– Quando não há equivalência na troca profissional…

Pode?

Exige-se demais, oferece-se de menos.

– Último turno terminado…

Estivemos no último turno de trabalho na FADITU, levando um pouco de conhecimento aos nossos alunos do Curso de Administração de Empresas.

Fazer o que se gosta é muito bom.

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✒️ #Educação

– E o Gabigol?

Não deu tempo para comentar: em meio a festa do título do Flamengo pela conquista da Copa do Brasil, Gabigol anunciou a saída do time, criticou Tite e quis roubar os holofotes.

Não é o típico “estraga-prazer”?

Pior: dividiu a torcida flamenguista, que insite que ele continue.

Você continuaria com Gabigol no Mengão? Deixe o seu comentário:

Gabigol com a taça

Crédito da Foto: Fernando Moreno / AGIF / Estadão Conteúdo.

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

📩 Email: rafaelporcari@me.com

📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064

👨‍🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/

📝 Blog: https://professorrafaelporcari.com/

– Que pisada na bola, Marcelo!

O lateral esquerdo Marcelo é vitorioso no Real Madrid, não se conteste. Mas sempre me pareceu um cara meio “xarope”.

A crise de estrelismo que o acometeu diante de Mano Menezes, me pareceu desproporcional. Foi fruto da vaidade ou “forçou a barra” para uma saída?

Sinceramente, sua volta no Brasil, já veteraníssimo, não rendeu muita coisa… (não vale dizer que ajudou o Fluminense na conquista da Libertadores, foi muito pouco).

– Que pisada na bola, Marcelo!

O lateral esquerdo Marcelo é vitorioso no Real Madrid, não se conteste. Mas sempre me pareceu um cara meio “xarope”.

A crise de estrelismo que o acometeu diante de Mano Menezes, me pareceu desproporcional. Foi fruto da vaidade ou “forçou a barra” para uma saída?

Sinceramente, sua volta no Brasil, já veteraníssimo, não rendeu muita coisa… (não vale dizer que ajudou o Fluminense na conquista da Libertadores, foi muito pouco).

– Pintar vestiário adianta? Sobre River Plate x Atlético Mineiro:

Quando eu apitava futebol, presenciei muita cena inusitada em jogos decisivos. Por exemplo: no Barão de Serra Negra, em Piracicaba, pela Série A3, o XV de Novembro enfrentaria o Monte Azul, que fez uma grande reclamação pois encontrou um despacho com velas pretas, charuto, cachaça e galinha na entrada do seu vestiário.

Ou então, um outro caso: no Brinco de Ouro da Princesa, o Guarani enfrentaria a Portuguesa pela Copa Paulista pela volta de uma semifinal, e a Lusa encontrou o vestiário com um sufocante cheiro de creolina!

Apenas mais uma ilustração: No Palma Travassos, em Ribeirão Preto pela A2, o saudoso Vagner Benazzi era treinador dão Comercial e para fugir do rebaixamento, meteu pimenteiras no banco de reservas do Paulista FC, que se incomodou com o “plantio inapropriado”.

Fogos de artifício na concentração, clima hostil na chegada do ônibus, banheiros sem água, falta de ventilador e, no caso da reclamação do Galo Mineiro, vestiário cheirando a tinta fresca. Isso, infelizmente, acontece (não deveria). Mas cá entre nós: time bom supera tudo isso, não?

Boa sorte ao Atlético no Monumental de Nuñes! Torço para uma final brasileira na Taça Libertadores (e também, sabendo que é mais difícil, uma final doméstica na Sulamericana – mesmo acreditando que o favoritismo nessa competição será dos argentinos).

latas de lata com tinta, rolo, pincéis e paleta brilhante de cores na mesa de madeira no fundo amarelo - 14435877

Imagem extraída de: https://br.freepik.com/fotos-premium/conceito-de-reparacao-de-uma-lata-de-tinta-e-um-rolo-de-pintura-em-um-fundo-branco-generativo-ai_39265674.htm

– E o Flamengo fará vista grossa para o caso Varela?

Varela foi flagrado na arruaça feita pelos torcedores do Peñarol. E punição por parte do Flamengoneca de pitibiriba!

Relembre o caso: https://wp.me/p4RTuC-11P1

– Que pisada na bola, Varela!

Guillermo Varela, jogador do Flamengo, levou uma bronca da Polícia em meio a ação para conter as arruaças contidas pelos torcedores do Peñarol-URU. Ele, que é uruguaio, foi se encontrar com os amigos dele que vieram assistir o jogo contra o Botafogo-RJ.

