– A “Tosse de Levy” e a “Falta de Fôlego” do Governo

O Ministro da Economia Joaquim Levy não esteve junto com seu colega do Planejamento, Ministro Nelson Barbosa, nos anúncios dos cortes do Governo em investimentos, realizado na semana passada. A boataria surgiu e pensou-se até mesmo num suposto desentendimento e saída de Levy, que na segunda-feira justificou a ausência por culpa de um resfriado, forçando uma tosse nitidamente fingida, levando os jornalistas às gargalhadas.

Só não foi fingida a redução de verbas para as principais áreas de atuação. Vide os cortes, que não repercutiram como deveriam (em reais):

  • CIDADES: 17,2 bilhões
  • SAÚDE: 11,8 bilhões
  • EDUCAÇÃO: 9,4 bilhões
  • TRANSPORTES: 5,7 bilhões
  • CIÊNCIA E TECNOLOGIA: 1,8 bilhão
  • DESENVOLVIMENTO SOCIAL: 1,4 bilhão

Se somarmos as outras áreas (Previdência, Agricultura, Esportes, entre outras) o ajuste totaliza mais de R$ 66.000.000.000,00 !

É “muito zero”, não?

Ficará sempre a pergunta: como o país pode crescer se não há investimento suficiente? E COMO RESOLVER OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA NAÇÃO, COMO SAÚDE E EDUCAÇÃO, SE O CORTE NESSAS ÁREAS É TÃO GRANDE?

O maior fingimento não foi a tosse de Levy, mas a desculpa de que é necessário cortar gastos, sendo que as mordomias dos parlamentares e a corrupção que assola o paísnos níveis federal, estadual e municipal, apartidariamente e no senso comum – atravancam o Brasil. É, em minha humilde opinião, um falso ajuste monetário.

Aliás, o valor de 66 bilhões de reais é menor que o custo-corrupção dos R$ 80 bi do Petrolão, esquema de desvios da Petrobrás, não? E se esse dinheiro roubado dos cofres da empresa, ao invés de ir para o bolso de importantes políticos e empresários, fosse revertido para o desenvolvimento social?

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– Coitado do Jobson… ou não tão coitado?

De novo Jobson sofre um afastamento do seu ofício de jogador de futebol em decorrência das drogas. Agora, por não fazer o exame antidoping no mundo árabe, onde, bem provavelmente, daria positivo.

É público que ele já foi suspenso por fazer uso de cocaína. E aqui discutirão: “mas essa é uma ‘droga social’, não uma droga para aumentar o rendimento do atleta”.

Ora, se esporte é saúde e droga não combina com saúde, por tabela não combina com esporte. E isso serve de exemplo para que outros fujam desse mundo das drogas lícitas e ilícitas.

Quanto ao Jobson, praticamente encerrará a carreira. E aí teremos outro problema: ex-jogador, desempregado e viciado.

É o que dá se envolver nesse mundo dos narcóticos… Se nunca experimentou, não experimente!
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– Chikungunya no Bairro Medeiros?

Está na capa do Jornal Bom Dia desta 4a feira, dia 22/04/15: o Bairro Medeiros registra o primeiro caso suspeito (SUSPEITO, portanto, não confirmado) de Chikungunya (aquela doença transmitida pelo mesmo mosquito da Dengue). A estudante Débora Crispim, de 25 anos, aguarda os resultados finais dos exames, segundo o jornal.

Veja as diferenças entre a DENGUE e o CHIKUNGUNYA (extraído do G1.com):

CHIKUNGUNYA

A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa “aqueles que se dobram”, em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.

Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O vírus chikungunya pode ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, e a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue, de acordo com o infectologista Pedro Tauil, do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). O risco aumenta em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles picam principalmente durante o dia. A principal diferença de transmissão em relação à dengue é que o Aedes albopictus também pode ser encontrado em áreas rurais, não apenas em cidades.
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– Os perigos da Pílula Anticoncepcional

Se eu que sou homem assustei, ficou imaginando as mulheres!

Veja o que a Época traz sobre novas pesquisas sobre efeitos colaterais das pílulas contraceptivas. Abaixo:

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Quando a pílula anticoncepcional é a pior escolha

Elas descobriram – tarde demais – que jamais deveriam ter tomado anticoncepcional. Como a vasta maioria das brasileiras, nada sabiam sobre 
os gravíssimos riscos dos hormônios

CRISTIANE SEGATTO
27/03/2015 22h58 – Atualizado em 28/03/2015 00h1
>> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta semana
Na tarde de uma quinta-feira de fevereiro, a funcionária pública Daniele Medeiros Alvarenga cortava rabiolas para enfeitar o telhado da casa, em São João de Meriti, no Rio de Janeiro. Era seu aniversário de 33 anos. Daniele estava feliz. Pela primeira vez em três décadas, queria festejar duas vezes. No sábado, a reunião familiar seria na varanda. Assim que terminasse de preparar os enfeites coloridos naquela quinta-feira, Daniele transportaria uma caixa de cupcakes até o cenário da primeira comemoração: o Hospital Oeste D’Or, no Rio. Ela saíra de lá seis meses antes. “Como dizem os médicos, estou aqui por um milagre.”Por muito pouco, ela não se tornou mais uma vítima fatal do desrespeito às recomendações da Organização Mundial da Saúde, a OMS, para o uso seguro de pílula anticoncepcional
A pedagoga, que antes da licença-médica trabalhava como assessora na Câmara de Vereadores de Mangaratiba, jamais poderia ter tomado um contraceptivo hormonal. Sabia que era portadora de uma condição genética (conhecida como trombofilia) que aumenta em até 30 vezes o risco de formação de coágulos na corrente sanguínea de mulheres que usam hormônios. Os danos provocados por esse tipo de coágulo costumam variar entre graves e irreversíveis: trombose nas veias, embolia pulmonar, trombose nas artérias do cérebro, AVC, paralisia, morte.
O drama de Daniele começou no ano passado. Ela procurou uma ginecologista para tratar cistos ovarianos, que causavam fortes cólicas menstruais. A médica ofereceu duas opções: remover o ovário policístico ou usar uma pílula anticoncepcional para tentar tratá-lo. Daniele optou por não fazer a cirurgia. Preferiu manter o órgão porque pretendia engravidar. “Disse à ginecologista que era portadora de um fator genético que aumenta o risco de trombose”, afirma. “Ela respondeu que, nesse caso, receitaria uma pílula com baixa dosagem hormonal.”
Ao contrário do que a OMS recomenda, Daniele saiu do consultório com uma receita de Yasmin, nome comercial da pílula composta pelos hormônios drospirenona e etinilestradiol, fabricada pela Bayer. Ela tomou o remédio durante três meses. Em seguida, sofreu uma embolia pulmonar. Isso acontece quando um coágulo formado em alguma veia do corpo chega aos pulmões e obstrui a passagem do sangue por uma artéria. As consequências foram gravíssimas: três paradas cardíacas, dois meses de internação, 40 dias em coma.
Quando finalmente acordou, Daniele era outra. Descobriu-se impotente, frágil. Não falava – fora submetida a uma traqueostomia, necessária para permitir a chegada de ar aos pulmões. Nem se movia – perdera muita massa muscular. Tudo, até mesmo a tarefa mais prosaica, tornou-se um obstáculo a superar: comunicar-se, comer, andar. O recomeço foi difícil – segue difícil. Ela ainda caminha com vagar e se cansa facilmente. Não dirige nem sai sozinha, mas já conseguiu se livrar da cadeira de rodas e da cadeira de banho. Os longos cabelos lisos caíram. Estão crescendo diferentes, “encaracolados como os de Reynaldo Gianecchini depois da quimioterapia”.
Restou uma sequela explícita e permanente. Daniele perdeu os dez dedos dos pés. Eles precisaram ser amputados por causa de uma necrose, provocada pelos medicamentos que a mantiveram viva. “Quando vi o empenho das pessoas para me salvar e me deixar com um dano mínimo, não lamentei a perda dos dedos”, diz. A lesão está sempre à mostra. No auge do verão carioca, Daniele comprou um vestido longo e estampado e uma sandália com duas faixas. As fitas que se ajustam sobre o peito dos pés permitem que ela ande sem perder o calçado. “A ausência dos dedos é parte do que sou. É uma lembrança do que superei”, diz. “Agora, vou lutar para que nenhuma outra mulher passe por isso.”
Nos últimos anos, os Estados Unidos e a Europa passaram a debater intensamente os riscos dos anticoncepcionais. É uma discussão que nasceu após surgirem relatos de efeitos adversos graves e de centenas de mortes, principalmente entre consumidoras das pílulas à base de drospirenona – substância sintética semelhante à progesterona, produzida pelo organismo feminino. Com leve ação diurética, ela ajuda na eliminação do sal. Além de evitar a gravidez, o produto, lançado nos Estados Unidos em 2001 e no Brasil em 2003, prometia reduzir a oleosidade da pele, evitar inchaços e atenuar sintomas da tensão pré-menstrual. Foi um sucesso global – até que se acumularam os relatos dos sérios efeitos colaterais. Sobrevieram os processos contra o fabricante. Até o ano passado, a Bayer havia pagado US$ 1,7 bilhão para liquidar 8.200 ações de pacientes e familiares na Justiça americana. Mais casos estão pendentes em tribunais estaduais e federais dos Estados Unidos.

