– Perfeição? Não…

… Busque Autenticidade!

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– E se você fosse submetido ao PIR?

Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).

Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):

TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO

Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos

Por Cris Olivette

Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.

O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.

Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”

Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”

A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”

Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.

Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.

“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”

Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.

Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.

Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”

NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.

Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”

Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.

Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”

Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.

Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.

“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.

Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.

O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.

“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”

Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.

Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”

Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.

“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A cidadania e boa educação independem de alguns fatores…

A cidadania não depende da escolaridade ou do dinheiro. A boa educação é que nos ajuda a sermos mais cidadãos.

Discorda da Karol, na imagem abaixo?

– Quem são os bilionários brasileiros? E as pessoas mais ricas do mundo?

Li que a Forbes divulgou a lista das pessoas mais ricas do Brasil em 2024. Temos em nosso país 69 bilionários, e a relação é:

  1. Eduardo Saverin – US$ 28 bilhões (60º lugar geral)
  2. Vicky Safra – US$ 20,6 bilhões (94º)
  3. Jorge Paulo Lemann – US$ 16,4 bilhões (113º)
  4. Marcel Herrmann Telles – US$ 10,9 bilhões (195º)
  5. Carlos Alberto Sicupira – US$ 8,9 bilhões (278º)
  6. Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 7,6 bilhões (344º)
  7. Pedro Moreira Salles – US$ 7,1 bilhões (385º)
  8. André Esteves – US$ 6,6 bilhões (417º)
  9. Alexandre Behring – US$ 6,3 bilhões (453º)
  10. Miguel Krigsner – US$ 5,7 bilhões (522º)
  11. João Moreira Salles – US$ 5,3 bilhões (572º)
  12. Walther Moreira Salles Junior – US$ 5,3 bilhões (572º)
  13. Jorge Moll Filho – US$ 4,5 bilhões (697º)
  14. Alceu Elias Feldmann – US$ 3,7 bilhões (871º)
  15. Maurizio Billi – US$ 3,6 bilhões (896º)
  16. Jose João Abdalla Filho – US$ 3,5 bilhões (920º)
  17. Joesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  18. Wesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  19. Lirio Parisotto – US$ 2,8 bilhões (1187º)
  20. Alexandre Grendene Bartelle – US$ 2,6 bilhões (1286º)
  21. Luciano Hang – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  22. Ilson Mateus – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  23. Candido Pinheiro Koren de Lima – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  24. Guilherme Benchimol – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  25. Julio Bozano – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  26. Luiz Frias – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  27. Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  28. João Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  29. José Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  30. Roberto Irineu Marinho – US$ 2 bilhões (1623º)
  31. Edir Macedo – US$ 2 bilhões (1623º)
  32. Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  33. Jayme Garfinkel – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  34. Rubens Menin Teixeira de Souza – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  35. Rubens Ometto Silveira Mello – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  36. Sasson Dayan – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  37. Carlos Sanchez – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  38. David Feffer – US$ 1,6 bilhão (1945º)
  39. Jose Roberto Ermirio de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  40. Jose Ermirio de Moraes Neto – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  41. Daniel Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  42. Jorge Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  43. Ruben Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  44. Neide Helena de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  45. Artur Grynbaum – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  46. Cristina Junqueira – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  47. Antonio Luiz Seabra – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  48. Ivan Müller Botelho – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  49. Jose Isaac Peres – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  50. Eduardo Voigt Schwartz – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  51. Mariana Voigt Schwartz Gomes – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  52. João Alves de Queiroz Filho – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  53. Maria Consuelo Dias Branco – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  54. Maria Frias – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  55. Lucia Maggi – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  56. Anne Werninghaus – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  57. Clóvis Ermírio de Moraes – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  58. Pedro Grendene Bartelle – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  59. Liu Ming Chung – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  60. Itamar Locks – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  61. Blairo Maggi – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  62. Carlos Pires Oliveira Dias – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  63. Vera Rechulski Santo Domingo – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  64. Carlos Eduardo M. Scripilliti – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  65. Regina Helena S. Velloso – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  66. Livia Voigt – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  67. Dora Voigt de Assis – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  68. Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US$ 1 bilhão (2692º)
  69. Hugo Ribeiro – US$ 1 bilhão (2692º).

E quem são os mais ricos do mundo? No texto abaixo:

Extraído de: https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/04/03/veja-quem-sao-os-brasileiros-na-lista-de-bilionarios-da-forbes-em-2024.ghtml

OS BILIONÁRIOS DA FORBES 2024

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin é o brasileiro mais rico, segundo o ranking anual de bilionários da revista Forbes, publicado nesta terça-feira (2). Com patrimônio de US$ 28 bilhões, ele é conhecido por ser sócio de Mark Zuckerberg, que conheceu enquanto estava na faculdade. (saiba mais sobre ele abaixo)

A fortuna de Saverin teve um bom impulso neste ano após a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar resultados robustos no quarto trimestre de 2023 e anunciar o primeiro plano de distribuição de dividendos da empresa. Com o resultado, ele ficou muito à frente dos demais.

Quem o acompanha na segunda posição é Vicky Safra, herdeira do banco Safra e também a mulher mais rica do país. De acordo com a Forbes, ela acumula US$ 20,6 bilhões, dada sua participação na empresa após a morte de seu marido, Joseph Safra, em 2020.

Ao todo, são 69 brasileiros que compõem a lista anual de bilionários da Forbes em 2024. Entre as principais novidades está a presença de Livia Voigt, herdeira da empresa de máquinas e equipamentos WEG, que se tornou a bilionária mais jovem do mundo.

O francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH, lidera o ranking anual de bilionários da Forbes 2024.

Arnault ocupa a liderança, com US$ 233 bilhões em patrimônio, uma alta de US$ 22 bilhões em relação ao ano passado. Para calcular o patrimônio líquido dos bilionários, a Forbes usa o preço das ações e taxas de câmbio do dia 8 de março de 2024.

Arnault havia chegado ao topo pela primeira vez em 2023, ultrapassando Elon Musk, fundador da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon. Hoje, Musk é o segundo colocado, com US$ 195 bilhões de patrimônio. Bezos preenche o pódio logo atrás, com US$ 194 bilhões. (veja o top 10 abaixo)

A primeira mulher na lista é a empresária francesa Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal. No fechamento do ano, ela está em 15º lugar, com US$ 99,5 bilhões.

