– Ruy Barbosa continua atualíssimo

A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!

– Bolsas de Sangue Problemáticas no Brasil

Sou doador voluntário de sangue há anos, e tento sempre promover a doação. Mas algo me preocupa: Ouço na madrugada de hoje (Rádio CBN – SP) que o Brasil tem 20 vezes mais bolsas de sangue contaminadas com o HIV do que o resto do mundo (em números proporcionais).

O número de bolsas com vírus HIV é de 1 em cada 100 mil bolsas nos hemocentros brasileiros. Parece pouco, mas imagine quantas bolsas são utilizadas diariamente em nosso país…

Aqui em Jundiaí temos entidades sérias que fomentam a doação e se preocupam com a segurança dos doadores e receptores. Uma delas, por exemplo, é a Colsan.

E você, o que acha disso? Descuidos de entidades e irresponsabilidades de doadores poderiam ser evitados de que forma? Deixe seu comentário:

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– Ebola faz cidadãos repensarem a vida!

O Ebola volta a ameaçar a África. E se nós estamos assustados e sofrendo com a COVID-19, lembremo-nos de ajudar nossos irmãos africanos que padecem dessa enfermidade ainda mais grave. Republico sobre o ocorrido da última vez e os percalços do povo:

PENSE DUAS VEZES ANTES DE RECLAMAR DOS SEUS PROBLEMAS: na Monróvia, capital da Libéria, um bairro de 75 mil pessoas é isolado com arame farpado para que os infectados pelo Ebola não se misturem com o restante da população.

West Point, um dos muitos vilarejos pobres africanos, vive um verdadeiro confinamento dos moradores. Soldados cercam as saídas do bairro e quem se arrisca a atravessar a barreira militar leva um tiro de fuzil na perna.

Tudo isso para que a doença não se alastre mais ainda, já que o contágio se dá pelo contato. O problema é que comida e bebida estão acabando para o povo que ali reside e que não pode sair. A Prefeitura não consegue manter o suficiente de alimentação para a população local.

Para quem não sabe, o Ebola é uma doença que faz com que o corpo tenha hemorragias e grandes feridas na pele. Sua cura ainda é um mistério, embora os medicamentos experimentais tenham conseguido salvar algumas vidas.

Compartilho, abaixo:

TIROS EM DOENTES DE EBOLA

(extraído da Revista “Isto É”, ed 2335, pg 25, por Antonio Carlos Prado)

Não bastasse o pavor de morrer de vírus, agora há também o pavor de morrer de bala. E de porrete. O vírus é o do ebola, que já matou 1,6 mil pessoas no continente africano; a bala é de fuzil, no mais absurdo e cruel método que as autoridades encontraram para tentar frear a propagação da doença: atirar nas pernas de quem tenta sair ou entrar nas regiões que estão sendo isoladas por grades, portões e arame farpado quando há a suspeição de que nelas (ainda) viva alguém infectado. Está-se errando a mira. Em vez de a barbárie acertar as pernas, ocorre o efeito colateral de acertar o peito, e pelo menos três enfermos já foram fatalmente alvejados pela medicação de pólvora e chumbo. Na Monróvia, capital da Libéria e um dos epicentros do surto, policiais cercaram na semana passada o bairro de West Point (75 mil confinados). Nele e em outros locais a população tenta furar o bloqueio porque lhe falta água e comida, as ruas estão infectas e, além do ebola, outras doenças brotam.

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– Quem são os jovens que podem mudar o mundo?

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?

Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

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– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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– Papai não é Mamãe: Vida Pessoal e Profissional em relação aos bebês.

O que seria ideal: homens e mulheres dividirem igualitariamente as tarefas de casa e os cuidados com os filhos pequenos?

Tal dilema (a relação dos cônjuges e a vida profissional / pessoaldesafia o convívio de papais e mamães, por melhores que eles sejam. Mudar a rotina, e a própria vida, é condição aparentemente necessária.

Compartilho ótimo material da Revista Veja, onde uma nota me chama a atenção: o alerta de que pais não substituem mães, e de que a mamãe não pode exigir tanto do papai.

Claro, eu sou um papai…

Extraído de: http://veja.abril.com.br/091209/papai-nao-mamae-p-100.shtml

PAPAI NÃO É MAMÃE

O pensamento politicamente correto contaminou a paternidade e exige dos homens um desempenho equivalente ao das mulheres no cuidado com os filhos. Mas isso vai contra os fatos da biologia.

Todo homem que queira se manter competitivo no mercado das relações amorosas, atualmente, precisa demonstrar que reza pela cartilha do politicamente correto no quesito paternidade. Ou seja, ter disposição (ou pelo menos dizer que tem) para desempenhar toda e qualquer tarefa relacionada ao cuidado com os filhos. Dito assim, soa razoável. Em um mundo em que homens e mulheres trabalham e as famílias foram reduzidas ao núcleo formado por casal e filhos – com o resultado de que avós, tias e primas atuam cada vez menos como “segundas mães” –, é mesmo necessário ter uma participação maior do pai nos serviços domésticos. Já vai longe o tempo em que levantar as pernas para a mulher passar o aspirador era considerado uma grande ajuda. Esquentar a mamadeira, preparar a papinha, trocar a fralda e dar banho no bebê são atividades, entre muitas outras, que um pai pode perfeitamente desempenhar. Mas há excessos na concepção mais difundida de paternidade moderna. O principal deles é equiparar pai e mãe na capacidade de suprir as necessidades físicas e afetivas dos filhos. A influência que o pai pode ter sobre seus rebentos, especialmente quando eles ainda são bebês, é limitada por fatores biológicos. Forçá-lo a agir como se pudesse substituir a mãe pode ter efeitos devastadores. “Muitos homens se sentem emasculados nessa posição porque passam a acreditar que as formas tradicionais de masculinidade, com as quais eles se identificam no íntimo, são negativas”, disse a VEJA o psiquiatra inglês Adrian Lord. “A insatisfação nessa troca de papéis pode até afetar o desempenho sexual do casal.”

O excesso de expectativa – e ansiedade – em relação ao papel paterno pode ser verificado por meio dos resultados obtidos em uma enquete feita com 820 pais no site VEJA.com. Setenta e cinco por cento deles disseram que gostariam de passar mais tempo com os filhos, mas só 20% parecem achar possível realizar esse desejo num curto espaço de tempo (veja o quadro). É óbvio que cada casal tem o seu próprio equilíbrio na divisão das tarefas maternas e paternas. E é claro também que existem homens que se realizam como “pais totais”, sem que isso interfira na sua masculinidade (pelo menos, eles não sentem os efeitos mais adversos). Analisados em conjunto, entretanto, os homens estão sendo submetidos a duas forças opostas. De um lado, a pressão das mulheres para que exerçam a paternidade de uma maneira historicamente inédita, em que várias das tarefas maternas lhes são confiadas. De outro, a limitação de ordem natural, que faz com que eles não se sintam totalmente à vontade nas novas funções.