>> Continue lendo esta reportagem em ÉPOCA desta semana
Os riscos da pílula anticoncepcional

Pesquisas mostram que contraceptivos de longo prazo, como o DIU, são mais eficientes na prevenção da gravidez – difícil é implantá-los

MARCELA BUSCATO
Mãe de três crianças, a carioca Elizângela Barbosa, de 32 anos, morreu em setembro num hospital de Niterói, no Rio de Janeiro. A causa da morte: aborto realizado numa clínica clandestina. Elizângela não tinha condições de cuidar de um quarto filho. Precisava voltar a trabalhar. O corpo da auxiliar administrativa Jandira dos Santos, de 27 anos, desaparecida em agosto, foi enterrado dias após a morte de Elizângela. Fora encontrado carbonizado dentro de um carro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Grávida de quatro meses, Jandira fizera o aborto em outra clínica ilegal. Tinha medo de perder o emprego por causa da gravidez, resultado de um relacionamento efêmero. A crueza das mortes chocou o país e reacendeu a polêmica sobre o aborto.
Se o debate se arrasta por décadas e parece longe do fim, uma nova safra de pesquisas, nacionais e internacionais, sugere um caminho para reduzir as chances de que outras mulheres se exponham ao sofrimento – e ao risco de perder a vida – enfrentado por Elizângela, Jandira e outros milhões de brasileiras. Uma pesquisa da Universidade de Brasília estima que 20% das brasileiras fazem aborto durante a vida reprodutiva.
Os novos estudos sugerem que contraceptivos mais seguros do que a pílula,   o método mais popular no Brasil, poderiam diminuir o número de gestações não planejadas. São três tipos de contraceptivos: um implante sob a pele que libera hormônios para impedir a ovulação e dois tipos de dispositivos colocados dentro do útero, mais conhecidos como DIU. Eles contêm cobre ou hormônio.  Tornam o ambiente intrauterino hostil ao encontro do espermatozoide com o óvulo. Considerados de longa duração, podem ficar no corpo entre três e dez anos (leia o quadro). Apesar das vantagens, são pouco usados no Brasil. Apenas 4,5% das mulheres usam DIU, e 0,4% implante. A pílula é o contraceptivo preferido de 71,3% das brasileiras, segundo levantamento realizado a pedido do Ministério da Saúde em 2006. “A oferta de opções contraceptivas não está na quantidade e no alcance necessário, como mostra o número de mulheres que engravidam sem planejar”, diz a epidemiologista Maria do Carmo Leal, da Fundação Oswaldo Cruz. Uma pesquisa coordenada por ela revelou que 55% das gestações no Brasil não são planejadas.
Um estudo publicado em agosto por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que os métodos de longa duração são uma ferramenta importante para evitar abortos. O uso do implante subdérmico, do DIU de cobre e do hormonal poderia ter evitado entre 1.056 e 1.412 abortos, em quase 21 mil mulheres atendidas em dez anos no Hospital da Mulher, da Unicamp. “Esses métodos não dependem de que a mulher se lembre de usá-los, como acontece com a pílula. Por isso, são altamente eficazes”, diz o ginecologista Luis Bahamondes, coordenador do estudo. As mulheres atendidas na Unicamp também usaram uma injeção hormonal a cada três meses. Ela reduz a chance de esquecer de tomar o medicamento, mas não a elimina inteiramente. Estatísticas internacionais sugerem que 6% das mulheres engravidam se há falha no uso. A segurança oferecida pelos DIUs e pelo implante é maior. Entre 0,2% e 0,8% das mulheres engravidam com o DIU nas falhas como o deslocamento do dispositivo. Para o implante subcutâneo, a gravidez é menor: 0,05%. Com a pílula, chega a 9%. Quase uma em cada dez se há erro no uso.
A impopularidade dos métodos de longa duração no Brasil começa pelo fato de apenas um deles – o DIU de cobre – ser distribuído na rede pública. O sistema intrauterino que libera hormônios e o implante subdérmico não fazem parte das opções oferecidas pelo Ministério da Saúde. Estão disponíveis apenas em consultórios particulares. O preço dos dispositivos, somado ao custo da colocação pelo médico, pode chegar a R$ 2 mil. A Agência Nacional de Saúde Suplementar determina que os planos de saúde cubram a colocação do DIU de cobre e do hormonal, mas não há exigência para cobertura do implante na pele. O oferecimento na rede pública aumentaria o acesso aos métodos de longa duração. “Já pedimos uma reunião com o Ministério da Saúde, para solicitar que sejam incluídos na política de planejamento familiar”, diz Marta Franco Finotti, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. 
Em nota, o Ministério da Saúde afirma que a inclusão de novos medicamentos na rede pública depende da comprovação da eficácia e do custo-benefício.
>> ONG prevê para 2017 injeção anticoncepcional para homens
A eficácia está estabelecida por dados acumulados desde o lançamento do DIU com hormônio, na década de 1990, e de implantes, nos anos 1980. O custo-benefício foi calculado num estudo divulgado no mês passado por um pesquisador da Universidade Princeton, nos Estados Unidos, em parceria com uma consultoria de mercado e uma empresa farmacêutica, patrocinadora do estudo e produtora do DIU hormonal e de uma marca de implante. Segundo o estudo, o preço dos métodos de longa duração equivalem a quase três anos do gasto mensal com contraceptivos de curto prazo, como a pílula, nos EUA. Como duram entre três e cinco anos, o custo final é equivalente ou menor.
Mesmo a existência do método de prevenção de longo prazo na rede pública não garante seu uso. É o que acontece com o DIU de cobre. Ele é distribuído pelo Ministério da Saúde, mas muitas mulheres reclamam que é difícil colocá-lo nas unidades básicas de saúde de seus municípios. “Quando procuram por esse método, são incentivadas a usar pílula ou preservativo”, afirma a educadora Simone Ferreira, da organização não governamental S.O.S Corpo, de Pernambuco, que promove ações educativas para formar lideranças femininas no Estado.
>> “Desafiei as estatísticas e tive três filhos depois dos 35”
O problema não acontece só em municípios de Pernambuco. A dona de casa Gleiciane Mota, de 23 anos, tentou colocar o DIU de cobre em postos de saúde de duas cidades diferentes do Estado de São Paulo: na capital e em Campinas, no interior. Não conseguiu. Na primeira vez, em São Paulo, Gleiciane acabara de ter o primeiro filho, Dylan, hoje com 4 anos. A médica disse que não fazia o procedimento e que ela deveria esperar por outro profissional. A fila era tão grande que, com medo de engravidar, Gleiciane aceitou usar as injeções trimestrais de anticoncepcional. Em razão de efeitos colaterais, trocou para a pílula comum. Seis meses depois, estava grávida do segundo filho, Aaron, de 1 ano e meio. “Eu sabia que me esqueceria de tomar, por isso queria o DIU desde o começo”, diz Gleiciane. Após o nascimento de Aaron, ela tentou colocar o DIU de novo, desta vez num posto de Campinas, onde mora atualmente. Também não conseguiu. A médica recomendou que ela pedisse a outra profissional. Ela estava de férias e, depois, saiu de licença. Gleiciane recorreu à Unicamp para colocar o DIU.
A dificuldade enfrentada por mulheres como Gleiciane se deve, muitas vezes, menos à falta do DIU de cobre na unidade de saúde e mais ao despreparo dos profissionais. “Pode acontecer de o médico não se sentir seguro para fazer o procedimento, por falta de experiência ou porque contraria seus valores religiosos. Então, ele encaminha a paciente a outro profissional”, afirma o ginecologista Adalberto Aguemi, médico da prefeitura de São Paulo. A agenda apertada dos médicos nas unidades de saúde também contribui para que optem por prescrever a pílula. É mais rápido do que colocar o DIU. “O ideal é marcar dois horários para fazer o procedimento”, diz a ginecologista Celina Sollero, responsável pela área de saúde da mulher da Secretaria de Saúde da prefeitura de Campinas. “Mas é difícil conseguir esses horários durante o período menstrual da mulher, quando o procedimento deve ser feito. Muitas unidades sofrem com a falta de ginecologistas.”
Outra barreira é a resistência ao uso do DIU. Problemas de saúde causados por um dos primeiros modelos a chegar ao mercado americano, na década de 1970, criaram mitos que duram até hoje nos EUA – e no Brasil. Pacientes americanas sofreram infecções graves, causadas pelo material usado no dispositivo pioneiro, chamado Dalkon Shield. Os casos levaram a empresa à falência e culminaram com o aperfeiçoamento dos modelos novos. O temor persiste. Muitas pacientes se recusam a usar. Ainda há médicos que resistem a prescrever para mulheres que nunca tiveram filhos, com medo de que a colocação seja difícil ou de uma possível infecção que cause infertilidade.
A publicação recente de estudos, que lembra uma campanha não declarada, tenta mudar a percepção pública sobre os métodos de longa duração. No final de setembro, a Sociedade Americana de Pediatria recomendou que os profissionais orientem adolescentes sexualmente ativas a usar o implante subdérmico, o DIU hormonal e o DIU de cobre como contraceptivos de preferência. No início deste mês, um estudo da Universidade de Washington reafirmou a segurança dos métodos para as jovens. Os resultados sugerem que a taxa de gravidez em 1.400 adolescentes que usaram um dos três métodos foi inferior à média nacional. Apenas 3,4% ficaram grávidas, em comparação com 15,9% das adolescentes do país. Menos de 1% fizeram abortos, enquanto a estimativa nacional é de 4%. “Como os métodos de longa duração são eficazes, há menos mulheres que engravidam sem planejar e, consequentemente, não há necessidade de um aborto”, afirma a epidemiologista Gina Secura, autora do estudo.
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A adoção de contraceptivos de alta eficácia não protege contra doenças sexualmente transmissíveis nem é garantia de que gestações não planejadas deixarão de acontecer. Mesmo quando o uso é perfeito, há uma margem de falha do próprio método. Isso significa que o risco de abortos inseguros pode ser reduzido com os métodos de longa duração, mas não extinto. “Só planejamento familiar não resolve o problema do aborto”, diz a antropóloga Debora Diniz, pesquisadora de bioética e gênero da Universidade de Brasília. “Por que continuamos a punir uma mulher que sofreu uma falha do método, que errou ao usá-lo ou que tomou uma decisão equivocada?” O país precisa discutir com seriedade o direito das mulheres à escolha, mas não se pode esquecer que ele começa na possibilidade de acesso ao melhor método de contracepção, diferente de mulher para mulher.

