– Que a Itália sirva de exemplo para o Brasil na condução do futebol. Estamos cometendo os mesmos erros que os italianos?

A Seleção Italiana sempre teve uma admiração muito grande por parte dos brasileiros; seja pelo fato de ser historicamente um adversário respeitado e difícil (e ‘freguês” em Copas do Mundo, vide em 1970 e 1994), seja pelo fato de muitos de nós descendermos de italianos.

O certo é: a 3ª vexatória não-classificação da Azzurra para um Mundial de Futebol mostra várias coisas, entre elas, a principal: camisa pesada (ou tradição, se preferir) não ganha mais jogo. Como explicar derrotas para Macedônia do Norte ou Bósnia?

Mais do que isso: como pode uma seleção tetracampeã do mundo estar fora de uma Copa (e por três vezes seguida)? Ora, veja só: os italianos há tempos estão decepcionando. Seus dois primeiros títulos foram há quase 100 anos, o terceiro há quase 50 e o último há 20.O que ela tem feito de bom nos últimos anos? Quem são os craques indiscutíveis da Squadra Italiana?

Igualmente o Uruguai: Bicampeão do Mundo, mas em 1930 e 1950. Ganhou o quê depois disso? Não vale falar de Copa América aos sulamericanos ou Eurocopa para os europeus. O torneio premium, a “coisa grande”, é a Word Cup FIFA!

Compare os italianos com os franceses: até a Copa de 1994 (a França ficou fora de dois mundiais seguidos), eles eram apenas “um time de segundo escalão na geografia do futebol”. Mas ganharam (e muito bem) a Copa de 98, foram bi-campeões na Rússia em 2022 e por muito pouco não foram tri em 2026! Hoje, a França é o grandão e a Itália se apequenou!

Havia um tempo, em que o quarteto Alemanha, Argentina, Brasil e Itália sempre chegava nas fases finais. Nunca, ao menos um deles, estava de fora, e isso mudou em 2010 com Espanha x Holanda. E por que lembramos disso? Porque o futebol é cíclico!

Nesse ciclo do futebol, há enormes pecados. A Hungria dos anos 50 não ter um título Mundial, a Holanda de 74 e 78 ou o Brasil de 82, que encantaram o mundo, não tiveram êxito. Assim, Puskas, Cruyff e Zico, mesmo estando em seleções fantásticas, incrivelmente não são campeões do mundo. E há o caso de craques isolados que, sozinhos, não conseguiriam a façanha pela falta de qualidade de suas seleções… (como Cristiano Ronaldo, Drogba ou George Weah).

O que nós devemos nos perguntar é: por que isso (essa queda de rendimento) aconteceu com a Itália? E a resposta é a verossimilhança com o Brasil: maus dirigentes esportivos, trocas constantes de treinadores, falta de padrão de jogo e, um problema que precisa ser debatido: a “invasão estrangeira nos clubes italianos”.

Se analisarmos os jogadores italianos da atualidade, não temos nomes de destaque! Nos clubes da série A, não vemos garotos da Itália tendo oportunidade. Do profissional à base, há um número altíssimo de sulamericanos e africanos, que são um pé-de-obra barato e de boa qualidade. Assim, não temos talentos revelados como antes.

Fico imaginando: nos clubes brasileiros, após o aumento do limite de estrangeiros, diminuiu-se o espaço para os garotos da base. Eu sei que o mercado é quem manda, mas não seria muito mais vantajoso para um clubes, ao invés de trazer um argentino ou paraguaio a baixo custo, promover uma promessa brasileira a fim de, futuramente, revende-lo e ganhar dinheiro?

Eu sou a favor do livre mercado, da concorrência sadia e das oportunidades. Mas penso que ao permitir tantos estrangeiros no Brasileirão da Série A, limitamos nossos talentos (como a Itália fez). Nessa última data-FIFA, o Athletico Paranaense goleou o Botafogo por 4×1, e todos os gols do Furacão foram marcados por jogadores estrangeiros. Não tem um moleque paranaense bom de bola para ter chance de jogar?

Nós não podemos esquecer: a Copa do Mundo tem 48 equipes classificadas, inúmeras vagas em cada continente, e, se não tivéssemos tantos classificados permitidos na América do Sul, poderíamos também nós estarmos lamentando como os italianos

Em tempo: será a 1ª Copa do Mundo que não teremos treinador brasileiro.

Abra o olho, CBF.