Segundo a Forbes, existem agora mais bilionários do que nunca: são 2.781 ao todo, e 141 a mais que no ano passado. Trata-se de um novo recorde, superando em 26 o maior número da série histórica em 2021.

Veja o top 10 entre os mais ricos do mundo:

  1. Bernard Arnault, CEO da LVMH, controladora da grife Louis Vuitton, com US$ 233 bilhões
  2. Elon Musk, CEO da Tesla, com US$ 195 bilhões
  3. Jeff Bezos, fundador da Amazon, com US$ 194 bilhões
  4. Mark Zuckerberg, cofundador da Meta, com US$ 177 bilhões
  5. Larry Ellison, cofundador da Oracle, com US$ 141 bilhões
  6. Warren Buffett, megainvestidor, com US$ 133 bilhões
  7. Bill Gates, fundador da Microsoft, com US$ 128 bilhões
  8. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, com US$ 121 bilhões
  9. Mukesh Ambani, fundador da Reliance Industries, com US$ 116 bilhões
  10. Larry Page, cofundador do Google, com US$ 114 bilhões

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo

– Suicídio: você não está sozinho.

“Deixe em paz meu coração, Que ele é um pote até aqui de mágoa E qualquer desatenção, faça não, Pode ser a gota d’água.” In: Gota d’Água – de Chico …

Continua em: SUICÍDIO: VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO

– Shakira e Barbie: eu concordo com a cantora!

A cantora Shakira fez uma forte declaração sobre o filme da Barbie, do ano passado, e que ela assistiu com os filhos recentemente. Na crítica, disse o seguinte:

“Meus filhos odiaram [o filme] completamente. Eles acharam desvirilizante. E eu concordo, de certa forma. Estou criando dois meninos e quero que eles se sintam também poderosos enquanto respeitam as mulheres. Gosto quando a cultura pop tenta empoderar mulheres sem roubar dos homens a possibilidade de serem homens, de também proteger e prover. Acredito em dar às mulheres todas as ferramentas e a confiança de que podemos fazer tudo sem perder a nossa essência, sem perder a nossa feminilidade. Acho que os homens têm um propósito na sociedade, e as mulheres também têm outro propósito. Nós nos complementamos e esse complemento não deve ser perdido”.

Perfeito: para a mulher ser respeitada, o homem não precisa ser rebaixado. E vice-versa! Homens e Mulheres têm suas características próprias, diferenças fisiológicas e hormonais, e precisam conviver em sociedade de maneira harmoniosa. Além disso, em dignidade e respeito, nada diferem.

Parabéns pela fala da artista!

Margot Robbie e Ryan Gosling no lançamento do filme Barbie

Foto: Michael Tran / AFP

– O identitarismo:

Identitarismo: “Movimento ou ideologia que prioriza a identidade de um determinado grupo fechado (de cariz étnico, religioso, etc.), em detrimento de…

continua no original em: O IDENTITARISMO É UMA DROGA

– Como você lida com o Apego/Desapego às coisas da Vida?

“Aceitar o desapego de alguma situação que não deve, ou não pode voltar, é agir com inteligência”

José Renato Sátiro Santiago

Um texto interessante que vale a reflexão, extraído do editorial do blog do prof José Renato S Santiago, a respeito das coisas que valem a pena ou não, focando o desapego!

LEI DO DESAPEGO, AFINAL TODOS PODEMOS TER UMA PARIS

Creio que quase todos já ouvimos falar sobre um dos melhores filmes de todos os tempos, Casablanca. A drama gira em torno de Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman).

Mesmo que o filme tenha sido assistido por milhões e milhões de pessoas, não irei cometer a indelicadeza de contar seu final.

Pelo menos irei tentar.

No entanto, gostaria de destacar uma parte do filme, onde Rick justifica sua decisão para Ilsa ao afirmar que: “Nós sempre teremos Paris”. Esta afirmação sinaliza a sua decisão, diante da impossibilidade de ficar com sua amada, Rick aceita ficar com a sua melhor lembrança, quando estiveram juntos.

Do ponto de vista da paixão e amor, melhor não entrar nesta questão. No entanto, sob a visão corporativa, cabe destacar a melhor das decisões. Longe de querer aceitar algo que não se deseja, Rick decide com a cabeça, que é como as decisões devem ser feitas.

Aceitar o desapego de alguma situação que não deve, ou não pode voltar, é agir com inteligência. Há efetivas situações que não irão voltar. É realmente necessário se desapegar. Deixar para lá, e ir em frente!

Nota-se que por mais que Rick e Ilsa não tenham ficado juntos, ops, acabei contando o final do filme, para a história, onde ficou Victor Laszlo nesta história?

Será que ao final da guerra, voltou para Tchecoslováquia? Abriu uma padaria? Teve filhos com Ilsa?

Na verdade acabou, para a história, como o “desmancha prazeres” do maior romance de todos os tempos.

Não importa, o que ficará para a história? É o que ficará para a história, não é mesmo. Sendo assim, por mais que não possamos chegar a algum lugar ou atender algum objetivo definido nos primórdios de nossa carreira ou vida pessoal, podemos nos desapegar desta, eventual, amargura e viver em nossa cabeça os tempos que tivemos em alguma Paris.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Daniel Alves e Robinho: por quê?

O futebol, cansa-se de dizer, é um microcosmo social. Ele reflete a sociedade em uma proporção relativa dentro do campo de jogo, nas arquibancadas e nos bastidores. Nele se vê e se discute o racismo, a pobreza, a inserção no mundo da fama, os sonhos, as frustrações, os desabafos, a meritocracia ou não, a justiça ou a injustiça, e, por último, os crimes.

Ops: os crimes no meio do futebol?não se discute… os jogadores evitam esses temas polêmicos e raramente se posicionam. Alguém, por exemplo, viu algum boleiro criticar Daniel Alves por ter sido condenado por estupro? Ou Robinho?

Ninguém. Nenhum jogador brasileiro ou estrangeiro. Nenhum treinador. Nenhum diretor de futebol. A exceção foi a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. E a parabenizo por não fugir do assunto e dizer claramente que “Daniel Alves pagar pela liberdade é um tapa na cara de todas nós, cada caso de impunidade é a semente do crime seguinte”.

