglaterra, onde a prática é legalizada. De acordo com o levantamento, nenhuma das 34 mães de aluguel entrevistadas teve dúvidas ao entregar o bebê. Elas também afirmam manter uma boa relação com os pais contratantes.

Um estudo do Centro de Pesquisa Familiar, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, divulgado em julho de 2008 na Conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana, revela que famílias constituídas a partir de óvulos doados, inseminação artificial e barriga de aluguel têm o mesmo nível de satisfação e equilíbrio psicológico das constituídas de forma natural. Segundo Polly Casey, autora do estudo, as mulheres que criam filhos a partir de óvulos doados ou barriga de aluguel têm um excelente nível de envolvimento com a criança. “Os dados não surpreendem se levarmos em consideração as dificuldades que estas mulheres enfrentaram para atingir a maternidade”, revela a pesquisadora.

No próximo mês, deverá ser analisada pelo governo na França a proposta de legalização da barriga de aluguel, durante a revisão da lei de bioética. Entre os que apoiam – 61% da população – estão grupos de políticos, médicos, psicanalistas e juristas, que reuniram mais de 300 assinaturas em todo o país para legalizar a prática. Entre os opositores (31%) estão os católicos. A agência nacional de biomedicina – que se propõe a intermediar os contratos entre mães de aluguel e os casais – deverá apresentar o relatório ao presidente Nicolas Sarkozy. Na França, cerca de 100 casais optam pelas barrigas de aluguel a cada ano. Levantamento recente feito pelo Centro de Fertilidade de Berlim, na Alemanha, revela que 63% dos casais inférteis e 44% da população são favoráveis à legalização da barriga de aluguel. Na Índia e em dois Estados americanos, o aluguel do útero é permitido.

“Existe uma tendência mundial de liberalização. O Brasil não pode se omitir ao debate”, diz Margareth Arilha. Nos próximos dias, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, irá ao Congresso Nacional, a convite da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), para debater o tema.

Embora o assunto assuste os mais conservadores e até mesmo aqueles que se esforçam para compreender a escolha pela barriga de aluguel, a prática revela o surgimento de novas famílias. “Se serão melhores ou piores, só o tempo dirá”, diz Maria do Carmo Borges.

– Explicando o que é “Ideologia do Gênero”

Concordo (e muito) com esse vídeo que compartilho abaixo, elucidando o que é a “Ideologia do Gênero”, tão discutida atualmente. Ele tem apenas 2 minutos e explica muito bem o que se propõe tal causa.

Escola, para mim, é lugar de educação e cultura, não de CRIAÇÃO DE IDENTIDADE SEXUAL.

Menino é menino. Menina é menina. Por quê promover a assexualidade de gênero quando vão para as escolas, e precocemente sexualizá-los?

Gosta da idéia de banheiros com meninas e meninos, ou melhor, adolescentes sem “sexo definido” juntos?

Eu não. São nossos filhos e filhas, e Educação e Valores Sociais, Morais, Religiosos e Sexuais começam, em nossa família, EM CASA. Pai e mãe devem ser os primeiros educadores e catequistas das crianças.

Vale a pena compartilhar!

Veja, em: http://www.youtube.com/watch?v=j7zbS1RYdpg

– O fim dos likes do Instagram? Ou melhor: da contagem aberta!

Não muda nada na minha vida a história do fim da “contagem dos likes do Instagram”, tão debatida e desnecessariamente ocorrida. Muda apenas para quem vive disso, tanto como fruto de curtidas por ostentação quanto por remuneração dos “influencers”.

Na verdade, as contagens agora aparecem no topo, quando se abre a foto e clicando em “curtidas por fulano e outras pessoas”. Mas isso somente para quem postou, quem lê não sabe quantas curtidas aquela pessoa tem.

Uma bobagem tudo isso, não? O problema é que muitas pessoas sofrem de ansiedade e estão viciadas em redes sociais, acabando com a vida pessoal e se dedicando a virtual. Para elas, isso é “O” acontecimento da semana…

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– Quando o Esporte não é Saudável!

