– Gente Diferente e ao mesmo tempo, Igual!

 

Não devemos permitir que uma só criança fique em sua situação atual sem desenvolvê-la até onde seu funcionamento nos permita descobrir onde ela é capaz de chegar. Os cromossomos não têm a última palavra”.


por Reuven Feuerstein (pelo Facebook de Ana Carolina Porcari)

– Estratégia Maldosa da Indústria do Fumo

 

Por falta de tempo, não deu para comentar.

 

Nesta semana, a mídia divulgou os estudos de uma Universidade Européia sobre o fumo. O levantamento confirmou que ao menos 6 grandes fabricantes de cigarro colocavam inibidores de apetite nos seus produtos, a fim de conquistar o público feminino com cigarros “que emagrecem” em formatos de sentidos subliminares (mais leves e finos).

 

Além dos ingredientes cancerígenos, viciantes e maléficos, ainda mais essa. Covardia!

– Bebê salvo por… Tecnologia e Super Bonder!

Não está na linha do blog tal fato, mas o inusitado é tão grande que compartilho (parece propaganda da Loctite, fabricante do produto).

Extraído da Revista Pais & Filhos:

BEBÊ SOBREVIVE APÓS MÉDICOS USAREM “SUPER BONDER” EM SEU CÉREBRO PARA CURAR DOENÇAS

Dafi Evans, de 1 ano e meio, viveria poucos dias caso não tivesse sido submetido a essa cirurgia inovadora.

Médicos britânicos salvaram a vida de um bebê que sofria de uma doença rara no cérebro usando “Super bonder”, informa o jornal Daily Mail. Dafi Evans nasceu com um problema no vaso sanguíneo conhecido como má formação da Veia de Galeno. Essa condição faz com que as artérias e as veias do cérebro se comuniquem de maneira falha, causando pressão no coração.Pessoas que nascem com essa doença costumam sobreviver poucos dias, mas médicos do Hospital Great Ormond Street, em Londres, arriscaram um tratamento inovador usando uma espécie de cola instantânea um dia depois que o pequeno Dafi nasceu.

Foi usada uma tira adesiva chamada de Histoacryl, que é similar a cola “Superbonder”, para bloquear a área afetada do cérebro da criança. Hoje Dafi está com um ano e meio, e embora ainda tenha algumas cirurgias pela frente, a maneira com que está progredindo impressiona especialistas e parentes. “Este ano foi uma montanha-russa, mas ele está muito bem, desenvolvendo-se como deveria. É inacreditável”, diz Catrin Evans, a mãe do menino.

Ela soube da doença do filho com 36 semanas de gravidez. Em entrevista ao jornal britânico, Catrin admite que chegou a perder as esperanças, mas seu médico, o neurologista Dr Stefan Brew, a fez acreditar que o bebê teria uma chance de viver. Com um dia de vida, o recém-nascido foi submetido a sua primeira operação. Ao todo, ele já passou por cinco operações desde que nasceu. Em todas elas, o médico usou a mesma técnica: de bloquear a área afetada do cérebro fazendo uso de cola instantânea.

– O Câncer de Mama Masculino

 

Relendo algumas coisas antigas, vejo uma infeliz declaração de 2009 do então Governador do Paraná, Roberto Requião – PMDB. Ele disse que “os índices de câncer de mama em homens no Brasil devem estar aumentando em decorrência do número de passeatas gays”!

 

Sem graça a brincadeira. É provado que homens também sofrem desse mal. Sou homem, heterossexual, e pelos fatores genéticos da minha família pertenço ao grupo de risco de pessoas que podem desenvolver a doença no futuro. Fui aconselhado a me prevenir do câncer de mama desde 1997, pelo Prof Dr Sérgio Daniel Simon, renomado oncologista do Hospital Abert Einstein (um dos “papas” da Oncologia no mundo).

 

Talvez o governador não deva ter tido a infelicidade de ter pessoas queridas com esse mal na família.

 

Para ver e ouvir a infeliz declaração, clique aqui.

 

Para saber mais sobre câncer de mama em homens, clique aqui.

 

O CÂNCER DE MAMA EM HOMENS CRESCE NO BRASIL (citações acima)

 

Pouca gente sabe, mas os homens também desenvolvem o tumor de mama como as mulheres. Embora a incidência da doença ainda seja considerada baixa – equivalente a 1% dos cânceres malignos –, ela vem aumentado a cada ano. Os índices de cura estão diretamente relacionados ao diagnóstico, ou seja, as chances de cura crescem à medida que o tumor é descoberto precocemente. “Quanto antes for diagnosticado, melhor o prognóstico. Pois, como na mulher, os índices de cura para o diagnóstico precoce são de cerca de 80% a 90%, enquanto que, se descoberto tardiamente, este índice cai brutalmente, atingindo apenas 10% a 20% dos casos”, revela o cirurgião oncológico do Hospital e Maternidade São Luiz (São Paulo), Renato Santos.Geralmente, este tipo de câncer acomete o homem de idade mais avançada, sendo mais freqüente na faixa etária de 50, 60 anos de idade. Segundo Santos, a estimativa do Instituto Nacional do Câncer, órgão ligado ao Ministério da Saúde, é de que surjam cerca de 250 casos novos em todo Brasil, a cada ano, baseado nos números de 2002.

Diferentemente do que acontece com a mulher, que já possui o hábito de realizar o auto-exame, o homem, por desconhecimento deste tipo de doença, não se previne e não realiza este tipo de “acompanhamento”, o que dificulta o diagnóstico, prejudicando conseqüentemente o tratamento e a cura do tumor. “É muito comum o diagnóstico tardio no homem, quando a doença já se encontra evoluída. Para reverter este quadro, é necessário chamar atenção da população masculina para os primeiros indícios da doença e fazer um alerta para que estes homens procurem um oncologista ao notarem qualquer alteração na mama. Isto é fundamental”, alerta o especialista.

– A Luta da Jovem Atriz Cláudia Rodrigues contra a Esclerose Múltipla

 

Certas doenças são realmente complicadas. Algumas, assustam pela dureza do aceite. Eu, particularmente, tenho medo de ficar louco ou esquecido. A jovem atriz Cláudia Rodrigues passou por isso (lembram-se dela, de “A Diarista”?). Boa sorte à ela! Posto essa matéria como incentivo àqueles que lutam contra a Esclerose Múltipla.

 

Extraído de Revista Época, 18 de abril de 2011, pg 104-106

 

SAÍ DO CONSULTÓRIO E ME ACABEI DE CHORAR

 

por Humberto Maia Júnior

 

O sorriso com que a atriz e humorista Claudia Rodrigues recebeu a reportagem de ÉPOCA sumiu quando ela notou a presença do fotógrafo. “Vai ter fotografia? Não gosto de foto, prefiro vídeo”, disse, na sala de seu apartamento na Gávea, no Rio de Janeiro, uma cobertura com vista para a Lagoa Rodrigo de Freitas, o mar e o Cristo Redentor. Claudia estava vestida à vontade e sem maquiagem. Para ficar arrumada, limitou-se a pôr brincos e um vestido. “Nem um batonzinho?”, disse Lucia Colucci, sua agente. Não. Após a foto, desfez a produção. “Voltei a ser eu”, afirma, satisfeita. Em vários sentidos, Claudia quer voltar a ser ela mesma.