Pois bem, precisamos discutir o seguinte: por que tais situações (a dos estupros cometidos por jogadores famosos) acontece. E para isso, algumas observações pertinentes precisam ser feitas:

1. O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), um órgão seríssimo do nosso país, publicou no ano passado que seu último levantamento sobre estupros (considerando o ano de 2022) mostrou que a cada minuto, 2 mulheres foram estupradas no Brasil (totalizando 822 mil casos naquele período, de janeiro a dezembro). É um número assustador! Portanto, “por acaso” Daniel Alves e Robinho são jogadores de futebol, mas poderiam ser pedreiros, médicos, pintores, engenheiros ou ter qualquer profissão, já que os estupradores do Brasil são numerosos e de várias camadas sociais.

2. Robinho e Daniel Alves vivem em um ambiente privilegiado: o dos atletas que ascendem socialmente muito rápido, que surgem de comunidades paupérrimas e, graças ao seu talento e trabalho, passam do salário mínimo aos milhares de reais (e em muitos casos, milhões) por mês. Se não tiverem uma estrutura emocional sólida, caem na perdição pela tentação da fama. Nisso, os clubes de futebol têm sua culpa, pois poucos oferecem assistência social, psicólogos e orientadores de carreira. O choque social e financeiro, do anonimato para a fama, que pode ser grande para as pessoas mais estudadas, acaba sendo preponderante para o desequilíbrio daqueles que não tiveram estudo e que saíram cedo de casa em busca do sucesso pelo esporte.

3. Os atores sociais do mundo do futebol também não colaboram: amigos que não alertam os atletas dos erros cometidos (afinal, desfrutam da riqueza dos atletas e não querem criar constrangimento), agentes que sempre dizem “tudo bem” aos gostos e vontades dos seus clientes e, sabidamente, moças que querem se relacionar com esses endinheirados homens e que não têm pudor em se oferecerem (as chamadas “Maria-Chuteiras). Nesse ambiente, a pessoa acaba achando que “tudo quero, tudo posso, tudo terei”. E torna-se uma arapuca para o equilíbrio: dinheiro, paparicos e sexo.

Sendo assim, fica mais claro entender o porquê de Daniel Alves e Robinho não respeitarem limites (e estamos falando sim de criminosos, pois já foram julgados e condenados por estupro). Esses jovens que se enriqueceram acabaram se tornando mimados, neo-adolescentes, não aceitando ouvir um “não” ou uma voz contrária. Como eles, que costumam ter tudo o que querem, em meio a beijos e carícias das moças que se relacionaram, aceitariam tranquilamente um “chega”, ou ainda, um “paremos por aqui”?

Mais perturbador do que isso, insisto, é o silêncio dos demais jogadores de futebol que nada declaram sobre o assunto. Teriam eles medo de serem algum dia acusados por algo semelhante?

Imagem de Rafael Ribeiro / CBF / Divulgação, extraído de: https://www.otempo.com.br/sports/futebol/caso-daniel-alves-trouxe-novamente-a-tona-condenacao-de-robinho-por-estupro-1.2819308

– Daniel Alves e Robinho: por quê?

O futebol, cansa-se de dizer, é um microcosmo social. Ele reflete a sociedade em uma proporção relativa dentro do campo de jogo, nas arquibancadas e nos bastidores. Nele se vê e se discute o racismo, a pobreza, a inserção no mundo da fama, os sonhos, as frustrações, os desabafos, a meritocracia ou não, a justiça ou a injustiça, e, por último, os crimes.

Ops: os crimes no meio do futebol?não se discute… os jogadores evitam esses temas polêmicos e raramente se posicionam. Alguém, por exemplo, viu algum boleiro criticar Daniel Alves por ter sido condenado por estupro? Ou Robinho?

Ninguém. Nenhum jogador brasileiro ou estrangeiro. Nenhum treinador. Nenhum diretor de futebol. A exceção foi a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. E a parabenizo por não fugir do assunto e dizer claramente que “Daniel Alves pagar pela liberdade é um tapa na cara de todas nós, cada caso de impunidade é a semente do crime seguinte”.

Pois bem, precisamos discutir o seguinte: por que tais situações (a dos estupros cometidos por jogadores famosos) acontece. E para isso, algumas observações pertinentes precisam ser feitas:

1. O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), um órgão seríssimo do nosso país, publicou no ano passado que seu último levantamento sobre estupros (considerando o ano de 2022) mostrou que a cada minuto, 2 mulheres foram estupradas no Brasil (totalizando 822 mil casos naquele período, de janeiro a dezembro). É um número assustador! Portanto, “por acaso” Daniel Alves e Robinho são jogadores de futebol, mas poderiam ser pedreiros, médicos, pintores, engenheiros ou ter qualquer profissão, já que os estupradores do Brasil são numerosos e de várias camadas sociais.

2. Robinho e Daniel Alves vivem em um ambiente privilegiado: o dos atletas que ascendem socialmente muito rápido, que surgem de comunidades paupérrimas e, graças ao seu talento e trabalho, passam do salário mínimo aos milhares de reais (e em muitos casos, milhões) por mês. Se não tiverem uma estrutura emocional sólida, caem na perdição pela tentação da fama. Nisso, os clubes de futebol têm sua culpa, pois poucos oferecem assistência social, psicólogos e orientadores de carreira. O choque social e financeiro, do anonimato para a fama, que pode ser grande para as pessoas mais estudadas, acaba sendo preponderante para o desequilíbrio daqueles que não tiveram estudo e que saíram cedo de casa em busca do sucesso pelo esporte.

3. Os atores sociais do mundo do futebol também não colaboram: amigos que não alertam os atletas dos erros cometidos (afinal, desfrutam da riqueza dos atletas e não querem criar constrangimento), agentes que sempre dizem “tudo bem” aos gostos e vontades dos seus clientes e, sabidamente, moças que querem se relacionar com esses endinheirados homens e que não têm pudor em se oferecerem (as chamadas “Maria-Chuteiras). Nesse ambiente, a pessoa acaba achando que “tudo quero, tudo posso, tudo terei”. E torna-se uma arapuca para o equilíbrio: dinheiro, paparicos e sexo.