O esporte sempre é saudável. Certo? Mas leia a afirmação abaixo (e a citação ao longo desta postagem):

“Esporte não é Saúde. Pode vir a ser um promotor de Saúde, mas nem sempre irá produzir Saúde”

Amigos, existe um dito popular de que “Esporte é Saúde”. Mas… será que realmente é?

Compartilho um belo material da professora do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana da Universidade Federal de São Carlos, Dra Selva Maria Guimarães Barreto, sobre a relação “Esporte e Saúde” ser diferente da dita “Esporte é Saúde”.

Ótimo artigo que nos faz repensar práticas esportivas que podem ser maléficas ao nosso dia-a-dia. Em destaque, os efeitos nocivos que o “Esporte de Alto Rendimento” pode trazer aos seus praticantes e a prática esportiva das crianças.
Abaixo:

Extraído de: http://cdcc.usp.br/ciencia/artigos/art_22/esportesaude.html

ESPORTE E SAÚDE 

Nos cursos de Educação Física está ocorrendo uma revolução, que vem provocando questionamentos sobre alguns conceitos: o que se tenta expor criticamente hoje é a relação entre “Esporte e Saúde”. Esta veiculação, infelizmente, não é a mais usual, pois geralmente é substituída por “Esporte é Saúde” pelo conhecimento popular, uma relação que aparenta ser uma verdade absoluta, quando não, obrigatoriamente, é. Os novos conceitos trabalhados relacionam Esporte, Saúde e Qualidade de Vida, de maneira a levantar o debate para refletirmos sobre os mesmos.

O Esporte, como conceito, é considerado uma atividade metódica e regular, que associa resultados concretos referentes à anatomia dos gestos e à mobilidade dos indivíduos. Esta é a conotação que podemos chamar de “Esporte de alto nível”, veiculada nas mídias em geral, representada por pessoas executando gestos extremamente mecanizados, uniformes, com um certo gasto de energia para produzir um determinado tipo de movimento repetidas vezes. São gestos plásticos, muito organizados, moldados e com muitas regras, para que se possa obter algum resultado prático. O Esporte pode ser encarado, dentro de outras ópticas, tanto como o Esporte veiculado nas mídias, como uma atividade dentro de um grupo de amigos (na escola, na rua ou qualquer local).

Existem outros conceitos de Esporte, em que se consideram como um componente dos blocos de conteúdos da Educação Física escolar, isto é, a Educação Física nas escolas possui alguns conteúdos, tais como a Dança, os Jogos, as Lutas, as Brincadeiras, e o Esporte é um destes. É na escola que a conotação de Esporte deve ser diferente do Esporte de alto nível, apesar de alguns professores de Educação Física insistirem em alto rendimento. Felizmente este modelo vem modificando-se, aos poucos. Assim, a idéia que se tem de Esporte é muito ampla, o que permite uma variedade de conceitos. Dependendo do conceito e do entendimento, Esporte pode estar ou não veiculado à Saúde.

Já Saúde, enquanto conceito, é sentir-se bem em todos os seus aspectos: físicos, motores, sociais, mentais e afetivos. Isto acaba tornando muito difícil ter uma saúde perfeita e praticamente impossível um conjunto de profissionais completamente saudáveis (como os professores de Educação Física, por exemplo).

A respeito de Saúde, a diferença entre os termos físico e motor é muito tênue. Motor é uma idéia que está ligada ao movimento, isto é, é necessário estar bem; o organismo e todos os aparelhos que o compõem precisam estar em pleno funcionamento para se movimentar bem. Por outro lado, físico é um conceito ligado à capacidade, força e potência (aeróbia ou anaeróbia). Logo, não necessariamente, quem realiza bem um movimento tem uma capacidade física muito grande, e vice-versa. Por exemplo, aqueles que fazem musculação ininterruptamente costumam ter uma certa dificuldade ao caminhar, ou seja, o aspecto físico bem trabalhado não significa um aspecto motor de boa qualidade. Por isso, Esporte como entendimento de uma atividade metódica pode provocar saúde ou bem-estar em nível psico-motor, mas dificilmente em nível social. Também aquele que realiza um Esporte e coloca acima de tudo a vitória (validando atividades “anti-jogo”, tais como puxão de cabelo, cotovelada e outras faltas), não promove sua Saúde completa.

