– A “Caneta do câncer” para diagnóstico de Covid!

Viva a Ciência brasileira!

Através da técnica de Espectrometria de Massas, cientistas brasileiros (e com alegria, inclui a minha esposa) conseguiram desenvolver um trabalho magnífico de diagnóstico rápido e preciso da Covid-19. Tal esforço acaba de ser reconhecido por importante publicação internacional.

Abaixo, extraído de: https://www.usf.edu.br/noticias/noticias-historico-exibir/182471235/pesquisa+em+ciencias+saude+da+usf+sobre+a+covid19+e+destaque+em+publicacao+internacional+.htm

PESQUISA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE DA USF É DESTAQUE EM PUBLICAÇÃO INTERNACIONAL

Desde o início da emergência sanitária causada pela pandemia de COVID-19 o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência da Saúde da Universidade São Francisco, em parceria com a Unidade Integrada de Farmacologia e Gastroenterologia (UNIFAG) e a Secretaria de Saúde de Bragança Paulista, vem atuando ativamente no desenvolvimento de tecnologias e soluções para o enfrentamento do SARS-CoV-2 (link da primeira notícia do projeto no começo da pandemia). Após 1 ano do início do projeto de Prevenção e Combate a Surtos, Endemias, Epidemias e Pandemias financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES – Edital nº 09/2020), a equipe do MS4Life Lab, liderada pela docente Andréia de Melo Porcari, publica o primeiro artigo utilizando a tecnologia da MasSpec Pen que permite a triagem de pacientes com COVID-19 em menos de um minuto.

O manuscrito intitulado “Rapid Screening of COVID-19 Directly from Clinical Nasopharyngeal Swabs Using the MasSpec Pen” foi publicado na renomada revista americana Analytical Chemistry (qualis A1), recebendo destaque na contracapa da revista (https://pubs.acs.org/toc/ancham/93/37). O estudo desenvolvido contou com as parcerias da UNIFAG, liderada pela profa. Dra. Márcia Ap. Antônio, Universidade do Texas, liderada pela profa. Dra. Livia S. Eberlin, Universidade Mackenzie, liderada pelo prof. Marcos Eberlin e da Secretaria Municipal de Saúde de Bragança Paulista, por intermédio da Dra. Lisamara Dias de Oliveira Negrini, também docente da USF.

Para a Coordenadora do Núcleo de Pós-Stricto Sensu, professora Yomara Lima Mota, os desempenhos nas pesquisas demonstram o compromisso da USF com a pesquisa científica brasileira e com o enfrentamento às demandas sanitárias que surgiram durante a pandemia. “A Universidade compreende que o momento é de apoio mútuo e de fortalecimento coletivo da sociedade e incentivo de cooperação científica”, afirmou a professora.

O método desenvolvido neste estudo emprega um novo design da tecnologia MasSpec Pen (conhecida popularmente como “a caneta do câncer”) para análise direta de swabs clínicos. Com tempo de análise curto (∼45 segundos por swab) e exatidão de 91% quando comparado ao teste referência (PCR), o novo método desenvolvido tem potencial como ferramenta de triagem rápida para a COVID-19 quando o PCR não estiver prontamente disponível. Segundo a profa. Dra. Andréia, a ideia com a nova tecnologia é fornecer uma alternativa diagnóstica rápida e com alta confiabilidade.

Outros estudos realizados pelo grupo liderado pelo prof. Dr. Fernando Augusto de Lima Marson, também do PPG em Ciências da Saúde da USF, focaram sobre aspectos sociais, epidemiológicos, de tratamento, diagnósticos e de saúde pública associados à pandemia da COVID-19. Em resumo foram publicados mais de 20 artigos que versaram sobre: (i) a importância do manejo por uma equipe multidisciplinar (1); (ii) impacto da pandemia em indígenas (2,3); (iii) diagnóstico e subnotificação da pandemia (4,5); (iv) progressão da doença e medidas de saúde pública (6,7,8,9,10); (v) vacinação (11,12); (vi) bibliotecometria (13,14,15); (vii) exames de imagem (16), e (viii) condições hospitalares associadas ao preparo para o manejo do paciente acometido pela COVID-19 de maior gravidade (17).

O grupo participou ainda de um importante estudo internacional relacionado à avaliação do impacto da COVID-19 em ambiente hospitalar em momentos cirúrgicos. Foram incluídos um total de 142 mil pacientes de 1.677 centros de 122 países. O estudo contou com a participação de aproximadamente 15 mil autores (reconhecido pelo Guinness Book como o maior estudo do mundo em autoria – LINK: https://www.guinnessworldrecords.com/world-records/653537-most-authors-on-a-single-peer-reviewed-academic-paper) e, até o momento, possibilitou a publicação de 4 artigos (18,19,20,21).

E não para por aí! Outro método de diagnóstico da COVID-19 já está em fase final de desenvolvimento pelo grupo na USF, utilizando a urina como matriz, buscando um método menos invasivo do que o famoso “cotonete”. Vamos acompanhar! Esses e outros estudos sobre a COVID estão sendo conduzidos por discentes e docentes do PPG em Ciências da Saúde da USF.

