Li e compartilho tal verdade:
Procurando pessoas para contratar, você busca três qualidades: integridade, inteligência e energia. E se elas não têm a primeira, as outras duas matarão você.
Warren Buffett

Li e compartilho tal verdade:
Procurando pessoas para contratar, você busca três qualidades: integridade, inteligência e energia. E se elas não têm a primeira, as outras duas matarão você.
Warren Buffett

Você sabia que 85% dos relacionamentos extraconjugais começam no trabalho?
Olhe que situação impressionante que viralizou, extraída do LinkedIn de Bruno Martins (foto e crédito da imagem a ele), abaixo:
Durante um show do Coldplay nos Estados Unidos, Chris Martin interrompeu a apresentação. O motivo?
A Kiss Cam , famosa “câmera do beijo”, flagrou um homem, identificado como CEO de uma empresa, aos beijos com uma mulher (diretora de RH da mesma empresa) na plateia.
Assim que percebeu que estava sendo filmado, ele se afastou bruscamente e tentou se esconder. A mulher, constrangida, virou de costas e tampou o rosto.
A cena viralizou.
Mais tarde, descobriu-se que os dois viviam uma relação extraconjugal.
Resultado: mudança na música, o cantor sem jeito e um clima de DR pública no meio do espetáculo.
Segundo pesquisas, 85% dos casos extraconjugais começam no ambiente de trabalho.
E mais: um estudo da Universidade do Texas revela que quem comete traição tende também a apresentar mais falhas éticas no ambiente profissional.
Quando líderes do topo se envolvem, isso não é apenas um drama pessoal, é um sinal vermelho para o clima, a legitimidade e, muitas vezes, para compliance.
No mundo corporativo, reputação é construída em silêncio e desfeita em conversas de corredor.
IN ENGLISH – Did you know that 85% of extramarital affairs begin at work?
Look at this striking situation that went viral, extracted from Bruno Martins’ LinkedIn (photo and image credit to him), below:
During a Coldplay concert in the United States, Chris Martin interrupted the performance. The reason?
The Kiss Cam, famous for capturing couples kissing, caught a man, identified as a company CEO, kissing a woman (an HR director at the same company) in the audience.
As soon as he realized he was being filmed, he abruptly pulled away and tried to hide. The woman, embarrassed, turned her back and covered her face.
The scene went viral.
Later, it was discovered that the two were having an extramarital affair.
The result: a change in the song, an awkward singer, and a public relationship drama unfolding in the middle of the show.
According to research, 85% of extramarital cases start in the workplace.
What’s more: a study by the University of Texas reveals that those who commit infidelity also tend to exhibit more ethical lapses in the professional environment.
When top leaders are involved, this isn’t just a personal drama; it’s a red flag for the company’s atmosphere, legitimacy, and often, for compliance.
In the corporate world, reputation is built in silence and undone in hallway conversations.
Feedback e Feedforward: a primeira palavra é mais conhecida (precisamos ter retorno do que fazemos profissionalmente – para nós nos aprimorarmos / corrigirmos / melhorarmos) e a segunda não é tão usada, mas é importante (precisamos nos antever para potencializarmos nossas virtudes, baseadas no que conhecemos).
Um simples e resumido quadro:
Recomendo um brilhante texto do Dr José Martins Filho: “Ter filho não é pra todo mundo”.
Dr Martins é autor do livro “A Criança Terceirizada”, e nesse artigo ele aborda o fato de que muitas famílias não refletem se verdadeiramente estão preparadas para terem filhos; se terão tempo para a educação delas, além de paciência para as brincadeiras. O desafio é: os pais farão sacrifícios para não “terceirizar” a criação dela?
A publicação está na Revista Galileu (Ed Junho), nas páginas 96-97. Vale a pena!
TER FILHO NÃO É PRA TODO MUNDO
Vamos ser sinceros: quem realmente tem capacidade para se dedicar a uma criança como deveria. Faça a análise antes de ter uma.
Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Não sei. Cuidar bem de uma criança, além de ser de sumária importância, dá um trabalho danado. Crianças choram à noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até idade adulta. E, principalmente: crianças precisam da presença dos pais. Sobretudo as menores, que requerem a mãe na maior parte de seu tempo. Não dando dois beijinhos pela manhã antes de ir para a creche, ou colocando a criança para dormir à noite, que será possível transmitir segurança, afeto e tranqüilidade. Alguns dizem: “o que interessa é a qualidade do tempo que passamos juntos e não a quantidade”. Se for assim, então diga ao seu chefe que você vai trabalhar apenas meia hora por dia, mas com muita qualidade. Certamente ele não vai gostar. Seu filho também não.
Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e presença constante. Lembre-se que é preciso dedicar um tempo razoável: brincar junto, fazer deveres de casa, educar, colocar limites.
Como fazer tudo isso e ainda continuar no mercado de trabalho? Usando seu horário de almoço para comer junto com seu filho. Fazendo visitas na creche durante o dia. Passeando no final de semana, em atividades em que a criança seja prioridade, como praia, parques, jogos em conjunto. Por favor, isso não inclui shopping Center.
Sou obrigado a fazer tudo isso? Claro que não. Mas ser pai e mãe também não é uma obrigação. Trata-se de uma escolha, e como toda escolha, pressupõe que você abra mão de outras tantas. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa? Também não. O que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. A infância determina a vida de todos nós. Ela é fundamental para existência humana. Na esfera psíquica, os primeiros dois anos significam a base da construção de uma personalidade saudável. A violência, a agressividade, a falta de ética, a moralidade dos tempos modernos não são apenas fruto de dificuldades econômicas e sociais, mas da falta de amor, educação, limites.
Com a vida moderna as crianças passaram ocupar um papel secundário ou terciário na vida familiar. Lembrem-se que o futuro da humanidade dependem dessas crianças. Fico triste quando os pais nunca tem tempo de ir à escola para acompanhar a educação das crianças e adolescentes. Em muitos casos casais colocam a necessidade da maternidade a conceitos: – para não ficarem sozinhos na velhice – como se filhos fosse seguro anti solidão, em outros casos serve mais para mostrar às pessoas a masculinidade ou a fertilidade.
Após uma análise tranquila na possibilidade de ter ou não ter filhos, tenho certeza de que o mundo irá melhorar.

Imagem: Arquivo Pessoal
No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!
Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…
Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.
Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.
Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?
O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:
“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”
IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.
Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:
(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)
LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE
Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho
Por Barbara Bigarelli
Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.
“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.
No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.
Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.
Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.
Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.
Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Imagem extraída da Web, link acima.
IN ENGLISH – In speech, it is possible. In practice, not always: we talk about separating work and rest in our daily lives!
I have worked as an employee and as an employer (and as both simultaneously) from Monday to Monday. I have always been careful to separate professional and personal life. It is difficult to succeed in this mission…
Many times, when I failed to make this distinction, I even thought I was suffering from Burnout Syndrome; at other times, a mix of Depression and Anxiety. After all, I was unable to disconnect from my tasks and/or I was unable to be disconnected. But I really like working, I am a workaholic! However, knowing how to have limits (“my limits” when I am in charge or “setting limits” for my subordinates and commanders) is extremely important for occupational and personal health. Otherwise, you will be using your leisure time, rest time and time with your family to continue the work that you should be doing at your company, on your contracted/working days.
Continuing a commitment outside of the work environment, when it is not an exception/emergency, does not help anyone’s relationship. It stresses out your boss, makes your spouse angry and wears out your body and mind.
I had the opportunity to work at a Higher Education Institution (I won’t even mention it on my resume, as it was for a short time), where, during class and I was teaching, the boss would send WhatsApp messages and expect responses before the break – and in situations that could be after the end, as the focus at that moment was on the students. Or should the teacher stay on social media and/or online messaging during their explanations?