Associado à Saúde está o conceito de Qualidade de Vida, definido como a condição humana resultante de um conjunto de parâmetros individuais e sócio-ambientais (modificáveis ou não) que caracterizam as condições em que vive o ser humano. Para se definir como boa qualidade de vida, deve-se levar em consideração a satisfação das necessidades básicas de sobrevivência: alimentação, vestuário, trabalho, moradia e relações sociais e afetivas (as quais, no mundo capitalista de hoje, sempre se subordinam à outra: a econômica).

Analisando agora a relação do conhecimento popular “Esporte é Saúde”, esta se difunde como contrapartida ao mundo atual, que promove em suas práticas o sedentarismo, como conseqüente, a obesidade – tida como o mal do século. Assim, em combate à obesidade, o Esporte promove Saúde. O Esporte também é promotor de Saúde por ser um incentivo às relações sociais, tais como coleguismo, amizade e paixões.

Outras inverdades são disseminadas pelo conhecimento popular. Algumas pessoas dizem que ao caminhar uma hora por dia mantêm seu nível de colesterol reduzido, com chances reduzidas de obter problemas cárdio-respiratórios, ou ainda possibilidades de emagrecimento. Mas, em seguida, comem chocolate, “churrasquinho”, “leitão à pururuca”, “torresminho”, doces, refrigerantes, etc – alimentos que invalidam qualquer atividade saudável. Além disto, caminham em locais inadequados e usam calçados impróprios para a atividade exercida. Logo, o corpo não descansa, como ainda pode sofrer lesões por exercícios praticados de maneira errada. Também existem aqueles que caminham em excesso, acima de quatro horas ao dia, todos os dias da semana, sem um descanso mínimo. As estruturas corpóreas e seus respectivos ligamentos não agüentam e acabam por “inchar”, inflamar ou até romper. Está comprovado que qualquer treinamento físico, principalmente os de altíssimo nível, deve ser praticado com o necessário descanso para que o organismo possa se recuperar da atividade e da perda de líquidos e sais minerais. Outros praticam esforços aos finais de semana como maneira de compensar uma vida sedentária de segunda à sexta-feira, sem qualquer sistemática apropriada. Deve-se praticar atividades periódica e cotidianamente, com pausas corretas de descanso.

Tudo que é feito ininterruptamente cansa, desgasta e não promove os benefícios almejados. O Esporte é uma atividade física e, como tal, promove desgaste energético, emagrecendo o organismo. Mas, sem respeitar os parâmetros físicos limitantes de cada indivíduo, ou ainda, um controle alimentar adequado, ao invés de benefícios, a atividade pode promover malefícios. O controle alimentar é muito importante no que se refere à relação entre ingestão e gasto de energia, ou seja, o quanto (e o que) se come e o quanto se trabalha. Neste parâmetro, podemos entender que é perigoso pessoas obesas e despreparadas praticarem Esportes como triathlon, uma competição onde se nada, pedala e corre longas distâncias exaustivamente. Até que ponto é saudável praticar triathlon, ou ainda malhar de duas a quatro horas numa academia? São associações equivocadas relacionar alto rendimento e esforço excessivo. Para que o Esporte fazer bem, tem que suar muito e deixar o indivíduo cansado.