Claudia é portadora de esclerose múltipla, doença que atinge cerca de 35 mil brasileiros e provoca sintomas como perda de memória, dificuldades motoras e na fala. A doença foi diagnosticada há cerca de dez anos. Os sintomas se agravaram em 2009, levando ao cancelamento das gravações da série A diarista, em que interpretava a protagonista Marinete. Ela se afastou para fazer tratamento. Quase dois anos depois, melhor, ensaia a volta ao trabalho. Na semana passada, aguardava resposta sobre a volta da personagem Ofélia em Zorra total. Acompanhada de sua agente (“ela sou eu”, diz sobre a proximidade das duas), Claudia falou do período em que a doença atingiu seu estágio mais severo e de sua recuperação.

 

ENTREVISTA – CLAUDIA RODRIGUES

 

QUEM É
Formada em educação física pela Universidade Gama Filho, seguiu carreira como atriz e comediante. Estudou artes cênicas no Teatro Escola da Rosane Gofman. É mãe de Iza, de 8 anos.

O QUE FEZ
Fez filmes como Xuxa popstar e programas humorísticos de televisão como Escolinha do Professor Raimundo, Sai de baixo, Zorra total e A diarista.

ÉPOCA – Como você descobriu que sofria de esclerose múltipla?
Claudia Rodrigues – Estava na peça Monólogos da vagina, em São Paulo, quando senti uma dormência no braço esquerdo. Achei que fosse cansaço ou algum problema de coluna. O pessoal da produção disse que eu poderia estar infartando, então fui ao hospital. Segunda-feira eu vim a uma clínica no Rio. Fiz exames, não deu nada. A médica pediu ressonância do cérebro. Eu respondi: “Minha cabeça é vazia, mas se você quiser ver…”. Uma médica entrou e disse: “Chamei outro médico para falar com você”. Perguntei o que eu tinha. Ela disse: “Ah, o neurologista vai te explicar”. Ele entrou e foi bem direto: “Esclerose múltipla”. O nome não me dizia muita coisa, mas assustou. O médico disse que eu poderia ter uma vida normal e mais para frente poderia sentir alguma coisa. Saí do quarto e me acabei de chorar. Voltei e perguntei: “Doutor, tenho uma pergunta só: vou poder ser mãe?”. Ele disse que sim. Fiquei um pouco mais tranquila.

ÉPOCA – Quando a doença passou a incomodar?
Claudia – Foi por volta de junho de 2009. Passei a sofrer problemas de memória durante as gravações de A diarista. Eu nunca tinha problemas para decorar textos. Me passavam em cima da hora, eu ia lá e fazia. Nunca tinha pedido texto no meio da gravação. O esquecimento me abateu. As gravações foram interrompidas. Fiquei chateada.

ÉPOCA – Como a doença a afetava?
Claudia – Não conseguia nem falar, né? Eu falava era um “blã, blã, blã”. Eu tinha dificuldades para andar. Agora estou andando melhor. E a memória, né?

ÉPOCA – Como foi interromper a carreira?
Claudia – Foi muito complicado. Eu sou formada em educação física, dei aulas por três anos. Não sinto muitas saudades. Me descobri atriz. Não sei fazer outra coisa. Minha mãe até perguntava se eu iria ficar parada em casa. “Mãe, eu só quero atuar.” (Silêncio.) Fico chateada. Não tinha costume de ficar em casa. Agora fico muito tempo aqui.

ÉPOCA – Como era sua rotina nos primeiros meses?
Claudia – Não era nada. Ficava o tempo todo em casa, montando quebra-cabeça e cuidando da minha filha (Iza, de 8 anos).

ÉPOCA – O que mais você fazia?
Claudia – Quando era criança, eu tinha mania de passar trotes. E voltei a passar. Eu digo que hoje é dia do Mc Lanche Feliz e pergunto à pessoa qual a loja mais próxima. Aí eu falo, falo, falo, falo… Liguei para algumas amigas que diziam com um “não posso” ou eram grosseiras. Eu chamava de sem coração. Alguns desligavam na minha cara. Era minha onda passar trote. Eu esculachava geral quem não comprava.
“Eu vejo televisão e penso: ‘Por que não estou lá?’. Não quero tomar o papel de ninguém. Só quero atuar”.

ÉPOCA – Você não sentia vontade de sair de casa?
Claudia – Não. As pessoas me chamavam, mas eu não saía. Minha mãe me mandava para a rua. Eu dizia “não quero, para quê?”. Todo mundo vira para você e pergunta “quando você volta?”. “Já, já”, eu respondia. “Mas quando?” “Meu amor, não sei quando, mas já já, eu estou em tratamento e…” “Ah, minha tia também sofre desse problema, sabia?” “Ah, manda um beijo para sua tia.” É chato. Como eu não quero ser grossa, prefiro não sair.

Sempre tem alguém para te botar para baixo. Eu entrei no Facebook, mas quero sair. Vem alguém e escreve “conheço uma igreja, queria muito que você fosse…”. Outro me pergunta se eu conheço Jesus… sim, conheço Jesus. Minha mãe é católica e eu estudei em colégio batista.

ÉPOCA – Como é ficar sem atuar?
Claudia – Eu vejo televisão e penso: “Por que eu não estou lá?”. Não quero tomar o papel de ninguém. Só quero atuar. Depois que você sai do foco, as pessoas te esquecem.

ÉPOCA – E o tratamento?
Claudia – Eu fiz em São Paulo. Logo eu, que sempre fiz piada de São Paulo, uma cidade com muita gente, prédio pra caramba, com pessoas que falam mal de carioca… (a agente, paulistana, faz cara feia). Não adianta fazer essa cara, não (risos). Me consultei com o doutor Charles Tibery, do (Hospital Albert) Einstein. Eu falei: “Meu cérebro não está bom, né?”. Ele disse que não. “Então tchau”, respondi. Ele disse: “Tchau, não. Você vai ficar aqui uns dias”. Comecei a tomar o natalizumabe (medicamento) e melhorei muito.

ÉPOCA – E hoje, você acha que está boa?
Claudia – Minha memória está bacana. Coisas de que eu não lembrava, como números de telefone, agora eu me lembro. Outro dia lembrei da minha matrícula da faculdade. Eu me sinto bem.

ÉPOCA – O que pretende fazer agora?
Claudia – Se Deus quiser, sexta-feira vou ao Projac e gravo uma Ofélia. Tomara que seja a primeira de muitas.

ÉPOCA – Ansiosa?
Claudia – Mais ou menos. Quero voltar a interpretar e fazer bem o papel.

ÉPOCA – Alguma insegurança?
Claudia – Não.

ÉPOCA – Você ensaia em casa?
Claudia – Não.

ÉPOCA – Alguma personagem que você viveu lhe serve de inspiração?
Claudia – A Thalía (da Escolinha do Professor Raimundo, que tinha o bordão “vou beijar muuitoo”). Ela é uma mulher que eu queria ser. É péssima, mas se acha “a” mulher. Ela tem uma autoestima muito forte. A Marinete (protagonista de A diarista) é muito correta, muito honesta. Não que eu não seja honesta! (Risos.)