– A Mentira dos Números da Dengue em Jundiaí!

Que coisa! Ouço na Rádio Cidade nesta manhã que a Prefeitura divulgou os números da Dengue em Jundiaí: 346 casos, sendo que o bairro Medeiros tem 9 casos autóctones.

DUVIDO!

Só na Rua José dos Anjos (como referência, atrás da Capela Nossa Senhora de Fátima) são 10 casos confirmados e outros tantos a confirmar. No Nova Medeiros, em suas duas ruas, é raro achar quem não foi picado e se livrou de pegar a dengue. Eu tenho 4 parentes que moram em outras ruas e sofreram com a doença. No Jardim Sarapiranga e Carolina, muitos outros casos!

Se bobear, só no Medeiros já atingiu-se o “número total da cidade”… Que feio divulgar que aqui só tivemos 9 confirmações.

Eu sei que se pedir para os amigos que aqui moram e contraíram dengue postarem, passarão de 30 casos e faltarão muitos outros pois muitas pessoas não participam de redes sociais e/ou não acessam facilmente a Internet.

Qual é a da Zoonose ou da Prefeitura? Não divulgar os números reais a fim de evitar o pânico?

Deve fazer o contrário: alardear para que as pessoas fiquem atentas!
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– Quantas horas de sono precisamos dormir?

Desde pequeno acordo antes das 5h00. Não tem como mudar facilmente uma rotina. Os inúmeros compromissos profissionais que prazerosamente assumo me impedem de terminar a jornada de trabalho e curtir muitas horas de sono.

Alguns dizem que o mínimo ideal são 6 horas bem dormidas. Mas um novo estudo mostra a quantidade mínima de sono conforme a idade! Confira abaixo:

(Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/409009_O+QUE+UMA+HORA+A+MAIS+DE+SONO+PODE+FAZER+POR+VOCE?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage)

O QUE UMA HORA A MAIS DE SONO PODE FAZER POR VOCÊ

Dormir o tempo adequado para que o corpo se mantenha em bom funcionamento é uma lição aprendida pela medicina. Agora, o que surge com clareza indiscutível é que não precisa muito: apenas sessenta minutos a mais de sono por noite fazem diferença importante. Uma das últimas constatações neste sentido é resultado de pesquisa da Penn State University (EUA). O cientista Fan He registrou os padrões de sono de 342 adolescentes. Descobriu que para cada hora de diferença de sono no padrão de cada um ao longo de uma semana – um dia dormir cinco horas, em outro sete, por exemplo -, eles consumiam 210 calorias a mais por dia. Os que apresentavam ritmos mais caóticos tinham 100% de risco de passar o fim de semana mordiscando petiscos.

Em alguns casos, somente meia hora a mais de sono por dia já é suficiente para interferir na saúde. O tempo aumenta a proteção contra a evolução da diabetes e o ganho de peso, como revelou estudo do médico Shahrad Taheri, da Weill Cornell Medical College (unidade do Catar). Ele acompanhou 522 portadores de diabetes tipo 2 e identificou uma propensão 72% maior à obesidade no grupo que dormia menos. Ao final de doze meses, para cada trinta minutos a menos de sono, o risco crescia mais 17%. E a chance de agravamento da resistência à insulina subia 39%. O fenômeno é uma das características da diabetes tipo 2. Ocorre quando não há a ação correta da insulina, o hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose circulante no sangue.

Estuda-se a razão pela qual esses minutos a mais produzem tanto impacto. Uma pesquisa da Universidade de Surrey, na Inglaterra, sugeriu que eles estejam associados a mudanças no funcionamento de cerca de 500 genes, muitos envolvidos em processos inflamatórios. Outra linha de investigação revela o vínculo entre dormir e mecanismos relacionados à fome. “Estudos sugerem que alterações nos padrões de sono estão relacionadas a variações nos níveis de hormônios associados à fome e à saciedade”, diz o neurologista Leonardo Goulart, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Evidências desse gênero levaram a Fundação Americana do Sono a formular uma nova tabela de horas médias necessárias de sono de acordo com a faixa etária (leia quadro abaixo). Em média, houve acréscimo de uma hora. O tempo de sono mínimo para recém-nascidos, por exemplo, subiu de 14 para 17 horas por dia. Para adolescentes entre 14 e 17 anos, foram adicionados trinta minutos ao tempo ideal, agora estabelecido entre oito a dez horas.

É uma media longe de ser atingida entre esse público. Em pesquisa do Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente em parceria com o Instituto Sou+Jovem, 43% dos 1.830 adolescentes ouvidos disseram dormir de três a cinco horas por noite. Um dos vilões que fomentam esse descontrole é o uso de aparelhos eletrônicos na madrugada. Na tentativa de melhorar a qualidade do sono de João Gabriel, de onze anos, a empresária Laura Tidei, de São Paulo, resolveu vigiar o garoto até que ele durma. “Caso contrário ele fica mexendo no celular”, conta.

Foto: Pedro Dias/ Ag. Istoé 

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– Dengue no Bairro Medeiros. Culpa de quem? Melhor agir do que tentar responder!

Tristemente, casos e mais casos de dengue estão surgindo aqui no Bairro Medeiros (Jundiaí/SP).

Tenho 38 anos e sou nascido e criado aqui. Nunca vi nada igual! O que está acontecendo?

Claro, o surto da doença não é exclusividade nossa. Há uma proliferação de registros em todo o Estado de São Paulo e, felizmente, não ocorreram mortes por aqui até então.

Há culpados?

Talvez. A reposta lógica é sim. Mas quem ou como? Os hábitos das pessoas são os mesmos de outros anos, o problema é que muitos e muitos casos migraram para nosso estado e por aqui surgiram focos. É evidente que há gente descuidada; alguns são desinformados e outros relaxados, fazendo com que casos locais surjam também.

O que menos importa agora é: como começou.

O que mais importa urgentemente é: como acabar com esses casos?

Com as chuvas chegando, aumenta-se a possibilidade de criadouros. E como TODOS estão vendo o crescimento de casos, há de se prevenir.

Não podemos ficar esperando ações preventivas da Prefeitura, afinal, estas ações devem começar PRIMEIRAMENTE por parte dos moradores da comunidade em que vivemos. É hora de agir! Cada cidadão fazendo a sua parte, vizinho de casa falando um com ou outro abertamente sobre o problema; vizinhos de rua se cobrando; vizinhos de condomínio, vizinhos dos vizinhos, e por aí vai.

Crianças ou idosos, vale a informação. Disseminar, espalhar, avisar! E cada um de nós, cidadãos, devemos até mesmo pela cidadania que exercemos, sermos esses agentes aqui no Medeiros. Se o Poder Público agir, ótimo (é uma das atribuições dele). Se for omisso, que se cobre – mas nada se espere dele, pois correremos o risco de criar raízes se esperarmos sentados. VAMOS FAZER A NOSSA PARTE: médicos, engenheiros, operários, donas-de-casa, estudantes, aposentados; seja quem for: contribua!

Precisamos tomar cuidado com algumas situações: vasos, potes, floreiras vazias, pneus e tantas outras coisas que possam empoçar e ali o mosquito proliferar. Em especial, terrenos baldios. Mas atenção: não podemos confundir mata nativa, campos, pastoreio ou roça com terrenos baldios. Esses são aqueles onde se joga lixo e entulho, potenciais berços para o transmissor da dengue criar.

Aliás, propriedades verdes (e cuidadas) são necessárias a todos nós, já que dão equilíbrio ao ecossistema e nada têm a ver com a dengue (se fosse isso, um alerta das autoridades seria tombar tudo e concretar!). Reforço: os terrenos baldios, abandonados, locais de animais peçonhentos e largados pelos seus proprietários, SIM, evidentemente. Conversando com pessoas no dia-a-dia, vejo certa confusão sobre isso.

E já que falamos do “verde”, vale observar: é tão grande o desmatamento do nosso bairro que vemos uma quantidade grande de animais sendo atropelados nas ruas, totalmente desorientados. Vale também aos pássaros que perdem os ninhos e outras situações que desequilibram o dia-a-dia daqui por culpa do crescimento desordenado (que não é único nas nossas redondezas).

Enfim, sítios e reservas da Natureza não são os alvos; afinal, a responsabilidade e o verdadeiro alvo são de todos nós: moradores de casa, prédio, campanas ou chácaras. O objetivo é: ELIMINAR CRIADOUROS, SEJA ONDE FOR!

Vamos nos unir e tentar acabar com os focos. A vitória dos moradores do Medeiros e todos os seus parques e jardins que o compõe (Sarapiranga, Carolina, Antonieta, Nova Medeiros, Chácaras Encantadoras e Saudáveis, Vila Pires, Portal, Retão, Natália, Lígia; Alice; Santa Rosa; Planalto; Belezone; Inca, e tantos outros locais desse grande bairro) começa conosco! Só assim aqueles que até agora não se acossaram contra a dengue, se sentirão incomodados e forçados pela situação.

Aproveito e convido: postem aqui informações sobre sintomas, meios de prevenção e outras ações que possam ajudar.

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– Os filhos do Funk!

Assustei quando ouvi: cerca de 10% das meninas que frequentam os chamados “Pancadões”, os bailes funks em comunidades dominadas pelo tráfico de drogas, engravidam por lá.

Destas, metade não sabe quem é o pai da criança!

Mundo cão ou não?

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– Cuidado com o Nbome!

Cada vez mais a ciência nos surpreende – para o bem e para o mal.

