– E o Massa Bruta?

Rapaz… na 2ª feira, o Red Bull Bragantino goleou o Botafogo-RJ e foi Campeão Brasileiro de Aspirantes. Mas o time dessa categoria será desativado
Nesse domingo, o profissional se complicou contra o Cruzeiro e poderá ser rebaixado.
Tá tudo errado, não?

– Chefes relaxados são melhores?

O Valor Econômico trouxe uma matéria curiosa: o equilíbrio entre vida pessoal e profissional pode se dar por conta do se “desligar” pós-serviço.

Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2023/06/11/chefes-que-se-desconectam-lideram-melhor-aponta-estudo.ghtml

CHEFES QUE SE DESCONECTAM LIDERAM MELHOR, DIZ ESTUDO

Levantamento feito nos Estados Unidos sugere que gestores que priorizam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional são mais eficazes

– A Hierarquia das Necessidades de Maslow trabalhada pelos chefes:

Muito bom: um quadro ilustrativo, abaixo, de como os líderes podem usar a Hierarquia das Necessidades de Maslow em prol da motivação dos funcionários.

Tal material deveria ser distribuído para todos os CEOs...

Veja só:

– Chega de reclamar, cartolas do futebol!

Sobre “Vitimismo no Futebol”, compartilho minha coluna dessa 4ª feira no Jornal de Jundiaí!

Agradeço o prestígio!

🗞️ #comunicação

– Contratar, Demitir e… Decidir!

Essas 3 situações acima citadas são de momentos de atenção extrema aos administradores. Evitar injustiças, julgar ou deliberar sobre pessoas é algo delicado.

Sendo assim, compartilho ótimo texto sobre como grandes executivos se portam nessa hora e as dúvidas que permeiam as decisões de demissão, admissão e promoção nas organizações.

Extraído de: Revista Época Negócios, Ed 48, pg 38

AS INDECISÕES DO DECISOR

Por Karla Sportono

Não era moleza nem para Jack Welch, o administrador do século (passado), com um currículo de 20 anos como CEO da GE. De todas as responsabilidades de um executivo, a mais complexa é deliberar sobre a equipe, a começar pela montagem dela. “Tomar decisões sobre pessoas é difícil. Acertar nas grandes decisões é brutalmente difícil”, afirmou Welch, certa vez, ao argentino Claudio Fernández-Aráoz, sócio da consultoria suíça Egon Zehnder e headhunter com mais de 20 mil profissionais entrevistados na bagagem.

“O ser humano tem dois problemas, um de software e outro de hardware”, afirma Aráoz, autor do best-seller Grandes Decisões sobre Pessoas. “Nossa educação formal não nos prepara para decidir. Estudamos finanças, marketing, mas não como tomar grandes decisões.” Esta é, digamos assim, a falha de programação. Já o equipamento problemático é nosso cérebro, que Aráoz considera antiquado. “Ele está condicionado a tomar decisões o mais rápido possível diante de qualquer desafio ou ameaça.” Isto nem sempre é positivo, já que o julgamento prematuro tende a resultar em escolhas erradas.

Muitas vezes, os equívocos acontecem porque o gestor cai em ciladas emocionais. A mais grave, para Aráoz, é estacionar no “limbo dos indecisos”. Com medo de falhar, muitos executivos adiam resoluções. Em um estudo da McKinsey, 90% dos executivos consultados disseram que as empresas demoram para identificar pessoas incompetentes em posições críticas.

Outra emboscada psicológica é rotular candidatos a uma vaga ou promoção a partir de indicadores superficiais, como o último empregador ou a universidade em que estudou. O antigo sobrenome corporativo não garante a (in)competência daquela pessoa para uma vaga específica. Há, ainda, a armadilha de acreditar em verdades absolutas: o candidato A é um fracassado; o B, um profissional extraordinário. Raramente é simples assim. Para escapar dessas ciladas, a recomendação de Aráoz é fazer perguntas relevantes para o candidato, a fim de descobrir se ele apresenta as competências técnicas, gerenciais e emocionais para o cargo. “Certa vez, vi um entrevistador questionar: ‘Se você fosse um vegetal, qual seria?’. Qual a relevância dessa pergunta?”, afirma Aráoz, que esteve no Brasil para o Fórum HSM Gestão e Liderança.