The ideal, when something like this is necessary on the weekends, is the standard:
“I’m sending this message today, so we can discuss blah-blah-blah on Monday. If you have any suggestions and time, take advantage and think about it. Have a good rest!”
IMPORTANT: doing this and expecting a response on Saturday or Sunday (or implying that you do), is not cool.
An interesting study from the University of Illinois shows how important it is to “combine” this situation well. Below:
(Extracted from: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)
LIMITING ONLINE COMMUNICATION WITH BOSSES AFTER WORKING HOURS REDUCES STRESS
Research from the University of Illinois investigates the impact of messages and requests outside of working hours
By Barbara Bigarelli
In a scenario with technology available and professionals connected all the time, those capable of establishing well-defined limits between personal life and work deal better with occupational stress and the resulting negative effects, such as insomnia. This is the conclusion of a recent study, conducted by researchers in the area of occupational stress and well-being at the University of Illinois. The analysis is based on the notion that cell phones and new technologies, by enabling ubiquitous work, scramble the time dedicated to personal life. Technological convenience often generates psychological overload, increasing stress and attacking mental health.
“These technologies are as ubiquitous as they are convenient, but they can lead people to believe that their employees are always available. But this intrusion beyond working hours, into personal time, is very harmful to health and our research shows that completely breaking down the boundary, being available whenever needed, increases work-related stress,” says YoungAh Park, a professor at Illinois.
In the study, researchers analyzed the routines of 546 full-time teachers to measure the consequences of intrusion outside of working hours, through some platform or technology, for five consecutive weeks. They assessed whether they were contacted primarily outside of normal working hours and whether they were expected to respond to messages and emails immediately. The results indicate that those who used techniques to maintain a limit on access to them, such as keeping email notifications turned off or even cell phones turned off, reported less intrusion throughout the week. And, most importantly, that this “control” of limits was an important mechanism to warn the ‘other side’: whether school principals, bosses, or parents, clients, that that time should not be used for work. By making this clear to all sides, teachers’ weekly stress decreased.
It also became clear to the researchers, through the evidence collected, that the support of a manager who ensures the balance between personal and professional life, and who allows employees to create solutions to establish boundaries, is essential, says YoungAh. It is also necessary for the other end of the business to respect these limits. In this case, the study recommends that schools, for example, establish rules for when and how often communication between teachers and parents should occur.
Estou de férias da faculdade, mas confesso: que saudade da Sala de Aula!
E, claro, dos meus alunos também…
Logo voltamos.
Olá amigos do Blog.
Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).
Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.
Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.
Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.
Contatos:
📩 Email: rafaelporcari@me.com
📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064
👨🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/
Muitas vezes usamos um linguajar “mais sofisticado para impressionar” os outros. E é exatamente isso que acontece no dia-a-dia de quem procura recolocação profissional.
Veja como os cargos mudam na rede social LinkedIn:

Remuneração alta? Poder? Mordomias? Benefícios amplos?
Como definir o que é ter uma carreira de sucesso no trabalho?
Seria fazer o que gosta?
Olha que discussão muito bacana, compartilhada de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/09/02/bem-sucedido-carreira-emprego.htm
NÃO É PRECISO SER CHEFE E GANHAR MUITO PARA TER CARREIRA BEM-SUCEDIDA
Está satisfeito com seu emprego, mas não se considera um profissional bem-sucedido? Alguns sinais podem demonstrar que você tem sim uma carreira de sucesso.
Segundo o professor da FGV Management e especialista em gestão de negócios Luciano Salamacha, ser bem-sucedido não significa necessariamente que o profissional precisa ser chefe em uma grande empresa e ganhar um salário alto.
“Há muitas propostas sobre o que é ser bem-sucedido que levam a um estereótipo. Mas, o ponto-chave hoje é que é possível personalizar o que é sucesso para cada um. Sucesso é um estado de conforto. É o atingimento de um objetivo”, diz Salamacha.
O consultor de carreiras Emerson Weslei Dias concorda. “O sucesso é a realização progressiva de objetivos que valem a pena. Tenho que sempre realizar novos objetivos, mas o ‘vale a pena’ cada um tem o seu.”
Confira sinais de que você é bem-sucedido, mas pode não perceber:
1) Está alcançando objetivos como planejava
O primeiro passo é analisar como está sua carreira. “O profissional pode fazer uma análise crítica do grau de evolução dentro de uma linha no tempo. Onde eu estava há um, três ou cinco anos? Como foi a minha evolução nesse período?”, diz Salamacha.
Se planejava virar analista em três anos, por exemplo, e chegou ao cargo nesse período, ele pode se considerar bem-sucedido. “Quanto mais o profissional tem certeza do que quer, mais vai conseguir mensurar se está bem-sucedido. Se cinco anos atrás eu sabia onde queria estar, hoje eu posso verificar se tive sucesso naquilo que eu planejava.”
2) Talentos e habilidades são usados
Outra forma de analisar se está em um momento de sucesso na carreira é analisando se seus talentos e habilidades estão sendo usados no seu emprego. “Às vezes, uma pessoa se acha talentosa, mas não tem oportunidade de usar o que sabe”, diz o consultor.
Uma pessoa que trabalha na área administrativa da empresa e fez design, por exemplo, não está usando suas habilidades. Já quem tem a chance de utilizar o que sabe e gosta pode ter nisso um sinal de que está indo bem na carreira.
3) Necessidades são atingidas
Para Dias, outro ponto para analisar é se as motivações e necessidades estão sendo atendidas. “Se ganho R$ 10 mil e consigo viver com R$ 5.000, minhas necessidades estão sendo atendidas. Se minha necessidade é de R$ 10 mil e ganho R$ 5.000, então, não está atendendo”, afirma.
4) Valores da empresa são os mesmos que os meus
O consultor afirma que, para o profissional se considerar bem-sucedido, ele também deve analisar se os valores da empresa são os mesmos que ele possui. “Os valores que tenho são compatíveis com a organização em que estou trabalhando?
Até que ponto vale a pena estar em uma empresa em que ganho bem, mas na qual não consigo trabalhar de determinada forma ou preciso enganar clientes?” Se está em uma empresa em que acredita, é um sinal de sucesso.
5) Sou procurado como referência
Para Salamacha, um sinal de que o profissional está em um momento bem-sucedido é quando ele é visto como uma referência na empresa. “Se minha opinião é desejada, não por processo protocolar, mas por assertividade nas minhas opiniões, isso pode ser um bom sinal.”
6) Tenho autonomia e independência na empresa
Outra forma de analisar se está indo bem na carreira é quando o chefe passa a confiar e dar autonomia para as decisões. “Quando o gestor demonstra de maneira formal que está confiando no funcionário, ele ganha autonomia e independência dentro da empresa”, diz Salamacha. Isso acontece quando um chefe não precisa revisar um material de uma reunião feito por você, por exemplo, pois acredita que o conteúdo estará correto.
7) Clientes preferem meu atendimento
Quando há a preferência de clientes para o seu atendimento também pode ser um sinal de ser bem-sucedido. “Se chega um cliente e você fala que está ocupado, mas que há um outro funcionário livre, e o cliente diz que quer esperar você é quando se está conquistando relevância”, diz o professor.
Problema pode não estar na carreira
Dias afirma que, se o profissional alcançou todos esses passos, mas ainda assim não se sente bem-sucedido, o problema pode não estar na carreira. “Se está bem, se está conseguindo ter desafios, nutrir motivações e usar seus talentos, a soma disso tudo, independentemente da sua posição, é motivo de sobra para ser bem-sucedido. Se não se sente assim, o problema pode estar em outras áreas, como a vida pessoal.”