Sendo assim, fica mais claro entender o porquê de Daniel Alves e Robinho não respeitarem limites (e estamos falando sim de criminosos, pois já foram julgados e condenados por estupro). Esses jovens que se enriqueceram acabaram se tornando mimados, neo-adolescentes, não aceitando ouvir um “não” ou uma voz contrária. Como eles, que costumam ter tudo o que querem, em meio a beijos e carícias das moças que se relacionaram, aceitariam tranquilamente um “chega”, ou ainda, um “paremos por aqui”?

Mais perturbador do que isso, insisto, é o silêncio dos demais jogadores de futebol que nada declaram sobre o assunto. Teriam eles medo de serem algum dia acusados por algo semelhante?

Imagem de Rafael Ribeiro / CBF / Divulgação, extraído de: https://www.otempo.com.br/sports/futebol/caso-daniel-alves-trouxe-novamente-a-tona-condenacao-de-robinho-por-estupro-1.2819308

– Seus Filhos Adultos vivem a Síndrome de Peter Pan?

Seus filhos cresceram, mas não saem da sua casa e ainda por cima continuam se comportando como adolescentes?

Eles sofrem da Síndrome de Peter Pan, que se refere aos adultos que não assumiram certas responsabilidades e cujas atitudes mais parecem de adolescentes / jovens que ainda dependem dos pais. São aqueles que querem “não optar pela independência” ou abrem mão da maturidade.

Quer saber mais?

Compartilho esse material bacana da Dr Rosely Saião sobre o tema, em vídeo no link em:

https://t.co/FkGTR90TUu.

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Reprodução da Internet, imagem comum na Web, autoria desconhecida.

– A Oração dos Estressados!

Em um mundo tão competitivo, de valores duvidosos, corrupção latente e materialismo abundante, faz-se necessário relaxar a mente e fortalecer a alma.

Compartilho tal propícia oração (extraído de CancaoNova.com), que é curtinha em tamanho, mas profunda em espiritualidade.

ORAÇÃO DOS ESTRESSADOS

Reze e peça a Deus que o livre de todo estresse

Da irritação: …livrai-me, Senhor!

Das palavras grosseiras: …livrai-me, Senhor!

Da impaciência com o próximo: …livrai-me, Senhor!

Da raiva sem motivos: …livrai-me, Senhor!

Da pressa sem necessidade: …libertai-me, Senhor!

Da sobrecarga de preocupações: …libertai-me, Senhor!

Das frustrações: …libertai-me, Senhor!

Da competitividade que oprime: …libertai-me, Senhor!

Da falta de tempo para mim mesmo: …curai-me, Senhor!

Da ansiedade constante: …curai-me, Senhor!

Da baixa autoestima: …curai-me, Senhor!

Da preocupação exagerada: …curai-me, Senhor!

Das metas irreais: …purificai-me, Senhor!

Dos pensamentos negativos: …purificai-me, Senhor!

Do mau humor: …purificai-me, Senhor!

Da angústia: …purificai-me e libertai-me, Senhor!

País de estressados - ISTOÉ Independente

Imagem extraída de: https://istoe.com.br/392219_PAIS+DE+ESTRESSADOS+/

– Os áudios de Robinho e o Estupro no Itália.

Nesse momento, a Record TV entrevista Robinho, que se diz inocente. Mas os nojentos áudios estão retratados aqui, nessa postagem do julgamento:

Caramba… há pouco tempo, quando Robinho foi condenado por estupro, vazaram alguns áudios nojentos.

Se tiver estômago, estão aqui: https://wp.me/p4RTuC-rQs

Agora, divulgou-se novos áudios (tão nojentos quanto) sobre esse mesmo caso.

Que raio de animal é o homem?

– Sorrir é necessário.

Ser simpático não custa nada. Desejar “bom dia”, dar “obrigado”, tratar cordialmente as pessoas independente da condição social, respeitar o seu próximo…

Tais atitudes ajudam a transmitir a sensação de acolhimento, mostram a boa educação e fazem bem.

Muitas vezes, basta um sorriso ao próximo para que o dia dessa pessoa seja bom!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Em que “Era Econômica” estamos?

Gustavo Gutiérres, teólogo Peruano, sobre as eras da vida econômica:

Estamos na era pós-socialista, pós-capitalista e pós-industrial. Mas nunca chegamos à era da pós-pobreza.”.

Resumiu perfeitamente!

A pobreza extrema só acaba com o fim da riqueza extrema - VER

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– A cultura do “Loser”.

Que mania nossa sociedade tem em desmerecer quem não tem o sucesso absoluto: como um dia disse Nelson Piquet, “o 2º colocado é o 1o perdedor”, para muitos.

Por quê isso?

Não ser o primeiro colocado em qualquer situação – no esporte, na política ou no trabalho – não quer dizer ser um perdedor. Quer ser “o primeiro melhor, depois de quem venceu”!

É triste saber que o desmerecimento acontece de maneira injusta por muitas partes, e nós temos a obrigação de aguentar cobranças de que “tem que ser o número um” em todos os aspectos.

Faz parte. Não se pode (e nem se deve imputar principalmente às novas gerações) a cultura de quem não é o melhor, é um perdedor.

loser - Inglês com a Fluentics

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para o crédito.

– A solução para alguns imbróglios da Web.

Muitos problemas e dores de cabeça são evitáveis. Alguns os buscam, e de maneira desnecessária, se envolvem com eles.

Uma dica para evitar isso?

A imagem abaixo mostra a solução para aqueles que não conseguem dosar o tempo de tela, ou que não têm a possibilidade de acessar coisas úteis:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A ditadura da felicidade.

Hoje em dia as grandes empresas criam departamentos, que apelidam com nomes pomposos como “departamentos de felicidade” e há cada vez mais livros de …

Continua em: A ditadura da felicidade

– Ruy Barbosa continua atualíssimo.

A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!

– Ofensa paga.

Recentemente tive contato com um profissional que ofendia seus clientes e era aplaudido por isso. Que inversão de valores, né? Acho incrível como …

Continua em: Ofensa paga.

– A inteligência Artificial: uma reflexão.

A Inteligência artificial está aí e não adianta ignorar. A facilidade para criar textos, imagens ou vídeos é uma novidade que vem se aperfeiçoando, …

Continua em: A inteligência Artificial: uma pessoa reflexão

– Fama é diferente de Sucesso. Mas o que é que precisamos na vida?

