– Inclusão Digital deu voz a todos. Isso é bom?

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Não confunda Liberdade de Expressão com Permissão de Cometer Crimes.

Muitas pessoas confundem a Democracia com a permissão de cometer crimes contra a Sociedade. Não usam a Liberdade de Expressão com o devido valor, praticando ofensas.

Um quadro bem claro, abaixo:

– Tiger Mike: o chefe mais rabugento do mundo e suas dicas!

Um dos mais folclóricos empresários americanos de sucesso foi Edward M Davis, dono da Cia Petrolífera Tiger. E um curioso legado de “mau humor” na administração foi deixado por ele, a respeito de comportamento com seus funcionários.

Vale a pena ler esses 10 exemplos impraticáveis nos dias atuais:

Extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/dez-mandamentos-do-chefe-mais-ranzinza-do-mundo/

DEZ MANDAMENTOS DO CHEFE MAIS RANZIZA DO MUNDO

Edward Mike Davis, empresário americano do ramo petrolífero, morreu no mês passado, aos 85 anos. Para além de seu histórico de mais de cinco décadas comandando a Tiger Oil Company, Davis deixou um legado – se é que cabe o termo – de “gestão” de pessoas – se é que, mais uma vez, o termo é apropriado – que deu a ele a fama de chefe mais rabugento do mundo.

“Tiger Mike”, como era conhecido – pela alusão ao nome da empresa, que significa tigre, mas também ao temperamento que seus comandados bem conheciam -, distribuía ordens como quem distribuía xingamentos. Seus memorandos se tornaram célebres pelo tom áspero, direto, imperativo.

Se ouvia um palavrão no escritório, lembrava a todos que, em sua empresa, só quem podia xingar era ele, ninguém mais. Se ficava sabendo da existência de rodas de fofoca, fazia circular mais um memorando para ameaçar os mexeriqueiros de demissão sumária. Pés sobre a mesa? Homens com cabelos compridos? Inocentes bolos de aniversário? Todos foram alvo da censura nada polida – e, por vezes, chula – de Tiger Mike.

Conheça a seguir dez mandamentos de Davis que explicitam sua verve. De tão azedos, os memorandos chegam a despertar riso:

“Por ordem de Edward Mike Davis, não haverá mais comemorações de aniversário, bolos de aniversário, frivolidade ou qualquer tipo de comemoração no escritório. Este é um espaço de trabalho. Se você tem que celebrar, faça isso depois do expediente, em seu horário de folga.”

2- Cigarros no trabalho
“Eu sugiro que vocês comprem um número suficiente de cigarros para guardar aqui porque, pelo amor de Deus, vocês não vão sair daqui no horário que me pertence.”

“Eu falo palavrões, mas como eu sou o dono dessa empresa, é um privilégio que tenho – e esse privilégio não é para qualquer empregado. Isso me diferencia de vocês, e eu quero que as coisas continuem assim. Não haverá um só palavrão, de qualquer empregado, homem ou mulher, nesse escritório. Jamais.”

4- Sobre mensagens manuscritas
“Escrever à mão demora muito mais do que datilografar. Você está desperdiçando seu tempo, mas, mais importante, está desperdiçando o meu. Se você não sabe datilografar, é melhor aprender”

5- Cabelos compridos
“Qualquer um que deixe seu cabelo crescer até um ponto que me impeça de enxergar suas orelhas significa que não as lava. Se não as lava, essa pessoa fede. Se fede, eu não quero esse filho da mãe perto de mim.”

7- Fofoca
“Conversa fiada e fofoca entre empregados neste escritório vão resultar em demissão sumária. Não fale sobre outras pessoas ou assuntos neste local. FAÇAM SEUS TRABALHOS E FIQUEM DE BOCA FECHADA!”

8- Sobre dirigir a palavra ao chefe
“Não fale comigo quando você me vir. Se eu quiser falar com você, eu o farei. Quero poupar minha garganta. Não quero estragá-la dizendo ‘oi’ a todos vocês, filhos da mãe.”

Se houvesse resistência a suas ordens, Edward “Tiger” Mike Davis lembrava a todos: “Vocês precisam de emprego. Eu não!” (Ed Maker/The Denver Post/Getty Images)

– Ninguém é obrigado a ter a mesma opinião.

Em uma sociedade ideal, o respeito não precisaria ser lembrado nas postagens em redes sociais, não?

Portanto, um lembrete com ideais de Educação:

– Universidades se preocupam com os Transtornos Mentais dos Estudantes.

Repost de 3 anos, mas atual:

Pressão da sociedade, insensibilidade dos docentes e despreparo dos alunos: alguns problemas que estão fazendo as universidades se preocuparem com a saúde mental dos estudantes.

Sobre esse sério problema, extraído de: http://uol.com/bbkh78

TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE JOVENS PREOCUPAM UNIVERSIDADES

A euforia sentida por Evair Canella, 25, ao entrar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP) se transformou em angústia e tristeza. Ao encarar a pressão por boas notas, a extenuante carga horária de aulas, as dificuldades financeiras para se manter no curso e os comentários preconceituosos por ser gay, ele foi definhando. “Tinha muitas responsabilidades, com muitas horas de estudo.” Em maio, no 4.º ano do curso, foi internado no Instituto de Psiquiatria da USP, com depressão grave. Ficou lá durante um mês e segue com antidepressivos e acompanhamento psicológico.

Situação parecida viveu a estudante de Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Bárbara (nome fictício), de 21 anos, que trancou a matrícula após desenvolver um quadro de ansiedade e depressão que a levou à automutilação e a uma tentativa de suicídio no fim de 2016. Ela passou por tratamento, mudou de cidade e de faculdade, e retomou em agosto os estudos.

Relatos como esses se tornaram cada vez mais frequentes e mobilizam universidades e movimentos estudantis a estruturar grupos de prevenção e combate aos transtornos mentais. As ações, para oferecer ajuda ou prevenir problemas como depressão e suicídio, incluem a criação de núcleos de atendimento mental, palestras e até o acompanhamento de páginas dos alunos nas redes sociais.

Dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação dão uma ideia da gravidade do problema. Apenas na UFSCar, foram 22 tentativas de suicídio nos últimos cinco anos. Nas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e do ABC (UFABC), cinco estudantes concretizaram o ato no mesmo período. Mapeamento feito pela UFABC mostrou que 11% de seus alunos que trancaram a matrícula em 2016 o fizeram por problemas psicológicos.

A falta de compreensão de parte dos docentes é uma das principais queixas. “Alguns parecem ter orgulho em pressionar, reprovar”, conta Bárbara.

O psicólogo André Luís Masieiro, do Departamento de Atenção à Saúde da UFSCar, diz que a busca por auxílio psicológico está frequentemente ligada à exigência constante que se faz dos jovens. “Sem dúvidas há um aumento do fenômeno da depressão em universitários. A ameaça do desemprego e do fracasso profissional são fatores desencadeantes de depressão.”

A UFSCar informou ainda que, entre outras iniciativas, distribuiu cartilha de práticas de acolhimento em saúde mental para docentes e funcionários que recebem alunos em situação de sofrimento psicológico.

Para combater o problema, instituições tentam, aos poucos, se aproximar dos alunos. Na Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, são estratégias a indicação de professor mentor para quem teve mudança repentina no rendimento acadêmico e a participação de grupos estudantis nas redes sociais.

Na Federal de Minas Gerais (UFMG), foram criados neste ano dois núcleos de saúde mental, após dois suicídios entre alunos. Até então, só a Medicina tinha atendimento do tipo. “Se um fato já aconteceu, é sinal de que falhamos no processo”, diz a vice-reitora Sandra Almeida.

