– Quem disse que o futebol profissional é saudável? O Risco de Artrite em Atleta Profissional é o Dobro do que atleta amador

Ser atleta profissional pode ser problemático para a saúde. Olha só a palavra de um especialista:

Esporte de rendimento não é uma atividade física saudável. Os atletas abrem mão de parte de sua saúde em busca de performance

Diego Leite de Barros, fisiologista do Esporte do Hospital do Coração

Pior: osteoartrite é uma das coisas mais freqüentes! Cuidado com as articulações e joelhos…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1023836-risco-de-artrite-em-atleta-profissional-e-duas-vezes-maior.shtml

RISCO DE ARTRITE EM ATLETA PROFISSIONAL É DUAS VEZES MAIOR

Por Thiago Fernandes

Não são só os atletas de fim de semana que correm risco com atividades físicas. Um estudo sueco mostrou que esportistas profissionais, praticantes de modalidades como futebol e rúgbi, têm mais risco de desenvolver osteoartrite nos joelhos e quadris do que homens que fazem pouco ou nenhum exercício.

O trabalho mostrou risco duas vezes maior em jogadores de futebol ou handebol, e três vezes maior em jogadores de hóquei. O estudo foi publicado no “American Journal of Sports Medicine”.

O estudo foi feito com mais de 700 atletas aposentados, com idades entre 50 anos e 93 anos e quase 1.400 homens da mesma idade que se exercitaram pouco ou nada.

A osteoartrite ocorre quando há um desgaste excessivo da cartilagem que amortece as articulações. Nesse caso, os ossos acabam raspando um no outro, causando dor.

LESÕES E CUIDADOS

Segundo o fisiologista do esporte do Hospital do Coração, Diego Leite de Barros, lesões ósseas e musculares fazem parte da rotina de quem escolheu essa profissão.

Esporte de rendimento não é uma atividade física saudável. Os atletas abrem mão de parte de sua saúde em busca de performance“, diz.

Barros aponta que o principal fator para a ocorrência de lesões, seja em profissionais, seja em amadores, são altas cargas de treinamento em curto período de tempo.

Com o esforço excessivo, não há tempo para o corpo usar seus mecanismos de recuperação. O principal deles é o próprio músculo, que protege ossos e articulações, desde que seja exercitado da maneira correta.

Apesar de o estudo sueco ter sido focado nos homens, esportes de impacto podem ser perigosos para ambos os sexos. Segundo um levantamento feito pelo Instituto do Joelho do HCor em outubro, em 2011 foi observada uma alta de 20% no número de mulheres atendidas com lesões nessa articulação na comparação com 2010.

A elevação é atribuída à tendência atual das mulheres de praticarem esportes de impacto como futebol e corrida de aventura, antes redutos masculinos.

Com relação ao coração e ao pulmão, Barros diz que o maior risco é para quem começa a fazer atividade física sem passar por um check-up.

“O esforço pode desencadear um problema cardíaco já presente. Não são raros os casos de infarto em quem começa um esporte sem acompanhamento. Mas, se existe o aval do cardiologista, não há com o que se preocupar.”

Em atletas, o efeito no coração é a longo prazo. Ao longo dos anos, a tendência é que o órgão aumente de tamanho, o que pode levar a insuficiência cardíaca em alguns casos. Isso ocorre com maratonistas, segundo outro estudo recente.

– Drogas & Poder Decisivo

“O grande perigo das Drogas é que elas matam a coisa mais importante de que você vai precisar na vida, que é o poder de decidir. A única coisa que você tem na vida é o seu poder de decisão”.

 

Paulo Coelho, escritor, à Revista Veja Ed 08/06/2011, pg 153.

– Comércio de Cigarros e Saídas Inteligentes

A Indústria do Cigarro realmente é esperta. Nos EUA, a tributação dos impostos varia em cada estado, mas para desincentivar o fumo, cobra-se muito caro. Em Nova Iorque, um maço de cigarros da marca mais barata custa 13.00 dólares.

Desde que os impostos foram majorados, os jovens diminuíram o consumo de cigarro (pela lógica, adolescentes e jovens não teriam dinheiro para comprar cigarros e não se viciariam). Porém, os fabricantes encontraram brechas na lei: Charutos e cigarrilhas tem outra taxação, então criaram “little cigars”: cigarros mais compridos, aromatizados, e que não pagariam impostos tão altos quanto os tradicionais.

Pena que eles são sucesso entre os jovens…

Fico muito a vontade para criticar o tabagismo, pois meu avô materno morreu em decorrência do maldito cigarro.

Quem quiser, fume a vontade, mas longe de mim e que não seja meu parente nem amigo, pois a eles não desejo tal vício.

– Tênis Falsificado X Tênis Original

Você já parou para comparar um tênis falso de outro original?

Os malefícios podem ser muitos: desgastes, lesões, calor excessivo, entre outros.

Veja que interessante os testes da fundação Pró-Testes com os modelos mais falsificados de corrida. Abaixo:

(Extraído de: http://boaforma.uol.com.br/noticias/redacao/2012/07/31/tenis-de-corrida-falsificado-pode-colocar-a-saude-em-risco-mostra-analise.htm)

TÊNIS DE MARCA FALSIFICADO PODE PROVOCAR RISCO À SAÚDE

Economizar na hora da compra de um bom produto às vezes pode trazer dor de cabeça no futuro, mas não foi o que a Proteste – Associação de Consumidores constatou no teste com seis marcas de tênis de corrida. A análise apontou que desde que não compre um produto falsificado, dá para gastar pouco e adquirir um excelente tênis.

A associação analisou um modelo falsificado, para verificar quais os danos que o uso desse tipo de produto pode causar à saúde do consumidor e constatou que, além de desconfortável, o modelo lesiona os pés e não é nada resistente. O modelo falsificado pesava 423g, mais de 80g acima do peso máximo recomendado para calçados voltados para a prática de esportes, que é de 360g.

Além de leves, os tênis devem ser confortáveis e permitir entrada e saída de ar, o que aconteceu com o falsificado.  No final do exercício, o produto ficou 5,6°C mais quente que no início da corrida.  A variação máxima da temperatura não deve atingir os 5,5°C.

RUPTURAS NA SOLA

o teste de durabilidade feito pela Proteste, o modelo da Reebok teve desempenho ruim.  Foram observadas rupturas nas solas na análise de flexão, provando que não é resistente em esportes de movimentos repetitivos como a corrida. Pelos problemas  apresentados, ele  não foi indicado para compra e ficou como último colocado do teste , com apenas 36 pontos no ranking final.

O Reebok foi o único modelo reprovado no teste de índice de pronação, que é a rotação interna da parte posterior do pé (calcanhar), e cujo excesso pode resultar em lesões nas articulações do joelho. Mas em segunda análise, feita com novas amostras, o tênis foi considerado aceitável. Procurada, a marca não se manifestou sobre o assunto.

ECONOMIA

Todos os modelos originais testados foram eficientes ao amortecer a pisada e nenhum machucou os pés. O melhor tênis do teste foi o Asics Gel Nimbus 13, com 86 pontos e que pode custar até R$ 636, mas pode ser encontrado por R$ 390.

O segundo melhor foi o Puma Exsis 2, que varia de R$ 129 a R$ 250, e ficou apenas um ponto abaixo do modelo do Asics. Optando pelo modelo da Puma o consumidor adquire um bom produto e ainda economiza cerca de R$ 360.

Foram testados os modelos: Asics Gel-Nimbus 13, Puma Exsis 2 , Mizuno Creation 13, Adidas AdiStar Ride 3 M, Nike Zoom Vomero 6 e Reebok Focus Dmx Power.

Os testes envolveram conforto, qualidade e durabilidade dos produtos. Para verificar a temperatura interna foi medido o calor após andar por 30 minutos na esteira e para avaliar o índice de amortecimento foi simulada uma caminhada sobre uma pista com sensores que identificam o grau de impacto sofrido. E, após os testes, foi verificada a adaptação do tênis ao pé do usuário, observando marcas e lesões.

– Vida Sexual & Problemas Intestinais: uma correlação curiosa

Vejam só: a Revista Época (citação abaixo), trouxe uma matéria curiosa sobre problemas intestinais e a vida sexual. Segundo pesquisa, 57% das mulheres evitam relações sexuais por culpa de males do intestino, que afetam a libido e o lazer. A causa seria o excesso da progesterona, hormônio feminino que poderia atrapalhar a função gastrointestinal.

Extraído de Época, pg 84-85, Ed 30/07/2012

NÃO É DOR DE CABEÇA. É DE BARRIGA

por Nathalia Ziemkiewicz

A dor de cabeça – desculpa universal das mulheres para dispensar o parceiro, virar para o lado e dormir – pode ser um eufemismo para outro tipo de desconforto, tão constrangedor que elas preferem nem nomeá-lo. E ainda abrem mão do prazer por ele. Um levantamento inédito sobre a saúde feminina revela que distúrbios intestinais, como a prisão de ventre, afetam a vida sexual de 57% das entrevistadas. Muitas dizem perder o apetite sexual (22%). Algumas deixam de ter relações sexuais (17%). Os dados são de um estudo com 3.500 mulheres, realizado em dez cidades pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) com a Danone Research, centro de pesquisa da empresa multinacional de produtos lácteos.

