– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

📩 Email: rafaelporcari@me.com

📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064

👨‍🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/

📝 Blog: https://professorrafaelporcari.com/

– Os gandulas expulsos de Corinthians 2×1 Flamengo.

É o fim da picada! Já sugerimos, em outras oportunidades, que os gandulas na Série A do Brasileirão fossem alunos da Escola de Árbitros.

Motivo?

Evitar situações constrangedoras como as relatadas pelo árbitro de Corinthians x Flamengo (que expulsou 2 gandulas):

  • “Informo que aos 25 minutos do segundo tempo, expulsei do campo de jogo o gandula Thiago Mastrochirico Rezetti, por retardar o reinício de jogo, demorando a repor a bola para a equipe adversária”.
  • “Informo que aos 46 minutos do segundo tempo, expulsei do campo de jogo o gandula Alessandro da Silva, por retardar o reinício de jogo, murchando a bola que estava em sua posse.

– Profissional capacitado, mas como humano…

Quem sou eu para discordar dessa verdade… (abaixo, na imagem)

Sejamos mais respeitosos

– Os gandulas expulsos de Corinthians 2×1 Flamengo.

É o fim da picada! Já sugerimos, em outras oportunidades, que os gandulas na Série A do Brasileirão fossem alunos da Escola de Árbitros.

Motivo?

Evitar situações constrangedoras como as relatadas pelo árbitro de Corinthians x Flamengo (que expulsou 2 gandulas):

  • “Informo que aos 25 minutos do segundo tempo, expulsei do campo de jogo o gandula Thiago Mastrochirico Rezetti, por retardar o reinício de jogo, demorando a repor a bola para a equipe adversária”.
  • “Informo que aos 46 minutos do segundo tempo, expulsei do campo de jogo o gandula Alessandro da Silva, por retardar o reinício de jogo, murchando a bola que estava em sua posse.

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– No JJ:

Minha coluna no Jornal de Jundiaí nessa semana:

Existe preconceito ou má vontade com clube-empresa?

– O pronunciamento de Alinne Fanelli:

Ainda, ufa, sobre o caso da grosseria do treinador Abel para a jornalista Alinne Fanelli (falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZZY), o pronunciamento dela, abaixo;

Força, Aline: 

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– Sorrisos Amarelos no Ambiente de Trabalho.

Até onde a simpatia não-sincera vale a pena? Uma pesquisa da Universidade de Michigan alega: falsidade com sorrisos forçados é prejudicial ao trabalho, em especial ao ambiente entre os colegas e às vendas.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 63

QUANDO SORRIR FAZ MAL

Sabe aquele risinho amarelo, forçado, que serve apenas para tentar agradar à freguesia? Livre-se dele ou você poderá prejudicar a saúde e os negócios

Funcionários que lidam diretamente com o público e passam o dia sorrindo contribuem para um bom e produtivo ambiente de trabalho, certo? Depende do sorriso. Aquele amarelo, tão falso quanto uma nota de R$ 3, pode ser contraproducente e acabar minando os negócios. Pelo menos é este o resultado de um estudo feito por professores da Universidade de Michigan. Segundo os pesquisadores, a energia aparentemente positiva de um funcionário “farsante” não só piora o seu humor como dificulta o cumprimento das tarefas cotidianas. Por outro lado, quando o riso é genuíno e tem origem em pensamentos positivos ocorre uma efetiva melhora no ânimo.

Durante duas semanas, os pesquisadores acompanharam a rotina de motoristas de ônibus. Cabe lembrar que, nos Estados Unidos, os motoristas também atuam como cobradores, o que lhes obriga a interagir frequentemente com o público. Nas ocasiões em que estes profissionais declararam ter tentado disfarçar pensamentos negativos com sorrisos forçados, as respostas aos questionários revelaram uma nítida piora no humor. Não por acaso, os períodos de alteração no estado de espírito revelados pela pesquisa coincidiram com um aumento de ausência no trabalho. Por outro lado, quando os motoristas disseram que cultivaram pensamentos positivos – como lembranças das férias –, as faltas no trabalho caíram e o humor manifestado nas respostas da pesquisa melhorou.

“Empresários podem pensar que ter funcionários sorridentes é algo bom para a organização, mas não é bem assim”, disse Brent Scott, professor de administração responsável pelo estudo. “Sorrir por sorrir pode levar à exaustão emocional e fazer o funcionário se ausentar do trabalho.” O efeito foi ainda mais forte entre as mulheres, que apresentaram, além de uma queda mais acentuada no humor, maior propensão que os homens a faltar no trabalho após uma longa série de sorrisos amarelos. Da mesma forma, o pensamento positivo teve um efeito mais benéfico sobre elas, tanto no que diz respeito ao humor quanto à disposição para trabalhar.

O estudo, publicado em fevereiro no Academy of Management Journal, não investigou as causas do fenômeno nem a razão da diferença entre gêneros. No entanto, segundo Scott, pesquisas anteriores indicam que as mulheres demonstram mais suas emoções do que os homens. Quando forjam um sorriso enquanto sentem emoções negativas, elas entram em um intenso conflito interno, que pode afetar mais fortemente os sentimentos. De qualquer forma, ensina o professor, mulheres e homens devem utilizar a técnica da semeadura de bons pensamentos com moderação. Ela parece de fato melhorar o humor no curto prazo, mas pode causar sequelas depois de certo tempo. “Se você ficar tentando cultivar boas emoções a todo momento, corre o risco de começar a se sentir falso”, afirmou Scott.

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Imagem extraída de: https://www.notiulti.com/la-reaccion-de-britney-spears-al-documental-es-sorprendente-estrellas/

– O novato Red Bull Bragantino e o veterano Corinthians.

O Corinthians é uma equipe mais que centenária. O Bragantino, quase centenário. A Red Bull, uma gigante multinacional que trabalha o esporte como ferramenta de marketing de maneira competente mundo afora, e que está há pouco tempo na gestão do clube da “Cidade Poesia / Terra da Linguiça”.

Quando o treinador Pedro Caixinha foi questionado na entrevista coletiva de Corinthians 1×2 Red Bull Bragantino (onde o Massa Bruta foi eliminado nas cobranças de pênaltis), a respeito da falta de títulos do time do Interior Paulista, ele não titubeou: sugeriu comparar a idade do novo clube (Red Bull Bragantino, formado a partir do Clube Atlético Bragantino) com a do Corinthians. A resposta foi:

“O projeto começou em 2020? O projeto é uma criança! Quer que o Red Bull Bragantino ganhe tudo em quatro anos? Quantos anos tem o Corinthians? Você quer nos comparar com uma equipe que tem mais de 110 anos?”