Esporte não é Saúde. Pode vir a ser um promotor de Saúde, mas nem sempre irá produzir Saúde, como uma regra. Inclusive temos recentemente dois casos de jogadores de futebol que faleceram enquanto praticavam a atividade física. Percebemos também, que existem vários desportistas que fazem uso de substâncias – questionáveis – para obter melhores desempenhos nas atividades, o que corrompe a noção de que Esporte faz bem. Esporte só faz bem dentro de seus fatores limitantes: bem empregado, bem trabalhado e sob uma perspectiva que esteja além do alto rendimento.

Isso não quer dizer que muitos que praticam Esportes de alto rendimento não são pessoas saudáveis. Serão na medida em que o treinamento lhes provocar bem-estar físico e uma boa relação para com os outros. Mas ao exagerar na atividade (em nome da relação “Esporte é Saúde), acaba-se promovendo um malefício ao corpo”. Outro problema nesta relação ocorre com uma concepção inadequada de Esporte, sendo esta, muitas vezes, a concepção dos professores de Educação Física dos ensinos fundamental e médio. Em determinada ocasião, Esporte é considerado como um conteúdo mínimo e único, o que acaba se tornando a exclusiva prioridade a ser promovida entre seus alunos: aos que jogam bem, a oportunidade de praticar; aos que possuem dificuldades, acabam como juiz, gandula ou ainda sentados no banco, só observando a turma jogar. Nestes casos, não há Saúde social, ou, sequer, Saúde motora. Como deve se sentir o aluno que permanece sentado durante toda a atividade dos colegas? O que ele acaba por representar? E sobre a prática de distribuir os alunos em dois times, onde são escolhidos um por vez, alternadamente: como se sente o último a ser escolhido? Como “resto”? São estas as práticas a serem repensadas

A Educação Física nas escolas não pode ter por objetivo formar campeões, assim como não deve negar a possibilidade de que alguns realmente serão futuros campeões. Temos a necessidade de dissociar a Educação Física escolar de treinamento esportivo. A inserção dos alunos obesos, lentos e sem muita coordenação motora trará mais Qualidade de Vida ao conjunto, ensinando, não apenas, nossos limites, mas também em como conviver com os limites alheios. Nas escolas, os pré-requisitos para os professores de Educação Física não devem ser grandes atletas que sabem jogar, devem ser grandes professores que saibam ensinar. Do contrário, o Esporte deixa de ser um agente de inclusão social para ser um fator de exclusão social, onde “quem joga bem, joga; quem não joga bem, que fique quieto e não atrapalhe”.

Existem também aqueles que praticam musculação e, paralelamente, tomam suplementos alimentares e aminoácidos. Alguns em apenas dois meses têm a musculatura toda definida e acreditam que isto é ser saudável: muito questionável, principalmente, se tratando de um adolescente, por exemplo. No momento, o corpo fica “esteticamente belo” (o que não deixa de ser uma mera convenção social), mas passados alguns anos, estes complementos podem deixar a pessoa estéril ou ainda provocar doenças no fígado. Tudo o que é feito para além dos limites naturais do corpo, com certeza prejudica o mesmo. Existe um composto chamado Creatina, substância que ao ser ingerida dá condições de um rendimento um pouco maior ao corpo, produzindo mais energia. Porém, ao se ingerir Creatina após um longo período, o corpo para de produzir os benefícios mesmo que o indivíduo continue ingerindo-a. Mais tarde, começam a se formar certos resíduos, estranhos ao corpo: são compostos que acabarão por gerar algum problema grave, talvez até um tumor. Também não praticam um ato saudável os indivíduos que se abstêm de se alimentar com legumes, verduras e frutas para só ingerir suplementos alimentares. Não se deve exagerar em nada, tudo tem seus limites.