A quem duvida que decidir sobre pessoas é a responsabilidade mais difícil, Aráoz oferece uma reflexão: ao se tornar gestor, o executivo passa a trabalhar por meio da equipe. Se isso será um problema ou uma solução, depende das próprias decisões.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Chega de discursos de Vitimismo no futebol. Assumamos as culpas e responsabilidades!

Eu amo o futebol, mas não posso ser um alienado por ele. Futebol deve ser diversão sadia para o torcedor, que precisa entender ainda que para o dirigente honesto e responsável, o esporte é um negócio que tem a finalidade de render dinheiro e fomentar empregos na indústria do entretenimento.

Portanto, sem romantismo ou saudosismo de outros tempos, deve-se entender que o fanatismo deturpa este entendimento lúdico e racional. Torcedor se “descabelar” e sofrer, é algo desnecessário. Chorar por um time de futebol? Pare com isso, não devemos nos estressar – afinal, o clube de futebol é uma entidade privada que visa lucro, não mais uma associação de pessoas que pensa em algo para se divertir. E daí lembremo-nos que os Governos (Federal, Estadual ou Municipal) não devem dar benesses a essas entidades, pois o dinheiro público deve ser para ações educacionais, de saúde ou outras mais relevantes.

Parafraseio o italiano Arrigo Sacchi:

“O futebol é a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes”.

Assim, cuidado com os espertalhões que querem transformar os torcedores em “frente de batalha”, através de discursos demagogos (até porque, esses mesmos grupos de pessoas, um dia podem se rebelar contra a cartolagem que os usa). Quer exemplos?

Há inúmeros declamadores de “teorias das conspirações”. Dos times grandes aos pequenos, você ouve coisas como: “Minha equipe é sempre perseguida pela FPF”, ou, “A CBF sempre quer me prejudicar”, ou ainda: “Sempre a juizada vem meter a mão no nosso time”.

Repararam no “sempre”?

Ora, pense: diretores martelam esse discurso inflamando os torcedores que o replicam. E isso é subterfúgio para incompetência! Os cartolas não falam que contratam mal os seus jogadores, que gastam irresponsavelmente seu dinheiro, ou ainda que demitem treinadores que eles mesmo contratam errado e insistem num ciclo de contratação e demissão sem critério algum.

TODOS os clubes reclamam de arbitragem, de organizadores, de tudo. Mas NENHUM faz protesto por favorecimento quando eles ocorrem – e é lógico que ocorrem, pois se um time é prejudicado em campo, o adversário é quem se beneficia. Assim, quem perde chia, quem ganha se cala. E, por obviedade, tudo é discurso para mascarar a incompetência (os erros de árbitros e de organizadores acontecem, mas não na proporção reclamada, infinitamente mais fomentada para disfarçar).

Menos vitimismo, mais profissionalismo.

Imagem extraída de: https://www.portalzap.com/liga-das-estrelas-fut7-confira-os-resultados-dos-jogos-do-final-de-semana-e-os-proximos-confrontos/

– Receita do Bom Líder.

Tempos atrás, Graziele Oliveira da Revista Época (ed 19/11/2012, pg 74-75) trouxe uma interessante matéria sobre a redução de gerentes no ambiente de trabalho.

Tal nível hierárquico conta com menos profissionais, que são mais cobrados e ganham consequentemente mais importância.

No texto, há até uma “receita” do bom gerente:

A RECEITA DO BOM GERENTE

O bom gestor atende aos anseios da equipe, mas segue também algumas ações fundamentais:

FORMAR – O bom chefe incentiva e facilita que o funcionário estude. No dia a dia, faz com que os integrantes da equipe ganhem experiência relevante

INFORMAR – Ele mantém cada um informado sobre seus objetivos e meios, a qualidade do trabalho feito e o que é preciso mudar.

DELEGAR – Permite que os integrantes da equipe assumam novas responsabilidades e desafios adequados.

DEFENDER – Assume responsabilidades e mostra-se parte da equipe frente à empresa e aos superiores, nos bons e maus momentos.

ANIMAR – Mantém o ambiente leve e animado. Age com educação e atenção real às necessidades de cada integrante da equipe.

Imagem extraída de: https://www.bbc.com/worklife/article/20140606-bad-boss-the-terror-at-the-top

– Filipe Luís não perdeu 4 seguidas pelo Flamengo…

O meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, foi pontual com Gabigol: “Filipe Luis não perdeu 4 seguidas como Guardiola”…

Sobre a indisciplina do atacante (ainda no Flamengo), em: https://youtu.be/wBxAkm_DZ8o?si=bP0XPBdIlVe4jY_Y

– E o Gabigol?