Em 4 anos, o Red Bull Bragantino subiu para a série A do Brasileirão e está regularmente disputando competições internacionais. Construiu o maior Centro de Treinamento da América do Sul e está reformando (derrubou e reconstrói do zero) o estádio municipal da cidade, para assim que pronto, fazer o mesmo com o atual estádio Nabi Abi Chedid. 

Que a empresa tem dinheiro, é sabido. Mas deve existir limites e orçamento coerente… gastar sem retorno ou responsabilidade, é rasgar dinheiro. E nenhum clube associativo, time-empresa ou SAF deve fazer isso. A Red Bull não é uma empresa que pratica sportswashing, como alguns clubes-estados que ficam milionários com um estalar de dedos. E sem ganhar torneios, é natural que surjam muitos questionamentos… Espera-se (equivocadamente), um PSG, Manchester City ou similar.

A ideia é: fazer um bom papel no campeonato, promover seus produtos com marketing, conquistar consumidores e admiradores, ganhar dinheiro com transação de jovens atletas e, se possível, ganhar títulos. 

Lembremos: apenas 1 time pode ser campeão. Não é fácil ganhar campeonatos… claro, a expectativa de vencer competições, frustradas por “quase chegar lá na hora decisiva” e fraquejar na hora H (por diversos motivos), traz decepção. A brincadeira de que é uma “faca de pão Pullman”, evidentemente, é entendível. Mas racionalmente, onde estaria o Bragantino hoje, sem a Red Bull?

Vide seu rival histórico, o Paulista FC de Jundiaí: tenta se recolocar no futebol, jogando a 5a divisão paulista, sem calendário nacional, disputando contra Manthiqueira, Barcelona Capela e Colorado Caieiras. Ou o São Caetano, que sem um projeto sólido, está na A4 da FPF. O Red Bull Bragantino, pelo tempo de trabalho e pelos resultados obtidos, ainda está “com muito crédito” na praça. 

Sobre o jogo da 3ª feira: a classificação “bateu na trave”, como diz o dito popular? Não, bateu nas mãos do goleiro Hugo. E aí é covardia, na cobrança de pênaltis: o arqueiro do Bragantino foi o 3º goleiro, o jovem Fabrício (Cleiton e Lucão se lesionaram) e do outro lado, um defensor com experiência de Flamengo, Exterior e Corinthians. Aliás, o RBB jogou com 7 desfalques e sem o seu artilheiro, Helinho.

A coletiva do treinador Pedro Caixinha (sempre muito lúcida e educada), onde ele abordou isso e mais um pouco, em: https://youtu.be/GPZ7oZbq8xY?si=qhUqknS9VIsMOTnh

Agora, virá a natural cobrança e a pressão: melhorar sua classificação no Campeonato Brasileiro, já que disputará apenas uma competição a partir da eliminação. Sem “caça às bruxas”, lógico. 

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– Como você encara os erros?

Na vida pessoal ou na profissional, somos fadados aos erros. Algumas pessoas os encaram com naturalidade, mas outras não os suportam!

A questão é: como você reage aos seus tropeços? Aprende com eles ou os despreza?

Gostei desse pensamento, abaixo:

 

 

– O que estamos fazendo para nos aprimorarmos profissionalmente?

Compartilho excepcional artigo do prof José Renato Santiago Sátiro, do Blog do Conhecimento (http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial), a respeito de Crescimento e Aperfeiçoamento Profissional, Capacitação e Competência, Competitividade e Mundo Corporativo.

O texto é de extrema valia aos profissionais de qualquer área de atuação, mas em especial aos Administradores de Empresas. Abaixo:

O QUE ESTAMOS FAZENDO PARA NOS MANTERMOS COMPETITIVOS?

Uma das mais relevantes verdades que suportam o atual mundo corporativo diz respeito a necessidade de constante aperfeiçoamento de nossas competências.

A correta gestão dos nossos conhecimentos certamente contribui muito para que todos nós, colaboradores, que prestamos atividades profissionais, remuneradas ou não, possamos buscar a excelência e o atendimento de nossos objetivos.

No entanto, é de entendimento comum que os conhecimentos que possuímos hoje não irão garantir o nosso sucesso futuro.

Sempre haverá a necessidade de algo mais.

A grande surpresa que fundamenta este fato não está associada com a efetiva necessidade de capacitação constante, mas sim com a predisposição em buscá-la.

Há diferença nisso?

Sim, claro que existe, sutil, mas evidente.

Anos atrás não era incomum que as pessoas buscassem oportunidades em organizações que possuíssem planos de carreira bem estruturados e possibilidades de capacitação aos seus colaboradores.

Hoje, as coisas mudaram, então?

Claro que não.

Todos tendemos a valorizar oportunidades profissionais em empresas que não somente ofereçam bons salários e condições de crescimento, mas, principalmente, reais possibilidades de aprimoramento de nossas competências.

No entanto, algo está diferente.

Ainda que haja esta valorização, é temeroso o profissional sinalizar esta preocupação voltada a capacitação como se fosse um diferencial a ser oferecido por uma empresa.

E a resposta é simples.

Buscar isto junto a um terceiro, no caso qualquer organização que seja, é um lamentável equívoco.

Qualquer capacitação que nos é ofertada, não terá uma ínfima relevância quando comparada com aquela que é conquistada pelo profissional que se preocupa em alinhar seus intentos e metas com os treinamentos dos quais ele próprio busca fazer parte.

Poucas vezes, o que não é injusto, os treinamentos ofertados nas empresas possui alguma associação com as reais expectativas de seus profissionais.

Isto ocorre, pois, as organizações priorizam o atendimento de seus próprios objetivos, e eventualmente apenas eles são comuns aos dos colaboradores.

Não há qualquer, digamos “maldade” por parte das empresas, ainda, mas, pelo fato das relações em vigência serem profissionais.

A partir do momento que tenhamos certeza desta real diferença entre os nossos interesses e os das organizações onde atuamos, creio que caiba responder a seguinte pergunta:

– O que estamos fazendo para nos manter competitivos?

Certamente é nossa responsabilidade.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Faça o que te dá prazer.

Chega pela semana!

Na parte acadêmica, foi puxada a jornada. Mas valeu a pena.