– Shakespeare por Portadores da Síndrome de Down

 

Isso sim é gostoso de se escrever: Portadores da Síndrome de Down encenarão hoje, no SESI da Av Paulista, a peça de Shakespeare “Sonhos de uma Noite de Verão”, incentivados  pela Associação do Desenvolvimento Integral de Down.

 

Sensacional. Isso sim é fazer diferença no mundo. Boa sorte aos incentivadores e todo o desejo de sucesso aos atores!

– Meu Sono USWS. Você também tem?

 

Sono de USWS

 

Um amigo me escreveu um email explicando que durmo pouco ou acordo cedo por causa que sofro de USWS.

 

Credo, o que seria isso?

 

É a Síndrome da Fase do Sono de Galinha!!!

 

USWS é sigla em inglês para “sono de onda lenta uni-hemisférica”, onde há o descanso parcelado do cérebro: enquanto um lado está em repouso, o outro está em atividade.

 

Isso é o mesmo o que acontece com as galinhas quando estão no puleiro dormindo. Segundo a bióloga Regiane Paiva (Revista Superinteressante, Abril 2011, pg 54), esse tipo de sono faz com que as galinhas se mantenham firmes se segurando no puleiro, sem cair, travando os tendões, enquanto ao mesmo tempo dormem. É “estar ligado enquanto dorme”.

 

E você, conhece alguém que não se desliga também? Deixe seu comentário:

– Medicamentos Falsos no Brasil e no Mundo

 

Assustador.

 

Leio na revista Superinteressante (Ed Abril, pg 39, por Raphael Soeiro) de que cresce a percentagem de remédios falsificados no mundo.

 

Falsificar remédio é sacanagem, covardia e crueldade.

 

Nos Países Desenvolvidos, 1% dos remédios são falsos.

 

Na Rússia, são 20%.

 

Na África e na América Latina, 30%.

 

Pela Internet, 50%!!!

– Maconha arrebenta o Cérebro de Adolescentes

 

E qual é a novidade? Nenhuma.

 

Todos nós sabemos que as drogas acabam com a saúde das pessoas. Compartilho essa matéria do Estadão (18/12/2010, Caderno Vida, pg A15), onde se referenda uma pesquisa em que se prova os malefícios principalmente aos adolescentes.

 

MACONHA PREJUDICA CÉREBRO DE ADOLESCENTE

 

Fumar maconha aos 16 anos causa alterações neurais que atrapalham a capacidade de concentração, de aprendizado e de pensamento abstrato, diz estudo da universidade de Harvard. A descoberta foi feita com base no escaneamento de cérebros e na aplicação de testes das funções cognitivas, nos quais os adolescentes que usam a droga tiveram performance inferior.

– Subway supera McDonald’s em número de Lojas no Mundo

 

Segundo o “The Wall Strett Journal”, o McDonald’s não é mais a maior rede fast food do mundo. Ao menos, em número de lojas. A Subway hoje possui 33.749 lanchonetes, contra 32.737 do concorrente. Mas em volume de vendas, o McDonald’s ainda é o líder mundial: 24 bilhões de dólares / ano, US$ 9 bi a mais do que o Subway.

 

No Brasil o principal concorrente do McDonald’s é a brasileira Habib’s, seguido pela brasiliense Giraffas e com o incômodo do Burger King em fase inicial.

– O Surto de Diarréia no Guarujá

 

Leio na Folha de São Paulo de ontem de que o Instituto Adolfo Lutz divulgou que a água potável do Guarujá, no final do ano, estava contaminada por diversas coisas /  substâncias! Isso explicaria o surto de diarréia na população no mesmo período. Só que a Sabesp disse que nunca soube de nada…

 

Nunca soube ou não quer saber?

 

Falamos do Guarujá, hein? Não é de nenhuma cidade pobre ou esquecida…

– Somente Cante, Lady Gaga

 

Não sou muito do ramo musical, mas sempre ouço e leio sobre as maluquices dessa tal de Lady Gaga. Dizem que ela é excepcional cantora! Mas, quando abre a boca… Vejam que idiotice ela disse nessa última semana:

 

“Fumo muita maconha enquanto escrevo música”

 

Acho que ela deveria apenas cantar. Numa sociedade vítima das drogas, quer promover a maconha por quê? Aliás, apologia às drogas é crime no Brasil. Nos EUA não?

– Câncer e a Perfeição do Imperfeito

 

A Revista Época que chega às bancas nessa semana traz uma matéria interessante sobre o Câncer. Para aqueles que sofrem desse mal, ou que padecem com o sofrimento de parentes, amigos e conhecidos, uma edição imperdível. Fala-se de reações e contra-indicações dos tratamentos.

Mas me chama a atenção um “biógrafo do tumor”. Siddhartha Mukherjee escreveu um livro onde trata do Câncer como uma personalidade, falando da inventividade, resilência e perseverança. Na matéria de da jornalista Cristine Segatto (Revista Época, Ed 665, pg 96-98, Por que essa guerra não pode ser vencida), ele fala que:

a célula do câncer é a mais perfeita versão de nós mesmos. Buscamos a imortalidade. Ela também.”

Assustador. Vale dar uma lida na matéria toda.

– Padilha sai por Cima em Guerra “invencível” contra as Cervejarias

 

Tempos atrás, havia um pequeno clamor para que se reduzisse sensivelmente as propagandas de cerveja, até chegar ao estágio das de cigarro.

 

Luta inglória. Afinal, o lobby em Brasília é muito forte.

 

Assim, o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sabendo dessa situação, inteligentemente encontrou uma solução: pode fazer propaganda à vontade, mas incrementem mensagens politicamente corretas, como: Beba com Moderação; Se dirigir não Beba (todas já existentes mas com maior apelo publicitário), além de propagandas mais responsáveis.

 

Tomara que funcione!

– Médicos Formados no Exterior: só 2 aprovados!

 

Algo preocupante: numa experiência para validar diplomas de médicos que estudaram no exterior, apenas 2 de 628 médicos foram aprovados no exame!

 

O assunto é delicado e merece bastante atenção… Em:

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101228/not_imp658910,0.php

 

EXAME PARA MÉDICOS FORMADOS NO EXTERIOR APROVA SOMENTE 2 CANDIDATOS

 

Por Lígia Formenti

 

O projeto piloto criado pelo governo para validar diplomas de médicos formados no exterior teve uma estreia melancólica. De 628 que se inscreveram no teste, aplicado em outubro, apenas 2 foram aprovados. “Foi um índice muito baixo”, admitiu o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Francisco Campos. Os candidatos são, majoritariamente, brasileiros formados em universidades cubanas e bolivianas.

Diante do resultado, integrantes dos Ministérios da Educação e da Saúde, responsáveis pelo projeto, devem rediscutir a prova. “Talvez alguns pontos precisem ser mudados, como a nota mínima para aprovação”, adiantou Campos. A secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari, confirmou que critérios deverão ser revistos. “Na nossa avaliação o processo é bom, só precisa de ajustes.”

Para atuar no País, médicos formados no exterior, sejam estrangeiros ou brasileiros, precisam ter seu diploma reconhecido por instituições brasileiras. Cada universidade escolhe seu modelo. Em geral, ele inclui avaliação de currículo, realização de uma prova e cobrança de uma taxa, que varia de R$ 100 a R$ 5 mil.

Com o crescente número de brasileiros formados em universidades cubanas, bolivianas e argentinas, começou um movimento para pressionar o governo para encontrar outras alternativas. A prova para validação foi a solução encontrada.