Vivemos em tempos de cobrança por sucesso absoluto. Não se pode errar! E isso é tão ruim…

As crianças já nascem sendo treinadas para uma vida adulta “perfeita”. Acredite: há profissionais que buscam ensinar (pasmem) a “felicidade financeira infantil”! Não é educação financeira, é preparação para ganhar dinheiro. E quando se frustram, sofrem e se deprimem, pois ninguém as prepara para uma vida modesta.

Muitos vão além: buscam a fama incondicionalmente. Mas o que é a fama?

Ser famoso é ser conhecidopor coisas boas ou por coisas ruins. Ter fama, portanto, não é ser algo necessariamente positivo ou de sucesso.

Aliás, o que é sucesso?

Ser bem sucedido na vida, simplesmente, pode ser ter uma casa humilde, alimento e família. Ou não?

Pense: o que você almeja no dia-a-dia?

O “ter sucesso” é muito relativo… precisamos não nos cobrarmos cotidiamente – para o nosso bem.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para citação.

– Alienação em 3 minutos.

Extraído do Facebook do jornalista e escritor Pedro Favaro Jr:

Não faz muito tempo, li um artigo sobre o par inventado para nós que vivemos na aldeia global, o mundo do consumo e das necessidades criadas pela publicidade e propaganda. O mundo da tecnologia e do individualismo. Da comunicação total e da incomunicação total, ao mesmo tempo.

O primeiro companheiro inventado teria sido o cigarro. Depois, vieram as bebidas. Mais à frente, um pouco, entre nós pouco antes da metade do século 20, vieram o rádio e a TV. E, do segundo para o terceiro milênio, entra em cena um ‘parça’ total, o dispositivo eletrônico – primeiro o computador doméstico, depois o laptop, mais leve e portátil, em seguida o tablet ou o iPad. E depois por fim o iPhone ou Smartfone. 

O filme egípcio “L’altra par” trata disso. Do que temos nos transformado na companhia desse parceiro inseparável. “L’altra par” durou só 3 minutos e ganhou o prêmio de melhor curta metragem no festival de cinema de Veneza. O diretor tem 20 anos. O filme trata do isolamento na época da comunicação global. Aí vai.

– E Daniel Alves jogou tudo fora…

O lateral direito da Seleção Brasileira e de diversos times importantes, Daniel Alves, foi condenado a 4 anos e 6 meses de cadeia em regime fechado, e depois mais 5 anos de liberdade vigiada. Segundo o UOL, sua pena seria mais rigorosa, mas foi atenuada por ajuda financeira da família do seu colega Neymar, a fim de pagar multas  (vide aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2024/02/22/valor-pago-com-ajuda-da-familia-neymar-reduziu-a-pena-de-daniel-alves.htm).

De que adiantou tantos títulos na carreira?

De que adiantou ter namorado lindas modelos?

De que adiantou os milhões de euros e dólares?

De que adiantou tanta fama?

Com seu ato estúpido e animalesco, ficará isolado do mundo preso por estupro. Uma mancha na vida de qualquer pessoa, difícil de ser apagada.

Imagem: Reutters.

– Restaurante que dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições?

Criativo, mas que nos leva a refletir: um restaurante na Austrália dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições (vide na imagem onde eles são guardados).

Precisamos usá-los quando comemos em família?

Mais do que isso: temos necessidade de sairmos de casa, ao invés de alimentação mais saudável no lar?

Em: https://pt.aleteia.org/2022/02/09/imagem-viral-de-familia-em-restaurante-e-mistura-de-criatividade-e-tragedia/

IMAGEM VIRAL DE FAMÍLIA EM RESTAURANTE É MISTURA DE CRIATIVIDADE E TRAGÉDIA

Um restaurante australiano criou uma solução para manter as crianças e adolescentes longe de seus telefones; mas o fato revela um problema maior.

Uma imagem viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A foto retrata a triste realidade para muitas famílias hoje.

Parece inocente à primeira vista. É um casal com suas filhas adolescentes. O pai parece vitorioso, enquanto faz um sinal positivo. As filhas, no entanto, parecem bastante tristes enquanto olham ansiosamente para seus telefones que são armazenados em uma gaiola improvisada na mesa. O motivo? O restaurante oferece um desconto de 10% para clientes que não usam seus celulares durante a refeição.

Na verdade, a cena representa uma mistura de sentimentos.

Embora o restaurante esteja generosamente oferecendo aos seus clientes a oportunidade de se conectarem uns com os outros, é triste que isso tenha que acontecer dessa maneira.

Em minha infância, a ideia de sair para uma refeição em família era um luxo e uma imensa alegria. Mamãe e papai não precisariam ir pra cozinha, e então se concentrariam inteiramente nas crianças. Em troca, as crianças estariam conversando umas com as outras e com seus pais. Era um momento de conversa e diversão.

Mas comer fora tornou-se algo comum para muitas crianças de famílias com mais recursos hoje. E elas não sentem o mesmo nível de apreciação ou emoção.

Na verdade, muitas vezes, as crianças e adolescentes também estão tão ocupados postando fotos de suas refeições, ou eles mesmos comendo essas refeições, que o passeio se torna mais uma oportunidade de atrair seguidores do que desfrutar da comida, muito menos de tempo com sua família.

Mas não desanime. Se isso está acontecendo em sua própria família — especialmente com adolescentes — aqui estão algumas dicas úteis.

1. RESTRINJA A ALIMENTAÇÃO FORA

Muitos adolescentes não querem ser vistos com mamãe e papai, mas a ideia de um hambúrguer tentador de um restaurante favorito pode levá-los a mudar de ideia. No entanto, você não quer ter que chantagear seu filho para ter uma boa refeição em família. Então, uma ideia: reduzir o número de passeios para que uma ida ao restaurante se torne um privilégio.

Mesmo que você tenha que cozinhar mais, você poderia usar o dinheiro economizado por não ir a um restaurante para comprar uma refeição saudável pronta que pode ser aquecida em pouco tempo. Isso ajuda se você sentir o cansaço depois de uma longa semana de trabalho, e incentiva as crianças a apreciarem essas refeições com mamãe e papai.

