‘Want to know about the resilience of survivors of bullying? If you’re one of them, this post should make you feel proud that you not only survived, …
Continua em: Survivors of Bullying: How It Feels to Overome

‘Want to know about the resilience of survivors of bullying? If you’re one of them, this post should make you feel proud that you not only survived, …
Continua em: Survivors of Bullying: How It Feels to Overome

Sempre defendi o árduo trabalho da Polícia Militar nos estádios de futebol. Não é fácil.
Mas há maus profissionais que confundem autoridade com autoritarismo e, despreparada e insensivelmente, tratam as pessoas honestas (que vão lá como consumidores de entretenimento) da mesma forma como se tratam bandidos.
Não queria expor essa situação, mas creio que a omissão dos cidadãos que têm voz, acaba por colaborar para que não se mude os casos de abuso.
É dever de todos nós respeitarmos as regras e lutarmos por uma sociedade melhor – mais educada e respeitosa, sem abusos.
Conto a absurda situação da “garrafinha da Barbie” e a intimidação ocorrida no Estádio Jayme Cintra no último sábado. E ela nos convida a refletir: não estamos vivendo dias difíceis?
O vídeo é longo, eu sei, mas especialmente no fim compartilho algumas necessárias observações.
‘Want to know the causes of bullying so that you can feel better about yourself, knowing that it isn’t you who provokes it? As someone who was on the…
Continua em: Causes of Bullying: 7 Proven Factors That Trigger Bullying

‘Want to know all about bullying and the fight or flight response? Here’s all the information you need to know. When you suffer bullying, you …
Continua em: Bullying and the Fight-or-Flight Response

The subject of workplace mobbing is common but we barely hear or read about mobbing in schools. Sadly, it happens a lot more than we know. If you …
Continua no original em: Mobbing in Schools: 9 Warning Signs Bullying is Out of Control

Gostei bastante dessa mensagem: alguns valores / gentilezas / comportamentos nunca estão fora de moda (mesmo que o mundo faça você crer que estão em desuso).
De maneira bem clara, uma mensagem em uma imagem:
Bullying and trauma go hand in hand. ‘Want to know how bullying causes trauma? Here is a list of trauma symptoms that bullying causes that you must …
Continua em: Bullying and Trauma

‘Want to know all the excuses schools make for bullies? If you’re the parent of a bullied child, here are all the excuses you need to prepare …
Continua em: Excuses Schools Make for Bullies: Here are 7 Most Common

‘Want to know about humiliation bullying? Here’s why bullies try to humiliate you and why humiliation is so dangerous. This type of bullying can be …
Continua em: Humiliation Bullying: 5 Examples of It and Why It’s So Devastating

‘Want to know if it’s bullying or mobbing? Here are all the signs you need to know. Bullying becomes Chronic when the bullying has gone on over time …
Continua em: Bullying or Mobbing?

‘Want to know about bullying and dehumanization? ‘Want to know how dehumanization progresses and all the ways bullies try to dehumanize you? Here are…
Continua em: Bullying and Dehumanization: 10 Ways Bullies Dehumanize You

‘Want to know all the life lessons from bullying? Here are all the morals of your bullying story that you need to know about. To endure bullying is …
Continua em: Life Lessons from Bullying: 16 Powerful Takeaways to Remember

‘Want to know all about bullies who brag about bullying their victims? Here are all the behaviors you need to know about. Bullies have big mouths. …
Continua em: Bullies Who Brag about Bullying: How They Screw Themselves

‘Want to know all about pack mentality and why people conform to groups? And do you want to learn how conformity leads people to victimize others? …
Continua em: Pack Mentality: All About Group Bullying

Lamentável o ocorrido…
A médica pagou 30.000,00 reais e responderá em liberdade.
Entenda, em: https://youtu.be/3ja27xCzfVk?si=lxgenKDtii8AS2a5
‘Want to know about negative self-beliefs and all the ways they can effect you if you’re a victim of bullying? Here are all the details you need to …
Continua em: Negative Self-Beliefs: 5 Ways They Effect Victims of Bullying