(Sobre o vandalismo praticado e a matéria, clique aqui: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcida-do-flamengo-pede-saida-de-varela-apos-ser-visto-com-vandalos-do-penarol.html).

Fico pensando: tendo o Mengão sido eliminado pelo próprio Peñarol, se juntar a torcedores do adversário não é muito inteligente, não?

Não tem assessor, amigo, conselheiro ou alguém para orientá-lo, para dizer que um profissional deve tomar certos cuidados?

É que hoje, jogadores são “patrimônios” do clube. Caso contrário, deveria ser demitido por justa causa ou ao menos multado (na minha modesta opinião).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Que pisada na bola, Varela!

Guillermo Varela, jogador do Flamengo, levou uma bronca da Polícia em meio a ação para conter as arruaças contidas pelos torcedores do Peñarol-URU. Ele, que é uruguaio, foi se encontrar com os amigos dele que vieram assistir o jogo contra o Botafogo-RJ.

(Sobre o vandalismo praticado e a matéria, clique aqui: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcida-do-flamengo-pede-saida-de-varela-apos-ser-visto-com-vandalos-do-penarol.html).

Fico pensando: tendo o Mengão sido eliminado pelo próprio Peñarol, se juntar a torcedores do adversário não é muito inteligente, não?

Não tem assessor, amigo, conselheiro ou alguém para orientá-lo, para dizer que um profissional deve tomar certos cuidados?

É que hoje, jogadores são “patrimônios” do clube. Caso contrário, deveria ser demitido por justa causa ou ao menos multado (na minha modesta opinião).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– A exagerada exigência do profissional sem contrapartida.

Pede-se tudo ao funcionário!

Mas…

Oferece-se pouco!

Uma realidade:

– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

Imagem relacionada

Imagem extraída de: https://www.colegiopentagono.com

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Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

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– Savinho não deveria ter tido outro comportamento?

O atacante do Manchester City – ING, Savinho, ligou o modo “sincerão” e disse que não assistiu ao último jogo da Seleção Brasileira pois era de madrugada na Inglaterra, e tinha que acordar cedo pelos compromissos no clube (recuperando de lesão).

Eu sei que existem vários pontos de vista… eu também dormiria cedo, cumpriria minhas obrigações e, na primeira folga, iria assistir o VT do jogo. Afinal, são seus companheiros em campo e é a Seleção que ele defende, e, como profissional de futebol, valeria a pena entender como foi o jogo para que quando o técnico o abordasse (como deve ter feito agora), pudessem discutir o que deu certo e o que deu errado.

Não assistir em outro horário foi desleixo, ou… normal?

Deixe seu comentário:

Imagem extraída de CNNBrasil.com.br

– Savinho não deveria ter tido outro comportamento?

O atacante do Manchester City – ING, Savinho, ligou o modo “sincerão” e disse que não assistiu ao último jogo da Seleção Brasileira pois era de madrugada na Inglaterra, e tinha que acordar cedo pelos compromissos no clube (recuperando de lesão).

Eu sei que existem vários pontos de vista… eu também dormiria cedo, cumpriria minhas obrigações e, na primeira folga, iria assistir o VT do jogo. Afinal, são seus companheiros em campo e é a Seleção que ele defende, e, como profissional de futebol, valeria a pena entender como foi o jogo para que quando o técnico o abordasse (como deve ter feito agora), pudessem discutir o que deu certo e o que deu errado.

Não assistir em outro horário foi desleixo, ou… normal?

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– A constante troca de treinadores nos clubes brasileiros.

O que Abel Ferreira, Vojvoda e Pedro Caixinha têm em comum?

Além de serem estrangeiros, são treinadores que conseguiram emplacar trabalhos de longo prazo em seus clubes. Estão há alguns anos em suas equipes, e acabam sendo exceções. Tite, por exemplo, foi demitido do Flamengo há uma semana de completar seu primeiro ano de trabalho (mesmo tendo ficado na Seleção Brasileira por duas Copas do Mundo).