Em tempo: teremos confrontos inesperados e de qualidade duvidosa nessa inchada Copa: que tal Canadá x Catar? Ou Jordania x Argélia? Ou ainda Congo x Uzbequistão? Ou apostas como: “quanto será a goleada da Alemanha sobre Curaçao ou da França sobre o Iraque?”

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– Que a Itália sirva de exemplo para o Brasil na condução do futebol. Estamos cometendo os mesmos erros que os italianos?

A Seleção Italiana sempre teve uma admiração muito grande por parte dos brasileiros; seja pelo fato de ser historicamente um adversário respeitado e difícil (e ‘freguês” em Copas do Mundo, vide em 1970 e 1994), seja pelo fato de muitos de nós descendermos de italianos.

O certo é: a 3ª vexatória não-classificação da Azzurra para um Mundial de Futebol mostra várias coisas, entre elas, a principal: camisa pesada (ou tradição, se preferir) não ganha mais jogo. Como explicar derrotas para Macedônia do Norte ou Bósnia?

Mais do que isso: como pode uma seleção tetracampeã do mundo estar fora de uma Copa (e por três vezes seguida)? Ora, veja só: os italianos há tempos estão decepcionando. Seus dois primeiros títulos foram há quase 100 anos, o terceiro há quase 50 e o último há 20.O que ela tem feito de bom nos últimos anos? Quem são os craques indiscutíveis da Squadra Italiana?

Igualmente o Uruguai: Bicampeão do Mundo, mas em 1930 e 1950. Ganhou o quê depois disso? Não vale falar de Copa América aos sulamericanos ou Eurocopa para os europeus. O torneio premium, a “coisa grande”, é a Word Cup FIFA!

Compare os italianos com os franceses: até a Copa de 1994 (a França ficou fora de dois mundiais seguidos), eles eram apenas “um time de segundo escalão na geografia do futebol”. Mas ganharam (e muito bem) a Copa de 98, foram bi-campeões na Rússia em 2022 e por muito pouco não foram tri em 2026! Hoje, a França é o grandão e a Itália se apequenou!

Havia um tempo, em que o quarteto Alemanha, Argentina, Brasil e Itália sempre chegava nas fases finais. Nunca, ao menos um deles, estava de fora, e isso mudou em 2010 com Espanha x Holanda. E por que lembramos disso? Porque o futebol é cíclico!

Nesse ciclo do futebol, há enormes pecados. A Hungria dos anos 50 não ter um título Mundial, a Holanda de 74 e 78 ou o Brasil de 82, que encantaram o mundo, não tiveram êxito. Assim, Puskas, Cruyff e Zico, mesmo estando em seleções fantásticas, incrivelmente não são campeões do mundo. E há o caso de craques isolados que, sozinhos, não conseguiriam a façanha pela falta de qualidade de suas seleções… (como Cristiano Ronaldo, Drogba ou George Weah).

O que nós devemos nos perguntar é: por que isso (essa queda de rendimento) aconteceu com a Itália? E a resposta é a verossimilhança com o Brasil: maus dirigentes esportivos, trocas constantes de treinadores, falta de padrão de jogo e, um problema que precisa ser debatido: a “invasão estrangeira nos clubes italianos”.

Se analisarmos os jogadores italianos da atualidade, não temos nomes de destaque! Nos clubes da série A, não vemos garotos da Itália tendo oportunidade. Do profissional à base, há um número altíssimo de sulamericanos e africanos, que são um pé-de-obra barato e de boa qualidade. Assim, não temos talentos revelados como antes.

Fico imaginando: nos clubes brasileiros, após o aumento do limite de estrangeiros, diminuiu-se o espaço para os garotos da base. Eu sei que o mercado é quem manda, mas não seria muito mais vantajoso para um clubes, ao invés de trazer um argentino ou paraguaio a baixo custo, promover uma promessa brasileira a fim de, futuramente, revende-lo e ganhar dinheiro?

Eu sou a favor do livre mercado, da concorrência sadia e das oportunidades. Mas penso que ao permitir tantos estrangeiros no Brasileirão da Série A, limitamos nossos talentos (como a Itália fez). Nessa última data-FIFA, o Athletico Paranaense goleou o Botafogo por 4×1, e todos os gols do Furacão foram marcados por jogadores estrangeiros. Não tem um moleque paranaense bom de bola para ter chance de jogar?