Agora, as mentes inteligentes (mas malignas) desenvolveram uma nova, potente e letal droga: o Nbome.

Conheça essa porcaria que está virando moda no meio universitário:

(Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/sao-paulo/conheca-nbome-droga-alema-que-ganhou-ruas-de-sao-paulo.html)

CONHEÇA NBOME, A DROGA ALEMÃ QUE GANHOU AS RUAS DE SÃO PAULO

Uma droga minúscula capaz de causar alucinações de 12 a 15 horas, com risco de morte, já vendida em festas em São Paulo, foi sinônimo de preocupação no Carnaval. É droga sintética, tem nome complicado – N-BOMe, e é cara (valor varia de R$30,00 a R$40,00 cada selinho de 1 centímetro). O N-Bome matou o estudante Vitor Hugo Santos, em setembro do ano passado, em festa na Universidade de São Paulo; o Instituto Médico Legal define a morte do estudante como o primeiro relato de uso e morte pela droga no Brasil.

Nas festas, o N-BOMe é confundido com outra droga, o LSD, que tem formato e uso semelhante. O perito José Luiz da Costa, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Toxicologia, com especialização nos Estados Unidos sobre novas drogas sintéticas, alerta: para experimentar o N-BOMe não é preciso ser usuário de outras drogas.

José Luiz da Costa descreve esta droga letal: “ela não existe em pó porque a quantidade que se tem neste selinho é da ordem de um a dois miligramas. É uma substância extremamente difícil de ser detectada no sangue porque as concentrações  são muito baixas . Tem efeito semelhante ao LSD, mas é mais ativo e mais potente, com alucinação auditiva e visual. Aumenta muito a frequencia cardíaca e a pressão arterial, mas sem relato de parada cardíaca induzida por causa da droga. O efeito dura de 12 a 15 horas. Não há relatos de morte de overdose causada pela droga, mas há casos de morte pelo uso da droga”.

“O pessoal do DEA, a polícia americana antidrogas, quando descobre um laboratório de síntese dessa droga sintética tem todo um protocolo especial para entrar no local como se fosse arma química porque, como é extremamente potente, a quantidade necessária para causar um efeito é muito pequena. Se um perito entrar num laboratório desse e esbarrar a mão desprotegida ou inalar o pó no ambiente, pode começar a ter efeitos alucinógenos no local”, completou.

O NBOME é droga sintética que começou a ser produzida em 2003, na Alemanha. Seu propósito inicial era de marcador de atividade de receptores de serotonina (uma substância química envolvida na comunicação entre as células nervosas), no cérebro. Como droga, ficou conhecida no exterior há cinco anos. No Brasil, chegou entre 2011 e 2012 e, após sucessivas apreensões em 2013, em estados como São Paulo e Santa Catarina, foi proibido, em fevereiro de 2014. Nesta data, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária colocou 11 variações do NBome (como o 25I-NBOMe ou 25B-NBOMe) na lista de substâncias proibidas.
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– Remédios proibidos da EMS, segundo a ANVISA!

Minha mulher estava certa! Ela sempre questionou a qualidade de genéricos da EMS, e, certa feita, me proibiu comprar o antibiótico Amoxicilina da empresa, numa necessidade.

Agora, o remédio oficialmente está proibido!

Extraído de: http://extra.globo.com/noticias/economia/anvisa-proibe-venda-de-amoxicilina-rifamicina-da-marca-ems-15249388.html

ANVISA PROÍBE AMOXICILINA E RIFAMICINA DA EMS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda e o uso dos antibióticos amoxicilina e rifamicina fabricados pela empresa EMS S/A. As determinações foram causadas por descumprimento de requisitos das normas sanitárias.

Foram proibidas a distribuição, comercialização e uso de todos os lotes da amoxicilina + clavulanato de Potássio 50 Mg/ML + 12,5 Mg/ML Pó Para Suspensão Oral, fabricados a partir de fevereiro de 2013. Além disso, a empresa terá que interromper a fabricação do remédio usado no tratamento contra infecções diversas e recolher os estoques existentes no mercado.

A decisão foi tomada após a constatação de que o medicamento estava sendo fabricado com excipiente — substância presente nos medicamentos para dar características como volume, forma e consistência ao produto — diferente do que foi aprovado pela agência reguladora. Além disso, os testes mostraram o uso de um insumo farmacêutico que estava sendo sintetizado de forma diferente do que consta no registro do remédio.

Segundo a Anvisa, essas mudanças, que não foram autorizadas, podem alterar o resultado final do produto. As medidas foram tomadas depois de uma inspeção realizada pela Anvisa e pelas vigilâncias sanitárias do Estado de São Paulo e do município de Hortolândia.

Já a rifamicina 10 mg/ml teve a fabricação suspensa depois que o laboratório aumentou o tamanho do lote em 10 vezes sem aprovação da Anvisa. O antibiótico é utilizado em diversos casos, como em curativos e no tratamento de ferimentos e queimaduras.

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– Ídolo deve agir como ídolo! O Dopping do Aranha

Anderson Silva (o Spider)é ídolo no MMA. Não é meu ídolo, pois não gosto de tais rotulações e nem tenho simpatia em esportes de luta. Mas é inegável que há milhões de simpatizantes e que ele se tornou um herói nacional.

Após sua grave contusão, lutou para voltar bem. Mas… foi flagrado com dois anabolizantes (drostanolona e androsterona) pelo antidoping na sua última luta.

Que feio… seria pressão emocional demais para a sua volta ou descontrole de quem não quer perder?

Pisou na bola! Sua carreira fica manchada com tal golpe.

Aliás, uma pergunta: se os organizadores do UFC sabiam do resultado positivo para o doping (os exames são anteriores à luta), por quê permite a realização do evento?
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– O Brasileiro que vai ser Morto na Indonésia por Tráfico de Drogas

Se a lei da Indonésia fosse seguida pelo Governo Brasileiro, hein?

Neste sábado, será executado o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira através de fuzilamento. Motivo: traficava 13 quilos de cocaína. Lá, traficante é condenado à pena de morte.

E por quê aqui as leis não são mais severas? Infelizmente, a solução defendida por alguns é a de que se libere as drogas para acabar com o tráfico. E os viciados, por tabela, aumentarão! E as despesas para o tratamento e os prejuízos socio-familiares, incontáveis.
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– Adoção de crianças ou Doação de Sêmem?

Sou doador de sangue há muito tempo. Dias atrás, fui convidado a doar sêmem.

Sinceramente, fiquei em dúvida se tal ato realmente é de solidariedade. Respeito os bancos de esperma, mas… se o casal não consegue ter filhos, a adoção não seria o caminho mais adequado?

Ok, nada de críticas, pois respeito todas as opiniões. Mas penso que colaboramos muito mais com a adoção legal ao invés de caros tratamentos de fertilização.

E você, o que pensa sobre isso?

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– Loemy Marques e o exemplo do descuido!

Repercute muito a história de Loemy Marques, uma linda modelo que não tendo conseguido o sucesso que queria na carreira, experimentou crack uma 1a vez e nunca mais largou a droga.

Hoje, com 24 anos, é refém das drogas e representa toda indignidade que uma pessoa pode chegar. Triste. Vítima dessas porcarias que são oferecidas e que muitos, seja por qual motivo for, usam uma única vez e depois não param.

E há quem faça apologia das drogas…

VICIADA EM CRACK, EX MODELO VIVE NAS RUAS DE SP

por Eduardo Anizzelli, FSP, 24/11/2014

Loemy Marques, 24, não para quieta. A abstinência está no auge. Observa duas fotos suas na capa da revista “Veja São Paulo”. Na primeira, aparece linda, nos tempos de modelo. Na segunda, a imagem atual, após dois anos de vício em crack e morando na rua.

“Você precisa decidir qual das duas você quer ser”, diz um amigo, tentando impedi-la de voltar ao fluxo -nome dado à aglomeração de viciados que hoje fica na esquina da rua Helvétia com a alameda Cleveland, na cracolândia, região central de São Paulo.

“Estou confusa, quero fumar”, diz ela.

É tarde de sábado (22). Loemy senta-se e levanta-se várias vezes de uma cadeira de plástico na sede do Recomeço, projeto do governo estadual para tratar dependentes, enquanto é disputada por equipes de programas de TV.

A ex-modelo que virou craqueira ficou “famosa” a partir da divulgação de sua história, naquele mesmo dia.

Ela contou à revista que começou a fumar crack em 15 de setembro de 2012, quando teve dois celulares e R$ 800 roubados por dois bandidos.

Foi então que alguém colocou um cachimbo com a droga na boca dela, e veio uma sensação descrita como “uma tomada para carregar”.

Vítima de abusos do padrasto na infância, voltou a sofrer abuso na cracolândia. Para manter o vício, também chegou a se prostituir.

PROPOSTA

“Não viemos explorar a tragédia dela”, diz um produtor de TV. “O que estamos oferecendo é uma proposta de final feliz, ela vai para um hotel, para uma clínica. Mas queremos exclusividade.”

Enquanto isso, o funcionário de outra emissora se oferece para comprar um maço de cigarros para ela. Para irritação do primeiro, ela sai por alguns minutos com o homem. Quando volta, segura um Marlboro vermelho e um chocolate Diamante Negro.

Uma das equipes oferece que Loemy vá para um hotel.

“Não quero. Não consigo ficar sozinha lá”, diz. “Estou acordada há dois dias. Vou ficar acordada até apagar e depois me interno no Cratod [centro estadual de referência de álcool e outras drogas].”

Da última vez que a preparadora de modelos Debora Souza, 36, viu Loemy, já a encontrou na casa de um amigo em “estado deplorável”. “Mas não sabia que ela tinha ido parar na rua”, afirma.