Não deu tempo para comentar: em meio a festa do título do Flamengo pela conquista da Copa do Brasil, Gabigol anunciou a saída do time, criticou Tite e quis roubar os holofotes.

Não é o típico “estraga-prazer”?

Pior: dividiu a torcida flamenguista, que insite que ele continue.

Você continuaria com Gabigol no Mengão? Deixe o seu comentário:

Gabigol com a taça

Crédito da Foto: Fernando Moreno / AGIF / Estadão Conteúdo.

– Quando não há equivalência na troca profissional…

Pode?

Exige-se demais, oferece-se de menos.

– Último turno terminado…

Estivemos no último turno de trabalho na FADITU, levando um pouco de conhecimento aos nossos alunos do Curso de Administração de Empresas.

Fazer o que se gosta é muito bom.

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✒️ #Educação

– E o Gabigol?

Não deu tempo para comentar: em meio a festa do título do Flamengo pela conquista da Copa do Brasil, Gabigol anunciou a saída do time, criticou Tite e quis roubar os holofotes.

Não é o típico “estraga-prazer”?

Pior: dividiu a torcida flamenguista, que insite que ele continue.

Você continuaria com Gabigol no Mengão? Deixe o seu comentário:

Gabigol com a taça

Crédito da Foto: Fernando Moreno / AGIF / Estadão Conteúdo.

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

📩 Email: rafaelporcari@me.com

📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064

👨‍🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/

📝 Blog: https://professorrafaelporcari.com/

– Que pisada na bola, Marcelo!

O lateral esquerdo Marcelo é vitorioso no Real Madrid, não se conteste. Mas sempre me pareceu um cara meio “xarope”.

A crise de estrelismo que o acometeu diante de Mano Menezes, me pareceu desproporcional. Foi fruto da vaidade ou “forçou a barra” para uma saída?

Sinceramente, sua volta no Brasil, já veteraníssimo, não rendeu muita coisa… (não vale dizer que ajudou o Fluminense na conquista da Libertadores, foi muito pouco).

– Que pisada na bola, Marcelo!

O lateral esquerdo Marcelo é vitorioso no Real Madrid, não se conteste. Mas sempre me pareceu um cara meio “xarope”.

A crise de estrelismo que o acometeu diante de Mano Menezes, me pareceu desproporcional. Foi fruto da vaidade ou “forçou a barra” para uma saída?

Sinceramente, sua volta no Brasil, já veteraníssimo, não rendeu muita coisa… (não vale dizer que ajudou o Fluminense na conquista da Libertadores, foi muito pouco).

– Pintar vestiário adianta? Sobre River Plate x Atlético Mineiro:

Quando eu apitava futebol, presenciei muita cena inusitada em jogos decisivos. Por exemplo: no Barão de Serra Negra, em Piracicaba, pela Série A3, o XV de Novembro enfrentaria o Monte Azul, que fez uma grande reclamação pois encontrou um despacho com velas pretas, charuto, cachaça e galinha na entrada do seu vestiário.

Ou então, um outro caso: no Brinco de Ouro da Princesa, o Guarani enfrentaria a Portuguesa pela Copa Paulista pela volta de uma semifinal, e a Lusa encontrou o vestiário com um sufocante cheiro de creolina!

Apenas mais uma ilustração: No Palma Travassos, em Ribeirão Preto pela A2, o saudoso Vagner Benazzi era treinador dão Comercial e para fugir do rebaixamento, meteu pimenteiras no banco de reservas do Paulista FC, que se incomodou com o “plantio inapropriado”.

Fogos de artifício na concentração, clima hostil na chegada do ônibus, banheiros sem água, falta de ventilador e, no caso da reclamação do Galo Mineiro, vestiário cheirando a tinta fresca. Isso, infelizmente, acontece (não deveria). Mas cá entre nós: time bom supera tudo isso, não?

Boa sorte ao Atlético no Monumental de Nuñes! Torço para uma final brasileira na Taça Libertadores (e também, sabendo que é mais difícil, uma final doméstica na Sulamericana – mesmo acreditando que o favoritismo nessa competição será dos argentinos).

latas de lata com tinta, rolo, pincéis e paleta brilhante de cores na mesa de madeira no fundo amarelo - 14435877

Imagem extraída de: https://br.freepik.com/fotos-premium/conceito-de-reparacao-de-uma-lata-de-tinta-e-um-rolo-de-pintura-em-um-fundo-branco-generativo-ai_39265674.htm

– E o Flamengo fará vista grossa para o caso Varela?