As universidades brasileiras têm protagonizado a formulação de respostas para a prevenção, o diagnóstico, o controle, o tratamento e a busca da cura para o novo coronavírus. Conforme aponta a Profa. Dra. Patricia Carvalho, coordenadora do PPG em Ciências da Saúde, “Os trabalhos gerados pelo grupo desde o início da pandemia, representam o compromisso e o esforço contínuo da USF, junto aos parceiros públicos e privados, com a sociedade e a ciência na área de enfrentamento da pandemia”.

Referências

1. PALAMIM, C. V. C. ; MARSON, F. A. L. . COVID-19 ? four million cases worldwide and the importance of multidisciplinary health care team during the pandemic ?. Journal of Emergency Nursing, v. 46, p. 570-571, 2020.

2. PALAMIM, CAMILA VANTINI CAPASSO ; ORTEGA, MANOELA MARQUES ; MARSON, FERNANDO AUGUSTO LIMA . COVID-19 in the Indigenous Population of Brazil. Journal of Racial and Ethnic Health Disparities, v. 7, p. 1053-1058, 2020.

3. MENDES, MATHEUS FERREIRA ; PEREIRA, LETÍCIA ROGINI ; LIMA, TAINÁ MOMESSO ; MELANI, VITÓRIA FRANCHINI ; PALAMIM, CAMILA VANTINI CAPASSO ; BOSCHIERO, MATHEUS NEGRI ; MARSON, FERNANDO AUGUSTO LIMA . COVID-19 pandemic evolution in the Brazilian Indigenous population. Journal of Racial and Ethnic Health Disparities, 2021.

4.CARVALHO, TATIANA ALINE ; BOSCHIERO, MATHEUS NEGRI ; MARSON, FERNANDO AUGUSTO LIMA . COVID-19 in Brazil: 150,000 deaths and the Brazilian underreporting. DIAGNOSTIC MICROBIOLOGY AND INFECTIOUS DISEASE, v. 99, p. 115258, 2020.

5. MARSON, F. A. L.. COVID-19 – 6 million cases worldwide and an overview of the diagnosis in Brazil: a tragedy to be announced. DIAGNOSTIC MICROBIOLOGY AND INFECTIOUS DISEASE, v. 98, p. 115113, 2020.

6. MEDEIROS, M. M. ; PEIXOTO, A. O. ; TAKESAKI, N. A. ; TANI, S. ; MARSON, F. A. L. ; BELLUOMINI, F. ; FRAGA, A. M. A. . Operational preparation of a pediatric emergency unit to assist COVID-19. REV. RESIDÊNCIA PEDIÁTRICA, v. 10, p. 79-82, 2021.

7. BOSCHIERO, M. N. ; PALAMIM, C. V. C. ; ORTEGA, M. M. ; MAUCH, R. M. ; MARSON, F. A. L. . One Year of Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) in Brazil: A Political and Social Overview. Annals of Global Health, v. 87, p. 44, 2021.

8. MARSON, F. A. L.. Um milhão de casos de COVID-19. REVISTA DE MEDICINA (USP), v. 99, p. 209-212, 2020.

9. ORTEGA, M. M. ; MARSON, F. A. L. . COVID-19 in Brazil. Pulmonology, v. 26, p. 241-244, 2020.

10. CARVALHO, T. A. ; MARSON, F. A. L. . O CENÁRIO DOS DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DESCRITIVOS E A IMPORTÂNCIA PARA O CONTROLE DA PANDEMIA DA COVID-19 NO BRASIL. REVISTA DE EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE INFECÇÃO, v. 10, p. 375-386, 2020.

11. BOSCHIERO, M.N. ; PALAMIM, C.V.C. ; MARSON, F.A.L. . COVID-19 vaccination in Brazil and the crocodile side-effect. Ethics, Medicine and Public Health, v. 17, p. 100654, 2021.

12. BOSCHIERO, MATHEUS NEGRI ; PALAMIM, CAMILA VANTINI CAPASSO ; MARSON, FERNANDO AUGUSTO LIMA. The hindrances to perform the COVID-19 vaccination in Brazil. Human Vaccines & Immunotherapeutics, 2021.

13. ??BOSCHIERO, M. N. ; CARVALHO, T. A. ; MARSON, F. A. L. . Retraction in the era of COVID-19 and its influence on evidence-based medicine: is science in jeopardy?. Pulmonology, v. 27, p. 97-106, 2021.

14. CARVALHO, T. A. ; LIMA, T. M. ; MELANI, V. F. ; MENDES, M. F. ; PEREIRA, L. R. ; MARSON, F. A. L. . The scientific production during 2009 swine flu pandemic and 2019/2020 COVID-19 pandemic. Pulmonology, v. 26, p. 340-345, 2020.

15. ALENCISE, FELIPE EDUARDO ; BOSCHIERO, MATHEUS NEGRI ; PALAMIM, CAMILA VANTINI CAPASSO ; MARSON, FERNANDO AUGUSTO LIMA . The COVID-19 impact on the scientific production on the 25 main death causes according to world region. Pulmonology, 2021.