Depois das aulas, o descanso dos justos na sexta-feira…

✒️ #Educação

– Roda da Vida.

Trabalharemos hoje com nossos alunos sobre prioridades na vida profissional e pessoal.

Já ouviram falar na “Roda da Vida”?

Claro, farei adaptações ao esquema proposto:

Imagem

– VAR e AVAR bêbados… É o que faltava!

E se fosse no Brasil?

Para a 3ª rodada das fases preliminares da UCL, no jogo entre Dínamo Kiev (Ucrânia) x Glascow Rangers (Escócia), estavam escalados o polonês Bartosz Frankowski (Polônia) como VAR e Tomasz Musial (Inglaterra) como AVAR. Eis que, saíram embriagados de um bar e roubaram uma placa de sinalização de semáforo!

Ambos fora de si, acusaram alto teor alcoólico no bafômetro (segundo as agências internacionais) e detidos. Após pagamento de fiança, foram liberados (e obviamente substituídos do jogo).

Apesar das lambanças no Brasileirão, ainda não se viu isso aqui no VAR do Brasil

Bronca na Champions. Árbitros embebedam-se, roubam sinal e são detidos

Frankowsky, na imagem extraída de https://www.noticiasaominuto.com/desporto/2610999/bronca-na-champions-arbitros-embebedam-se-roubam-sinal-e-sao-detidos

– Vivendo a experiência do outro.

E quando você tenta sentir DE VERDADE a dor do outro?

Talento e profissionalismo, com uma dose de empatia nessa história, abaixo:


– Worcation na moda?

Worcation é a junção de Work e Vacation (trabalho e férias, em português), e tal prática está cada vez mais frequente mundo afora.

É que em alguns países onde não existe legislação de férias remuneradas, tal situação – trabalhar em período supostamente de descanso – tem sido uma alternativa. Ou melhor: uma necessidade!

Cá entre nós: alguns profissionais já vivem isso no Brasil! O pequeno comerciante não consegue abandonar a rotina. Celulares de última geração, notebooks e outros apetrechos acompanham a mala de mini-férias (2 dias de descanso, em muitos casos).

É a tendência dos dias atuais… e aqui, com pesar, me incluo!

E você: consegue se afastar totalmente do serviço durante as horas / dias de repouso?

Woman in office stress vector illustration of cartoon girl manager working on computer with disheveled messy hair and documents piles. Overwork and deadline office work concept

Imagem extraída de: https://br.financas.yahoo.com/noticias/por-que-o-excesso-de-trabalho-e-tao-glamourizado-080036988.html

– A torcida contra Abel Ferreira?

O treinador do Palmeiras Abel Ferreira é chato, reclamão, teimoso, mas… campeão! Uma coisa que não se pode é reclamar de suas conquistas. E, surpreendentemente, leio que uma das torcidas organizadas tentou invadir o CT para conversar com ele para, digamos, “orientá-lo” ou “conversar à miúda”.

Será que a maioria dos torcedores palmeirenses pensa assim? Não estariam reclamando de barriga cheia?

Que Abel tem seus defeitos, é óbvio que tem. Mas não há exagero?

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Foto: Ettore Chiereguini/AGIF, extraída de: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcedores-do-palmeiras-detonam-abel-ferreira-apos-derrota-para-o-flamengo-falta-humildade.html

– Paulista FC, Raça Tricolor e Aderlan: como resolver?

Nos bastidores de futebol, cansei de ver situações envolvendo jogadores e torcedores. Das coisas mais incríveis possíveis… Por exemplo: jogador dando dinheiro para torcida organizada gritar o seu nome na arquibancada (eu presenciei isso), jogador combinando entrada em casa noturna com torcedores, bate-bocas e cobranças… de tudo, um pouco.

Havia um tempo (e eu vivi esse tempo, quando moleque) que “no estádio tudo podia”. Ali era o momento do cara espairecer, desestressar e fazer tudo o que não fazia na rua.

Os tempos, obviamente, mudaram, e mudam! Xingar jogador negro de macaco, hoje não pode mais (ainda bem, pois isso acontecia – e infelizmente, em alguns lugares, acontece). Idem à homofobia. Mas a intolerância ainda existe em algumas situações (somente na Bahia, por exemplo, você vê faixa de torcida organizada LGBT).

E discutir com jogador?

No caso específico: contra a Internacional de Bebedouro, o jogador do Paulista Aderlan discutiu com torcedor que estava na arquibancada, e na saída do estádio, ofendeu membros da Raça Tricolor.

Por que ele fez isso? Foi do nada? Ou foi xingado anteriormente?

Pera lá! Eu fui árbitro de futebol, e com mais de 700 partidas nas costas, eu sei que por 90 minutos o cara é xingado (como eu era, acertando ou errando nas minhas atuações). Você tem que ser um cara frio, ter controle emocional e não revidar (já que você só tem como torcida a sua família). Mas a questão é: “eu vou na firma do cidadão e ofendo ele durante o seu trabalho”?

Assim é o jogador de futebol. Ele é um trabalhador! Ninguém entra para perder, e se o cara não rende, é por que ele tem suas limitações. O atleta está cansado, suado, desgostoso com o placar, e é obrigado a ficar quieto ouvindo besteiras? Um jogador de 5ª divisão não ganha pra isso, não tem tratamento psicológico e social no seu time para essas questões, e é natural que, por ser garoto, não se controle e revide xingamentos (não estou dizendo que deva). É bem diferente de quem tem maior inteligência emocional e maior formação educacional!

Não quer dizer que Aderlan, a torcida ou quem quer que seja este errado. Mas você pode ofender a pessoa gratuitamente e quer que ela lhe devolva com um”obrigado” e lhe “mande beijos”? Não funciona assim.

Eu sei que a Raça Tricolor (e estendo à Gamor) são formadas por torcedores apaixonados, que se dedicam a seguir o clube. Viajam distâncias grandes, se esforçam e merecem todos os aplausos da comunidade jundiaiense. Mas deveriam saber que é natural uma revide desse. Isso mostrou que o jogador teve brio, se sentiu incomodado.

O que não me entra na cabeça é: o fato de pedirem ao técnico para não escalar mais o atleta! Ôpa, cadê o profissionalismo? Se houve um comportamento inadequado, puna-se conforme a natureza disso. E tal situação se resolveria com um Diretor de Futebol. Comando, amigos! 

No mundo do futebol profissional, de alto rendimento, treinador não recebe formalmente pedidos de torcedores. O técnico tem muitos outros problemas a resolver do que isso! Aliás, justo agora que o time está rendendo, uma pendenga dessa não é necessária.