Imagem extraída da Internet, autoria desconehcida.
Pesquisa da Universidade de Wisconsin comprova: trabalhar fora do escritório torna o serviço mais produtivo.
E é essa mesma pesquisa que traz um grande rebuliço: até então, era uma questão quase consensual de que confinado no escritório, há mais produtividade.
Abaixo, extraído do Caderno Inteligência da Época Negócios: citação em http://is.gd/vZ3FE3
E você, o que pensa sobre o assunto? Dentro ou Fora do escritório?
JÁ SAIU DO ESCRITÓRIO HOJE?
Funcionários que passam mais tempo fora do que dentro das empresas são mais satisfeitos com o que fazem, revela estudo
Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho
Com o avanço do trabalho remoto nas empresas, as faculdades de negócios mundo afora produziram uma enxurrada de estudos reafirmando a importância do contato pessoal entre os membros de uma equipe. Totalmente na contramão, a Universidade de Wisconsin-Milwaukee publicou recentemente uma pesquisa comprovando que profissionais que passam a maior parte da semana gastando a sola de sapato fora da companhia estão mais satisfeitos com o trabalho do que aqueles confinados no escritório.
O maior benefício apontado por quem trabalha remotamente pelo menos três vezes na semana é a queda do estresse causado por conflitos comuns no convívio diário. Segundo a pesquisa, a distância os poupou de situações típicas do mundo corporativo, como a politicagem, as interrupções das tarefas e as reuniões que não chegam a lugar nenhum.
A redução do contato com os colegas – prejuízo sempre citado como um dos maiores inimigos do trabalho a distância –, foi relatada como irrelevante pelos participantes. De fato, os adeptos de passar a maior parte do tempo circulando têm menos tempo para reuniões internas e para o papo na hora do cafezinho. No entanto, isso não parece ser um problema: os dois grupos reportaram ter obtido acesso às informações relevantes para o trabalho, de acordo com a pesquisa feita por Kathryn Fonner e Michael Roloff. “Nossas conclusões enfatizam a vantagem do trabalho fora do escritório e também chamam a atenção para a necessidade de as empresas corrigirem os problemas do trabalho em um ambiente coletivo”, diz Kathryn. “Com menos estresse e distrações, os funcionários podem evitar que o trabalho se infiltre nas suas vidas pessoais.”
Outra pesquisa sugere uma visão complementar sobre o assunto. Craig Knight e Alexander Haslam, da Universidade de Exeter, Reino Unido, concluíram que os funcionários autorizados a moldar suas áreas de trabalho a seu gosto não só são mais satisfeitos e felizes, mas também 32% mais produtivos que os profissionais que seguem o leiaute empurrado goela abaixo pela chefia. Dos 2 mil funcionários consultados, os que apresentavam um sentimento mais positivo em relação às suas atividades eram os que tinham controle do seu ambiente de trabalho.
De acordo com Haslam e Knight, muitos escritórios modernos primam pela funcionalidade, mas falham por não permitir que os seus usuários façam adaptações. “Nossos estudos sugerem que essa prática precisa mudar”, conclui a dupla.
Quando as pessoas se sentem desconfortáveis em seus ambientes, são menos engajadas não apenas no espaço, mas também no que fazem ali. “Se puderem ter algum controle, tudo muda e elas passam a se sentir mais felizes no trabalho, a ter maior identificação com o empregador e se tornam mais eficientes.”
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.
Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!
Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S
COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?
por Luiz Fujita
Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.
Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!
VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente
BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso
QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)
BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo
MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais
PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!
RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!
O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.
EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença
ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes
ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

Até que “demorou muito”: Zubeldía, o treinador argentino do São Paulo FC, que muitas vezes foi suspenso por cartões e não dirigiu seu time por diversas partidas, não é mais técnico do Tricolor.
Aqui, se faz uma colocação: ele não resistiu à pressão e pediu demissão, segundo o noticiário. Portanto…
Se eu tenho um contrato de 2 anos (por exemplo), com multa a ser paga caso uma das partes descumpra:
1- Se eu trabalhei 24 meses, cumpri o contrato.
2- Se o empregador demite antes desse prazo e paga a multa ao funcionário, o contrato foi válido (pagar a multa estipulada também é cumprir o contrato).
3- Se o empregado pede a conta… deveria acertar com o patrão. Carille, por exemplo, saiu do Japão para o Santos e os japoneses foram à FIFA cobrá-lo.
Se o São Paulo não cobrar a multa, terá feio um distrato abrindo mão. Correto? E… deve fazer isso?
No fundo, parece que nem técnico e nem time tinham mais clima no Morumbi…
Vida de Professor: correção de provas e lançamento de notas em pleno domingo…
Quem trabalha em faculdades, sabe que esses meados de junho são cruéis. Mas há de ser profissional! Faz parte do ofício.
📚 🖊️ ❌✔️ #ensino
O Etarismo é uma chaga da sociedade!
Muitas vezes, experientes profissionais são entrevistados por jovens recrutadores que confundem alguém veterano como ultrapassado…

A que ponto sua intimidade com o seu superior lhe permite certas “coisas pessoais a serem reveladas”?
Compartilho uma interessante matéria sobre situações a serem evitadas na relação entre subordinado e chefes.
Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/05/29/briga-em-casa-falta-de-dinheiro-7-coisas-que-nao-deve-contar-ao-seu-chefe.htm?cmpid=tw-uolnot
BRIGA EM CASA, FALTA DE DINHEIRO: 7 COISAS QUE NÃO DEVE CONTAR AO SEU CHEFE
Brigou com alguém da família, quer sair da empresa ou está com as contas atrasadas? Pode parecer comum conversar sobre isso com os amigos, mas é melhor não compartilhar essas informações com seu chefe.
O UOL conversou com a diretora de Marketing e RH do ManpowerGroup, Márcia Almström, e a professora da pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) Izabela Miotto para listar sete temas que seu patrão não precisa saber sobre você. Confira:
1) Problemas de relacionamento
Ter uma briga ou uma discussão com marido, mulher, namorado, filhos ou pais é comum, mas seu chefe não precisa saber o que aconteceu. “Se está com dificuldades com a família, quanto mais se preservar no ambiente corporativo, melhor é para você. Pode não ser adequado contar para o chefe. Recomendo mais cautela e discrição”, diz a especialista do ManpowerGroup.
2) Se ficou até tarde na balada
Ao ir a uma festa ou comemoração, não chegue no trabalho contando o que fez. “Existe uma etiqueta corporativa que deve ser respeitada. Ela varia de empresa para a empresa, mas falar que chegou às 4h da manhã e tomou todas não é adequado”, diz Miotto.
3) Situação financeira ruim
Se está com alguma conta atrasada e passando por problemas financeiros é melhor deixar seu chefe fora disso. “O RH da empresa é a área em que o funcionário pode verificar a possibilidade de um empréstimo. Há empresas que têm a política de emprestar dinheiro em alguns casos. Compartilhar por compartilhar com o chefe, eu não recomendo. Isso desgasta a imagem do funcionário”, diz Almström.
4) Planos de sair da empresa
Se você está pensando em sair da empresa, não vale a pena contar para o chefe sem antes ter uma decisão concreta. “Fica a impressão de que estou aqui recebendo meu salário e pensando em outro lugar. É uma decisão sua e que compete a você, não ao seu chefe. Ele tem expectativas em relação ao funcionário e sua contribuição para a companhia”, diz Almström.