16. PEIXOTO, A. O. ; COSTA, R. M. ; UZUN, R. S. ; FRAGA, A. M. A. ; RIBEIRO, J. D. ; MARSON, F. A. L. . Applicability of lung ultrasound in COVID-19 diagnosis and evaluation of the disease progression: A systematic review. Pulmonology, 2021.

17. PALAMIM, C. V. C. ; MARSON, F. A. L. . COVID-19 – The Availability of ICU Beds in Brazil during the Onset of Pandemic. Annals of Global Health, v. 86, p. 100-115, 2020.

18. PALAMIM, C. V. C. ; FERREIRA, E. P. ; MARSON, F. A. L. ; COVIDSurg Collaborative ; GlobalSurg Collaborative . SARS-CoV-2 vaccination modelling for safe surgery to save lives: data from an international prospective cohort study. BRITISH JOURNAL OF SURGERY, 2021.

19. FERREIRA, E. P. ; PALAMIM, C. V. C. ; MARSON, F. A. L. ; COVIDSurg Collaborative ; GlobalSurg Collaborative . Effects of pre-operative isolation on postoperative pulmonary complications after elective surgery: an international prospective cohort study. ANAESTHESIA, 2021.

20. PALAMIM, C. V. C. ; FERREIRA, E. P. ; MARSON, F. A. L. ; COVIDSurg Collaborative ; GlobalSurg Collaborative . SARS-CoV-2 infection and venous thromboembolism after surgery: an international prospective cohort study. ANAESTHESIA, 2021.

21. PALAMIM, C. V. C. ; FERREIRA, E. P. ; MARSON, F. A. L. ; COVIDSurg Collaborative ; GlobalSurg Collaborative . Timing of surgery following SARS-CoV-2 infection: an international prospective cohort study. ANAESTHESIA, v. 76, p. 748-758, 2021.

– Vá suar!

Treino do dia muito bem cumprido, com BPM controlado e muita disposição. 

Eu uso o App iSmoothRun, e procuro monitorar meu ritmo para não sofrer “sustos”. Mas independente do seu aplicativo ou da sua atividade física, pratique esportes!

Tenha certeza: o corpo agradecerá.

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– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Iniciemos bem a semana?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando sempre o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno #adidas

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics #puma #adidas

– Sue!

Suar é muito bom!

Com um ou outro bug no monitoramento, o BPM está em ordem. Se faz necessário alguma atividade física para a mente relaxar e estar bem.

Pratique esportes, o corpo agradece.

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– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Um pouquinho borocoxô por aqui, mas não pode ser desculpa para preguiça…

Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte e #running #adidas #asics

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Puma #Nike #Adidas

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que vento lá fora!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde (e a blusa está reservada, se a ventania não parar). Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando sempre o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, confesso, com bastante preguiça… Mesmo assim, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde.

Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina? Ao menos, que seja uma caminhada.

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar a semana?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #nike #mizuno

– Fatores que podem levar uma pessoa ao suicídio.

Uma preocupação de todos nós, especialmente em tempos de pandemia: o suicídio de idosos!

Será que damos real importância ao assunto?

Extraído de: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/os-fatores-de-risco-e-sinais-para-evitar-o-suicidio-entre-idosos/

OS FATORES DE RISCO E SINAIS PARA EVITAR O SUICÍDIO ENTRE IDOSOS

Perda de interesse por atividades prazerosas ou compromissos, descuido com a própria higiene e conversas em tom de despedida devem acender o alerta

Por Cristiane Santos

Aproximadamente 800 mil pessoas morrem por suicídio por ano em todo o mundo, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, 14 540 pessoas tiraram a própria vida só em 2019, o que equivale a 39 óbitos por dia, quase dois por hora.

Entre idosos, os números são ainda mais alarmantes. O último relatório epidemiológico sobre o assunto no país foi publicado pelo Ministério da Saúde em 2017. Ele mostra que, enquanto a taxa geral de suicídio entre os brasileiros é de 5,8 para cada 100 mil habitantes, entre pessoas com mais de 70 anos, ela sobe para 8,9 por 100 mil habitantes.

“É um dado preocupante do ponto de vista social. Que tipo de sociedade oferece ao idoso o suicídio como destino? Que tipo de sociedade permite que o idoso, depois de uma vida inteira dedicada ao trabalho e à família, sinta-se um estorvo?”, questiona a psicóloga especializada em suicídios e professora da Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Sul, Cláudia Weyne Cruz.

Ela explica que o suicídio, apesar de ter múltiplas causas e se manifestar de forma individual, pode ser determinado por questões sociais.

“Quando as pessoas ficam mais velhas, elas vão acumulando perdas: do cônjuge, dos amigos, do trabalho e dos papeis sociais”, diz a psicóloga.

Outras questões, como adoecimento, dor crônica, dificuldade de acesso a medicamentos, perda de autonomia por doenças incapacitantes, maus-tratos, apropriação do dinheiro e bens do idoso e quadros prévios de depressão ou de outros transtornos mentais aumentam as chances de um idoso tirar a própria vida.

A psicóloga afirma que amigos, parentes e vizinhos de idosos devem estar atentos a comportamentos que podem indicar a intenção de suicídio, como a desistência de atividades prazerosas, perda de interesse por compromissos sociais, verbalização de que já cumpriu a missão na vida ou de que não quer mais viver, descuido com higiene pessoal, doação dos seus pertences, conversas em tom de despedida ou ainda afirmações claras da intenção de tirar a própria vida.