Sobre a ameaça da torcida boicotar o time? Ora, quem perde é o próprio torcedor! Ou alguém ainda acha, em pleno 2024, que a presença de torcida organizada ganha ou perde jogo? Digo isso, insisto, respeitosamente, pois é a realidade! Jogador profissional não vai perder ou ganhar por grito da torcida. Vide São Paulo x Fortaleza, Corinthians x Cuiabá, Palmeiras x Vitóriaas enormes arenas lotadas não fizeram diferença aos times em seus domínios.

Repito, para que exista clareza: admiro demais as organizadas do Galo, mas entendo que a Raça é muito maior do que essa situação para se submeter ao trabalho de pedir afastamento de jogador. Não é cabível no profissionalismo. Vaiem o atleta, façam suas manifestações na arquibancada, mas não dêem pilha a tal questão.

Palavras de quem era xingado dentro de campo, via outros serem xingados e entende de xingamento. Estamos em tempos de profissionalismo no esporte, mesmo que seja na última divisão estadual.

ATUALIZAÇÃO: Aparentemente, o problema foi resolvido. O atleta foi à sede da organizada e pediu desculpas. Abaixo:

| NOTA OFICIAL RAÇA |
Paulista FC nosso maior patrimônio!
Após a propalação da nossa última nota oficial, o jogador abrangido e outras lideranças do clube entraram em contato com a nossa instituição, a fim de se retratar e colocar um fim nesta contrariedade.
Na noite de ontem (31/07) o atleta Adelan e outros componentes do time estiveram presentes na nossa sede, onde o jogador se desculpou pelo ocorrido e a torcida pôde conversar diretamente com parte do elenco.
Estamos nas quartas de final, poucos jogos nos separam do acesso. É nosso objetivo principal e para isso estamos unidos para apoiar ao máximo o Paulista FC nessa direção.
Não faltará apoio ao elenco no decorrer do campeonato.
Só o acesso importa, jogadores e torcida fechados.
UM VÍCIO INEXPLICÁVEL.

– A torcida contra Abel Ferreira?

O treinador do Palmeiras Abel Ferreira é chato, reclamão, teimoso, mas… campeão! Uma coisa que não se pode é reclamar de suas conquistas. E, surpreendentemente, leio que uma das torcidas organizadas tentou invadir o CT para conversar com ele para, digamos, “orientá-lo” ou “conversar à miúda”.

Será que a maioria dos torcedores palmeirenses pensa assim? Não estariam reclamando de barriga cheia?

Que Abel tem seus defeitos, é óbvio que tem. Mas não há exagero?

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Foto: Ettore Chiereguini/AGIF, extraída de: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcedores-do-palmeiras-detonam-abel-ferreira-apos-derrota-para-o-flamengo-falta-humildade.html

– O sucesso do Sfera FC.

Nesse momento de clubes-empresa, SAFs e outras modalidades de gestão no futebol, o Sfera FC  (cujo apelido é Raio Amado), que joga na vizinha Salto e treina em Jarinu, tem se destacado bastante.

A ideia é: ser um time que forma jogadores sem perder a preocupaçã0 com a formação da pessoa. E o retorno tem acontecido, financeiramente falando.

Em tempo: o Alexandre Costa Curta, que trabalhou no Paulista FC, faz parte desse sucesso colaborando com seus serviços profissionais por lá.

Olhe que história bacana, extraída de: InvestNews.com

FUTEBOL, NEGÓCIOS E FAMÍLIA: A APOSTA TOTAL DE UM FARIALIMER NO SFERA FC

Futebol, negócios e família: a aposta total de um faria limer no Sfera FC

Gustavo Aranha investe em (e busca investidores para) empresa que ganha com atletas bons de jogo e de cabeça

Foi na última sessão de terapia que ele percebeu como as férias escolares passadas junto ao avô alimentaram as decisões profissionais tomadas décadas depois – e que levaram à grande aposta empresarial da sua vida. Cria do mercado financeiro, Gustavo Aranha é hoje um dos três sócios-fundadores de um time diferente dos tradicionais clubes brasileiros: o Sfera Futebol Clube, “uma empresa que é um clube de futebol”. 

“Meu avô era diretor do São Paulo e eu passava as férias no centro de treinamento, conhecia os jogadores. Vivi muito o São Paulo com ele, é parecido com o que eu vivo aqui no Sfera”, elabora Aranha enquanto relembra ao InvestNews sua relação com Herman Koester, diretor do SPFC nos anos 1990.

As quase duas décadas e meia de Faria Lima deram a Gustavo Aranha os recursos, a experiência e a lista de contatos necessários para botar de pé o projeto de um time de futebol em que o modelo de negócio não é enfileirar títulos, mas formar atletas e vendê-los para outros clubes, especialmente no exterior. E, assim, dar retorno para os investidores.

Cria da Faria Lima, Gustavo Aranha é sócio-investidor e fundador do Sfera FC

Uma explicação rápida: quando se diz que determinado clube “comprou o jogador tal”, na verdade o time comprou os direitos econômicos do atleta, o “passe”. Geralmente, o time que revela um jogador é dono de uma parte dos direitos econômicos e é remunerado a cada transação feita para adquirir o vínculo. 

Este é o modelo de negócios do Sfera: formar jogadores e ganhar uma parte do valor sempre que um atleta ali revelado for vendido para um clube. O Sfera costuma ficar com 20% a 40% do valor da transação. 

Por ora, os “clientes” do Sfera são clubes gringos menores, que não tem bolsos fundos o suficiente para concorrer com os tradicionais por jogadores brasileiros que se destacam nas principais ligas daqui. Na última janela de transferências, um dos atletas Sfera foi para um clube de Portugal, outro para a República Tcheca. 

Essas primeiras transações, portanto, não costumam envolver aqueles valores que rendem manchetes, na casa das dezenas de milhões de euros. Por outro lado, dão ao atleta formado pelo Sfera FC uma vitrine com potencial para valorizar o “passe” do jogador, o que eventualmente pode se reverter numa bolada – sem trocadilho – para o time fundado por Aranha. 

“No modelo tradicional dos clubes brasileiros o que importa é fazer a primeira transação e ganhar o máximo com ela. O nosso modelo é maximizar a segunda, a terceira, a quarta venda. Formamos atletas e cidadãos para que eles tenham carreiras longevas, focamos no longo prazo e vamos dar mais lucro assim”, explica Aranha, misturando o faria limer e o dono de clube de futebol. 