Nós não podemos esquecer: a Copa do Mundo tem 48 equipes classificadas, inúmeras vagas em cada continente, e, se não tivéssemos tantos classificados permitidos na América do Sul, poderíamos também nós estarmos lamentando como os italianos

Em tempo: será a 1ª Copa do Mundo que não teremos treinador brasileiro.

Abra o olho, CBF.

Em tempo: teremos confrontos inesperados e de qualidade duvidosa nessa inchada Copa: que tal Canadá x Catar? Ou Jordania x Argélia? Ou ainda Congo x Uzbequistão? Ou apostas como: “quanto será a goleada da Alemanha sobre Curaçao ou da França sobre o Iraque?”

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– Brasil x Croácia: o que importa é treinar ou vencer?

Tenho lido muitas críticas sobre a Seleção Brasileira após a derrota para a França.

Ora, penso que a Seleção Francesa é a melhor do mundo na atualidade (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-1eSa). Entretanto, considere ainda que Didier Deschamps está há anos treinado a sua equipe e Carlo Ancelotti há menos de 9 meses.

Sejamos honestos: o Brasil jogou bem desfalcado, e ainda falta observar alguns atletas (como Endrivk e João Pedro como titulares).

Penso: se é um jogo amistoso, e eu sou Ancelotti, coloco todo mundo para jogar. É a oportunidade de avaliar os atletas contra um adversário forte! Não é jogo valendo Copa do Mundo ainda, e somente quando for deverá se cobrar por placares de vitória. Chega de cultura resultadista.

Nessas horas, vale a máxima de Didi, o “Folha Seca”, craque da Seleção de 1958, que quando questionado sobre o rendimento ruim daquela Seleção durante a preparação da Copa (que naquele Mundial, apresentou ao mundo Pelé), disse: “treino é treino, jogo é jogo”.

Curiosidade: muitas vezes, essa frase é atribuída equivocadamente ao folclórico Nenê Prancha, o “Folclórico da Bola”. Não é. Mas ele disse outras tão popularizadas como essa. Abaixo:

  • “Penalti é tão importante que quem devia bater é o presidente do clube”.
  • “Se macumba ganhasse jogo, o campeonato baiano terminava sempre empatado”.
  • “Se concentração ganhasse jogo, o time do presidío não perdia uma partida”.
  • “Quem pede tem preferência, quem se desloca recebe”.
  • “Bola tem que ser rasteira, porque o couro vem da vaca e a vaca gosta de grama”.
  • “Jogador tem que ir na bola com a mesma disposição de quem vai num prato de comida”.
  • “O goleiro deve andar sempre com a bola. Se tiver mulher, dorme abraçado com as duas”.
  • “Jogue a bola pra cima, pois enquanto ela estiver no alto não há perigo de gol”.
  • “Jogador bom é que nem sorveteria: tem várias qualidades”.
  • “Goleiro é uma posição tão amaldiçoada que onde ele pisa nem grama nasce”.
  • “Futebol é simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende”.

– Brasil x Croácia: o que importa é treinar ou vencer?

Tenho lido muitas críticas sobre a Seleção Brasileira após a derrota para a França.

Ora, penso que a Seleção Francesa é a melhor do mundo na atualidade (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-1eSa). Entretanto, considere ainda que Didier Deschamps está há anos treinado a sua equipe e Carlo Ancelotti há menos de 9 meses.

Sejamos honestos: o Brasil jogou bem desfalcado, e ainda falta observar alguns atletas (como Endrivk e João Pedro como titulares).

Penso: se é um jogo amistoso, e eu sou Ancelotti, coloco todo mundo para jogar. É a oportunidade de avaliar os atletas contra um adversário forte! Não é jogo valendo Copa do Mundo ainda, e somente quando for deverá se cobrar por placares de vitória. Chega de cultura resultadista.

Nessas horas, vale a máxima de Didi, o “Folha Seca”, craque da Seleção de 1958, que quando questionado sobre o rendimento ruim daquela Seleção durante a preparação da Copa (que naquele Mundial, apresentou ao mundo Pelé), disse: “treino é treino, jogo é jogo”.