O formato prevê um teste uniforme, adotado por todas as universidades. A prova é aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do MEC. Antes da prova, um dos requisitos avaliados é a análise do currículo. Nessa peneira, de 628 candidatos, ficaram 506. “Notamos que houve um comparecimento baixo nas provas. Dos 506 com candidatos liberados para o exame, 268 compareceram”, disse Campos. “Tradicionalmente, provas de revalidação são difíceis. Isso é assim em outros países.”

Qualidade. Favorável ao novo modelo proposto pelo governo, o vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), Renato Azevedo Júnior, não se espanta com resultado. “Ele revela a baixa qualidade de muitas das escolas no exterior.” Azevedo Júnior conta que, nos últimos anos, diante da dificuldade em obter uma vaga em escolas do País, uma legião de estudantes brasileiros vai para países próximos, em busca de um diploma de Medicina.

“É uma saída ilusória. Eles solucionam o problema atual, que é o ingresso na universidade, mas criam um outro para o futuro: a dificuldade de ingressar no mercado de trabalho.”

Para ele, a baixa aprovação não deveria ser motivo para que Ministérios da Saúde e da Educação alterassem os critérios da prova. “É preciso manter o padrão. São selecionados profissionais para atender pacientes. Os critérios têm de ser firmes.”

Maria Paula afirma que a matriz da prova do Inep deverá ser usada em outras avaliações, inclusive de brasileiros. “O formato, em si, é ótimo. Ajustes não significam que o nível de exigência ficará baixo.”

– Tem Pai que é Mãe: os efeitos do hormônio OCITOCINA na paternidade

 

Quando o Papai vira Mamãe? Quando alguns hormônios acabam deixando o pai com o mesmo comportamento da mãe, exceto o ato de dar mamar.

Olha que legal: provado cientificamente que os pais acabam sendo verdadeiras mães, graças a OCITOCINA.

Compartilho abaixo, extraído da Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 25/08/2010, PG 09.

 

TEM PAI QUE É MÃE

 

POR Iara Biderman

 

Pela primeira vez, um estudo mostrou o papel do hormônio ocitocina na criação de vínculos afetivos entre o pai e o filho recém-nascido.Essa substância já é conhecida por estimular as contrações uterinas no trabalho de parto, a ejeção do leite na amamentação e a criação de laços entre mãe e bebê.

 

Mas a nova pesquisa, publicada no periódico “Biological Psychiatry”, avaliou o efeitos do hormônio da maternidade em homens que eram pais pela primeira vez.

As conclusões são estimulantes para essa geração de homens que participa mais na criação dos filhos.

 

SEM DAR DE MAMAR

 

Os pesquisadores descobriram que, embora a lactação seja um poderoso estímulo à produção de ocitocina, não é preciso dar o peito para que isso ocorra.Os níveis de hormônio foram medidos nos 160 participantes do estudo (80 casais) seis semanas após o nascimento do bebê e logo após ele completar seis meses.

 

Constatou-se que a concentração de ocitocina nos homens era igual à das mães de seus filhos. Isso sugere, segundo os pesquisadores, que os mecanismos que regulam os níveis do hormônio também estão ligados ao relacionamento do casal.

Além disso, o estudo mostrou uma forte associação entre os níveis de ocitocina e a capacidade paterna de se relacionar com seu bebê.

 

Não se sabe se o aumento de hormônio é causa ou efeito do comportamento. Mas foi verificada a relação entre a ocitocina e as atitudes dos pais com as crianças.

Elas são diferentes para pais e mães. Nelas, troca afetuosa de olhares, carinhos e palavras maternais são os comportamentos associados ao aumento da ocitocina.

Nos pais, a alta do hormônio ocorre quando ele estimula o filho -por exemplo, mostrando objetos ou fazendo com que agarre sua mão.

 

“Isso é lindo. Mostra que a ocitocina é quase um medidor biológico da capacidade de um homem permanecer cuidando de sua família”, diz a endocrinologista Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.

 

O endocrinologista Luís Eduardo Calliari, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, conta que alguns estudos em animais já indicavam algo semelhante.

Foram observados dois tipos de ratos: um que cuidava de sua prole, “constituía família”, e outro que abandonava a fêmea depois do acasalamento. Os animais fiéis tinham concentrações de ocitocina bem maiores do que as dos ratos canalhas.

 

CAUSA OU EFEITO?


“Teoricamente, [o hormônio] pode estar relacionado ao envolvimento do pai. Mas,como em outros estudos sobre ocitocina e comportamento humano, esse não é conclusivo. Não dá para saber se o aumento da substância é causa ou efeito do comportamento”, diz Calliari.Vários estudos feitos com o hormônio (leia acima) sugerem que ele age como modulador do comportamento. O aumento da ocitocina deixa a pessoa mais generosa, compreensiva, amorosa.

 

Calliari pondera: “Isso pode indicar que vale a pena deixar o pai mais perto do recém-nascido, para facilitar a criação de vínculos”.

– Sem Sexo não se Vive?

Demagogia, Folclore ou Caso de Saúde Pública?

Na pequenina Parnamirim/RN, um vereador local quer distribuir gratuitamente remédios para disfunção erétil. Ele é Rosano Taveira, e se diz alicerçado nas idéias do psicólogo americano Maslow.

Ora, leciono na área de Administração de Empresas, e conheço bem a obra de Maslow. Abraham Maslow criou nos anos 40 uma teoria comportamentalista (ele era um dos pais do movimento behaviorista, adaptado à administração). Sua obra consistia na criação de uma Hierarquia das Necessidades às pessoas, e que através da satisfação ou frustração dessas necessidades o homem poderia ter reações previsíveis, e assim poderia ser administrado conforme sua carência pelos seus superiores (a chamada visão do Homem Probabilístico/Administrativo). Essas hierarquias eram divididas em dois grupos: Primárias, as mais importantes (fisiológicas e de segurança) e Secundárias (social, estima e auto-realização).

Teoricamente, a primeira necessidade humana é a de atender as necessidades do corpo, como comer, beber, dormir e descansar. Sexo é uma necessidade fisiológica; mas ela seria incontrolável, como as demais?

Ou o nobre vereador se equivocou com a necessidade primária da população, ou é um abnegado em atender a saúde pública. Tenho meus receios; afinal, os remédios de disfunção erétil tem suas contraindicações, principalmente para os cardíacos! Tomá-los sem prescrição médica é um perigo (aliás, qualquer automedicação é perigosa). Dar de graça esse tipo de medicamento me parece irresponsabilidade.

Em tempo: tal projeto não é novidade: em Novo Santo Antonio/MT, os idosos acima de 60 anos tem direito a 4 comprimidos de Viagra ou Ciallis garantidos pela prefeitura local, numa ação social chamada de “Projeto Pinto Alegre”. Parece gozação tal nome, não é? Trocadilho infame das autoridades de lá…

– O Antidoping das Cias Aéreas

 

E se sua empresa lhe pedisse um exame toxicológico? Ou seja, um exame que diria se você já fez uso de LSD, cocaína, maconha, entre outras drogas? Qual a sua reação?

 

A Linhas Aéreas Azul é a pioneira no Brasil em pedir esses exames a seus pilotos. A medida é polêmica, e leva à discussão: até onde as empresas podem pedir tal exame?