‘Want to know about bullies and victim-mentality? Here’s everything you need to know. Bullies don’t mind dishing the nastiness out to their victims. …
Continua em: Bullies and Victim-Mentality: 9 Behaviors of Bullies Who Play Victim

‘Want to know about recovery from bullying and what to expect once you leave the toxic environment you were bullied in? Here are all the details! …
Continua em: Recovery from Bullying: Journey to Healing

‘Want to know why people reward bullies? Here are all the reasons you need to know about so that you can use them to your advantage. It’s not …
Contou em: Why People Reward Bullies

’Want to know why bullies are such good liars? Here are all the reasons they make their lies look like the truth and what you can do. As any victim…
Continua em: Why Bullies are Such Good Liars: 9 Ways They Deceive

Quando se fala em democratização no gerenciamento organizacional, você encontrará termos como “administração participativa”, “gestão horizontal” e “organizações de hierarquia mínima”. Não importa, falamos da mesma coisa: o compartilhamento de ideias, decisões, soluções e criações.
As grandes empresas globais adotam isso, que são os modelos baseados no que fazem “Google” ou da “Netflix”, mostrando como chefes e subordinados se relacionam beirando a informalidade e dividem a cumplicidade de ações.
Pois bem: na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Julho/2018), em matéria de Lara Silbiger, o assunto é tratado bem didático.
Por exemplo: “administrar compartilhando” seria ideal para a empresa que…:
Além disso, os modelos de gestão compartilhada poderiam ser com (seus prós e contras): Sociocracia, Holacracia, e Management 3.0 – mas aqui ficará para uma outra postagem.
Claro, para que isso funcione, são necessárias algumas atitudes descentralizadas, como:
De fato, a distância hierárquica das organizações está cada vez menor e não cabe mais tanto distanciamento entre os níveis de pessoal.

Imagem extraída de: https://mundocarreira.com.br/lideranca-e-gestao-de-pessoas/entenda-o-que-e-gestao-compartilhada-e-como-pode-funcionar/
‘Want to know the differences in male vs female bullying? Here are all the contrasts you need to know about. Males and females bully differently. …
Continua em: Male vs Female Bullying

‘Want to know how to develop charisma so that you can use it as a weapon against bullies? Here are all the tips you need to know about. Some people …
Continua em: How to Develop Charisma: A Powerful Weapon Against Bullies

Opinions are not facts. ‘Want to know why they’re so cheap? Here are the reasons you shouldn’t care what others think of you. It seems the people who…
Continua em: Opinions are Not Facts: 7 Reasons Those of Bullies Don’t Matter

Vejo tanta gente intolerante com religião, cor da pele, comportamento, ideologia, preferências…
Somos todos cidadãos, irmãos, filhos de um mesmo pai. Pobre, rico, branco, negro, capitalista, comunista… todos têm o mesmo fim!
Ou não?
Veja:



Imagens extraídas da Internet, autoria desconhecida.
Achei sensacional o que a editora da revista inglesa Hello!, Emily Nash, publicou sobre a “qualidade e os motivos” das coisas que são publicadas nas redes sociais.
O comentário da publisher surgiu quando ela ficou inconformada com o “bate-boca virtual” entre as admiradoras das esposas dos príncipes Willian e Harry, respectivamente as princesas Kate Middleton e Meghan Markle, vítimas de fãs que as querem rivais a todo custo.
Disse Emily:
“Não é admissível pôr uma contra a outra, postar comentários abusivos, ameaçadores, racistas e sexistas, e atacar aqueles que discordam. Antes de digitar, pare para pensar: isso é útil?”
E tudo isso, trazido para a nossa realidade longe da realeza britânica, não é proveitoso? Pense: nossas postagens são úteis, agregadoras, valem a pena ou… são simplesmente uma grande perda de tempo?
Antes de digitar, reforçando o que Emily Nash escreveu, pense: isso é necessário? Ou inteligente?
Pense nessa situação!