Segundo Aranha, embora clubes tradicionais tenham em média 20% das receitas advindas da venda de jogadores, o investimento nas categorias de base não costuma ir além dos 5%. No Sfera, o foco é total na base. Depois dos quatro grandes de São Paulo e do Red Bull Bragantino, o maior orçamento do Estado para atletas iniciantes é o do Sfera FC. Para este ano, são R$ 12 milhões previstos. 

ATLETAS BONS DE JOGO E DE CABEÇA

Essa aposta na longevidade das carreiras dos atletas marca outra diferença do Sfera em relação à estrutura de formação típica dos clubes brasileiros. Primeiro porque a ideia não é depender financeiramente da revelação de um Endrick por ano. Segundo porque, embora não seja um projeto social, a preocupação aqui é que a formação seja a melhor e mais completa possível, “do pescoço para baixo e do pescoço para cima”, como Gustavo costuma destacar. 

O projeto atrai jogadores jovens, paga a eles uma ajuda de custos, plano de saúde e os aloja na estrutura do Sfera que fica em Jarinu (SP), a cerca de uma hora e meia da capital paulista. São jovens atletas entre 11 e 18 anos, com possibilidade de alojamento a partir dos 14. Recentemente, o Sfera também começou a investir no futebol feminino, mas as garotas ainda não ficam alojadas. 

Partida entre Atlético Mineiro e Sfera, válida pela partida da segunda fase da Copa São Paulo de futebol Júnior 2023. Divulgação/Sfera FC

Lá, os 82 atletas mirins atualmente residentes fazem a preparação física, os treinamentos e as refeições. São avaliados individualmente, acompanhados por psicólogos, conversam com atletas em atividade e com aposentados. Além de estudarem em uma escola da região, passam por reforço escolar, têm aulas de inglês, educação financeira e assistem a palestras com temas que vão do racismo estrutural ao machismo. 

“Se você visitar uma base tradicional, vai ver que os meninos são pouco incentivados a serem seres pensantes”, critica Aranha. A proposta do Sfera, explica, é formar atletas capazes de ler e agir sobre as complexidades do jogo e da vida. “Não tem como isso atrapalhar. Quanto melhor for a cabeça do jogador, melhor ele joga”, arremata. 

Isso tudo custa, claro. Até aqui, o dinheiro tem vindo principalmente dos bolsos de Gustavo e seus dois sócios. O projeto nasceu oficialmente em 2021 e o equilíbrio entre gastos e receita deve acontecer em 2028. 

Até lá, o Sfera aposta em novos sócio-investidores para continuar investindo na formação dos atletas. Os sócios decidiram oferecer 40% do clube, organizado como uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF), para novos investidores. Cada percentil custa R$ 1,25 milhão. 

Acostumado a fazer a ponte entre investidores abastados e as gestoras por onde passou – Hedging-Griffo, Bratus e GEO Capital – Gustavo agora roda São Paulo na sua scooter 150 cilindradas para conversar com jornalistas e interessados no projeto do Sfera FC. Ossos do ofício, ele projeta a rentabilidade do investimento, mas não faz promessas. 

“Sou zero bullshiteiro. Eu botei meu dinheiro e tenho certeza que serei muito bem remunerado, mas não sei dizer quando vem o retorno porque não sei como será o processo inteiro”, admite. “É uma conversa muito de dono para dono, não é todo mundo que tem esse perfil”. 

Vender o Sfera aos possíveis novos investidores fica mais fácil quando os sócios potenciais conhecem o projeto, destaca Aranha. Ele explica que o carrego – período entre a alocação e o retorno, no jargão do mercado – do investimento no Sfera FC é “extremamente prazeroso” porque os investidores “percebem a transformação que estamos fazendo”. 

“Meu filho diz que o dia mais feliz da vida dele foi quando a gente ganhou no Galo [Atlético-MG] na Copinha. Ele estava no estádio com uns 15 amigos e foi um transe coletivo”, diz, orgulhoso. 

Família, negócios e futebol continuam uma mistura essencial na vida de Gustavo. Apostando boa parte da herança dos dois filhos – o mais velho, de 17 anos, e a caçula, de 15 – no Sfera, ele diz que a decisão só foi tomada depois de uma conversa séria com eles e com a esposa. O resultado? Apoio total.

“Eu acho que, no fim, é um assunto de família, é uma decisão de família”. Freud explica. 

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– As 12 profissões do futuro.

De “Consultor de Longevidade” a “Coaching”; de “Gestor de Moda para Avatares” a “Fazendeiro Digital”. E, claro, outras novas profissões para todos os gostos surgirão no futuro!

Um especial do “O Estado de São Paulo” trouxe a discussão sobre os ofícios previstos para meados do século XXI, além das tendências profissionais dos novos tempos.

Vale a pena dar uma lida. O link original está em: https://arte.estadao.com.br/focas/estadaoqr/materia/conheca-12-profissoes-do-futuro-de-consultor-de-longevidade-a-fazendeiro-vertical

Novas profissões vão bem além das que são estritamente ligadas à tecnologia: já ouviu falar em programador de entretenimento pessoal? Imagem extraída do link acima.

– O sucesso do Sfera FC.

Nesse momento de clubes-empresa, SAFs e outras modalidades de gestão no futebol, o Sfera FC  (cujo apelido é Raio Amado), que joga na vizinha Salto e treina em Jarinu, tem se destacado bastante.

A ideia é: ser um time que forma jogadores sem perder a preocupaçã0 com a formação da pessoa. E o retorno tem acontecido, financeiramente falando.

Em tempo: o Alexandre Costa Curta, que trabalhou no Paulista FC, faz parte desse sucesso colaborando com seus serviços profissionais por lá.

Olhe que história bacana, extraída de: InvestNews.com

FUTEBOL, NEGÓCIOS E FAMÍLIA: A APOSTA TOTAL DE UM FARIALIMER NO SFERA FC

Futebol, negócios e família: a aposta total de um faria limer no Sfera FC

Gustavo Aranha investe em (e busca investidores para) empresa que ganha com atletas bons de jogo e de cabeça

Foi na última sessão de terapia que ele percebeu como as férias escolares passadas junto ao avô alimentaram as decisões profissionais tomadas décadas depois – e que levaram à grande aposta empresarial da sua vida. Cria do mercado financeiro, Gustavo Aranha é hoje um dos três sócios-fundadores de um time diferente dos tradicionais clubes brasileiros: o Sfera Futebol Clube, “uma empresa que é um clube de futebol”. 