Loemy passou por cursos na Skin Model, onde Debora trabalha. “Foi em meados de 2012. Ela estava crua ainda”, conta. “Mas tinha todo o potencial do mundo, uma beleza estilo anos 80.”

Debora conta que começou a receber queixas de indisciplina. “Ela ficava muito revoltada de não ser aprovada no casting [seleção] e tinha comportamentos súbitos de gritar com as pessoas”, diz. “Outra vez, gostaram dela, mas no meio da prova de roupa ela saiu para fumar e voltou com a roupa cheirando cigarro.”

Longe das passarelas, Loemy chegou a tentar se internar e voltar para o interior de Mato Grosso, onde vive a família. No fim, sempre acabava voltando à cracolândia.

No domingo (23), Loemy continua no fluxo.

Quando não está fumando crack, anda de um lado para o outro e, às vezes, abaixa-se para procurar algo no chão.

Poucos ali a conhecem, mas muitos se identificam com a história dela.

“Eu era engenheiro mecânico até um ano e meio atrás. Saí com uma prostituta, fumei uma pedra e hoje não consigo sair daqui”, diz um homem de 36 anos, ao ser questionado se a conhecia.

Apesar do 1,79 m de altura, Loemy passa despercebida no meio dos demais viciados.

Com o cachimbo na mão, não quer conversa. Enfia-se entre as dezenas de barracas onde os viciados fumam e desaparece de vista.

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– Chikungunya assustando os Brasileiros

Enquanto assuntos como Política, Futebol e Ebola estão em alta no noticiário, outro silenciosamente vem assustando: o Chikungunya; parecido, mas mais cruel do que a Dengue e transmitido igualmente pelo Aedes Aegypti. Em Feira de Santana (BA), os casos são tão numerosos que o principal Banco de Sangue da cidade está recusando doações de sangue.

Conheça mais, extraído do G1:

CHIKUNGUNYA

A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa “aqueles que se dobram”, em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.

Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O vírus chikungunya pode ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, e a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue, de acordo com o infectologista Pedro Tauil, do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). O risco aumenta em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles picam principalmente durante o dia. A principal diferença de transmissão em relação à dengue é que o Aedes albopictus também pode ser encontrado em áreas rurais, não apenas em cidades.
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– Pulseiras de Elástico Atóxicas ou não?

Virou uma febre: as pulseiras elásticas ou de “liguinhas” fazem sucesso entre a criançada.

Brinquedo simples e de necessária habilidade para formar correntes, desenhos, colares e outros tantos formatos, a idéia surgiu nos EUA e contagiou o mundo.

O problema é: são tóxicas? Muitos elásticos de borracha chineses são acusados de conterem substâncias cancerígenas.

Dando uma vasculhada no mundo virtual, encontrei a marca Rainbow Loom, autorizada pelas entidades de saúde norte americanas. Mas e as demais?

Confesso: fico com um pé atrás daquelas baratinhas encontradas em feiras e em algumas lojas populares.

Excesso de preocupação ou não?

No Brasil, só o “Fábrica de Pulseiras”, da Estrela, é aprovado pelo Inmetro e Anvisa.

Veja que assustador uma matéria sobre o assunto, extraído da ONG “Fundação do Câncer”, seção “Câncer em Foco”:

PULSEIRAS DE ELÁSTICO PODEM CONTER SUBSTÂNCIA CANCERÍGENA, ALERTA PROTESTE

Segundo o Inmetro, há apenas um produto deste tipo certificado pelo instituto

RIO – A Proteste – Associação de Consumidores enviou, nesta quarta-feira, um ofício ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedindo que os órgãos fiscalizem e recolham do mercado os elásticos usados para fazer as pulseiras e anéis conhecidos como “loom band charms”.

Os acessórios, feitos de pequenos elásticos coloridos trançados, viraram moda entre crianças e adolescentes. Em lojas e até em bancas de jornais, são vendidos pacotes com elásticos, fechos e um gancho que ajuda a tecer as pulseiras. Em alguns estabelecimentos, o kit é completo, incluindo também uma espécie de tear para produzir as pulseiras.

A associação cita uma reportagem da rede britânica de televisão BBC, que mostrou testes do Birmingham Assay Office revelando haver 40% de ftalato no produto, sendo que o máximo permitido pela União Europeia é de 0,1%. A susbtância, usada para dar mais maleabilidade ao material, pode ser cancerígena. E o risco de contaminação se dá porque as crianças podem colocar o elástico na boca, liberando o ftalato.

A denúncia fez com que a rede de brinquedos The Entertainer removesse o produto das prateleiras. Segundo Marion Wilson, responsável pelo teste, o brinquedo é perigoso pois a substância é comumente ingerida por sucção.

— Obviamente, um elástico pendurado em uma pulseira é um alto risco — disse a especialista à BBC.

NO BRASIL, RESPONSABILIDADE É DO INMETRO

O Inmetro informou que todo produto lúdico que se destina ao uso por crianças de até 14 anos é considerado brinquedo e, por isso, para ser comercializado no Brasil, deve apresentar o Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro. O selo é a garantia de que o produto passou por testes e atende aos requisitos mínimos de segurança estabelecido pelo Inmetro e a normas do Mercosul. De acordo com o instituto, há apenas um brinquedo de pulseiras de elástico certificado, o Fábrica de Pulseiras, da Estrela.

A presença de ftalatos em brinquedos é regulada pela portaria Portaria nº 369 de 2007. O texto determina que os ftalatos de di (2-etil-hexila) (DEHP), de dibutila (DBP), e de benzilbutila (BBP) “não devem ser utilizados como substâncias ou componentes de preparações em concentrações superiores a 0,1 % em massa de material plastificado, em todos os tipos de brinquedos de material vinílico”. Os mesmos ftalatos e mais os de di-isononila (DINP), de di-isodecila (DIDP) e de di-noctila (DNOP) “não devem ser utilizados como substâncias ou componentes de preparações em concentrações superiores a 0,1 % em massa de material plastificado, em brinquedos de material vinílico destinados a crianças com idade inferior a 3 anos”.

– Há um risco muito grande quando se compram produtos infantis no chamado comércio ilegal, sobretudo quanto a presença de substância tóxicas em limites acima do permitido. O consumidor só deve adquirir brinquedos que ostentam o selo de identificação da conformidade do Inmetro e que sejam adequados à faixa etária da criança, além de seguir as instruções de uso do produto especificado – disse Alfredo Lobo, diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro.

O Inmetro reforçou a recomendação de não se comprar artigos infantis em lojas de comércio informal, uma vez que não há garantia da origem destes itens. O órgão ressaltou ainda que produtos falsificados ou fabricados clandestinamente podem não cumprir as condições mínimas de segurança, principalmente no tocante à toxicidade. O instituto também lembra a importância de adquirir somente brinquedos que tenham o selo de certificação do Inmetro.

Procurada, a Anvisa disse que a agência “não possui normas relacionadas a brinquedos” e que “as regras e regulamentações são do Inmetro”.

NA INGLATERRA, LOJA RECOLHEU PRODUTOS

De acordo com a BBC, uma loja britânica foi forçada a recolher as pulseiras de suas prateleiras depois da divulgação dos testes que revelaram que os produtos poderiam conter um alto teor de ftalatos (bem além do permitido). Ainda de acordo com a reportagem, as embalagens apresentavam o selo que indica que o produto respeita as normas de segurança da União Europeia.

A loja britânica disse à BBC que, “como medida de precaução”, retirou os produtos “enquanto conduzimos uma investigação completa”.

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– Hospital Universitário de Jundiaí poderá fechar?

Hoje de manhã, a Rádio Cidade trouxe a informação, por Sandro Crisol, de que o HU (Hospital Universitário de Jundiaí) poderia fechar devido ao pedido de demissão em massa dos médicos por culpa dos não-repasses da Prefeitura Municipal.

Um pouco mais tarde, o Jornal da Região conseguiu falar com a Assessoria do Hospital que confirmou a pendenga.

Triste. A Saúde Pública está verdadeiramente um caos!

Abaixo, a reportagem, extraída do JRJ (http://jrjundiai.com/jornaldaregiao/medicos-pedem-demissao-em-massa-hospital-universitario/)

MÉDICOS PEDEM DEMISSÃO EM MASSA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

Médicos do Hospital Universitário de Jundiaí pediram demissão em massa. 

Eles mandaram carta ao prefeito Pedro Bigardi porque não dá mais para trabalhar sem reajuste nos salários e sem repasse de 300 mil reais por mês para manutenção do Hospital.

Desde abril a Secretaria de Saúde não manda o dinheiro para o hospital, de acordo com a “Rádio Cidade” e o H.U. pode fechar, informou a emissora. 

Uma médica disse ao “Jornal da Região” que a Prefeitura limitou ultrassom para grávidas em apenas um exame por pessoa. O mesmo ocorre com análise de sangue.

O primeiro setor a fechar no H.U. pode ser a maternidade. O “JR” já noticiou na semana passada a falta de remédios nas Unidades de Saúde de Jundiaí e de ginecologistas.

Funcionários da Prefeitura informam também que ambulâncias estão paradas por falta de manutenção.

Existe preocupação dos servidores se a Prefeitura conseguirá pagar o 13o. salário.

PREFEITO CONVOCA DIRETORES PARA “SALVAR” O H.U.

O prefeito Pedro Bigardi convocou todos os diretores de Saúde e de gestão do Hospital Universitário, nesta segunda-feira (03), para tentar “salvar” a instituição, que vive ameaça de fechamento.
A crise no H.U. se deve ao pedido de demissão em massa dos médicos, que esperam reajuste nos salários; a falta de repasse de verbas pela Prefeitura desde abril e outros problemas (como restrição a exames de sangue e ultrassom, além do sucateamento de ambulâncias).