A verdade é: existem algumas situações lógicas para que o cenário de demissões de treinadores brasileiros seja tão comum:

  1. É muito mais fácil demitir o técnico de futebol e a sua comissão, do que mandar o time inteiro embora, quando o time de futebol vai mal. Por piores que sejam os atletas, prefere-se a troca de um elemento, o treinador, pela praticidade em substitui-lo. Isso tornou-se algo usual.
  2. O custo da demissão: rescindir o contrato de trabalho e pagar a multa de um técnico é mais fácil do que o de um jogador, pois os atletas têm direitos federativos envolvidos. Ou seja: se eu demito um técnico, perco dinheiro com sua saída. Mas se faço o mesmo com um atleta, é o patrimônio do clube que vai embora! Lembrando que os clubes preferem ficar com os jogadores, pois podem (como uma mercadoria) repassá-los a algum interessado e faturar alguma receita.
  3. A cultura do futebol brasileiro, que vai de “bestial a besta” como outrora disse o técnico Otto Glória. Se o time ganha, não fez mais do que a obrigação e os elogios surgem aos poucos. Se o time perde, a culpa é do treinador e os xingamentos disparam das arquibancadas. Quanto a isso, Zico, maior ídolo do Flamengo, um dia disse, quando questionado se poderia trabalhar como treinador do Mengão: “Eu não suportaria ver a torcida que tanto me aplaudiu, me chamando de burro…”
  4. A cobrança por resultados “mágicos”: sem tempo para trabalhar (joga-se no domingo, descansa-se na segunda, viaja-se na terça e joga-se na quarta), a insistência em vitórias torna-se impiedosa. Como colocar a sua filosofia e treinar seu esquema tático, sem tempo para afinar o seu repertório de jogadas? Sobre isso, Pedro Caixinha, numa data-FIFA, disse: “Folga na tabela não é férias, é trabalho; uma oportunidade de treinar com mais tempo que não costumamos ter”.

Por fim, a instabilidade faz com que alguns números absurdos ocorram. O maior deles: o número de treinadores ao longo do século XXI por equipe.

Quem mais trocou técnico entre 2001 e 2024, foi o Vasco da Gama. Foram 55 trocas (dá mais de 2 treinadores por ano), com 40 nomes diferentes (alguns foram demitidos, retornaram mais tarde, demitidos novamente e depois recontratados).

Depois do Cruz-maltino, quem mais trocou de técnico foi o Flamengo: 54 trocas de treinadores (sendo 38 nomes). Mesmo na “fase endinheirada” do Rubro Negro, depois da saída de Jorge Jesus, em 4 anos já tivemos 9 nomes! É muita gente em tão pouco tempo… foram eles: Domènec Torrent, Rogério Ceni, Renato Gaúcho, Paulo Sousa, Dorival Júnior, Vitor Pereira, Jorge Sampaoli, Tite e agora Filipe Luís.

Na sequência de “menos tolerantes aos treinadores”, temos o Fluminense com 46 treinadores, Botafogo com 45, Atlético Mineiro com 42 e Cruzeiro com 41.

Diante disso, vale observar: esses treinadores não chegaram ao clube porque não tinha ninguém disponível e assumiram o cargo por conta própria, eles foram contratados! Isso significa: alguém foi atrás deles, houve a conversa e formalizou o compromisso. E conforme essa liturgia de contratação, que tal questionar: e o dirigente do clube, não deveria ser demitido? Se é ele quem contrata, é ele o responsável por trazer um profissional que não foi bem. No caso específico do Flamengo: se em apenas 4 anos temos 9 nomes, isso significa que quem escolhe o treinador é incompetente e contrata mal! Por quê o presidente do clube não demite essa pessoa?

A resposta é simples: acordos políticos. Nos grandes clubes, o cargo de Diretor de Futebol faz parte do combo de negociação de apoio político. E justamente nessa função tão estratégica, a competência é um mero detalhe…

– Consultoria de Vida: contate-me.

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Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

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– A constante troca de treinadores nos clubes brasileiros.

O que Abel Ferreira, Vojvoda e Pedro Caixinha têm em comum?

Além de serem estrangeiros, são treinadores que conseguiram emplacar trabalhos de longo prazo em seus clubes. Estão há alguns anos em suas equipes, e acabam sendo exceções. Tite, por exemplo, foi demitido do Flamengo há uma semana de completar seu primeiro ano de trabalho (mesmo tendo ficado na Seleção Brasileira por duas Copas do Mundo).