 

Claro, dependendo do setor de atividade, tal solicitação pode até fazer sentido. Mas teremos outras áreas do trabalho que certamente tal pedido poderia soar como abusivo. O constrangimento ocorrerá: daqueles que nunca fizeram uso de drogas, em se sentirem incomodados pela desconfiança; e os dos que já usaram drogas, em serem descobertos!

 

Em sua atividade, isso será um problema, caso tenha que realizar um “antidoping profissional”? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, compartilho a reportagem da Folha de São Paulo, 31/05/2010, pg D3, de Eduardo Geraque

 

SETOR AÉREO DISCUTE APLICAR EM PILOTOS TESTE ANTIDOPING

 

Exames, comuns nos Estados Unidos, são vistos como fundamentais para melhorar a segurança dos voos. No Brasil, Azul passa a adotar medida em funcionários; Anac estuda criar uma regulamentação.


O setor aéreo brasileiro começa a discutir um controle mais rigoroso sobre o consumo de drogas e álcool de suas tripulações. Os exames antidoping já são comuns em países como os EUA.

 

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) afirma que está estudando a possibilidade de regulamentar testes para o setor, mas ainda não há prazo de implantação.
Enquanto isso, a Azul será a primeira empresa brasileira a realizar análises químicas esporádicas entre todos os seus funcionários.

 

A TAM ainda não decidiu se exigirá os exames. A empresa, por meio de sua assessoria de imprensa, disse apenas que “está estudando” o assunto. Varig e Gol, do mesmo grupo, não dizem se pretendem adotar o teste.  

 

SEGURANÇA
A medida, no exterior, é vista como fundamental para melhorar a segurança de voo. A discussão sobre os testes antidoping para pilotos e comissários, segundo especialistas ouvidos pela Folha, realmente está atrasada.


Os exames toxicológicos são feitos a partir de fios de cabelo. As análises flagram um grupo grande de substâncias psicoativas, como maconha, cocaína, crack e LSD.


A grande vantagem do teste com fio de cabelo é que ele tem uma “janela larga” -detecta o consumo de drogas dos últimos 90 dias.


No caso da Azul, os testes começaram em 2008 apenas nos exames admissionais.
Segundo a médica Vânia Melhado, que presta serviços para a empresa e preside a Sociedade Brasileira de Medicina Aeroespacial, agora será iniciado o teste aleatório para todos os funcionários. “Em dois anos, todo o grupo de pilotos será avaliado.”


São feitos uma média de cem testes por mês na companhia. Dos 1.900 já feitos, só quatro foram positivos.


“A pessoa sabe que fará o exame. Isso funciona como um filtro”, diz Johannes Castellano, diretor da Azul.

 

TRANSPARÊNCIA
Os testes antidopings no setor aéreo são bem-vindos, diz o psicólogo Paulo Mittelman, especialista em estratégias de prevenção antidroga.


Para ele, os exames não podem ser feitos a revelia de ninguém. “Tem que existir uma política clara, transparente. O sigilo também é fundamental no processo.”
O psicólogo diz acreditar que o funcionário que tem um resultado positivo nos testes retorna após tratamento como um excelente profissional. “Ele sempre fará questão de mostrar que resolveu o problema.”

 

Frase: “Dentro de um contexto maior, ela [a adoção dos testes antidoping] é bastante positiva. Veja o caso do bafômetro na questão do trânsito. Realmente ajudou a diminuir os acidentes” – PAULO MITTELMAN  – psicólogo especialista em estratégias de prevenção antidroga.

– Números das Drogas e seus Preços

 

Impressionante a força do tráfico de drogas e seu comércio. A Revista Veja (ed 2195 na Coluna Panorama) divulgou os preços e quantidade de produtos. Abaixo:

 

– 39 toneladas de maconha, 314 quilos de cocaína e 54 de crack foram aprendidos no Complexo do Alemão.

 

– R$ 5,00 custa a embalagem de 3 gramas de maconha.

– R$ 10,00 custa cada grama de crack.

– R$ 20,00 custa cada grama de cocaína.

 

Quer dizer, que, para existir o vendedor, tem que ter comprador. E muitos idiotas financiam os bandidos… Lamentável!

– Congresso Proíbe as Empresas de Demitirem Funcionários por Embriaguês!

 

Bêbados e bebuns de plantão, muita atenção: a CCJ legislou por vós!

 

Em breve, nesse país, será proibido demitir por embriaguês. A idéia é que o funcionário embriagado está sofrendo de doença, e ao invés de puní-lo, se deve tratá-lo.

 

Particularmente entendo que sofrer de alcoolismo é uma coisa; ser cachaceiro é outra…

 

E você, o que acha dessa nova lei? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, a matéria, extraída de Terra Notícias (clique aqui para citação)

 

CÂMARA PROÍBE DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA POR EMBRIAGUÊS

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou um projeto que proíbe a demissão por justa causa em caso de embriaguez, nesta quarta-feira. Segundo o texto, os problemas com a bebida são ocasionados por uma doença e devem ser tratados, não punidos.

“O trabalhador que sofre de alcoolismo deve ser encaminhado para tratamento médico, em vez de ser dispensado por justa causa”, disse Tarcísio Zimmermann (PT-RS), autor do projeto, na Comissão de Trabalho.

O texto seguirá agora para o Senado, pois foi aprovado em caráter terminativo. Ele só será votado caso os deputados apresentem recurso para sua análise pelo Plenário.

– Pelé e as suas Exigências!

 

O Negão, como é carinhosamente chamado, parece que continua artilheiro. Li na sala do médico uma Revista Contigo (não tirem sarro de mim, era a única na mesinha de espera…rsrs) uma entrevista do Rei do Futebol onde ele diz que:

 

“Tenho uma infinidade de amigas em toda parte do mundo, mas nada sério para casamento”.  

Na sequência, diz: “estou muito exigente para sexo. Hoje meus padrões são outros”.

 

Tá podendo, hein? Quero ter a sua saúde quando chegar à sua idade. Só espero que não seja motivado por aquele seu patrocinador de remédios da pílula azul. Lembro bem do seu comercial desse remédio no túnel do Maraca!

– Como se Livrar das Culpas

Em maio de 2010, a Revista Isto É trouxe uma brilhante matéria sobre como vivem e como devem viver pessoas que sentem culpadas por tudo na vida e no mundo!

O assunto foi muito bem abordado, e trata de uma forma sutil daquilo que muitos de nós sentimos: culpa por não sermos perfeitos, por deixar de ajudar alguém, por não sermos ecologicamente corretos, e outras tantas coisas que muitas vezes são cobranças necessárias e outras vezes demasiadas.

Cobramo-nos demais ou somos mesmo culpados por imperfeição?

O acesso à brilhante reportagem encontra-se clicando acima: COMO SE LIVRAR DAS CULPAS

– O Risco dos Antibióticos

 

Para os mais antigos, usar antibiótico era algo gravíssimo. Hoje algumas pessoas nem dão bola para isso…

Entretanto, uma pesquisa revela: usar antibióticos por 1 semana pode trazer consequências por 2 anos!