Já a Federal da Bahia (UFBA) criou, também em 2017, programa para prevenir e ajudar alunos, principalmente os de baixa renda. “Os cotistas sofreram rejeição, até mesmo de alguns professores”, diz o psicanalista e assessor da UFBA Marcelo Veras.

MOBILIZAÇÃO

Alunos também têm criado grupos para auxiliar colegas e sensibilizar as instituições. A principal iniciativa do tipo foi a Frente Universitária de Saúde Mental, criada em abril por alunos de instituições públicas e privadas de São Paulo.

O movimento surgiu após tentativas de suicídio na Medicina da USP. “Eram muitos alunos com esgotamento, sem acompanhamento adequado, e percebemos que isso não era particularidade da Medicina”, conta a aluna do curso Karen Maria Terra, de 23 anos, da Frente. Eles organizaram, em junho, uma semana de palestras para abordar questões sobre a saúde mental. A página do grupo no Facebook tem 27 mil seguidores.

Alunos da Veterinária da USP também criaram uma página no Facebook para desabafar. “Com o tempo, começaram a aparecer relatos de problemas de saúde e, este ano, o que mais tem é depressão e ansiedade”, diz Bianca Cestaro, 30.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– O que é um “amigo virtual”? E até que ponto ele é um amigo? Sobre: valer a pena ter amizades no Facebook.

Amigos (amigos pra valer) temos muito poucos na vida. É fato! Temos muitos conhecidos, colegas e pessoas que se relacionam com a gente. Mas amigos de verdade, não são muitos.

E amigos virtuais? 

Essa categoria criada pelo Facebook (que se estendeu para Twitter, Instagram e outras Redes Sociais) engloba os amigos, colegas, conhecidos, famosos, anônimos, admiradores e até haters. “Cabe todo mundo”.

Mas deveria caber?

Talvez sim, talvez não. Se a pessoa te incomoda, reclama de tudo o que você posta, por quê está inserida na sua Rede Social? Não faz sentido!

Facebook e seus semelhantes são: entretenimento, ferramenta de trabalho ou as duas coisas concomitantemente. Mas pense: vale a pena aguentar trolls?

Nunca haverá bloqueio, desfazer amizade ou retaliação por argumentar diferente por minha parte. Não fui educado para isso… o debate inteligente, respeitoso e cordial sempre fará parte. Mas se ele ocorre somente por um dos lados que discute, pra quê insistir nessa “amizade virtual”?

Aqui vale uma lembrança sobre discordar em Redes Sociais e seus limites de respeito: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/26/discordar-com-educacao-pode/

Na questão da educação necessária neste mundo virtual: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/25/a-cultura-de-ofender-sem-sentir-vergonha-nas-redes-sociais-por-politica-um-apelo/

Sobre o Fanatismo desse ambiente: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/05/por-que-uma-pessoa-rotula-a-outra-anti-lulista-anti-bolsonarista-ou-isentao/

Por fim, um importante lembrete sobre radicalização: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/03/saudade-do-orkut-faca-o-teste-e-comprove-lula-bolsonaro-coronavirus-e-outros-temas-espinhosos-ganham-corpo-com-os-algoritmos-do-facebook/

O que é Educação 4.0 e como ela vai mudar o modo como se aprende ...

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– O Bullying pode ser evitado desde cedo!

Me preocupo quando vejo casos de crianças bolinadoras que ficam atazanando a vida dos seus colegas. Por mais que uma pessoa já formada seja preparada para suportar o sempre condenável bullying, as sequelas uma hora ou outra aparecerão, de dimensões e traumas diferentes.

Se ainda assim a sociedade tem a preocupação com adultos supostamente melhor condicionados a enfrentar essa situação, imagine com crianças e adolescentes que não tem estrutura emocional! Que estrago.

Eu sei que as escolas tratam, em sua maioria, com muita atenção esse tema. Os educadores fazem a parte deles. Mas… e os pais?

Será que quem pratica esse ato tem dimensão das consequências? Claro que não, não foram conscientizadas disso. Por isso o pai e a mãe são fundamentais para evitar tal prática, pois a primeira educação vem deles.

Em especial, na pré-adolescência, onde a criança não é tão criança mas ainda não é moça, e os hormônios e crises existenciais estão a mil por hora, todo cuidado é pouco. Portanto, a quem possa colaborar para um mundo menos traumático, fica a dica: questionem seus filhos a fim de ajudá-los na prevenção do bullying – evitando a prática e ajudando a quem sofre.

O que é bullying | Escola da Inteligência

Imagem extraída da Internet.

– Redes Antissociais? A Internet não pode ser tóxica.

O que você quer de uma Rede Social?

Eu quero ter o direito de opinar o que pensomas devo respeitar, logicamente, o que os outros pensam. Afinal, não é um ambiente particular de publicação, é uma rede na sociedade (e precisamos ter boa educação, evidentemente).

Dentro dessa ideia, me custa crer que as pessoas, quando não concordam com alguém, resolvem não debater, mas ir à página alheia ofender! Não existe diálogo social na Rede Social?

Discutir é importante, sobrepor opinião ou desqualificar a sua… não vale. 

Aliás, quem inventou essa história de que “amigo” de Rede Social necessariamente é seu amigo? Pode ser um hater! Essa história de amigo virtual faz com que repensemos quem faz parte da nossa rede e que seja amigo, conhecido, interessado ou apenas curioso.

Se percebemos a toxidade de uma Rede Social (ou seja: que ela não faz bem), vale pensar: vale a pena estar nela? Ou melhor: vale a pena estar com quem, dentro dela?

O que seria entretenimento, informação e diversão, não pode nunca ser fardo.

Facebookcídio: usuários contam por que saem do Facebook (e por que ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

 

– A sua imagem nas Redes Sociais atrapalha o seu currículo e sua vida?

Você não deve PARECER ser uma pessoa bondosa e ponderada. Você precisa PRATICAR / DEMONSTRAR a bondade e a sensatez, contagiando positivamente seu próximo.

Aja com sensatez, ética e respeito. Critique o errado, aponte correções positivas. Deixe mensagens de apelo ao correto e nunca justifique o errado.

Muitas pessoas compram bandeiras, criam personagens ou demonstram ser autênticas “até demais” nos seus perfis na Internet. Cuidado com uma postagem que não seja “de quem realmente você é”, ou se ela “realmente for aquilo postado” – e isso não for bom.

Desde palavreado vulgar até comportamento odioso, contrapondo-se à oportunidade de demonstrações respeitosas e éticas, a verdade é: sua imagem virtual diz muito sobre você e pode atrapalhar sua reputação.

Uma rápida abordagem em: https://youtu.be/y6I13mEQjus

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Discordar com Educação, pode!

Li em alguma postagem do Facebook e achei sensacional:

“Conversar com gente inteligente é muito bom. Você pode pensar diferente, discordar e não correr o risco de ficar de mal ou virar inimigo”.

No entanto… não se vê isso nas Redes Sociais!

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Imagem extraída de: https://www.wattpad.com/566305110-evolu%C3%A7%C3%A3o-empatia

– Por quê desrespeitar seu próximo?

Um ditado que nos faz refletir:

”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.

A sabedoria popular, aqui, de maneira clara e bem objetiva…

Imagem extraída da Internet. Autor desconhecido.

– A sacanagem que a moça fez com Zico!

Nesses tempos em que as pessoas usam as Redes Sociais para se promoverem, e muitas vezes não há escrúpulos para isso, enganar o público parece ter se tornado normal.

Nessa semana, “bombou no twitter” um assunto triste: uma garota de programa, Layz Paz (que já admitiu inventar romances com famosos para promover suas publicações), tirou uma foto ao lado de um senhor que afirmava ser… Zico.

