– Temos o que merecemos, ou… nada disso? Para refletir:

Merecimento ou Permissão?

Abaixo:

– Um bom lembrete: você não é definido pelo seu passado.

Uma boa dica para nos atentarmos:

– O tempo nos é raro.

O tempo é sagrado para todos nós, não?

Somos reféns dele. O usemos com sabedoria.

– Seja quem dê as flores!

Dica da Noite: não espere ganhar flores. As dê!

Não seja como aquele que você não concorda. Faça a sua parte!

Uma mensagem: 

– Qualquer que seja a sua tarefa… capriche!

Fazer bem feito algo, é uma necessidade. Não importa se é simples ou complexo, mas sim a presteza!

Uma mensagem:

– Não hesite em fazer o certo!

Faça sempre o correto!

O que é errado, sempre será errado…

Na imagem:

– Adianta explicar, se a pessoa não quer entender?

Muitas vezes, as pessoas propositalmente não entendem alguma situação. Não querem entender, teimam ou debocham.

Tal imagem, abaixo, é perfeita:

– Pra hoje: cuidemo-nos!

Que mensagem próspera:

– Aprendamos:

Uma belíssima reflexão:

– Que ninguém impeça as suas realizações!

Por que nos limitamos ao outro? Ou nos deixamos impedir? Ou ainda paramos naquilo que não conseguimos, nos “auto-travando”?

Sejamos sábios e resilientes. Uma mensagem propícia, abaixo:

– Você se valoriza?

Quantas vezes ficamos travados em algo e não vivemos?

Pior: ao invés de tocar a vida, preferimos sofrer com o passado.

Reflita nessa bacana mensagem, abaixo:

– A resiliência se faz necessária.

E quantas vezes essa analogia não é vista na vida real?

Faça sempre o que for correto, mesmo que custe caro. Abaixo:

Imagem extraída de Eli Ângelo:

– Courage Quote By Clare Bell: “Real courage is…”

At least, that’s what Clare Bell thinks. How about you?

Continua no original Courage Quote By Clare Bell: “Real courage is…”

– Mistakes Quote By Patrick Reinken: “Our lives are…”

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Original em: Mistakes Quote By Patrick Reinken: “Our lives are…”

– Contagiar coragem é fácil, mas esconder os medos…

Eu acho pertinente essa frase: todos nós sentimos temores, mas não o dividamos para “contaminar” alguém. Entretanto, quanto aos nossos desafios vencidos e coragem para lutar, saibamos reparti-los!

Lógico, isso não significa que nossos medos não devam ser tratados.

Abaixo:

– Sabedoria:

Concordo com Sócrates:

– A busca da coerência:

Gostei dessa analogia sobre elegância e coerência.

Abaixo:

– Sê humilde.

Que ninguém julgue o seu semelhante; ao contrário, se corrija sempre que necessário.

Reflita: o que você precisa mudar?

– Pra semana: esforce-se!

Siga o conselho de hoje:

– Ver os defeitos e as virtudes.

Li e gostei:

“O melhor meio de perder um defeito é você olhar para ele. O melhor meio de perder uma qualidade é também você ficar olhando para ela” (Plínio Corrêa de Oliveira).

Extirpemos as coisas ruins e não nos vangloriemos do correto que fazemos! Cuidado com a vaidade…

O que são qualidades e defeitos? O que os definem? Você sabe quais são os seus? - HiperCultura

Imagem extraída de: https://www.hipercultura.com/o-que-sao-qualidades-e-defeitos/

– Quais valores você mais valoriza?

Ao ver esse quadro, fico pensando: o quanto nós nos envolvemos, enquanto cidadãos, para uma sociedade melhor?

Escolha e pense sobre algumas virtudes e/ou comportamentos abaixo:

– Ensinar e Aprender.

Original em:

Sim!!

– Lembre-se de TODOS os momentos!

Ouvi isso na homilia do saudoso Pe Celso, na Paróquia São João Bosco, e registrei para nunca esquecer:

“Em todo momento ruim, lembre-se dos momentos bons. E em todos os bons momentos, lembre-se dos ruins”.

Perfeito. É assim que devemos agir: não nos esquecermos que os momentos ruins passam, e na bonança, lembrar de valorizá-los. Isso é buscar o equilíbrio, manter-se longe de euforias passageiras e estar comprometido com a realidade.

Coloque Deus no centro da sua vida - Fé em Deus

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

IN ENGLISH –

I heard this in the homily of the late Father Celso, at São João Bosco Parish, and I wrote it down so I would never forget it:

“In every bad moment, remember the good moments. And in all the good moments, remember the bad ones.”