A verdade é: existem algumas situações lógicas para que o cenário de demissões de treinadores brasileiros seja tão comum:

  1. É muito mais fácil demitir o técnico de futebol e a sua comissão, do que mandar o time inteiro embora, quando o time de futebol vai mal. Por piores que sejam os atletas, prefere-se a troca de um elemento, o treinador, pela praticidade em substitui-lo. Isso tornou-se algo usual.
  2. O custo da demissão: rescindir o contrato de trabalho e pagar a multa de um técnico é mais fácil do que o de um jogador, pois os atletas têm direitos federativos envolvidos. Ou seja: se eu demito um técnico, perco dinheiro com sua saída. Mas se faço o mesmo com um atleta, é o patrimônio do clube que vai embora! Lembrando que os clubes preferem ficar com os jogadores, pois podem (como uma mercadoria) repassá-los a algum interessado e faturar alguma receita.
  3. A cultura do futebol brasileiro, que vai de “bestial a besta” como outrora disse o técnico Otto Glória. Se o time ganha, não fez mais do que a obrigação e os elogios surgem aos poucos. Se o time perde, a culpa é do treinador e os xingamentos disparam das arquibancadas. Quanto a isso, Zico, maior ídolo do Flamengo, um dia disse, quando questionado se poderia trabalhar como treinador do Mengão: “Eu não suportaria ver a torcida que tanto me aplaudiu, me chamando de burro…”
  4. A cobrança por resultados “mágicos”: sem tempo para trabalhar (joga-se no domingo, descansa-se na segunda, viaja-se na terça e joga-se na quarta), a insistência em vitórias torna-se impiedosa. Como colocar a sua filosofia e treinar seu esquema tático, sem tempo para afinar o seu repertório de jogadas? Sobre isso, Pedro Caixinha, numa data-FIFA, disse: “Folga na tabela não é férias, é trabalho; uma oportunidade de treinar com mais tempo que não costumamos ter”.

Por fim, a instabilidade faz com que alguns números absurdos ocorram. O maior deles: o número de treinadores ao longo do século XXI por equipe.

Quem mais trocou técnico entre 2001 e 2024, foi o Vasco da Gama. Foram 55 trocas (dá mais de 2 treinadores por ano), com 40 nomes diferentes (alguns foram demitidos, retornaram mais tarde, demitidos novamente e depois recontratados).

Depois do Cruz-maltino, quem mais trocou de técnico foi o Flamengo: 54 trocas de treinadores (sendo 38 nomes). Mesmo na “fase endinheirada” do Rubro Negro, depois da saída de Jorge Jesus, em 4 anos já tivemos 9 nomes! É muita gente em tão pouco tempo… foram eles: Domènec Torrent, Rogério Ceni, Renato Gaúcho, Paulo Sousa, Dorival Júnior, Vitor Pereira, Jorge Sampaoli, Tite e agora Filipe Luís.

Na sequência de “menos tolerantes aos treinadores”, temos o Fluminense com 46 treinadores, Botafogo com 45, Atlético Mineiro com 42 e Cruzeiro com 41.

Diante disso, vale observar: esses treinadores não chegaram ao clube porque não tinha ninguém disponível e assumiram o cargo por conta própria, eles foram contratados! Isso significa: alguém foi atrás deles, houve a conversa e formalizou o compromisso. E conforme essa liturgia de contratação, que tal questionar: e o dirigente do clube, não deveria ser demitido? Se é ele quem contrata, é ele o responsável por trazer um profissional que não foi bem. No caso específico do Flamengo: se em apenas 4 anos temos 9 nomes, isso significa que quem escolhe o treinador é incompetente e contrata mal! Por quê o presidente do clube não demite essa pessoa?

A resposta é simples: acordos políticos. Nos grandes clubes, o cargo de Diretor de Futebol faz parte do combo de negociação de apoio político. E justamente nessa função tão estratégica, a competência é um mero detalhe…

– O que disse Tite, e o que disse o Flamengo:

Ontem, após o Flamengo vencer o Athletico Paranaense, Tite disse em coletiva que estava “garantido” no cargo:

“Respaldo da direção é constante, diário, de todos os momentos. Quando fala de fortalecimento de uma equipe toda, ela vem dentro das hierarquias. A hierarquia superior, que é a direção com o Flamengo, a comissão técnica e os atletas. (…) O trabalho só vai ser devidamente julgado quando tiver o seu término. Agora é oportuno ou inoportuno, no meu caso. Eu tenho uma atenção: de representar com dignidade o cargo para o qual fui convidado, disso eu não abro mão”.