Imagem extraída de: https://www.assespro-mg.org.br/um-belo-e-acessivel-horizonte-de-acesso-a-internet/
‘Want to know why walking away from fake friends is the best thing you can do for yourself? Here are all the details you need to know about. Having …
Continua em: Walking Away from Fake Friends

‘What happens when bullying gets out of control? Here are all the signs that you’re in danger. When bullying reaches new levels, it can feel as if …
Continua em: When Bullying Gets Out of Control: 5 Signs You’re in Danger

‘Want to know how to stop a bully? Here are the mind hacks you need to know about. If you don’t learn the tricks to stop them in their tracks, …
Continua em: How to Stop a Bully: 9 Powerful Hacks You Can Use

‘Want to know the impacts of bullying on your life? Here are all the negative outcomes you’ll face if you aren’t careful. It’s true that bullying …
Continua em: The Impacts of Bullying: 10 Negative Outcomes on Victims

O que você pensa sobre os profissionais que atingiram os 50 anos de idade?
Para uns, há o preconceito de que estejam desatualizados. Para outros, o respeito da experiência!
Compartilho essa matéria bem bacana, extraído de: VEJA, edição nº 2642
O CRACHÁ DEPOIS DOS 50
As empresas só têm a perder ao desprezar o talento dos profissionais mais maduros – mas uma melhor diversidade etária também pressupõe a adaptação desses trabalhadores.
Por Mórris Livtak
Em 2017, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE, mostrou que o Brasil chegou a 30,2 milhões de “idosos”. A Organização Mundial da Saúde estimava até então que o país fosse alcançar esse número somente em 2025. Em cinco anos aumentou em 18% a parcela de pessoas com 60 anos ou mais, e pelo ritmo atual o Brasil ganhará 1 milhão de “idosos” anualmente daqui em diante.
Escrevi a palavra idosos entre aspas porque não conheço ninguém com idade entre 60 e 70 anos que se considere idoso. Esse termo carrega o estereótipo daquele símbolo de vaga para idosos em que há uma pessoa com bengala — o que está longe da realidade da maioria dos que estão nessa faixa etária.
Na década de 80, quando eu nasci, quem tinha 60 anos era considerado um velhinho. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Dizem que os 60 anos são os novos 40. E a pessoa com 50, então? É e se sente (e normalmente está mesmo) jovem, cheia de energia e de planos.
O fato é que muita gente simplesmente parou de ter filhos. Também é fato que, com o avanço da medicina e das demais ciências, hoje conseguimos viver mais e melhor. A idade biológica do ser humano se estende cada vez mais. Assim, boa parte dos nossos filhos atuais será centenária amanhã. Na contramão disso, há quem não tenha se dado conta dessa nova realidade, como é o caso de um grande número de empresas, principalmente no que diz respeito à contratação de talentos 50+.
O cenário macroeconômico de crise, a necessidade de cortar custos e despesas e o avanço da tecnologia no mercado de trabalho potencializam a chamada “juniorização” dos talentos nas empresas. Tal efeito se contrapõe à realidade e à tendência de envelhecimento da população — e da força de trabalho — no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso país é um dos que envelhecem mais rápido hoje e será o sexto com maior número de idosos em 2025.
Outra pesquisa, realizada pela FGV e pela PricewaterhouseCoopers em 2013, mostrou que, muito embora se reconheça que os profissionais 50+ sejam bem qualificados, as empresas no Brasil não os contratam. Nesse mesmo sentido, conforme os dados mais recentes sobre o assunto, não chega a 3% a média de funcionários com mais de 50 anos nas 150 melhores empresas para trabalhar no país.
Há quatro anos pesquisando sobre preconceito etário na MaturiJobs, percebi que, especialmente nos cargos mais baixos, fora das posições de gerência ou direção, já se torna difícil conseguir um emprego no Brasil (sobretudo para as mulheres) após os 40 anos. Quando se avança nos 50, fica praticamente impossível. Por isso focamos nosso trabalho a partir dessa faixa etária — que ainda não é “idosa” mas já é considerada velha e desinteressante para o mercado. Para se ter uma ideia, já ultrapassamos a marca de 90 000 profissionais de 50 anos ou mais que se cadastraram em nossa plataforma e conseguimos empregar somente 1% desse total até hoje. Por outro lado, por sorte muitas dessas pessoas começam a se reinventar profissionalmente de diversas maneiras.