Os desconfortos causados pela prisão de ventre – dores, cansaço, inchaço – estendem a preguiça do intestino à libido. Elas ficam irritadas, sentem-se feias e ainda temem que algum efeito colateral do problema se manifeste justamente na hora H. “Tenho medo sim”, diz a dentista Renata Vasconcelos, de 31 anos. Ela diz que chega a “esquecer” o banheiro por uma semana. Nesses dias, sexo é impraticável. O receio de Renata é o mesmo de 24% das mulheres entrevistadas durante o estudo. A dona de casa Severina Ferreira, de 50 anos, também prefere fugir das investidas do marido. “Fico tão inchada e deprimida que fazer sexo nem passa pela minha cabeça”, diz. Ela avisa o marido de que está “naqueles dias”, e ele logo entende o recado: não se trata de tensão pré-menstrual. São poucas as mulheres que falam sobre o problema com os parceiros. A paisagista Kátia Teixeira, de 45 anos, prefere as desculpas convencionais, como dor de cabeça. “Por maior que seja a intimidade, acho que falar sobre o assunto quebra o encanto.”

O tabu só contribui para piorar o problema, a que as mulheres estão naturalmente mais propensas. Descargas de um dos hor-mônios femininos, a progesterona, diminuem os movimentos intestinais. Como o intestino é uma das áreas com mais enervações do corpo, é muito suscetível à ação de outros hormônios. “O tubo digestivo acaba sendo um catalisador das tensões. Elas podem se manifestar na forma de doenças”, diz o gastroenterologista José Galvão, presidente da FBG.

Como as mulheres têm vergonha de falar de assuntos intestinais, minimizam a importância do desconforto e não procuram ajuda. “A mulher está ligada à ideia de pureza, e a evacuação contrasta com essa imagem estereotipada”, afirma a psicóloga Pâmela Magalhães, especialista em clínica hospitalar. “No inconsciente feminino, ela deixará de ser desejada se fizer `essas coisas sujas`.” A vergonha explica por que 20% das entrevistadas afirmaram esperar que o problema passe sozinho, sem buscar orientação médica. “A mulher trata o intestino na terceira pessoa, como se não fizesse parte dela”, diz o bioquímico de alimentos Guilherme Rodrigues, pesquisador da Danone Research.

Seguindo a lógica da inibição, muitas mulheres adotam um comportamento que agrava a prisão de ventre: ignoram os chamados da natureza. “Elas costumam repelir a vontade de ir ao banheiro se estão no trabalho porque têm vergonha dos colegas”, diz Rodrigues. Se estão na rua, fazem o mesmo porque têm asco aos banheiros públicos. Quando estão viajando, a quebra na rotina e a companhia de outras pessoas são o suficiente para afastá-las do banheiro. A medida que elas desprezam os estímulos do intestino, eles vão se apagando. Quando finalmente se sentem confortáveis – sem ninguém por perto, em seu banheiro de estimação -, é o intestino que não quer trabalhar. A memória do organismo registrou que ele deve segurar os estímulos. O bloqueio cultural se transforma numa doença crônica.

Os impactos dessa retenção indesejada vão além da vida sexual. Pioram a qualidade do sono e afetam a produtividade no trabalho (leia o quadro abaixo). Mulheres que dizem com muita frequência “hoje não, querido” devem prestar atenção em seu intestino. A cabeça pode estar ok.

– Truvada pode ter efeito Reverso na Sociedade?

O Truvada, primeiro medicamento reconhecidamente eficaz na prevenção contra a AIDS, é indicado para parceiros sadios de pessoas infectadas. A ideia é: se o preservativo falhar, o Truvada seria um medicamento que funcionaria como segunda “barreira” para evitar que o vírus HIV contamine o parceiro.

Claro que a droga poderá ser o marco para uma vacina eficaz e/ou medicamento de cura. Porém, o risco avaliado por estudiosos é que as pessoas comecem a utilizá-lo, descartando o uso da camisinha, funcionando como Vacina, mesmo entre grupos de risco.

Para as pessoas mais cultas, tal atitude pode ser uma tremenda burrice. Mas não podemos nos esquecer que há muita gente que não busca informações de fontes confiáveis, e acabam indo para o lado dos modismos.

– O Marketing do Ataque Cardíaco: Funciona…

Cada vez mais as empresas procuram ser politicamente corretas. Buscam ser respeitadas pelo seu compromisso social ou valores incontestáveis.

Quem rema contra a maré, perde espaço. Ou não?

Na contramão, um restaurante no Texas faz tudo o que não deve: oferece cigarros, lanches gordurosos e tudo o que não deve.

Conclusão?

Muito lucro!

Abaixo extraído da Revista Superinteressante, Ed Novembro 2011, pg 32

A LANCHONETE DA MORTE

Três hambúrgueres, nada de alface e um óleo especial: eis a receita do restaurante mais gordo do mundo

Por Pieter Zalis

Exagerar no fast-food faz mal. Mas uma nova rede americana de lanchonetes defende: vale a pena morrer pela boca. Com uma loja em Dallas, no Texas, e outra em Chandler, no Arizona, a Heart Attack Grill tem uma proposta simples: servir as comidas mais gordurosas do mundo – e não se envergonhar dos riscos à saúde.

No menu, poucas opções e milhares de calorias. Os ByPass Burguer (“Hambúrgueres Ponte de Safena”) variam de acordo com o número de fatias de carne: simples, duplo, triplo e quádruplo. De acompanhamento, vêm as Flatliner Fries (“Batatas de matar”), fritas na banha de porco. A bebida da casa é o milk-shake de nata. Refrigerante, cerveja, balas e cigarros sem filtro completam as ofertas do cardápio.

O marketing do ataque cardíaco é levado a sério. É proibido medir as calorias dos sanduíches – “Seria como pensar em estatísticas de aids enquanto você faz sexo”, explica Jon Basso, o dono da marca. Quem encarar o sanduíche mais trash, o ByPass Burguer quádruplo (estimativa: cerca de 8 mil calorias), ganha de graça uma carona até o carro numa cadeira de rodas conduzida pelos garçons. E qualquer pessoa acima de 160 quilos come de graça – quando e quanto quiser.

As portas da lanchonete viraram ponto de peregrinação de defensores da alimentação saudável. Alguns vão lá distribuir panfletos. Outros, frutas. Até censura foi cogitada pelos críticos. Basso se defende: “Comer em excesso faz parte do mundo. A diferença é que  somos francos”.

– O Drama de Marcelo Duarte

Leio que o árbitro da FPF, Marcelo Duarte, passa por difícil situação de saúde: está com câncer no globo ocular!

Trabalhei muito tempo com Marcelo. Ele é natural de Flórida Paulista, morou em São Paulo e estava residindo aqui em Jundiaí (onde está internado).

Tomei ciência do fato através do site especializado em arbitragem “Voz do Apito” (em: http://www.vozdoapito.com.br/arbitro_marcelo_duarte_e_internado_em_sao_paulo.php).

Como nessas horas o contato deve ser evitado para não desgastar o paciente (segundo o site, Marcelo já passou por cirurgia), ficam as orações, que serão mais frutíferas do que uma visita.

Boa recuperação, Marcelo!

– O Incentivo ao uso de Cocaína Começa com… Cigarro!

É isso mesmo. Para chegar até a Cocaína, há elementos que contribuem, e a Nicotina, segundo comprovação científica, é um deles. Abaixo, extraído da Science Translational Medicine.

Em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5450641-EI8147,00-Nicotina+pode+abrir+a+porta+para+consumo+de+cocaina+diz+estudo.html

NICOTINA PODE ABRIR A PORTA PARA CONSUMO DE COCAÍNA, DIZ ESTUDO

A nicotina provoca mudanças no cérebro que podem abrir a porta para o consumo de cocaína, revela um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine.

Estudos anteriores relacionaram o consumo de álcool e tabaco com o uso progressivo de outras drogas, como a maconha, mas agora o professor Amir Levine, da Universidade de Colúmbia, analisou a base biológica deste efeito e descobriu em um estudo com ratos que a nicotina aumentou a resposta à cocaína.

A resposta do animal foi mais positiva para cocaína quando os ratos que foram “pré-tratados” com nicotina depois receberam doses de nicotina e cocaína ao mesmo tempo.

Os pesquisadores sugerem que a nicotina aumenta a habilidade da cocaína para aceder e aumentar a expressão do gene FosB, que codifica uma proteína que é um fator de transcrição, ou seja, que regula muitos outros genes por sua vez envolvidos na resposta conductual perante a cocaína, explicou à Agência Efe Ruben Baler, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos.