5) Fofocas sobre o chefe e colegas
A recomendação é não levar fofocas para o chefe sobre ele ou sobre colegas. A pessoa pode achar que está fazendo algo positivo em contar críticas feitas nos corredores, mas na verdade não há benefício para ninguém, afirma Almström.
6) Queixas do dia a dia
Nem sempre o funcionário concorda com o que acontece na empresa. Mas ficar reclamando de tudo não ajuda na imagem profissional. “Essa postura de reclamar o tempo inteiro e de dizer que nada está bom faz com que as pessoas não se aproximem. Não é bom fazer isso com o chefe nem com ninguém”, diz Almström.
Ela afirma que o profissional precisa mostrar capacidade de lidar com as situações do dia a dia. “É preciso apresentar soluções em vez de ressaltar os problemas.”
7) Reclamações constantes dos colegas
Nem sempre é fácil lidar com os colegas de trabalho. Mas levar queixa sem relevância ao patrão pode ser prejudicial ao profissional. “As dificuldades dentro das organizações são reais. É preciso buscar maturidade para lidar com os problemas. O chefe não espera que de cinco em cinco minutos chegue uma queixa. Não é que não possa falar, mas tem de saber o momento correto para isso”, diz Almström.
Relacionamento com chefe pode ser construído
Para Miotto, o chefe e o funcionário podem ter uma relação, mas há limites. “Uma relação de confiança cria um ambiente de trabalho seguro. Mas há um limite. Eu posso chegar para o chefe e dizer que não estou bem, que tenho um problema pessoal, e ele abrir espaço para eu falar”, diz.
Porém, é necessário fazer uma análise da empresa para entender esses limites. “É preciso observar o ambiente antes de sair contando tudo para ele. Um relacionamento com o chefe se constrói no dia a dia. Aí o funcionário vai ter clareza de até aonde ele pode ir”.

Imagem: Getty Images
Que dormir faz bem, é sabido. Mas e depois do almoço, durante o trabalho?
Pesquisa mostra: dependendo da quantidade de sono, pode ser bom ou ruim. Mas a novidade é a seguinte: as empresas estão aderindo à moda no Brasil, criando até mesmo “espaços-soneca”.
Abaixo, extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0EMI190504-15259,00-A+INVASAO+DA+SONECA.html
A INVASÃO DA SONECA
Por Carlos Giffoni e Marcos Coronato
Ter vontade de cochilar depois do almoço não é coisa de preguiçoso nem de glutão. É normal que haja uma queda na temperatura do corpo no meio da tarde, similar à que ocorre no meio da madrugada. Daí vem a sonolência pós-almoço. No horário em que outros mamíferos diurnos se espreguiçam gostosamente em alguma sombra, a maior parte dos trabalhadores volta ao batente. Mas cresce o número de empregados, no Brasil e no exterior, que podem tirar uma bela soneca depois do almoço – com o apoio do chefe.
Empresas como o Google e a Nike estão entre os defensores globais da dormidinha. No Brasil, até 2009, a consultoria especializada em ambientes de trabalho Great Place to Work (GPTW) não tinha nenhum relato de funcionários agradecidos por contarem com locais bons para dormir na empresa. Neste ano, em sua lista das 100 Melhores Empresas para Trabalhar (publicada por ÉPOCA) apareceram dez histórias sobre ambientes feitos para o descanso. Cada um a seu estilo, com pufes, redes ou colchonetes.
Dormir cerca de meia hora no meio da tarde pode melhorar a atenção, a memória, as habilidades motoras, o humor e a capacidade de tomar decisões. Segundo um estudo da Nasa, a agência espacial americana, 26 minutos de repouso, em média, aumentam a produtividade em até um terço e a capacidade de atenção em 54%. O estudo, coordenado pela especialista em fadiga Mark Rosekind, foi feito em 1995 – e só agora as empresas estão acordando para ele.
Os bons efeitos da soneca durante o expediente são percebidos por trabalhadores como Simone Silva, de 44 anos, assistente de treinamento na empresa de consórcios Embracon. No emprego anterior, ela já podia dormir, mas não contava com um espaço adequado para isso. “Eu tinha de colocar uma cadeira na sala do arquivo”, diz. No emprego atual, há uma estrutura de apoio. “É como se os pufes me abraçassem. Dormir 15 minutos é o suficiente.”
Um levantamento interno sobre qualidade de vida feito na Embracon mostrou que um terço dos funcionários em São Paulo tem jornada dupla, entre trabalho e estudo. “Eles acordam cedo e dormem tarde. Percebemos que um ambiente para descansar depois do almoço melhoraria as condições de trabalho”, diz Brenda Donato, gerente de recursos humanos. A empresa de software Sydle, de Belo Horizonte, também oferece espaço para descanso e escolheu não controlar o horário de uso. “A sala de descanso fica aberta das 7 horas às 21 horas, e cada um passa ali o tempo que quiser. Basta cumprir as oito horas diárias de trabalho”, afirma Alessandra Ravaiani, analista de RH.
A empresa pode até não controlar a duração da soneca, mas ainda assim o sono da tarde precisa ter limites. Senão, em vez de melhorar, ele pode piorar a saúde e a produtividade. A neurologista Andrea Bacelar, vice-presidente da Sociedade Brasileira do Sono, destaca algumas características do cochilo proveitoso. Em primeiro lugar, ele dura de 20 a 40 minutos. Parece pouco, mas o segredo é cultivar o hábito. O cérebro, quando acostumado à regularidade do momento de repouso, tenta aproveitá-lo ao máximo e “corre” para um estágio do sono revigorante. “Depois de 40 minutos, você entra em estágios ainda mais profundos, e acordar no meio de um deles pode causar mais cansaço”, diz Andrea. O bom sono, mesmo curtinho, também requer níveis baixos de luz e ruído.
Dormir 30 minutos já melhora o resto do dia, mas
mais de 40 minutos pode atrapalhar o sono noturno
A pior ameaça, porém, é a piora do sono noturno, já ruim para muita gente. O brasileiro médio dorme de seis horas e meia a sete horas e meia por noite, mas sete horas e meia é o mínimo necessário para manter a saúde física e mental. Um estudo da Unifesp em 2007 constatou que metade dos paulistanos tem problemas relacionados ao sono, situação comum em grandes cidades. “Quem tira uma soneca de vez em quando, sem regularidade, corre o risco de atrasar o sono noturno”, diz Andrea. Também para preservar o sono da noite, é importante não adiar o horário do descanso vespertino.
Em algumas áreas comerciais, surgem estabelecimentos que prestam esse tipo de serviço. Em Nova York, ganham fama spas de cochilos como o Yelo. No centro do Rio de Janeiro, desde o ano passado funciona a clínica de sono Pausadamente. Lá, salas para descanso podem ser alugadas por períodos de 20 a 40 minutos. Em São Paulo, o restaurante Bello Bello oferece desde 2004 a seus clientes o Espaço Soneca – um ambiente reconfortante, bem isolado da agitação do comércio da vizinhança, no bairro de Pinheiros. “Queria trazer o clima de minha casa para o restaurante”, diz a proprietária, Salete Ebone. “Fui acostumada a descansar durante a tarde, mas vejo que a soneca ainda é um tabu para muita gente.” Dos 300 clientes que almoçam por lá todos os dias, cerca de 40 vão ao Espaço Soneca depois da refeição e se libertam desse tabu.

Olga Kurbatova/Getty Images
Extraído de: https://super.abril.com.br/comportamento/o-homem-e-o-unico-animal-a-dormir-de-uma-tirada-so/
Olá amigos!