Perfect. This is how we should act: by not forgetting that the bad moments pass, and in good times, remembering to value them. This is seeking balance, staying away from fleeting euphoria, and being committed to reality.

– Pra hoje: não ceda ao erro alheio.

Um sábio conselho:

– Inteligência Artificial ou Natural: qual preocupa mais?

E qual é a sua maior preocupação: com as máquinas ou com as pessoas?

Tô com esse pessoal:

– Your Life is Your Message.

We all have the opportunity to go beyond “walking our talk” and living our life with meaning and purpose.
It is up to us to choose what matters and …

Continua em: Your Life is Your Message

– Mistakes Quote By Amit Kalantri: “Our mistakes and…”

Original em:

Mistakes Quote By Amit Kalantri: “Our mistakes and…”

– Pra hoje: Na Contramão do Mundo:

E não tem razão essa mensagem?

Precisamos andar na correção. Sempre!

Abaixo:

– Qual a sua direção?

Indiscutível verdade, na imagem:

– Contra o fanatismo… a inteligência!

Como discordar dessa verdade?

Nada de fanatismo – seja qual for a natureza dele. Sejamos sóbrios!

Uma mensagem:

– Freedom Quote By Suzy Kassem: “Endangering human life…”

Original em:

Freedom Quote By Suzy Kassem: “Endangering human life…”

– REPOST: E se a Inteligência Artificial fosse incorporada para as decisões da Justiça?

Há 6 anos, mas atual:

Até onde as máquinas substituirão os homens?

Leio a respeito dos computadores ajudando na tomada de decisões nos EUA. Mas e a qualidade e a sensibilidade dos dados? Como / quando podem ser interpretados corretamente?

Uma ótima discussão e subsídio pra o debate, extraídos de: https://epoca.globo.com/guilherme-amado/a-sociedade-nao-pode-ficar-escrava-de-maquinas-diz-especialista-em-uso-de-inteligencia-artificial-no-judiciario-24304579

A SOCIEDADE NÃO PODE FICAR ESCRAVA DAS MÁQUINAS

Joshua Walker fundou a primeira empresa a organizar a base de processos dos EUA

Além de recomendar sua próxima música ou série, a inteligência artificial também tem chegado aos tribunais, com a promessa de dar suporte a todos os lados: juízes, advogados, promotores, réus e vítimas.

Joshua Walker é um dos fundadores do Codex, centro da Universidade de Stanford especializado no tema, e da Lex Machina, a primeira empresa a organizar a base de processos judiciais dos Estados Unidos.

“Milhões de páginas podem se transformar em dezenas. Um acordo de compliance pode ser revisado oito vezes mais rápido com a ajuda de bases de dados”, afirmou, emendando que a palavra final deve ficar sempre com o ser humano, especialmente em processos que demandam sensibilidade e têm implicações graves.

“É o ser humano que deve decidir, no fim do dia. A sociedade não pode ficar escrava de máquinas. E é preciso transparência. Às vezes, um cientista de inteligência artificial pode não saber por que uma decisão foi tomada”, afirmou

Walker viria ao Brasil na semana que vem para debater o tema em São Paulo, na Fundação Getúlio Vargas, e no Rio, no escritório MJ Alves e Burle. A visita foi adiada por causa do coronavírus.

Leia a entrevista.

As máquinas vão tomar conta da Justiça?

Existe esse temor, mas isso não vai acontecer. Mesmo se pudéssemos chegar perto disso e ficar bons nisso, não iríamos querer isso. Não é possível nem desejável ter o sistema de Justiça feito só por máquinas. Quando alguém diz “inteligência artificial”, você deve pensar em “dados”. Assim, faz muito mais sentido. O uso de dados tem um impacto enorme no mundo todo, em diferentes contextos. Com inteligência artificial, temos um processamento de dados muito mais rápido. Mas o fator humano é essencial, principalmente na Justiça.

Bases de dados podem ajudar a desafogar uma Justiça lenta como a brasileira?

Sim. Essas reclamações não são só no Brasil, mas globais. Se você tem uma fábrica e não sabe quanta matéria-prima entra e quanto produto sai ao fim de cada dia, é uma loucura. Você precisa dessas informações. E a Justiça é muito mais importante e complicada do que isso. Juízes americanos usam a inteligência artificial para entender como um assunto tende a ser interpretado nos tribunais, qual sua jurisprudência. Isso não significa que os dados vão tomar a decisão no lugar dele. Em um caso sobre semicondutores, um assunto extremamente técnico, poderá te ajudar muito ter alguma ideia de como esse padrão funcionou em outras cortes. Há um ganho de efetividade. Outra informação possível é na análise de atuação de advogados e testemunhas em outros processos. Se os juízes podem ser ajudados por dados para casos mais burocráticos, como os comerciais, podem ter mais tempo para analisar casos criminais ou constitucionais. É uma economia de tempo.