Baler apresenta também junto com a diretora deste Instituto, Nora Volkow, um estudo em perspectiva relacionado com o de Lavine, centrado nas mudanças epigenéticas (processos genéticos que não envolvem mudanças na sequência de DNA do animal) da nicotina.

Baler indicou que o tema geral tem a ver com a teoria de que as drogas são usadas em sequência, “primeiro as pessoas começam a usar uma droga que seja mais leve e pouco a pouco tendem a usar drogas mais pesadas, mais perigosas”.

Segundo o pesquisador, porém, “não está claro por que há uma sequência, se acontece por uma mudança morfológica que vai ocorrendo no cérebro e torna a pessoa ser mais vulnerável ao uso de drogas mais pesadas, ou se simplesmente a pessoa usa o que é mais acessível no início e depois usa outra coisa mais pesada”.

Para Baler, “possivelmente é uma combinação de ambos os fatores”, já que há evidências de que ocorrem mudanças estruturais funcionais em vários níveis no cérebro, de modo que o animal é mais sensível à cocaína.

“O que este estudo mostra de maneira bastante contundente em um modelo animal é que o uso crônico da nicotina durante sete dias de exposição muda basicamente parâmetros muito importantes no cérebro, o que faz com que o animal seja mais vulnerável e sensível aos efeitos da cocaína”.

– Imagens que Inspiram

Cada vez mais estou gostando de “inspirações da natureza”. Gosto de correr contemplando o amanhecer, e nossa privilegiada localização, próxima à Serra do Japi, nos permite belas paisagens.

Quer coisa mais relaxante do que espairecer, esquecer dos problemas, sentir a brisa no rosto e suar um pouco?

As preocupações diárias, de fato, vão embora com o treino e entra em cena a adrenalina, o dopping positivo e natural!

Inspirador, não?

– Efeitos Nocivos da Maconha

E a Holanda passou a considerar maconha um produto prejudicial à saúde.

Alguma novidade? Algo que não sabíamos.

Quer conhecer algo a  mais sobre essa praga?

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/jpamnew/destaques/campanha/index.php?lock=321 (por Izilda Alves)

EFEITOS NOCIVOS DA MACONHA

Holanda, o país que permitia a venda de maconha, muda radicalmente sua política sobre a erva: passa a considerar maconha prejudicial à saúde do usuário, à sociedade holandesa e à própria imagem do governo perante a comunidade internacional. O anúncio está no documento da JIFE( Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes), divulgado ontem em Brasília pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime.

A Holanda informou que pretende reduzir o número de coffee shops autorizados a vender maconha . Também vai tornar mais rigorosa a repressão contra o cultivo e a venda de drogas nas ruas do país.
“No documento , o governo holandês reconhece que esses coffee shops contribuem para desacreditar as políticas antidrogas do país.” O governo holandês informa também que vai promover campanhas de prevenção e repressão contra o uso de maconha. Irá fortalecer os serviços de tratamento para os dependentes da maconha.

NA CAMPANHA PELA VIDA, CONTRA AS DROGAS, TEMOS EXPLICADO E ALERTADO:

EFEITOS DA MACONHA

Maconha vicia, causando dependência física e psicológica. Contém THC (tetrahidrocanabinol), substância que causa alterações na memória, atenção, concentração e na noção de tempo e espaço. Maconha é dez vezes mais cancerígena que o tabaco.O THC é lipossolúvel, ou seja, solúvel em gordura, podendo ficar até 25 dias no cérebro do usuário. Atualmente, um único baseado pode conter até 40% de THC, a substância da maconha que vicia. . Maconha é apontada como a segunda causa de acidentes de carro com vítimas fatais.

MACONHA CAUSA ESQUIZOFRENIA

Maconha causa esquizofrenia, afirmam o psicoterapeuta Paulo Campos Dias, da Clínica Reviva, e a psiquiatra Lucinda do Rosário Trigo, diretora da Clínica Conviver, voluntárioe de Jovem Pan Pela Vida, Contra as Drogas. Esquizofrenia é uma doença mental grave, sem cura, e caracterizada por idéias delirantes, impressão de estar sob a influência de forças estranhas, por introversão e perda de contato com a realidade. Não tem cura.

O psicoterapeuta Paulo Campos Dias ,autor de pesquisas sobre maconha publicadas no Brasil e na Holanda, alerta:

-A maconha está induzindo pessoas a quadros psiquiátricos graves como a esquizofrenia e a psicoses agudas. Causa também síndrome amotivacional , perda da capacidade de fazer coisa simples. A maconha causa perfusões no cérebro. Lesiona o cérebro, causando perda de neurônios , tornando o cérebro esburacado. Por isso, faz perder a memória recente e provoca apagamentos.

A psiquiatra Lucinda do Rosário Trigo afirma:

-Está comprovado: maconha causaesquizofrenia e outras doenças psiquiátricas graves. Até algum tempo atrás, acreditava-se que a maconha desencadearia quadros psicóticos em pessoas que tivessem predisposição. Hoje, já está se revendo esse conceito e já se acredita que a maconha possa ser causadora de transtornos mentais, particularmente, a esquizofrenia. A maconha ao longo dos anos foi sendo progressivamente modificada geneticamente e o teor de THC, o princípio ativo da maconha foi sendo aumentado. Então, a maconha dos anos 60 que, em geral tinha 0,5% de THC hoje está aumentada em até 20% da taxas de THC, o que equivale que um baseado fumado significaria o mesmo teor de intoxicação de 40 baseados. Isso quer dizer que mesmo que a maconha seja consumida por um curto período de tempo o potencial de causar problemas à personalidade é muito grande.
Esquizofrenia , uma das doenças causadas pela maconha, significa perda da realidade, paranóia, delírios, impressão de estar sob influência de forças estranhas, profundas perturbações afetivas, introversão, e risco de violência para quem convive com o doente. São doenças que mudam totalmente vidas, relata a psiquiatra Lucinda do Rosário Trigo:

-Esses jovens nunca mais vão conseguir estudar, trabalhar, constituir famílias. Passaram a ser um ônus para suas famílias e para a sociedade. Vão precisar de várias internações. E quando estiverem em suas casas irão precisar de acompanhamento por enfermeiros ou parentes o tempo todo e de remédio para o resto de suas vidas. É um grande sofrimento para eles e para suas famílias.

NARGUILÉ ESTÁ SENDO USADO PARA FUMAR MACONHA em SP

Adolescentes estão usando Narguilé para fumar maconha, alerta o psicoterapeuta Paulo Campos Dias. Narguilé é um cachimbo usado por turcos, hindus e persas , composto de forninho, tubo e vaso de água perfumada que o fumo atravessa antes de chegar à boca. Lojas de São Paulo informam ter aumentando a venda pelo interesse de adolescentes e jovens por esses cachimbos. O especialista Paulo Campos Dias explica:

“Esse aparelho está sendo usado para disfarçar o cheiro da maconha . A fumaça passa pela água. Quando a mãe ou o pai entram no quarto, o que está próximo ao Narguilé é um maço de cigarro de cravo, por exemplo. ”

O psicoterapeuta chama a atenção para um fato que pode ser constatado pelos pais: “ O incrível é que apesar do uso ser diário,um único maço do cigarro de cravo, que está bem à vista no quarto, chega a durar dois meses. Se os pais observarem com cuidado, verão que o que está sendo fumado não é esse cigarro e sim a maconha.”

O autor de pesquisas sobre a maconha descreve o aumento do THC no baseados a partir da década de 80. THC é a substância que causa dependência química e física e pode provocar doenças psiquiátricas graves e até irreversíveis:

-em 1983, havia 13,5% de THC em cada baseado

-em 1990, aumentou para 35% em cada baseado

-em 2000, aumentou para 40% de THC em cada baseado

-em 2004, já se constatou 70% de THC em cada baseado

“O óleo de haxixe, que contém até 73% de THC , vem sendo pingado sobre cigarro normal”, alerta Paulo Campos Dias.

“Motivos”, afirma o especialista, “ de maconha já ser considerada droga pesada.”

MACONHA É PROIBIDA NO BRASIL MAS SEU USO ESTÁ BANALIZADO

Maconha é proibida no Brasil. Mas na prática, a realidade é outra. A erva, definida por especialistas, como droga perigosa, que pode causar doenças psiquiátricas graves, está banalizada. Em 29 cidades de São Paulo, constatamos que a maioria dos estudantes têm colegas que fumam baseado. Alunos, professores e policiais destas cidades confirmaram o fato durante apresentações da campanha Jovem Pan Pela Vida, Contra as Drogas, que tem apoio da Lincx-Serviços de Saúde. Nestas cidades, meninas e meninos de 12, 13, 14 anos já fumam maconha nas praças, nas ruas, nas festas ou até mesmo nos banheiros ou nas quadras de escolas. Fato que se repete na capital, em Atibaia, Alphaville, Barueri, Cotia, Diadema, Embu, Guarulhos, Indaiatuba, Itatiba, Itapevi, Itu, Jundiaí, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Morungaba, Osasco,Ribeirão Pires, Rio Claro, Salto, Santo André, São Bernardo do Campo, São Lourenço da Serra, São Roque, São Sebastião e em Taboão da Serra.