2. DEFINA UMA DATA DE RESTAURANTE

Se você está acostumado a sair regularmente e reduz suas refeições no restaurante, pode colocar uma data no calendário para sua próxima refeição em família para todos esperarem por ela

3. DEFINA SUAS EXPECTATIVAS

Muitas crianças prosperam quando sabem o que se espera delas. Se você explicar aos seus filhos que vai sair e quiser que todos tragam um tópico para a mesa, isso fará com que suas mentes pensem e lhes dêem algo para contribuir com a família. O bônus é que isso pode ajudar a construir confiança e manter a mente longe do celular. Pode ser algo relacionado a notícias, algo acontecendo na escola, planos futuros ou até mesmo aborrecimentos familiares — se seus filhos conseguirem manter a calma!

A importância deste exercício é fortalecer seu vínculo familiar em um mundo que pode ser tão isolador.

4. DEFINA REGRAS

Não importa a idade de seus filhos, eles precisam respeitar os pais. Você tem que deixar claro antes de sair para um restaurante, ou até mesmo sentar para uma refeição em casa, que a mesa de jantar é uma área sem celular.

O problema é que especialmente os adolescentes podem ficar ansiosos com o que poderiam estar perdendo. Em casos de ansiedade mais exacerbada, incentive seus filhos a informarem aos amigos quando farão uma pausa mais prolongada no uso do celular.

5. PAIS: GUARDAM SEUS TELEFONES TAMBÉM!

Quando se trata de telas, os pais precisam se afastar do ditado popular: “Faça o que eu digo, não o que faço”. As crianças imitam o comportamento o tempo todo, então dê a elas algo positivo para copiar.

Imagem extraída de: Top 10s | Facebook | Fair Use (link acima)

– Alodoxafobia: o medo da opinião dos outros.

Há diversos tipos de fobia. Uma deles é a alodoxafobia, que se refere à preocupação do que os outros pensam da pessoa.

Nestes tempos de bullying, onde as pessoas se preocupam com a imagem e com as Redes Sociais, onde temos lugares no Mundo Virtual onde se critica tudo, tal transtorno é cada vez mais frequente (e inevitável para muitos).

Um pouco sobre isso, extraído de: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

TRANSTORNO DE QUEM TEM MEDO DA OPINIÃO ALHEIA

Por Ana Elizabeth Diniz

Não são raros os casos de pessoas que declinam convites para se apresentar em público devido ao medo da opinião dos outros.

Pesquisas não oficiais sugerem que esse transtorno, conhecido como alodoxafobia, afeta cerca de 8% da população entre 16 e 24 anos de idade.

“Isso não significa que somente pessoas nessa faixa etária desenvolvam o transtorno, que poderá se manifestar em qualquer momento da vida. Porém o maior índice é em torno dessa fase, na qual os jovens têm que fazer escolhas profissionais e assumir relacionamentos e responsabilidades”, analisa Patrícia Renaldo da Silva Amaral, 34, psicóloga clínica, psicopedagoga e analista transacional em formação.

Segundo ela, a palavra alodoxafobia vem das palavras gregas “állis” que significa “outro” ou “diferente”, “dóxis” que significa “crença” e de “fobia” que significa “medo patológico”, “o que explica o conceito da patologia: medo dos pensamentos dos outros sobre si, sempre com a sensação de julgamento. É o medo de se expressar acompanhado da sensação de exposição e, ao mesmo tempo, de ser julgado pelos outros de forma crítica e negativa. Medo da opinião ou respostas das outras pessoas sobre si”, explica a psicóloga.

Mas por que será que o ser humano se preocupa tanto com a opinião alheia? “Desde nossa infância somos submetidos a aprovações dos pais, de professores, de amigos e de todos que nos rodeiam e que esperam algo de nós. Muitas vezes somos rotulados e acreditamos no que escutamos. Se sua mãe diz que você é inteligente ou uma criança impossível de segurar, você acredita. Se seu pai diz que você não sabe fazer nada direito e seus amigos dizem que você é muito tímido, você acredita. Levamos todas essas crenças infantis para nossa vida adulta de forma subconsciente e as projetamos o tempo todo em qualquer relação que possamos construir, seja profissional, familiar, social ou sentimental”, diz Patrícia.

O problema é que o que se projeta “são pensamentos distorcidos sobre o que se imagina que o outro pensa sobre nós, ou ainda críticas ao outro que na verdade são sobre si mesmo (de forma subconsciente). Pessoas que funcionam dessa forma tendem a potencializar medos fantasiosos de possíveis julgamentos sobre si mesmas por meio de pensamentos distorcidos”, comenta a psicóloga.

Segundo ela, indivíduos assim sempre se consideram o centro das atenções, porém de forma negativa, como se todos os estivessem olhando e criticando. “Muitas vezes, para os outros, essa pessoa pode simplesmente parecer ser tímida e, por isso, não gosta de se expressar ou colocar sua opinião numa roda de conversa. Mas nem imaginam que dezenas de pensamentos distorcidos estão passando pela sua cabeça naquele momento, impedindo-a de se comunicar de forma livre e espontânea”, observa Patrícia.

Esse transtorno psicológico impede a pessoa de realizar suas atividades de rotina, de se comunicar ou de conviver em sociedade. Pode estar associado a crises de ansiedade e de pânico e a sintomas somáticos como sudorese, taquicardia, tontura, dores de cabeça, enjoos, tremores e sensação de fraqueza.

Julgamento do outro é ameaça constante

Alguém diagnosticado com alodoxafobia sofre com o medo de se expor, até mesmo para apresentar um trabalho profissional, mesmo que seja muito importante. “Aqui podemos exemplificar a distorção de pensamentos que potencializam a sensação de julgamento alheio. Ao apresentar uma palestra ou um trabalho relevante, considera-se que o candidato tenha se preparado para explanar sobre o assunto escolhido. Sendo assim, as pessoas ali estão esperando para escutá-lo e estão interessadas em agregar conhecimentos. Portanto, essa pessoa que vai falar estará se mostrando ou se expondo? A resposta correta é se mostrando (centro das atenções de forma positiva), pois se preparou para isso. Se você pensou que a resposta seria se expor (centro das atenções de forma negativa), provavelmente teve uma distorção de pensamentos devido uma projeção crítica sobre si mesmo, pois imagina o risco de ser julgado pelos outros, quando na verdade você mesmo está se autojulgando”, pondera a psicóloga Patrícia Renaldo da Silva Amaral.

