– Excuses Schools Make for Bullies: Here are 7 Most Common.

‘Want to know all the excuses schools make for bullies? If you’re the parent of a bullied child, here are all the excuses you need to prepare …

Continua em: Excuses Schools Make for Bullies: Here are 7 Most Common

– Humiliation Bullying: 5 Examples of It and Why It’s So Devastating.

‘Want to know about humiliation bullying? Here’s why bullies try to humiliate you and why humiliation is so dangerous. This type of bullying can be …

Continua em: Humiliation Bullying: 5 Examples of It and Why It’s So Devastating

– Converse com gente inteligente e educada.

Discutir com quem quer tumultuar, não vale a pena.

Debater com teimoso, é perder tempo (e muitas vezes, paciência).

O que vale é interagir com pessoas sábias e respeitosas. Todos ganham e novas ideias surgem (mesmo que exista discordância).

Um pensamento:

– Bullying or Mobbing?

‘Want to know if it’s bullying or mobbing? Here are all the signs you need to know. Bullying becomes Chronic when the bullying has gone on over time …

Continua em: Bullying or Mobbing?

– Bullying and Dehumanization: 10 Ways Bullies Dehumanize You.

‘Want to know about bullying and dehumanization? ‘Want to know how dehumanization progresses and all the ways bullies try to dehumanize you? Here are…

Continua em: Bullying and Dehumanization: 10 Ways Bullies Dehumanize You

– Life Lessons from Bullying: 16 Powerful Takeaways to Remember.

‘Want to know all the life lessons from bullying? Here are all the morals of your bullying story that you need to know about. To endure bullying is …

Continua em: Life Lessons from Bullying: 16 Powerful Takeaways to Remember

– Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+.

Sobre a data comemorada hoje, simplesmente RESPEITO. Nada de apologia ou crítica, e é aí que reside a Cidadania entre todos.

Gostei dessa mensagem, da Universidade São Francisco:

– Bullies Who Brag about Bullying: How They Screw Themselves.

‘Want to know all about bullies who brag about bullying their victims? Here are all the behaviors you need to know about. Bullies have big mouths. …

Continua em: Bullies Who Brag about Bullying: How They Screw Themselves

– Pack Mentality: All About Group Bullying.

‘Want to know all about pack mentality and why people conform to groups? And do you want to learn how conformity leads people to victimize others? …

Continua em: Pack Mentality: All About Group Bullying

– A médica que jogou gás de pimenta numa criança na Missa em Jundiaí.

Lamentável o ocorrido…

A médica pagou 30.000,00 reais e responderá em liberdade.

Entenda, em: https://youtu.be/3ja27xCzfVk?si=lxgenKDtii8AS2a5

– Negative Self-Beliefs: 5 Ways They Effect Victims of Bullying.

‘Want to know about negative self-beliefs and all the ways they can effect you if you’re a victim of bullying? Here are all the details you need to …

Continua em: Negative Self-Beliefs: 5 Ways They Effect Victims of Bullying

– Bullies and Victim-Mentality: 9 Behaviors of Bullies Who Play Victim.

‘Want to know about bullies and victim-mentality? Here’s everything you need to know. Bullies don’t mind dishing the nastiness out to their victims. …

Continua em: Bullies and Victim-Mentality: 9 Behaviors of Bullies Who Play Victim

– A teoria da Pipoca!

Saibamos respeitar nossas diferenças e nossas particularidades.

Uma analogia muito simples, e ao mesmo tempo, propícia:

– ”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.

Um ditado que nos faz refletir:

”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.

A sabedoria popular, aqui, de maneira clara e bem objetiva…

Imagem extraída da Internet. Autor desconhecido.

– Recovery from Bullying: Journey to Healing.

‘Want to know about recovery from bullying and what to expect once you leave the toxic environment you were bullied in? Here are all the details! …

Continua em: Recovery from Bullying: Journey to Healing

– Why People Reward Bullies.

‘Want to know why people reward bullies? Here are all the reasons you need to know about so that you can use them to your advantage. It’s not …

Contou em: Why People Reward Bullies

– Why Bullies are Such Good Liars: 9 Ways They Deceive.

’Want to know why bullies are such good liars? Here are all the reasons they make their lies look like the truth and what you can do. As any victim…

Continua em: Why Bullies are Such Good Liars: 9 Ways They Deceive

– A Gestão Compartilhada está em alta!