Os cidadãos devem ter o direito de saber como uma base de dados foi usada para ser classificado em um banco, ou ter um caso julgado? Como fica a transparência?

Sim, esse é um ótimo ponto. Às vezes, um cientista de inteligência artificial pode não saber por que uma decisão foi tomada. E pode ser algo de vida ou morte. Temos de saber o porquê. Outros sistemas podem fazer a checagem. Mas você não deveria usar inteligência artificial para tomar uma decisão de vida ou morte. Tudo o que você pode fazer é usar essas ferramentas para interpretar dados. É o ser humano que deve decidir, no fim do dia. A sociedade não pode ficar escrava de máquinas.

Como equilibrar fator humano e ciência em casos sensíveis, como a disputa judicial pela guarda de um filho pequeno?

A sensibilidade é algo único do ser humano, e a inteligência artificial deve dar suporte a isso. Se o juiz se livra de tarefas burocráticas, ele ganha mais tempo para se concentrar nas decisões em casos tão sensíveis. No começo, quando vendíamos nossa ferramenta de inteligência artificial, não usávamos o termo “inteligência artificial”. Ressaltávamos que era História. E aqueles que não sabem sua história estão fadados a repeti-la. Com dados, você pode observar padrões em inúmeros casos e corrigir erros em massa. Pode salvar vidas e impulsionar a economia.

Em que situação a inteligência artificial foi um sucesso?

Em 1994, houve um genocídio em Ruanda. Cerca de um milhão de pessoas foram assassinadas. Eu fui chamado para ajudar nesses casos. Mas não havia base de dados. Tínhamos milhões e milhões de documentos, mas nenhuma maneira de acessá-los. Os procuradores e a polícia de vários países levaram centenas de horas somente para obter informações muito básicas de evidências e testemunhas. Então, construímos um sistema do zero. Usamos uma base de dados apenas com o Microsoft Word, inicialmente. Não havia muita tecnologia. A base de dados batia exatamente com o que tínhamos. As pessoas, as provas, as sentenças. Assim, investigadores conseguiram convencer os tribunais de um modo muito efetivo. Não por causa da base de dados, mas a base de dados fez o trabalho muito mais organizado, rápido e melhor. Em vez de milhões de páginas, tínhamos uma acusação de onze páginas, com todas as evidências possíveis. Para mim, foi uma das maiores experiências com dados para os tribunais. Depois, fui procurado por juízes dos casos se eu poderia fazer o mesmo por ele, mas não tive tempo.

E um fracasso?

Uma vez, um juiz nos deu acesso a milhares de arquivos de pessoas presas, para checagem. Havia questões de vida ou morte. Nunca pudemos fazer o trabalho. Não tínhamos um mandato nem recursos para terminar a análise criminal, nas petições de habeas corpus. Para mim, foi a maior falha. Além da parte econômica, devemos fazer o bem para a sociedade. Foi uma falha não pelo uso de dados, mas pela falta dele. Nós tivemos uma oportunidade de ajudar detentos e juízes, mas não possuíamos a autorização para isso.

Em que nível está a inteligência artificial na Justiça dos Estados Unidos?

Não estamos mais no início precoce da inteligência artificial no Direito. Eu diria que estamos no segundo quarto da maturidade, chegando à metade. Hoje, há várias alternativas claras para usar essas ferramentas em disputas judiciais e análises de sentenças e contratos. Uma revisão de acordo de compliance pode ficar oito vezes mais rápida e efetiva. Claro que ainda há uma checagem humana, mas é uma mudança real.

Quando essa maturidade será alcançada?

Nunca chegaremos ao fim desse processo. É como a evolução de uma empresa como a Apple. Nunca terminará. A maneira com que você obtém progresso nessa área, ironicamente, é sendo muito humilde. Você tem de assumir que todas as coisas podem desandar e que os dados são caóticos. Só assim você pode construir sistemas que funcionem algo como 98% do tempo. Nos nossos sistemas, temos muitas checagens e testes humanos.

– Não deixe a pressão exterior te sucumbir.

Você suporta a pressão exterior, ou sucumbe a si mesmo?

“Navios não afundam por causa da água ao redor deles. Navios afundam por causa da água dentro deles. Sendo assim, não deixe o que está acontecendo em torno de você invadir o seu interior e afundá-lo”. (Autor desconhecido).

Vale refletir sobre isso.

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– Para tudo se dá um jeito!

E neste mundo, há de se ter criatividade e adaptabilidade!

Veja só que imagem instrutiva:

– As 5 direções da Vida:

Caminhos a se tomar:

(na imagem abaixo)