O tratamento indispensável é uma boa psicoterapia, seja individual ou em grupo, com acompanhamento semanal. “A opção pela psicoterapia grupal é ótima para trabalhar os medos, as fantasias e as distorções de pensamentos sociais sobre si mesmo. Também pode haver a necessidade de acompanhamento psiquiátrico, caso os sintomas fisiológicos estejam muito latentes. Há casos que requerem tratamentos paliativos, e outros, medicações adequadas, como nos casos de transtornos associados a crises de ansiedade ou pânico”, finaliza a psicóloga.

Dicas para se livrar desse mal

Lembre-se de que você não vai agradar sempre a todos.

Observe quais pensamentos são reais e quais são fantasias.

Tenha em mente que você não tem controle sobre o que os outros pensam.

Não deixe que o outro te desestabilize.

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Imagem: citação em: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

– Dicas para o combate da ansiedade.

A Ansiedade, um dos grandes problemas dos nossos dias atuais, causa males físicos e emocionais.

Sobre ela, algumas dicas importantes para combater essa chaga da nossa sociedade, extraídas de: https://vogue.globo.com/amp/Wellness/noticia/2021/05/ansiedade-8-dicas-para-ajudar-uma-pessoa-no-meio-da-crise.html

8 DICAS PARA AJUDAR UMA PESSOA NO MEIO DE UMA CRISE DE ANSIEDADE

A ansiedade não é assunto novo para o brasileiro, apesar de ainda ser tabu. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), agora em 2021, como uma das consequências do isolamento social, por exemplo, o Brasil figura o primeiro lugar como País mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. “Neste momento de crise e indefinições, cada vez mais podemos constatar pessoas numa luta incessante para tentar controlar os efeitos da ansiedade, haja vista que, a ansiedade não causa apenas descontrole emocional, ela também causa dores e sintomas físicos, tornando-se um problema crônico nas vidas das pessoas”, explica a psicóloga Dra. Sirlene Ferreira.

A especialista fala de algumas táticas que as pessoas que sofrem com crise de ansiedade podem adotar, como “procurar a ajuda de um terapeuta; praticar meditação ou ioga, que são exercícios que ajudam a controlar a respiração; identificar situações que o levem ao estresse e procurar evitá-las; esquecer o passado e procurar ter pensamentos positivos em relação ao futuro; viver o presente”, diz.

Além disso, Sirlene Ferreira também indica 8 dicas de como amigos e familiares podem ajudar nos momentos que as sensações estão à flor da pele.

Confira:

1. ACOLHIMENTO

“É primordial que todos entendam que a ansiedade não é vinculada à razão, portanto frases de otimismo e ou o chamado “choque de realidade”, não funcionam. A ansiedade por si só já é uma demonstração do descontrole das emoções que pode ser causado por diversos motivos, nesse caso o que o indivíduo mais precisa é de acolhimento, carinho e compreensão.”

2. SAIBA OUVIR

“Ofereça seu tempo para ouvir e acolher uma pessoa ansiosa. Dizer coisas como “vai passar” só vai aumentar a angústia da pessoa. Portanto, procure ouvir mais e falar menos.”

3. BEBIDAS CALMANTES

“Oferte uma xícara de chá, um suco ou até mesmo coloque uma música, que possa acalmar e alegrar a pessoa. É muito bom ser presenteado e lembrado com carinho. Em um momento de crise o que mais vale é o querer bem, sentir-se querido é aliviador.”

4. A VIDA EM MOVIMENTO

“Convide a pessoa para uma caminhada. Movimentar-se pode controlar a respiração, o que ajuda a aliviar a tensão.”

5. BOAS LEMBRANÇAS

“Traga para a conversa com essa pessoa boas lembranças, momentos de alegria e até mesmo as situações mais engraçados já vivida por vocês. A alegria é um remédio para alma e conseguir se ver em cenas de conquistas e de contentamento do passado reforça a ideia de que nem tudo e nem todo tempo é de dor.”

6. PRATIQUE A EMPATIA

“Use sua empatia para ajudar um ansioso. Se coloque no lugar dele e entenda que nesse momento ele pode ser comparado como um passageiro de trem vendo sua vida pela janela do vagão e o trem na sua máxima velocidade.”

7. EVITE PERGUNTAS

“Não exija respostas do ansioso. Entenda que ele não sabe o porquê está vivenciando essa crise de ansiedade.”

8. AJA COM RESPEITO

“Respeite esse momento. A ansiedade por si só já desrespeita demais o ansioso. Ele não precisa de outras pessoas para piorar essa sensação.”

(FOTO: GETTY IMAGES)

– A Timidez no mundo feito para quem fala muito!

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão”. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: “Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não pára de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

A solidão é como eu recarrego minha bateria

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

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Imagem extraída de: https://www.cintiacazangi.com/post/2016/07/01/você-conhece-as-principais-fobias

– Como descobrir a importância de você na vida do outro?

Olhe só que mensagem verdadeira: o “importar-se ou não com o outro é um grande indicador de amabilidade.

Abaixo:

– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo.

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

Resultado de imagem para São valentim

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Viciados Digitais?

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro | Federação de Amor-Exigente – FEAE

Imagem extraída de: https://amorexigente.org.br/viciados-em-tecnologia-buscam-ajuda-em-clinica-de-detox-no-rio-de-janeiro/

– Coisas que você tentará mudar e deverá desistir?

Aconselhamentos de coisas que você insiste em fazer e que, muitas vezes, são necessárias de abdicação. Será que você concorda com elas?

Servem para o trabalho e para a vida…

Compartilho, abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/11-coisas-que-você-nunca-mudará-e-deve-parar-de-ficar-robson

11 COISAS QUE VOCÊ NUNCA MUDARÁ E DEVE PARAR DE FICAR TENTANDO

por Robson Cristian Tomaz Pereira

Você realmente pode mudar o mundo se você se importar o suficiente” – Marian Wright Edelman, ativista americana.

Será que basta se importar o suficiente para mudar o mundo? Será mesmo? Alguns podem concordar e dizer que trabalhando de forma focada por 70, 80, 90 horas por semana tudo é possível. Outros, já podem dizer que é uma questão de trabalhar de forma mais inteligente e não trabalhar mais duro.

Independente da forma de trabalhar, existem coisas que simplesmente não conseguimos mudar. Ter perseverança e tenacidade é fundamental para atingir grandes objetivos, mas apenas aqueles que são alcançáveis.