Varela foi flagrado na arruaça feita pelos torcedores do Peñarol. E punição por parte do Flamengoneca de pitibiriba!

Relembre o caso: https://wp.me/p4RTuC-11P1

– Que pisada na bola, Varela!

Guillermo Varela, jogador do Flamengo, levou uma bronca da Polícia em meio a ação para conter as arruaças contidas pelos torcedores do Peñarol-URU. Ele, que é uruguaio, foi se encontrar com os amigos dele que vieram assistir o jogo contra o Botafogo-RJ.

(Sobre o vandalismo praticado e a matéria, clique aqui: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcida-do-flamengo-pede-saida-de-varela-apos-ser-visto-com-vandalos-do-penarol.html).

Fico pensando: tendo o Mengão sido eliminado pelo próprio Peñarol, se juntar a torcedores do adversário não é muito inteligente, não?

Não tem assessor, amigo, conselheiro ou alguém para orientá-lo, para dizer que um profissional deve tomar certos cuidados?

É que hoje, jogadores são “patrimônios” do clube. Caso contrário, deveria ser demitido por justa causa ou ao menos multado (na minha modesta opinião).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Que pisada na bola, Varela!

Guillermo Varela, jogador do Flamengo, levou uma bronca da Polícia em meio a ação para conter as arruaças contidas pelos torcedores do Peñarol-URU. Ele, que é uruguaio, foi se encontrar com os amigos dele que vieram assistir o jogo contra o Botafogo-RJ.

(Sobre o vandalismo praticado e a matéria, clique aqui: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcida-do-flamengo-pede-saida-de-varela-apos-ser-visto-com-vandalos-do-penarol.html).

Fico pensando: tendo o Mengão sido eliminado pelo próprio Peñarol, se juntar a torcedores do adversário não é muito inteligente, não?

Não tem assessor, amigo, conselheiro ou alguém para orientá-lo, para dizer que um profissional deve tomar certos cuidados?

É que hoje, jogadores são “patrimônios” do clube. Caso contrário, deveria ser demitido por justa causa ou ao menos multado (na minha modesta opinião).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– A exagerada exigência do profissional sem contrapartida.

Pede-se tudo ao funcionário!

Mas…

Oferece-se pouco!

Uma realidade:

– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

Imagem relacionada

Imagem extraída de: https://www.colegiopentagono.com

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

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– Savinho não deveria ter tido outro comportamento?

O atacante do Manchester City – ING, Savinho, ligou o modo “sincerão” e disse que não assistiu ao último jogo da Seleção Brasileira pois era de madrugada na Inglaterra, e tinha que acordar cedo pelos compromissos no clube (recuperando de lesão).

Eu sei que existem vários pontos de vista… eu também dormiria cedo, cumpriria minhas obrigações e, na primeira folga, iria assistir o VT do jogo. Afinal, são seus companheiros em campo e é a Seleção que ele defende, e, como profissional de futebol, valeria a pena entender como foi o jogo para que quando o técnico o abordasse (como deve ter feito agora), pudessem discutir o que deu certo e o que deu errado.

Não assistir em outro horário foi desleixo, ou… normal?

Deixe seu comentário:

Imagem extraída de CNNBrasil.com.br

– Savinho não deveria ter tido outro comportamento?

O atacante do Manchester City – ING, Savinho, ligou o modo “sincerão” e disse que não assistiu ao último jogo da Seleção Brasileira pois era de madrugada na Inglaterra, e tinha que acordar cedo pelos compromissos no clube (recuperando de lesão).

Eu sei que existem vários pontos de vista… eu também dormiria cedo, cumpriria minhas obrigações e, na primeira folga, iria assistir o VT do jogo. Afinal, são seus companheiros em campo e é a Seleção que ele defende, e, como profissional de futebol, valeria a pena entender como foi o jogo para que quando o técnico o abordasse (como deve ter feito agora), pudessem discutir o que deu certo e o que deu errado.

Não assistir em outro horário foi desleixo, ou… normal?

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– A constante troca de treinadores nos clubes brasileiros.

O que Abel Ferreira, Vojvoda e Pedro Caixinha têm em comum?