Quando se fala em democratização no gerenciamento organizacional, você encontrará termos como “administração participativa”, “gestão horizontal” e “organizações de hierarquia mínima”. Não importa, falamos da mesma coisa: o compartilhamento de ideias, decisões, soluções e criações.

As grandes empresas globais adotam isso, que são os modelos baseados no que fazem  “Google” ou da “Netflix”, mostrando como chefes e subordinados se relacionam beirando a informalidade e dividem a cumplicidade de ações.

Pois bem: na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Julho/2018), em matéria de Lara Silbiger, o assunto é tratado bem didático.

Por exemplo: “administrar compartilhando” seria ideal para a empresa que…:

  1. Confia nos funcionários. Para abrir mão do controle tradicional, o empreendedor precisa ver os empregados como pessoas responsáveis, criativas e capazes de tomar decisões.
  2. Estão dispostas a apostar na distribuição das atividades de gestão entre equipes habilitadas e definir prioridades a planejar e a tomar decisões.
  3. Investem no engajamento e na formação de pessoas, uma vez que a adesão à gestão descentralizadas pressupõe uma chuva de aprendizagem.
  4. Adotam avaliações de desempenho e reuniões de Feedback para fazer uma leitura mais precisa de quanto cada pessoa colabora para os resultados.
  5. Estão dispostas a discutir se a remuneração dos funcionários reflete, na mesma proporção, o valor que eles agregam aos resultados do negócio.
  6. Têm como alicerce uma gestão baseada em princípios de governança, como ética, responsabilidade, compliance e respeito à sustentabilidade.

Além disso, os modelos de gestão compartilhada poderiam ser com (seus prós e contras): Sociocracia, Holacracia, e Management 3.0 – mas aqui ficará para uma outra postagem.

Claro, para que isso funcione, são necessárias algumas atitudes descentralizadas, como:

  1. Envolva nas discussões todas as pessoas que serão impactos pela decisão ou que serão relevantes para a evolução da iniciativa.
  2. Valorize a diversidade de experiências e de competências das pessoas que formam o grupo.
  3. Descubra o que elas têm em comum e que pode alavancar a participação colaborativa, como metas, aspirações e valores.
  4. Evite crítica precoces e abra mão de defender só os seus pontos de vista. Escute cada proposta com foco nas contribuições que pode trazer para o negócio.
  5. Não tema as possíveis tensões. Elas são parte essencial do processo de geração de novas ideias.
  6. Identifique as semelhanças entre as pessoas. isso aumenta a confiança umas nas outras e ainda minimiza antagonismos.
  7. Crie um ambiente que estimule o convívio coletivo. Os espaços de trabalho devem favorecer a comunicação sem barreiras físicas.

De fato, a distância hierárquica das organizações está cada vez menor e não cabe mais tanto distanciamento entre os níveis de pessoal.

Imagem extraída de: https://mundocarreira.com.br/lideranca-e-gestao-de-pessoas/entenda-o-que-e-gestao-compartilhada-e-como-pode-funcionar/

– Male vs Female Bullying.

‘Want to know the differences in male vs female bullying? Here are all the contrasts you need to know about. Males and females bully differently. …

Continua em: Male vs Female Bullying

– How to Develop Charisma: A Powerful Weapon Against Bullies.

‘Want to know how to develop charisma so that you can use it as a weapon against bullies? Here are all the tips you need to know about. Some people …

Continua em: How to Develop Charisma: A Powerful Weapon Against Bullies

– Opinions are Not Facts: 7 Reasons Those of Bullies Don’t Matter.

Opinions are not facts. ‘Want to know why they’re so cheap? Here are the reasons you shouldn’t care what others think of you. It seems the people who…

Continua em: Opinions are Not Facts: 7 Reasons Those of Bullies Don’t Matter

– Por que discriminar?

Vejo tanta gente intolerante com religião, cor da pele, comportamento, ideologia, preferências…

Somos todos cidadãos, irmãos, filhos de um mesmo pai. Pobre, rico, branco, negro, capitalista, comunista… todos têm o mesmo fim!

Ou não?

Veja:

bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg

Imagens extraídas da Internet, autoria desconhecida.

– Quando postamos coisas na Internet, elas são, de verdade, úteis para algo?