Objetivando aumentar a minha demanda de trabalho, gostaria de deixar aqui meu Curriculum Vitæ, a fim de expandir minha labuta.
Me ofereço para consultorias empresariais e de vida, mentorias, aulas em universidades como docente na área de Administração e Empreendedorismo, além de realizações no futebol como comentarista de arbitragem e/ou futebol.
Compartilho:
CURRICULUM VITÆ
1 – dados pessoais
• RAFAEL PORCARI, brasileiro, divorciado, pai de 2 filhos, nascido a 02/04/76.
📩 rafaelporcari@gmail.com (principal) e rafaelporcari@icloud.com (alternativo)
📝 Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6921568045199692
– Redes Sociais:
LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/
Facebook: http://www.facebook.com/rafael.porcari
X (Twitter): http://twitter.com/rafaelporcari
YouTube: http://www.youtube.com/@discutindocontemporaneidades
Bluesky: https://bsky.app/profile/rafaelporcari.bsky.social
Instagram: https://www.instagram.com/rafaelporcari/
Threads: https://www.threads.net/@rafaelporcari
Blog “Discutindo Contemporaneidades”: https://professorrafaelporcari.com/
Blog “Pergunte Ao Árbitro”: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com
2- escolaridade:
• MESTRADO STRICTO SENSU EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS:
Área: Gestão de Negócios; Linha de Pesquisa: Marketing; Tema: Administração Esportiva – UniSant’Anna, 2000.
• ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EM ADMINISTRAÇÃO E MARKETING:
PÓS-GRADUAÇÃO (ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: ADMINISTRAÇÃO) – UNISANT’ANNA, 2004.
• GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS:
BACHARELADO – FACULDADE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, CONTÁBEIS E ADM EMPRESAS PADRE ANCHIETA, 1997.
3 – obras escritas
• DISSERTAÇÃO DE MESTRADO:
– O Novo Processo Administrativo do Futebol Brasileiro Frente a Profissionalização no Gerenciamento dos Clubes,
São Paulo/SP:2000, 148p – UniSant’Anna. (EDA/BN 290.998)
• ARTIGOS CIENTÍFICOS:
– Abordagem Legal e de Mercado da Profissionalização do Futebol Brasileiro,
Revista Gerenciais, São Paulo/SP:2003, ed 03 – 03, ano 01, pg 18-21. Uninove.
– O Funcionamento Estrutural do Futebol Brasileiro e a Utilização do Marketing,
Revista Nife, São Paulo/SP:2001, ed 07 – 03/01, ano 08, pg 47-54. Publicação do Centro de Pós Graduação, Pesquisa e Extensão do Centro Universitário Sant’Anna, em co-autoria com o Prof Dr Nilton Nunes Toledo. (ISSN 1414.1736)
• LIVROS:
– Violência das Torcidas de Futebol – Historicidade da Violência entre Torcidas,
Jundiaí/SP:2003, Edição do Autor, 27p. (ISBN 85-904052-1-4)
– Uso e Desuso do Futebol – Breve Relato das Transformações Históricas do Futebol no Brasil (do Ludismo ao Uso Político, do Mercantilismo ao Assistencialismo),
São Paulo/SP:2003, Edição do Autor, 38p. (ISBN 85-904052-2-2)
– Elementos Estruturais do Futebol Como Produto,
São Paulo/SP:1999, 307p, no prelo. (EDA/BN 290.997)
• ARTIGOS EM SÍTIOS ELETRÔNICOS:
– Diversos artigos em vários endereços acadêmicos, comerciais e esportivos na Internet.
4- atividades profissionais atuais
• INFLUENCER BLOGGER / CRIADOR DE CONTEÚDO:
– Blog “DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES, do Professor Rafael Porcari”.
Textos com comentários e percepções articuladas sobre assuntos referentes a Administração de Empresas, Futebol, Política, Economia, Sociedade, Comportamento e Religião, com mais de 2,5 milhões de views (de 2007 a atual).
– Blog “PERGUNTE AO ÁRBITRO”.
Exclusivo a elucidações de dúvidas sobre as Regras do Jogo de Futebol, análises de partidas e opiniões sobre temas desta área (de 2010 a atual).
– Vlog “DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES, do Professor Rafael Porcari”.
Vídeos na mesma temática do blog homônimo, citado acima (de 2018 a atual).
– Coluna “OPINIÃO”, no JJ.
Todas as quartas-feiras, escrevendo no Jornal de Jundiaí Regional, página 2, a respeito de esporte, futebol e sociedade (de 2024 a atual).
• CONSULTOR EDUCACIONAL E EMPRESARIAL:
– PJ DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES – Inteligência e Debates MEI.
Pelo Sebrae / IBS Américas, lecionando em Cursos de Capacitação Empreendedora, assessorando PME / MEI no Planejamento Estratégico e discussões na área de Marketing, Vendas e Adm em Geral. Nessa atividade, os cursos ocorrem em espaços empreendedores, centros comunitários, escolas, shoppings, prefeituras e unidades penitenciárias. Em destaque, o “Sebrae na Comunidade: Reescrevendo a sua História”, onde falamos de Empreendedorismo, Educação Financeira, Gestão de Negócios e MEI, além de Inteligência Emocional (de 2021 a atual).
• PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR:
– FADITU: Faculdade de Direito de Itu,
Instituição de Ensino Superior. (de Fevereiro/2024 a atual)
Lecionando disciplinas na área de Administração de Empresas:
o Liderança / Administração de Conflitos / Governança Corporativa / Linguagem e Redação para Negócios / Viabilidade Financeira / Análise e Desenvolvimento de Pessoal / Gestão Ambiental e Responsabilidade Social / Gestão da Inovação / Introdução ao Marketing / Mudança e Desenvolvimento Organizacional / Administração Estratégica.
• COMENTARISTA EM ESPORTES:
– Rádio Difusora Jundiaiense – AM 810,
Comentando ao vivo as arbitragens de futebol dos campeonatos profissionais, tanto nos estádios quanto em estúdios, além de boletins inseridos nos programas esportivos. (de 2014 a atual).
– Rádio Futebol Total – Web ,
Comentando ao vivo as arbitragens de futebol dos torneios que envolvem o Red Bull Bragantino. (de 2022 a atual).
5 – atividades profissionais anteriores
• COMERCIANTE:
– Auto Posto Harmonia Ltda,
Comércio de Combustíveis e Lubrificantes. (de Junho/2000 a Agosto 2018)
Sócio-proprietário trabalhando na gerência administrativa.
• PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR:
– Instituto Santanense de Ensino Superior (UniSant’Anna),
Instituição de Ensino Superior. (de Março/2004 a Fevereiro/2012)
Lecionando disciplinas na área de Administração de Empresas:
o Atualidades voltadas à Adm / Estudos Contemporâneos / Tópicos Especiais em Adm I, II e III;
o TGA I e II / Introdução à Administração / Gestão das Organizações; Teoria da Administração
o Liderança / Estratégia Empresarial / Empreendedorismo / Gestão Empreendedora;
o Gerenciamento de PME / Prática de Negociação / Gestão de Conflitos / Administração de Novos Negócios.
– Centro Universitário Nove de Julho (Uninove),
Instituição de Ensino Superior. (de Março/1999 a Dezembro/2003)
Lecionando disciplinas na área de Adm (TGA I e II, Introdução à Administração) para as Graduações em Adm Geral, Comércio Exterior, Marketing, RH e Análise de Sistemas, nos campi Vila Maria e Memorial da América Latina.