Ainda sobre os excessos além dos limites do corpo, está o que chamamos de “Especialização Motora Precoce” ou “Inadequação no Movimento ao Nível Desenvolvimental do Praticante”. São as Escolinhas de Esporte para crianças (como as Escolinhas de Futebol, por exemplo) que ensinam como se estas fossem adultos, esquecendo que seus limites físicos e motores são muito maiores. Nesta idade, deveriam somente ensinar os movimentos que lhes são possíveis, deixando a especialização no Esporte de alto nível para depois, quando desenvolverão sua habilidade motora. Para as crianças de 8 até 12 anos o que deve ser praticado está muito distante do Jogo profissional em si – apenas mobilidades precursoras. Além do corpo não compreender o movimento se não estiver bem desenvolvido, existem pesquisas comprovando que devemos primeiro desenvolver nossa base motora para em seguida decidir o que fazer com ela. Isto é, na infância devemos desenvolver nosso nível de movimentos em uma grande amplitude de ações (genéricas) para só depois podermos decidir os esportes a praticar (em uma especialização do movimento). Podemos ver que no Vôlei, por exemplo, os jogadores que se destacam hoje são aqueles que sabem atuar bem em diversas posições, levantamento, bloqueio, saque, corte, enquanto que antigamente o bom jogador era especialista em uma só posição. O atual jogador de vôlei aprende inicialmente os lances mais gerais e só mais tarde escolhe a posição que melhor lhe convém, assim já aprendeu mais do esporte e desenvolveu mais amplamente sua coordenação motora para o mesmo. Além disso, a especialização prematura pode acarretar lesões (no joelho, ombro, cotovelo, etc – e não há maneira de se compensar o corpo depois de lesionado), o que ocasiona uma curta vida no Esporte, tendo que abandonar mais cedo a atividade.

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– O radicalismo dos judeus ortodoxos trazendo alguns problemas sociais

Claro que toda crença deve ser respeitada. Mas alguns inconvenientes da falta de bom senso de uma cultura podem ser danosos.

Dois exemplos envolvendo um mesmo grupo: leio que os judeus ortodoxos ultra-radicais estão com problemas por causa de uma campanha anti-vacina (por isso o crescente número de sarampo nos EUA), já que os fiéis daquela localidade resistem à prevenção por tal método; o outro caso é de evitarem o contato com mulheres em seu dia-a-dia, como, simplesmente, voar sentado do lado delas.

É extremamente curioso e motivo de discussão. As duas matérias que abordam esse assunto, abaixo:

1 – Em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/09/nova-york-declara-emergencia-devido-a-surto-de-sarampo.ghtml

NOVA YORK DECLARA EMERGÊNCIA DEVIDO A SURTO DE SARAMPO

Cidade exige que moradores não vacinados das áreas afetadas tomem a vacina ou paguem multas.

Um surto de sarampo no Brooklyn, principalmente entre crianças judias ortodoxas, fez com que a cidade de Nova York declarasse uma emergência de saúde pública nesta terça-feira (9), exigindo que moradores não vacinados das áreas afetadas tomem a vacina ou paguem multas.

O maior surto do vírus, antes praticamente erradicado, na cidade desde 1991, está basicamente contido na comunidade judaica ortodoxa do bairro de Williamsburg, com 285 casos confirmados desde outubro, disse o prefeito Bill de Blasio em coletiva de imprensa. O número representa um salto acentuado dos apenas dois casos registrados em todo o ano de 2017.

“Esse é o epicentro de um surto de sarampo que é muito, muito preocupante e que precisa ser enfrentado imediatamente”, disse de Blasio. O prefeito foi acompanhado por autoridades de saúde da cidade que criticaram o que chamaram de “desinformação” espalhada por críticos das vacinas.

O vírus do sarampo é altamente contagioso e pode levar a sérias consequências e à morte. Embora nenhuma morte tenha sido confirmada até agora, 21 pessoas foram hospitalizadas, com cinco na unidade de terapia intensiva, segundo autoridades. Todos os casos confirmados, com exceção de 39, afetaram crianças.