Se fosse o Zico (óbvio que não é), teria sido juvenil em deixar se fotografar? Faça-me o favor…

Imagine a dor de cabeça que o Galinho de Quintino teve, sem ser culpado de nada, em rebater essa picaretagem feita com ele…

Extraído de: https://cenapop.uol.com.br/noticias/famosos/zico-nega-ter-sido-cliente-de-garota-de-programa.html

ZICO REBATE ESPECULAÇÃO DE ENCONTRO COM GAROTA DE PROGRAMA: “PAÍS DA MENTIRA”

Ex-jogador foi parar na lista dos assuntos mais comentados das redes sociais

O ex-jogador Zico foi parar na lista dos assuntos mais comentados nas redes sociais depois que a garota de programa Lays Paz publicou, no Twitter, uma foto onde aparece ao lado de um suposto “jogador de futebol aposentado”. Ao verem a publicação, muitos internautas especularam se tratar do ídolo do Flamengo.

Em declaração enviada para a coluna de Leo Dias, do Metrópoles, nesta quarta-feira (12/04), ele se mostrou irritado com as suposições e desmentiu o encontro: “Como não sou eu (que se relacionou com a garota de programa), quem tem que se manifestar é quem está falando que sou eu e provar”, afirmou.

Em seguida, Zico lamentou que as pessoas não tenham ideia do impacto que uma notícia mentirosa pode ter na vida de uma pessoa, seja ela celebridade ou não: “Vivemos, infelizmente, no país da mentira e as pessoas não estão nem aí para o mal que podem causar”, disse ele.

Em outras declarações, Lays chegou a admitir que inventava histórias nas redes sociais para aumentar seu engajamento. No caso em questão, ela publicou uma foto de um homem mais velho, com o rosto coberto por um emoji, afirmando ser um jogador de futebol aposentado, mas sem mostrar o rosto e nem citar nomes.

Foto postada por Lays Peace gerou especulações por parte dos internautas - Foto: Reprodução/ Instagram@layspaz.oficial

Imagem do Instagram da moça,

– Por que uma pessoa se torna hater contra outra?

Não entendo pessoas que criticam o seu próximo gratuitamente. 

  • Seria inveja?
  • Seria distúrbio de relacionamento social?
  • Seria necessidade de criar um personagem rabugento?
  • Seria mau-caratismo?
  • Seria transição para hater?

Normal, não é.

É triste ver gente ofendendo o trabalho alheio apenas pelo bel-prazer de fazê-lo. É assustador ver gente igualmente fazendo troça da competência de amigos, perdendo tempo, pasmem, em fazer campanha pelo boicote do profissional!

Já imaginou colocar postagens nas Redes Sociais pedindo para não prestigiar a labuta do seu semelhante, por nada, apenas pela sua índole odiosa de “causar”?

O que o bobão ganha com isso?

E ainda dá Ibope ao outro… cômico!

Pobre cidadão de espírito pequeno… o que pessoas assim levam de benefício? E o pior: não percebem o mal que fazem a si próprio.

Enfim: sujeito assim é um doente que não se ajuda, pois sua enfermidade o cega.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Por Deus… até o Dalai Lama se enrolando?

O mundo está de cabeça para baixo. O que foi o “selinho de língua” pedido pelo Dalai lama a uma criança?

Para quem não viu a loucura, abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/04/10/escandaloso-por-que-fala-de-dalai-lama-para-crianca-gerou-revolta.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias

NOJENTO E DOENTIO: POR QUE FALA DE DALAI LAMA PARA CRIANÇA GEROU REVOLTA

O dalai lama pediu desculpas nesta segunda-feira (10) depois de ser amplamente acusado de comportamento impróprio diante de uma criança, na qual ele deu um ‘selinho’. Ele pediu para beijar um menino na boca e “chupar a língua” durante um evento público na Índia no dia 28 de fevereiro.

O vídeo logo viralizou e gerou reações condenatórias, sendo chamado de ‘inapropriado’, ‘escandaloso’, ‘nojento’ e ‘absolutamente doentio’.

Nas imagens, o líder espiritual tibetano de 87 anos pergunta ao menino: “você pode chupar minha língua?” e então mostra a língua. Os presentes dão risada, mas muitas pessoas depois chamaram a atenção para o comportamento problemático.

A criança parece ter ficado claramente desconcertada após a pergunta.

Uma petição chamada “Salvem as crianças de Dalai Lama – vamos parar com o abuso infantil” foi criada na plataforma Change.

Diversos usuários nas redes sociais se disseramm chocados e enojados com as imagens, acusando-o de pedofilia e pedindo até sua prisão.

No pedido de desculpa, o dalai lama diz que o ato foi ‘inocente’, sem se manifestar sobre o pedido ser inapropriado.

“Sua Santidade gostaria de pedir desculpas ao menino e sua família, bem como a seus muitos amigos ao redor do mundo, por qualquer dor que suas palavras possam ter causado”, dizia um comunicado publicado em sua conta oficial no Twitter, que tem 19 milhões de seguidores.

“Sua Santidade costuma provocar as pessoas que conhece de maneira inocente e brincalhona, mesmo em público e na frente das câmeras. Ele lamenta esse incidente”, continua o tuíte.

Nas redes sociais, as reações demonstram que a atitude passou longe de ser considerada uma brincadeira.

“O que acabei de ver? Como essa criança deve estar se sentindo? Nojento”, disse o seguidor no Twitter Rakhi Tripathi.

“Estou totalmente chocada ao ver o #DalaiLama aparecer assim. No passado, ele também teve que se desculpar por comentários machistas. Mas dizer: ‘Agora chupe minha língua’ para um garotinho, é nojento”, escreveu Sangita, outra seguidora no Twitter.

Em 2019, o dalai lama também se desculpou por dizer que se uma mulher o sucedesse, ela teria que ser “atraente”. Essas observações, feitas em entrevista à BBC, causaram polêmica.

Um livro publicado em 2022 na França denunciava a “lei do silêncio” sobre “abusos graves” dentro da religião budista tibetana, incluindo violência sexual, privações e corrupção financeira, além de culpar a omissão e a inação do dalai lama e do monge francês Matthieu Ricard, o principal tradutor do líder tibetano no país.

Quem é ele e o que representa

O dalai lama personifica universalmente o movimento pela autonomia tibetana.

Em 1989, recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

Mas, Pequim o acusa de querer dividir a China e o chama regularmente de “lobo em manto de monge”.

(Com informações da AFP)

Dalai lama é acusado de pedir beijo a menino e mostrar a língua - Reprodução

– A apátrida Maha Mamo

Repost de 4 ano, mas bem atual:

Nós não temos a noção da dificuldade que é não ter uma nação. Ser apátrida, para quem é, torna-se um trauma gigantesco!

Ser “uma sombra”, “não existir” e outros termos assim são comuns a essa gente. E são quase de 10 milhões no mundo!

Maha Mamo, uma moça filha de sírios que nasceu no Líbano, foi a primeira apátrida a conseguir se naturalizar brasileira. E o caso é curioso: pelo fato do pai ser cristão e a mãe muçulmana, o casamento interreligioso não é aceito na Síria. No Líbano, onde nasceu, a nacionalidade não é aceita pela “terra onde nasce”, mas somente pelo “ventre” (assim, não poderia ser libanesa). Mas com o problema religioso, não poderia ser natural da Síria pois, em tese, sua mãe é solteira e isso não é permitido por lá. 

O interessante é: um apátrida não pode nada, pois não tem documento! Como matricular um filho inexistente? Ou ter carteira de trabalho? Incrível as dificuldades que eles passam e não imaginamos porque em geral nunca sentimos ou sentiremos isso. 