“Meu avô era diretor do São Paulo e eu passava as férias no centro de treinamento, conhecia os jogadores. Vivi muito o São Paulo com ele, é parecido com o que eu vivo aqui no Sfera”, elabora Aranha enquanto relembra ao InvestNews sua relação com Herman Koester, diretor do SPFC nos anos 1990.

As quase duas décadas e meia de Faria Lima deram a Gustavo Aranha os recursos, a experiência e a lista de contatos necessários para botar de pé o projeto de um time de futebol em que o modelo de negócio não é enfileirar títulos, mas formar atletas e vendê-los para outros clubes, especialmente no exterior. E, assim, dar retorno para os investidores.

Cria da Faria Lima, Gustavo Aranha é sócio-investidor e fundador do Sfera FC

Uma explicação rápida: quando se diz que determinado clube “comprou o jogador tal”, na verdade o time comprou os direitos econômicos do atleta, o “passe”. Geralmente, o time que revela um jogador é dono de uma parte dos direitos econômicos e é remunerado a cada transação feita para adquirir o vínculo. 

Este é o modelo de negócios do Sfera: formar jogadores e ganhar uma parte do valor sempre que um atleta ali revelado for vendido para um clube. O Sfera costuma ficar com 20% a 40% do valor da transação. 

Por ora, os “clientes” do Sfera são clubes gringos menores, que não tem bolsos fundos o suficiente para concorrer com os tradicionais por jogadores brasileiros que se destacam nas principais ligas daqui. Na última janela de transferências, um dos atletas Sfera foi para um clube de Portugal, outro para a República Tcheca. 

Essas primeiras transações, portanto, não costumam envolver aqueles valores que rendem manchetes, na casa das dezenas de milhões de euros. Por outro lado, dão ao atleta formado pelo Sfera FC uma vitrine com potencial para valorizar o “passe” do jogador, o que eventualmente pode se reverter numa bolada – sem trocadilho – para o time fundado por Aranha. 

“No modelo tradicional dos clubes brasileiros o que importa é fazer a primeira transação e ganhar o máximo com ela. O nosso modelo é maximizar a segunda, a terceira, a quarta venda. Formamos atletas e cidadãos para que eles tenham carreiras longevas, focamos no longo prazo e vamos dar mais lucro assim”, explica Aranha, misturando o faria limer e o dono de clube de futebol. 

Segundo Aranha, embora clubes tradicionais tenham em média 20% das receitas advindas da venda de jogadores, o investimento nas categorias de base não costuma ir além dos 5%. No Sfera, o foco é total na base. Depois dos quatro grandes de São Paulo e do Red Bull Bragantino, o maior orçamento do Estado para atletas iniciantes é o do Sfera FC. Para este ano, são R$ 12 milhões previstos. 

ATLETAS BONS DE JOGO E DE CABEÇA

Essa aposta na longevidade das carreiras dos atletas marca outra diferença do Sfera em relação à estrutura de formação típica dos clubes brasileiros. Primeiro porque a ideia não é depender financeiramente da revelação de um Endrick por ano. Segundo porque, embora não seja um projeto social, a preocupação aqui é que a formação seja a melhor e mais completa possível, “do pescoço para baixo e do pescoço para cima”, como Gustavo costuma destacar. 

O projeto atrai jogadores jovens, paga a eles uma ajuda de custos, plano de saúde e os aloja na estrutura do Sfera que fica em Jarinu (SP), a cerca de uma hora e meia da capital paulista. São jovens atletas entre 11 e 18 anos, com possibilidade de alojamento a partir dos 14. Recentemente, o Sfera também começou a investir no futebol feminino, mas as garotas ainda não ficam alojadas. 

Partida entre Atlético Mineiro e Sfera, válida pela partida da segunda fase da Copa São Paulo de futebol Júnior 2023. Divulgação/Sfera FC

Lá, os 82 atletas mirins atualmente residentes fazem a preparação física, os treinamentos e as refeições. São avaliados individualmente, acompanhados por psicólogos, conversam com atletas em atividade e com aposentados. Além de estudarem em uma escola da região, passam por reforço escolar, têm aulas de inglês, educação financeira e assistem a palestras com temas que vão do racismo estrutural ao machismo. 

“Se você visitar uma base tradicional, vai ver que os meninos são pouco incentivados a serem seres pensantes”, critica Aranha. A proposta do Sfera, explica, é formar atletas capazes de ler e agir sobre as complexidades do jogo e da vida. “Não tem como isso atrapalhar. Quanto melhor for a cabeça do jogador, melhor ele joga”, arremata. 

Isso tudo custa, claro. Até aqui, o dinheiro tem vindo principalmente dos bolsos de Gustavo e seus dois sócios. O projeto nasceu oficialmente em 2021 e o equilíbrio entre gastos e receita deve acontecer em 2028. 

Até lá, o Sfera aposta em novos sócio-investidores para continuar investindo na formação dos atletas. Os sócios decidiram oferecer 40% do clube, organizado como uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF), para novos investidores. Cada percentil custa R$ 1,25 milhão. 

Acostumado a fazer a ponte entre investidores abastados e as gestoras por onde passou – Hedging-Griffo, Bratus e GEO Capital – Gustavo agora roda São Paulo na sua scooter 150 cilindradas para conversar com jornalistas e interessados no projeto do Sfera FC. Ossos do ofício, ele projeta a rentabilidade do investimento, mas não faz promessas. 

“Sou zero bullshiteiro. Eu botei meu dinheiro e tenho certeza que serei muito bem remunerado, mas não sei dizer quando vem o retorno porque não sei como será o processo inteiro”, admite. “É uma conversa muito de dono para dono, não é todo mundo que tem esse perfil”. 

Vender o Sfera aos possíveis novos investidores fica mais fácil quando os sócios potenciais conhecem o projeto, destaca Aranha. Ele explica que o carrego – período entre a alocação e o retorno, no jargão do mercado – do investimento no Sfera FC é “extremamente prazeroso” porque os investidores “percebem a transformação que estamos fazendo”. 

“Meu filho diz que o dia mais feliz da vida dele foi quando a gente ganhou no Galo [Atlético-MG] na Copinha. Ele estava no estádio com uns 15 amigos e foi um transe coletivo”, diz, orgulhoso. 