Ordem natural? O pensamento de extração feminista atribui o desconforto dos homens nos cuidados com os filhos a aspectos culturais originados do machismo patriarcal. Por esse argumento, os pais não conseguem ter a mesma delicadeza, afetuosidade e disponibilidade que as mães simplesmente porque não se despem dos valores que lhes foram inculcados e que continuam a ser reproduzidos nas diferentes esferas da vida social. Não foram educados para cuidar de crianças e não encontram respaldo no ambiente de trabalho para ser pais participativos. Tudo isso é, em parte, verdadeiro. Meninos são ensinados a manter-se longe de bonecas, e é mais fácil para uma mãe do que para um pai convencer o chefe de que precisa sair mais cedo para levar o filho ao médico. Pais como Paulo de Queiroz Silveira, do Rio de Janeiro, que trabalha em casa e pode passar boa parte do dia com as crianças, frequentemente ouvem a pergunta “Onde está a mãe deles?”, quando estão com os filhos no shopping ou vão sozinhos às reuniões na escola. Chegamos, então, à “ordem natural”. Por mais que as pessoas acreditem na versão politicamente correta da paternidade, o fato é que a maioria estranha quando os homens desempenham tarefas tradicionalmente maternas. Isso é errado? Não. “As regras sociais e culturais não surgem do nada. Elas têm uma origem biológica”, diz o psicólogo evolutivo americano David Barash, da Universidade de Washington.

Entre as características tipicamente masculinas que, em geral, são deixadas de lado quando se tenta cuidar de uma criança com a mesma dedicação de uma mãe, estão a autonomia, o gosto pela competição e a agressividade. A perda de virilidade experimentada pela maioria dos homens que se põem a realizar trabalhos associados a mulheres tem bases químicas. Experiências de laboratório mostram, por exemplo, que os níveis de testosterona no organismo caem quando o homem segura uma boneca nos braços. O efeito é o mesmo de quando o marmanjo embala um bebê de verdade. O hormônio masculino por excelência é aquele que, entre outras coisas, proporcionava aos machos humanos, nos tempos das cavernas, o ímpeto de caçar, acasalar-se – e dar uma bordoada na cabeça do inimigo.

Faz sentido, portanto, que a evolução tenha moldado o organismo do homem de forma tal a diminuir os níveis de testosterona na presença de crianças – não só as suas, como as de outros. Do contrário, eles representariam sempre um perigo para aqueles serzinhos adoráveis – e gritadores, e chorões, e… irritantes. Um estudo feito por antropólogos da Universidade Harvard indica que os níveis do hormônio em homens casados são, em média, mais baixos do que em solteiros. E, entre os casados que passavam todo o tempo livre com a mulher e os filhos, sem dar chance à cerveja com os amigos, a quantidade era ainda menor. A descoberta reforça a tese de que o natural para um homem é ser provedor e protetor – não um trocador de fraldas.

O psicólogo David Barash explica que o envolvimento do pai com os filhos é proporcional ao grau de certeza que o macho tem de que a prole carrega seus genes. É o contrário do que ocorre com as mulheres. A não ser nas novelas de televisão, elas jamais têm dúvida de que deram à luz aquele filho. “Em termos evolutivos, esse fato serviu para estreitar ainda mais a ligação entre mães e sua descendência”, diz Barash. “Prova disso é que não há uma única sociedade em que os homens se dedicam a cuidar mais das crianças do que as mulheres.” Tal especificidade também esclarece por que a natureza reservou às mulheres, e não aos homens, a capacidade de produzir leite. Se fosse o contrário, os homens poderiam ver-se na situação de amamentar os filhos dos outros (ou de recusar-se a fazê-lo caso descobrissem o engodo). Só o sexo que investiu nove meses na gestação e não questiona se o rebento é seu poderia ter uma função tão essencial quanto a de alimentá-lo nos primeiros anos de vida – garantindo, desse modo, a continuidade da espécie. O trato com as crianças, segundo a ordem natural, também diferenciou homens e mulheres quanto a outros aspectos. Centenas de milhares de anos acalentando e dando atenção a indivíduos que não se expressam verbalmente – os bebês – conferiram a elas capacidades cognitivas superiores às dos homens. Daí a vantagem feminina na compreensão da linguagem corporal. Já o homem, menos preso a laços afetivos familiares, se tornou mais apto para tecer alianças externas. Por esse motivo, os pais têm mais medo do que as mães de ver sua vida social reduzida com a chegada de um filho.

Evidentemente, não se trata de propor que os pais modernos voltem a se comportar como na idade da pedra. “O que não se pode é exigir que eles assumam o papel das mães”, diz o psicólogo americano Aaron Rochlen, da Universidade do Texas, autor de um estudo sobre homens que se tornaram donos de casa. Uma maneira de incorrer nesse erro é esperar que o pai tenha sobre a criança a mesma influência afetiva e psicológica que a mãe. A ideia de que ele pode ter esse papel costuma ser difundida de modo inconsequente desde os cursos de gestantes para casais. O austríaco Sigmund Freud, o pai da psicanálise, considerava que no início de sua vida a criança percebe a mãe como um ser todo-poderoso, numa relação que não dá espaço para mais ninguém. Apenas depois de alguns meses do nascimento, o bebê consegue identificar a existência de um terceiro indivíduo – o pai – que disputa sua atenção com a mãe.
No papel de “o outro”, é o pai quem estabelece o vínculo da criança com o mundo externo e lhe permite ganhar independência da mãe. O pai é essencial na formação sexual da
filha, por revelar a diferença, e do filho, por confirmá-la. Pais obrigados a agir como mães podem desequilibrar essa equação.

Os homens não são fisicamente adaptados para cuidar dos filhos com a mesma desenvoltura que as mulheres, mas estão sendo cobrados insistentemente para sê-lo, como se isso fosse… natural, volte-se a dizer (esta reportagem, aliás, deverá causar grande indignação entre as feministas). Como nem sempre conseguem atender à exigência, são criticados ou tratados com condescendência. O resultado é frustração: o homem ingressa na paternidade disposto a ser participativo, mas se sente um inútil quando não dá conta do recado. “Quando vai dar banho em nossa filha recém-nascida, meu marido a deixa escorregar. Por isso, eu fico sempre por perto, só vendo no que vai dar”, diz a professora mineira Cláudia Santos, de 36 anos, mulher do publicitário Rafael Castro. Pois é. “As mulheres lutaram para conquistar seu espaço no mercado de trabalho e agora batalham para que os homens dividam as tarefas domésticas e o dia a dia com os filhos. A contradição é que elas parecem querer a ajuda de um clone de si próprias, não de um marido que faz as coisas dentro de suas limitações”, diz a terapeuta de casais Magdalena Ramos, de São Paulo. “Não é de estranhar que eles se sintam falhos.”

As mulheres batalharam para ter liberdade e igualdade. Mas, quanto à fraternidade com os homens, convenhamos… Não exija tanto do paizão, mamãe.

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– Um novo (e sério) distúrbio: Gordorexia.