MACONHA PODE CAUSAR DERRAME

Maconha aumenta o risco de derrame, revela estudo feito nos Estados Unidos pelo Instituto Nacional Sobre Abuso de Drogas e pelo Instituto Nacional de Saúde. Os resultados indicam que a maconha atrofia vasos sangüíneos. Os pesquisadores alertam no estudo que já há vários casos de derrame entre jovens usuários de maconha. O estudo confirmou também que maconha potencializa o risco de perda de memória.

Os pesquisadores mediram com uma avançada tecnologia de ultra-som a corrente sangüínea no cérebro dos voluntários no início do estudo e após um mês de abstinência. Os valores encontrados revelaram que usuários de maconha apresentam vasos sangüíneos mais estreitos que doentes com pressão alta ou diabetes. A pesquisa constatou que os efeitos nos vasos sanguíneos continuam mesmo após um mês sem fumar maconha.

MACONHA VENDIDA PELA INTERNET

Maconha é livremente vendida pela Internet. Sites em português e em inglês, acessíveis a qualquer internauta no Brasil, vendem vários tipos de sementes, inclusive , a transgênica.
Um site da Holanda, por exemplo, diz, em bom português, que o cliente deve usar seu nome e endereço verdadeiros, “evitando a Caixa Postal”. Os traficantes afirmam que se o interessado der seu nome e endereço corretos, a entrega está garantida por via postal. As sementes da super maconha, por exemplo, são enviadas ao Brasil , em caixa branca, plana e com aviso de prioridade de entrega para o correio brasileiro.

Os sites indicam duas formas de pagamento para a erva e sementes importadas : ou em dinheiro (dólar ou euro) enviado pelo correio no endereço indicado no site ou por ordem de pagamento .
O inciso terceiro do artigo 13 da Lei 6538, de 1978, diz que os Correios não podem aceitar , nem entregar substâncias de uso proibido no País. Mas os Correios alegam que crime é atribuição da Polícia Federal. É necessário ter subsídios da PF para poderem impedir a entrega desse tipo de mercadoria. “Os Correios entregam mercadorias boas ou ruins”, alega a assessoria da estatal.

PAIS ATENTOS À CORRESPONDÊNCIA DOS FILHOS—Mais uma vez, a sociedade tem que se defender sozinha. Cabe aos pais ficarem atentos às correspondências internacionais recebidas por seus filhos , porque podem conter drogas. As atenções devem se voltar especialmente para remessas vindas da Europa e da América do Norte, destacando-se Canadá e Holanda. Nesses países, há sites especializados na venda de sementes de maconha e da própria erva pelo correio. Sites que são acessíveis a qualquer internauta brasileiro e podem levar mais jovens ao mundo das drogas, de onde poucos escapam.

– Dia Mundial Sem Tabaco

Desestimula-se o cigarro, libera-se a maconha?

São coisas assim que tornam o país incompreensível. Quanta publicidade para evitar o uso do fumo, recursos diversos gastos em campanhas antitabagistas, mobilização de alguns segmentos para acabar com o cigarro, lei antifumo, e, contraditoriamente, se discute a descriminalização da maconha, com claro e lógico aumento do consumo.

Quer dizer que deixamos o cara se intoxicar, gastamos com ele para se recuperar e abandonar o vício e depois fazemos movimento contra o uso?

Totalmente contraditório…

Se você nunca usou drogas ilícitas, nem experimente.

Se você nunca fumou, idem.

O maldito cigarro matou o meu avô.

– Descriminalização das Drogas: Beber não pode, mas Maconha pode?

Incoerências de um país: no momento em que o cerco contra o alcoolismo e contra a venda desregrada de bebidas está no auge, cresce o movimento para a descriminalização do uso da maconha.

Se o motorista beber, é pego pelo bafômetro. Mas se fumar a erva maldita, tudo bem.

Fora o incentivo ao fumo da droga. Mães e pais de viciados que digam sobre o desespero que vivem.

– Prazer de Running na Madrugada!

Sou workaholic confesso. E, menos do que gostaria, durmo pouco.

Como acordo cedo, um dos prazeres tem sido correr na madrugada. Exercito o corpo, desestresso a mente, relaxo e converso com Deus na solidão do meio treino.

Mas há outras coisas: assim como eu, muitos correm nesse horário alternativo por ter trânsito menos perigoso (àqueles que são adeptos ao pedestrianismo de rua) e para contemplar o alvorecer.

O que dizer em estar suado, se sentindo bem e vendo esse nascer do sol?

Vale a pena se sacrificar um pouco!

– Depressão ou Tristeza?

Interessantíssima a matéria de Kika Salvi na Revista Alfa de Agosto/2011. Na matéria “o Marketing da Depressão”, lembra que ela é a 3ª causa de afastamento no trabalho no país, segundo dados do INSS. E que 10% dos homens estariam em depressão. E ainda que os antidepressivos tiveram um aumento nas vendas de 22% no último ano!

Mas provoca: muitos confundem o “estar triste” com “sofrer de depressão”. Alguns contestam, mas…

E aí, tristeza é a mesma coisa que depressão? Quer filosofar sobre isso? Deixe sua mensagem:

– Pílula Contra a Aids: Vitória Caríssima da Ciência

Uma vitória parcial da ciência: por R$ 14 mil dólares/ ano, você já pode se prevenir contra a AIDS. Mas não é a tão sonhada vacina, são pílulas preventivas.

Caro, não?

É mais fácil se prevenir através do sexo seguro: aos casais, mantendo a fidelidade. Sai muito mais barato…

Abaixo, extraído de: http://is.gd/jkbJH5

ESPECIALISTAS DOS EUA APROVAM PÍLULAS PREVENTIVAS CONTRA A AIDS

Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram nesta quinta-feira a adoção da droga Truvada como a primeira pílula preventiva contra a Aids.

O Comitê de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, aprovou por 19 votos contra 3 a prescrição do Truvada para homens homossexuais HIV-negativos, e por 19 votos a 2 (uma abstenção) receitar a droga para cônjuges não infectados cujos parceiros têm Aids.

O Truvada atualmente está disponível como tratamento para soropositivos em combinação com outras drogas antirretrovirais e a FDA o aprovou em 2004. A fabricante de medicamentos Gilead Sciences Inc., da Califórnia, apresentou uma solicitação para poder comercializá-lo com objetivos de prevenção.

Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga, fabricada pela Gilead Sciences, ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%.

Mas críticos observam que a pílula é cara – custa até US$ 14 mil ao ano – e outros alertam que o teste clínico não representa as circunstâncias do mundo real e poderia provocar um aumento na prática de sexo sem proteção e em uma retomada nos casos de Aids.

Os dados usados provêm principalmente do Estudo de Prevenção do HIV iPrEx, pesquisa realizada entre julho de 2007 e dezembro de 2009 em seis países: Brasil, Equador, Peru, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos.

O estudo foi realizado com 2.499 homens homossexuais, inclusive 29 transexuais, com idades entre 18 e 67 anos, sexualmente ativos, mas não infectados com o vírus causador da Aids.

Os participantes foram selecionados ao acaso para tomar uma dose diária de Truvada – combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 milligramas de tenofovir disoproxil fumaratoo – ou um placebo.

Aqueles que tomaram o novo medicamento com regularidade tiveram uma incidência quase 73% menor de infecções. Em todo o estudo, incluindo aqueles que não fizeram um uso tão seguido do Truvada, houve 44% menos infecções do que entre aqueles que tomaram o placebo.

O método de ingestão do medicamento antes da potencial exposição ao HIV é denominado profilaxia pré-exposição (PrEP).

Depois da publicação do estudo no periódico New England Journal of Medicine, alguns especialistas saudaram os resultados, denominando-os de uma virada de mesa e a primeira demonstração de que um medicamento oral já aprovado poderia reduzir a probabilidade de infecções por HIV.

No entanto, outros alertaram para os riscos de se depender nas pessoas – particularmente naquelas que já tiveram comportamentos de risco – em ingerir uma pílula diária.

“Poderá haver um aumento do risco para os homens que, acreditando falsamente estar 100% protegidos, parassem de usar preservativos. Uma redução no uso do preservativo significaria um risco maior de transmissão e disseminação de um vírus resistente a medicamentos”, alertou em um comunicado a Aids Healthcare Foundation.

“Os 44% que se beneficiaram do Truvada no estudo iPrex foram aconselhados mensalmente e fizeram exames frequentes para detectar infecções sexuais, algo que não é verossímil no mundo real”, acrescentou.