Além de serem estrangeiros, são treinadores que conseguiram emplacar trabalhos de longo prazo em seus clubes. Estão há alguns anos em suas equipes, e acabam sendo exceções. Tite, por exemplo, foi demitido do Flamengo há uma semana de completar seu primeiro ano de trabalho (mesmo tendo ficado na Seleção Brasileira por duas Copas do Mundo).

A verdade é: existem algumas situações lógicas para que o cenário de demissões de treinadores brasileiros seja tão comum:

  1. É muito mais fácil demitir o técnico de futebol e a sua comissão, do que mandar o time inteiro embora, quando o time de futebol vai mal. Por piores que sejam os atletas, prefere-se a troca de um elemento, o treinador, pela praticidade em substitui-lo. Isso tornou-se algo usual.
  2. O custo da demissão: rescindir o contrato de trabalho e pagar a multa de um técnico é mais fácil do que o de um jogador, pois os atletas têm direitos federativos envolvidos. Ou seja: se eu demito um técnico, perco dinheiro com sua saída. Mas se faço o mesmo com um atleta, é o patrimônio do clube que vai embora! Lembrando que os clubes preferem ficar com os jogadores, pois podem (como uma mercadoria) repassá-los a algum interessado e faturar alguma receita.
  3. A cultura do futebol brasileiro, que vai de “bestial a besta” como outrora disse o técnico Otto Glória. Se o time ganha, não fez mais do que a obrigação e os elogios surgem aos poucos. Se o time perde, a culpa é do treinador e os xingamentos disparam das arquibancadas. Quanto a isso, Zico, maior ídolo do Flamengo, um dia disse, quando questionado se poderia trabalhar como treinador do Mengão: “Eu não suportaria ver a torcida que tanto me aplaudiu, me chamando de burro…”
  4. A cobrança por resultados “mágicos”: sem tempo para trabalhar (joga-se no domingo, descansa-se na segunda, viaja-se na terça e joga-se na quarta), a insistência em vitórias torna-se impiedosa. Como colocar a sua filosofia e treinar seu esquema tático, sem tempo para afinar o seu repertório de jogadas? Sobre isso, Pedro Caixinha, numa data-FIFA, disse: “Folga na tabela não é férias, é trabalho; uma oportunidade de treinar com mais tempo que não costumamos ter”.

Por fim, a instabilidade faz com que alguns números absurdos ocorram. O maior deles: o número de treinadores ao longo do século XXI por equipe.

Quem mais trocou técnico entre 2001 e 2024, foi o Vasco da Gama. Foram 55 trocas (dá mais de 2 treinadores por ano), com 40 nomes diferentes (alguns foram demitidos, retornaram mais tarde, demitidos novamente e depois recontratados).

Depois do Cruz-maltino, quem mais trocou de técnico foi o Flamengo: 54 trocas de treinadores (sendo 38 nomes). Mesmo na “fase endinheirada” do Rubro Negro, depois da saída de Jorge Jesus, em 4 anos já tivemos 9 nomes! É muita gente em tão pouco tempo… foram eles: Domènec Torrent, Rogério Ceni, Renato Gaúcho, Paulo Sousa, Dorival Júnior, Vitor Pereira, Jorge Sampaoli, Tite e agora Filipe Luís.

Na sequência de “menos tolerantes aos treinadores”, temos o Fluminense com 46 treinadores, Botafogo com 45, Atlético Mineiro com 42 e Cruzeiro com 41.

Diante disso, vale observar: esses treinadores não chegaram ao clube porque não tinha ninguém disponível e assumiram o cargo por conta própria, eles foram contratados! Isso significa: alguém foi atrás deles, houve a conversa e formalizou o compromisso. E conforme essa liturgia de contratação, que tal questionar: e o dirigente do clube, não deveria ser demitido? Se é ele quem contrata, é ele o responsável por trazer um profissional que não foi bem. No caso específico do Flamengo: se em apenas 4 anos temos 9 nomes, isso significa que quem escolhe o treinador é incompetente e contrata mal! Por quê o presidente do clube não demite essa pessoa?

A resposta é simples: acordos políticos. Nos grandes clubes, o cargo de Diretor de Futebol faz parte do combo de negociação de apoio político. E justamente nessa função tão estratégica, a competência é um mero detalhe…

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

📩 Email: rafaelporcari@me.com

📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064

👨‍🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/

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– A constante troca de treinadores nos clubes brasileiros.