E veja só: até um refugiado tem vários benefícios que um apátrida não tem, pois o refugiado “existe”, é uma pessoa que foge por algum motivo de sobrevivência. O apátrida, também em tese, nada disso ocorre. 

Mais informações sobre tudo isso, compartilho em: http://www.acnur.org .

Resultado de imagem para Apátrida

Imagem extraída de: https://www.paiquere.com.br/voce-sabe-o-que-vem-a-ser-um-apatrida/.

– O vexame da Indonésia no Planeta Futebol.

Lamentável a decisão da Indonésia de se negar a receber a delegação de Israel para o sorteio do Mundial Sub 20. O país muçulmano não tem relações diplomáticas com o estado judeu, e sendo assim, protestos para a exclusão de Israel começaram a acontecer por todo país.

Quem não consegue se relacionar no esporte, evidentemente não terá diplomacia…

Por enquanto, a Argentina se ofereceu para ser a nova sede.

Extraído de: https://trivela.com.br/mundo/fifa-tira-mundial-sub-20-da-indonesia-e-argentina-estados-unidos-e-inglaterra-surgem-como-possiveis-sedes/

FIFA TIRA MUNDIAL SUB 20 DA INDONÉSIA

A Fifa decidiu tirar o Mundial Sub-20 da Indonésia depois de fortes protestos na capital do país contra a participação de Israel. O país, que tem maioria muçulmana, teve diversos protestos na capital Jacarta de pessoas se colocando contra a entrada de Israel no país para participar do torneio. Uma nova sede será definida e países como Estados Unidos, Argentina e Inglaterra pintam como potenciais substitutos de emergência para sediar a competição.

A Indonésia não mantém relações diplomáticas com Israel. Protestos que aconteceram no início do mês de março na capital do país pediam que Israel não participasse do torneio e mostravam apoio à Palestina. Os conflitos na Cisjordânia têm aumentado, com milhares de presos e centenas de mortes na região.

As tensões na Indonésia já tinham feito a Fifa adiar o sorteio do Mundial Sub-20, que estava previsto para a última sexta-feira, dia 24, em Bali. O governador de Bali, Wayan Koster, se recusou a receber uma delegação israelense. Israel se classificou para o torneio ao ser finalista do Europeu Sub-19, perdendo da Inglaterra. Além de Israel, representam a Uefa a Inglaterra, França, Itália e Eslováquia. A escolha da Indonésia como sede do torneio aconteceu em 2019, antes de Israel se classificar para a competição.

Protesto em Jacarta contra a participação de Israel no Mundial Sub-20 (ADEK BERRY/AFP via Getty Images)

– Pais e Bullying.

Me preocupo quando vejo casos de crianças bolinadoras que ficam atazanando a vida dos seus colegas. Por mais que uma pessoa já formada seja preparada para suportar o sempre condenável bullying, as sequelas uma hora ou outra aparecerão, de dimensões e traumas diferentes.

Se ainda assim a sociedade tem a preocupação com adultos supostamente melhor condicionados a enfrentar essa situação, imagine com crianças e adolescentes que não tem estrutura emocional! Que estrago.

Eu sei que as escolas tratam, em sua maioria, com muita atenção esse tema. Os educadores fazem a parte deles. Mas… e os pais?

Será que quem pratica esse ato tem dimensão das consequências? Claro que não, não foram conscientizadas disso. Por isso o pai e a mãe são fundamentais para evitar tal prática, pois a primeira educação vem deles.

Em especial, na pré-adolescência, onde a criança não é tão criança mas ainda não é moça, e os hormônios e crises existenciais estão a mil por hora, todo cuidado é pouco. Portanto, a quem possa colaborar para um mundo menos traumático, fica a dica: questionem seus filhos a fim de ajudá-los na prevenção do bullying – evitando a prática e ajudando a quem sofre.

O que é bullying | Escola da Inteligência

Imagem extraída da Internet.

– O que é dialogar? Uma sábia observação…

Drummond dá a dica, especialmente para aqueles que não conseguem respeitar a opinião alheia, por mais diferente que ela possa ser.

Respeitar não quer dizer concordar. E discordar não quer dizer se tornar inimigo ou desdenhar do próximo.

Viva a boa educação e o diálogo inteligente!

– Dia Nacional do Orgulho Gay: Reflexões.

Do ano passado, para refletir:

Quando ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay (25/03)”, o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).

A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.

A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”

Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.

Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.

– O vexame da Indonésia no Planeta Futebol.

Lamentável a decisão da Indonésia de se negar a receber a delegação de Israel para o sorteio do Mundial Sub 20. O país muçulmano não tem relações diplomáticas com o estado judeu, e sendo assim, protestos para a exclusão de Israel começaram a acontecer por todo país.

Quem não consegue se relacionar no esporte, evidentemente não terá diplomacia…

Por enquanto, a Argentina se ofereceu para ser a nova sede.

Extraído de: https://trivela.com.br/mundo/fifa-tira-mundial-sub-20-da-indonesia-e-argentina-estados-unidos-e-inglaterra-surgem-como-possiveis-sedes/

FIFA TIRA MUNDIAL SUB 20 DA INDONÉSIA

A Fifa decidiu tirar o Mundial Sub-20 da Indonésia depois de fortes protestos na capital do país contra a participação de Israel. O país, que tem maioria muçulmana, teve diversos protestos na capital Jacarta de pessoas se colocando contra a entrada de Israel no país para participar do torneio. Uma nova sede será definida e países como Estados Unidos, Argentina e Inglaterra pintam como potenciais substitutos de emergência para sediar a competição.

A Indonésia não mantém relações diplomáticas com Israel. Protestos que aconteceram no início do mês de março na capital do país pediam que Israel não participasse do torneio e mostravam apoio à Palestina. Os conflitos na Cisjordânia têm aumentado, com milhares de presos e centenas de mortes na região.

As tensões na Indonésia já tinham feito a Fifa adiar o sorteio do Mundial Sub-20, que estava previsto para a última sexta-feira, dia 24, em Bali. O governador de Bali, Wayan Koster, se recusou a receber uma delegação israelense. Israel se classificou para o torneio ao ser finalista do Europeu Sub-19, perdendo da Inglaterra. Além de Israel, representam a Uefa a Inglaterra, França, Itália e Eslováquia. A escolha da Indonésia como sede do torneio aconteceu em 2019, antes de Israel se classificar para a competição.

Protesto em Jacarta contra a participação de Israel no Mundial Sub-20 (ADEK BERRY/AFP via Getty Images)

– Mc Guimê e Cara de Sapato representam o “espírito machista” do país?

Não assisto o BBB, mas leio que Mc Guimê e Antônio Cara-de-Sapato foram expulsos do programa, por assédio a uma participante mexicana do programa.

Duas coisas:

  • a bebida em excesso que esses programas promovem, ajudam a tornar a coisa mais complicada.
  • a canalhice de algumas pessoas em insistir em paquerar moças mesmo após um “não”, me assusta.

Entretanto, não podemos generalizar: esses caras não podem representar os homens em geral. Há muita gente educada, respeitosa e que em hipótese alguma pode ser comparada com esses sujeitos.

Para quem não viu, em: https://jovempan.com.br/entretenimento/bbb-23/mc-guime-e-antonio-cara-de-sapato-sao-eliminados-do-bbb-23.html

mc guimê e antônio cara de sapato

Imagem extraída de: https://jovempan.com.br/entretenimento/bbb-23/mc-guime-e-antonio-cara-de-sapato-sao-eliminados-do-bbb-23.html

– Repulsa e Respeito.