Os homens homossexuais representam mais da metade dos 56 mil novos casos de HIV nos Estados Unidos, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.

Uma análise do custo e benefício, realizada no mês passado por especialistas da Universidade de Standford, sugeriu que o medicamento seria financeiramente viável entre homens gays com cinco parceiros ou mais ao ano, mas seria proibitivamente caro se promovido para todos os homossexuais masculinos.

– Fumantes Uruguaios & Phillips Morris

A briga é boa: o Uruguai quer que os maços de cigarro estampem 80% de imagens sobre suas ações danosas, entre elas: recém-nascido deformado, câncer bucal e deficiente pulmonar em estado terminal. Aqui no Brasil isso já ocorre, mas não na mesma proporção.

 

A Phillip Morris, líder de vendas de cigarro no nosso país vizinho, entrou na Justiça contra o governo alegando que isso é censura às suas logomarcas, que não seriam facilmente reconhecidas.

 

Uruguai alega que está se esforçando em combater o vício do cigarro e consequentemente seus males.

 

Um dado interessante: o PIB uruguaio é de 44 bilhões de dólares. O valor de mercado da Phillip Morris é de 108 bi!

Quem leva a melhor e o que você pensa disso? Deixe seu comentário:

– Cresce a Venda de Remédios “Pirateados” no Brasil:

Além de crime contra a economia, a venda de remédios pirateados deveria ser considerada homicídio. É covardia o doente crer no medicamento, pagar caro por ele, e ainda ser enganado. No Brasil, a venda de remédios piratas cresce cada vez mais, com anuência das pequenas farmácias, sendo encontrados até em camelôs!

Extraído de: http://www.jt.com.br/editorias/2009/09/08/ger-1.94.4.20090908.1.1.xml

VENDA DE REMÉDIO PIRATA CRESCE E CHEGA À FARMÁCIA

Polícia Federal e Anvisa apreenderam 316 toneladas de medicamentos ilegais no primeiro semestre, um recorde. Conselho de Farmácia abre processos éticos contra profissionais da área. Crimes ocorrem em pequenos comércios

ELVIS PEREIRA, elvis.pereira@grupoestado.com.br

Os remédios piratas, encontrados em camelôs, feiras e na internet, chegaram às prateleiras das pequenas farmácias, fato que ajudou o Brasil a quebrar, no primeiro semestre, o recorde de apreensões de medicamentos falsos. De janeiro a junho, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal recolheram 316 toneladas de medicamentos piratas, maior número já registrado no País. No mesmo período de 2008, foram 45,5 t.

Além do aumento ser atribuído ao reforço na fiscalização, com o crescimento de ações na fronteira e contra laboratórios ilegais, a Anvisa e o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, ligado ao Ministério da Justiça, confirmam que o comércio de medicamentos piratas ganhou corpo ampliando a abrangência para farmácias, principalmente as pequenas.

Segundo o secretário executivo do Ministério da Justiça e presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Luiz Paulo Barreto, algumas drogarias passaram a oferecê-los em resposta à forte competição dos ilegais.

Para o chefe de Inteligência da Anvisa, Adilson Bezerra, com essa mudança nos pontos de venda dos medicamentos piratas, tornou-se mais difícil ainda eliminar o comércio desses produtos.

O Conselho Regional de Farmácia do Estado (CRF-SP), que participou de blitze da Polícia Federal neste ano, afirma que já abriu processos éticos contra farmacêuticos flagrados vendendo remédios piratas. “Percebemos que são estabelecimentos pequenos, alguns até sem alvará de funcionamento. O consumidor tem de procurar comprar sempre em estabelecimentos idôneos”, diz Marcelo Polacow, vice-presidente do CRF.

Antes de chegarem às farmácias, os piratas eram – e ainda são – muito encontrados nas mãos de camelôs ou feirantes e também na internet, o que dificulta a ação policial. “Quando a gente vai ver, o site está hospedado em Miami, no Paraguai, na Bolívia. E não tem como punir esses responsáveis”, explica Luiz Paulo Barreto.

Além de representar um problema de saúde pública, o comércio ilegal tornou-se uma questão de segurança. “Em cada dez apreensões de armas e drogas, duas têm medicamentos falsificados”, afirma Adilson Bezerra.

Passamos a ter quadrilhas que começaram a ver neste tipo de crime uma possibilidade de lucro excessivo.”

Os remédios piratas – definição que engloba os produzidos sem permissão da vigilância sanitária, os contrabandeados e os falsificados – garantem altos ganhos em decorrência do baixo custo de produção, transporte e distribuição.

Para fabricá-los, geralmente basta farinha, uma prensa e embalagens. Prontos, eles são transportados pelos mesmos canais nos quais circulam outros artigos de origem ilícita, como CDs e DVDs.

Ao chegarem aos grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio, são armazenados em depósitos. Mais tarde, vão parar nas mãos de quem quiser vendê-los.

Os medicamentos trazidos do exterior entram principalmente pela fronteira com o Paraguai. “As pessoas fazem o transbordo utilizando pequenas embarcações no Lago Itaipu (divisa com o Paraná) e descarregam no lado brasileiro”, diz o delegado federal José Moura. “Dali, os remédios são levados a outro local para a montagem das caixas e, depois, são despachados para o resto do País.”

O delegado considera a região da tríplice fronteira a mais preocupante. Outro ponto que necessita reforço é nos portos e aeroportos.

A esperança do setor para vencer os ilegais é a adoção de um sistema de rastreabilidade, que está em fases de teste. O projeto, resultado de uma parceria da Anvisa com a indústria farmacêutica, consiste na impressão de um código especial na embalagem do medicamento. Um mesmo código trará o nome do laboratório, para qual distribuidora ele vendeu seu produto e para qual farmácia a distribuidora o repassou.

“O consumidor poderá em casa ou na própria farmácia, num leitor semelhante àquele dos supermercados, saber a fábrica e os pontos de distribuição e de venda”, afirma Luiz Paulo Barreto.

O gerente de assuntos econômicos da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), Marcelo Liebhardt, acrescentou que a medida permitirá ainda combater o desvio de carga. “Estamos esperando ansiosamente a regulamentação da Anvisa.”

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 10% dos remédios consumidos no mundo não sejam originais. Até 2010, o mercado pirata deverá movimentar US$ 75 bilhões por ano. Colaborou Fábio Mazzitelli

10 a 15 ANOS de cadeia é a pena para quem comercializa remédio pirata no País, crime hediondo

10 por cento dos medicamentos consumidos no mundo não são originais, segundo a OMS

– A Imbecil Brincadeira com Pó de Giz nas Escolas!

Numa pequena cidade gaúcha, os pais têm-se queixado de uma brincadeira perigosa: crianças de 10 anos brincam de “cheirar cocaína” na escola, usando o giz moído para tal travessura.

O teor da brincadeira é assustador. Tremo, só de pensar num filho ousando brincar assim. E com a notícia, outras crianças se encorajaram a imitar os gauchinhos pelo Brasil afora.

Isso é perigoso? Como professor e pai, digo sem titubear: CLARO QUE É!

Mas talvez os pais atentos pensem assim e sejam rotulados de caretas e chatos por muitos! Me estarreceu a ponderação de Rubem Alves, na Folha de São Paulo da última terça-feira, pg 02:

Brincadeira com pó de giz não é um prenúncio de crime

por Rubem Alves

Pais, professores e autoridades ficaram apavorados com uma brincadeira nova: as crianças fazem de conta que pó de giz é cocaína.

O barulho que os adultos estão fazendo é mais nocivo que o pó de giz. Digo isso a partir da minha experiência de menino que brincava com revólver que dava estalo. Mas minha arma de brinquedo não era a profecia de um futuro criminoso.

Argumento a lamentar. Respeito-o, mas discordo. Uma brincadeira desse tipo, por parte de uma criança de 10 anos, é preocupante demais!

– USP promoverá a “Semana do Baseado”

Triste, mas real: alunos da FFLCH (faculdade de filosofia, letras e ciências humanas) da USP promoverão um evento em louvor às drogas, onde fumarão orégano em alusão à maconha. Se chamará “Semana do baseado”, onde se discutirá a liberação de entorpecentes.

Com tanta coisa mais importante a se fazer, com tanto doente viciado em drogas e com tanta família desestruturada por elas, a troco de quê esses maconheiros se acham acima do bem e do mal?

Lamentável.

– Atrasos Médicos rendem Dinheiro e Brindes aos Pacientes?

Os americanos estão levantando a bandeira que deverá chegar ao Brasil: o fim dos atrasos em consultas médicas!

Lá, alguns clientes cobram pela hora de espera a que são submetidos. Outros entram na Justiça. Há médico que distribui lanches e vales para suportar as reclamações.