• ÁRBITRO DE FUTEBOL PROFISSIONAL:
– Federação Paulista de Futebol (FPF),
Entidade Mantenedora do Futebol Paulista. (de Agosto/1996 a Maio/2010)
Tendo atuado na prestação de serviços como árbitro de futebol nos campeonatos profissionais da 1ª e 2ª divisões, nas funções de Árbitro Principal e Quarto Árbitro.
• COMERCIANTE:
– Nelson Porcari & Cia Ltda,
Comércio de Materiais para Construção. (de Agosto/88 a Outubro/95).
Empresa Familiar, trabalhando em diversas atividades.
6- outras atividades
• LEIGO VOLUNTÁRIO:
– Paróquia São João Bosco,
Igreja Católica Apostólica Romana, Diocese de Jundiaí.
Trabalhando como leigo-voluntário na Coordenação dos grupos de catequese sacramental do Crisma para adolescentes, e na formação e desenvolvimento de grupos comunitários de jovens e retiros espirituais (de 1997 a 2006 e de 2012 a 2018).
• ANALISTA EM FUTEBOL:
– Grupo Jovem Pan / Panflix,
Comentei a arbitragem da Copa do Mundo Catar 2022, trabalhando ao vivo nas partidas, participando durante a programação e gravando boletins para os diversos programas e Redes Sociais da JP.
– VTV Campinas/ VTV Litoral / TV Sorocaba,
Participações semanais no programa Futebol Esporte Show nas retransmissoras regionais do SBT, analisando partidas realizadas e comentando sobre rodadas futuras. (de 2014 a 2017).
– Rede Bom Dia / Diário de São Paulo,
Escrevendo artigos no Portal Web (e outros na Edição Impressa, quando existia a publicação em seus diversos jornais do grupo e em suas diversas praças) sobre assuntos atuais relativos a Esportes e Bastidores. (de 2010 a 2015).
• PROFESSOR EVENTUAL DE ENSINO EM PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU:
– Universidade Paulista (Unip),
Instituição de Ensino Superior. (2004)
Lecionando em Curso de Especialização em Gestão e Marketing Esportivo, nas disciplinas História Sócio-Cultural do Futebol e Reflexões Sócio-Mercadológicas do Esporte.
• PROFESSOR EVENTUAL DE ENSINO MÉDIO:
– Escola Estadual de Primeiro e Segundo Grau José Polli,
Instituição Pública de Ensino. (1998)
Lecionando como Professor de Ensino Médio nas disciplinas História e Geografia.
• ESTAGIÁRIO EM MERCADOLOGIA:
– Caixa Econômica Federal,
Estatal Atuante no Setor Financeiro. (estágio de Agosto/96 a Janeiro/97).
• ESTAGIÁRIO EM LOGÍSTICA:
– Akzo Nobel Ltda – Divisão Química,
Indústria de Produtos Químicos. (estágio de Novembro/95 a Julho/96).
7 – outros cursos e participações
• ALUNO ESPECIAL:
– Doutorado em Administração,
disciplina: Consultoria Empresarial – (FEA) – USP (2004).
– Doutorado em História Social,
disciplina: História Sociocultural do Futebol: Imposição Lúdica, Composições e Significações – (FFLCH) – USP (2003).
– Graduação em Informática com Ênfase em Negócios,
Tecnólogo – Faculdade de Tecnologia de Jundiaí – Fatec, 2004 (incompleto).
• ADMINISTRAÇÃO ESPORTIVA:
– 1º Fórum do Futebol – FGV (GV Consulting) / Clube dos 13 / FPF (2003).
– Seminário “O Negócio Futebol” – Gazeta Mercantil (2000).
– Extensão em Administração Esportiva – ACEESP (1998).
– 1º Simpósio Internacional de Marketing Esportivo no Brasil – São Paulo (1997).
• COMENTÁRIOS, REPORTAGEM ESPORTIVA E NARRAÇÃO:
– Curso Livre de Aperfeiçoamento – Cursos Prados (2019).
• RESPONSABILIDADE SOCIAL:
– XIX Encontro Terceiro Setor: Responsabilidade Social Corporativa – CIEE (2003).
– Seminário Nac. Antidrogas nas Escolas Superiores – SENAD/CIEE/GREA-USP/UNINOVE (2002).
– Seminário Resp Social – 3º setor, “A Construção de uma Nova Cultura” – ABRH (2001).
• QUALIDADE:
– Seminário Sistema da Qualidade Total e ISO 9000 – Akzo Nobel (1996).
• RELIGIÃO:
– Doutrina Social da Igreja – Esc Cat Bispo Dom Gabriel P B Couto – Diocese de Jundiaí (2003 /2005).
– Curso de Teologia – Esc Cat Bispo Dom Gabriel P B Couto – Diocese de Jundiaí (1998/1999).
• ARBITRAGEM DE FUTEBOL:
– Linha de Atuação da Arbitragem Brasileira e Atualizações das Regras do Jogo, CBF (2020)
– Curso de Formação de Novos Árbitros – EBF, Confederação Brasileira de Futebol (2006).
– Pré-temporada dos Árbitros de Futebol da 1ª Divisão (X, XI e XII edições) – FPF (2004, 2005, 2006).
– I Congresso Internacional dos Árbitros de Futebol – SAFESP (2006).
– Curso de Arbitragem Oficial de Futebol – EAFI, Federação Paulista de Futebol (1997).
– Curso de Arbitragem Amadora de Futebol – Liga Campineira de Futebol (1996).
• SAÚDE:
– Curso de Socorrista Internacional para RCV – Instituto do Coração (2005)
– Seminário Ressuscitação Cardiovascular e Primeiros Socorros – InCor/FPF/Rotary Clube (2004).
• LÍNGUAS:
– Italiano: Curso de Cultura e Língua Italiana – Circolo Italiano di Jundiaí – São Paolo (1998/1999/2001)
– Inglês: Curso de Língua Inglesa – Angloschool Professional’s (1994)
8 – homenagens acadêmicas
– Professor Homenageado da Turma de Administração de Empresas 2007-2010 (1º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2011)
– Professor Paraninfo da Turma de Adm. de Empresas, Administração e Marketing e Análise de Sistemas 2005-2008 da turma de Administração 2006-2009 UniSant’Anna – Salto (2009 e 2010)
– Professor Homenageado da Turma de Administração de Empresas 2005-2008 (1º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2008)
– Professor Homenageado da Turma de Administração Geral e Marketing 2004-2007 (2º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2008)
Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).
Tecnicamente, não.
Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.
Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).
Sete anos distam os dois atletas. E compare:
Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).
Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.
Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.
O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.
Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.
Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.
Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…
Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.
Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.
Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?
Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).
Tecnicamente, não.
Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.
Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).
Sete anos distam os dois atletas. E compare:
Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).
Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.
Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.
O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.
Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.
Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.
Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…
Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.
Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.
Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?
BARBARIDADE! Em Harvard, a Professora da disciplina de Honestidade é… suspensa por conta de fraude!
Pode?
Olhe a manchete do Estadão:
Neymar e Abel Ferreira protagonizaram cenas e justificativas lamentáveis pós-jogo na última rodada do Brasileirão. Vamos lá:
Neymar tomou um correto primeiro cartão amarelo, mas, durante a partida, foi correndo o risco de tomar o segundo por excesso de reclamação. Até que recebeu (também corretamente) o segundo amarelo e consequentemente o cartão vermelho por marcar um gol de mão deliberada.
Abel Ferreira saiu de campo dando um “tranco” (parecia que estava disputando uma bola) no cinegrafista da Amazon Prime. Desnecessário atacar um profissional que está em seu trabalho, sem qualquer provocação ou conturbação contra o português.