O surto faz parte de um reaparecimento mais amplo do vírus nos Estados Unidos, com 465 casos registrados em 19 Estados até agora neste ano, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Em 2000, os Estados Unidos declararam que o sarampo havia sido eliminado do país devido à ampla vacinação, o que significa que não estava mais constantemente presente. Entretanto, as taxas de vacinação têm caído nos últimos anos, de acordo com especialistas em doenças infecciosas.

O surto no Brooklyn tem sido associado a uma criança não vacinada que foi infectada durante visita a Israel, que também está enfrentando uma epidemia da doença, de acordo com o Departamento de Saúde da Cidade de Nova York.

Autoridades disseram que irão impor multas de até mil dólares àqueles que não tomaram a vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e não podem fornecer outra evidência de imunidade, como já terem tido sarampo.

Essa é a primeira vez na história recente em que a cidade de Nova York ordena vacinações obrigatórias, de acordo com autoridades de saúde.

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2- Em: http://www.virgula.com.br/viagem/cia-aerea-nao-aceita-mais-que-judeus-ortodoxos-se-recusem-a-viajar-ao-lado-de-mulheres/

CIA. AÉREA NÃO ACEITA MAIS QUE JUDEUS ORTODOXOS SE RECUSEM A VIAJAR AO LADO DE MULHERES

A companhia aérea israelense EL AL deu uma boa notícia e fez uma importante mudança em sua política nesta semana. Ela anunciou que não vai mais mudar as mulheres de assento para acomodar judeus ortodoxos que se recusam a viajar ao lado de presenças femininas.

A razão foi uma denúncia de Khen Rotem, um rapper israelense conhecido como Sagol 59. Ele estava em um voo de para Nova York para Tel-Aviv que atrasou mais de uma hora até que os comissários mudassem mulheres de lugar após quatro judeus ortodoxos se negarem a sentar ao lado delas.

Em post no Facebook, o rapper disse que um dos homens se recusava a falar com as atendentes de voo e passou a viagem todo com os olhos fechados para não ter que olhar para as mulheres do voo. A reclamação repercutiu na internet e o CEO da maior empresa de tecnologia local iniciou um movimento de boicote à companhia aérea. “Não fazemos negócios com empresas que discriminam pessoas por raça, gênero ou religião. A NICE não voará mais com a EL AL até que mude suas políticas discriminatórias contra mulheres”, disse Barak Eilam.

Depois disso, a companhia aérea anunciou que, a partir de agora, “passageiro que se recusar a sentar ao lado de qualquer pessoa será imediatamente removido da aeronave”.

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– Mundo ensandecido, parte 2: Xico Graziano e Paulo Henrique Amorim

Quem somos nós para julgar o próximo, não?

Eu admirava o jornalista Paulo Henrique Amorim até o momento que ele surtou. Passou a ofender jornalistas (lembram do processo de racismo que ele sofreu?) e exagerar nas suas posições políticas (em momentos radicais). Dessa forma: permaneceu o meu respeito pelo profissional do jornalismo (que era muito competente), embora eu repudiasse suas opiniões. O mundo democrático deve ter esse respeito / educação.

Detesto fanatismo de Direita ou de Esquerda, pois deturpa as coisas. Aí eu vejo esse tuíte do Xico Graziano, conhecido político, falando sobre “santificar ou demonizar” quem morre. Na publicação, desrespeita a figura do recém-falecido. Mas a troco de quê?

Ora, se o cara se foi, respeite a dor de quem o tinha por estima. Mas louvar a morte de alguém por divergência política não é racional, nem razoável, nem humano.

Fique-se no silêncio pela boa educação. O fato de você não gostar da pessoa e permanecer quieto, não necessariamente te faz um admirador dela. Pra que ofensa gratuita?

Vocês já imaginaram o inferno que acontecerá com os extremistas que se tornaram radicais lulistas e bolsonaristas, se algum deles falecer hoje?

Fujamos das redes sociais nesse dia…

Abaixo, o infeliz tuíte citado de Graziano. Como podemos dizer que quem morreu é um canalha e ironiza para onde ele vai? E nós, para onde iremos?