“Os empregadores sofrem com a alta rotatividade dos jovens, que saem em busca de outros propósitos”
O que as empresas estão perdendo com isso? Estão perdendo o que é cada vez mais valorizado em tempos de automatização e de inteligência artificial. Ou seja, perdendo parte significativa dos soft skills (predicados comportamentais). As habilidades ligadas às relações intra e interpessoais — que têm muito a ver com autoconhecimento e trato com pessoas — são esferas intangíveis potencializadas com os anos e com a experiência de vida dos profissionais.
Mas não só isso: atualmente as empresas têm sofrido bastante com a alta rotatividade dos jovens, que pedem demissão para procurar diferentes contextos, propósitos, empreendedorismo etc. — e, muitas vezes, falham ao deixar de buscar o comprometimento, a resiliência e a postura dos mais maduros. Alguém viu o filme Um Senhor Estagiário, com Robert De Niro e Anne Hathaway? Além de ser zeloso e dedicado, o personagem de De Niro apresentava uma flexibilidade incomum ante novas situações. No filme ele aprendia com os mais novos, e os mais novos com ele.
Assim, integrar as gerações é o caminho para fundir as aspirações e os olhares de modo a proporcionar equilíbrio ao ambiente de trabalho e trazer à mesa a diversidade etária, assunto ainda raramente discutido nas organizações.
Os 50+ — atualmente mais de 25% da população brasileira —, que enfrentam tanta dificuldade em se recolocar, devem por sua vez buscar continuamente atualização (já ouviu falar do Lifelong learning, o aprendizado pela vida toda?). As capacitações técnica e comportamental são essenciais, assim como o autoconhecimento, o networking, a integração com os mais jovens e a procura por novos caminhos profissionais como o empreendedorismo, além da manutenção da autoestima, para aproveitar o conhecimento e não temer processos seletivos com jovens nem ter receio de lidar com um chefe mais novo.
Hoje em dia há vários caminhos a ser percorridos e é preciso pensar “fora da caixa” para ir além daquele formato tradicional de trabalho que se aprendeu vinte ou trinta anos atrás. O próprio setor voltado para os 50+, em seus mais diversos segmentos, carece de muitos serviços e melhor atendimento, e essa é uma grande oportunidade para os maduros — que “sentem na pele” essa realidade — perceberem e criarem oportunidades de negócio.
Conto aqui sobre minha experiência pessoal. Criamos recentemente um programa em que startups estão recebendo alguns 50+ para trabalhar por um curto período para que possam se conhecer e a partir daí estabelecer um modelo de trabalho como empregado, sócio, investidor, estagiário, mentor ou consultor.
Aliás, um estudo recente do MIT Sloan School of Management mostrou que a idade média para o sucesso de um empreendedor nos Estados Unidos é de 45 anos, desfazendo o mito de que startup é coisa só de jovem. A experiência dos “longevos” faz toda a diferença — Google e Airbnb são cases conhecidos de empresas que viram seu negócio crescer exponencialmente após trazerem CEOs mais maduros.
É hora de repensar não apenas o que significa trabalhar, mas a própria natureza do trabalho. A longevidade é um fato que está aí e estará cada vez mais presente, portanto se faz urgente enxergar além dos desafios.
Há muitas oportunidades que os trabalhadores que passaram dos 50 anos e as empresas poderão desfrutar, a partir do momento em que começarmos a entender que a soma da idade não subtrai, só multiplica, e criarmos uma consciência social em torno disso, como diz a espanhola Raquel Roca, pesquisadora desse tema.
Que tal então revermos nossos conceitos a respeito da idade, já que todos nós seremos “idosos”?
* Mórris Litvak, de 36 anos, é engenheiro de software e criador da plataforma digital MaturiJobs

GERAÇÕES – Cena do filme ‘Um Senhor Estagiário’: o comprometimento acima da média costuma fazer diferença (Divulgação/Warner Bros)