 

Extraído da Folha de São Paulo, 08/11/2010, pg C9, por Juliana Vines

 

EFEITO DE ANTIBIÓTICO DURA 2 ANOS NO CORPO

 

Tomar antibiótico por uma semana pode prejudicar as defesas do organismo por até dois anos, segundo estudo feito pelo Instituto Sueco para Controle de Doenças Infecciosas e publicado na revista “Microbiology”.

 

Flora intestinal é o nome dado às bactérias que vivem na parede do intestino. Lá existem centenas de espécies de micro-organismos, protetores ou nocivos à saúde, que convivem em equilíbrio.

 

As bactérias “boas” têm funções metabólicas, como ajudar no funcionamento do intestino, na absorção de gordura e vitamina B12 e na produção de ácido fólico.

“A função mais importante é controlar bactérias desfavoráveis. Sem elas, nós viveríamos constantemente com infecções”, diz Ricardo Barbuti, médico endocrinologista da Federação Brasileira de Gastroenterologia.

 

Segundo o especialista, há muito se sabe que os antibióticos têm efeito na flora intestinal. O que o estudo recém-publicado mostra é que essas alterações duram muito mais tempo do que se pensava.

 

Consequências

 

Diarreias, disfunção intestinal e inflamações são as consequências mais comuns do desequilíbrio da flora intestinal. Tanto faz se o uso do antibiótico é feito de forma correta ou utilizado por mais dias que o necessário.

– Sexo é Aperitivo e Preparatório para Grandes Decisões, segundo James Hunt

Estamos as vésperas de uma decisão da Fórmula 1. James Hunt, campeão de 1976, é o anti-herói de uma geração de outrora. Em meio a tantas exigências e proibições do profissionalismo de hoje, Hunt ficou imortalizado como o “campeão desregrado“, por causa das homéricas farras. Em sua biografia recentemente lançada, consta que na noite anterior à corrida que venceu o campeonato, promoveu uma orgia com pelo menos 33 moças de “moral duvidosa”.

 

No próprio macacão do piloto, a inscrição:

“sexo, o café da manhã dos campeões”.

 

E você, o que pensa disso: Moralidade e Profissionalismo caminham juntos ou independem (como no caso de Hunt?)? Deixe seu comentário:

– Cortando os Excessos ou Correndo um pouco mais!

Leio interessante matéria da Revista Runner’s (edição 15, Janeiro/2010, ed 76), sobre os excessivos alimentos que alguns atletas comem.

Na verdade, há um quadro retratando o quanto se deve correr para poder comer algumas guloseimas a mais. Se você quiser tomar 1 garrafa de cerveja, corra mais 16 minutos, por exemplo.

Abaixo, a matéria e as Quantidades/Km:

MELHOR SOMAR MAIS 1 KM

Você precisa de uma dieta balanceada e dos nutrientes e calorias (energia) dos alimentos para render nos treinos de corrida e se recuperar. Mas, ao ingerir mais calorias do que gasta, você pode ganhar peso. Para ter uma ideia de quanto precisa correr para queimar as calorias de certos alimentos, confira a tabela abaixo. Todos os cálculos se baseiam em uma pessoa de 70 kg que corra em ritmo de 7 minutos por quilômetro.

1 banana -> 13 minutos

1/2 xícara de cereal + 1 copo de iogurte desnatado -> 15 minutos

1 cerveja long neck -> 16 minutos

1 bolinho Ana maria sabor chocolate -> 18 minutos

1 pão francês + geleia -> 20 minutos

1 copo de leite + nescau -> 21 minutos

1 croissant com manteiga -> 28 minutos

1 barra de chocolate Suflair -> 29 minutos

1 wap grill do McDonald’s -> 36 minutos

2 fatias de pizza do Pizza Hut -> 58 minutos

1 cheeseburger com batata frita -> 2 horas

– Califórnia votará pela Maconha?

Já imaginaram um setor de atividade que movimente 14 bilhões de dólares por ano? Essa quantia é  o valor que a indústria da maconha movimenta somente no estado da Califórnia.


Pois bem: na próxima Terça-Feira, os californianos votarão em um plebiscito que decidirá se esse estado americano aceitará a droga como produto de venda livre para entretenimento (ela já é permitida para fins terapêuticos). Claro que o assunto é polêmico; defensores e contrários à causa já estão se movimentando a todo vapor.

 

Particularmente, sou contra. Liberar a maconha é incentivar o uso de drogas e a dependência. Pergunte às famílias que possuem pessoas viciadas o que elas pensam de tal projeto.

 

E você, o que pensa sobre o assunto? Libera-se a droga ou não? Deixe seu comentário:

– Engravidar mata mais do que Câncer

 

Você sabia que se morre mais no mundo de Gravidez do que Câncer de Mama?

 

Um número assustador: No mundo, morrem 358.000 mulheres por complicações no parto e 314.000 por câncer de mama. Tal índice é puxado pela África. Olha só a taxa de mortalidade das mulheres grávidas no mundo:

 

A cada 100 mulheres grávidas, morrem por complicações no parto:

 

0,01% nos Países desenvolvidos,

2% na América Latina

39% na Ásia

57% na África Negra

 

A parcela mais subdesenvolvida da África mostra que de mais da metade das mulheres morrem ao dar a luz. Número assustador.

 

(Fonte: Revista Superinteressante de Novembro, ed 284, Coluna Supernova, pg 21)

– Iggy Pop = Lindsay Lohan? Um samba de criolo doido…

 

Ora essa… o que o veteraníssimo roqueiro Iggy Pop disse:

 

“Ela se parece comigo, é a única que tem atitude suficiente e esteve na prisão na idade certa. A produção poderia esconder seus seios”.

 

Ele se referiu à bela Lindsay Lohan, atriz de Hollywood que se afundou nas drogas e escândalos sexuais, desejando que ela o interprete no cinema.

 

Seu Iggy: apesar de ambos terem um histórico de vida similar nas conturbações, a beleza dela com a sua diferem e muito…

– Futebol faz mal às Crianças?

 

Pesquisa nos EUA revela que:

 

– Crianças de até 12 anos devem evitar cabecear bolas em jogos de futebol, devido aos riscos de lesão e na formação da cabeça;

 

– Quem leva um choque na cabeça (entre adultos), não deve continuar na partida de futebol.

 

Veja que interessante o estudo, extraído de: ÉPOCA (clique aqui para link e citação)

 

JOGAR BOLA FAZ MAL PARA O CÉREBRO?

 

Por Letícia Sorg

 

O pediatra Kevin Walter, professor do Medical College of Wisconsin, explica por que os traumas cerebrais são um problema preocupante do esporte e o que os pais devem fazer caso seus filhos sofram uma lesão em campo

Autor de um estudo recente sobre os traumas cerebrais em crianças e adolescentes, o pediatra Kevin Walter, professor do Medical College of Wisconsin, explica por que os traumas cerebrais são um problema preocupante do esporte e o que os pais devem fazer caso seus filhos sofram uma lesão em campo. Ele também discute os riscos de cabecear a bola por anos a fio baseado no conhecimento científico disponível até o momento.

Walter afirma que ainda há poucas informações sobre os riscos de longo prazo do futebol para o cérebro dos atletas, mas recomenda cuidados especiais com as crianças: “Devem ser proibidas de cabecear as crianças que não têm coordenação motora e força muscular suficientes para fazê-lo de maneira segura dentro de um jogo”.

ÉPOCAOs traumas cerebrais acontecem em várias situações, como acidentes domésticos, de trânsito e também na prática de esportes. Qual parte dos casos está relacionada ao esporte?
Kevin Walter – É muito difícil ter uma ideia precisa sobre o número de traumas relacionados ao esporte porque os atletas costumam não relatar os primeiros sintomas, às vezes lidam com o problema sem ir ao hospital, usando o médico do time, por exemplo, às vezes vão a uma clínica especializada em esporte, às vezes vão a um pediatra. Por isso é tão difícil conseguir um número exato dos casos. Mas o número de casos atendidos nos prontos-socorros dobrou entre 2001 e 2005, segundo nosso estudo. Há duas razões para isso: 1) os técnicos e as famílias estão mais atentos ao problema e trazem as crianças com mais frequência para uma avaliação médica; 2) o crescimento, na última década, nos Estados Unidos, do esporte infantil e juvenil. Há mais crianças e jovens praticando esportes e uma consequência disso é ter mais casos de lesão, entre elas concussões.

 

ÉPOCAPor que os traumas cerebrais, entre eles as concussões, são um problema sério no caso de crianças e adolescentes, até mais do que para adultos?
Walter – As concussões são “machucados no cérebro”, e, não sabemos bem por que, o cérebro deles é mais vulnerável a traumas do que o dos adultos e também demora mais para se recuperar. No caso das crianças, um problema no campo também terá reflexos no desempenho na escola e em suas interações sociais. Entre os adolescentes também há o risco da chamada “síndrome do segundo impacto”. Não sabemos exatamente quais são suas causas, mas se o adolescente tiver uma concussão e retomar a prática do esporte cedo demais, quando ainda há sintomas, e sofrer um segundo choque, isso causa alterações cerebrais que levam a sequelas graves. É muito raro, mas muito grave.

 

ÉPOCAPor que a Academia Americana de Pediatria decidiu atualizar as orientações sobre como lidar com as concussões? Quais são as principais mudanças?
Walter – O principal ponto é afirmar que, se a criança ou adolescente teve uma concussão em um jogo, mesmo que os sintomas passem em 20 minutos, não deve voltar a praticar o esporte no mesmo dia. Porque o risco de outros danos e problemas é muito grande. O outro ponto importante é que toda criança ou adolescente deve passar pela avaliação de um médico. Os técnicos não podem ou devem tomar a decisão se seus atletas podem ou não retomar a prática porque não têm total entendimento dos riscos. O terceiro ponto é que, se uma criança ou adolescente continuar apresentando sintomas, não deve voltar a praticar o esporte. Hoje, as pessoas dizem que, se você tiver uma concussão, deve estar bom em uma semana e pode voltar a jogar. É importante se certificar de que a criança ou adolescente não volte à prática até não ter nenhum sintoma e receber o OK de um médico.

 

ÉPOCAQual é o papel dos pais na prevenção e no tratamento do problema?
Walter – O principal papel dos pais é educar seus filhos e alertá-los para os riscos. Se os pais se preocupam, os filhos também se preocupam. Se os pais dizem que não é nada, os filhos não estão nem aí para o que o médico diz. As concussões são lesões bastante comuns no futebol e se os pais estiverem cientes do problema, podem ajudar muito no tratamento adequado. Entre as medidas de prevenção estão ensinar técnicas apropriadas para cabecear a bola.

 

ÉPOCAHá várias pesquisas que discutem quando um paciente está completamente recuperado de uma concussão e alguns médicos recomendam o uso de softwares para avaliar se o cérebro está totalmente recuperado. Isso é necessário?
Walter – É uma ferramenta que pode ajudar na avaliação de qualquer paciente, mas a maioria dos programas de computador não pode ser usado por crianças, por exemplo. Há outras ferramentas que podem ser usadas na avaliação dos pacientes e devemos usá-las. Sei que os pacientes, especialmente os jovens atletas, vão mentir para mim. Eles vão dizer que estão se sentindo bem para poder jogar de novo. Eles não pensam nos riscos, como desenvolver uma dor de cabeça crônica, por exemplo. Fazer uma avaliação ajuda a saber, por exemplo, se a pessoa está dizendo que está bem mas continua tendo resultados muito ruins em testes de concentração, memória e raciocínio. Posso dizer, então: “Você pode estar se sentindo bem ou, então, estar mentindo, mas seu cérebro não está bem e, portanto, você não pode voltar a praticar esportes”.

 

ÉPOCAHá quem sugira que as crianças sejam proibidas de cabecear a bola ou usem uma proteção na cabeça para jogar futebol. O que o senhor acha disso?
Walter – O que sabemos é que o contato permanente da bola com a cabeça pode levar a danos. É uma afirmação bastante vaga. Não sabemos quantas repetições são necessárias para causar o dano ou qual a força dos impactos, mas é possível notar um decréscimo das capacidades cognitivas de jogadores profissionais ao longo da carreira. Se isso acontece ao longo dos anos, na infância ou na juventude, não sabemos. Sei que o futebol é algo que está muito entranhado na cultura brasileira, mas talvez seja o caso de questionar: cabecear o tempo todo é algo que causa problemas a longo prazo? É bem provável que seja esse o caso. Talvez nós não saibamos a resposta agora, mas se mais pessoas olharem para isso e pensarem sobre o assunto, teremos mais informações, e talvez condições de tornar o esporte mais seguro.


Até que idade as crianças deveriam ser proibidas de cabecear? Mais do que a idade, devem ser proibidas de cabecear as crianças que não têm coordenação motora e força muscular suficientes para fazê-lo de maneira segura dentro de um jogo. É muito mais fácil cabecear com a técnica correta no treino, quando alguém joga a bola para você. É muito mais difícil fazer isso dentro de um jogo, preocupando-se com os adversários também. Esse é um papel importante dos técnicos: reconhecer quem já tem a coordenação motora e a força para repetir a tarefa dentro de campo. Não há evidências de que a proteção seja eficiente para diminuir o número de concussões ou os danos ao longo prazo. Tenho dúvidas que ela não vá virar mais uma arma do que uma proteção para as crianças, encorajando-as a jogar de forma mais agressiva. Mas se houver mais evidências de benefícios, não desencorajo o uso porque acho pouco provável que aumente os riscos.

– A Superbactéria KPC chegou. Está se dando a devida importância?

 

É pelo fato de estarmos em época eleitoral que tal assunto não ganhou um destaque maior no noticiário. Mas as mortes causadas pela superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) já são numerosas. Até a última sexta-feira, eram mais de 300 casos confirmados e outros tantos aguardando confirmação.

 

A KPC é uma bactéria que leva à morte, atingindo pessoas hospitalizadas com baixa imunidade e resistente aos antibióticos. O contágio se dá através do toque ou uso de objetos diretos. Os que contraíram a bactéria não apresentam sintomas, apenas aumento de infecções.

 

Não vejo campanha em Jundiaí para se prevenir contra a KPC. Não custa nada incentivar a maior higienização.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário.

– Até nos Planos de Saúde os Políticos tem Privilégios

 

Como cidadão, torço para a recuperação do senador Romeu Tuma. Mas como contribuinte, me assusto ao saber que ele é o segundo brasileiro a ter um coração de 700 mil reais (e bancado pelo Senado!)