Família, negócios e futebol continuam uma mistura essencial na vida de Gustavo. Apostando boa parte da herança dos dois filhos – o mais velho, de 17 anos, e a caçula, de 15 – no Sfera, ele diz que a decisão só foi tomada depois de uma conversa séria com eles e com a esposa. O resultado? Apoio total.

“Eu acho que, no fim, é um assunto de família, é uma decisão de família”. Freud explica. 

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– Você está apto para ter Filhos?

Recomendo um brilhante texto do Dr José Martins Filho: “Ter filho não é pra todo mundo”.

Dr Martins é autor do livro “A Criança Terceirizada”, e nesse artigo ele aborda o fato de que muitas famílias não refletem se verdadeiramente estão preparadas para terem filhos; se terão tempo para a educação delas, além de paciência para as brincadeiras. O desafio é: os pais farão sacrifícios para não “terceirizar” a criação dela?

A publicação está na Revista Galileu (Ed Junho), nas páginas 96-97. Vale a pena!

TER FILHO NÃO É PRA TODO MUNDO

Vamos ser sinceros: quem realmente tem capacidade para se dedicar a uma criança como deveria. Faça a análise antes de ter uma.

Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Não sei. Cuidar bem de uma criança, além de ser de sumária importância, dá um trabalho danado. Crianças choram à noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até idade adulta. E, principalmente: crianças precisam da presença dos pais. Sobretudo as menores, que requerem a mãe na maior parte de seu tempo. Não dando dois beijinhos pela manhã antes de ir para a creche, ou colocando a criança para dormir à noite, que será possível transmitir segurança, afeto e tranqüilidade. Alguns dizem: “o que interessa é a qualidade do tempo que passamos juntos e não a quantidade”. Se for assim, então diga ao seu chefe que você vai trabalhar apenas meia hora por dia, mas com muita qualidade. Certamente ele não vai gostar. Seu filho também não.
Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e presença constante. Lembre-se que é preciso dedicar um tempo razoável: brincar junto, fazer deveres de casa, educar, colocar limites.

Como fazer tudo isso e ainda continuar no mercado de trabalho? Usando seu horário de almoço para comer junto com seu filho. Fazendo visitas na creche durante o dia. Passeando no final de semana, em atividades em que a criança seja prioridade, como praia, parques, jogos em conjunto. Por favor, isso não inclui shopping Center.

Sou obrigado a fazer tudo isso? Claro que não. Mas ser pai e mãe também não é uma obrigação. Trata-se de uma escolha, e como toda escolha, pressupõe que você abra mão de outras tantas. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa? Também não. O que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. A infância determina a vida de todos nós. Ela é fundamental para existência humana. Na esfera psíquica, os primeiros dois anos significam a base da construção de uma personalidade saudável. A violência, a agressividade, a falta de ética, a moralidade dos tempos modernos não são apenas fruto de dificuldades econômicas e sociais, mas da falta de amor, educação, limites.
Com a vida moderna as crianças passaram ocupar um papel secundário ou terciário na vida familiar. Lembrem-se que o futuro da humanidade dependem dessas crianças. Fico triste quando os pais nunca tem tempo de ir à escola para acompanhar a educação das crianças e adolescentes. Em muitos casos casais colocam a necessidade da maternidade a conceitos: – para não ficarem sozinhos na velhice – como se filhos fosse seguro anti solidão, em outros casos serve mais para mostrar às pessoas a masculinidade ou a fertilidade.

Após uma análise tranquila na possibilidade de ter ou não ter filhos, tenho certeza de que o mundo irá melhorar.

Imagem: Arquivo Pessoal

– O que você pensa sobre as narradoras de futebol?

#PROFISSIONALISMO E #TALENTO – Um amigo que não gosta de narração feminina no futebol me mandou esse vídeo.

Bobagem, essa moça é uma humorista (ela erra o nome dos jogadores e diz “chute de cabeça” e “tiro de cantinho”).

boas e más narradoras, igualmente aos bons e maus narradores. Simples.

Ops: sou fã da Luciana Mariano, a melhor delas (e, talvez, a pioneira).

– Para contratar, você deve procurar…

Li e compartilho tal verdade:

Procurando pessoas para contratar, você busca três qualidades: integridade, inteligência e energia. E se elas não têm a primeira, as outras duas matarão você.

Warren Buffett

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– Cacá e demais atletas que não aceitam críticas.

O zagueiro Cacá, do Corinthians, tem feito gols contra com assustadora regularidade. E, depois da vitória do seu time contra o Criciúma, ofendeu gratuitamente os jornalistas (não é necessário escrever os palavrões aqui).

Nem se fosse o meia Kaká, Bola de Ouro e campeão, tal ato seria aceitável. Pessoas públicas devem saber aceitar as críticas (feitas de maneira educada e coerente, obviamente) e respondê-las com educação.

Não só os atletas de futebol, mas a Sociedade em geral, anda excessivamente pilhada. Tudo é motivo para agressão, respostas enviesadas e desaforos. Dias atrás, foi Zubaldía, técnico do São Paulo FC. Agora, Cacá. Amanhã, certamente, outros. E por aí vai (o Corinthians multou o Cacá, que pediu desculpas).

Talvez os clubes de futebol brasileiros precisem de um novo profissional: o que ajude seus colaboradores a terem mais controle emocional.

Cacá chega ao Corinthians após empréstimo de dez meses pelo Athletico-PR

Imagem: Rodrigo Coca / Ag Corinthians. extraída de: https://www.meutimao.com.br/noticias-do-corinthians/472817/da-forca-fisica-a-marcacao-agressiva-conheca-caca-o-novo-zagueiro-do-corinthians

– James Rodriguez está com os salários em dia?

Vejo muita gente reclamando do desempenho de James Rodríguez pelo SPFC. Concordo.

Há várias pessoas falando sobre ele ser “chinelinho”, pois depois da Copa América, pediu mais dias para se reapresentar no Morumbi. Também isso é ruim.

Só que…

O São Paulo FC está pagando ele em dia? O Tricolor pode cobrá-lo de atitudes anti-profissionais, caso ele próprio, clube, não esteja fazendo a sua parte?

James Rodriguez é o novo reforço do São Paulo!

– Cacá e demais atletas que não aceitam críticas.

O zagueiro Cacá, do Corinthians, tem feito gols contra com assustadora regularidade. E, depois da vitória do seu time contra o Criciúma, ofendeu gratuitamente os jornalistas (não é necessário escrever os palavrões aqui).