Curiosidade: muitas vezes, essa frase é atribuída equivocadamente ao folclórico Nenê Prancha, o “Folclórico da Bola”. Não é. Mas ele disse outras tão popularizadas como essa. Abaixo:

  • “Penalti é tão importante que quem devia bater é o presidente do clube”.
  • “Se macumba ganhasse jogo, o campeonato baiano terminava sempre empatado”.
  • “Se concentração ganhasse jogo, o time do presidío não perdia uma partida”.
  • “Quem pede tem preferência, quem se desloca recebe”.
  • “Bola tem que ser rasteira, porque o couro vem da vaca e a vaca gosta de grama”.
  • “Jogador tem que ir na bola com a mesma disposição de quem vai num prato de comida”.
  • “O goleiro deve andar sempre com a bola. Se tiver mulher, dorme abraçado com as duas”.
  • “Jogue a bola pra cima, pois enquanto ela estiver no alto não há perigo de gol”.
  • “Jogador bom é que nem sorveteria: tem várias qualidades”.
  • “Goleiro é uma posição tão amaldiçoada que onde ele pisa nem grama nasce”.
  • “Futebol é simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende”.

– De novo? O Vírus FIFA nas Seleções existe. O que fazer?

Toda Data-Fifa, atletas se machucam e deixam seus times sem o trabalho deles

Agora: Raphinha e Weslley cortados por lesão.

Recordando um post sobre esse assunto, do ano passado:

Eu me recordo do Márcio Santos, que jogava na Holanda e foi convocado para a Seleção Brasileira. Pouco tempo em campo, se lesionou. E a CBF o devolveu ao seu time com o atleta precisando de meses de recuperação.

Vários jogadores sofrem com isso, e agora foi a vez de Gérson, do Flamengo.

E o que fazer?

Temos muitas datas-FIFA… e não há quem aguente, Os clubes pagam o atleta, vai de graça para a Seleção e volta lesionado.

– Por que não rendem na Seleção?

Vinícius Jr e Raphinha estiveram aquém do que jogam nos seus clubes (Real Madrid e Barcelona).

É óbvio que lá estão entrosados, jogam cotidianamente com seus companheiros, mas… os franceses vivem a mesma situação, e foram bem melhores no primeiro tempo.

Será que, infelizmente, vale aquela máxima de que “há jogador de clube e há jogador de Seleção”?

– De novo? O Vírus FIFA nas Seleções existe. O que fazer?

Toda Data-Fifa, atletas se machucam e deixam seus times sem o trabalho deles

Agora: Raphinha e Weslley cortados por lesão.

Recordando um post sobre esse assunto, do ano passado:

Eu me recordo do Márcio Santos, que jogava na Holanda e foi convocado para a Seleção Brasileira. Pouco tempo em campo, se lesionou. E a CBF o devolveu ao seu time com o atleta precisando de meses de recuperação.

Vários jogadores sofrem com isso, e agora foi a vez de Gérson, do Flamengo.

E o que fazer?

Temos muitas datas-FIFA… e não há quem aguente, Os clubes pagam o atleta, vai de graça para a Seleção e volta lesionado.

– Eu concordo com o Endrick:

Na imagem, a fala do jovem Endrick sobre o que seria o Brasil na Copa do Mundo.

Concordo! A Seleção ser eliminada nas fases iniciais seria uma aposta difícil.

– A “Jenialidade” do “Brasa” para a Seleção Brasileira!

Já não bastasse a camisa azul ter sido contestada (falamos aqui sobre a polêmica de estar “endemoniada”, em: https://wp.me/p4RTuC-1eIU), agora a tradicional camisa amarela entra em discussão.

A Nike criou uma campanha chamada “Brasa”, alegando que incorporou no uniforme o grito da torcida (as meias oficiais do jogo tem essa palavra).

Você conhece alguém que torce para a Seleção Brasileira e grita: “Vai, Brasa”? Que forçação de barra…

Brasa é calor, fogo, fagulha. E se realmente havia uma possível camisa alternativa vermelha, com a campanha “Joga Infernal”, faria sentido o outro uniforme ter essa referência (ainda que seja ridícula). Lembrando: a campanha agora é: “Joga Sinistro” (eu preferia a antiga, “Joga Bonito”).

Eu imagino que, apesar da publicidade, não pegará o termo já rejeitado por muitos.

E você, gostou do “Brasa“?

– Hoje é Dia de Seleção Brasileira!

Hoje à tarde teremos o amistoso da Seleção contra a França. Não importa se irá com a zaga reserva (que, se está na escalada, deve ser competente). Mas me impressiona Ancelotti (se confirmado) ir com 4 atacantes: Vinícius Jr, Matheus Cunha, Raphinha e Martinelli.