* A qualquer momento teremos informações atualizadas

OUTRO LADO

A Assessoria de Imprensa do hospital foi procurada e confirma o envio de “reivindicações” dos médicos ao prefeito.

Quanto ao hospital, a diretoria aguarda uma posição da Prefeitura para dar continuidade nas negociações.

A diretoria do H.U. informa que o atendimento está normal e as pessoas podem procurar a instituição.

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– Sexo Seguro é…

Com sua esposa (o), ou seja – dentro do casamento, com fidelidade.

Quer melhor prevenção a doenças do corpo e da alma?

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– E Viva a Iniciativa do Outubro Rosa

Outubro é o mês em que historicamente se chama a atenção para a prevenção do Câncer de Mama. Para isso, o “Cor-de-Rosa” é usado para lembrar as mulheres do auto exame.

Aliás, sabe como surgiu a iniciativa?

Abaixo, extraído de: http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm

OUTUBRO ROSA

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

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– Michael Phelps, Jobson, as Drogas e os Esportistas

 O megacampeão da natação Michael Phelps foi flagrado recentemente fumando maconha. Para piorar, perdeu a Carteira de habilitação por dirigir bêbado. Agora, se internou numa clínica de recuperação.

Ao menos, tomou medidas necessárias e percebeu o grande prejuízo que estava ocorrendo em sua carreira. E não só nela, mas na sua vida pessoal!

Veja no campo futebolístico: Mário Jardel perdeu tudo após as drogas; Jobson, atacante, de inúmeras oportunidades, também.

Vemos que o vício é um problema social que atinge todas as camadas. E o mais difícil ainda é quando pessoas sem suporte psicossocial estão fragilizadas e são levadas a essas tentações.

Imagine quantos garotos que enriquecem repentinamente e, de uma hora para outro, estão rodeados por mulheres, carrões, fama e… aproveitadores!

Será que os clubes de futebol estão preparados para evitar o surgimento de novos Jardéis e Jobsons? Promovem estrutura para prevenção?

O certo é: em qualquer ramo, devemos ensinar nossas crianças a fugirem das drogas lícitas e ilícitas. E sem vacilar!
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– Ebola e o Constrangimento Mundial

Depois da África ficar abandonada, agora, com a chegada do Ebola nos EUA e Europa, as autoridades ocidentais se dão conta do perigo e da dor causadas pela doença.

Gente… são milhares de coitados morrendo de Ebola no continente africano. As providências dos países ricos só são tomadas quando o vírus está próximo?

Rezemos e vamos agir pelos nossos irmãos pobres, que estão sofrendo e sendo dizimados. Não dá para não se comover com imagens (que se tornaram comuns) como essa:

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– Alongar Ajuda ou Atrapalha o Atleta?

Leio uma reportagem que fala sobre Alongamento de Atletas. Ora, alongar e aquecer são discussões antigas. Sobre aquecimento, todo mundo acha necessário. Mas sobre alongamento, se tem dúvidas.

Para alguns, é importante alongar antes e depois. Para outros, só antes ou só depois. Para outros ainda, alongar é dispensável.

Eu preciso alongar antes e depois, não abro mão. Mas muitos amigos não… É algo particular demais.

Vejo (vide abaixo) uma corrente de estudiosos que diz: alongar pode ser prejudicial aos atletas!

Só faltava essa…

Extraído de: Revista Veja, ed 10/04/2013, pg 90

NÃO AJUDA EM NADA

Todo mundo faz alongamento antes dos exercícios. Novos estudos mostram que isso reduz o desempenho dos esportistas

Por Fernanda Allegretti

Quem pratica atividades físicas costuma estar atento à importância dos alongamentos. Nas academias, invariavelmente, a orientação é fazer uma série deles antes do primeiro exercício. As posições devem ser mantidas por pelo menos vinte segundos a fim de reduzir o risco de lesões e deixar os músculos mais fortes e preparados para o impacto dos pesos, da corrida ou do jogo de futebol. Infelizmente, o resultado pode ser o oposto.
Dois estudos recentes concluíram que alongar-se antes dos exercícios reduz a potência e a força muscular, além de aumentar o risco de lesões.

O mais surpreendente desses estudos foi conduzido pela Universidade de Zagreb, na Croácia. Os cientistas reuniram 104 pesquisas que analisavam o desempenho de voluntários em modalidades como natação, corrida e musculação logo depois de realizar alongamentos estáticos. O cruzamento desses dados revelou que os exercícios de flexibilidade prejudicavam o desempenho ao reduzir a força dos músculos em 5,5%, a capacidade de produzir contrações em 2% e a aptidão para treinos de explosão em 2,8%.

Outro estudo divulgado neste mês pela publicação especiarl’zada americana The Journal of Strength and Conditioning Research mostrou que homens jovens que se exercitaram frequentemente levantam 8,3% menos peso quando fazem movimentos de flexibilidade antes da musculação. O motivo pelo qual o alongamento prejudica o desempenho ainda não é totalmente conhecido, mas autores de ambos os estudos sugerem que a atividade relaxa a musculatura e os tendões, deixando-os menos dispostos a estocar energia e à ação.Os alongamentos podem favorecer lesões porque relaxam e estressam a musculatura. O neurofisiologista Paulo Correia, coordenador do Laboratório de Neurofisiologia e Exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), endossa as pesquisas. Diz ele: “Os exercícios de flexibilidade são úteis para melhorar a performance, mas devem ser feitos em um dia reservado apenas para eles ou pelo menos duas horas após o treino de força ou resistência”. A melhor alternativa antes de qualquer exercício é fazer um aquecimento. “Sugiro aos meus pacientes começar com movimentos similares àqueles que serão realizados, mas sem carga ou impacto excessivo”, diz o ortopedista Moisés Cohen, da Unifesp. Polichinelo, elevação de pernas e rotação de braços são boas opções.
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– Prevenção de Drogas não está no Debate Eleitoral?

Vejo muita gente falando sobre a liberação ou não da Maconha. Na campanha política, ela aprece timidamente. Mas o que me deixa profundamente triste é que não há um presidenciável sequer que alardeou para campanhas de prevenção contra o uso de drogas.

Falar para pessoa que usar drogas faz mal para saúde é perder voto? Existe interesse por trás disso ou é puro descuido e esquecimento do plano de governo?

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– Ebola faz cidadãos repensarem a vida!

PENSE DUAS VEZES ANTES DE RECLAMAR DOS SEUS PROBLEMAS: na Monróvia, capital da Libéria, um bairro de 75 mil pessoas é isolado com arame farpado para que os infectados pelo Ebola não se misturem com o restante da população.

West Point, um dos muitos vilarejos pobres africanos, vive um verdadeiro confinamento dos moradores. Soldados cercam as saídas do bairro e quem se arrisca a atravessar a barreira militar leva um tiro de fuzil na perna.

Tudo isso para que a doença não se alastre mais ainda, já que o contágio se dá pelo contato. O problema é que comida e bebida estão acabando para o povo que ali reside e que não pode sair. A Prefeitura não consegue manter o suficiente de alimentação para a população local.

Para quem não sabe, o Ebola é uma doença que faz com que o corpo tenha hemorragias e grandes feridas na pele. Sua cura ainda é um mistério, embora os medicamentos experimentais tenham conseguido salvar algumas vidas.

Compartilho, abaixo:

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TIROS EM DOENTES DE EBOLA

(extraído da Revista “Isto É”, ed 2335, pg 25, por Antonio Carlos Prado

Não bastasse o pavor de morrer de vírus, agora há também o pavor de morrer de bala. E de porrete. O vírus é o do ebola, que já matou 1,6 mil pessoas no continente africano; a bala é de fuzil, no mais absurdo e cruel método que as autoridades encontraram para tentar frear a propagação da doença: atirar nas pernas de quem tenta sair ou entrar nas regiões que estão sendo isoladas por grades, portões e arame farpado quando há a suspeição de que nelas (ainda) viva alguém infectado. Está-se errando a mira. Em vez de a barbárie acertar as pernas, ocorre o efeito colateral de acertar o peito, e pelo menos três enfermos já foram fatalmente alvejados pela medicação de pólvora e chumbo. Na Monróvia, capital da Libéria e um dos epicentros do surto, policiais cercaram na semana passada o bairro de West Point (75 mil confinados). Nele e em outros locais a população tenta furar o bloqueio porque lhe falta água e comida, as ruas estão infectas e, além do ebola, outras doenças brotam.

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– Moscas Varejeiras podem transmitir até… câncer?

E se alguém lhe dissesse que uma simples mosca varejeira pode causar peste bubônica, gastrite, úlcera e câncer de estômago?

É o que um importante estudo da Unicamp mostra.

Abaixo, extraído da Revista Fapesp (link em http://agencia.fapesp.br/19628)

MOSCAS VAREJEIRAS CARREGAM ALTA PORCENTAGEM DE BACTÉRIAS QUE CAUSAM DOENÇAS EM HUMANOS

Por Karina Toledo, de Campinas

Cerca de 30% dos microrganismos encontrados em moscas varejeiras são capazes de causar doenças em seres humanos, revelou um estudo feito por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da PennState University, dos Estados Unidos, e da Nanyang Technological University, de Cingapura.

Entre as bactérias encontradas nos corpos dos insetos estavam a Yersinia pestis, causadora da peste bubônica, a Helicobacter pylori, associada ao surgimento de gastrite, úlcera e câncer de estômago, e diversas espécies que podem provocar gastroenterite, pneumonia e infecções urinárias.

Os dados foram apresentados por Ana Carolina Martins Junqueira, pesquisadora do Singapore Centre on Environmental Life Sciences Engineering (Scelse), de Cingapura, durante o evento “Advanced Topics in Genomics and Cell Biology”, realizado entre os dias 4 e 6 de agosto na Unicamp.