Nem se fosse o meia Kaká, Bola de Ouro e campeão, tal ato seria aceitável. Pessoas públicas devem saber aceitar as críticas (feitas de maneira educada e coerente, obviamente) e respondê-las com educação.

Não só os atletas de futebol, mas a Sociedade em geral, anda excessivamente pilhada. Tudo é motivo para agressão, respostas enviesadas e desaforos. Dias atrás, foi Zubaldía, técnico do São Paulo FC. Agora, Cacá. Amanhã, certamente, outros. E por aí vai (o Corinthians multou o Cacá, que pediu desculpas).

Talvez os clubes de futebol brasileiros precisem de um novo profissional: o que ajude seus colaboradores a terem mais controle emocional.

Cacá chega ao Corinthians após empréstimo de dez meses pelo Athletico-PR

Imagem: Rodrigo Coca / Ag Corinthians. extraída de: https://www.meutimao.com.br/noticias-do-corinthians/472817/da-forca-fisica-a-marcacao-agressiva-conheca-caca-o-novo-zagueiro-do-corinthians

– Feedback e Feedforward: ações necessárias para a gestão de pessoas.

Feedback e Feedforward: a primeira palavra é mais conhecida (precisamos ter retorno do que fazemos profissionalmente – para nós nos aprimorarmos / corrigirmos / melhorarmos) e a segunda não é tão usada, mas é importante (precisamos nos antever para potencializarmos nossas virtudes, baseadas no que conhecemos).

Um simples e resumido quadro:

– Organizando.

Bem aos pouquinhos, vamos organizando as tarefas de hoje e de amanhã cedo.

Amo lecionar, mas… alguns professores (como eu) não têm férias.

E vida que segue!

– Os limites da exigência profissional no seu momento de descanso.

No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!

Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…

Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.

Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.

Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?

O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:

“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”

IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.

Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:

(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)

LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE

Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho

Por Barbara Bigarelli

Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.

“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.

No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.

Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.

Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.

Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.

Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Portal Contábil SC

Imagem extraída da Web, link acima.

IN ENGLISH – In speech, it is possible. In practice, not always: we talk about separating work and rest in our daily lives!

I have worked as an employee and as an employer (and as both simultaneously) from Monday to Monday. I have always been careful to separate professional and personal life. It is difficult to succeed in this mission…

Many times, when I failed to make this distinction, I even thought I was suffering from Burnout Syndrome; at other times, a mix of Depression and Anxiety. After all, I was unable to disconnect from my tasks and/or I was unable to be disconnected. But I really like working, I am a workaholic! However, knowing how to have limits (“my limits” when I am in charge or “setting limits” for my subordinates and commanders) is extremely important for occupational and personal health. Otherwise, you will be using your leisure time, rest time and time with your family to continue the work that you should be doing at your company, on your contracted/working days.

Continuing a commitment outside of the work environment, when it is not an exception/emergency, does not help anyone’s relationship. It stresses out your boss, makes your spouse angry and wears out your body and mind.

I had the opportunity to work at a Higher Education Institution (I won’t even mention it on my resume, as it was for a short time), where, during class and I was teaching, the boss would send WhatsApp messages and expect responses before the break – and in situations that could be after the end, as the focus at that moment was on the students. Or should the teacher stay on social media and/or online messaging during their explanations?

The ideal, when something like this is necessary on the weekends, is the standard:

“I’m sending this message today, so we can discuss blah-blah-blah on Monday. If you have any suggestions and time, take advantage and think about it. Have a good rest!”

IMPORTANT: doing this and expecting a response on Saturday or Sunday (or implying that you do), is not cool.

An interesting study from the University of Illinois shows how important it is to “combine” this situation well. Below:

(Extracted from: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)

LIMITING ONLINE COMMUNICATION WITH BOSSES AFTER WORKING HOURS REDUCES STRESS

Research from the University of Illinois investigates the impact of messages and requests outside of working hours

By Barbara Bigarelli

In a scenario with technology available and professionals connected all the time, those capable of establishing well-defined limits between personal life and work deal better with occupational stress and the resulting negative effects, such as insomnia. This is the conclusion of a recent study, conducted by researchers in the area of ​​occupational stress and well-being at the University of Illinois. The analysis is based on the notion that cell phones and new technologies, by enabling ubiquitous work, scramble the time dedicated to personal life. Technological convenience often generates psychological overload, increasing stress and attacking mental health.

“These technologies are as ubiquitous as they are convenient, but they can lead people to believe that their employees are always available. But this intrusion beyond working hours, into personal time, is very harmful to health and our research shows that completely breaking down the boundary, being available whenever needed, increases work-related stress,” says YoungAh Park, a professor at Illinois.

In the study, researchers analyzed the routines of 546 full-time teachers to measure the consequences of intrusion outside of working hours, through some platform or technology, for five consecutive weeks. They assessed whether they were contacted primarily outside of normal working hours and whether they were expected to respond to messages and emails immediately. The results indicate that those who used techniques to maintain a limit on access to them, such as keeping email notifications turned off or even cell phones turned off, reported less intrusion throughout the week. And, most importantly, that this “control” of limits was an important mechanism to warn the ‘other side’: whether school principals, bosses, or parents, clients, that that time should not be used for work. By making this clear to all sides, teachers’ weekly stress decreased.

It also became clear to the researchers, through the evidence collected, that the support of a manager who ensures the balance between personal and professional life, and who allows employees to create solutions to establish boundaries, is essential, says YoungAh. It is also necessary for the other end of the business to respect these limits. In this case, the study recommends that schools, for example, establish rules for when and how often communication between teachers and parents should occur.

– Desenvolva-se como pessoa!

Cinco dicas válidas para crescermos profissional e pessoalmente

Veja só (e apliquemos):

– E se o Gabigol assinar mesmo com o Palmeiras, como será a relação com a torcida?

O atacante Gabriel do Flamengo vive uma péssima fase dentro e fora de campo. Questionado técnica e profissionalmente, vive uma série de conturbações fora dele. Agora, se fala sobre sua possível ida ao Palmeiras.

Tendo vestido recentemente uma camisa do Corinthians em sua casa, vindo do Flamengo em um momento ruim, possivelmente será cobrado mais do que o normal no seu novo clube.

Se Gabigol mostrar futebol para ser titular e marcar gols, tudo passa. Mas se for o mesmo atacante de 2024, o peso dos seus atos recentes pode ser determinante para uma conturbada passagem.

A questão é: vale a pena ter um jogador tão caro e polêmico no seu elenco, em tal momento?