Um interessante tema foi tratado dias atrás: o distúrbio de imagem onde as pessoas se recusam a aceitar que estão gordas: a gordorexia. Ela é exatamente o contrário da aneroxia! Aliás, a matéria fala sobre outros distúrbios: a Tenorexia (exposição ao sol), Alcoolrexia (bebida) e Vigorexia (exercícios físicos).

Compartilho abaixo. Clique acima do título para citação (matéria da IstoÉ).

AS GORDORÉXICAS

Neste novo distúrbio de imagem, pessoas obesas não percebem que estão muito acima do peso

por Cláudia Jordão

A empresária britânica Sara Bird, 45 anos, é um caso a ser estudado, literalmente. É da natureza feminina, independentemente de suas medidas, se olhar no espelho e se achar acima do peso – dois ou três quilos que sejam. Com ela, a história foi outra. Sempre que via seu reflexo, achava que estava com um corpo ótimo. Só que, há cinco anos, quase por acaso, ela descobriu que pesava 123 quilos. A revelação se deu durante uma consulta médica, quando foi convidada a subir na balança – aparelho que não encarava havia anos. “Eu sabia que não era magra”, disse ela à IstoÉ. “Mas nem de longe imaginava estar 30 quilos acima do meu peso.” Ao chegar em casa, arrasada com o diagnóstico, Sara tirou toda a roupa e se obrigou a enfrentar o espelho. “Fiquei paralisada, extremamente chocada”, conta. “Ao mesmo tempo que as anoréxicas parecem um pirulito, com aquela cabeçona e aquele corpinho, eu parecia um pirulito às avessas, com aquele corpão e aquela cabecinha.”

Como Sara pôde estar tão equivocada? Depois de muito se perguntar, pesquisar e consultar especialistas, ela chegou à conclusão de que sofria de uma espécie de anorexia invertida. Da mesma forma que um anoréxico se olha no espelho e se vê gordo, mesmo estando excessivamente magro, ela se enxergava magra, mesmo sendo extremamente gorda. A esse distúrbio de imagem ela deu o nome de fatorexia, ou gordorexia, numa tradução livre. “Quando eu me olhava no espelho, eu via um rosto atraente, com uma pele impecável e cabelos perfeitos. Estava sempre de unhas feitas e usava sapatos charmosos e roupas elegantes”, diz ela. Sara, no entanto, raramente buscava o seu reflexo em espelhos de corpo inteiro – bem diferente do que fazem os anoréxicos típicos – e costumava usar roupas de elástico na cintura. “Eu vinha de 20 anos de dietas, convivia com o efeito ioiô e tinha uma ideia equivocada do meu peso porque, inconscientemente, fugia desse assunto.” Sua experiência resultou no livro “Fatorexia – What do You See When You Look at Mirror?” (Gordorexia – O Que Você Vê Quando Olha no Espelho?). Lançada no mês passado no Reino Unido – sem previsão de chegada ao Brasil –, a obra esgotou das prateleiras em três semanas e uma segunda edição já está chegando às livrarias.

O objetivo de Sara ao publicar o livro era chamar a atenção da comunidade médica e de pessoas com experiências semelhantes à dela para que seu distúrbio de imagem fosse estudado e catalogado clinicamente. E ela está conseguindo. Até o momento, a gordorexia ainda não encontra respaldo científico, pois nunca se pesquisou a fundo tal questão. No entanto, segundo especialistas ouvidos por IstoÉ, ela é plausível. “todas as questões que envolvem imagem corporal ainda são muito novas para a medicina”, explica o psiquiatra Táki Cordas, coordenador do Ambulatório de transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. “É, provavelmente, mais um distúrbio de imagem que surge no mundo contemporâneo”, diz Gisele Prado, psicóloga do Centro de Cirurgia da obesidade do Hospital Israelita Albert Einstein. Além da anorexia nervosa, a única reconhecida como doença pela organização Mundial de Saúde (oMS), há outros transtornos, fenômenos mais recentes que começam a receber atenção da medicina (leia quadro). todos eles têm o componente do distúrbio de imagem em comum e podem ser amenizados com terapia psicanalítica ou cognitivo-comportamental. Mas só a anorexia pode levar à morte.

Durante os cinco anos em que se debruçou sobre o assunto, Sara afirma ter conversado com centenas de pessoas que viveram experiências semelhantes. “Em sua grande maioria, eram mulheres que evitavam o espelho e descobriram estar obesas depois de um longo tempo de ilusão”, conta. A americana Shelley Bowman não conhece a autora, mas se encaixa perfeitamente no perfil. Em maio de 2008, no mesmo dia em que decidiu eliminar seus muitos quilos a mais, ela lançou o blog My Journey to Fit (Minha Jornada ao Emagrecimento). Nove meses depois, muito antes de Sara lançar o seu livro, Shelley postou na sua página uma reflexão com o título “fatorexia” (ou gordorexia). Coincidentemente, a americana teve o mesmo insight que a britânica ao descrever sua experiência com o espelho. Ao se deparar com uma fotografia sua, junto de sua bicicleta nova, tirada à época pelo marido, a ficha de Shelley caiu. “Eu sabia que estava acima do peso, tanto que havia iniciado um combinado de dietas e exercícios, mas não tinha noção de que era tão grande! Acho que os espelhos estão enfeitiçados… ou eu sofro de gordorexia”, escreveu na época no blog. Shelley levou um ano e seis meses para perder 45 quilos. Hoje, pesa 69 quilos, mas ainda não confia no seu reflexo. “Tenho medo de não estar vendo o que de fato sou”, diz.

Sara acredita que o reconhecimento da gordorexia como distúrbio de imagem – ou até mesmo como doença – ajudaria outros obesos a encarar a sua situação e a se tratar. “Sem saber que estava tão gorda, eu não tinha amarras à mesa, comia demais, e sem culpa”, diz. Atualmente, ela pesa 112,5 quilos. Desde a constatação de sua obesidade, não perdeu o peso que precisa, mas agora tem consciência de suas medidas e as vigia. “Há dois anos peso a mesma coisa e isso é uma grande vitória para mim”, diz. Como se vê, conhecer o problema é o primeiro passo para solucioná-lo.

– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimoHá 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Preferências Masculinas segundo o IBOPE

Há dois anos…

Veja que interessante: o IBOPE realizou na última semana uma pesquisa de respostas espontâneas sobre PREFERÊNCIAS MASCULINAS.

Indagados, os homens tem como maiores paixões:

82% – Futebol,

36% – Cerveja,

33% – Mulheres,

20% – Churrasco,

13% – Praia.

Se você é homem, diga: concorda com esses ítens?

Se você é mulher, responda: tem sensibilidade que esse comportamento dos homens é real?

Por curiosidade: das respostas, Dinheiro ficou com apenas 1%, a frente de Trabalho (0,8%).

– Precisamos de um dia da Consciência Negra?

Sou contra certas datas festivas: Todo dia é dia das mães; dos pais; das mulheres; dos homens ou dos negros.