Se a moda pega…

Extraído de: http://istoevip.terra.com.br/reportagens/156863_UM+BASTA+AO+ATRASO+DO+MEDICO?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

UM BASTA AO ATRASO MÉDICO

Reação às prolongadas esperas nos consultórios obriga os médicos a adotar medidas de compensação pelo tempo perdido

Por Rachel Costa

É uma cena rotineira encontrar o paciente que chegou pontualmente para uma consulta fo­lhean­do revistas na sala de espera, aguardando o médico às vezes por horas. Até nos especialistas mais caros e em países como os EUA não raro a premissa para ser atendido é esperar. Por lá, porém, o tema tem ganhado destaque com a reação de pacientes que, literalmente, estão mandando a conta da espera para o médico. Um dos casos divulgados foi o da consultora Cherie Kerr, 67 anos. Após 45 minutos aguardando seu oftalmologista, ela não teve dúvida: cobrou-lhe US$ 150, prontamente abatidos da conta. “Muitos profissionais não percebem que o paciente perde dinheiro quando tem de esperar pelo atendimento”, disse à ISTOÉ.

Outros médicos americanos também têm se proposto a pagar ou conceder brindes – um vale-presente em uma cafeteria, por exemplo – a quem é prejudicado pela demora. Nos EUA, a média de atraso para uma consulta é de 24 minutos. E a preocupação com o assunto tem ganhado tanta atenção que já há até um aplicativo, o MedWaitTime, que permite ao paciente conferir, pela internet em tempo real, se o médico está cumprindo com os horários ou não (para isso o especialista deve pagar uma taxa mensal e se cadastrar no serviço).
No Brasil não há dados sobre o tempo de espera, mas a demora é comum. “A situação brasileira e a americana são similares”, fala Hugo Campos, membro da Sociedade de Medicina Participativa, órgão internacional de orientação a pacientes. “É importante exigir que o atendimento seja na hora marcada.”

Da parte dos médicos, é possível pinçar algumas iniciativas no País semelhantes às dos EUA. Um exemplo é o cirurgião plástico Alan Landecker, em São Paulo. Por dia, passam pelo seu consultório de 20 a 30 pacientes. “É difícil não acontecer atraso”, diz. A solução de Landecker foi criar um método para minimizar os aborrecimentos. “Se eu percebo que os pacientes terão que esperar mais de 30 minutos, eles são avisados por telefone e podem remarcar para outra data”, explica. Quem já está no consultório ganha um lanche. Quando o atraso supera uma hora, o valor da consulta não é cobrado.

Do outro lado, o paciente se sente valorizado. O piloto Leonardo Gomide, 34 anos, recebeu com surpresa a notícia de que, após uma hora na sala de espera, não pagaria pelo atendimento. “Era minha primeira consulta com o médico”, conta. “A secretária dele me ligou avisando que ia atrasar, mas não desmarquei porque moro em outra cidade.”

É importante ao paciente saber cobrar por seus direitos. Alertar o médico sobre o inconveniente dos atrasos pode ser um primeiro passo. “E, se a demora for excessiva, uma solução pode ser recorrer às vias administrativa e judicial”, orienta Vinícius de Abreu, consultor jurídico da ong Instituto Saúde Legal. O advogado especializado em direitos do consumidor Horácio Conde Ferreira explica que, na Justiça, há três alegações básicas que podem ser usadas. “Pode-se alegar que houve abuso de poder por parte do médico, falta de razoabilidade profissional, por ter marcado consultas com intervalos muito curtos, ou mesmo falta de boa-fé por ter dito que seria possível atender um paciente e não fazê-lo.”

Ao pensar em solução por meio da Justiça, porém, deve pesar o bom-senso. “São raros os médicos que trabalham em tempo integral em uma instituição”, ressalta o médico Fernando Lucchese, diretor do hospital São Francisco de Cardiologia, de Porto Alegre. “Geralmente eles dependem de vários empregos e por isso se atrasam.” Autor do livro “Comunicação Médico-Paciente: um acordo de cooperação”, ele é contra recompensas materiais. “A melhor compensação que o médico pode dar ao paciente é um ótimo atendimento”, opina. Para ele, do mesmo modo que se pede ao profissional jogo de cintura para resolver eventuais problemas na agenda, ao paciente cabe um pouco de compreensão. “Quando ele procura algum órgão fiscalizador para se queixar do médico, é sinal de que a relação se quebrou”, avalia. 

– O Uso Desmedido das Redes Sociais

Você se sente vazio por não acessar a Internet? Fica conectado direto no Facebook, Twitter e Orkut? Gosta de aparecer nas Redes Sociais?

Cuidado: você poder ser viciado na Web! Entre “Influência, Dependência e Narcisismo”

Extraído de: http://is.gd/jjggg7

REDES SOCIAIS: ENTRE INFLUÊNCIA, DEPENDÊNCIA E NARCISISMO

Por Fernando Meixa

Los Angeles (EUA), 1 abr (EFE).- As redes sociais mudaram durante os últimos anos o modo como muitas pessoas se relacionam no dia a dia, e se transformaram não só em ferramentas capazes de dar voz ao cidadão, mas também de acentuar transtornos de personalidade.

Estudos recentes confirmaram a crescente necessidade de muitos usuários de estarem permanentemente conectados para interagir com seus amigos por meio de plataformas como o Facebook, a mais popular das redes sociais ou outros serviços de mensagens através do telefone.

“As redes sociais viciam porque as pessoas querem passar mais tempo nelas para ver como os outros respondem a tudo que é compartilhado pelo usuário”, disse à Agência Efe Brian Solis, analista da empresa de consultoria Altimeter Group.

Desse comportamento é possível reconhecer sintomas comuns em qualquer dependência, como confirmou um experimento feito em 2011 pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, no qual se pediu a mil universitários de 37 países que passassem 24 horas sem internet e outros meios de comunicação.

Após um dia sem contatos na rede, cerca de 20% dos estudantes manifestaram uma síndrome de abstinência tecnológica com sentimentos de “desespero”, “vazio” e “ansiedade”, respostas que se relacionam a uma pesquisa realizada pela empresa tecnológica TeleNav, nos EUA, há menos de um ano.

Mais da metade dos consultados afirmou que preferia ficar sem chocolate, álcool e cafeína durante uma semana do que deixar de usar temporariamente seus telefones.

Campanhas como o Dia Nacional da Desconexão, que comemora nesta segunda-feira nos EUA sua terceira edição, tentam conscientizar os internautas a um uso mais saudável das redes sociais, que podem provocar um narcisismo patológico, anunciou um estudo publicado neste mês na revista “Personality and Individual Differences”.

Após analisar os hábitos no Facebook de quase 300 pessoas entre 18 e 65 anos, os pesquisadores encontraram evidências de dois elementos socialmente prejudiciais próprios do narcisismo, como a ânsia de protagonismo e a vontade de se aproveitar dos outros.

De acordo com os pesquisadores, essas atitudes eram mais perceptíveis nos usuários que tinham mais amigos na rede social, atualizavam sua conta e foto de perfil com mais frequência e reagiam mais agressivamente aos que os criticavam no Facebook.

O peso adquirido pelas redes sociais chegou a um ponto que, segundo a Universidade de Maryland, a forma como as pessoas se relacionam nelas contribui para criar a identidade do usuário frente aos outros e até a ele mesmo, algo que não precisa ser necessariamente negativo.

“Qualquer pessoa tem a oportunidade de se tornar famoso no mundo digital e as companhias e as marcas já perceberam que podem conseguir bons resultados quando se relacionam com gente que conseguiu ter um status na rede”, explicou Solis, autor do recente relatório “The Rise of Digital Influence”.

Nesse trabalho, elaborado como um guia para ajudar as empresas a tirarem proveito das redes sociais, o analista indicou a importância da figura do internauta influente nesse novo entorno virtual.

Um dos exemplos destacados por Solis sobre o poder que as redes sociais dão ao consumidor foi o caso do músico Dave Carroll, cujo violão foi danificado em um voo da United Airlines. A companhia aérea se negou a pagar e o músico protestou no YouTube.

Carroll compôs a música “United Breaks Guitars” (United quebra violões) e lançou três vídeos que tiveram 11 milhões de visitas, o que levou a companhia aérea a aceitar cobrir os custos, apesar de o artista ter afirmado que já não estava mais interessado.

O prejuízo financeiro da imagem da United pelos vídeos de Carroll, segundo o relatório de Solis, representou uma perda de US$ 180 milhões em valor de mercado.EFE

– Lula abrindo o coração a Cláudia Collucci e Mônica Bergamo

Vida e morte; ser medroso; o momento do anúncio do câncer.

Sabe o que são esses assuntos?

Parte da entrevista (a primeira) que o ex-presidente Lula concedeu após o câncer de garganta, à Folha de São Paulo.

Goste ou não do Lula, é inegável que ele é uma figura ímpar da história do país.

– Crianças que sofrem Preconceito por culpa da AIDS

Chegamos a um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre. Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

– Uma Paquita Padecente: Pituxa – Um drama impensável!