“Todo mundo sabe que moscas são insetos sujos, mas o índice de bactérias patogênicas foi tão alto que ficamos assustados. É o microbioma mais patogênico já descrito. Vamos iniciar agora alguns experimentos para descobrir se elas apenas transportam os microrganismos ou se podem, de fato, transmitir essas doenças para as pessoas ao pousar na comida, por exemplo”, contou Junqueira.

Os cientistas analisaram a microbiota encontrada no corpo de 127 moscas, de 19 espécies que costumam ser atraídas por matéria orgânica em decomposição. Os insetos foram coletados em 12 locais diferentes do Brasil e dos Estados Unidos durante o pós-doutorado de Junqueira – realizado na Unicamp com apoio da FAPESP.

Nos arredores de Campinas, a coleta foi feita em um hospital público, um mercado de comidas, um parque de área urbana e um lixão. Também foram realizadas coletas em uma reserva natural da Floresta Amazônica e em seis estábulos de diferentes espécies de animais criados no campus da PennState University, em University Park, Pennsylvania. Uma linhagem foi mantida em um laboratório do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG/Unicamp) como controle.

Originalmente, contou Junqueira, o objetivo do projeto era sequenciar o genoma mitocondrial de 20 espécies de moscas pertencentes à ordem Diptera, bem como estudar a evolução desses insetos com auxílio de plataformas de sequenciamento de nova geração.

“No início, tive certa dificuldade para sequenciar determinados fragmentos do genoma. Posteriormente, conheci Stephan Schuster, na época professor da PennState University, que se interessou pelo trabalho e decidiu colaborar”, contou Junqueira.

Schuster propôs que a melhor maneira de mapear o genoma mitocondrial seria sequenciar tudo que havia nas moscas coletadas, inclusive a microbiota por elas transportada, e depois filtrar os genomas associados (metagenoma) durante a etapa de análise dos dados. “Primeiro sequenciamos apenas a cabeça, depois o tórax, o abdômen e, por último, patas e asas”, contou a pesquisadora.

Após terminar o pós-doutorado, Junqueira trabalhou com Schuster nos Estados Unidos para fazer a análise do metagenoma. Para isso, foi necessário desenvolver novas técnicas, de modo a otimizar o tratamento e a categorização do imenso volume de dados gerados pelos métodos de sequenciamento de nova geração.

“Por meio de análises estatísticas dos microrganismos encontrados, foi possível separar as moscas de ambiente urbano, as da Amazônia, as de ambiente rural e as de laboratório. Isso mostra que o ambiente tem um peso muito maior na modulação do microbioma do que a espécie em si”, disse Junqueira.

De acordo com a pesquisadora, o número de patógenos encontrados nas moscas de ambientes urbanos foi muito maior que nas demais, provavelmente porque nesse ambiente há maior quantidade disponível de lixo e de matéria orgânica em decomposição.

“O grande problema é que esses insetos comutam facilmente entre um ambiente sujo, como um lixão, e o churrasco das nossas casas. Nas moscas coletadas dentro do hospital, por exemplo, encontramos bactérias responsáveis por dois terços das infecções hospitalares do mundo”, disse Junqueira.

Além das bactérias patogênicas para humanos, acrescentou a pesquisadora, também foram encontradas espécies que podem causar doenças em animais e em plantas.

“Defendemos a hipótese de que esse tipo de inseto pode ser usado como sensor ambiental e ajudar a predizer surtos, principalmente em regiões de fronteira, portos, aeroportos. Poderíamos monitorar a contaminação dos ambientes por meio da análise do microbioma das moscas”, afirmou a pesquisadora.

AEDES

Atualmente no Singapore Centre on Environmental Life Sciences Engineering, Schuster e Junqueira estão usando a mesma abordagem criada no estudo com moscas varejeiras para investigar o microbioma do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.

“O objetivo é ver se há diferença entre os microrganismos encontrados em mosquitos infectados pelo vírus da dengue e os não infectados. O estudo ainda está no começo e, por enquanto, só trabalhamos com espécimes de laboratório. Mas já vimos diferenças entre as bactérias existentes nesses dois grupos”, explicou a pesquisadora.

No futuro, os cientistas pretendem investigar a possibilidade de inibir a infecção do mosquito pelo vírus por meio da modulação do microbioma existente em seu corpo.

Paralalelamente, Junqueira também colabora com pesquisadores do Laboratório de Genética e Evolução Animal do CBMEG/Unicamp, liderado pela professora Ana Maria Lima de Azeredo-Espin. O grupo analisa microRNAs de diferentes espécies de moscas varejeiras e pragas da pecuária para tentar entender a regulação de genes envolvidos no hábito alimentar desses insetos, com o apoio da FAPESP.

“O estudo poderá gerar dados a respeito de fatores genéticos das moscas que estão associados à atração por matéria orgânica em decomposição ou tecidos vivos, além de proporcionar dados fundamentais para o estudo da interação hospedeiro-microbioma”, contou Junqueira.

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– Drogas e Ídolos: Um atleta deve dar exemplo pós-carreira? Sobre Ronaldo e Jardel

Ronaldo Nazário era um dos meus ídolos enquanto simplesmente era Ronaldinho. No Barcelona, excepcional. Só quero ter a lembrança dele dentro de campo e da superação das tristes e graves contusões na Internazionale.

Fora de campo, um desastre como exemplo e um exemplo de como ganhar dinheiro (sem contar a ética ou moral, é claro).

Sempre pensei que, para as pessoas mais simplórias, um ídolo acaba se tornando modelo a ser imitado, devido a instrução baixa ou dificuldade de estudar. E eis que leio uma matéria curiosa de Ronaldo na Revista Playboy de Junho. Sobre o uso de drogas, disse ele:

Quando fumei [maconha], quis comer até a mesa (…) Fumei maconha depois da carreira esportiva, quando não tinha compromisso com antidoping. Antes, não. Até porque eu não tinha vontade. Que eu me lembre, não provei outra coisa além de maconha. Só uísque e vodca. [Hoje], só tenho vício do cigarro. Eu fumo um maço por dia. É um vício que eu gostaria de parar (…) Tomei [Viagra] para ver como era. Entope o nariz, sangra, dá dor de cabeça. Eu não curti”.

Normal?

Pra mim, não. Deveria ter ficado quieto! Crianças ainda o idolatram, deveria preservar a sua imagem carismática no gramado. Respeito os defensores de que fora do gramado, o jogador pode fazer o que quiser. Mas penso que a exposição negativa deva ser evitada.

Por coincidência, li uma entrevista de Jardel (o goleador do Grêmio, do Porto, do Sporting) da mesma época, ao Jornal Lance, e que havia guardado para um post sobre tema antidrogas. No material, ele recordou que havia assumido a condição de dependente de cocaína à Rede Globo e que, com muita dificuldade, conseguiu se reabilitar. Entretanto, não resistiu à oferta de um usuário e caiu em desgraça recentemente uma segunda vez. O que marcou na sua fala foi o seguinte:

Comecei com maconha em 1998, na cidade de Fortaleza, em festas com muita bebida. Quem acaba usando cocaína sempre começou na maconha

E aí: eu entendo que o cara que está na mídia tem que preservar ao menos sua imagem, mesmo que não preserve sua saúde, pois pode influenciar negativa ou positivamente aos outros. E você, pensa o quê?

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– Insônia de Homem X Insônia de Mulher

Eu sofro de insônia crônica, mas ao invés de dormir, arranjo algo para matar o “tempo não-dormido”. Porém, leio que há diferenças na qualidade de sono entre homens e mulheres. Compartilho:

Extraído de: Revista Isto É, ed 04/04/2012, pg 80-81

A BATALHA DO SONO

Pesquisas apontam as diferenças no padrão de sono de homens e mulheres e devem ajudar na criação de tratamentos mais específicos para ambos.

Por Luciani Gomes

Eles roncam, elas têm insônia. Eles precisam de menos horas de sono e demoram a adormecer – apesar disso, ficam mais satisfeitos com a qualidade e quantidade de tempo que passam adormecidos. O sono delas, no entanto, é considerado mais saudável porque atinge um maior número de vezes estágios profundos, aqueles nos quais ocorre a consolidação da memória e do aprendizado. Essas são algumas das constatações que estão surgindo de diversas pesquisas que buscam apontar as diferenças do sono entre homens e mulheres. O objetivo dos pesquisadores é usar as informações para traçar estratégias específicas de melhora do sono para cada gênero – portanto mais eficazes do que recomendações gerais para ambos os sexos.

Trata-se de uma preocupação justificável. É importante que as pessoas durmam cada vez melhor porque hoje se sabe que, quando isso não acontece, aumentam os riscos para várias doenças. “Dormir pouco, de maneira recorrente, pode levar a problemas cardiovasculares, mudanças metabólicas, além de causar impactos no sistema imunológico”, explicou à ISTOÉ Jeanne Duffy, especialista em medicina do sono e professora da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.

Jeanne coordenou algumas das pesquisas que já forneceram dados importantes a respeito do sono dos homens e das mulheres. Uma das principais diferenças é o ritmo circadiano – período de cerca de 24 horas no qual se completa um ciclo biológico inteiro do corpo humano. Enquanto o dos homens é de 24 horas e 11 minutos, o das mulheres é de 24 horas e 5 minutos, segundo o trabalho realizado pela universidade americana.

A diferença é pequena – apenas seis minutos –, mas especialistas acreditam que a longo prazo ela é capaz de imprimir distinções no comportamento de ambos os sexos. “Em geral, o longo ritmo circadiano masculino os leva a querer dormir mais tarde e assim a querer acordar mais tarde”, explica Jeanne.

“Com as mulheres é o contrário.”