Imagino que será um jogão, com muitos gols! Aguardemos.

– Por que não rendem na Seleção?

Vinícius Jr e Raphinha estiveram aquém do que jogam nos seus clubes (Real Madrid e Barcelona).

É óbvio que lá estão entrosados, jogam cotidianamente com seus companheiros, mas… os franceses vivem a mesma situação, e foram bem melhores no primeiro tempo.

Será que, infelizmente, vale aquela máxima de que “há jogador de clube e há jogador de Seleção”?

– A “Jenialidade” do “Brasa” para a Seleção Brasileira!

Já não bastasse a camisa azul ter sido contestada (falamos aqui sobre a polêmica de estar “endemoniada”, em: https://wp.me/p4RTuC-1eIU), agora a tradicional camisa amarela entra em discussão.

A Nike criou uma campanha chamada “Brasa”, alegando que incorporou no uniforme o grito da torcida (as meias oficiais do jogo tem essa palavra).

Você conhece alguém que torce para a Seleção Brasileira e grita: “Vai, Brasa”? Que forçação de barra…

Brasa é calor, fogo, fagulha. E se realmente havia uma possível camisa alternativa vermelha, com a campanha “Joga Infernal”, faria sentido o outro uniforme ter essa referência (ainda que seja ridícula). Lembrando: a campanha agora é: “Joga Sinistro” (eu preferia a antiga, “Joga Bonito”).

Eu imagino que, apesar da publicidade, não pegará o termo já rejeitado por muitos.

E você, gostou do “Brasa“?

– Sobre a polêmica do Uniforme 2 da Seleção Brasileira quanto a cor e à gravura (a Camisa Azul)

Os uniformes da Seleção Brasileira, no princípio, eram Branco (1) e Azul (2). A Camisa Amarela surgiu depois da derrota contra o Uruguai, no “Maracanazzo” (a copa que perdemos em 1950), quando a Branca foi aposentada por ser considerada “azarada”.

Na decisão da Copa de 58, contra a Suécia em sua casa, no sorteio dos uniformes (tanto Brasil quanto Suécia usam Camisa Amarela), os suecos ganharam o direito de jogar de Amarelo. Assim, muitos estavam preocupados em jogar de Azul (outra bobagem), pois já tinham começado a “perder no sorteio do uniforme”.

Eis que o Dr Paulo Machado de Carvalho, o “Marechal da Vitória”, teve a espetacular sacada: avisou aos jogadores que tudo conspirava para a conquista do Mundial e que eles deveriam estar confiantes, pois o desejo era esse mesmo: jogar de Azul, a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. E deu no que deu… veio o primeiro Mundial e conhecemos um tal de Pelé!

Em 2006, a Nike, patrocinadora de Seleção Brasileira, inovou com uma campanha fantástica chamada “Joga Bonito”: cores verde-amarela, propagandas com jogadas sensacionais e música de Sérgio Mendes.

Eis que em 2025, surgiu a história de que o Brasil jogaria com uma camisa vermelha! Houve muita repercussão, e a questão política entrou no meio: Bolsonaristas usavam a Amarela e Lulistas usariam a Vermelha. O certo é: a camisa não saiu (e hoje, sabe-se que realmente ela seria produzida no modelo abaixo, com uma possível Campanha “Joga Infernal” ou algo do tipo, para dizer que a Seleção Brasileira assustava os adversários).

O Azul foi mantido, com o desenho do modelo Vermelho, e a propaganda passou a se chamar “Joga Sinistro”.

Ao ser divulgada, ganhou repercussão: afinal, que figura é essa estampada?

Muitos alegam que seria o Encardido… (Príncipe do Inferno). Será?

Não sei. Pela lógica, o mote dos publicitários era esse mesmo. Independente disso, a achei feia. Vide o modelo retrô da Azul: não é mais bonito?

– Sobre a polêmica do Uniforme 2 da Seleção Brasileira quanto a cor e à gravura (a Camisa Azul)

Os uniformes da Seleção Brasileira, no princípio, eram Branco (1) e Azul (2). A Camisa Amarela surgiu depois da derrota contra o Uruguai, no “Maracanazzo” (a copa que perdemos em 1950), quando a Branca foi aposentada por ser considerada “azarada”.