“Não podemos achar que essas atitudes são só para chamar a atenção”, diz Cláudia.

Nem sempre, porém, os sinais são tão explícitos — por isso a importância de ouvir o idoso e acolhê-lo em suas queixas e angústias.

“O suicídio é multifatorial e os sinais de que ele pode ocorrer não estão sempre claros. Conversar é a melhor solução”, diz João Batista, voluntário do Centro de Valorização da Vida (CVV).

Neste Setembro Amarelo, mês de prevenção do suicídio, o tema da campanha promovida pela organização é justamente a importância de falar sobre o suicídio.

“Estar disposto a ouvir e prestar atenção nas pessoas são as melhores formas de prevenção. Isso pode mudar a vida de alguém”, avalia Batista, que atua no centro há 21 anos. Ele dedica quatro horas semanais do seu tempo para oferecer apoio emocional às pessoas que ligam para o número 188. As ligações são gratuitas e sigilosas. Quem disca escolhe o tema da conversa e a duração dela.

“São pessoas que precisam desabafar, dividir com alguém que não vai julgar ou fazer críticas, que vai acolher. Algumas passam muito tempo conversando. Outras ligam só para saber que a gente existe”, conta.

Como a ideação suicida costuma estar relacionada a quadros de transtornos mentais, como depressão, é essencial buscar acompanhamento psicológico e psiquiátrico quando aparecerem alguns dos sinais de alert (CONT NO LINK).

– Bom dia, domingo (parte 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Verticalizando o esqueleto? Caindo da cama?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, sempre controlando o cortisol?

Pratique esportes. Sempre! Faz bem para o corpo.

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas

– Protein salad with chicken fillet, egg, and peas

Image by Sinan COŞKUN from PixabayThe salad turns out to be very tasty, satisfying, and at the same time low in calories. It contains a lot of …

Protein salad with chicken fillet, egg, and peas

– Alguém consegue sentir o sabor de Umami e de Oleogustus? Sobre o quinto e o sexto gosto do Paladar!

Cientistas descobriram o “sexto gosto” do paladar. Para eles, é percepitível o “oleogustus”; ou, no popular, o “gosto de óleo”.

Dizem que existiam 5 sabores (e o 5o é o umami). Quando eu era pequeno, eles eram 4: azedo, amargo, salgado e doce.

Confesso: percebo o doce, o salgado, e um “terceiro”. Devo ter defeito de fabricação, pois azedo e amargo são idênticos pra mim (nunca os consigo distinguir). Com 6 então?!?!?

Sobre eles, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/comida/2015/08/1662836-cientistas-dizem-ter-descoberto-o-sexto-gosto-do-nosso-paladar-o-da-gordura.shtml

CIENTISTAS DIZEM TER DESCOBERTO O SEXTO GOSTO DO NOSSO PALADAR: O DA GORDURA

Até hoje, o consenso entre cientistas é que o ser humano tem capacidade de sentir cinco categorias de gostos diferentes: doce, salgado, amargo, azedo e umami. Mas cientistas de uma universidade dos Estados Unidos afirmam ter descoberto mais um tipo de gosto sensível ao paladar, denominado por eles como “oleogustus”, ou gosto de gordura.

“Ele é normalmente é descrito como amargo ou azedo, porque não é agradável. Mas novas evidências revelaram que o ácido graxo evoca uma sensação única, satisfazendo outro elemento do critério que constitui os gostos básicos”, diz Richard D. Mattes, professor de nutrição na Universidade de Purdue, responsável pelo estudo.

O quinto gosto, chamado de umami, foi descoberto no Japão no início do século 20 e é reconhecido por nosso paladar quando comemos alimentos que possuem ácido glutâmico, inosinato e guanilato, como cogumelos, tomates, cebola, shoyu, carnes vermelhas, peixes e frutos do mar.

Mattes conduziu dois experimentos para provar que o sexto gosto é único e reconhecido pelos receptores em nossas papilas gustativas. No primeiro, os 102 participantes recebiam amostras que continham um dos seis gostos isolados: doce, salgado, azedo, amargo, umami e “oleogustus” e tinham que separá-las em grupos.

As amostras doces, salgadas e azedas foram facilmente separadas pelos participantes, confirmando que haviam entendido a tarefa. Mas, inicialmente, as amostras com gosto de gordura foram agrupadas com as amargas, “já que o amargo é normalmente associado com sensações desagradáveis”, explica Mattes.

Depois, os participantes receberam apenas os três gostos que, no primeiro experimento, não conseguiram separar claramente: amargo, umami e “oleogustus”. Já nesse segundo momento, eles foram divididos facilmente em três grupos, comprovando que o gosto de gordura é diferente dos outros.

“Para Mattes, o gosto da gordura não deve ser confundido com a sensação causada pela gordura, normalmente descrita como cremosa ou macia”, diz o site da universidade.

O pesquisador explica que o gosto da gordura não é agradável quando isolado, mas, “como químicos amargos que são usados para destacar o sabor de comidas como chocolate, café e vinho”, o “oleogustus” em baixas concentrações pode melhorar o gosto das comidas.