No auge do sucesso da apresentadora Xuxa no final dos anos 90, surgiu um grupo de meninas dançarinas chamado de “Paquitas”, que eram as ajudantes do Xou da Xuxa. Uma deles está com 37 anos (como o tempo passa, não?), sofre de esclerose múltipla, está sem dinheiro e luta pela guarda do filho que está com o pai canadense.

Roteiro melodramático assustador, não? Ela é a Pituxa, que foi matéria da Isto É:

Extraído de: http://istoe.com.br/reportagens/194187_UMA+PAQUITA+PEDE+SOCORRO

UMA PAQUITA PEDE SOCORRO

Vítima de esclerose múltipla, ex-auxiliar de Xuxa pede ajuda ao governo para reaver a guarda do filho, que mora no Canadá

Por Juliana Dal Piva

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Louise Wischermann, 37 anos, ficou conhecida como a paquita Pituxa do “Xou da Xuxa”, da Rede Globo, onde trabalhou até 1989 divertindo crianças. O que ela nem sequer pressentia, naquela época, era um futuro no qual fosse impedida de brincar com seu próprio filho. Oliver, 5 anos, é alvo de disputa entre ela e o ex-marido, o canadense Bradley Denton, 38 anos, em processo que corre em Toronto, no Canadá, onde a ex-paquita morou até 2010. Depois de gastar R$ 300 mil com advogados, dos quais R$ 54 mil ainda não foram quitados, ela não tem mais dinheiro para continuar a briga pela guarda. O pai, por outro lado, conseguiu incluir no processo a exigência de um depósito de US$ 50 mil a cada vez que ela trouxer o menino ao Brasil – o valor é devolvido quando o garoto retorna. Louise está de volta ao País por uma questão de sobrevivência. Portadora de esclerose múltipla, doença neurológica que não tem cura, ela necessita de medicação que, no Canadá, custa em torno de R$ 5 mil mensais e, aqui, recebe gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Sem dinheiro, com dívidas e doente, ela apela às autoridades federais. Primeiro, escreveu uma carta pedindo ajuda para a ministra Maria do Rosário, da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, mas não obteve resposta. Na semana passada, enviou outra ao diretor do Departamento Internacional da Procuradoria-Geral da União, Boni de Moraes Soares. 
Depois quee deixou o programa de Xuxa, Louise seguiu carreira de modelo e atriz em diversos países, até que se casou com Denton em 1998 e se fixou no Canadá. A esclerose múltipla foi diagnosticada semanas antes de ela descobrir a gravidez. Oliver nasceu em 2006 no Rio de Janeiro, onde mãe e filho ficaram por seis meses para que ela tivesse o apoio da família nos primeiros cuidados com o bebê e no início de seu tratamento contra a doença. Ainda naquele ano, os dois retornaram ao Canadá para viver com Denton, mas o casal se separou um ano depois. A guarda compartilhada de Oliver foi mantida em acordo informal e Louise viajou com o filho para o Brasil sete vezes. Quando o menino estava com 2 anos e meio, tudo mudou. “Depois disso, ele não permitiu mais, justamente para que se criasse o vínculo de Oliver com o Canadá, já que era brasileiro”, disse a mãe. O que desespera a ex-paquita é saber que não pode mais morar fora de seu país por causa da doença. “Agora está controlada. Mas, para que os surtos não ocorram, eu necessito do apoio da minha família, que vive aqui, além das medicações que são fornecidas gratuitamente.”

Desde o início do processo em 2010 e até a definição da guarda, ficou decidido que Oliver continuará morando com o pai. Um psicólogo escolhido pela Justiça para avaliar o caso pediu que o garoto tivesse aulas de português para não esquecer a língua pátria da mãe. “Eu arranjei uma escola com coleguinhas brasileiros, mas o pai não permite que ele vá”, lamentou. “Preciso do apoio do governo brasileiro porque estou à mercê da boa vontade da Justiça canadense.” Oliver esteve no Rio de Janeiro pela última vez entre dezembro e janeiro. Louise ainda derrama lágrimas ao lembrar da despedida. “Viu, filho, que vida boa você tem! Passou um mês com a mamãe aqui e agora vai esquiar com o papai no Canadá”, disse ao menino, no aeroporto. Depois, desabou. “Nunca vou chorar na frente do meu filho”, disse. As próximas férias do garoto serão em junho, mas ela não tem condições de levantar os US$ 50 mil para o depósito exigido pelo pai. “Ele diz ter tanto medo que eu sequestre o menino e quem acaba refém é o Oliver. Essa quantia é absurda.” Procurado por ISTOÉ, Denton não retornou os contatos.

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(Louise é a penúltima)

– A Foto de Chávez é Constrangedora!

E o Hugo Chávez, indo ao Aeroporto de Caracas para embarcar a Cuba?

Na Folha de São Paulo de hoje, há uma foto de um cortejo de flores e papel picado, onde uma imagem de Jesus está junto dele. Chávez aparece na imagem como um Messias! Impressionante o que faz a demagogia…

– O Falecimento de Eliana Tranchesi

Há certas coisas que não escolhem idade, sexo ou renda. Eliana Tranchesi, a empresária e socialyte conhecida como “dona da Daslu”, famosa boutique de luxo e envolvida em recente episódio polêmico culminando em prisão por importações ilegais, faleceu vítima de câncer de pulmão. Ela estava internada há tempos no Hospital Albert Einstein (um dos melhores do Brasil), e era paciente do Dr Sérgio Daniel Simon (o melhor na área).

Por mais recursos financeiros que se possa ter, a cura do câncer é um grande desafio. Prevenção e hábitos saudáveis são as melhores práticas. O dinheiro e a boa disposição podem prolongar a vida do paciente (vide José Alencar), mas ainda assim não são suficientes muitos casos.

Extraído de: http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201202240616_TRR_80898251

MORRE EM SÃO PAULO ELIANA TRANCHESI

De acordo com a assessoria de imprensa do hospital Albert Einstein, morreu no início da madrugada desta sexta-feira, em São Paulo, Eliana Piva de Albuquerque Tranchesi, 55 anos, herdeira da butique de luxo Villa Daslu. Ela lutava contra um câncer de pulmão desde 2006.

Segundo as primeiras informações, o velório acontecerá no hospital até às 12h desta sexta e o enterro está marcado para às 15h, no cemitério do Morumbi.

A empresária esteve no comando da Villa Daslu por vários anos. Fundada por Lucia Piva, mãe de Eliana, a butique multimarcas foi uma das pioneiras no mercado de luxo brasileiro. Responsável por trazer para o País lojas do porte de Dolce & Gabbana, Giorgio Armani, Louis Vuitton, Christian Dior, Prada, Chanel, Burberry, Salvatore Ferragamo, Gucci, Fendi, Chloé, Cacharel, Yves Saint Laurent, Goyard, Tom Ford e Tods.

Eliana Tranchesi foi presa pela Polícia Federal em 26 de março de 2009 após a condenação a 94 anos de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, contrabando e falsificação de documentos, descobertos na Operação Narciso, deflagrada em 2005. No entanto, a empresária deixou a Penitenciária Feminina de São Paulo um dia após sua prisão graças a um habeas-corpus concedido pela Justiça Federal.

– Nozes contra o Câncer de Mama

Olha que boa notícia: a vitamina E com ômega 3, encontradas nas nozes, podem reduzir a chance de desenvolver câncer de mama!

Viva a natureza por tanta generosidade:

Extraído de: http://saude.abril.com.br/edicoes/0345/nutricao/nozes-cancer-mama-655385.shtml

NOZES CONTRA O CÂNCER DE MAMA

Pesquisa revela que elas são capazes de prevenir e combater tumores, até mesmo em estágio mais avançado

por Caroline Randmer

Comum em receitas natalinas, esse fruto oleaginoso tem potencial para marcar presença o ano inteiro nas mesas brasileiras. Seus nutrientes — gorduras boas, caso do ômega- 3, aminoácidos e algumas vitaminas, como a E — são responsáveis por benefícios como o controle da pressão arterial, a redução da taxa do colesterol ruim, o LDL, e até a cicatrização. Agora, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Marshall, nos Estados Unidos, comprovaram que uma nova benesse deve ser acrescentada a essa lista: a prevenção do câncer de mama, tipo mais frequente entre as mulheres.
O trabalho foi realizado com dois grupos de roedores. Um deles recebeu o que, para nós, equivaleria a 56 gramas — inclusive durante a gestação, através da alimentação da mãe — e o outro nem uma lasca sequer de nozes. Para os que tiveram os pratos salpicados com o alimento, o risco de desenvolver a doença caiu pela metade. E mais: os especialistas verificaram que, entre os que apresentaram esse câncer, o número e o tamanho dos tumores eram menores. Até mesmo a inclusão da oleaginosa na dieta após o diagnóstico da doença se mostrou uma estratégia bem-sucedida: as nozes brecaram a velocidade do crescimento do aglomerado de células malignas.

É possível que a vitamina E atue junto com o ômega-3 de sua composição, dificultando o desenvolvimento do problema”, sugere Elaine Hardman, a bioquímica que assina a pesquisa. “Já a suplementação do ácido graxo, sozinho, não proporcionou o mesmo efeito”, ela vai logo esclarecendo. Isso talvez porque só quando combinadas essas substâncias auxiliem pra valer a manter as células saudáveis.
Mas há um porém. A quantidade sugerida no estudo — 14 unidades diárias — está acima da que geralmente é recomendada pelos nutricionistas — de seis a dez nozes apenas por dia. Ora, a noz pesa na balança no quesito calorias e, em excesso, suas gorduras poli-insaturadas podem chegar até a diminuir as taxas do colesterol bom, o HDL. Apesar disso, a autora afirma que estudos realizados com a mesma quantidade não adicionaram quilos a mais à silhueta ou outras complicações. Será?

Para driblar essa questão de peso, existe uma tática: “As porções de nozes devem ser bem distribuídas ao longo do dia”, aconselha Gilberto Simeone Henriques, coordenador do curso de nutrição da Universidade Federal de Minas Gerais. Simeone, aliás, acredita que outras oleaginosas, como amêndoas ou avelãs, possam se comportar de maneira semelhante à das nozes na prevenção de tumores de mama. Ele, no entanto, aconselha evitar qualquer uma delas à noite: “As gorduras, por exigirem mais trabalho para serem absorvidas, deixam o sistema digestivo muito lento”. Daí, para quem logo se deita, uma indigestão pode dar as caras. Portanto, mulheres, caprichem nas nozes antes do anoitecer e protejam suas mamas. 

– A Sedução das Drogas leva Whitney Houston

Uma pena. O elenco e repertório de artistas que estão em outro plano, vitimados por drogas, aumentou. Depois de tantos outros cantores nacionais e internacionais, Whitney Houston se soma a esta lista.

Na década de 90, a trilha sonora de “O Guarda Costa”, com Kevin Costern, foi um sucesso absoluto. Mas a maldita sedução das drogas é traiçoeira, e parece que a classe das celebridades, por motivos peculiares, é cada vez mais vitimada. Whitney é apenas mais uma.

Com tudo isso, ainda há idiotas que fazem alusão ao uso de entorpecentes. Triste e imbecil, não?

– Dia do Enfermo!

Hoje é um dia de simbolismo forte: dia do enfermo, de se preocupar com os doentes, do corpo, da alma e da mente. Nele, somos convidados a refletir como amparamos os mais necessitados.

Se nós já temos alguma dificuldade em conseguir serviço médico de boa qualidade, mesmo pagando, devemos nos solidarizar com aqueles que não tem assistência médica nem recursos, os que vagam pelos leitos e sofrem com a falta de serviço médico público.

Visitar e auxiliar os doentes, não nos esqueçamos, é um ato de caridade!

– Quimioterapia: Adeus, Calvície!

Convivi por muito tempo com pessoas queridas que sofreram demais com os efeitos quimioterápicos.

Um deles pode estar sendo resolvido: a queda de cabelo!

Esse, cujo efeito é mais psicológico e social, pode ser evitado segundo pesquisas com uma nova touca refrigeradora, desenvolvida a partir de pacientes que se submeteram a testes.

Abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110127/not_imp671614,0.php

TOUCA BARRA EFEITO DE QUIMIOTERAPIA

Peça resfria o couro cabeludo a 5°C e evita queda de cabelo que costuma acompanhar tratamento quimioterápico para câncer

Melissa Lisbon se preparou para as náuseas e as dores ósseas associadas à quimioterapia após ser diagnosticada com um câncer de mama. Mas a possível perda de seus longos cabelos loiros também a deixaram ansiosa.

Embora os efeitos colaterais da terapia possam ser suportados privadamente, a perda de cabelo seria um choque para o seu ego e um sinal visível de que ela é vítima de câncer, disse Melissa, de San José, Califórnia. Agora, ela está entre as 20 pacientes que estão testando uma touca de gel de silicone que parece um capacete, fabricada pela empresa sueca Dignitana AB, que projetou o resfriamento do couro cabeludo para manter os cabelos intactos.

“Tive pacientes que demoraram para decidir pela quimioterapia porque estavam preocupadas com a perda de seus cabelos”, disse Hope Rugo, médica da Universidade da Califórnia, em San Francisco. “O impacto psicológico da perda de cabelo e o efeito na vida profissional são significativos.”

Mais de 60% das 54 mil mulheres do país com tumores de mama em estágio inicial sofrerão perda de cabelo decorrente de quimioterapia, disse Jennifer Obel, oncologista da Northshore University HealthSystem em Evanston, Illinois. No total, cerca de 900 mil pacientes de câncer foram submetidas a quimioterapia em 2010, segundo a Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Washington.

Embora as pacientes que usaram as toucas de resfriamento do couro cabeludo no estudo da Universidade da Califórnia em San Francisco tenham conservado a maior parte ou todo seu cabelo, Hope disse que mais pesquisas serão necessárias para avaliar a segurança e utilidade do método.

O dispositivo da Dignitana esfria o couro cabeludo a 5°C. Uma preocupação é a de que, embora isso possa evitar que os efeitos venenosos da quimioterapia atinjam as raízes dos cabelos, também pode permitir que células cancerosas desgarradas permaneçam no couro cabeludo.

Outros problemas relatados são o fato de que algumas pacientes não conseguem tolerar as toucas frias, enquanto outras se queixam de dores de cabeça.

Melissa disse que ela conservou seu cabelo após nove semanas de quimioterapia. A touca, usada somente durante a terapia da droga, “ofereceu a opção de manter em caráter privado o fato de estar passando por um tratamento de câncer agressivo”.

Se o estudo da Universidade da Califórnia for bem-sucedido, a companhia iniciará um estudo com cem pacientes neste ano, disse o presidente executivo da Dignitana, Martin Waleij, cuja empresa está baseada em Lund, Suécia. Waleij disse que a empresa espera receber aprovação das autoridades sanitárias americanas no segundo semestre de 2012. O produto, chamado DigniCap, é vendido na Europa, tendo gerado uma receita de US$ 1 milhão em 2010, a maior parte na Dinamarca, Noruega e Suécia. / TRADUÇÃO DE CELSO M. PACIORNIK

– Boateng: Craque contundido por… Excesso de Sexo

O ganês do Milan, Boateng, não se consegue firmar na equipe rossonera. Sempre se contunde nas mais diversas localidades do corpo, desfalcando seu time no Campeonato Italiano de Futebol.

Os motivos de tantas lesões foram explicados pela namorada do atleta, Melissa Satta (ex-namorada de Vieri e de Totti, ambos jogadores do cálcio), ao site Sport Total:

Acredito que a razão para ele estar sempre machucado é que fazemos sexo de sete a dez vezes por semana

A moça se valorizou, não?

Repararam que o jogador realmente anda meio acabadão, cabisbaixo… Gemada é bom para essas ocasiões!

Brincadeiras a parte, Boateng certamente está tendo um grande prejuízo na carreira, já que só tem 24 anos e perde uma grande chance de se firmar no time.

– Sucesso se Livrando das Drogas

Para quem não leu a entrevista de Robert Downey Jr, o ator de Homem de Ferro e Sherlock Holmes, perdeu uma boa leitura. Há 10 anos, estava falido e consumido pelas drogas. Ao tentar uma vida saudável, recuperou tudo o que perdeu! E aconselha Mel Gibson, vítima de alcoolismo, a fazer o mesmo.

Uma frase me chamou a atenção:

Como é bom estar limpo”.

Ótimo, não?

– Samu no Medeiros

A sede do “Socorro Médico”, o SAMU de Jundiaí, é no bairro da Ponte São João. Se você estiver em qualquer ponto da cidade e ligar para o Serviço, sairá uma viatura de lá, próximo do Multi Modas Center.

A boa notícia é que teremos SAMU no Bairro Medeiros. A “filial” será próximo ao batalhão da PM, na Avenida Reynaldo Porcari, 2597.

Enfim uma boa notícia aos moradores do Medeiros, Sarapiranga, Jardim Carolina, Ermida, Eloy Chaves…

– Duas Opiniões sobre um Único Menisco

Estou com uma ruptura no Menisco há 50 dias. Por gostar de segundas-opiniões, fui a dois renomados especialistas. Um NÃO QUER que eu opere, outro EXIGE que eu opere.

Uma terceira opinião? Já fui (e custou muito caro, como médico particular cobra alto). Para ele, no meu caso, há 2 possibilidades… entende? Durma-se com um barulho desse…

Sabe o que mais? NINGUÉM quer atender pela Unimed. Incrível. Um danado de um médico só atende 1 dia por mês, cinco consultas pelo Plano de Saúde. Se é assim, por que é credenciado?