Ouvi por Helena Eloi (@helenaeloi), coaching e professora:

“Toda rejeição é um convite para o autoamor”.

Puxa! E não é?

Autoamor: o seu maior potencial de energia!

Imagem extraída de: https://www.caminhosolar.com.br/autoamor

– A “Velhofobia” que viralizou. Quem disse que pessoas de 40 anos são velhas e que não podem estudar?

Meninas mimadas não sabem que quanto mais velho, mais experiente.

Meninas minadas desconhecem que deve existir respeito.

Meninas mimadas são jovenzinhas metidas, que nada sabem.

Meninas mimadas um dia terão 40 anos, e saberão que os “quarentões” não são velhos… e que podem fazer faculdade sim, apesar de uma delas ter dito o contrário.

Sobre as universitárias que debocharam de uma colega mais velha, em: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2023/03/11/video-de-universitarias-de-sp-debochando-de-colega-por-ter-40-anos-viraliza-e-gera-indignacao.ghtml

Na imagem, o desabafo da sobrinha da vítima:

Sobrinha da estudante de 40 anos se manifestou sobre o caso em Bauru em uma rede social — Foto: Instagram/Reprodução

 

– Nikolas Ferreira e a intenção equivocada…

Para defender as mulheres, você não precisa atacar ninguém. Certo?

Para o radical deputado Nikolas Ferreira, errado. Que papelão fazer discurso homofóbico dentro do Congresso, ao tentar falar sobre mulheres trans com tom de crítica. Errou em tudo!

A pauta é interessante quando se fala em esporte e competitividade (pelas questões físicas e hormonais), mas ainda assim deve ser respeitoso. Nikolas confundiu tudo e ainda vestiu um peruca loira… que mico!

Imagem: print de tela.

– Argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja. MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.

A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.

Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.

Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?

O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?

O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.

As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!

Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.

Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor nos dias atuais.

O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

Resultado de imagem para respeito

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– A demissão do treinador machista na França.

Abdel Bouhazama, treinador do Angers-FRA, luta contra o rebaixamento da sua equipe. Ou melhor: lutava!

Ele pediu demissão após um comentário machista, cuja repercussão foi enorme. Durante a preleção à sua equipe no último jogo, quis motivar o lateral-esquerdo Chetti (que era acusado de assediar uma mulher em uma boate), dizendo que “tudo bem, todos nós já tocamos as meninas“.

É mole?

Nos tempos atuais, onde felizmente práticas abomináveis estão sendo extintas do futebol, não se pode admitir isso…

Extraído de: https://www.gazetaesportiva.com/campeonatos/ligue-1/tecnico-do-angers-pede-demissao-apos-comentario-machista-em-prelecao/

TÉCNICO DO ANGERS PEDE DEMISSÃO APÓS COMENTÁRIO MACHISTA

O Angers, da primeira divisão francesa, anunciou nesta terça-feira a demissão do técnico Abdel Bouhazama, pressionado pelo mau desempenho da equipe e por um comentário machista em apoio a um jogador acusado de importunação sexual.

“Diante da pressão midiática e para preservar a imagem do clube e a tranquilidade no vestiário, Abdel Bouhazama anunciou ao presidente Said Chabane que decidiu deixar suas funções”, anunciou o clube em um comunicado.

O Angers é o lanterna do Campeonato Francês e não vence uma partida no torneio desde setembro do ano passado.

O treinador, já criticado no âmbito esportivo, agravou sua situação ao fazer um comentário machista durante a preleção com a equipe antes da derrota do último domingo contra o Montpellier.

O técnico tentava dar confiança a Ilyes Chetti, lateral-esquerdo de 28 anos que foi titular somente pela terceira vez nesta temporada, quando a imprensa local revelou na semana passada que o jogador admitiu ter tocado uma jovem em uma boate e que seu julgamento acontecerá em abril.

“Não faz mal, todos nós já tocamos as meninas”, declarou Bouhazama em sua preleção no vestiário, segundo várias fontes citadas pelos jornais Ouest France e L’Équipe e confirmadas por um correspondente da AFP.

A situação ocorre após o próprio presidente do clube, Said Chabane, ser acusado de agressão sexual desde 2020, após denúncias de seis mulheres, que eram suas funcionárias na época.

Abdel Bouhazama, ex-técnico do Angers — Foto: AFP

FOTO: AFP, extraído de G1.com

– O povo uigur e a perseguição chinesa.

Na região noroeste da China, um povo não-chinês sofre perseguições do Governo de Pequim: os uigures, que vivem numa região rica (que um dia foi seu território) onde têm costumes não-aceitos pelo Partido Comunista Chinês.

Mas… o mundo dá atenção a eles?

Não. Indispor-se com a China faz mal para os negócios...

Abaixo: http://petrel.unb.br/destaques/174-a-china-esta-cometendo-genocidio-contra-o-povo-uigur

A CHINA ESTÁ COMETENDO GENOCÍDIO CONTRA O POVO UIGUR?

por Barbara Garcia Galache

“entende-se por genocídio qualquer dos seguintes atos, cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso” (ONU, 1948).

O povo uigur

Os uigures são um povo asiático que no presente habitam o noroeste da China, na região de Xinjiang – oficialmente, Região Autônoma Uigur de Xinjiang – a qual atualmente é considerada uma região autônoma chinesa. Essa população habita há séculos o noroeste chinês. Ademais, de acordo com o canal de comunicação BBC, na região de Xinjiang vivem cerca de doze milhões de uigures – que são de maioria muçulmana (em grande parte da  vertente sunita). Os uigures não são tão conectados- etnicamente, religiosamente e culturalmente – com o restante da China; uma vez que este povo tem seu próprio dialeto e é mais próximo a outras populações que habitam a Ásia Central (BBC, 2022). 

A região é considerada extremamente estratégica para a China, desde os primórdios do comércio mundial com a Rota da Seda até a atualidade, com presença de gás natural, petróleo, produção de semicondutores e agricultura- com foco no algodão para a indústria têxtil, que produz a cerca de um quinto do algodão mundial (ibidem. BBC, 2022). 

A região de Xinjiang conseguiu ficar independente do governo chinês em meados do século XX, mas em 1949, a região foi retomada pelo Partido Comunista Chinês (PCC) – que a mantém sob domínio até hoje  (ibidem. BBC, 2022). Com isso, os uigures não possuem uma forte relação com o governo central ou relações harmoniosas, uma vez que o PCC os considera como um povo separatista. Será evendenciado que nos últimos anos foram registradas diversas violações de direitos humanos do governo chinês para com o povo uigur, como o trabalho forçado nos campos de algodão, retenção em campos de ‘reeducação’, violência sexual e reprodutiva. Além disso, o governo chinês tem incentivado a migração da população chinesa Han para a região de Xinjiang, com o objetivo de diminuir a maioria uigur muçulmana que está presente há séculos no noroeste da China. 

Violações dos Direitos Humanos do povo Uigur

As violações dos direitos do povo uigur e a forte repressão são justificadas pelo governo chinês como uma forma de combater o terrorismo e evitar ligação dos uigures com o grupo terrorista Al-Qaeda. De acordo com o governo chinês, os uigures teriam sido doutrinados por extremistas do Estado Islâmico e aqueles estariam tentando incitar uma revolta armada para independencia da região (BBC, 2009). Ademais, o governo chinês também tenta coibir práticas religiosas muçulmanas, conversação no dialeto próprio e aplica punições para quem as segue. Essa série de violações ainda persistem, e nos últimos anos a China tem sido acusada de crimes contra a humanidade pelos atos cometidos contra a população uigur. 