Muitas vezes, temos datas comerciais: o dia dos namorados, por exemplo. Ou outras demagógicas: não seria a de hoje um exemplo disso?

Detesto rotulações: raça branca, negra, amarela… Ora, somos todos uma única raça, a RAÇA HUMANA! Não importa a cor da pele, a preferência sexual ou a religião: todos somos iguais em direitos e deveres.

Perceberam que o “dia de reflexão” virou descanso para uns e aproveitamento político para outros? Pior: o fato das cidades determinarem feriado municipal ou não acaba desacreditando no dia como feriado em si. Ou é para todos os municípios, nacionalizando a data, ou não.

Mais grave do que isso é tratar o dia como se fossem os negros gente inferior que precisassem de piedade. Nada disso. A história de cotas ou privilégios não pode ser uma caridade de gente subestimada, pois para ser inteligente ou competente não há cor (diferente das cotas sociais – por pobreza – as quais defendo).

Que o Dia da Consciência Negra sirva para refletir a igualdade, não aumentar discussões discriminatórias ou comparações de raças; coisas que são bobagens abomináveis nos dias atuais.

– Viciados por Redes Sociais?

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

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– Somos influenciáveis?

Sim, somos influenciáveis; uns poucos, outros muitos. E por quê ou por quem nos influenciamos?

A resposta pode vir de uma reflexão bacana, trazida em tuíte do Papa Francisco:

Se os bens materiais e o dinheiro tornam-se o centro da vida, eles apoderam-se de nós e nos escravizam”.

E então: o que tem sido o centro de sua vida?

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– Ray Kurzweil e os Robôs

Antes de 2.030 poderemos namorar robôs

O que podemos falar do cara que foi o número 1 de Bill Clinton e de Bill Gates?

Um dos maiores estudiosos sobre tendências afirma: em 2029 o computador se igualará com o homem em inteligência. Daqui 9 anos teremos serviçais autômatos em casa. E a morte será algo contornável na vida do homem.

Uau! Embora, cá entre nós: eu não creio nisso.

Entrevista na Isto É, Ed 2189, pg 8-12, por João Lóes, em: http://is.gd/v1IRei

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– Quando suas Preferências o tornam ignorante por culpa das Redes Sociais!

As redes sociais estão por trás do fanatismo de muitos. Em especial, os algoritmos do Facebook, onde você lê o que “só se quer”.

Pegue Haddad ou Bolsonaro na última Eleição Presidencial: se você tem preferência por um deles, as publicações que lhe aparecem são de louvor ao amado e demonização ao outro. Não existe bom senso!

Aliás, o Internauta centrado, que tem espírito crítico aguçado, é obrigado a receber publicações dos dois lados! E isso cansa.

Talvez o texto abaixo, publicado na Folha de São Paulo em 12 de Outubro passado (5 dias depois do 1º turno presidencial), diga muita coisa sobre essa bolha criada pelas Redes Sociais (e aqui a observação é precisa, independente da preferência política da autora do texto). Aliás, é por esse motivo que estou me “desentoxicando das Redes Sociais” por alguns dias.

Abaixo o texto, e meu “até mais”. Volto em breve com outras postagens nos próximos dias – e aí em retorno definitivo.

BOLHA

Por FERNANDA TORRES

WhatsApp, fake news e engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições

No programa de David Letterman na Netflix, Barack Obama cita um teste realizado pela Casa Branca durante a Primavera Árabe, que pretendia avaliar o poder de direcionamento do algoritmo nas redes sociais. Internautas de direita, de esquerda e de centro digitaram a palavra Egito, a fim de descobrir o que cada segmento obteria como resposta.

Os conservadores foram direcionados para links relacionados ao terrorismo, ao jihad e à ameaça muçulmana. A busca dos progressistas resultou em notícias que festejavam o levante egípcio como um auspicioso despertar do mundo árabe. Já os de centro foram brindados com inofensivos sites turísticos, que anunciavam os “Best Places to Visit in Egypt”.

Vivemos isolados em bolhas de preferência, ignorando, por completo, a do vizinho.

Quem esteve presente na manifestação do #EleNão vivenciou uma multidão pacífica de senhoras, senhores, crianças e militantes feministas. Os que não foram às ruas viram versões distorcidas de meninas de peito de fora, enfiando crucifixos no meio das pernas, fumando maconha e clamando pela volta de Satanás.

A assombrosa alavancada de um candidato a governo do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel —que, em dois dias, atingiu 39% de preferência nas urnas—, prova que os métodos de convencimento da velha política foram parar na lata de lixo da história.

O WhatsApp, as fake news e o engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições de 2018.

Num vídeo gravado, Witzel se dirige à Polícia Militar, prometendo extinguir a Secretaria de Segurança Pública para eliminar a má influência dos políticos nos órgãos de policiamento investigativo e ostensivo.

A medida, acredito, receberá o apoio de uma massa de eleitores que associam a política ao crime. Um cidadão que, fora de sua bolha, levantar a voz em favor da secretaria de Segurança corre o risco de ser crucificado pela conivência com a corrupção.

A classe artística, cuja opinião vem sendo inoculada pelo simples teclar de dez letras: Lei Rouanet, tem enfrentado rejeição semelhante à da política.

No último debate presidenciável, na TV Globo, os candidatos presentes repetiram a retórica de acusações ao PT e ao PSDB, além das réplicas do Lula Livre. Indefesos diante da nova máquina eleitoral, eles pareciam falar do túnel do tempo do milênio passado.

Os grupos fechados do meu celular aplaudiram o discurso de Boulos contra a ditadura militar, mas a indignação morria ali, entre muros. A ditadura não está na pauta dos que cresceram na redemocratização com o celular em punho. A Lava Jato e a crise na segurança, sim.

O golpe de 1964 e o AI-5 são tão distantes da experiência histórica dos que têm menos de 40 anos quanto Juscelino, o tenentismo e a política do café com leite.

No colégio abastado do filho de um amigo meu, todos os garotos de 18 que votaram no partido Novo migrarão para o PSL, convencidos de que a aliança do livre mercado com a “sociedade de bem” armada trará benefícios para o país.

Nenhum deles se preocupa com uma possível ascensão de forças paramilitares —muito menos com a perseguição a grupos identitários. Tudo é visto como petismo travestido de mimimi humanitário para esconder os anos de roubalheira.

O que impressiona é perceber que, assim como na eleição de Donald Trump, os chamados progressistas, que deveriam estar atentos ao futuro das novas mídias, permaneceram fiéis aos mesmos instrumentos de divulgação de ideias do tempo da vovó menina.

Enquanto isso, a ultra direita vem agindo cirurgicamente, há bastante tempo, em dois campos aparentemente antagônicos e difíceis de serem vencidos agora: a inteligência artificial e a fé em Cristo, em voga desde o fim da Antiguidade.

Vai encarar?

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Charge de Thiago Lucas

– Jovens, Belas e Inteligentes Estudantes. Mas se Prostituem a troco de…

Uma interessante matéria publicada há algum tempo no Blog 7 por 7 retrata o dia-a-dia de jovens garotas que, para terminarem a faculdade / sentirem prazer / viver no luxo e/ou outros objetivos, tornam-se acompanhantes de luxo. Como funciona essa relação, o propósito final e as dificuldades e prazeres. Artigo delicado, mas pertinente à reflexão:

Extraído de: http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/07/10/no-colo-do-papaizinho

NO COLO DO PAPAIZINHO

Elas são jovens, bonitas, ambiciosas, estudantes, aspirantes a atrizes. Procuram o generoso benfeitor que cuide delas e, talvez – só talvez -, lhes dê algum apoio financeiro.

Eles são ricos e bem sucedidos, solteiros ou casados, e não têm tempo para “joguinhos”. Procuram alguém especial para orientar ou “estragar”. Pode ser um amor secreto, uma aprendiz ou uma “secretária pessoal”.

O ponto de encontro dessas duas tribos são sites como Sugardaddie.com ou SeekingArrengement.com, espaços de relacionamento onde milhares de jovens mulheres oferecem companhia para homens experientes em troca de compras num shopping caro, ajuda na mensalidade da faculdade ou uma viagem de sonho. Sexo? Pode até acontecer. Mas não se trata de uma compra de serviços sexuais. Elas não são garotas de programa profissionais – e é justamente o que eles não querem. Algumas oferecem o serviço uma só vez – para resolver um determinado problema. Outras acreditam que ganham experiência de vida, conhecem lugares incríveis e muitas pessoas influentes.

Na matéria do Times On Line que li sobre isso, a estudante Amy, 25 anos, que tem  perfil em um destes sites, explica seus objetivos: “Não quero dinheiro. O que eu adoro é o estilo de vida que estes homens podem me proporcionar. Fora conhecer gente diferente do que estou acostumada. Já conheci um homem que pilota seu próprio avião. Outro coleciona carros antigos e participa de corridas por todo o país”, afirma. Amy já encontrou-se duas vezes com um executivo de 47 anos, divorciado. “Ele se separou há pouco tempo e não quer um compromisso sério. Mas também não quer ficar sozinho. E quer alguém com quem gastar seu imenso poder financeiro. Às vezes ele me leva ao shopping e compra coisas pra mim. Já me convidou para uma viagem de trabalho de dois dias, num lugar incrível. Flertamos e dormimos na mesma cama. Mas não fizemos sexo”, garante a estudante, que se diz aliviada por não estar “vendendo seu corpo”.

Difícil de acreditar, não? Mas e se for verdade? “É menos invasivo vender a alma?”, questiona a matéria. Esses sites apenas formalizam – e facilitam – o que já existe na sociedade: o conceito do homem rico e mais velho provendo bens materiais para belas mulheres mais jovens, seja namorado, “ficante”, cliente ou apenas o tradicional “senhor que me ajuda”. Nesses sites de relacionamento, há espaço também para sugar mammies que queiram encontrar jovens rapazes ávidos por novas experiências. Mas ainda são minoria – por enquanto.

O site menciona também o filme The Girlfriend Experience, de Steven Soderbergh, lançado em Cannes mas ainda sem data de estreia no Brasil. O longa conta a história de uma garota que faz programas com homens ricos, mostrando como ela concilia esta “atividade” com sua vida particular. Seu namorado, um personal trainer, sabe o que ela faz e acredita que seja apenas mais uma forma de se sustentar e ter belas experiências. A protagonista é vivida por Sasha Grey, de 21 anos, famosa atriz pornô, e o elenco é de não-atores. O trailer, abaixo [não disponível], mostra como ela (que na primeira cena faz certamente uma referência à Bonequinha de Luxo de Audrey Hepburn) fatura US$ 2.000 a hora, enquanto o namorado ganha US$ 125. Essa facilidade é, certamente, o combustível para que tantas garotas busquem essa experiência.

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Vanessa de Oliveira, no UOL, onde declarou: Fui prostituta e não me arrependo. Hoje sou uma empreendedora de sucesso. Sua história em: https://universa.uol.com.br/noticias/redacao/2018/07/14/fui-prostituta-e-hoje-sou-uma-empresaria-de-sucesso.htm

– E se tivéssemos um lockdown no final do ano (o 1o do país)? Qual seria a reação?

Algumas nações europeias estão adotando o lockdown para conter a 2a onda de Covid_19, mesmo tendo sofrido economicamente durante a pandemia, com a finalidade de minimizar prejuízos humanitários (e econômicos também, por conta de outras nuances que podem ser trabalhadas em um próximo artigo).

Aqui no Brasil, não vivemos lockdown em momento algum, mas uma quarentena de alguns dias em lugares específicos. Pelas projeções comparativas, se seguirmos o calendário europeu da doença, possivelmente a segunda onda se aproxime no final de 2020.

  • Teria clima, entre Natal e Reveillón, de nova quarentena ou lockdown?

Claro, inimaginável pela cultura e pelos padrões da nossa população. O melhor é: prevenir-se, a fim de evitar tal evento em nosso Brasil.

Cada vez mais países europeus retomam lockdown contra nova onda de covid-19  | Notícias internacionais e análises | DW | 01.11.2020

– O preconceito contra as doenças da mente.

Não é triste imaginar que pessoas sofredoras de depressão, ansiedade, Síndrome do Pânico e tantos outros males da mente, sofrem preconceito?

Desde “frescura” à “loucura”, o paciente é criticado por aqueles que nem imaginam o que sejam essas doenças. Lamentável tal insensibilidade.

Se você sofre do coração, vai a um cardiologista. De dores no joelho, a um ortopedista. Qual o receio de procurar ajuda para enfermidades emocionais, junto a psiquiatras e psicólogos?

Paciência…

Depressão

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Dia Nacional da Língua Portuguesa

Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nota língua-mãe!

Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa

Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Redes Antissociais.

Percebeu quanta gente que usa as Redes Sociais para escrever palavras raivosas?

Uma reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=NxBV5q_t-TI

– DEUS e a Pandemia. O que Ele tem dito a você?

Ouvi, durante a Missa deste final de semana, na homília do Padre Márcio Felipe (Catedral Nossa Senhora do Desterro, Jundiaí) o seguinte convite à reflexão: “Deus nos fala durante a pandemia. O que Ele está falando a nós?”.

Ótima perturbação ao nosso coração. Quantas vezes você não deve ter ouvido falar que “a Pandemia é coisa de Deus”, ou “Por quê Deus permitiu isso”, ou ainda: “Por quê Deus nos esqueceu”?

Nada disso. A pandemia é fruto dos homens, e a iluminação para que saibamos proceder neste momento tão difícil é de Deus. E, utilizando-se dela, Deus nos convida a sermos homens e mulheres melhores, solidários, caridosos, espiritualizados e comprometidos com o auxílio aos mais necessitados.

Deus não nos pune, Ele é amor.

E o que, no silêncio ou no interior do seu coração, Ele tem dito a você?

Caso não esteja escutando, pense: você tem deixado Ele falar contigo ou se tem feito de surdo ao chamado divino?

Vale a pena refletir!

– Jovem ateia fogo em morador de rua. Como explicar?

Leio que um moço foi acusado de tacar fogo em um pobre andarilho na cidade de Louveira. Por tristeza, parei a leitura com os detalhes.

Não é o primeiro caso assim no Brasil. Com pesar, a frequência de casos assim é relativamente grande (lembram-se dos playboys que queimaram vivo um índio pataxó que dormia numa praça em Brasília)?

A troco de quê?

Por quê?

Para quê?

É insensível e inexplicável tal ato desumano, demoníaco e doentio. Atear fogo contra um coitado, que sofre sem lar vivendo nas ruas e que está no limbo por… prazer?

Deus seja misericordioso com tudo isso.

– Nudez ou Nudes?

Há 10 anos, uma indignação que se faz atual: quando surgiu a história de mandar “nudes”:

Nudez é relativo a “estar nu”, “estar pelado”. Certo?

Mas leio que alguns escrevem NUDES, e ouço que se pronuncia “núdes”. Que raio é isso?

Nada mais é do que um modismo criado por adolescentes em linguajar da Internet. Por exemplo, um menino pede “um nude” à garota, ou seja: uma foto nua.

Caracoles… que tempos, não? Deve ser muito triste um pai ou uma mãe ver sua filha mandando uma foto pelada pela Internet (ou “um nude”) e que pode viralizar nas redes sociais. Aliás, e a garota que topa isso, não? Falta orientação?

Que moda sem graça…

– A Arrogância de uma Juventude Mal Educada versus o Despojamento dos Jovens de Bem!

Quando somos mais novos, os hormônios estão a flor da pele. Isso faz com que a verdadeira instrução que recebemos em nosso lar floresça. E a partir daí você pode observar, em nossa sociedade, vários comportamentos, permitindo diferenciar os jovens por “bem ou mal” educados; respeitosos ou folgados; inteligentes ou burros; de boa formação familiar ou delinquentes. 

Me pesa ver alguns membros da juventude do país desprezando a experiência dos mais velhos, achando que sabem tudo e que o “mundo começou com eles”, desprezando o passado! Acham-se donos da verdade, acima de qualquer julgamento e pior: em muitos momentos, mesmo com comportamento agressivo, praticam o “mi-mi-mi” quando interessam a si próprios!

Tudo isso pode ser chamado de: mania de perseguição (pensam que tudo se refere a eles e que são vítimas sociais), falta de regramento social (não aprenderam a ter limites) e ausência de comprometimento com as causas alheias (só pensam no interesse do grupo a que pertencem). Uma pena!

Felizmente, por outro lado, há aqueles que pensam no coletivo, no respeito ao próximo e no aprendizado contínuo. Têm a força da juventude e o desejo de mudar, somada à sanha incansável de aproveitar os conhecimentos dos mais experientes. Respeitosos, esses jovens tornam-se uma parcela diminuta mas solidária; responsável e comprometida por um mundo melhor e mais civilizado. 

Difícil falar em cidadania com aqueles que tem o adversário como inimigo; no contraponto, é fácil falar em sociabilidade quando o espírito de bandidagem e arruaça não existe dentro da pessoa!

Lutemos pela educação dos nossos jovens. Urgente!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Um Brasil mais coerente!

Claro que a maioria dos jogadores de futebol ganha salário baixo. Mas a parcela de “artistas” com altíssima remuneração assusta pelos valores exorbitantes.

Essa imagem (não sei de que país é) retrata bem o que deveria ser o ideal:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito na postagem.

– Adicionar pessoas íntimas ou chefes no Facebook pode ser problemático…

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

– Provérbio Japonês Machista ou Feminista?

No Japão, existe um ditado antigo e muito respeitado:

Um bom marido é saudável e ausente“.

Machista?

Que nada! É Feminista!

Lá, se o marido fica fora de casa pelo duro trabalho para dar conforto à família, ele se torna exemplo para todos – mesmo que seja um pai e marido ausente.

Tudo gira no modo de como se interpreta as coisas. Aqui, a mulher ficar em casa já foi interpretado de diversas formas – machista ou não!

– Os bilionários brasileiros.

Você sabe quem são as pessoas mais ricas do Brasil? Veja a lista abaixo, divulgada pela Forbes nesta semana.

Destaque para a primeira mulher listada (Luiza Trajano, do Magazine Luiza). Surpresa para Ilson Mateus, ex-garimpeiro que ficou rico em Balsas com uma mercearia, e hoje é dono do Conglomerado Grupo Mateus, muito forte no Norte / Nordeste do Brasil, desconhecido no Sudeste.

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/09/18/forbes-lista-os-10-maiores-bilionarios-brasileiros-em-2020.htm

OS BILIONÁRIOS BRASILEIROS DA FORBES

A nova edição brasileira da revista Forbes traz a lista dos 200 bilionários do país em 2020. A publicação mostra quem são as 238 pessoas mais ricas do Brasil. E tem mudança no topo da lista.

Número um do ranking desde 2013, quando desbancou Eike Batista, o empresário Jorge Paulo Lemann aparece agora em segundo lugar, atrás do banqueiro Joseph Safra. Quem completa o pódio é Eduardo Saverin, brasileiro que é um dos cofundadores do Facebook.

Luiza Trajano, dona do Magalu, aparece como a mulher mais rica do Brasil, ocupando a 8ª posição do top 10. Ela subiu 16 posições na lista, depois que seu patrimônio cresceu 181% no último ano.

Segundo a revista, a soma total das fortunas dos 238 bilionários brasileiros é de R$ 1,6 trilhão. Nomes do varejo, do setor financeiro e de investimentos dominam as primeiras dez posições.

1 – Joseph Safra: R$ 119,08 bilhões
2 – Jorge Paulo Lemann: R$ 91 bilhões
3 – Eduardo Saverin: R$ 68,12 bilhões
4 – Marcel Herrmann Telles: R$ 54,08 bilhões
5 – Carlos Alberto Sicupira e família: R$ 42,64 bilhões
6 – Alexandre Behring: R$ 34,32 bilhões
7 – André Esteves: R$ 24,96 bilhões
8 – Luiza Trajano: R$ 24 bilhões
9 – Ilson Mateus: R$ 20 bilhões
10 – Luciano Hang (Havan): R$ 18,72 bilhões

Safra é banqueiro mais rico do mundo

Além de ser a pessoa mais rica do Brasil, com patrimônio estimado em R$ 119,08 bilhões, Safra é também o banqueiro mais rico do mundo, de acordo com a revista.

Libanês naturalizado brasileiro, Joseph Safra herdou, em 1955, o banco fundado pelo pai. Hoje é dono do banco Safra (Brasil), do J. Safra Sarasin (Suíça) e do Safra National Bank (EUA). Segundo a Forbes, além de investimentos bilionários, ele também é dono, ao lado de José Cutrale, da Chiquita Brands, maior produtora de bananas do mundo.