“Construir um vocabulário sobre a gordura e entender sua identidade como um gosto poderia ajudar a indústria dos alimentos a desenvolver produtos mais gostosos e, com mais pesquisa, clínicas de saúde podem compreender melhor as implicações de exposição oral à gordura.”

 

– Alongar Ajuda ou Atrapalha?

Leio uma reportagem que fala sobre Alongamento de Atletas. Ora, alongar e aquecer são discussões antigas. Sobre aquecimento, todo mundo acha necessário. Mas sobre alongamento, se tem dúvidas.

Para alguns, é importante alongar antes e depois. Para outros, só antes ou só depois. Para outros ainda, alongar é dispensável.

Eu preciso alongar antes e depois, não abro mão. Mas muitos amigos não… É algo particular demais.

Vejo (vide abaixo) uma corrente de estudiosos que diz: alongar pode ser prejudicial aos atletas!

Só faltava essa…

Extraído de: Revista Veja, ed 10/04/2013, pg 90

NÃO AJUDA EM NADA

Todo mundo faz alongamento antes dos exercícios. Novos estudos mostram que isso reduz o desempenho dos esportistas

Por Fernanda Allegretti

Quem pratica atividades físicas costuma estar atento à importância dos alongamentos. Nas academias, invariavelmente, a orientação é fazer uma série deles antes do primeiro exercício. As posições devem ser mantidas por pelo menos vinte segundos a fim de reduzir o risco de lesões e deixar os músculos mais fortes e preparados para o impacto dos pesos, da corrida ou do jogo de futebol. Infelizmente, o resultado pode ser o oposto.
Dois estudos recentes concluíram que alongar-se antes dos exercícios reduz a potência e a força muscular, além de aumentar o risco de lesões.

O mais surpreendente desses estudos foi conduzido pela Universidade de Zagreb, na Croácia. Os cientistas reuniram 104 pesquisas que analisavam o desempenho de voluntários em modalidades como natação, corrida e musculação logo depois de realizar alongamentos estáticos. O cruzamento desses dados revelou que os exercícios de flexibilidade prejudicavam o desempenho ao reduzir a força dos músculos em 5,5%, a capacidade de produzir contrações em 2% e a aptidão para treinos de explosão em 2,8%.

Outro estudo divulgado neste mês pela publicação especiarl’zada americana The Journal of Strength and Conditioning Research mostrou que homens jovens que se exercitaram frequentemente levantam 8,3% menos peso quando fazem movimentos de flexibilidade antes da musculação. O motivo pelo qual o alongamento prejudica o desempenho ainda não é totalmente conhecido, mas autores de ambos os estudos sugerem que a atividade relaxa a musculatura e os tendões, deixando-os menos dispostos a estocar energia e à ação.Os alongamentos podem favorecer lesões porque relaxam e estressam a musculatura. O neurofisiologista Paulo Correia, coordenador do Laboratório de Neurofisiologia e Exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), endossa as pesquisas. Diz ele: “Os exercícios de flexibilidade são úteis para melhorar a performance, mas devem ser feitos em um dia reservado apenas para eles ou pelo menos duas horas após o treino de força ou resistência”. A melhor alternativa antes de qualquer exercício é fazer um aquecimento. “Sugiro aos meus pacientes começar com movimentos similares àqueles que serão realizados, mas sem carga ou impacto excessivo”, diz o ortopedista Moisés Cohen, da Unifesp. Polichinelo, elevação de pernas e rotação de braços são boas opções.

– Bom dia, sábado (momento 1 de 4) 🏃🏼:

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todo mundo já em pé?

Sem enrolar: por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando o cortisol?

Pratique esportes. Sempre! O corpo agradece (e não tenha preguiça).

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics #adidas

– Estão loucos, Ministro Queiroga e Presidente Bolsonaro? Sobre a vacina dos adolescentes:

O Ministro da Saúde Dr Marcelo Queiroga mandou suspender a vacinação entre 12 e 17 anos com a dose da Pfizer, por alegar que os riscos à saúde são grandes.

Ora, a vacina é autorizada nos EUA, no Canadá, nas nações europeias desenvolvidas e em qualquer país onde a Ciência está acima da Politicagem! Por que aqui no Brasil tem que ser diferente? Inacreditável…

Quem tomou a 1a dose, não tomará a 2a? Quem estava marcado, desmarcar-se-á? Que bagunça!

“Pior” o Presidente Bolsonaro, que fez uma live dizendo que a OMS é contra a vacinação nessa faixa etária. MENTIRA! Lembremo-nos:

1- Não era o presidente que contestava tudo que a OMS falava? Agora, a usa?

2- A OMS nunca foi contra, ao contrário, a favor: apenas disse que a vacinação a idosos era mais urgente do que aos jovens por motivos óbvios…

Em tempo: a ANVISA não proibiu a vacinação. Contraditório…

– Faça alguma atividade física!

Como é bom suar!

Treino bem monitorado, batimentos cardíacos controlados, ritmo cadenciado (com um ou outro bug no App).

Faça qualquer atividade física. O corpo agradece!