Pesam bastante também as oscilações hormonais femininas e masculinas e suas repercussões no período em que o corpo se encontra adormecido. “Hoje sabemos que os hormônios podem de fato afetar o sono”, explicou à ISTOÉ Donna Arand, da Academia Americana de Medicina do Sono. E como as mulheres são as mais atingidas pelas alterações de concentrações dessas substâncias ao longo da vida, acabam bastante vulneráveis aos impactos que isso traz. “Elas são fortemente afetadas pelas oscilações que ocorrem durante os ciclos menstruais, a gestação e a menopausa”, disse Donna. Por mecanismos complexos, o sobe e desce de compostos como o estrógeno e a progesterona (hormônios femininos) atrapalha o sono, prejudicando sua qualidade.

Diferenças como essas repercutem em transtornos igualmente distintos. As mulheres, por exemplo, apresentam maior número de episódios de insônia em comparação ao apresentado pelos homens. Ainda não se conhecem claramente as razões que estão por trás da questão, mas uma das hipóteses é a de que a falta de sono nas mulheres seja em grande parte uma consequência de problemas como ansiedade e depressão, duas doenças psiquiátricas, às quais o sexo feminino é mais suscetível.

Já os homens costumam reclamar de cansaço excessivo ao longo do dia na maior parte das vezes causado por pura privação de sono (dormem menos do que necessitam) ou pela apneia. Definida como interrupção temporária da respiração, a apneia está fortemente associada ao ganho de peso. Para complicar, enquanto o problema fica sem tratamento, aumenta o acúmulo de gordura. “Dormir mal, como é o caso de quem sofre de apneia, ajuda no ganho de peso, já que o cansaço pode atrapalhar a produção da leptina, hormônio que dá o sinal de saciedade”, alerta o pneumologista e médico do sono Fábio Haggstram, diretor da clínica Pneumosono, de Porto Alegre (RS).

As pesquisas indicam ainda que a falta de sono tem impacto profundo, principalmente para os homens.

Um trabalho realizado na Penn State College of Medicine, nos Estados Unidos, por exemplo, revelou que eles apresentaram desempenho cognitivo pior do que elas após ambos terem registrado déficit de sono ao longo de uma semana. “Mas depois de os dois grupos terem passado seis horas dormindo, as mulheres saíram-se melhor nos testes”, contou Donna. Além disso, elas manifestaram uma recuperação mais consistente depois de duas noites inteiras dormindo, em média, oito horas.

Na opinião dos especialistas, tratamentos modernos de transtornos do sono devem respeitar todas essas diferenças. “E essa questão tende a ganhar cada vez mais importância”, diz o médico Haggstram.

“O futuro é uma medicina cada vez mais personalizada, inclusive para ajudar homens e mulheres a dormir melhor”, complementa.

PESADELO FEMININO

Mulheres apresentam maior número de episódios de insônia e estão mais sujeitas aos prejuízos ao sono causados por oscilações hormonais

FRAGILIDADE MASCULINA

Homens têm pior desempenho cognitivo se não repousarem todo o tempo de que necessitam. E demoram mais para se recuperar da privação do sono

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– De Novo Produto em Caixa Contaminado?

Primeiro foi o caso do Leite em Caixa de diversas marcas com excesso de Soda Cáustica; depois o Suco Ades; ainda o caso do Toddynho que queimou a boca de crianças, e agora… o Toddynho contaminado de novamente!

O que está acontecendo com a qualidade dos sucos/ leites em caixa?

A Pepsico, que é dona do achocolatado, confirmou que 8.000 embalagens foram contaminadas com a bactéria Bacillus Cereus, causando intoxicação alimentar a quem consumir (lote GRU L15 51, distribuídos no RS).

Esses constantes problemas acabam denegrindo a marca, sem dúvida alguma!

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– Comemos coisas Saudáveis?

Leio a Revista Época (Ed 884, pg 88) intitulada “Prato à Mesa” e assustei!

Veja o aumento de consumo de “algumas coisas não tão boas” se consumidas em excesso, nos últimos 40 anos:

-Biscoitos: 207%

-Refrigerantes: 46%

-Embutidos: 189%

-Açúcar: 91%

-Leite: 100%

-Iogurte: 700%

Sem comentários…

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– Ébola: um susto mundial

A África está sofrendo com os casos do Ebola, vírus letal que assusta o mundo. Cerca de 90% dos contagiados morrem!

Ucranianos e russos se matando; israelitas e palestinos guerreando, e pobres africanos morrendo silenciosamente…

Coisas de um mundo que se esquece da paz.

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– Fábrica de Mosquito Transgênico para acabar com a Dengue?

Cada vez mais a Tecnologia ajuda o Homem. Prova é o que a Ciência está fazendo para acabar com a Dengue: criando mosquitos transgênicos em laboratório!

Entenda (extraído de: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/07/brasil-inaugura-primeira-fabrica-de-mosquitos-da-dengue-transgenicos.html)

BRASIL INAUGURA PRIMEIRA FÁBRICA DE MOSQUITOS DA DENGUE TRANSGÊNICOS

A empresa britânica Oxitec inaugurou, nesta terça-feira (29), a primeira fábrica de mosquitos Aedes aegypti transgênicos do Brasil, uma tecnologia que, se aprovada, pode ajudar no combate da dengue no país. A unidade, instalada em Campinas, tem capacidade de produzir 500 mil insetos por semana. No ápice de produção, esse número pode saltar para 2 milhões de machos a cada sete dias.

A tecnologia foi desenvolvida em 2002, no Reino Unido. No laboratório, ovos dos Aedes aegypti receberam uma microinjeção de DNA com dois genes, um para produzir uma proteína que impede seus descendentes de chegarem à fase adulta na natureza, chamado de tTA, e outro para identificá-los sob uma luz específica.

Os machos, quando liberados na natureza, procriam com as fêmeas –responsáveis pela incubação e transmissão do vírus da dengue. Elas vão gerar descendentes que morrem antes de chegarem à vida adulta, reduzindo a população total.

Testes iniciados em 2011 na cidade de Juazeiro, na Bahia, mostraram redução acima de 80% na população selvagem. Alguns experimentos apontaram resultados de 93% de redução do Aedes aegypti que vive na natureza. O uso dos insetos da Oxitec no Brasil foi feito em parceria com a organização Moscamed.

COMO FUNCIONA

A idéia da Oxitec é ser contratada pelo poder público para fornecer um pacote de serviços, que vai desde o treinamento de agentes públicos ao combate de possíveis epidemias de dengue.

A contratação depende da aprovação da Agência de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que ainda estuda autorizar a comercialização deste tipo de serviço. Caso isto ocorra, o Brasil poderá ser o primeiro país a aprovar o uso de  Aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue.

No entanto, testes podem ser realizados em algumas cidades, como Piracicaba e Campinas, ambas no interior paulista.

Segundo Glenn Slade, diretor global de desenvolvimento de negócios da empresa, uma cidade de 50 mil habitantes terá de desembolsar de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano para aplicar os serviços, e R$ 1 milhão pelos anos seguintes, para manutenção dos insetos. Ele afirma ainda que novas unidades devem ser construídas no Brasil.

O processo de liberação é dividido em três fases. Em um plano simulado para um município de 10 mil habitantes, na primeira fase, chamada de supressão, são liberados 2,5 milhões de insetos por semana (250 para cada habitante). Na consolidação, o total de lançamentos cai para um milhão por semana. As duas primeiras etapas duram de quatro a seis meses, cada uma delas. Na terceira e última fase, a de manutenção, são liberados 500 mil mosquitos machos por semana.

De acordo com o Ministério da Saúde, entre 1º de janeiro e 5 de julho deste ano, o país registrou 659.051 casos de dengue, total que é 52,5% menor que o do ano passado (1.388.776 notificações). A quantidade de mortes também diminuiu. Foram 249 óbitos entre 1º janeiro e 5 de julho deste ano contra 541 no mesmo período do ano passado.

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– A Triste Situação da Santa Casa

A Santa Casa de SP fechou o seu Pronto Socorro, o 3o maior do Brasil. Motivo: dívidas de 50 milhões de reais.

Um país que constrói estádios e fecha escolas ou hospitais não é para ser levado a sério, né?

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– Paco, a Droga da Morte

As ruas de Buenos Aires estão repletas de doentes: usuários de paco, a nova droga que domina os viciados argentinos!

Uma porção de Paco custa R$ 2,75, e por isso é chamada de “Droga dos Pobres”.

O detalhe é: a substância é mais viciante e mais letal do que o crack, contendo ácido sulfúrico e querosene!

O que dizer? Há coitados (e alguns idiotas) que acabam experimentando e não saem mais dessa.

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– 20 anos para descobrir uma ineficácia?

A Anvisa proibiu a venda do Resfenol Gotas (pediátrico). Motivo: duvida-se da eficácia do medicamento.

Detalhe: faz 20 anos que ele está na praça!

Nunca funcionou, bobeada da Anvisa ou prudência excessiva?

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– Você sabe o que tem dentro de um Cigarro?

Compartilho matéria da SuperInteressante (texto de Fernanda Salla, ed ME Abril 2013, pg 34-35) sobre as 5.315 substâncias que contém no Cigarro. Destas, mais de 4.700 são nocivas!

A mais letal é a Nicotina, responsável pela dependência química. A mais abundante é o Monóxido de Carbono, que se liga às hemácias do sangue de forma permanente. A mais radioativa é o Plutônio, que colabora para o câncer do pulmão. Há também veneno para animais em doses menores, como Cianeto de hidrogênio, que costuma ser usado para combater cupins e baratas. Claro que há os cancerígenos tradicionais, como a Nitrosamina (câncer de língua).

Uma dúvida que as autoridades de saúde têm é: quanto é a dosagem verdadeira de amônia utilizada pela indústria do tabaco, usada para potencializar o efeito da Nicotina?

E aí, tá com vontade de fumar ainda?

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