Hoje, dez horas depois, o Flamengo “respondeu”:

“O Clube de Regatas do Flamengo informa que o técnico Tite e sua comissão técnica não comandam mais o elenco rubro-negro. A direção agradece aos profissionais e deseja sorte na continuidade de suas carreiras. Filipe Luís assume a equipe interinamente – diz o comunicado do Flamengo.”

A relação cartola e treinadores nunca é cristalina…

– Parabéns, Novorizontino.

Tem como não aplaudir o Novorizontino na Série B do Brasileirão? Time jovem, com trabalho sério e gestão profissional (idem ao Mirassol).

Equipes do Interior Paulista que podem estar na elite do futebol brasileiro em 2025. Sensacional.

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(crédito imagem e arte: extraído de Antenados)

– No esforço, mas ainda bem.

Ufa! Hoje a aula “foi na luta:”. Sem voz, cansado, mas… com imenso carinho aos meus alunos.

Um bom professor só existe se tivermos bons alunos.

📝 #APRENDIZADO

– O caso dos Atletas do Paulista FC e a lojinha: as 3 versões.

O Fato: atletas do Paulista FC estiveram na lojinha do time e levaram peças esportivas embora.

As suposições: 3 hipóteses, sempre com a preocupação de não injustiçar a diretoria ou atletas, sem acusações, mas que podem ter sido,

(a) retirada de camisas com consentimento – mas em excesso,

(b) saque (o que não acredito) e…

(c) artigos levados como parte de pagamento dos atrasados hipotéticos.

Sem sensacionalismo e com preocupação devido a falta de informações (por isso que as suposições são hipotéticas), no link em: https://youtu.be/7xk0Cb1-gh8?si=_S1d2rSo13VB4Ta4

– 10 Hábitos de Pessoas com Inteligência Produtiva.

Recebi esse quadro com as características de pessoas que trabalham com inteligência produtiva, e gostei muito!

Compartilho abaixo:

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– Narrador de 1ª categoria mostrando seu talento e profissionalismo na 5ª divisão.

Rafael Antonio Lisboa Mainini, ou, se preferir, Rafael Antonio ou Rafael Mainini (dependendo de qual cidade, das muitas que ele trabalha, costuma o chamar), é símbolo de amor e superação da profissão de narrador esportivo.

Conhecidíssimo no Interior Paulista, ele costuma sempre fazer excelentes trabalhos na locução de futebol (além da boníssima pessoa que é). E passou por uma inusitada situação nesse último final de semana.

Pois bem: no sábado derradeiro, no primero jogo da decisão do Campeonato Paulista Sub 23 (conhecida como “Bezinha”, a 5ª divisão de profissionais da FPF), envolvendo Colorado Caieiras 0x4 Paulista de Jundiaí, Mainini teve que mostrar que, além da sua desenvoltura e competência profissional, também possuía capacidade de adaptabilidade acima do razoável.

O Estádio Carlos Ferracini não tinha cabine disponível para a Rádio Difusora Jundiaiense AM 810 (na qual orgulhosamente trabalhamos juntos), que é a única emissora a transmitir os jogos do Galo da Japi in loco. O solitário espaço reservado para a imprensa estava tomado pelas câmeras da FPF TV, que não dividiu o local. A opção seria adaptar um “cantinho” no camarote reservado à diretoria do Paulista FC, mas que não foi permitido por conta dos fiscais da FPF e da falta de esforço dos cartolas ali presentes.

Eis que mesmo com o calor insuportável das 15h e o ar poluído que tem sido constante nesses dias, Rafael Mainini, em pé, com o aparelho eletrônico numa mão e o microfone na outra, fez a transmissão acontecer (vide a foto abaixo, enviada por WhatsApp pelo comandante do Time Forte do Esporte, Adilson Freddo).

Eu me regozijo em poder compartilhar esse momento, pois Mainini nos inspira. Em cada transmissão que trabalhamos juntos, aplaudo o seu talento e o admiro. Um baita profissional, esforçado, dinâmico, talentoso e que nunca fez corpo mole. Narra em qualquer lugar, do jeito que for, lutando e fazendo o impossível para levar o seu excepcional trabalho.

Se correta fosse a FPF, reveria as condições dos estádios (que não trazem, em grande parte nessa divisão, de condições satisfatórias para a imprensa), além de publicar uma REVERÊNCIA (como homenagem e como desculpa) ao profissional que não sucumbiu aos percalços e levou de cabo a rabo o jogo com enorme qualidade.