Na decisão da Copa de 58, contra a Suécia em sua casa, no sorteio dos uniformes (tanto Brasil quanto Suécia usam Camisa Amarela), os suecos ganharam o direito de jogar de Amarelo. Assim, muitos estavam preocupados em jogar de Azul (outra bobagem), pois já tinham começado a “perder no sorteio do uniforme”.

Eis que o Dr Paulo Machado de Carvalho, o “Marechal da Vitória”, teve a espetacular sacada: avisou aos jogadores que tudo conspirava para a conquista do Mundial e que eles deveriam estar confiantes, pois o desejo era esse mesmo: jogar de Azul, a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. E deu no que deu… veio o primeiro Mundial e conhecemos um tal de Pelé!

Em 2006, a Nike, patrocinadora de Seleção Brasileira, inovou com uma campanha fantástica chamada “Joga Bonito”: cores verde-amarela, propagandas com jogadas sensacionais e música de Sérgio Mendes.

Eis que em 2025, surgiu a história de que o Brasil jogaria com uma camisa vermelha! Houve muita repercussão, e a questão política entrou no meio: Bolsonaristas usavam a Amarela e Lulistas usariam a Vermelha. O certo é: a camisa não saiu (e hoje, sabe-se que realmente ela seria produzida no modelo abaixo, com uma possível Campanha “Joga Infernal” ou algo do tipo, para dizer que a Seleção Brasileira assustava os adversários).

O Azul foi mantido, com o desenho do modelo Vermelho, e a propaganda passou a se chamar “Joga Sinistro”.

Ao ser divulgada, ganhou repercussão: afinal, que figura é essa estampada?

Muitos alegam que seria o Encardido… (Príncipe do Inferno). Será?

Não sei. Pela lógica, o mote dos publicitários era esse mesmo. Independente disso, a achei feia. Vide o modelo retrô da Azul: não é mais bonito?

– Neymar 2026 poderia ter o mesmo desfecho de Ronaldo 2002?

Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).

Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).

Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.

A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).

Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.

Seu grande público?

Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.

O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.

Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!

A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.

Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).

Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?

O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.

Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?

Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).

Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.

– Neymar 2026 poderia ter o mesmo desfecho de Ronaldo 2002?

Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).

Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).

Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.

A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).

Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.

Seu grande público?

Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.

O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.

Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!

A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.

Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).

Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?

O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.

Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?

Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).

Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.

– A convocação da Seleção Brasileira:

Sobre a convocação da Seleção Brasileira: sem novidades, não?

Talvez a “surpresa” seja Gabriel Sara, que está jogando muito.

  • Neymar?

Eu não achava que seria chamado. Não está jogando bem, e Ancelotti já houver dito que quer todos 100% técnica e fisicamente.

– E a camisa Air Jordan da Seleção Brasileira?

Gosto é gosto. Mas eu não gostei da nova camisa da Seleção Brasileira… linha Air Jordan “não combinou”. Mas é só opinião.

E você, gostou?

– E a camisa Air Jordan da Seleção Brasileira?

Gosto é gosto. Mas eu não gostei da nova camisa da Seleção Brasileira… linha Air Jordan “não combinou”. Mas é só opinião.

E você, gostou?

– Ancelotti levará Neymar?

O italiano Carlo Ancelotti mora no Canadá, e fica no Rio de Janeiro nas semanas de trabalho da CBF. Ele foi a Mirassol ver o Neymar, que não jogou.

Eu acho que Neymar será convocado para os amistosos mesmo, mas isso não quer dizer que serea o Camisa 10 da Copa do Mundo.

Ou será?

– Ancelotti levará Neymar?

O italiano Carlo Ancelotti mora no Canadá, e fica no Rio de Janeiro nas semanas de trabalho da CBF. Ele foi a Mirassol ver o Neymar, que não jogou.

Eu acho que Neymar será convocado para os amistosos mesmo, mas isso não quer dizer que serea o Camisa 10 da Copa do Mundo.

Ou será?

– E o Endrick?

Virou Endrickmania na França?

Que bola o Endrick está jogando no Lyon! Imagino que o Ancelotti o convocará para a Seleção Brasileira.

Será merecido!

– Minha coluna no JJ: E o Neymar?

Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje (página 2, em “Opinião”): qual Neymar teremos em 2026?

Leia em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2954537/opinioes/2026/01/neymar-e-o-seu-ano-decisivo

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– Xi, Marquinhos…

Perguntar não ofende: o Marquinhos “tem bola suficiente” para jogar na Seleção?