– A dependência causada pelo Facebook: um vício a ser tratado.

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

– Quando você dirige, você muda seu comportamento?

Vejam que bacana: um estudo detectou 7 tipos de motoristas e muitas considerações sobre o que passa na cabeça das pessoas quando dirigem.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/rodas/2016/09/1814159-estudos-definem-perfis-de-motoristas-estressados-correm-mais-riscos.shtml

OS SETE PERFIS DE MOTORISTAS

PROFESSOR

Conhecedor das regras do trânsito, faz questão de apontar o que outros motoristas fizeram de errado (trocar de faixa sem dar seta, por exemplo) e espera ter seu “esforço” reconhecido

JUSTICEIRO

Quer punir outros motoristas que, segunda sua opinião, se comportam mal; vai atrás de quem fechou seu carro, discute no trânsito e só sossega após transmitir uma lição de moral

CONCORRENTE

Precisa chegar à frente de todos os outros motoristas e se irrita com a “lerdeza” dos outros. É o motorista que costura no trânsito e não tem pudores ao furar a fila no pedágio

ESCAPISTA

Seu carro é o refúgio onde ouve música alta com os vidros fechados. Evita qualquer tipo de relação com o estresse do trânsito que o cerca, e a distração pode colocá-lo em situação de risco

CUCA FRESCA

Se maus motoristas estão fazendo barbeiragens ao redor, ele tenta ignorar e segue adiante, ou apenas libera passagem para se livrar de possíveis problemas no trânsito

FILÓSOFO

Aceita os erros de outros condutores sem perder a calma, tentando explicar racionalmente o porquê das atitudes imprudentes. Consegue controlar as emoções enquanto dirige

SABE-TUDO

Ninguém dirige melhor do que ele, todos os outros condutores são incompetentes. É o mal-humorado que grita ordens como “fica na tua faixa!”, geralmente seguida de um palavrão

ESTUDOS DEFINEM PERFIS DE MOTORISTAS; ESTRESSADOS CORREM MAIS RISCOS

Por Eduardo Sodré

“Era de propósito, ele me ultrapassava e freava bruscamente. Depois da terceira vez que fez isso, consegui fechá-lo e desci do carro”, conta a advogada Léa Carta, 38. Ela foi até o outro veículo, bateu no vidro até o motorista baixar o vidro e o puxou pelo colarinho.

O episódio, motivado por uma briga por espaço no trânsito, ocorreu há sete anos. Carta, que tem 1,58 m de altura, buzinou quando o veículo invadiu sua faixa. O outro condutor devolveu a “ofensa” com a sequência de fechadas. Depois de insultos de ambos os lados, seguiram seus caminhos.

Naquele momento, a advogada agiu como justiceira. Esse é um dos sete perfis de motoristas definidos em 2015 pela LSE (London School of Economics and Political Science). O estudo teve o apoio a Goodyear.

Quem age de forma intempestiva no trânsito se expõe a riscos maiores do que um bate-boca no meio da rua.

“Um estudo feito em 2011 pela AAA Foundation [instituição norte-americana] mostrou que cerca de 1.200 acidentes ocorrem anualmente nos EUA devido à fúria sobre rodas, considerada um distúrbio mental pela psicologia. Desses, 300 deixaram mortos ou feridos em estado grave”, diz Idaura Lobo Dias, especialista em trânsito da Perkons. A empresa atua na fiscalização eletrônica de vias.

Desde o episódio de sete anos atrás, Carta vem tentando mudar. “Ainda fico muito irritada com a falta de educação de alguns motoristas, mas tento me controlar. Preciso internalizar algumas coisas para sobreviver”, diz a advogada.

Seu modo de encarar o trânsito é oposto ao de motoristas “filósofos”, como o consultor de empresas Wagner Bacha, 45.

“Não vale a pena se aborrecer, só atrasa mais a viagem. Não considero que uma fechada seja uma ofensa, o outro motorista nem me conhece. Se tenta mostrar força, só me passa insegurança”, diz o consultor.

Bacha afirma ser calmo e buscar transmitir seu modo de vida para o trânsito. Porém, é comum que pessoas mudem de comportamento ao assumir a direção.

“A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente [TEI]. O ambiente encontrado no tráfego é desencadeador desse comportamento”, diz Idaura Lobo Dias, da Perkons.

De acordo com Chris Tennant, responsável pelo estudo da LSE, “criamos personalidades ao volante das quais não gostamos, tipos de motoristas que representam as diferentes formas como lidamos com frustrações e sentimentos fortes”.

O especialista afirma ainda que existe a possibilidade de um mesmo condutor manifestar diferentes características de personalidade enquanto dirige.

Para Fábio de Cristo, doutor em psicologia do trânsito, mudanças na forma como se aprende a dirigir ajudariam a melhorar o convívio nas ruas.

“O desafio da educação para o trânsito na formação do condutor nos próximos anos é centrar-se nas consequências e nos riscos advindos do não cumprimento das normas em vez de focar apenas sua memorização”, diz o especialista, que é também administrador do Portal de Psicologia do Trânsito (portalpsitran.com.br).

CALMA NO TRÂNSITO

Nos anos 1970, ter um rádio toca-fitas no carro era um dos maiores luxos. Hoje, mais de 90% dos veículos que saem das lojas trazem ao menos ar-condicionado e direção hidráulica. São itens fundamentais para reduzir o estresse a bordo, mas há detalhes que nem sempre são percebidos.

“A função das fabricantes é fazer com o que o cliente sinta aconchego ao estar dentro do automóvel, sensação que traz tranquilidade. Temos modelos com luz ambiente pensada para diminuir o estresse, em tons de azul”, diz Adília Afonso, supervisora de design da Ford para América do Sul.

Carros de luxo podem ser equipados com massageadores nos bancos. No Volkswagen Passat (a partir de R$ 158,2 mil), o item é vendido em um pacote de opcionais que custa R$ 5.160.

Para quem fica preso no tráfego, um dos melhores antídotos para o estresse é o câmbio automático. Ao evitar o movimento de acionar a embreagem e o câmbio, o motorista se cansa –e se irrita– menos.

Entretanto, nada conseguirá controlar o estresse caso o motorista não saiba o que está fazendo.

“Muitos aprendem a dirigir de forma precária. O aprendizado deve ser realizado por etapas. O aluno tem que se desenvolver por meio de exercícios individuais, treinar técnicas de curvas, adquirir noção de espaço e saber controlar pedais”, diz Sérgio Carlos dos Santos, diretor do Centro de Formação de Condutores e da empresa Dirigindo Bem.

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– Banheiros-Família: Uma Necessidade Desprezada…. Você já precisou de algum?

Papais e mamães com filhos pequenos sabem bem o que vou dizer (principalmente aos papais de filhas): Como é difícil encontrar sanitários exclusivos para pais & filhos. Em alguns lugares, existem fraldários que auxiliam à troca dos nenês. Mas e privadas para crianças de 2 anos?