Fica a sugestão: Mainini transmitiu TODOS os jogos do Paulista FC nessa fase tão triste que tem passado, e que agora começa a sair. No próximo sábado, onde o Tricolor Jundiaiense jogará a partida de volta da decisão (tendo 4×0 de vantagem), com o Estádio Jayme Cintra lotado, a diretoria do clube poderia homenagear o profissional que acompanhou o Tricolor Jundiaiense em toda essa jornada – na bonança e na pindaíba.

Não custaria nada e seria um justo reconhecimento… O fará?

– Narrador de 1ª categoria mostrando seu talento e profissionalismo na 5ª divisão.

Rafael Antonio Lisboa Mainini, ou, se preferir, Rafael Antonio ou Rafael Mainini (dependendo de qual cidade, das muitas que ele trabalha, costuma o chamar), é símbolo de amor e superação da profissão de narrador esportivo.

Conhecidíssimo no Interior Paulista, ele costuma sempre fazer excelentes trabalhos na locução de futebol (além da boníssima pessoa que é). E passou por uma inusitada situação nesse último final de semana.

Pois bem: no sábado derradeiro, no primero jogo da decisão do Campeonato Paulista Sub 23 (conhecida como “Bezinha”, a 5ª divisão de profissionais da FPF), envolvendo Colorado Caieiras 0x4 Paulista de Jundiaí, Mainini teve que mostrar que, além da sua desenvoltura e competência profissional, também possuía capacidade de adaptabilidade acima do razoável.

O Estádio Carlos Ferracini não tinha cabine disponível para a Rádio Difusora Jundiaiense AM 810 (na qual orgulhosamente trabalhamos juntos), que é a única emissora a transmitir os jogos do Galo da Japi in loco. O solitário espaço reservado para a imprensa estava tomado pelas câmeras da FPF TV, que não dividiu o local. A opção seria adaptar um “cantinho” no camarote reservado à diretoria do Paulista FC, mas que não foi permitido por conta dos fiscais da FPF e da falta de esforço dos cartolas ali presentes.

Eis que mesmo com o calor insuportável das 15h e o ar poluído que tem sido constante nesses dias, Rafael Mainini, em pé, com o aparelho eletrônico numa mão e o microfone na outra, fez a transmissão acontecer (vide a foto abaixo, enviada por WhatsApp pelo comandante do Time Forte do Esporte, Adilson Freddo).

Eu me regozijo em poder compartilhar esse momento, pois Mainini nos inspira. Em cada transmissão que trabalhamos juntos, aplaudo o seu talento e o admiro. Um baita profissional, esforçado, dinâmico, talentoso e que nunca fez corpo mole. Narra em qualquer lugar, do jeito que for, lutando e fazendo o impossível para levar o seu excepcional trabalho.

Se correta fosse a FPF, reveria as condições dos estádios (que não trazem, em grande parte nessa divisão, de condições satisfatórias para a imprensa), além de publicar uma REVERÊNCIA (como homenagem e como desculpa) ao profissional que não sucumbiu aos percalços e levou de cabo a rabo o jogo com enorme qualidade.

Fica a sugestão: Mainini transmitiu TODOS os jogos do Paulista FC nessa fase tão triste que tem passado, e que agora começa a sair. No próximo sábado, onde o Tricolor Jundiaiense jogará a partida de volta da decisão (tendo 4×0 de vantagem), com o Estádio Jayme Cintra lotado, a diretoria do clube poderia homenagear o profissional que acompanhou o Tricolor Jundiaiense em toda essa jornada – na bonança e na pindaíba.

Não custaria nada e seria um justo reconhecimento… O fará?

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Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

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– Os gandulas expulsos de Corinthians 2×1 Flamengo.

É o fim da picada! Já sugerimos, em outras oportunidades, que os gandulas na Série A do Brasileirão fossem alunos da Escola de Árbitros.

Motivo?

Evitar situações constrangedoras como as relatadas pelo árbitro de Corinthians x Flamengo (que expulsou 2 gandulas):

  • “Informo que aos 25 minutos do segundo tempo, expulsei do campo de jogo o gandula Thiago Mastrochirico Rezetti, por retardar o reinício de jogo, demorando a repor a bola para a equipe adversária”.
  • “Informo que aos 46 minutos do segundo tempo, expulsei do campo de jogo o gandula Alessandro da Silva, por retardar o reinício de jogo, murchando a bola que estava em sua posse.