 

Simples mortais não teriam tais privilégios. Compare o Plano de Saúde dos senadores ao seu:

 

(Extraído de: Revista Época, ed 648, 18/10/2010, pg 68)

 

PRIVILÉGIO DE POUCOS

 

Por Cristiane Segatto e Leandro Loyola

 

Como funciona o plano de saúde que pagou R$ 700 mil pelo coração artificial de Romeu Tuma

 

Na véspera da eleição de 3 de outubro, a principal preocupação dos políticos era com o resultado das urnas. A da família do senador Romeu Tuma (PTB-SP) era mantê-lo vivo. Enquanto o Brasil discutia se haveria segundo turno para presidente, Tuma recebia no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, um coração artificial – dispositivo de R$ 700 mil inacessível aos 6 milhões de brasileiros que, como ele, sofrem de insuficiência cardíaca. Tuma não foi reeleito, mas driblou a morte.

A história médica do senador é conhecida. Há 12 anos ele recebeu quatro pontes de safena, depois de um infarto. Nos anos seguintes, passou a sofrer de insuficiência cardíaca, condição em que o músculo do coração não tem força para continuar bombeando o sangue. A doença era controlada com medicamentos. Em setembro, porém, eles deixaram de ser suficientes e Tuma foi internado. Três semanas depois, surgiu o boato de que teria morrido. Na semana passada, o neurologista Rogério Tuma, filho do senador, falou a ÉPOCA sobre a saúde do pai. “Durante a campanha, ele teve uma inflamação na faringe, mas não se cuidou”, diz ele. “Não comia nem tomava líquidos como deveria. Começou a ter disfunção renal. A condição do coração piorou. Estava muito fragilizado quando decidimos pela cirurgia.”

Tuma recebeu um coração artificial totalmente implantável. Foi o segundo paciente a recebê-lo no Brasil (o primeiro morreu em 2008, um dia depois da cirurgia). Deverá usá-lo para sempre. O aparelho é colocado ao lado do coração para ajudá-lo a bombear o sangue (leia o quadro abaixo). Chama-se Incor e é fabricado pela empresa alemã Berlin Heart. Quem o distribui no Brasil é a empresa Neurotechs. O preço de R$ 700 mil inclui o coração e a vinda de um médico e um engenheiro alemães que acompanham a cirurgia. Rogério Tuma diz não saber quanto custou o tratamento porque a conta ainda não foi fechada. De qualquer forma, a família não terá de pagar. O senador tem tratamento gratuito porque faz parte de uma elite de cerca de 400 brasileiros cujos gastos elevados em saúde são pagos pelo Senado Federal. São os 81 senadores, seus dependentes – marido ou mulher e filhos até 24 anos que estiverem na universidade – e ex-senadores com direito ao plano de saúde do Senado. O plano tem regras simples e claras. Os senadores não pagam nada. Para ter acesso a ele, é preciso ter exercido o mandato por pelo menos seis meses. Não há limite de gastos para eles e seus dependentes. Há uma rede credenciada, mas os senadores podem buscar atendimento onde quiserem, mediante autorização do Senado. Nesse caso, eles pagam, e o Senado faz o reembolso. Só precisam se preocupar com as despesas “psicoterápicas” e odontológicas, que não podem ultrapassar R$ 25.998,96 anuais. Neste ano, o Senado gastou R$ 32 milhões com despesas médicas.

“Muita gente deve estar achando que o Senado não deveria pagar a conta de meu pai e que deveríamos deixá-lo morrer, mas o Senado o infartou”, diz Rogério Tuma. “O problema não é o meu pai ter recebido esse coração. O problema é esse tipo de recurso não estar disponível no SUS.” O acesso a dispositivos como esse continuará sendo um privilégio. “Se esse aparelho fosse baratinho, certamente poderíamos salvar muita gente que hoje morre quando os remédios deixam de funcionar”, diz Edimar Alcides Bocchi, diretor do Laboratório de Insuficiência Cardíaca do Incor, em São Paulo. Bocchi cuida do coração de Tuma há mais de dez anos. Ele recomendou a cirurgia, mas diz que o risco é elevado. “Cerca de 25% dos pacientes morrem nos primeiros dois meses.” O senador continua na UTI, sob efeito de sedativos.

– Madrugadores em Atividade!

 

Como é bom acordar cedo e fazer todas as tarefas do dia! Cada vez mais estou me tornando um madrugador. Hoje, acordei as 03h, me alimentei, escolhi o melhor tênis, a t-shirt mais confortável e o shorts mais novo, e fui correr!

 

Às 05h já estava em casa; banho gelado e … ripa na chulipa! Fui para o trabalho começar o expediente às 06h.

 

Sabe qual é a vantagem de tudo isso? Tranqüilidade para realizar as tarefas; prazer e saúde. A cabeça está mais arejada e o ânimo a 1000 por hora!

– Outubro Rosa Contra o Câncer de Mama

 

No último amistoso da Seleção Brasileira de Futebol, vários atletas jogaram com uma chuteira cor-de-rosa. É uma campanha de apoio a uma ONG que luta contra o Câncer de mama, intitulada “Outubro Rosa”.

 

Interessante que houve a visibilidade da chuteira; mas da campanha, que era a causa importante, nada…

– Fumam e Bebam à Vontade (na Rússia)

Que cigarro e bebida são fontes inesgotáveis de impostos, nós sabemos. Mas incentivar o consumo de tais produtos, isso já é demais!

 

Na Rússia, o ministro das finanças pediu: fumem e bebam para ajudar o país!

A saúde do contribuinte fica para segundo plano…

 

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4654584-EI8142,00-Ministro+russo+incentiva+consumo+de+vodca+e+cigarros.html

 

MINISTRO RUSSO INCENTIVA CONSUMO DE CIGARROS E VODCA

 

O ministro das Finanças Alexei Kudrin sugeriu nesta quarta-feira que os cidadãos russos devem consumir mais vodca e cigarro – produtos taxados – para ajudar a encher os cofres públicos e assim resolver os problemas sociais no país.

“Para que todos entendam: quem bebe vodca e quem fuma ajuda o governo. Se você fuma um maço de cigarros, então você dá fundos para resolver problemas sociais. Você apoia a política demográfica, o desenvolvimento de serviços sociais e a natalidade”, explicou, de acordo com agência de notícias Interfax.

Esta declaração é, no mínimo, surpreendente, já que a vodca e outras bebidas alcoólicas fortes são a causa de meio milhão de mortes por ano na Rússia. Esta mortalidade repercute na expectativa de vida dos homens (60 anos, de acordo com a OMS), que é inferior a de países pobres como Bangladesh ou Honduras, segundo estimativas oficiais.

Para tentar lutar contra esta alta mortalidade, a cidade de Moscou introduziu, a partir desta quarta-feira, uma proibição da venda de bebidas alcoólicas fortes entre as 22h e 10h.

– TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperatividade) e Obesidade por Stress

Quem assina ou compra semanalmente a Revista IstoÉ, como eu, deve ter ficado feliz com 2 ótimas matérias: a TDAH (citada acima) e o sério problema do stress X balança.

Parabéns aos jornalistas, e vale a dica: tais matérias podem ajudar na melhora da qualidade de vida.

 

Em: http://www.istoe.com.br/reportagens/95126_COMO+O+ESTRESSE+FAZ+VOCE+ENGORDAR+PARTE+1