Se você passear pelo Parque da Cidade, em Jundiaí, verá que os banheiros masculinos e feminino possuem fraldários. Ótimo. Mas não atendem crianças maiores…

Alguns lugares possuem os banheiros-família (mas são raros). Vou dar o meu exemplo particular, quando minha filha tinha 2 anos: estava no supermercado e ela queria fazer xixi (já saiu da fralda). Onde a levarei? Sinceramente, é constrangedor e, de certo modo, anti-higênico levá-la ao banheiro masculino, já que em muitos lugares não dá nem para os homens os utilizarem.

Um ótimo exemplo de empreendimento que se preocupa com esse problema é o Maxi Shopping! Lá existem os banheiros ideais e em condições diversas. No térreo, próximo à escada rolante, há o banheiro família coletivo: pais e mães podem levar as crianças ao banheiro, que possui 4 mini-bacias. Próximo ao mercado, há outro modelo de banheiro-família: um família-masculino e um família-feminino: neste, o pai ou a mãe entra com a criança, e há uma bacia exclusiva para ele e outra pequena para seu filho/a. Por fim, próximo a praça de alimentação, outro melhor: um exclusivo para pai, mãe e filho.

Parabenizo por essa iniciativa. Alguém do shopping pensou nos pobres pais desesperados em ajudar suas filhinhas. E quando não tem opção, fica a dica: o velho e bom penico cor-de-rosa…

E você, o que acha? Os estabelecimentos comerciais deveriam pensar mais em banheiros-família? Deixe seu comentário:

Imagem extraída de: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-2156539434-placa-indicaco-sanitario-acessivel-familia-aluminio-15x15cm-_JM?matt_tool=14804773&matt_word=&matt_source=google&matt_campaign_id=14302215543&matt_ad_group_id=134553705348&matt_match_type=&matt_network=g&matt_device=c&matt_creative=539425529185&matt_keyword=&matt_ad_position=&matt_ad_type=pla&matt_merchant_id=532987156&matt_product_id=MLB2156539434&matt_product_partition_id=1404320022641&matt_target_id=pla-1404320022641&gclid=EAIaIQobChMIjaLQxODx-gIV00BIAB2eswlREAQYAiABEgJhR_D_BwE

– E realmente acontecem tais coisas no futebol!

Práticas corriqueiras no Mundo do Futebol e semelhantes na Sociedade (adequadas ou não) sempre existirão.

Veja se não são reais, em: https://youtu.be/XV91GP2nPy0

– O preço da fama: Neymar não pode ser uma vítima? Assustador…

Ganhar “fama” é algo complicado em qualquer setor da sociedade. Veja a situação de Neymar Jr:

Antes, ele tinha a fama de driblador e muitos jogadores tentavam parar ele cometendo faltas. Aí, começou a pular delas (para fugir da pancada e algumas vezes para simular) e a fama mudou para “cai-cai”. Tentou corrigir isso, mas como tinha ganho esse rótulo, até quando apanhava de verdade em campo, muitas faltas não eram marcadas. Na dúvida, o árbitro lembrava “da fama”.

Depois veio a fase da fama de “irresponsável”. Mesmo treinando e sendo pontual em seu clube na rotina diária, a cada foto em balada ele era criticado. Mas aí veio a história de estar machucado e pulando carnaval, Anitta, festas e… a fama aumentou.

Quando uma moça tentou extorquir dinheiro dele em Paris (assim entendeu a Justiça), muita gente cravou que Neymar era agressor de mulher! Foi o preço da fama…

Agora, fico impressionado com o episódio envolvendo Álvaro González, que é acusado de prática racista contra ele (vide em: https://wp.me/p4RTuC-rte), onde surgem teorias de que “como não apareceram imagens da fala, poderia ser jogada de marketing”.

Caramba, mesmo se ele for vítima, a primeira impressão é a de culpa? É o preço da fama?

Lógico, deve-se tomar cuidado em não acusar injustamente o espanhol, mas diante disso acusar preliminarmente o brasileiro, é uma sacanagem! 

Sabe qual o problema de Neymar hoje? A fama de “estourado”. Todo mundo quer provocar ele. Se em seu lugar a vítima de racismo fosse Gabriel Jesus, Rodrygo ou outro jovem bem comportado, ninguém estaria comentando com dúvidas.

Em tempo: o racismo é algo a ser abolido da humanidade, urgentemente. 

– Hábito, Mania ou Dependência?

Vejam que curioso: muitas vezes, temos manias / vícios que podem atrapalhar nosso desempenho. Mas sabemos distinguir o que é hábito, mania ou dependência?

Serve para a vida pessoal e profissional, extraído da Revista Época, Ed 10/09/16, por Thaís Lazzeri

HÁBITO, MANIA OU DEPENDÊNCIA?
As principais diferenças entre esses tipos de comportamento

 

HÁBITO

MANIA

DEPENDÊNCIA

O QUE É

Comportamento repetido com frequência, consciente ou não.

No jargão popular, sinônimo para um comportamento estranho ou diferente. No campo da psicologia, é considerada uma doença.

A necessidade incontrolável de realizar algo ou determinado comportamento para se sentir bem. O indivíduo torna-se escravo dessa atitude.

DIA A DIA

Pode ou não atrapalhar a rotina. O indivíduo está no controle da situação.

Quando a frequência aumenta e surgem sinais como instabilidade emocional, passa a comprometer a rotina. Lavar as mãos é bom. Fazer diversas vezes seguida, não.

É prejudicial e, dependendo da circunstância, pode ser fatal. O indivíduo não está no controle da situação.

CUIDADO

Perceber se é ruim ou bom para sua vida. À medida que nota o que não está bom, o indivíduo é capaz de fazer a mudança.

Se o indivíduo ou alguém próximo notar algo estranho que fuja da normalidade, vale conversar com um psicólogo ou psiquiatra

Em geral, o indivíduo não está no controle da situação.

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Imagem extraída da Web.

– 3 cenas da linda Sampa!

Uma vista à capital paulista me obrigou a registrar quão bela é a região da Avenida Paulista, que as vezes passa despercebida:

A beleza da Arquitetura (Rua Frei Caneca, Paróquia do Divino Espírito Santo):

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A beleza da (Rua Brigadeiro Luiz Antonio, Igreja da Imaculada Conceição):

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A beleza das Luzes (“Paulista Avenue”):

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E nem sempre contemplamos…

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O egoísmo em plena Pandemia

Todos nós estamos sofrendo, de uma forma ou de outra, com a reclusão por conta da Covid_19. Social, física, financeira ou mentalmente, todos acabamos nos sacrificando.

Entretanto, chega a ser irritante você tomar tantos cuidados e ver as praias cariocas lotadas, não? Estou ansioso para ir à praia, mas sei que não é pertinente nem oportuno neste momento.

As imagens da areia cheia de gente mostram que “pensar no bem comum” está fora de moda. Parece que o que manda é: “cada um por si” e “não estou nem aí”!

Veja a foto de ontem na Praia de Ipanema:

Foto: Wilton Júnior/Estadão Conteúdo (30.ago.2020)