O que Abel Ferreira, Vojvoda e Pedro Caixinha têm em comum?

Além de serem estrangeiros, são treinadores que conseguiram emplacar trabalhos de longo prazo em seus clubes. Estão há alguns anos em suas equipes, e acabam sendo exceções. Tite, por exemplo, foi demitido do Flamengo há uma semana de completar seu primeiro ano de trabalho (mesmo tendo ficado na Seleção Brasileira por duas Copas do Mundo).

A verdade é: existem algumas situações lógicas para que o cenário de demissões de treinadores brasileiros seja tão comum:

  1. É muito mais fácil demitir o técnico de futebol e a sua comissão, do que mandar o time inteiro embora, quando o time de futebol vai mal. Por piores que sejam os atletas, prefere-se a troca de um elemento, o treinador, pela praticidade em substitui-lo. Isso tornou-se algo usual.
  2. O custo da demissão: rescindir o contrato de trabalho e pagar a multa de um técnico é mais fácil do que o de um jogador, pois os atletas têm direitos federativos envolvidos. Ou seja: se eu demito um técnico, perco dinheiro com sua saída. Mas se faço o mesmo com um atleta, é o patrimônio do clube que vai embora! Lembrando que os clubes preferem ficar com os jogadores, pois podem (como uma mercadoria) repassá-los a algum interessado e faturar alguma receita.
  3. A cultura do futebol brasileiro, que vai de “bestial a besta” como outrora disse o técnico Otto Glória. Se o time ganha, não fez mais do que a obrigação e os elogios surgem aos poucos. Se o time perde, a culpa é do treinador e os xingamentos disparam das arquibancadas. Quanto a isso, Zico, maior ídolo do Flamengo, um dia disse, quando questionado se poderia trabalhar como treinador do Mengão: “Eu não suportaria ver a torcida que tanto me aplaudiu, me chamando de burro…”
  4. A cobrança por resultados “mágicos”: sem tempo para trabalhar (joga-se no domingo, descansa-se na segunda, viaja-se na terça e joga-se na quarta), a insistência em vitórias torna-se impiedosa. Como colocar a sua filosofia e treinar seu esquema tático, sem tempo para afinar o seu repertório de jogadas? Sobre isso, Pedro Caixinha, numa data-FIFA, disse: “Folga na tabela não é férias, é trabalho; uma oportunidade de treinar com mais tempo que não costumamos ter”.

Por fim, a instabilidade faz com que alguns números absurdos ocorram. O maior deles: o número de treinadores ao longo do século XXI por equipe.

Quem mais trocou técnico entre 2001 e 2024, foi o Vasco da Gama. Foram 55 trocas (dá mais de 2 treinadores por ano), com 40 nomes diferentes (alguns foram demitidos, retornaram mais tarde, demitidos novamente e depois recontratados).

Depois do Cruz-maltino, quem mais trocou de técnico foi o Flamengo: 54 trocas de treinadores (sendo 38 nomes). Mesmo na “fase endinheirada” do Rubro Negro, depois da saída de Jorge Jesus, em 4 anos já tivemos 9 nomes! É muita gente em tão pouco tempo… foram eles: Domènec Torrent, Rogério Ceni, Renato Gaúcho, Paulo Sousa, Dorival Júnior, Vitor Pereira, Jorge Sampaoli, Tite e agora Filipe Luís.

Na sequência de “menos tolerantes aos treinadores”, temos o Fluminense com 46 treinadores, Botafogo com 45, Atlético Mineiro com 42 e Cruzeiro com 41.

Diante disso, vale observar: esses treinadores não chegaram ao clube porque não tinha ninguém disponível e assumiram o cargo por conta própria, eles foram contratados! Isso significa: alguém foi atrás deles, houve a conversa e formalizou o compromisso. E conforme essa liturgia de contratação, que tal questionar: e o dirigente do clube, não deveria ser demitido? Se é ele quem contrata, é ele o responsável por trazer um profissional que não foi bem. No caso específico do Flamengo: se em apenas 4 anos temos 9 nomes, isso significa que quem escolhe o treinador é incompetente e contrata mal! Por quê o presidente do clube não demite essa pessoa?

A resposta é simples: acordos políticos. Nos grandes clubes, o cargo de Diretor de Futebol faz parte do combo de negociação de apoio político. E justamente nessa função tão estratégica, a competência é um mero detalhe…

– O que disse Tite, e o que disse o Flamengo:

Ontem, após o Flamengo vencer o Athletico Paranaense, Tite disse em coletiva que estava “garantido” no cargo:

“Respaldo da direção é constante, diário, de todos os momentos. Quando fala de fortalecimento de uma equipe toda, ela vem dentro das hierarquias. A hierarquia superior, que é a direção com o Flamengo, a comissão técnica e os atletas. (…) O trabalho só vai ser devidamente julgado quando tiver o seu término. Agora é oportuno ou inoportuno, no meu caso. Eu tenho uma atenção: de representar com dignidade o cargo para o qual fui convidado, disso eu não abro mão”.

Hoje, dez horas depois, o Flamengo “respondeu”:

“O Clube de Regatas do Flamengo informa que o técnico Tite e sua comissão técnica não comandam mais o elenco rubro-negro. A direção agradece aos profissionais e deseja sorte na continuidade de suas carreiras. Filipe Luís assume a equipe interinamente – diz o comunicado do Flamengo.”

A relação cartola e treinadores nunca é cristalina…

– Parabéns, Novorizontino.

Tem como não aplaudir o Novorizontino na Série B do Brasileirão? Time jovem, com trabalho sério e gestão profissional (idem ao Mirassol).

Equipes do Interior Paulista que podem estar na elite do futebol brasileiro em 2025. Sensacional.

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(crédito imagem e arte: extraído de Antenados)

– No esforço, mas ainda bem.

Ufa! Hoje a aula “foi na luta:”. Sem voz, cansado, mas… com imenso carinho aos meus alunos.

Um bom professor só existe se tivermos bons alunos.

📝 #APRENDIZADO

– O caso dos Atletas do Paulista FC e a lojinha: as 3 versões.

O Fato: atletas do Paulista FC estiveram na lojinha do time e levaram peças esportivas embora.

As suposições: 3 hipóteses, sempre com a preocupação de não injustiçar a diretoria ou atletas, sem acusações, mas que podem ter sido,

(a) retirada de camisas com consentimento – mas em excesso,

(b) saque (o que não acredito) e…

(c) artigos levados como parte de pagamento dos atrasados hipotéticos.

Sem sensacionalismo e com preocupação devido a falta de informações (por isso que as suposições são hipotéticas), no link em: https://youtu.be/7xk0Cb1-gh8?si=_S1d2rSo13VB4Ta4

– 10 Hábitos de Pessoas com Inteligência Produtiva.

Recebi esse quadro com as características de pessoas que trabalham com inteligência produtiva, e gostei muito!

Compartilho abaixo:

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– Narrador de 1ª categoria mostrando seu talento e profissionalismo na 5ª divisão.

Rafael Antonio Lisboa Mainini, ou, se preferir, Rafael Antonio ou Rafael Mainini (dependendo de qual cidade, das muitas que ele trabalha, costuma o chamar), é símbolo de amor e superação da profissão de narrador esportivo.

Conhecidíssimo no Interior Paulista, ele costuma sempre fazer excelentes trabalhos na locução de futebol (além da boníssima pessoa que é). E passou por uma inusitada situação nesse último final de semana.

Pois bem: no sábado derradeiro, no primero jogo da decisão do Campeonato Paulista Sub 23 (conhecida como “Bezinha”, a 5ª divisão de profissionais da FPF), envolvendo Colorado Caieiras 0x4 Paulista de Jundiaí, Mainini teve que mostrar que, além da sua desenvoltura e competência profissional, também possuía capacidade de adaptabilidade acima do razoável.

O Estádio Carlos Ferracini não tinha cabine disponível para a Rádio Difusora Jundiaiense AM 810 (na qual orgulhosamente trabalhamos juntos), que é a única emissora a transmitir os jogos do Galo da Japi in loco. O solitário espaço reservado para a imprensa estava tomado pelas câmeras da FPF TV, que não dividiu o local. A opção seria adaptar um “cantinho” no camarote reservado à diretoria do Paulista FC, mas que não foi permitido por conta dos fiscais da FPF e da falta de esforço dos cartolas ali presentes.

Eis que mesmo com o calor insuportável das 15h e o ar poluído que tem sido constante nesses dias, Rafael Mainini, em pé, com o aparelho eletrônico numa mão e o microfone na outra, fez a transmissão acontecer (vide a foto abaixo, enviada por WhatsApp pelo comandante do Time Forte do Esporte, Adilson Freddo).

Eu me regozijo em poder compartilhar esse momento, pois Mainini nos inspira. Em cada transmissão que trabalhamos juntos, aplaudo o seu talento e o admiro. Um baita profissional, esforçado, dinâmico, talentoso e que nunca fez corpo mole. Narra em qualquer lugar, do jeito que for, lutando e fazendo o impossível para levar o seu excepcional trabalho.

Se correta fosse a FPF, reveria as condições dos estádios (que não trazem, em grande parte nessa divisão, de condições satisfatórias para a imprensa), além de publicar uma REVERÊNCIA (como homenagem e como desculpa) ao profissional que não sucumbiu aos percalços e levou de cabo a rabo o jogo com enorme qualidade.

Fica a sugestão: Mainini transmitiu TODOS os jogos do Paulista FC nessa fase tão triste que tem passado, e que agora começa a sair. No próximo sábado, onde o Tricolor Jundiaiense jogará a partida de volta da decisão (tendo 4×0 de vantagem), com o Estádio Jayme Cintra lotado, a diretoria do clube poderia homenagear o profissional que acompanhou o Tricolor Jundiaiense em toda essa jornada – na bonança e na pindaíba.

Não custaria nada e seria um justo reconhecimento… O fará?

– Narrador de 1ª categoria mostrando seu talento e profissionalismo na 5ª divisão.

Rafael Antonio Lisboa Mainini, ou, se preferir, Rafael Antonio ou Rafael Mainini (dependendo de qual cidade, das muitas que ele trabalha, costuma o chamar), é símbolo de amor e superação da profissão de narrador esportivo.

Conhecidíssimo no Interior Paulista, ele costuma sempre fazer excelentes trabalhos na locução de futebol (além da boníssima pessoa que é). E passou por uma inusitada situação nesse último final de semana.

Pois bem: no sábado derradeiro, no primero jogo da decisão do Campeonato Paulista Sub 23 (conhecida como “Bezinha”, a 5ª divisão de profissionais da FPF), envolvendo Colorado Caieiras 0x4 Paulista de Jundiaí, Mainini teve que mostrar que, além da sua desenvoltura e competência profissional, também possuía capacidade de adaptabilidade acima do razoável.

O Estádio Carlos Ferracini não tinha cabine disponível para a Rádio Difusora Jundiaiense AM 810 (na qual orgulhosamente trabalhamos juntos), que é a única emissora a transmitir os jogos do Galo da Japi in loco. O solitário espaço reservado para a imprensa estava tomado pelas câmeras da FPF TV, que não dividiu o local. A opção seria adaptar um “cantinho” no camarote reservado à diretoria do Paulista FC, mas que não foi permitido por conta dos fiscais da FPF e da falta de esforço dos cartolas ali presentes.

Eis que mesmo com o calor insuportável das 15h e o ar poluído que tem sido constante nesses dias, Rafael Mainini, em pé, com o aparelho eletrônico numa mão e o microfone na outra, fez a transmissão acontecer (vide a foto abaixo, enviada por WhatsApp pelo comandante do Time Forte do Esporte, Adilson Freddo).

Eu me regozijo em poder compartilhar esse momento, pois Mainini nos inspira. Em cada transmissão que trabalhamos juntos, aplaudo o seu talento e o admiro. Um baita profissional, esforçado, dinâmico, talentoso e que nunca fez corpo mole. Narra em qualquer lugar, do jeito que for, lutando e fazendo o impossível para levar o seu excepcional trabalho.

Se correta fosse a FPF, reveria as condições dos estádios (que não trazem, em grande parte nessa divisão, de condições satisfatórias para a imprensa), além de publicar uma REVERÊNCIA (como homenagem e como desculpa) ao profissional que não sucumbiu aos percalços e levou de cabo a rabo o jogo com enorme qualidade.

Fica a sugestão: Mainini transmitiu TODOS os jogos do Paulista FC nessa fase tão triste que tem passado, e que agora começa a sair. No próximo sábado, onde o Tricolor Jundiaiense jogará a partida de volta da decisão (tendo 4×0 de vantagem), com o Estádio Jayme Cintra lotado, a diretoria do clube poderia homenagear o profissional que acompanhou o Tricolor Jundiaiense em toda essa jornada – na bonança e na pindaíba.

Não custaria nada e seria um justo reconhecimento… O fará?

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

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