Achei sensacional o que a editora da revista inglesa Hello!, Emily Nash, publicou sobre a “qualidade e os motivos” das coisas que são publicadas nas redes sociais. 

O comentário da publisher surgiu quando ela ficou inconformada com o “bate-boca virtual” entre as admiradoras das esposas dos príncipes Willian e Harry, respectivamente as princesas Kate Middleton e Meghan Markle, vítimas de fãs que as querem rivais a todo custo.

Disse Emily:

“Não é admissível pôr uma contra a outra, postar comentários abusivos, ameaçadores, racistas e sexistas, e atacar aqueles que discordam. Antes de digitar, pare para pensar: isso é útil?”

E tudo isso, trazido para a nossa realidade longe da realeza britânica, não é proveitoso? Pense: nossas postagens são úteis, agregadoras, valem a pena ousão simplesmente uma grande perda de tempo?

Antes de digitar, reforçando o que Emily Nash escreveu, pense: isso é necessário? Ou inteligente?

Pense nessa situação!

Um belo e acessível horizonte de acesso à internet – Assespro

Imagem extraída de: https://www.assespro-mg.org.br/um-belo-e-acessivel-horizonte-de-acesso-a-internet/

– Walking Away from Fake Friends.

‘Want to know why walking away from fake friends is the best thing you can do for yourself? Here are all the details you need to know about. Having …

Continua em: Walking Away from Fake Friends

– When Bullying Gets Out of Control: 5 Signs You’re in Danger.

‘What happens when bullying gets out of control? Here are all the signs that you’re in danger. When bullying reaches new levels, it can feel as if …

Continua em: When Bullying Gets Out of Control: 5 Signs You’re in Danger

– How to Stop a Bully: 9 Powerful Hacks You Can Use.

‘Want to know how to stop a bully? Here are the mind hacks you need to know about. If you don’t learn the tricks to stop them in their tracks, …

Continua em: How to Stop a Bully: 9 Powerful Hacks You Can Use

– The Impacts of Bullying: 10 Negative Outcomes on Victims.

‘Want to know the impacts of bullying on your life? Here are all the negative outcomes you’ll face if you aren’t careful. It’s true that bullying …

Continua em: The Impacts of Bullying: 10 Negative Outcomes on Victims

– Os “cinquentões” e a carreira profissional.

O que você pensa sobre os profissionais que atingiram os 50 anos de idade?

Para uns, há o preconceito de que estejam desatualizados. Para outros, o respeito da experiência!

Compartilho essa matéria bem bacana, extraído de: VEJA, edição nº 2642

O CRACHÁ DEPOIS DOS 50

As empresas só têm a perder ao desprezar o talento dos profissionais mais maduros – mas uma melhor diversidade etária também pressupõe a adaptação desses trabalhadores.

Por Mórris Livtak

Em 2017, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE, mostrou que o Brasil chegou a 30,2 milhões de “idosos”. A Organização Mundial da Saúde estimava até então que o país fosse alcançar esse número somente em 2025. Em cinco anos aumentou em 18% a parcela de pessoas com 60 anos ou mais, e pelo ritmo atual o Brasil ganhará 1 milhão de “idosos” anualmente daqui em diante.

Escrevi a palavra idosos entre aspas porque não conheço ninguém com idade entre 60 e 70 anos que se considere idoso. Esse termo carrega o estereótipo daquele símbolo de vaga para idosos em que há uma pessoa com bengala — o que está longe da realidade da maioria dos que estão nessa faixa etária.

Na década de 80, quando eu nasci, quem tinha 60 anos era considerado um velhinho. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Dizem que os 60 anos são os novos 40. E a pessoa com 50, então? É e se sente (e normalmente está mesmo) jovem, cheia de energia e de planos.

O fato é que muita gente simplesmente parou de ter filhos. Também é fato que, com o avanço da medicina e das demais ciências, hoje conseguimos viver mais e melhor. A idade biológica do ser humano se estende cada vez mais. Assim, boa parte dos nossos filhos atuais será centenária amanhã. Na contramão disso, há quem não tenha se dado conta dessa nova realidade, como é o caso de um grande número de empresas, principalmente no que diz respeito à contratação de talentos 50+.

O cenário macroeconômico de crise, a necessidade de cortar custos e despesas e o avanço da tecnologia no mercado de trabalho potencializam a chamada “juniorização” dos talentos nas empresas. Tal efeito se contrapõe à realidade e à tendência de envelhecimento da população — e da força de trabalho — no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso país é um dos que envelhecem mais rápido hoje e será o sexto com maior número de idosos em 2025.

Outra pesquisa, realizada pela FGV e pela Pricewater­houseCoopers em 2013, mostrou que, muito embora se reconheça que os profissionais 50+ sejam bem qualificados, as empresas no Brasil não os contratam. Nesse mesmo sentido, conforme os dados mais recentes sobre o assunto, não chega a 3% a média de funcionários com mais de 50 anos nas 150 melhores empresas para trabalhar no país.

Há quatro anos pesquisando sobre preconceito etário na MaturiJobs, percebi que, especialmente nos cargos mais baixos, fora das posições de gerência ou direção, já se torna difícil conseguir um emprego no Brasil (sobretudo para as mulheres) após os 40 anos. Quando se avança nos 50, fica praticamente impossível. Por isso focamos nosso trabalho a partir dessa faixa etária — que ainda não é “idosa” mas já é considerada velha e desinteressante para o mercado. Para se ter uma ideia, já ultrapassamos a marca de 90 000 profissionais de 50 anos ou mais que se cadastraram em nossa plataforma e conseguimos empregar somente 1% desse total até hoje. Por outro lado, por sorte muitas dessas pessoas começam a se reinventar profissionalmente de diversas maneiras.

“Os empregadores sofrem com a alta rotatividade dos jovens, que saem em busca de outros propósitos”

O que as empresas estão perdendo com isso? Estão perdendo o que é cada vez mais valorizado em tempos de automatização e de inteligência artificial. Ou seja, perdendo parte significativa dos soft skills (predicados comportamentais). As habilidades ligadas às relações intra e interpessoais — que têm muito a ver com autoconhecimento e trato com pessoas — são esferas intangíveis potencializadas com os anos e com a experiência de vida dos profissionais.

Mas não só isso: atualmente as empresas têm sofrido bastante com a alta rotatividade dos jovens, que pedem demissão para procurar diferentes contextos, propósitos, empreendedorismo etc. — e, muitas vezes, falham ao deixar de buscar o comprometimento, a resiliência e a postura dos mais maduros. Alguém viu o filme Um Senhor Estagiário, com Robert De Niro e Anne Hathaway? Além de ser zeloso e dedicado, o personagem de De Niro apresentava uma flexibilidade incomum ante novas situações. No filme ele aprendia com os mais novos, e os mais novos com ele.

Assim, integrar as gerações é o caminho para fundir as aspirações e os olhares de modo a proporcionar equilíbrio ao ambiente de trabalho e trazer à mesa a diversidade etária, assunto ainda raramente discutido nas organizações.

Os 50+ — atualmente mais de 25% da população brasileira —, que enfrentam tanta dificuldade em se recolocar, devem por sua vez buscar continuamente atualização (já ouviu falar do Lifelong learning, o aprendizado pela vida toda?). As capacitações técnica e comportamental são essenciais, assim como o autoconhecimento, o net­working, a integração com os mais jovens e a procura por novos caminhos profissionais como o empreendedorismo, além da manutenção da autoestima, para aproveitar o conhecimento e não temer processos seletivos com jovens nem ter receio de lidar com um chefe mais novo.

Hoje em dia há vários caminhos a ser percorridos e é preciso pensar “fora da caixa” para ir além daquele formato tradicional de trabalho que se aprendeu vinte ou trinta anos atrás. O próprio setor voltado para os 50+, em seus mais diversos segmentos, carece de muitos serviços e melhor atendimento, e essa é uma grande oportunidade para os maduros — que “sentem na pele” essa realidade — perceberem e criarem oportunidades de negócio.

Conto aqui sobre minha experiência pessoal. Criamos recentemente um programa em que startups estão recebendo alguns 50+ para trabalhar por um curto período para que possam se conhecer e a partir daí estabelecer um modelo de trabalho como empregado, sócio, investidor, estagiário, mentor ou consultor.

Aliás, um estudo recente do MIT Sloan School of Management mostrou que a idade média para o sucesso de um empreendedor nos Estados Unidos é de 45 anos, desfazendo o mito de que startup é coisa só de jovem. A experiência dos “longevos” faz toda a diferença — Google e Airbnb são cases conhecidos de empresas que viram seu negócio crescer exponencialmente após trazerem CEOs mais maduros.

É hora de repensar não apenas o que significa trabalhar, mas a própria natureza do trabalho. A longevidade é um fato que está aí e estará cada vez mais presente, portanto se faz urgente enxergar além dos desafios.

Há muitas oportunidades que os trabalhadores que passaram dos 50 anos e as empresas poderão desfrutar, a partir do momento em que começarmos a entender que a soma da idade não subtrai, só multiplica, e criarmos uma consciência social em torno disso, como diz a espanhola Raquel Roca, pesquisadora desse tema.

Que tal então revermos nossos conceitos a respeito da idade, já que todos nós seremos “idosos”?

* Mórris Litvak, de 36 anos, é engenheiro de software e criador da plataforma digital MaturiJobs

The Intern – Wikipédia, a enciclopédia livre

GERAÇÕES – Cena do filme ‘Um Senhor Estagiário’: o comprometimento acima da média costuma fazer diferença (Divulgação/Warner Bros)

– What Bullies Hate Most: 9 Things Bullies Despise.

‘Want to know what bullies hate most? Here are all the things bullies despise so that you’ll have something to feel good about and use against them. …

Continua em: What Bullies Hate Most: 9 Things Bullies Despiste

– Bullying Survival Mode: 5 Things Victims of Bullying Do Wrong.

‘Want to know about bullying survival and how victims in survival mode can make poor decisions if they aren’t careful? Here are all the mistakes to …

Continua em: Bullying Survival Mode: 5 Things Victims of Bullying Do Wrong

– Learning to Love Yourself: 11 Reasons Self-Love is Most Important.

‘Want to know the importance of learning to love yourself? Here are all the reasons why self-love is most important. When you are a target of …

Continua em: Learning to Love Yourself: 11 Reasons Self-Love is Most Important

– A importância de diversidade e de ESG nas Pequenas Empresas, sem a prática “Washing”

Cada vez mais as práticas inclusivas e as políticas de ESG estão presentes (e são necessárias) às organizações. Mas um cuidado: não fique só no discurso, pois se não colocar o que se prega na prática, vira empresa “washing”.

Muito bacana, extraído de: https://exame.com/negocios/esg-e-diversidade-nas-pmes-por-que-importa-e-como-implementar-politicas-de-inclusao/

ESG E DIVERSIDADE NAS PMES: POR QUE IMPORTA E COMO IMPLEMENTAR POLÍTICAS DE INCLUSÃO

Especialista Ana Gabriela Primon explica a relação entre os temas de diversidade e inclusão e ESG e avalia a importância de PMEs adotarem estratégias trabalhistas nesta frente

(Com Granadeiro Guimarães Advogados)

Os três aspectos do conceito de ESG, sigla que significa Environmental, Social and Governance (em português, ambiental, social e governança), formam os pilares de uma estratégia que tem guiado as lideranças de diferentes empresas no mundo todo.

Em síntese, o investimento ESG consiste num modelo de investimento sustentável, que busca inserir nas empresas princípios e valores, dimensões que vão além das tradicionais métricas econômico-financeiras.

Como o próprio nome indica, a sustentabilidade do conceito ESG não se limita à questão ambiental, mas inclui fatores sociais e de governança, o que abarca, por exemplo, as práticas trabalhistas de uma organização.

Muitas organizações compreendem a importância de uma política interna guiada pelo conceito ESG e a relevância de ações de Diversidade e Inclusão, mas têm dificuldade de estabelecer a relação entre os temas e aplicar essa interação na prática.

Este assunto será objeto de um dos painéis do 2º Fórum Trabalhista Empresarial, evento organizado pelo escritório Granadeiro Guimarães Advogados, que acontecerá no próximo dia 26 de maio, das 8h45 às 12h30, com transmissão ao vivo pelo canal do escritório no Youtube.

Em resumo, o papel da Diversidade e Inclusão na construção de políticas ESG nas empresas está diretamente relacionado aos pilares social e de governança, sendo, portanto, um indicador de que a organização segue (ou não) as diretrizes ESG.

Uma boa estratégia organizacional é aquela que inclui Políticas de D&I e ESG alinhadas, e que desenvolva ações concretas na formação de equipes diversas, a preocupação com a construção de um ambiente inclusivo e seguro para diferentes grupos, a diversidade em cargos de liderança, a equidade salarial, entre outras

Pessoas são os principais agentes de transformação de espaços e culturas corporativas. Assim, é essencial se conectar com todos os colaboradores, considerando as diferentes vivências e dando voz a grupos minorizados e sub-representados, garantindo um ambiente antidiscriminatório, com normas internas rígidas e transparentes, além de uma rede de apoio e acolhimento seguros.

Além disso, quando se fala de ter um negócio sustentável, a gestão dos riscos trabalhistas precisa ser considerada. É crescente o número de reclamações trabalhistas com pedidos relacionados a violações como racismo, violências de gênero, homofobia, etarismo, situações que seriam evitadas com práticas efetivas de Diversidade e Inclusão na organização.

Portanto, promover ações de D&I também impacta no passivo trabalhista da empresa e mitiga condutas desfavoráveis à imagem desta, já que condenações na Justiça do Trabalho relacionadas a esses temas comumente são expostas na mídia.

Para muitas empresas, em especial para os pequenos e médios empresários, a construção e implementação de políticas ESG parece ser algo custoso e, portanto, distante da realidade de seu negócio.

No entanto, para se manterem competitivas no mercado, todas as empresas, inclusive PMEs, deverão ter práticas alinhadas ao conceito ESG, também no aspecto trabalhista.

Isto porque a demonstração desse alinhamento já tem sido indicada como um critério de contratação por empresas de diferentes portes. Ou seja, não ter uma política ESG fará com que uma empresa seja preterida por um potencial cliente ou parceiro comercial.

É o caso de companhias que estabelecem como critério de contratação de um parceiro que ele informe quais ações de diversidade e inclusão tem implementadas para o seu quadro de empregados, ou que comprove que sua cota legal de Pessoas com Deficiência está preenchida.

Por isso, a construção de uma política ESG, que contemple ações de Diversidade e Inclusão, deve ser entendida como essencial à própria manutenção do negócio e, portanto, encarada como um verdadeiro investimento.

Inclusive, pesquisas de institutos renomados como a Harvard Business Review, McKinsey & Company e Catalyst mostram uma relação muito positiva entre ESG (incluindo diversidade e inclusão), apontando para melhores resultados do negócio.

Com a busca cada vez maior em se enquadrar no conceito ESG e envolvido com pautas de D&I, observa-se que muitas empresas fazem uma defesa da diversidade nas mídias sociais, sem que necessariamente promovam mudanças internas reais. Tome-se como exemplo empresas que defendem publicamente uma pauta LGBTQIA+, mas não contam com nenhuma pessoa na equipe que seja representante da comunidade.

Essa conduta é conhecida no mercado como Diversity Washing ou ESG Washing, e pode ser mais prejudicial do que positiva à imagem empresarial.

Desse modo, é fundamental que aquilo que é transmitido ao público externo traduza um real engajamento da empresa com a bandeira levantada, sobretudo em tempos de “cultura do cancelamento”.

Uma ação mais tímida e adequada à realidade e ao porte da empresa, mas efetiva e verdadeiramente inclusiva pode ser mais interessante e segura do que uma grande defesa de uma pauta de diversidade sem que ações concretas sejam replicadas internamente.

Apesar de algumas dificuldades e de baixa adesão das lideranças, a temática ESG vem crescendo entre as empresas brasileiras (Kalawin / Getty Images) (Kalawin/Getty Images)

Imagem: Kalawin / Getty Imagens

– Character vs Reputation: 4 Tactics Bullies Use to Smear You.

‘Want to know the differences of character vs reputation? If people have bullied you and unjustly ruined your reputation, know that your reputation …

Continua em: Character vs Reputation: 4 Tactics Bullies Use to Smear You

– Bullying and Mental Health Stigma: 5 Reasons Bullies Use It.

Bullying and mental health stigma are, sadly, close relatives. This is because the stigma on mental health can lead to bullying. Moreover, it’s the …

Continua em: Bullying and Mental Health Stigma: 5 Reasons Bullies Use It

– How to Outsmart Bullies: 4 Unconventional Ways to Do So.

‘Want to know how to outsmart bullies in ways they’ll never expect? Here are the sneakiest ways you can do it! There are ways to outsmart bullies …

Continua em: How to Outsmart Bullies: 4 Unconventional Ways to Do So