Não adianta ficar batendo a cabeça na parede que certas coisas não vão acontecer. Infelizmente, há muitas coisas na vida que as pessoas insistem em tentar mudar e só se desgastam.

  1. Uma hora você terá que prestar contas a alguém

Não adianta pegar atalhos, quebras regras ou cometer desvios éticos para atingir os seus objetivos. Uma hora você terá que prestar contas para alguém, seja para a justiça, familiares, amigos, Deus ou até mesmo para a sua consciência. É bem provável que alguém dependa de você e ficará sem chão quando algo assim acontecer.

  1. Você não viverá para sempre

Meu querido, minha querida, se você ainda não percebeu, não somos imortais. As férias que você não aproveitou podem ter sido as suas últimas, todo o tempo que você passou após o horário na empresa, enquanto a sua família aguardava você para o jantar, não voltará. Esse é o tipo de coisa que você só aprenderá quando não tiver mais como voltar atrás!

  1. Não tem como você agradar todo mundo

Como vejo gente se frustrada com isso! Sério, pare com isso de uma vez por todas! Isso só drena as suas energias e te deixa miserável. É como aquele frase clássica: “se nem Jesus agradou todo mundo, quem é você para…”.

  1. Você nunca será o melhor em tudo

Eu sou muito competitivo, sério! Aprendi logo na infância com a minha mãe que o “segundo colocado é o primeiro perdedor”. Percebi na prática e depois em um teste da Gallup, que se eu colocar uma competição no meio de um objetivo que eu quero conquistar, funcionarei umas 10 vezes melhor!

Só que tem um porém nisso: não sou besta de entrar em uma competição de corrida contra o Usain Bolt ou de natação contra o Michael Phelps! Eu sei que não serei melhor que eles! Que não sou o melhor em tudo!

Ok, é até fácil com esses exemplos extremos, mas com pequenas comparações que quase todo mundo faz diariamente? Acredito que é nisso que está a grande burrada das pessoas. O que faz tanta gente ser invejosa. Você não terá ao mesmo tempo o melhor carro, melhor casa, melhor empresa, melhor emprego, melhor papagaio, melhor melhor…

  1. Guardar rancor não te deixará melhor

Não digo para você esquecer quem te fez mal e dar a cara a tapa novamente, acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer. O que eu digo é que ficar com rancor não irá te ajudar em nada! Sério! O rancor é você fazendo mal para você!

  1. Você não controla o que os outros pensam

Não adianta ser o melhor marketeiro, psicólogo ou neurocientista do planeta, você não controlará o que as pessoas pensam de modo geral. Por mais que você implore, esperneie, grite, exija, use milhões de gatilhos mentais ou até eletrochoque. Pare de tentar fazer isso!

  1. Você não conseguirá voltar no tempo

A vida não tem “CTRL+Z”! Pare de reclamar do seu passado e comece a viver no presente. Não dá para voltar!

Sério, mesmo o De Volta para o Futuro sendo o meu filme favorito de todos os tempos, não dá para voltar! Nem com um carro bacana, nem com uma cabine telefônica e muito menos com uma cadeira cheio de guarda-chuvas.

  1. Não, você não pode mudar totalmente o mundo

É lindo e inspiracional achar que uma única pessoa pode mudar totalmente o mundo, mas algumas coisas são maiores do que todos nós! Você pode fazer uma grande diferença no seu redor, isso é ótimo! Mas, cuida com as suas expectativas em relação ao impacto de suas ações para não se frustrar!

  1. Você não pode mudar de onde você veio

“Ah, eu vim do lugar X e por isso….”, “Eu nasci no lugar Y e por isso”… desculpinhas!

Dane-se o lugar de onde você veio! Tem exemplos de gente que passou fome, viveu na rua, fugiu de guerra… e é muito bem sucedido agora!

O que importa é onde você quer chegar e se vai pagar o preço para chegar lá!

  1. Privacidade é uma ilusão

Os seus emails, telefonemas, fotos, vídeos ou qualquer outra atividade online ou offline está “quase sempre” em observação. Seja por empresas que usam essas informações para te mostrar anúncios mais relevantes ou agências de segurança que ficam de olho se você não vai cometer nenhum atentado. É melhor não deixar nenhum esqueleto no armário.

  1. Nem sempre você conseguirá recuperar o que perdeu

Muitas coisas podem ser recuperadas. Na verdade, praticamente tudo que o limite do seu Master Card permite comprar, mas as coisas mais importantes, bem aquelas que o Master Card não compra, essas são praticamente irrecuperável=is. Aí não adianta chorar pelo leite derramado…

Conclusão

Pare de tentar mudar o que não dá para mudar! Foque no que é tangível e lembre-se do item 2: você não viverá para sempre! Bem direto ao ponto assim mesmo!

P.S: Peguei esses tópicos no texto de um empreendedor americano e os reescrevi do meu jeito.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Carreira ou Família: Quando as Mulheres têm que Decidir!

No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.

Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.

Abaixo:

PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA

As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família

É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.

O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.

Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.

“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.

Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.

Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia

– A história da Cocaína mostra: Todo uso Indevido é Prejudicial…

Usar uma coisa destinada a um fim benéfico, mas que se desvirtua para outro propósito, sempre é prejudicial à sociedade.

Quer um exemplo dos dias de hoje?

A cocaína era usada em laboratórios científicos desde o século XIX. Foi introduzida no tratamento da dor de dente, flatulência e stress. Porém, em 1898, o vencedor do Prêmio Nobel de Química, Richard Willstätter, descobriu sua ação devastadora na saúde (no uso como narcótico dopante em doses até mesmo diminutas e seus efeitos colaterais).

Mais de 100 anos depois, há ainda quem use e defenda a sua liberação, assim como o de outras drogas… Foi assim também com o LSD, usado contra a esquizofrenia e que mais tarde se descobriu os trágicos sintomas de dependência.

Complicado. Só quem tem parentes viciados sabem o quão maléfico é o processo.

Droga é sempre uma droga. E ponto final!

Resultado de imagem para cocaína

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Geração Fragilizada?

Antes de mais nada, eu defendo psicólogos e psiquiatras, mas essa observação é real: muitas vezes, a gente vê jovens que complicam tudo e não conseguem tomar decisões (das mais simples) sozinhos.

O que está acontecendo com a Educação?