Contra o Flamengo, ele não jogou nada e ainda cometeu um pênalti…

Atenção, Ancelotti. Temos outras opções à zaga.

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– O Sorteio para a Copa do Mundo!

Logo mais teremos o sorteio para a Copa do Mundo 2026 na América do Norte. Quem serão os adversários do Brasil?

Confesso: não me preocupo com quem a Seleção irá jogar. Em tese, todo jogo é difícil e há de se levar a sério. Recordemo-nos no Catar-2022: a campeã Argentina, com Messi e Cia, perdeu para a Arábia Saudita!

Futebol é muito legal, especialmente em época de Mundial.

Aguardemos.

– Ancelotti e a ótima entrevista:

O treinador de Seleção Brasileira Carlo Ancelotti deu uma excelente entrevista à Record no último domingo. Assisti há pouco e gostei muito.

Compartilho para quem não viu, em: https://youtu.be/nQMyaWzsiYM?si=HGaYzPytixwRMFsM

– Ancelotti e a ótima entrevista:

O treinador de Seleção Brasileira Carlo Ancelotti deu uma excelente entrevista à Record no último domingo. Assisti há pouco e gostei muito.

Compartilho para quem não viu, em: https://youtu.be/nQMyaWzsiYM?si=HGaYzPytixwRMFsM

– A boa apresentação da Seleção Brasileira (Brasil 2×0 Senegal):

A Seleção está no caminho certo, com um excelente trabalho de Carlo Ancelotti.

Sobre Brasil 2×0 Senegal, em: https://youtu.be/edppVtXNV80?si=_PSbpCPRf4ocbXmm

– A boa apresentação da Seleção Brasileira (Brasil 2×0 Senegal):

A Seleção está no caminho certo, com um excelente trabalho de Carlo Ancelotti.

Sobre Brasil 2×0 Senegal, em: https://youtu.be/edppVtXNV80?si=_PSbpCPRf4ocbXmm

– E a Seleção?

Qual o seu interesse em assistir a Seleção Brasileira, nos próximos amistosos contra os africanos na Europa?

Confesso: antes, era enorme! Mas o tempo passou… e o carisma do Escrete Canarinho sumiu!

Se tiver tempo, assistirei sem compromisso.

– E a Seleção?

Qual o seu interesse em assistir a Seleção Brasileira, nos próximos amistosos contra os africanos na Europa?

Confesso: antes, era enorme! Mas o tempo passou… e o carisma do Escrete Canarinho sumiu!

Se tiver tempo, assistirei sem compromisso.

– E vem aí a DATA-FIFA de novo…

Semana de amistosos da Seleção Brasileira. E quando se fala de DATA-FIFA… há interesse como os dos jogos do Brasileirão?

No meu tempo, parava o país para assistir jogos da Seleção Brasileira. Hoje, nada disso…

– A falta de Carisma da Seleção se mostra nos “desconhecidos do povão”:

A CBF anunciou dois novos amistosos da Seleção Brasileira para a próxima Data-FIFA (Senegal e Tunísia).

Ao ver o anúncio, penso: o torcedor comum sabe quem é o jogador da propaganda (abaixo)?

Responda rápido, quem ele é:

(Procurei 10 pessoas aqui próximas de mim, que gostam de futebol, embora não sejam fanáticos ou estudiosos. Ninguém soube responder).

– O que eu achei sobre Japão 2×3 Brasil?

Poucas vezes eu vi um jogador sentir tanto um erro como Fabrício Bruno

É ótimo zagueiro, mas não deverá ir para a Copa do Mundo, pela desastrosa atuação de hoje (e também pelos concorrentes à vaga).

Mas o que impressiona é: no Brasil, a Seleção é 8 ou 80! Maravilhosa contra a Coreia do Sul e ruim contra o Japão…

Em: https://youtu.be/oxQNhgrioYw?si=73TVjc-ou_xfAsL_

– A falta de Carisma da Seleção se mostra nos “desconhecidos do povão”:

A CBF anunciou dois novos amistosos da Seleção Brasileira para a próxima Data-FIFA (Senegal e Tunísia).

Ao ver o anúncio, penso: o torcedor comum sabe quem é o jogador da propaganda (abaixo)?

Responda rápido, quem ele é:

(Procurei 10 pessoas aqui próximas de mim, que gostam de futebol, embora não sejam fanáticos ou estudiosos. Ninguém soube responder).