– Profissional capacitado, mas como humano…

Quem sou eu para discordar dessa verdade… (abaixo, na imagem)

Sejamos mais respeitosos

– Os gandulas expulsos de Corinthians 2×1 Flamengo.

É o fim da picada! Já sugerimos, em outras oportunidades, que os gandulas na Série A do Brasileirão fossem alunos da Escola de Árbitros.

Motivo?

Evitar situações constrangedoras como as relatadas pelo árbitro de Corinthians x Flamengo (que expulsou 2 gandulas):

  • “Informo que aos 25 minutos do segundo tempo, expulsei do campo de jogo o gandula Thiago Mastrochirico Rezetti, por retardar o reinício de jogo, demorando a repor a bola para a equipe adversária”.
  • “Informo que aos 46 minutos do segundo tempo, expulsei do campo de jogo o gandula Alessandro da Silva, por retardar o reinício de jogo, murchando a bola que estava em sua posse.

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

📩 Email: rafaelporcari@me.com

📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064

👨‍🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/

📝 Blog: https://professorrafaelporcari.com/

– No JJ:

Minha coluna no Jornal de Jundiaí nessa semana:

Existe preconceito ou má vontade com clube-empresa?

– O pronunciamento de Alinne Fanelli:

Ainda, ufa, sobre o caso da grosseria do treinador Abel para a jornalista Alinne Fanelli (falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZZY), o pronunciamento dela, abaixo;

Força, Aline: 

– Consultoria de Vida: contate-me.

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– Sorrisos Amarelos no Ambiente de Trabalho.

Até onde a simpatia não-sincera vale a pena? Uma pesquisa da Universidade de Michigan alega: falsidade com sorrisos forçados é prejudicial ao trabalho, em especial ao ambiente entre os colegas e às vendas.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 63

QUANDO SORRIR FAZ MAL

Sabe aquele risinho amarelo, forçado, que serve apenas para tentar agradar à freguesia? Livre-se dele ou você poderá prejudicar a saúde e os negócios

Funcionários que lidam diretamente com o público e passam o dia sorrindo contribuem para um bom e produtivo ambiente de trabalho, certo? Depende do sorriso. Aquele amarelo, tão falso quanto uma nota de R$ 3, pode ser contraproducente e acabar minando os negócios. Pelo menos é este o resultado de um estudo feito por professores da Universidade de Michigan. Segundo os pesquisadores, a energia aparentemente positiva de um funcionário “farsante” não só piora o seu humor como dificulta o cumprimento das tarefas cotidianas. Por outro lado, quando o riso é genuíno e tem origem em pensamentos positivos ocorre uma efetiva melhora no ânimo.

Durante duas semanas, os pesquisadores acompanharam a rotina de motoristas de ônibus. Cabe lembrar que, nos Estados Unidos, os motoristas também atuam como cobradores, o que lhes obriga a interagir frequentemente com o público. Nas ocasiões em que estes profissionais declararam ter tentado disfarçar pensamentos negativos com sorrisos forçados, as respostas aos questionários revelaram uma nítida piora no humor. Não por acaso, os períodos de alteração no estado de espírito revelados pela pesquisa coincidiram com um aumento de ausência no trabalho. Por outro lado, quando os motoristas disseram que cultivaram pensamentos positivos – como lembranças das férias –, as faltas no trabalho caíram e o humor manifestado nas respostas da pesquisa melhorou.

“Empresários podem pensar que ter funcionários sorridentes é algo bom para a organização, mas não é bem assim”, disse Brent Scott, professor de administração responsável pelo estudo. “Sorrir por sorrir pode levar à exaustão emocional e fazer o funcionário se ausentar do trabalho.” O efeito foi ainda mais forte entre as mulheres, que apresentaram, além de uma queda mais acentuada no humor, maior propensão que os homens a faltar no trabalho após uma longa série de sorrisos amarelos. Da mesma forma, o pensamento positivo teve um efeito mais benéfico sobre elas, tanto no que diz respeito ao humor quanto à disposição para trabalhar.

O estudo, publicado em fevereiro no Academy of Management Journal, não investigou as causas do fenômeno nem a razão da diferença entre gêneros. No entanto, segundo Scott, pesquisas anteriores indicam que as mulheres demonstram mais suas emoções do que os homens. Quando forjam um sorriso enquanto sentem emoções negativas, elas entram em um intenso conflito interno, que pode afetar mais fortemente os sentimentos. De qualquer forma, ensina o professor, mulheres e homens devem utilizar a técnica da semeadura de bons pensamentos com moderação. Ela parece de fato melhorar o humor no curto prazo, mas pode causar sequelas depois de certo tempo. “Se você ficar tentando cultivar boas emoções a todo momento, corre o risco de começar a se sentir falso”, afirmou Scott.