👊🏻 #AtividadeFísica #Esportes #Saúde

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Passou a forte ventania da noite?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Sem preguiça, pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Asics #Adidas #Mizuno

– O TikTok tentará educar os usuários contra os excessos das Redes Sociais. Conseguirá?

Eu tenho muita preocupação com os vícios – sejam eles de qualquer natureza. E leio que, especialmente, os da Internet estão em alta.

Ficar preso às Redes Sociais é um dos perigos! E leio que o TikTok quer conscientizar os usuários sobre os perigos do uso excessivo.

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/tiktok-pretende-educar-os-usuarios-sobre-os-efeitos-negativos-das-redes-sociais/

TIKTOK QUER EDUCAR USUÁRIOS SOBRE OS EFEITOS NEGATIVOS DAS REDES SOCIAS

Questões associadas à saúde mental não devem ser negligenciadas, nem esquecidas. Nesse sentido, o TikTok anunciou que vai implementar uma nova estratégia, para ajudar os usuários mais jovens a perceber os impactos negativos das redes sociais na saúde mental de cada um.

O guia da rede social pretende também encorajar o compartilhamento das histórias pessoais com o objetivo de ajudar quem possa estar travando batalhas semelhantes.

De nome “Guia do Bem-Estar”, a funcionalidade poderá ser utilizada no Centro de Segurança e dará cobertura a vários tópicos de relevo. Estando todos ele relacionados com a temática da saúde mental, destacam-se temas como os distúrbios alimentares, ansiedade e depressão. Através deste guia os usuarios podem se redirecionar para a visualização de busca que apresentarão resultados sobre os conteúdos.

Além de abordar os vários temas, o “Guia do Bem-Estar” do TikTok também encorajará os usuários a considerarem o impacto que compartilhar de histórias pessoais poderá ter nas batalhas que outros usuarios podem estar travando. Afinal, por ter um algoritmo tão específico, a rede social pode potencializar esses relatos e fazê-los chegar a muita gente.

O novo “Guia de Bem-Estar” é desenvolvido em parceria com Crisis Text Line, International Association for Suicide Prevention, Samaritans of Singapore, Live For Tomorrow, e Samaritans UK.

Antes desta nova estratégia, o TikTok direcionava os usuarios para linhas de ajuda aquando do surgimento de palavras ou frases consideradas um gatilho. No entanto, agora, a plataforma compartilhará conteúdos com todos os usuarios para que a comunidade possa se ajudar.

Estas alterações levadas a cabo pelo TikTok surgem na sequência de um estudo feito em 2019 que mostrou que três horas passadas numa rede social já podem surtir efeitos negativos na saúde mental de uma pessoa, principalmente dos usuarios jovens. Afinal, assim como acontece com o TikTok, 40% dos usuarios do Instagram têm idade inferior a 22 anos – só nos EUA, 22 milhões de adolescentes entram todos os dias na rede social.

Não sendo o debate sobre a saúde mental uma questão nova, com as redes sociais este ecoa muito mais. Portanto, é importante que as plataformas trabalhem no sentido de fazer os usuarios pensar duas vezes antes de compartilhar alguma coisa, assim como é importante apresentar meios para apoiar os mais vulneráveis aos conteúdos que por lá circulam.

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que ventania lá fora! E neca de chuva…

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde (equipamentos em ordem e disposição em alta). Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina e controlar o cortisol?

Não tenha preguiça! Pratique esportes. Sempre.

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Os Filhos Vítimas de Mães que usam Drogas

Assustador. Não há outro adjetivo para descrever o que acontece com as crianças cujas mães usam drogas.

Você sabia que bebês filhos de viciadas em heroína tem que receber a droga para se acalmarem? Absurdo, mas necessário.

E que algumas deficiências mentais são resultantes de mães que usam crack?

Veja que situação triste, na reportagem de Cristiane Segatto, da Revista Época, Ed 22/06/2011, pg 67-68.

OS BEBÊS DO CRACK

Cresce o número de recém-nascidos expostos à droga na gestação. Estudos sugerem que ela afeta o desenvolvimento cerebral das crianças.

Cerca de 600 bebês nascem todos os meses na Maternidade Estadual Leonor Mendes de Barros, a principal da Zona Leste de São Paulo. A neonatologista Graziella Pacheco Velloni é responsável pelos primeiros cuidados que eles recebem. Na semana passada, a médica tentava aliviar o sofrimento de gêmeos prematuros nascidos no início do mês com pouco mais de 1.200 gramas. Os meninos ainda precisavam receber oxigênio e eram alimentados por meio de uma sonda gástrica. Do lado de fora da UTI, não havia pai, mãe, avó ou parente distante torcendo por eles.

A mãe, uma moça de 22 anos, recebeu alta e não voltou mais. Graziella suspeita que as crianças tenham sido expostas ao crack na gestação. A médica está acostumada a lidar com dramas desse tipo, que não são raros naquele hospital. Mas acostumada não significa conformada. “Meu sentimento é de total impotência”, afirma. “A gente fica em dúvida sobre o que seria melhor para essas crianças: viver com os pais viciados ou viver sem os pais?”