1. Ambos viram suas equipes serem derrotadas.
2. Ambos deram justificativas ridículas (o santista, culpou o juiz “por ser ruim”; o português, por ter câmera sempre na frente dele, “parecendo que querem estar dentro do meu bolso, dentro do meu banco”, disse.
3. Ambos, recentemente, foram desejados na Seleção Brasileira.
– Aqui, a observação: ambos precisam de mais equilíbrio emocional… e um pouco de humildade também.
Ouvi do jornalista Fábio Piperno um termo interessante para isso: egolatria (quando se referiu a Neymar). Achei perfeito para os casos do atleta e do treinador.
Imagem: print de tela.
Hoje, li uma afirmação do já falecido Stephen Covey, renomado consultor na área de Administração. O guru em liderança declarou que:
“A força de um chefe vem da admiração que ele desperta, e não do medo que inspira.”
Perfeito. Autoridade e conquista não se impõe com a força.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Especialista ou generalista? O que fazer na Carreira? Como Fazer? Onde Fazer?
Tais dúvidas foram muito bem abordadas nesse ótimo texto de Adriano Silva, do “Blog do Executivo Ingênuo”, voltado aos estudantes de Administração de Empresas, jovens executivos e pós-graduandos.
Pela irreverência e ótima qualidade, dentro de um assunto corriqueiro à nossa formação profissional, compartilho com os amigos:
QUANTAS ALMAS VOCÊ TEM?
Tem gente que é especialista. Que define desde o comecinho da carreira o que deseja fazer da vida e decide, sobretudo, o que não quer fazer. Essas pessoas enveredam por um caminho profissional bem definido e não se afastam dele por nada. Costumam pensar o seu talento como uma coisa única e, portanto, recusam tudo que não for precisamente aquilo que escolheram fazer. Dizem para os outros e para si mesmas que só sabem fazer aquilo, que não sabem fazer outra coisa, e avançam por aquela carreira, vida afora, sem olhar para trás.
E tem gente que é generalista. Que gosta de fazer uma coisa mas não descarta fazer outras. Essas pessoas investem num caminho profissional mas mantêm sempre um olho nas alternativas, nas realidades paralelas. Costumam pensar seu talento como uma coisa multifacetada e, portanto, não raro, decidem ir lá ver que outra vida poderiam ter se tomassem outros rumos, se tentassem a mão em outras áreas. Alguns podem até ver profissionais desse naipe como inconstantes, como gente que antes de avançar demais em um determinado caminho, troca de caminho e começa tudo de novo. Mas eles preferem se ver como talentos irrequietos, profissionalmente curiosos, ávidos por conhecer mais e viver coisas novas. E, assim, tratam de viver várias vidas numa só.
Eu acho que, no fundo, tenho alma de especialista. Sinto uma certa inveja de quem se embreta num só fazer sem medo algum de abrir mão do descortínio, de não contar com tantas rotas de fuga e saídas de incêndio caso aquela carreira deixe de oferecer boas oportunidades e simplesmente vá para o vinagre. No entanto, minha carreira tem sido bastante generalista. Devo ter também, em algum lugar (não precisa dizer onde), um bichinho que me faz sempre romper o horizonte, quebrar as paredes e colocar as minhas eventuais competências sempre em vários cestos ao invés de jogá-las integralmente num cesto só. Ainda não sei se isso mais me ajuda (tenho de fato construído algumas obras relevantes ao longo da carreira) ou mais me prejudica (será que eu poderia ser muito melhor em alguma coisa específica se eu tivesse me entregado a ela de corpo e alma há duas décadas?)
Enquanto não sei responder a isso, vou vivendo. Escapando do tédio do especialista – às vezes com nostalgia de uma carreira com um escopo menor. E vivendo as turbulências dos vários recomeços do generalista – às vezes com vontade de ter um pouquinho mais de mesmice e calmaria em minha rotina.
E você?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Sabe aquela história de que “muitas cabeças pensam melhor do que uma”, ou “há gente que produz mais individualmente trabalhando do que em grupo”?
Pois é: Pesquisa realizada no importantíssimo MIT conclui: “A soma da inteligência de várias pessoas inteligentes é menor do que a inteligência somada de pessoas inteligentes em grupo”.
Trocando em miúdos: Pessoas inteligentes em grupo tem QI somado maior do que se trabalhassem em separado.
Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI230003-16366,00-QUANDO+A+SOMA+PODE+DAR+MAIS+QUE.html
QUANDO A SOMA 1 + 1 PODE DAR MAIS QUE 2
Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho
Sabe aquele gerente circunspecto que sempre dá um jeito de concluir seus projetos sozinho, se possível num cubículo bem longe dos colegas? Pois então, a não ser que ele tenha o gênio criativo de um Picasso ou o QI de um Einstein, é melhor atraí-lo para mais perto do seu time. Uma pesquisa conduzida por professores das universidades americanas MIT, Carnegie Mellon e Union College concluiu que a inteligência coletiva pode ser maior do que a soma simples das partes – o que afeta diretamente as empresas. Eles verificaram que os grupos, como os indivíduos, têm níveis característicos de inteligência que podem ser medidos e usados para prever a performance de um time. “Nossa hipótese foi confirmada”, diz Thomas W. Malone, professor do MIT que é coautor do estudo e é conhecido por livros de administração como O Futuro dos Empregos. “Há uma inteligência coletiva que aparece no desempenho da equipe em várias situações.”
A pesquisa também mostrou que a atuação das equipes em que havia uma pessoa dominando os trabalhos era menos inteligente do que a produção dos grupos que atuavam de forma mais democrática. Pelos cálculos dos pesquisadores, houve uma variação de até 40% no resultado das tarefas por causa da inteligência coletiva. Os testes envolveram 699 pessoas, organizadas em grupos de dois a cinco indivíduos. Eles solucionaram quebra-cabeças visuais, fizeram brainstorming e negociações.
O sucesso da inteligência coletiva, segundo os pesquisadores, depende da qualidade da interação entre os membros de um time. Por exemplo: nos grupos formados por integrantes com um nível elevado de “sensibilidade social”, geralmente foram obtidos bons resultados no trabalho conjunto. “A sensibilidade social tem a ver com a percepção que os membros do grupo têm das emoções do outro”, diz Christopher Chabris, coautor do estudo.
Outro fato revelador diz respeito à atuação das mulheres nas atividades coletivas. Segundo a pesquisa, a sensibilidade social mostrou-se maior nas turmas formadas principalmente por figuras femininas. Em consequência disso, essas equipes apresentaram melhor desempenho em relação aos times em que os homens preponderavam – o que pode ser mais um indício de que, de fato, este será o século delas. “Não desenhamos o estudo com foco no efeito de gênero. Foi uma surpresa para nós”, diz Malone.
E para quem ainda acredita que o fator determinante para o bom desempenho pode ser aquele indivíduo brilhante, mas isolado do grupo, os pesquisadores dão uma última má notícia: os dados de inteligência média ou máxima dos membros não permitiram prever o resultado da equipe.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.
Vale a leitura!
Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):
A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO
Por Savério Orlandi
Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.
O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.
Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.
Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.
E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.
Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.
A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.
Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).
O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).
Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.
E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).
Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.
Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.
É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).
A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.
*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.
**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.
O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.
Vale a leitura!
Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):
A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO
Por Savério Orlandi
Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.
O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.
Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.
Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.
E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.
Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.
A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.
Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).
O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).
Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.
E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).
Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.
Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.
É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).
A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.
*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.
**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.
Ufa, fim de expediente!
Hoje, o serviço foi “hard”: 8 horas lecionando em duas penitenciárias e 4 horas na universidade. Mas em todas as searas, sempre com muito profissionalismo e motivação.
Vale a pena compartilhar conhecimento!

Olá amigos do Blog.
Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).
Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.
Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.
Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.
Contatos:
📩 Email: rafaelporcari@me.com
📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064
👨🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/
Um assunto importante: muitas mulheres deixam o trabalho para se tornarem mães, desejosas de retomar a carreira profissional. Mas na prática… não é bem assim que funciona.
A AMBIÇÃO PROFISSIONAL DAS MULHERES AUMENTA APÓS O NASCIMENTO DOS FILHOS
Por Marcos Coronato e Ana Helena Rodrigues
Há 154 anos, a americana Jennie Douglas entrava no Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, em Washington – a primeira mulher na história a ser contratada pelo governo americano. A Guerra Civil arrancava os homens dos postos de trabalho. Jennie era uma experiência. Havia dúvidas sobre a capacidade dela para cortar e aparar cédulas recém-impressas, outra novidade naquele momento. Mas, como avaliou o chefe da área, “o primeiro dia de trabalho resolveu o assunto, em favor dela e das mulheres”. O governo contratou mais centenas de funcionárias nos anos seguintes. Terminada a guerra, em 1865, muitas poderiam voltar a se dedicar só à família. Mas a tendência era irreversível. Em 1870, o censo americano registrou pela primeira vez a categoria pequena, mas crescente, das mulheres com empregos formais fora de casa (antes, as mulheres tinham, usualmente, ocupações informais, autônomas e braçais). O censo passou também a dimensionar uma questão em debate até hoje. Como mulheres e homens podem trabalhar fora, obter realização profissional e criar filhos de forma saudável?
Entre as mulheres, em países democráticos, as oportunidades se multiplicam. Mas o avanço não acompanha o ritmo de crescimento das ambições femininas. Uma enquete organizada pela revista Crescer, feita em fevereiro e março, colheu opiniões de mais de 3 mil mães de crianças com até 11 anos de idade. E mostra a largura do fosso entre ambições e realidade. A pesquisa listou e ordenou sonhos e prioridades. Somemos as indicações recebidas por um certo sonho ou uma certa prioridade como “primeiro mais importante” e como “segundo mais importante”. De acordo com a pesquisa, o maior sonho das mulheres após ter filhos é retomar a carreira. Isso vem à frente de viajar o mundo (11%) e muito à frente de ter um bom relacionamento (2%) (leia o quadro abaixo). Sete em cada dez das mães sonham com um trabalho que as realize (71% indicam essa opção como o maior sonho ou o segundo maior sonho). Mas, diante das demandas familiares, apenas uma em cada dez consegue tratar isso como uma prioridade (9% indicam essa opção como a maior prioridade ou a segunda maior prioridade). Além das próprias mulheres, saem perdendo a sociedade e as organizações.
Uma mudança ainda incipiente vem indicando um rumo interessante. Parte dela é difusa – os parceiros mais atentos atuam pela igualdade de oportunidades para suas mulheres. Durante os três últimos anos, a administradora financeira Ana Paula Santos, de 30 anos, precisou dedicar mais tempo à carreira, na escola híbrida de negócios e design Polifonia. Seu marido, Eduardo, é designer de interiores e tem horário flexível no trabalho. Assim, ele consegue arrumar a agenda para trabalhar somente até o horário de buscar na escola o filho de Ana, Caio, de 10 anos. “Meu marido sempre fez tudo. Pega meu filho na escola, dá janta, ajuda na lição de casa. Coisas que não consigo fazer”, diz Ana. O avanço na carreira satisfaz Ana e beneficia a família. “Meu salário aumentou em 70% nos últimos três anos.”
Outra parte da mudança, porém, precisa vir de quem tem poder – empresas e governos. Organizações modernas vêm propondo benefícios para a mulher, o que é ótimo. Mas organizações extremamente modernas, interessadas em participar da solução do problema em grande escala, devem pensar em benefícios não apenas para a mulher, e sim para a família. Isso significa definir sistemas e culturas de trabalho que apoiem todos os funcionários, inclusive os homens, a planejar, ter e cuidar de filhos. Incentivar os homens a dividir meio a meio a responsabilidade parental significa apoiar as ambições femininas. “Muitas empresas e países ainda parecem pensar que a maioria das crianças só tem mãe”, diz a consultora Avivah Wittenberg-Cox, atuante há 20 anos nessa frente e fundadora da Rede de Mulheres Profissionais da Europa. “A cultura da maior parte das empresas é dominada e definida por homens. Essas companhias sofrem uma hemorragia de talentos femininos.”
A mudança apareceu em destaque no Relatório de Tendências do Ambiente de Trabalho de 2015 da Sodexo, uma empresa multinacional de benefícios trabalhistas, presente em 80 países. Uma tendência destacada no ano passado foi a “redefinição do ambiente de trabalho amigável para a família”. As organizações mais sensíveis ao tema perceberam o que as mães já sabiam. “Mães e pais tendem a ter responsabilidades substanciais tanto no trabalho como em casa. Em resposta, as organizações estão implementando ações ‘amigáveis à família’”, afirma o relatório, assinado por um painel de especialistas. As políticas incluem horários flexíveis para mulheres e homens com filhos pequenos. O estudo admite que os resultados ainda não são conclusivos – estamos desbravando território novo. Os governos terão papel fundamental nisso.
A Suécia, que ocupa a quarta posição no índice de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, foi o primeiro país a adotar a licença-paternidade, em 1974. Atualmente, o casal recebe por lei 480 dias de licença parental, a partir do nascimento da criança, e os dois juntos decidem como dividir esse tempo. Nos primeiros 390 dias, quem optar por ficar em casa recebe 80% do salário, pago pelo Estado. “Na Suécia, os homens (com filhos recém-nascidos) são obrigados a tirar pelo menos oito semanas de licença, ou perdem o benefício”, diz Avivah. A licença parental pode permitir que mãe e pai fiquem em casa, trabalhem meio período ou tenham horários mais flexíveis. Trata-se de um impulso igualitário – e benéfico para todos.
(Clique na Imagem abaixo para ampliá-la:)

Em 29 de abril de 2010, após uma reunião na Federação Paulista de Futebol, decidi encerrar minha carreira de árbitro de futebol.
Foram anos maravilhosos dentro de campo, enfadonhos nas reuniões administrativas, divertidos nas viagens para as partidas, cansativos nas exigências das Comissões de Árbitros, educativos nas coisas incríveis que o futebol apresenta, e, por fim, nojentos nos bastidores.
Queria eu ter a maturidade que tenho hoje, os recursos tecnológicos que existem e outras perspectivas que são abertas quando você percebe que existe vida fora da arbitragem. Não que eu tenha sido imaturo, sempre fui muito responsável, mas certos discernimentos que somente a casca da experiência proporcionam, teriam me feito tomar algumas decisões com dirigentes, digamos, mais incisivas.
Felizmente, nunca tive problemas de indisciplina ou desonestidade. Errei e acertei com lances normais e corriqueiros como de qualquer árbitro. Apadrinhamento nunca existiu (mas eles existem), nem pagamento de pedágio em dinheiro / serviço ou outras benesses (será que existem?), tampouco tomei “cervejadas com cartolas candidatos”, nem as promovi (tem quem faça e fez – e se deu bem, né?).
Falo por mim: foram ótimos anos que ficaram na saudade. Bola pra frente! Mas sempre torcendo para que os dirigentes ruins da arbitragem sejam deixados ao esquecimento, saindo de cena e abrindo espaço para mais honestos e competentes.
Vida que segue, o que vale é ter a consciência em paz e os amigos conquistados.
Imagem extraída de: https://www.netshoes.com.br/apito-profissional-finta-blister-azul-045-9136-008