Como uma forma de averiguar as denúncias destes crimes, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicou, no dia trinta e um de agosto de 2022, um relatório para tratar da questão. O “OHCHR Assessment of human rights concerns in the Xinjiang Uyghur Autonomous Region, People’s Republic of China” traz à luz dos crimes cometidos pela China com os povos muçulmanos do Noroeste, ressaltando os pontos de detenção forçada, os campos de reeducação (chamados de Centros de Educação e Formação Profissional, Vetcs), direitos reprodutivos e direitos trabalhistas. O relatório aponta para “graves violações dos direitos humanos” e um possível crime contra a humanidade; aquele foi baseado em documentos enviados, leis e práticas do governo chinês e entrevistas com cerca de 40 pessoas – 24 mulheres e 16 homens; mais da metade dos entrevistados eram uigures e os demais, de outras etnias muçulmanas do noroeste da China – que estão ligados à região de Xinjiang. O documento foi feito de acordo com a metodologia padrão da ONU para veracidade das informações (ACNUDH, 2022).

Uma das principais violações do governo chinês para com o povo uigur é em relação ao trabalho forçado nos campos de detenção. De acordo com o site, acessado em 2022, do Escritório Internacional de Assuntos Trabalhistas – em inglês, Bureau of International Labor Affairs (ILAB) – dos Estados Unidos da América, o governo chinês mantém cerca de 1 milhão de uigures nestes campos de detenção; dentro disso, é estimado que uma parcela de cem mil uigures e outras minorias étnicas trabalhem em condições precárias e/ou forçadas. Ademais, esse tipo de violação dos direitos trabalhistas não ocorre apenas nos campos de detenção, também são registrados casos nos campos de algodão – não existe a detenção física das minorias muçulmanas, mas estas trabalham com forte cerceamento das autoridades chinesas  (ibidem. BBC, 2022). Alguns dos produtos que são fabricados nestas condições são produtos da indústria têxtil, tomates, produtos para cabelo e os polissilícios – que são utilizados como matéria prima para construção de painéis solares. Além disso, nesses campos de detenção os uigures recebem salários extremamente baixos e são obrigados a permanecer nos campos, com contato restrito com seus familiares. (DOL,  2022). Em um primeiro momento a China negou as alegações de detenção forçada, mas depois alegou que era uma forma de prevenção ao terrorismo e uma forma de reeducar os uigures contra o extremismo islâmico. 

À parte do trabalho forçado, também são feitas diversas outras violações de direitos humanos nestes campos de detenção; uma delas é feita referente aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres uigures detidas nesses locais. Existem relatos de esterilização forçadas nas mulheres, estupros constantes nos campos e métodos contraceptivos forçados nas uigures (como injeções contraceptivas ou inserção de DIU); uma ex-detenta uigur relatou à BBC que os guardas chineses retiravam as mulheres das suas celas para serem “estupradas por um ou mais homens chineses mascarados”, o que ocorria com certa frequência. Também foram feitos relatos de torturas, com choques, islamofobia – as mulheres tinham seus hijabs arrancados – e privação de alimentos para as detentas. (idem. BBC, 2021). A ex-detenta, que ficou cerca de nove meses presa, a uigur Tursunay Ziawudun, relata a série de abusos feitos nesses campos de detenção e a forma em que eram feitos os estupros nas mulheres uigures. (G1, 2021)

Outra violação apresentada pelo Australian Strategic Policy Institute (ASPI), é referente a repressão do governo chinês para diminuir as taxas de natalidade em Xinjiang. O estudo mostra que a partir de 2017, com o aumento dos centros de detenção e maior imposição das políticas de controle de nascimentos, as taxas de natalidade da região diminuíram em 48% (para os anos de 2017 a 2019). Tal queda é resultante dos esforços do governo chinês para diminuir a população uigur do noroeste da China e enfraquecer os povos muçulmanos da região (RUSER; LEIBOLD, 2021). Ademais, em outros estudos desse Instituto, estimaram que no ano de 2020, existiam cerca de 380 campos de reeducação em Xinjiang. (ibidem. BBC, 2022)

Em adição, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos coloca que “padrões de tortura ou maus-tratos, incluindo tratamento médico forçado e condições adversas de detenção, são críveis, assim como as alegações de incidentes individuais de violência sexual e de gênero” (ibidem. ACNUDH, 2022). A China nega estas alegações e coloca que não existe violação dos direitos humanos do povo uigur; também ressalta que o relatório seria uma forma das grandes potências – como Estados Unidos e países da União Europeia – de tentar diminuir o poder da China por meio destas ‘falsas’ alegações de crimes contra a humanidade. (ibidem. BBC, 2022)

Respostas internacionais às ações chinesas 

A publicação do relatório da ACNUDH foi um marco para o debate internacional do tema, mas anteriormente a isso, diversos países, organizações multilaterais e sociedade civil já haviam se pronunciado sobre os acontecimentos. As respostas sobre o tema variam e vão desde a condenação das atrocidades feitas pela China contra o povo uigur até possíveis sanções sobre os produtos comercializados, que são decorrentes do trabalho forçado. No âmbito de organizações multilaterais, o G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) se posicionou contra o trabalho forçado em grupos minoritários por entes do Estado – percebe-se que apesar de não citarem a China, o posicionamento é referente a questão uigur. Em 2021, cerca de 43 países se pronunciaram sobre a violação dos direitos dos povos muçulmanos da região de Xinjiang e encorajaram que fosse publicado com agilidade o pronunciamento da ONU acerca do tema – que viria a acontecer apenas em agosto de 2022. Também foram feitos apelos de parlamentares de mais de quinze países requisitando respostas da ONU sobre a temática. Por fim, os povos uigures e muçulmanos pediram que algumas organizações internacionais se pronunciassem, como a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização para a Cooperação Islâmica (OIC, em inglês) (UHRP, 2022).

Outros posiocinamentos podem ser verificados, como a Bélgica, que reconheceu publicamente que as ações chinesas eram um crime contra a humanidade e um sério risco de genocídio; o Canadá, em 2021, reconheceu o genocídio do povo uigur, advertiu importadores canadenses sobre o comércio com a região de Xinjiang – ressaltando a importância da rastreabilidade dos produtos – e, por fim, cancelou vistos de alguns oficiais da polícia da região chinesa; a Alemanha chegou a anuciar que iria findar todas as deportações de uigures para a China. Os Países Baixos, por sua vez, aprovaram no parlamento que as ações da China remetem ao genocídio; a Turquia condenou as ações chinesas e pediu que o governo fechasse os campos de detenção. O Reino Unido reconheceu nacionalmente o genocídio do povo uigur e restringiu o comércio internacional com a região. (ibidem. UHRP, 2022)

Ao considerarmos algumas respostas dos países asiáticos, a Malásia decidiu, em 2020, que permitirá passagem segura dos uigures pelo país, caso estes queiram emigrar da China por motivos de insegurança; também decidiu que não irá extraditar uigures. Taiwan, por sua vez, criou o grupo “Uyghur-Taiwan Friendship”, em maio de 2021. Em 2022, o Japão aprovou uma resolução para que o governo monitore as violações de direitos humanos e implemente algumas sanções para Xinjiang; ademais, o governo japonês – e outros grupos como Japan Parliamentary Alliance on China (JPAC) – tem tentado dialogar com o governo chinês para buscar uma explicação sobre o tema e aplicar sanções para os oficiais da região. (ibidem. UHRP, 2022)

Como uma forma de resposta mais econômica para a questão, diversos países como Canadá, Reino Unido, União Europeia buscaram criar impedimentos para importações de produtos originários de Xinjiang e que estivessem relacionados ao trabalho forçado. A União Europeia suspendeu um Acordo de Investimentos com a China, depois que essa aplicou sanções aos membros do Parlamento Europeu que já reconheceram o genocídio uigur. O Canadá – que reconhe o genocídio uigur – baniu importações de produtos originados pelo trabalho forçado (tanto o produto como um todo ou se alguma parte tenha sido fabricada nessas condições). O governo noruguês cortou laços com uma companhia de tecnologia chinesa que tinha laços com o trabalho forçado. (ibidem. UHRP, 2022)

Os Estados Unidos da América – o grande rival da China no cenário internacional e por possuir interesses próprios no debate do assunto – procura com certa frequência levantar o debate da questão uigur. O interesse estadunidense está muito relacionado a um interesse de frear a o gigante asiático como uma das potências mundiais e ressalta-se que existem muitos outros casos de violações de direitos humanos que não são tão reconhecidos pelos EUA, como o caso da prisão de Guantánamo e as detenções sem julgamento de afegãos, com a desculpa de combate ao terrorismo (ONU, 2022). 