Em 2007, apenas uma criança nascida na maternidade foi encaminhada à adoção porque a mãe, dependente química de crack ou cocaína, abriu mão do bebê. Em 2008, foram 15 casos. No ano seguinte, mais 26. Em 2010, outros 43. Só no primeiro trimestre deste ano, o hospital encaminhou 14 recém-nascidos para a Vara da Infância e Juventude. Eles vão para abrigos e ficam à espera de adoção.

“O consumo de crack durante a gestação é um grave problema médico e social”, afirma Corintio Mariani Neto, diretor do hospital. Ele diz que a droga pode provocar diversos problemas: descolamento da placenta, falta de oxigenação, retardo do crescimento, baixo peso no nascimento e morte neonatal. Quando o bebê sobrevive, surgem preocupações sobre a extensão dos danos provocados pela droga. Há os problemas visíveis e imediatos e há os danos posteriores, relacionados ao desenvolvimento – sobre os quais ainda se sabe pouco. Quando a grávida usa crack ou cocaína, o bebê costuma nascer hiperexcitado, irritado, choroso. É sinal de que a droga chegou ao cérebro e pode ter provocado alterações de desenvolvimento. Mas o resultado desse contato precoce só pode ser observado anos depois, quando a criança começar sua vida escolar.

Nos primeiros dias depois do parto, a droga é metabolizada pelo fígado do bebê e expelida nas fezes. Em cerca de uma semana, a criança está livre da substância. Bebês expostos à cocaína e ao crack durante a gestação não nascem com síndrome de abstinência evidente, como ocorre quando a mãe usa heroína, morfina e qualquer outro derivado do ópio. Nesses casos, o organismo dos bebês sente falta da substância. Para tratá-los é preciso dar a mesma droga e reduzir a dose aos poucos.

A grande preocupação em relação ao crack e à cocaína é o desenvolvimento futuro da criança. “As drogas alteram a arquitetura cerebral do feto. Elas mudam a formação de sinapses, conexões e circuitos. Ao final, podem provocar alterações cognitivas que prejudicam a vida social e escolar da criança. Sua capacidade de entender conceitos abstratos e fazer associações pode ser comprometida”, diz Ruth Guinsburg, professora de pediatria neonatal da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Um dos grupos mais dedicados ao estudo desse problema é o da americana Emmalee S. Bandstra, professora de pediatria, obstetrícia e ginecologia da Universidade de Miami. No final dos anos 1990, a equipe dela reuniu 476 recém-nascidos (nenhum prematuro) para realizar um amplo estudo sobre os efeitos da exposição à cocaína e ao crack durante a gestação. Metade das mães usava drogas de forma frequente e metade não usava. O estudo, que ainda continua, deu origem a vários artigos científicos. Em um deles, a equipe avaliou funções intelectuais e capacidade de aprendizagem aos 7 anos. O risco de apresentar dificuldades de aprendizagem foi três vezes mais elevado no grupo de crianças que teve contato com a droga.

“As habilidades matemáticas parecem ser as mais afetadas”, escreveu Emmalee num artigo publicado na revista científica Developmental Neuropsychology. “Essa descoberta desperta questões sobre os processos neuropsicológicos que podem ser afetados.” As competências matemáticas são comandadas por várias regiões do cérebro, entre elas o hemisfério direito, o lobo frontal e o lobo temporal. Em tese, portanto, o consumo de crack durante a gestação poderia ter impacto sobre diversas regiões do cérebro do bebê. O primeiro passo para tentar entender a extensão do problema é identificar as crianças afetadas. Mas o Ministério da Saúde do Brasil não tem ideia de quantos recém-nascidos são expostos a drogas durante a gestação. “Precisamos ficar atentos a esse problema porque deve haver muita subnotificação”, diz a professora Ruth, da Unifesp. A equipe do Leonor fez um esforço para contar os casos e investigá-los. É um exemplo a ser seguido.

– Coma frutas!

Hoje temos deliciosas frutas, trazendo saúde à mesa: mexerica, ameixa, maça, uva, morango e pêssego!

Quem quer um pouco? Estão deliciosas…

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– O Câncer de Mama realmente é Genético?

A pergunta-título dessa postagem é uma perturbação muito comum. Se sim, quando e/ou em quais casos é?

Compartilho essa relevante matéria sobre o que já se sabe sobre genes e hereditariedade de alguns tipos de câncer de mama e de ovário, abaixo,

extraído de:

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/09/15/interna_ciencia_saude,706147/amp.html

TÉCNICA APONTA COM PRECISÃO DE PACIENTE TEM RISCO DE CÂNCER

Testes para identificação de mutações genéticas no BRCA1 estão cada vez mais comuns e acessíveis

Com o resultado em mãos, médicos podem descartar o risco de malignidade em pacientes com histórico familiar que sugerem a possibilidade de câncer de mama ou ovário. Contudo, dos milhares de variantes conhecidos desse gene, muitos ainda se encontram em um limbo diagnóstico. Não se sabe se têm ou não potencial para silenciar a função natural de reparação do DNA e, assim, evitar ou facilitar a disseminação de células tumorais.

Com a tecnologia de edição do genoma Crispr, pesquisadores da Universidade de Washington em Seattle, nos Estados Unidos, conseguiram classificar, de forma rápida e com acurácia, quase 4 mil variantes do BRCA1 em apenas seis meses. A expectativa da equipe é de, nos próximos dois anos, identificar, em todas as mutações conhecidas desse gene, o potencial maligno ou benigno e, assim, orientar pessoas que, hoje, não sabem se tomam iniciativas profiláticas, como a remoção das mamas, ou esperam o câncer se manifestar.

“Devido ao histórico familiar de câncer de mama ou ovário, é comum mulheres fazerem o teste para mutações no BRCA1, mas ter uma variante e não saber o que ela significa é muito estressante”, observa Jay Shendure, pesquisador do Departamento de Ciências Genômicas da Universidade de Washington e autor sênior de um artigo sobre a técnica, publicado na revista Nature. De acordo com ele, atualmente milhares de mutações encontram-se na categoria das variantes de significado desconhecido, quando é impossível dizer se podem ou não causar câncer.

Banco internacional

O oncologista Sergio Simon, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), explica que, hoje, a principal ferramenta para a classificação de mutações do BRCA1 é um banco de dados internacional, o Brotman Baty, no qual, há duas décadas, médicos e laboratórios de genética inserem informações sobre aquelas encontradas em pacientes. Uma delas foi descoberta por Simon em uma família paquistanesa que vive no Brasil.

Em dois anos, foram 15 casos registrados de pacientes com a mutação maligna. Quando não se sabe se a variante pode desencadear o câncer, é preciso esperar a doença se manifestar para, então, informar à comunidade científica sobre a classificação da versão do gene.

“Com os relatos de casos, vai ficando mais claro se a mutação é patogênica. Mas esse é um processo muito demorado”, diz.

Com a tecnologia desenvolvida por um estudante de PhD do laboratório de Jay Shendure, não será preciso esperar os geneticistas inserirem mutações no banco de dados, nem a doença surgir para se saber se elas podem provocar o câncer. Dessa forma, pacientes com alterações hoje identificadas como desconhecidas já não ficarão sem orientações sobre o procedimento mais indicado. “Agora, podemos fazer interpretações com confiança. E isso apenas em um gene, mas, talvez, possamos pegar o mesmo paradigma e estendê-lo a outros genes”, afirma Shendure.

Alta acurácia 

A técnica do pesquisador Greg Finley foi batizada de edição genômica de saturação e consiste no uso da enzima Crispr, que, como uma tesoura, corta pedaços do DNA para modificar as sequências. Usando essa ferramenta, os pesquisadores fizeram diversas alterações no BRCA1, inclusive algumas ainda não identificadas em humanos, e mediram os efeitos de cada uma delas em células humanas cultivadas em laboratório. Os cientistas ficaram surpresos com o grau de acurácia do método, que identificou corretamente mutações sabidamente malignas e benignas.

Uma das vantagens destacadas por Finley é poder fazer a avaliação de um grande número de variantes em um curto espaço de tempo. “Para testar quase 4 mil mutações, levamos cerca de seis meses. Acreditamos que, em dois anos, conseguiremos classificar todas as mutações do gene BRCA1”, diz Finley. “Nossa esperança é de que o banco de dados Brotman Baty continue a crescer e se torne um ponto central para guiar a interpretação das variantes.” O presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica destaca que esse prazo é um avanço muito grande em relação ao que se tem hoje. “Essa técnica vai clarificar cada vez mais os testes genéticos, esclarecendo resultados que, agora, ainda são um ponto de interrogação”, avalia Sergio Simon.

Resultado de imagem para Mutações genéticas

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que madrugada abafada!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina e controlar o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

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– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Vamos verticalizar o esqueleto?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #underarmour #asics #adidas

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Vamos começar a semana?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde (e isso é muiiiiito importante). S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina e controlar o cortisol? Não tenhamos preguiça!

Pratique esportes. Sempre!

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– Bom dia, domingo (parte 1 de 4):

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Corra!

Correr é comigo mesmo!

Controlando o BPM, monitorando o ritmo de corrida e permitindo que o suor leve as impurezas do corpo.

Pratique qualquer esporte! A saúde agradece.

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Hoje, na esteira por conta da chuva. Mas não se esqueça: pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Mizuno #Nike #Ace

– Não use drogas!

Eu assisti e me impressionei com o depoimento do humorista Evandro Santo! Está a partir de 1h05m desse vídeo.

Ele, que participava do Programa Pânico, testemunha o inferno que virou sua vida por usar drogas. Vale a pena assistir.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=r-iFe8WEcXI&t=7052s

– Saúde à Mesa.

Hora das Frutas Saudáveis!

Hoje temos melancia, uva, morango, manga e pitaya.

“Coma vitaminas e ferro”. O corpo agradece.

🍴 #saúde

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Madrugada mais fresca? Que chuva tivemos à noite, não?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina e controlar o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Asics #Adidas

– Coma frutas.

Hora saudável!

Frutas deliciosas, bem docinhas: mexerica, kiwi, maçã e morango.

Quem quer um pouco?

🍊🥝 🍎 🍓 #saúde

– Corra!

Correr é comigo mesmo!

Controlando o BPM, monitorando o ritmo de corrida e permitindo que o suor leve as impurezas do corpo.

Pratique esporte! O corpo agradece.

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