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Imagem extraída de: https://www.notiulti.com/la-reaccion-de-britney-spears-al-documental-es-sorprendente-estrellas/

– O novato Red Bull Bragantino e o veterano Corinthians.

O Corinthians é uma equipe mais que centenária. O Bragantino, quase centenário. A Red Bull, uma gigante multinacional que trabalha o esporte como ferramenta de marketing de maneira competente mundo afora, e que está há pouco tempo na gestão do clube da “Cidade Poesia / Terra da Linguiça”.

Quando o treinador Pedro Caixinha foi questionado na entrevista coletiva de Corinthians 1×2 Red Bull Bragantino (onde o Massa Bruta foi eliminado nas cobranças de pênaltis), a respeito da falta de títulos do time do Interior Paulista, ele não titubeou: sugeriu comparar a idade do novo clube (Red Bull Bragantino, formado a partir do Clube Atlético Bragantino) com a do Corinthians. A resposta foi:

“O projeto começou em 2020? O projeto é uma criança! Quer que o Red Bull Bragantino ganhe tudo em quatro anos? Quantos anos tem o Corinthians? Você quer nos comparar com uma equipe que tem mais de 110 anos?”

Em 4 anos, o Red Bull Bragantino subiu para a série A do Brasileirão e está regularmente disputando competições internacionais. Construiu o maior Centro de Treinamento da América do Sul e está reformando (derrubou e reconstrói do zero) o estádio municipal da cidade, para assim que pronto, fazer o mesmo com o atual estádio Nabi Abi Chedid. 

Que a empresa tem dinheiro, é sabido. Mas deve existir limites e orçamento coerente… gastar sem retorno ou responsabilidade, é rasgar dinheiro. E nenhum clube associativo, time-empresa ou SAF deve fazer isso. A Red Bull não é uma empresa que pratica sportswashing, como alguns clubes-estados que ficam milionários com um estalar de dedos. E sem ganhar torneios, é natural que surjam muitos questionamentos… Espera-se (equivocadamente), um PSG, Manchester City ou similar.

A ideia é: fazer um bom papel no campeonato, promover seus produtos com marketing, conquistar consumidores e admiradores, ganhar dinheiro com transação de jovens atletas e, se possível, ganhar títulos. 

Lembremos: apenas 1 time pode ser campeão. Não é fácil ganhar campeonatos… claro, a expectativa de vencer competições, frustradas por “quase chegar lá na hora decisiva” e fraquejar na hora H (por diversos motivos), traz decepção. A brincadeira de que é uma “faca de pão Pullman”, evidentemente, é entendível. Mas racionalmente, onde estaria o Bragantino hoje, sem a Red Bull?

Vide seu rival histórico, o Paulista FC de Jundiaí: tenta se recolocar no futebol, jogando a 5a divisão paulista, sem calendário nacional, disputando contra Manthiqueira, Barcelona Capela e Colorado Caieiras. Ou o São Caetano, que sem um projeto sólido, está na A4 da FPF. O Red Bull Bragantino, pelo tempo de trabalho e pelos resultados obtidos, ainda está “com muito crédito” na praça. 

Sobre o jogo da 3ª feira: a classificação “bateu na trave”, como diz o dito popular? Não, bateu nas mãos do goleiro Hugo. E aí é covardia, na cobrança de pênaltis: o arqueiro do Bragantino foi o 3º goleiro, o jovem Fabrício (Cleiton e Lucão se lesionaram) e do outro lado, um defensor com experiência de Flamengo, Exterior e Corinthians. Aliás, o RBB jogou com 7 desfalques e sem o seu artilheiro, Helinho.

A coletiva do treinador Pedro Caixinha (sempre muito lúcida e educada), onde ele abordou isso e mais um pouco, em: https://youtu.be/GPZ7oZbq8xY?si=qhUqknS9VIsMOTnh

Agora, virá a natural cobrança e a pressão: melhorar sua classificação no Campeonato Brasileiro, já que disputará apenas uma competição a partir da eliminação. Sem “caça às bruxas”, lógico.