Em 2021, o governo estadunidense reconheceu internacionalmente que o governo chinês está cometendo genocídio e crimes contra a humanidade desde 2017. Ademais, o governo norte-americano aprovou três leis referentes ao povo Uigur – o Ato de Proteção aos Direitos Humanos Uigures, o Ato de Prevenção ao Trabalho Forçado dos Uigures e o Ato de Políticas para os Direitos Humanos dos Uigures. Também, foram cancelados vistos de oficiais chineses da região. Em relação a economia, aplicou diversas sanções a produtos fabricados na região de Xinjiang e baniu todas as importações oriundas desta região chinesa, como por exemplo algodão e tomate. Ademais, os EUA também proibiram a exportação de produtos de alta tecnologia para quaisquer empresas conectadas ao trabalho forçado. (ibidem. UHRP, 2022)

A China está cometendo genocídio contra o povo Uigur?

Grandes avanços estão sendo feitos internacionalmente para tentar frear os crimes contra o povo uigur – como sanções econômicas, diminuição nos fluxos comerciais com Xinjiang, reconhecimento de diversos países sobre o problema e o relatório do Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH). No relatório foi concluído que estão sendo feitas graves violações de direitos humanos; apesar disso, esse falhou em conseguir nomear – no relatório foi apresnetado que estavam sendo feitas graves violação o que de fato está acontecendo na China, o genocídio de uma minoria étnica

De acordo com a Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio de 1948, o genocídio é caracterizado por “atos, cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso” (ONU, 1948). Esses atos são referentes ao “assassinato de membros do grupo; dano grave a integridade do grupo; submeter o grupo a condições que ocasionem destruição física; medidas para impedir os nascimentos do grupo; e transferir menores do grupo para outro” (ONU, 1948). Percebe-se que diversos atos que caracterizam o genocídio estão sendo feitos pela China para com os uigures – como os campos de detenção, o controle da natalidade dos uigures e esterilizações forçadas, os estupros contra a integridade física das mulheres e/ou o trabalho forçado para homens e mulheres. 

De fato existem uma série de fatores e interesses de outras potências – como EUA e UE – de frear a ascensão da China como a maior potência mundial e ressalta-se que muitos outros casos de trabalho forçado/detenção arbitrária ao redor do mundo não são tão noticiados como esse, por uma série de interesses dos grandes atores internacionais. Mas é inegável a série de violações aos direitos humanos, crimes contra a humanidade e genocídio que estão ocorrendo com os uigures em Xinjiang. 

Referências

BBC. Apple e Nike são acusadas de usar ‘trabalho forçado’ de minoria muçulmana na China. BBC, [S. l.], p. 1-1, 24 jul. 2020. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-53534525. Acesso em: 10 set. 2022.

BBC. Campos de detenção: por que China foi punida por seu tratamento a muçulmanos. BBC, [S. l.], p. 1-1, 24 mar. 2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-56495323. Acesso em: 10 set. 2022.

BBC (China). Entenda a questão dos uigures na China. BBC, [S. l.], 7 jul. 2009. World, p. 1-1. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2009/07/090707_entenda_uigures_tp. Acesso em: 10 set. 2022.

BBC (China). Who are the Uyghurs and why is China being accused of genocide?. BBC, [S. l.], 24 maio 2022. World, p. 1-1. Disponível em: https://www.bbc.com/news/world-asia-china-22278037. Acesso em: 9 set. 2022.

BUSINESS Standard. China braces for US ban on import of products from Xinjiang province. Business Standard, [S. l.], p. 1-1, 23 jun. 2022. Disponível em: https://www.business-standard.com/article/international/china-braces-for-us-ban-on-import-of-products-from-xinjiang-province-122062300184_1.html. Acesso em: 10 set. 2022.

CONVENÇÃO SOBRE A PREVENÇÃO E PUNIÇÃO DO CRIME DE GENOCÍDIO, 1948, Nova Iorque. Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio […]. [S. l.: s. n.], 1948. Disponível em: https://www.oas.org/dil/port/1948%20Conven%C3%A7%C3%A3o%20sobre%20a%20Preven%C3%A7%C3%A3o%20e%20Puni%C3%A7%C3%A3o%20do%20Crime%20de%20Genoc%C3%ADdio.pdf. Acesso em: 9 set. 2022.

FINLEY, Jo Smith. UN report on China’s abuse of Uyghurs is stronger than expected but missing a vital word: genocide. The Conversation, [S. l.], 5 set. 2022. Global, p. 1-1. Disponível em: https://theconversation.com/un-report-on-chinas-abuse-of-uyghurs-is-stronger-than-expected-but-missing-a-vital-word-genocide-189917. Acesso em: 10 set. 2022.

G1. ‘Objetivo deles é destruir todo mundo‘: uigures em campos de ‘reeducação‘ na China relatam estupros sistemáticos. G1, [S. l.], 5 fev. 2021. Mundo, p. 1-1. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/02/05/objetivo-deles-e-destruir-todo-mundo-uigures-em-campos-de-reeducacao-na-china-relatam-estupros-sistematicos.ghtml. Acesso em: 10 set. 2022. 

ILAB. Department of Labour. Against Their Will: The Situation in Xinjiang. DOL, [S. l.], p. 1-1, 12 jul. 2022. Disponível em: https://www.dol.gov/agencies/ilab/against-their-will-the-situation-in-xinjiang. Acesso em: 10 set. 2022.

MURPHY, Matt; DRURY, Flora; WONG, Tessa. Uyghurs: China may have committed crimes against humanity in Xinjiang – UN. BBC, [S. l.], 1 set. 2022. World, p. 1-1. Disponível em: https://www.bbc.com/news/world-asia-62744522. Acesso em: 9 set. 2022.

ONU. Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos. Relatório, 1, 31/08/2022. OHCHR Assessment of human rights concerns in the Xinjiang Uyghur Autonomous Region, People’s Republic of China, [S. l.], p. 1-48, 31 ago. 2022. Disponível em: https://www.ohchr.org/sites/default/files/documents/countries/2022-08-31/22-08-31-final-assesment.pdf. Acesso em: 10 set. 2022.

ORGANIZAÇÃO das Nações Unidas. Especialistas condenam violações contínuas em Guantánamo e pedem fechamento da prisão. ONU Notícias, [S.L.], P. 1-1, 12 jan. 2022. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/168023-especialistas-condenam-violacoes-continuas-em-guantanamo-e-pedem-fechamento-da-prisao. Acesso em: 21 set. 2022. 

ORGANIZAÇÃO das Nações Unidas. Relatório sobre a China cita “graves violações de direitos humanos” em Xinjiang. ONU News, [S. l.], p. 1-1, 1 set. 2022. Disponível em: https://news.un.org/pt/story/2022/09/1799872. Acesso em: 10 set. 2022.

RUSER, Nathan; LEIBOLD, James. Family De-planning: The Coercive Campaign to Drive Down Indigenous Birth-rates in Xinjiang. ASPI International Cyber Policy Centre, [s. l.], p. 1-36, 27 maio 2021. Disponível em: https://s3-ap-southeast-2.amazonaws.com/ad-aspi/2021-05/Family%20deplanning%20v2.pdf?IO4rxtbW_Up5C6usSJ4EpMFHm6khL7uF. Acesso em: 10 set. 2022.

SHARE America. Quem são os uigures?. Share America, [S. l.], p. 1-1, 29 jan. 2019. Disponível em: https://share.america.gov/pt-br/quem-sao-os-uigures/. Acesso em: 10 set. 2022.

UYGHUR Human Rights Project. International Responses to the Uyghur Crisis. UHRP, [S. l.], p. 1-1, 1 ago. 2022. Disponível em: https://uhrp.org/responses/. Acesso em: 10 set. 2022.

Imagem extraída de: https://www.hypeness.com.br/2017/12/china-colhe-dna-e-biometria-de-minoria-muculmana-em-vigilancia-disfarcada-de-programa-de-saude/

– “Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”, disse Umberto Eco.

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”.

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Mais amor no mundo.

Precisamos de um mundo com mais paz!

Menos ódio, mais tolerância, e indiscutivelmente com amor ao próximo.

Uma mensagem:

– Today’s Quote.

“The worst part of success is trying to find someone who is happy for you.” ― Bette MidlerThe post Today’s Quote first appeared on Chateau Cherie.

Continua em: Today’s Quote

 

– Qual atitude para acabar de vez com o racismo no futebol? Sobre as ofensas ao Galo Mineiro.

“Hijo de Puta Macaco”, “Macaco Boludo”, entre outros xingamentos racistas, foram observados na Venezuela na partida entre Carabobo x Atlético Mineiro pela Libertadores da América (e registrados em vídeo, conforme imagem em: https://ge.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2023/02/22/atletico-mg-e-recebido-com-gritos-racistas-por-parte-de-torcedores-do-carabobo-em-estadio-na-venezuela.ghtml).

Parece que existe prazer dos racistas em ofender gratuitamente. Uma doentia paixão que esses cidadãos desregrados têm, e que não se toma providências plausíveis.

Mas o que fazer, se as autoridades não resolvem?

Que tal… a equipe não jogar?

Vide o caso de Vinícius Jr na Espanha: e se os seus companheiros resolvessem abandonar o jogo, quando escutassem as ofensas racistas (até porquê existem outros negros no time, que indiretamente são atingidos)? Um time do porte do Real Madrid, retirando-se de campo, daria um impacto de repercussão mundial.

Fica a sugestão para os clubes brasileiros que não tenham medo da Conmebol: em protesto, não entrar em campo. Certamente, a discussão não ficaria na mesmice.

Chegada dos jogadores do Atlético no estádio Olimpico UCV, em Caracas — Foto: Reprodução/GE

Imagem extraída do Globoesporte.com (link acima).

– Tolerar nas Redes Sociais é importante!

Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade: as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!

Educação, Democracia, Empatia… aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão de cidadania.

Imagem

– REPOST: O futebol precisa gerar respeito! Sobre as decisões da CBF quanto ao fim do racismo:

Vi as decisões da CBF quanto o combate ao racismo: num primeiro momento multa ao clube, em um segundo momento punição de mando de jogo e em terceiro lugar perda de pontos.

Não é muito “leve”? Elas acontecerão “pra valer”?

Desculpe, mas eu, particularmente, não acredito que funcionarão…

Compartilho este consciente e necessário texto, de dias atrás, sobre a necessidade de civilidade entre o mundo do futebol e o mundo real, abordando, inclusive, as injustificáveis manifestações discriminatórias.

Extraído de: https://universidadedofutebol.com.br/tempos-de-intolerancia/

TEMPOS DE INTOLERÂNCIA

por Virgílio Franceschi Neto

Infelizmente, observa-se um mundo cada vez mais intolerante. Racismo, xenofobia, questões de gênero. Tudo isso acontece semanalmente. Uns casos têm mais repercussão, outros nem tanto. No entanto, acontecem com frequência. O de domingo, dia 16 de fevereiro, na primeira liga portuguesa, com o atleta malinês do Porto, Marega, trouxe à tona novamente o tema. Em pleno século 21, quer seja na ciência e na tecnologia, o ser humano avança. Nas relações humanas, retrocede.

Alguns estudiosos dizem que tudo isso acontece por conta do aumento do fluxo migratório, do detrimento dos vínculos de trabalho formal, do anonimato que as redes sociais e do convívio que os grandes grupos conferem. Da ameaça à rotina, às instituições, aos ritos e tradições. Da perda da identidade que o “outro” pode colocar em risco.

O que se sabe é que é impossível justificar tais atitudes. Não há motivo para isso. O futebol desde o seu início foi feito por todos e é para todos. Estas situações devem ser amplamente debatidas e as soluções postas em prática. Combater e punir quaisquer atos racistas, xenófobos e que envolvam o gênero. É medíocre e inaceitável a falta de consideração com o próximo.

(Foto: Reprodução/Divulgação)

Todos falam em “futuro melhor” e “mundo melhor”. Mas isso não será alcançado se não houver o respeito. O futebol, pelo alcance que possui e a capacidade de formar opinião, está repleto de exemplos negativos dentro e fora de campo. Por que não tratá-lo para difundir bons valores, valores humanos – comuns a todas as religiões – de respeito e harmonia? Futebol de rendimento é competitivo e o foco está no desempenho, sim. No entanto, não a todo o custo. Para isso não é preciso se olvidar dos valores: o jogo limpo.

Portanto, é preciso pensar em como queremos o mundo para as próximas gerações. Confuso, com pessoas próximas ao seu círculo sendo vítimas de intolerância? Ou mais leve, com respeito e iguais oportunidades para todos, independente da origem? O futebol tem sido capaz de transformar tanta coisa. Pode transformar o mundo.

Em tempo: o amigo leitor pode se questionar de esta coluna nada se referir nesta semana ao Marketing Esportivo. Vamos pensar que a comunicação de um clube, uma liga e uma federação no combate à intolerância é no mínimo um começo para uma grande transformação.

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Em tempo, mais uma citação que se relaciona com o tema da coluna:

Esforce-se não para ser de sucesso, mas sim para ser de valor”.
Albert Einstein

– Dia do Orgulho Ateu: Respeitar não é Concordar. Algumas observações…

Respeito todas as crenças – e as descrenças também.

Leio que hoje é “Dia do Orgulho Ateu“. Democrática e respeitosa data, mas que leva à reflexão: se Deus não existe, tudo o que existe é fruto do acaso?

O sistema solar, a natureza, o corpo e seus órgãos… Seriam eles apenas fruto de uma gigantesca coincidência?

Repito o que disse: respeito o ateísmo e seus adeptos, mas não tem apologia nem concordância minha.

Eu não sabia, eis um símbolo ateísta:

bomba.jpg

Aliás, há até uma campanha contra o preconceito ateu. Mas lembremo-nos, não pode ter preconceito contra ateu, nem preconceito religioso.

– Distanciamento Familiar é uma via de mão dupla.

Não podemos reclamar que os filhos não estão ao nosso lado, se nós não insistirmos em estar com eles.

É uma reciprocidade de comportamento, e quando não ocorre, situações como as abaixo acontecem: